
Há ondas perfeitas espalhadas por praticamente todos os cantos do planeta. Point breaks extensos, tubos perfeitos sobre bancadas de coral, ondas gigantes e assustadoras, destinos cada vez mais remotos no mapa do surfe. Mas poucos lugares carregam o peso do Havaí.
É ali que a história do surfe como conhecemos hoje começou muito antes de campeonatos, transmissões ao vivo, pranchas modernas ou qualquer ideia de uma indústria em torno do esporte. No arquipélago havaiano, deslizar sobre as ondas faz parte de uma tradição ancestral, profundamente ligada à cultura local.
Mas não é preciso ser surfista para entender por que uma viagem ao Havaí ocupa um lugar especial no imaginário de tanta gente.
Na ilha de Oahu, Waikiki reúne alguns dos cartões-postais mais conhecidos do Havaí, com sua extensa faixa de areia, águas cristalinas e a imponente cratera vulcânica de Diamond Head compondo a paisagem. Ao redor da praia, Honolulu oferece restaurantes, compras e vida noturna. E até quem nunca subiu em uma prancha pode experimentar o surfe nas ondas mais acessíveis de Waikiki.
Do outro lado da ilha está um cenário completamente diferente. No North Shore, Haleiwa preserva o clima de uma surf town, com lojas, restaurantes e food trucks no caminho para algumas das praias mais famosas do planeta. É também nessa faixa de costa que quebram algumas das ondas mais impressionantes e desejadas do mundo. Ali, o surfe extrapola a água e ajuda a ditar o ritmo da vida ao redor do oceano, uma relação que faz do Havaí muito mais do que um destino de ondas.
É justamente esse universo que inspira a campanha Na Onda Com BB Mastercard, criada sob o conceito “Onde o surfe encontra experiências extraordinárias”. A iniciativa une benefícios aos clientes, incentivo ao esporte e levará consumidores ao Havaí justamente no auge da temporada havaiana, quando as grandes ondas despertam no North Shore e alguns dos melhores surfistas do mundo estão na ilha.
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Quando o North Shore desperta
Durante o inverno do Hemisfério Norte, grandes tempestades formadas no Pacífico enviam ondulações poderosas em direção ao arquipélago. Quando essa energia encontra o North Shore de Oahu, algumas das ondas mais famosas do planeta ganham vida.
É nessa época que a pequena faixa de costa passa a concentrar alguns dos melhores surfistas do mundo. Entre campeonatos, treinos e sessões de freesurf, atletas, fãs e fotógrafos dividem o mesmo cenário, enquanto boa parte das atenções do mundo do surfe se volta para o North Shore.
E é justamente nesse momento que os clientes contemplados pela campanha Na Onda Com BB Mastercard estarão no Havaí, com a oportunidade de acompanhar ao vivo, em Pipeline, a etapa decisiva da temporada 2026 do Circuito Mundial da WSL.

Sete milhas de história
Em aproximadamente sete milhas de costa (cerca de 11 quilômetros) encontram-se picos como Waimea Bay, Sunset Beach e Pipeline, entre muitos outros. Essa concentração de ondas perfeitas e tão diferentes deu ao trecho um apelido que atravessa gerações: Seven Mile Miracle, o Milagre das Sete Milhas.
Waimea teve papel fundamental no desenvolvimento do surfe moderno de ondas grandes. Sunset tornou-se um dos grandes campos de prova dos melhores surfistas do mundo. Mas foi outra onda, quebrando sobre uma rasa bancada de recife e muito próxima da areia, que se transformou no maior símbolo do North Shore:
Pipeline.

A onda que parecia impossível
No início dos anos 1960, Pipeline ainda representava uma espécie de fronteira. Rápida, oca e quebrando sobre uma bancada rasa, a onda parecia especialmente ameaçadora para as grandes e pesadas pranchas da época. Em dezembro de 1961, uma sessão do californiano Phil Edwards, registrada pelo cineasta Bruce Brown, ajudaria a mudar essa história.
Com a evolução das pranchas e das técnicas, Pipeline se transformou em um dos maiores símbolos do esporte. Gerry Lopez desenvolveu nos anos 1970 uma relação tão marcante com a onda que ganhou o apelido de Mr. Pipeline.
Debaixo d’água, uma bancada rasa de recife ajuda a produzir as paredes espessas e os tubos que fizeram a fama do pico. Com swells maiores, entram em ação bancadas mais afastadas, conhecidas como Second Reef e Third Reef. Na visão do surfista, Pipeline quebra para a esquerda e Backdoor para a direita. E tudo acontece diante dos olhos de quem está na areia.

O Brasil entra em cena
Pipeline se transformou em um dos grandes palcos do surfe competitivo e, durante muitos anos, recebeu a última etapa da temporada. E o Brasil passou de coadjuvante a protagonista dessa história.
Em 1976, Pepê Lopes já colocava o País em uma final em Pipeline. Em 1991, Fábio Gouveia venceu em Sunset Beach e quebrou outra barreira ao conquistar uma etapa da elite profissional em solo havaiano.
A Brazilian Storm mudou definitivamente essa relação. Gabriel Medina conquistou em Pipeline, em 2014, o primeiro título mundial brasileiro. Adriano de Souza, o Mineirinho, foi campeão mundial e venceu o Pipe Masters em 2015. Três anos depois, Medina voltou ao Havaí para conquistar o bicampeonato.
E então veio 2019.

Dois brasileiros, Pipeline e um título mundial
Italo Ferreira e Gabriel Medina chegaram à última bateria da temporada de 2019 com tudo em jogo.
De um lado, Medina, já bicampeão mundial. Do outro, Italo em busca de seu primeiro título. A final do Pipe Masters definiria também quem seria o campeão do mundo.
Dois brasileiros disputando o título mundial em uma das ondas mais emblemáticas do planeta.
Italo venceu.
Saiu de Pipeline campeão do Pipe Masters e campeão mundial pela primeira vez.
Aquela cena talvez seja uma das melhores representações da transformação vivida pelo surfe brasileiro nas últimas décadas. O país que durante anos via o Havaí como território a ser conquistado passou a decidir entre seus próprios atletas quem seria o melhor surfista do mundo.
Desde o primeiro título de Medina, em 2014, o Brasil acumulou oito títulos mundiais masculinos em 11 temporadas disputadas, com cinco campeões diferentes: Gabriel Medina, Adriano de Souza, Italo Ferreira, Filipe Toledo e Yago Dora.
Mas a ligação entre Brasil e Havaí não passa apenas pelos títulos.
Tatiana Weston-Webb nasceu em Porto Alegre, mas mudou-se ainda bebê para o Havaí e cresceu no Kauai, onde começou a surfar. Luana Silva, filha de brasileiros, nasceu em Honolulu e cresceu justamente no North Shore de Oahu.
Ao lado de Italo Ferreira, campeão mundial em Pipeline em 2019, Tati e Luana ajudam a representar essa conexão entre Brasil, Havaí e surfe. Os três estão presentes na campanha Na Onda Com BB Mastercard.

Na Onda Com BB Mastercard
Sob o conceito “Onde o surfe encontra experiências extraordinárias”, a campanha une benefícios aos clientes e incentivo ao surfe, aproximando o público de alguns dos grandes momentos da modalidade.
Clique aqui para participar
A iniciativa reforça o investimento do Cartão BB Mastercard no esporte e aposta nas experiências como uma forma de aproximar as pessoas de suas paixões.
Entre 2 de setembro de 2026 e 31 de janeiro de 2027, os clientes Banco do Brasil que utilizarem seus cartões BB Mastercard poderão participar da promoção e concorrer a uma viagem para acompanhar a etapa decisiva do Championship Tour (CT) da World Surf League (WSL), em Pipeline, no Havaí.
A mecânica foi desenvolvida para premiar o engajamento dos clientes com os cartões BB Mastercard. A cada R$ 100 em compras, o participante recebe um número da sorte. As chances aumentam com aceleradores que incentivam o uso recorrente do cartão. A cada 10 transações realizadas, o cliente ganha um número da sorte adicional, enquanto a indicação de amigos gera novos números da sorte para ambos após a primeira compra do indicado. Clientes Banco do Brasil portadores dos cartões BB Mastercard Platinum contam com números da sorte em dobro, e os clientes Banco do Brasil com cartões BB Mastercard Black recebem o triplo de chances para participar.

A campanha prevê ainda uma segunda experiência ligada a uma etapa do Championship Tour de 2027, cujo destino será divulgado posteriormente.
Para quem conquistar a viagem ao Havaí, Pipeline será o grande palco. Mas a experiência não termina quando acaba a última bateria.
Do North Shore a Waikiki, há praias, paisagens, gastronomia, cultura e todo um Havaí para viver antes e depois da decisão.
Porque viver o Havaí é uma experiência que começa muito antes de entrar na água, e continua muito depois de sair da praia.

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