Falsidade Ideológica

Animauro fica invisível e volta no tempo

Galera, outro dia fiquei invisível. Estava pegando onda, numa boa, quando fui dropar, comecei a levitar e… puft!!!

Fiquei invisível aos olhos humanos em pleno drop. E, do nada, voltei para 1974, ano em que nasci. Fui parar no pier de Ipanema… muito chocante, brô…

Mas não voltei neném, voltei como sou. Cara, tinha que ver a reação das pessoas quando me viram!

Começaram a tocar minha prancha, a olhar pra mim achando estranho. Aí, eu disse, “fala, brô, blz? Já é ou já era?”.

A reação foi de pânico, as pessoas correram e eu, nem aí, fui pegar minhas ondas… e que ondas!!!

 

Naquela época, tudo era lindo. Você tinha que ver a pureza da água.

 

De repente, peguei um tubão!!! E, no meio do tubo, comecei a levitar. Fiquei invisível novamente, num sono profundo…

 

Até xinguei, porque queria mais. Por causa do palavrão, acho, fui parar no meio da avenida Brasil. E quase fui atropleado por uma carreta, muito louco, bicho, muito mesmo.. mas foi legal.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)