A volta do clássico

Retro Surfboards em exposição realizada em 2005 em Honolulu, Hawaii. Foto: Vitor Marçal.

Apesar da constante evolução nas pranchas de surf, seja no visual, no shape, nos estudos de hidrodinâmica ou nos materiais utilizados, cada vez mais leves e resistentes, ou ainda no implemento de máquinas para produção em série, uma nova tendência está surgindo.

 

Trata-se de um forte movimento de volta ao passado, na época das mini-models monoquilhas, pranchas mais largas e grossas que cada vez com mais freqüência são vistas em praias do mundo todo, inclusive com o típico visual dos 60, 70 e 80.

 

Pra confirmar essa tendência, na Austrália tem sido comuns a realização de eventos especiais, como o campeonato de monoquilhas de Burleigh Heads, realizado no últimos dias 20 e 21 de janeiro com presença de lendas vivas do esporte.

 

Também participaram do evento membros da nova geração, inclusive do circuito mundial. Uma curiosidade era a exigência dos organizadores para o uso de pranchas realmente antigas, fabricadas antes de 1981.

 

No mês de março outro evento pretende resgatar as origens do surf. O Stubbies Classics traz de volta os clássicos calções de surf (Stubbies) utilizados no passado.

 

Nomes como Tom Carroll marcaram época com os calções curtos e colados no corpo. É o passado virando presente.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.