Companhia no surf

Baleias acenam na Austrália

Todo ano no início do inverno, entre os meses de maio e junho, as baleias humpback fogem do frio e da escassez de comida na Antártica, rumo às águas mais quentes ao norte da Austrália.

Os filhotes precisam nascer em águas com temperaturas mais quentes, pois ainda não possuem camada suficiente de gordura para protegê-los.

Elas viajam no mar da Tasmânia, que fica entre a Nova Zelândia e a costa leste da Austrália, longe do continente.

Por causa da corrente deste ano, enquanto elas atravessavam as Northern beaches em Sydney, alguns banhistas e surfistas atentos puderam se maravilhar com a beleza e o tamanho dos maiores mamíferos do planeta.

Nós estamos agora na primavera e chegou a hora do retorno ao lar para as águas frias da Antártica.

Na viajem de volta normalmente a familia é maior, pois os filhotes que nasceram no inverno acompanham a mãe lado a lado em seus saltos e brincadeiras com as nadadeiras pra fora da superficie da água, acenando com se fosse um “oi” das baleias.

Os surfistas brasileiros Henrique “Joe” e Thiago Lopes “Chubaka” foram para a região de Ulladulla no último final de semana à procura da ondas.

As condições eram propícias, swell a vista nas bóias com vento fraco off shore.

A ondulação não vingou, mas em compensação a Mãe Natureza estava mais presente do que nunca.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.