Billabong Pro Junior

Alex Lima dá show no Santinho

Alex Lima dá show nas quartas-de-final do Billabong Pro Junior Series. Foto: Daniel Smorigo / ASP South America.

Os semifinalistas da terceira e última etapa do Billabong Pro Junior Series foram conhecidos na tarde destas sexta-feira, em ondas de meio a 1 metro e formação regular, na praia do Santinho, Florianópolis (SC).

Clique aqui para ver as fotos

No momento, quatro atletas já estão classificados para o Mundial Sub-21 que rola em janeiro, na Austrália – Alex Ribeiro, Magno Pacheco, Alejo Muniz e Ricardo dos Santos.

 

A última vaga em jogo é disputada pelos catarinenses Alex Lima e Guilherme Ramalho, que vão se enfrentar nas semifinais, neste sábado.

 

Para impedir a classificação de Alex, Guilherme precisa derrotar o conterrâneo e ainda vencer a final. O último integrante do time sul-

Guilherme Ramalho precisa da vitória para garantir vaga no Mundial. Foto: Daniel Smorigo / ASP South America.

americano será definido ao término do WQS. 

Estão na briga pela vaga oferecida ao melhor pro junior da América do Sul o potiguar Jadson André e o paulista Wiggolly Dantas.

 

Outra atração é o duelo pelo título sul-americano da temporada. Mesmo derrotado nas quartas-de-final, Alejo Muniz segue líder do ranking.

 

Para não perder o caneco, o catarinense precisa torcer para que o paulista Alex Ribeiro seja eliminado na semifinal.

 

Um verdadeiro show de surf tomou conta do Santinho nesta sexta-feira. Na abertura das quartas-de-final, o catarinense Alex Lima detonou as ondas catarinenses para derrotar o conterrâneo Alejo Muniz.

 

Bastante inspirado, Alex somou 9.00 e 8.00 nas duas melhores ondas, deixando Alejo precisando de uma combinação de notas.

“Estou muito feliz por ter surfado bem e avançado mais uma bateria. Alejo é um grande amigo meu, foi o cara que me ensinou a surfar”, diz Alex, surfista revelado em Navegantes.

Em seguida, o catarinense Guilherme Ramalho venceu o cearense Charlie Brown numa bateria apertada que terminou com o placar de 7.75 a 7.00.

 

“Foi uma bateria tensa, sem ondas boas. Geralmente, quando passo uma bateria sem surfar bem, consigo crescer bastante de produção na outra. Espero que isso aconteça amanhã”, diz Ramalho.

 

Na terceira bateria, o paulista Alex Ribeiro exibiu um surf ousado no Santinho para derrotar o paulista Thiago Camarão por 14.40 a 9.75 pontos.

 

A rodada foi encerrada com vitória apertada do catarinense Gustavo Schlickman sobre o paulista Dodô Veiga, que era forte candidato a uma vaga no Mundial. Na última onda, Dodô precisava de 5.51 e fez 5.25.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.