Adriane Oliveira disputa Brasileiro Profissional

#A atleta potiguar Adriane Oliveira, 27 anos, após três anos disputando eventos como amadora, resolveu se profissionalizar.

“Sei que a dificuldade e a competitividade no circuito profissional é bem maior, mas a premiação compensa”, analisa ela.

Na última quinta-feira (28/3), Adriane viajou com mais 16 potiguares para Recife, onde disputou, no final de semana, a terceira etapa do Campeonato Brasileiro na Baía de Maracaípe.

Esta será a primeira competição de Adriane em 2002. “Passei dois meses parada porque fiz uma cirurgia no nariz. Só voltei a treinar depois do Carnaval”, explica.

A atleta local de Ponta Negra intensificou os treinos na academia e nas praias da região. Mas, também tem que conciliar seu tempo com o terceiro ano de faculdade de Pedagogia, que cursa na Facex, um de seus patrocinadores.

Adriane começou a pegar onda há 11 anos na praia de Ponta Negra, em Natal. Casada com o surfista profissional Joca Júnior, ela recebe todo o apoio nas competições e em 2002 pretende arriscar pegar onda de pé.

“Já fiquei em pé e peguei várias ondas. Vou treinar e tentar participar de alguns campeonatos em Natal”, comentou Adriane.

A campeã paraibana em 97 e do Circuito Detonação & Natureza de Surf em 2001 acrescenta que o nível técnico dos atletas de bodyboard no Rio Grande do Norte está em evolução. “O problema é a falta de divulgação do esporte e de patrocínio”, afirma.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)