Bali Dream – um vôo para o paraíso

Visual de Balangan. Foto: Robert Kenji.

Dreamland oferece lindas paredes para manobras. Foto: Robert Kenji.

Visual paradisíaco de Dreamland. Foto: Robert Kenji.

Alguém não entendeu o porquê do nome Dreamland?. Foto: Robert Kenji.

G-Land é mais uma das preciosidades da Indonésia. Foto: Robert Kenji.

Os tubos são fartos nas esquerdas de Gradjagan. Foto: Robert Kenji.

Pôr do sol diário em G-land. Foto: Robert Kenji.

Visual da bancada de G-land. Foto: Robert Kenji.

Impossibles vista de cima do cliff. Foto: Robert Kenji.

Em Padang a beleza natural é abundante. Foto: Robert Kenji.

Uluwatu Cave, em Bali. Foto: Robert Kenji.

Tudo começa com um vôo que dura normalmente dois dias partindo de São Paulo ou qualquer outra capital do Brasil, com escalas em vários países que na maioria das vezes você nunca sonhou em conhecer.

 

Quando o comandante da aeronave anuncia o pouso, aterrissamos no aeroporto de Denpasar, na Indonésia.

 

Em alguns instantes com certeza o seu coração vai disparar, principalmente quando o avião fizer a curva final, pois é possível visualizar praticamente todos os picos de surf mais famosos de Bali, como Padang, Impossibles, Bingin, Dreamland e Balangan.

 

Depois de alguns segundos, já próximo da pista, é possível checar pela janela do avião outras ondas de muita qualidade, como Kuta Reef, Airport Right and Left, mas nada comparado aos picos anteriormente citados.

 

A partir deste momento o sonho de ondas clássicas inicia-se com uma mistura de mistério e misticismo.

 

A ilha de Bali é realmente diferente de tudo que você já conheceu, com algumas ruas que mais parecem a 25 de Março, em SP, com várias lojas a perder de vista (Kuta), e algumas outras com Hotéis e Resorts que nunca imaginaríamos ser possível existir, como Nusa Dua.

 

Os contrastes e diferenças são incríveis, cores e tons de dourado que encantam os olhos, sem falar no cheiro que paira no ar, é realmente difícil  explicar, uma mistura de incenso e raízes nativas que são utilizados no rico artesanato local.

 

Se você ficar em Kuta, que vamos chamar aqui de down-town de Bali, provavelmente vai demorar uns 50 minutos para chegar nos picos de surf como Uluwatu, Padang e outros da região.

 

À primeira vista, olhando as ondas da ponte da praia de Padang, é possível ver as linhas na bancada de coral, que parecem ter sido esculpidas por Deus.

 

Esta é Impossibles, pois Padang fica mais à esquerda, de frente para o Cliff, e só podemos visualizar as ondas depois de descer uma escadaria.

 

Um fato importante é ficar ligado nas marés, pois aqui no Brasil este fenômeno é pouco visível, mas em Bali parece magia.

 

Quando a maré está cheia as praias são muito parecidas com as nossas, mas, quando seca, pode-se perceber o que é uma bancada de coral.

 

Ondas perfeitas e tubulares quebram com séries tão alinhadas que parecem ter sido desenhadas, às vezes 5 ou 6 ondas entram em uma mesma série. Diversão garantida para todos os gostos e idades.

 

Padang é uma onda oca com a bancada mais famosa (e rasa), e pode deixar tatuagens no corpo e, às vezes, na cabeça de alguns surfistas que a desafiam.

 

Uluwatu é a mais constante e crowd da Ilha, mas o inside pode proporcionar manobras e tubos inesquecíveis. Posso dizer que uma onda boa lá vale muito mais que um final de semana em Ubatuba ou São Sebastião.

 

Tem também Impossibles, uma onda rápida e muito boa para manobras, Dreamland, um pouco mais fácil de ser surfada, e Balangan, que é muito manobrável e possui sessões de tubos por toda a extensão. Isso sem falar de G-land, ou Gradjagan, uma barca imperdível para quem vai à Indonésia.

 

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