Equipamento

A eficácia das quilhas

420x330

FCS Fusion. Foto: Divulgação 

FCS FUSION

A primeira mudança transformou os seis copinhos, ou plugs, em três sistemas com encaixe duplo. Isso proporcionou mais solidez na fixação e um pouco menos de vibração nas quilhas. Os materiais utilizados estão cada vez mais leves. Alguns fabricantes gostam, outros acham um pouco mais difícil a colocação.

420x330

FCS Origin. Foto: Divulgação 

FCS ORIGIN

Muita gente gosta da sensação oferecida pelas quilhas fixas, que na verdade têm uma boa porcentagem a mais de resposta quando requisitadas. O sistema Origin surgiu para reduzir (muito) essa diferença. Além de o sistema não necessitar ir tão fundo dentro da prancha, mantendo mais a integridade do bloco (alma das pranchas), cria uma base com transição entre o fundo da prancha e toda a base das quilhas. É como se houvesse aquele reforço de fibra na base das quilhas fixas. O encaixe faz com que as quilhas fiquem mais conectadas à prancha, tanto pela maneira como a base da quilha se encaixa completamente ao plug como pelo travamento em três pontos, por encaixe e parafusos. Há menos vibração na base das quilhas, potencializando a flexibilidade na ponta das mesmas. A transição entre as curvas e a velocidade gerada por elas ganham com isso. O sistema deve minimizar a possibilidade de se partir ou ser arrancado da prancha.

420x330

FCS II. Foto: Divulgação 

FCS II

Depois de anos pesquisando, chegaram a um sistema e materiais que não necessitam de parafuso. Você encaixa e pronto. Não foi fácil. Água salgada e areia comprometiam a maioria das ideias. Os dois prolongamentos da quilha que se encaixam nas fendas de fixação são um pouco maiores do que nas quilhas normais. Também há outro ponto de fixação, encaixe, na frente da base da quilha. Isso garante um pouco menos de vibração e maior durabilidade delas. O legal é que, com o uso de uma pecinha para ocupar o espaço que sobra, você pode parafusar suas quilhas antigas normalmente. Aqui no Brasil, as duas últimas novidades devem chegar só no começo de 2014, assim como o sistema de caixas e quilhas para longboards, sem parafuso, o Effect Fin System.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)