G-Shock

Alejo integra o time

980x582

Alejo Muniz é o novo atleta da G-Shock. Foto: Laurent Masurel

 

Sem dúvidas, 2014 foi um grande ano para o surf nacional. Além do primeiro título mundial ter sido conquistado por um brasileiro, o esporte ganhou as rodas de conversa e também novos admiradores. É pensando em manter o surfe como protagonista para uma nova geração de brasileiros que a G-Shock reforça seu time de atletas com Alejo Muniz. 

Responsável por eliminar Kelly Slater e Mick Fanning na última etapa do WTC de 2014, dando o título antecipadamente a Gabriel Medina, Alejo Muniz é um dos principais nomes do esporte no Brasil. Com 24 anos, o argentino naturalizado brasileiro, que já esteve no Top 10 do World Tour, disputará a divisão de acesso ao WQS em 2015.

“Para nós é muito importante reforçar nosso time, que já conta com outros 10 atletas, com um nome como Alejo Muniz, que apesar de tão jovem já constrói uma história no surf e ainda tem muito a conquistar neste esporte”, afirma Patrícia Bacan, gerente de marketing de relógios da Casio.

A negociação foi realizada através de Julio Catarino, da Proud Sports, agente do atleta. “Em 2015, seguiremos fazendo o máximo para fomentar esportes de ação, seja apoiando atletas com potencial ou eventos deste cenário”, finaliza Patrícia Bacan.

G-Shock Criado no início em 1983 pelo japonês Kikuo Ibe, a G-Shock é um ícone de resistência no mercado mundial de relógios. Com mais de mil modelos lançados, a marca já carregou desenhos assinados por designers renomados, como o polonês Filip Pagowski e o americano Eric Haze. Hoje, a G-Shocl continua se reinventando e é referência para adeptos aos esportes radicais, como skate e surf, e também para aqueles que se identificam com tendências urbanas, como o hip hop, a exemplo do rapper Eminen e Marcelo D2, além dos jogadores de futebol Neymar e Marcelo Vieira.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)