Umas das coisas boas de estar no North Shore é que mesmo depois de o mar abaixar, graças à grande variedade de bancadas as ondas continuam boas.
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Depois daquela manhã de ondas em Pipeline, o mar baixou consideravelmente e foi a vez do Backdoor entrar em cena. As melhores condições novamente aconteceram durante a manhã, pois à tarde o vento maral tem estragado um pouco as ondas.
Logo cedo então o circo estava armado na área do Backdoor e Off-The-Wall, com todos os fotógrafos, tops surfers e uns tubos pesados, desta vez para a direita.
Pra variar, mais uma vez o crowd abafou um pouco a performance dos brasileiros ali na “zona do agrião”.
Apesar de ter notado alguns brasileiros dentro da água tentando a sorte, não me lembro de ter visto nada de impressionante, a não ser uma onda boa da série surfada por Thiago Camarão, que mostrou intimidade com com as ondas mais tubulares. Ele foi um dos poucos brasileiros que conseguiu achar uma onda da série naquele dia.
E as melhores performances foram de Joel Parkinson, que caiu bem cedo, e de Bruce Irons, que apesar de ter entrado na água depois das 9 horas, conseguiu pegar bons tubos antes de o vento estragar a festa novamente.
Rocky Point também tem sido uma boa opção, principalmente durante a parte da tarde devido à variação da maré e pela boa formação, indepentente da direção do vento.
Muitos dos brasileiros têm preferido surfar ali, pois o crowd, alem de menos agressivo, fica um pouco mais espalhado. Mas, pelo jeito, parece que até o fim do Pipe Master o North Shore vai continuar vivendo esse clima de “alta temporada”, com muita gente nas praias, nas ruas e, é claro, dentro d’água.
