Mikita posicionada para o tubo do Backdoor. Foto: Lika Maia / Litoral Brasil.

Michaela Fregonese, também conhecida como Mikita, é brasileira de descendência italiana e hoje vive no Hawaii, onde tem sido destaque nesta temporada.

 

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Além de atrair a atenção do crowd por sua beleza e sensualidade, é uma rara surfista que encara o temido Backdoor, a direita de Pipeline.

 

Nesta rápida entrevista concedida ao surfer e empresário Mario Albanese, Mikita revela como vem adquirindo respeito dos havaianos por sua atitude dentro da água.

 

Mikita muito gata no North Shore da ilha de Oahu. Foto: Lika Maia / Litoral Brasil.

Desde quando você se dedica a surfar Pipeline?

Surfei desde a primeira vez que cheguei ao Hawaii em 2003. E alguns locais, como

Jamie O?Brien, Monster Pipeline Champion 2007, reconheceram meu potencial e a primeira brasileira a surfar Pipeline Backdoor.

 

Por quê Pipeline?

Porque eu amo a adrenalina de entubar no Backdoor!

 

Qual seu preparo físico e psicológico?

Psicológico é “go for it”. Fisicamente gosto mesmo de treinar em Padang Padang, Indonésia, colocar no trilho e acelerar… muito surfe. No final do inverno havaiano passo seis meses nas esquerdas alucinantes da Indo.

 

De onde vem a grana?

Atualmente tenho apoio da Litoral Brasil e trabalho na Pipe House, ex-casa da lenda-viva Gerry Lopez. Também fui doublê de um comercial de esportes radicais em Bali.

 

Qual o seu objetivo na vida?
Meu sonho dourado é ter um barco na Indo… Mentawaii… e ficar seis meses no mar  e seis meses no Hawaii? Aloha!

 

 

 

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)