Solidão secreta

Alejo Muniz desvenda África

Ansioso para estrear na elite mundial, o catarinense Alejo Muniz, 21, cruzou o oceano Atlântico em busca de um secret pouco explorado no continente africano.

 

Com apoio do patrocinador, Alejo desembarcou no arquipélago com o objetivo de preparar-se para os mais de 20 compromissos internacionais que terá ao longo desta temporada.

 

O lugar foi escolhido por reunir algumas das características que ele deve enfrentar na primeira etapa do World Tour, que começa a partir deste sábado na Gold Coast, Austrália. Com seis horas diárias de muito treino, Alejo investiu em point breaks vazios, onde afinou o repertório e testou novas manobras ao lado de uma equipe de filmagem da Nike 6.0.

 

Logo na primeira onda, Alejo fez um drop limpo, mandou uma cavada longa e seguiu com uma rasgada forte. A onda continuou armada e pronta para levar uma série impressionante de rasgadas até um inesperado aéreo kerrupt, bem em cima das pedras.

 

Em menos de uma hora no mar, Alejo já havia tratado as ondas africanas com personalidade e como mereciam: dezenas de rasgadas, rabetadas, aéreos e bons tubos finalizados.

 

Ao término da viagem, o atleta deixou para trás o paraíso perdido e embarcou rumo ao WQS Prime em Fernando de Noronha (PE), no qual sagrou-se campeão.

 

Agora o catarinense aguarda sua tão esperada estreia na primeira etapa do WT 2011 na Gold Coast australiana, com vários point breaks para direita como a constante e manobrável Snapper Rocks.

 

Foto da reportagem Daniel Smorigo / Nike 6.0

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)