Primeiro de abril

Atolv atola a mídia

Circulou nos últimos dias um release-fantasma nas redações. Porém, a reportagem Waves certificou-se de que se trata de uma empresa que simplesmente não existe.

Todavia, teve site que, na ânsia de dar um “furo” jornalístico na publicação de um release de origem duvidosa, estampou a “barriga” em sua capa, sem se dar conta de que esta é uma semana de primeiro de abril.

 

Como em outros ramos da economia, o meio do surf também é tomado por aventureiros e haoles do mercado, que fazem de tudo para abocanhar uma fatia ou migalhas.

Portanto, caro usuário do Waves, se alguém oferecer uma camiseta ou um boné, ou uma bermuda da “conceituada” marca Atolv, pode cair fora que é fria. A marca é tão falsa quanto uma nota de 15 dólares.

 

Veja abaixo o release falso enviado à mídia do surf.

 

“Atolv aposta as fichas em talento alagoano
 
Todas as fichas apostadas pelos alagoanos no talentoso Rodrigo Cansone, de apenas 14 anos, foram reconhecidas pela marca Atolv, empresa que está acreditando na força do mercado de surfwear.
 
Atuante principalmente nos estados de Alagoas, Sergipe, Paraíba e Pernambuco, a Atolv sempre foi conhecida por investir no skate. Com o impressionante crescimento do surf nos últimos anos, a empresa passou a apostar no famoso esporte criado pelos reis havaianos. ‘O surf está em todas as partes, é só observar as novelas, filmes, propagandas, etc. Tudo tem surf hoje em dia’, afirma Antônio Bambo, diretor de marketing da Atolv.
 
O primeiro atleta a reforçar a marca é Rodrigo Cansone, talento que vem chamando bastante atenção nas praias de Alagoas. ‘Ele é um garoto de excelente índole e que tem um nível de surf bem elevado para a faixa etária dele. Foi uma indicação do campeão brasileiro Tânio Barreto e aprovamos depois de analisar o atleta e ter uma conversa com sua família’, diz Bambo”.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)