REMA

Catalina quebra tudo

Peruana Catalina Zariquiey bate todos os recordes da catergoria Pro Junior do REMA Saquarema Surf Festival nesta terça-feira na Praia de Itaúna.

Depois de três dias só de baterias do QS 6000 masculino, na terça-feira (15) foi lançada a categoria Pro Junior do REMA WSL Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves apresentado pela Prefeitura de Saquarema. Foi mais um dia de boas ondas para os surfistas com até 20 anos de idade competirem e as meninas fecharam o dia dando um show na Praia de Itaúna, Saquarema (RJ).

A peruana Catalina Zariquiey bateu todos os recordes desta quinta edição com a nota 9,00 e os 16,00 pontos que atingiu na sua primeira defesa da liderança do ranking sul-americano Pro Junior da WSL South America. Nesta quarta-feira (16) a chamada acontece às 6h30 para os concorrentes do QS 6000 e do Longboard apenas.

“Estou superfeliz de ter passado essa bateria. O mar está muito bom, com umas esquerdas super definidas e eu pude encontrar um par de ondas muito boas”, diz Catalina Zariquiey. “Está superdivertido de competir e estou muito feliz de estar aqui. Só que estou com um monte de areia nos cabelos, que vai demorar uns 5 dias pra tirar (risos). Agora vou descansar e já mentalizar para a próxima bateria. Estou treinando com o Martin Passeri, ele tem me passado bastante orientação e estou preparado para minha próxima bateria”.

Catalina Zariquiey tem apenas 16 anos de idade e é mais uma revelação da fábrica de talentos femininos do Peru. O REMA WSL Saquarema Surf Festival está promovendo a terceira etapa do Circuito Sul-americano Pro Junior da World Surf League esse ano. Catalina conquistou a primeira em casa no Peru e ficou em terceiro lugar na segunda etapa no Ceará. Na sua estreia na Praia de Itaúna, fez uma apresentação de gala na bateria contra três brasileiras, já começando com uma nota 7,00. A onda seguinte foi melhor ainda, uma esquerda que abriu a parede perfeita para ela fazer um ataque impressionante de backside, acertando batidas e rasgadas executadas com bastante pressão no crítico da onda, para receber nota 9,00 dos juízes.

Redorde histórico – Com esse 9,00, Catalina Zariquiey atingiu 16,00 pontos e foi direto para o topo dos recordes do ano na categoria Pro Junior, superando a nota 8,00 de Kiany Hyakutake e os 15,27 pontos da também catarinense Laura Raupp, marcadas no WSL Taíba Pro no Ceará. Catalina ainda bateu os 15,34 pontos da também peruana Sol Aguirre, que foi o maior somatório da história da categoria Pro Junior feminina desde 2021. E a peruana passou a ser a recordista absoluta do REMA WSL Saquarema Surf Festival 2025, ultrapassando até a nota 8,67 e os 15,17 pontos do cearense Cauã Costa no QS 6000.

Catalina Zariquiey chegou em Itaúna com a liderança no ranking ameaçada por oito surfistas. Só que a vice-líder, a catarinense Isabelle Nalu, já tinha perdido e Catalina tirou mais quatro da briga com sua classificação para as quartas de final, a equatoriana Genesis Garcia, a chilena Estela Lopez, a argentina Vera Jarisz e a brasileira Kiany Hyakutake , que também não passaram sua primeira bateria na Praia de Itaúna. Restavam três na disputa pela ponta do ranking, Arena Rodriguez , a também peruana Camila Sanday e a catarinense Laura Raupp. Mas, as duas últimas derrotas e só ficaram Arena Rodriguez na briga.

Arena conquistou o título sul-americano Pro Junior de 2024 e venceu essa categoria Sub-20 no REMA WSL Saquarema Surf Festival no ano passado também. A peruana tinha acabado de estrear com vitória no confronto antes da estreia de Catalina Zariquiey na terça-feira. E a Arena Rodriguez começou bem também, conseguindo uma nota 8,00 na sua melhor onda, que era a maior do dia entre as meninas. No ano passado, além de ganhar o título do Pro Junior na Praia de Itaúna, ela foi vice-campeã na final do QS contra a catarinense Laura Raupp , dois grandes resultados que mostram a adaptação do seu surfe nesse mar.

“O mar é muito bom, veio bastante ondas boas para mim, tive boas oportunidades e a última sessão das ondas foi muito boa para fazer as manobras”, analisa Arena Rodriguez Vargas . “A minha prancha está muito boa também. Eu tinha testado ela em boas ondas no Peru e eu sabia que ia funcionar bem num mar mediano ou menor, então não estava preocupado com isso. Estou muito feliz de ter passado essa bateria e vamos seguir com tudo nos próximos dias de competição aqui”.

Liderança do ranking – No fim do dia, Arena Rodriguez ficou sendo a única concorrente de Catalina Zariquiey na disputa pela liderança no ranking Pro Junior no REMA WSL Saquarema Surf Festival. Para ultrapassar os 1.945 pontos que a Catalina já atingiu, a Arena precisa chegar na final novamente na Praia de Itaúna. Isso porque as outras duas concorrentes, a peruana Camila Sanday e a catarinense Laura Raupp , foram eliminadas nas baterias que fecharam terça-feira no Maracanã do surfe brasileiro.

As meninas competiram depois das duas primeiras fases de 8 baterias do Pro Junior masculino. Logo na primeira bateria, estava uma das estrelas da categoria feminina, Sophia Medina . A irmã mais jovem do tricampeão mundial Gabriel Medina , estreou em competições da World Surf League numa etapa do Pro Junior realizada em sua casa em Maresias em 2019. Ela já fez final na Praia de Itaúna também, onde ganhou uma etapa do QS pela primeira vez, no primeiro Saquarema Surf Festival em 2021. Agora, voltou a competir no Pro Junior e derrotou os três jovens surfistas que competiram na terça-feira.

Sophia Medina – “Eu achei que o mar está muito difícil, mas Saquarema é um lugar muito especial pra mim. Sempre quando eu entro na água aqui, eu agradeço a Deus, porque lembro da minha primeira vitória no QS e vários momentos que não imaginava que ia acontecer tão cedo pra mim”, fala Sophia Medina. “É um lugar que me traz memórias que esquentam meu coração e sei que não fiz o meu melhor hoje. Mas a primeira bateria é sempre difícil, ainda mais que faz um tempo que eu não compito. Se Deus quiser, vou evoluir durante o evento e só tenho que agradecer por estar aqui, que é um lugar muito especial pra mim”.

Sophia Medina ainda não competiu no QS 6000, que ainda não foi iniciada. Nas quartas de final do Pro Junior ela vai enfrentar três surfistas de outros países, a chilena Matilda Bultó e as peruanas Sofia Artieda e Brianna Barhtelmess . Na segunda bateria, a defensora do título, Arena Rodriguez, está com a chilena Isidora Bultó e as brasileiras Luara Mandelli e Carol Bastides . Na terceira bateria, a líder Catalina Zariquiey competirá contra a argentina Vera Jarisz , a chilena Estela Lopez e a catarinense Alexia Monteiro . E as duas últimas vagas para as semifinais, serão disputadas pela equatoriana Genesis Garcia e pelas brasileiras Maria Eduarda , Laiz Costa e uma das surfistas do Centro de Treinamento Leo Neves, Paloma Pardo .

Pro Junior Masculino – A terça-feira começou pelas duas primeiras fases do Pro Junior masculino. As 16 cabeças de chave só estreiam na terceira rodada de 8 baterias, ainda então não estrearam no REMA WSL Saquarema Surf Festival. Nesta lista estão os dois surfistas que dividem a liderança no ranking das duas etapas disputadas esse ano, o saquaremense Rickson Falcão e o bicampeão sul-americano Pro Junior de 2023 e 2024, Ryan Kainalo. Os dois foram ameaçados por oito surfistas, mas os dois já perderam e saíram da briga, o paulista Matheus Neves e o pernambucano Luan Ferreyra .

Outros três também são cabeças de chave da terceira fase, o Cauet Frazão campeão do REMA WSL Saquarema Surf Festival no ano passado, o também cearense Guilherme Lemos e o equatoriano Maximiliano Saenz. E três passaram suas baterias na terça-feira, o paulista Gabriel Klaussner número 3 do ranking, o argentino Thiago Passeri que ocupava a sétima posição e o oitavo colocado, Rafael Barbosa , da Praia da Pipa no Rio Grande do Norte. O argentino e o potiguar ganharam as duas baterias que disputaram nas boas ondas de terça-feira na Praia de Itaúna.

“Estou bem feliz de ter essa bateria avançada hoje”, fala Rafael Barbosa , que estreou na categoria Pro Junior da WSL com o vice-campeonato na segunda etapa deste ano, o WSL Taíba Pro no Ceará e nunca tinha competido em Saquarema. “O mar está melhorando cada vez mais, deu boas ondas na minha bateria e peguei bastante ondas. Eu não tava conseguindo encaixar bem o meu surfe, mas, Graças a Deus, no final eu consegui surfar bem e fazer um 7,00 que me salvou. Estou bem feliz, quero agradecer meus patrocinadores, mandar um beijo pra minha família e é isso, vamos pra próxima”.

Chamada mais cedo – Depois de quatro dias com as baterias começando às 8h, a chamada de quarta-feira será mais cedo. Ela foi marcada para as 6h30, com possível início às 7h na Praia de Itaúna. A convocação foi somente para os participantes do QS 6000 e do Longboard. A comissão técnica vai analisar as condições do mar e decidir qual competição vai abrir o quinto dia, que é realizado pelo 213 Sports/V3A em memória a Leo Neves desde 2021. As eliminatórias prosseguem todos os dias e os títulos das seis competições serão decididas no Domingo de Páscoa.

A Prefeitura de Saquarema apresenta o REMA WSL Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves , uma realização da 213 Sports, vertical de esportes da V3A, com homologação da WSL Latin America e acontece com patrocínios da Cerveja Praya, Rip Curl e Monster Energy Drink; apoio da Ocean Drop e Viação 1001; parceria de mídia do Canal Woohoo, Flamboiar, Waves, Surfguru, Saquarema da Informação, Costa do Sol FM e parceria institucional da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ), Associação de Surf de Saquarema (ASS) e Centro de Treinamento Leo Neves. As competições de surfe estão sendo transmitidas ao vivo pelo WorldSurfLeague.com.

Resultados da terça-feira (15)
Primeira fase Pro Junior Masculino – 3.o=49.o lugar (60 pontos) e 4.o=57.o lugar (57 pts)

1.a: 1 Levi Pereira (BRA), 2 Israel Braga (BRA), 3 Kaue Daniel (BRA), 4 Cauã Demski (BRA)

2.a: 1 Rafael Barbosa (BRA), Bryan Almeida (BRA), Gabriel Dantas (BRA), 4-Lautaro Rojas Thill (ARG)

3.a: 1 Thiago Passeri (ARG), 2 Anuar Chiah (BRA), 3 Luciano Santos (BRA), 4 Lucas Magna (CHL)

4.a: 1 Vini Palma (BRA), 2 Noel de la Torre (CHL), 3 Lucas di Giorgi (BRA), 4 Frederico Siqueira (BRA)

5.a: 1 Yuri Gabryel (BRA), 2 Pablo Gabriel (BRA), 3 Keoni Renno (BRA), 4 Gabriel Ljubicic (PER)

6.a: 1 Mateo Chavez (COL), 2 Reimundo Berry (CHL), 3 Luan Lapolli (BRA), 4 Shayann Kosachev (BEL)

7.a: 1 Esdras Morais (BRA), 2 Lucas Rosário (BRA), 3 Pedro Santos (BRA), 4 Gabriel Ogasahara (BRA)

8.a: 1 John Muller (BRA), 2 Kailani Renno (BRA), 3 Matheus Neves (BRA), 4 Benjamin Fainguelemt (BRA)
Segunda fase Pro Junior Masculino – entrada de 16 pré-classificados pelo ranking da WSL South America ———-3.o=33.o lugar (66 pontos) e 4.o=41.o lugar (63 pts)

1.a: 1 Bryan Almeida (BRA), 2 Gabriel Klaussner (BRA), 3 Noah Ribeiro (BRA), 4 Levi Pereira (BRA)

2.a: 1 Rafael Barbosa (BRA), 2Bastian Arevalo (PER), 3 Phellype Gomes (BRA), 4 Israel Braga (BRA)

3.a: 1 Thiago Passeri (ARG), 2 Joaquin M. Larreta (ARG), 3 Noel de la Torre (CHL), 4 João V. Scharnovski (BRA)

4.a: 1 Caio Okamoto (BRA), 2 Vini Palma (BRA), 3 Anuar Chiah (BRA), 4 Pedro Rian (BRA)

5.a: 1 Yuri Gabryel (BRA), 2 Reimundo Berry (CHL), 3 Daniel Duarte (BRA), 4 Luan Ferreyra (BRA)

6.a: 1 Romeo Chavez (COL), 2 Pablo Gabriel (BRA), 3 Ryan Coelho (BRA), 4 Sean Goldszmidt (PER)

7.a: 1 Esdras Morais (BRA), 2 Kailani Renno (BRA), 3 Luca Chipoco (PER), 4 Bastian Pierce (PER)

8.a: 1 Mariano Maugere (PER), 2 Lucas Rosario (BRA), 3 Tomas Goranski (ARG), 4 John Muller (BRA)
Pro Junior Feminino – 3.a=17.o lugar (200 pontos) e 4.a=25.o lugar (150 pts) :

1.a: 1 Sophia Medina (BRA), 2 Isidora Bultó (CHL), 3 Maeva Guastala (BRA), 4 Isabela de Liz (BRA)

2.a: 1 Sofia Artieda (PER), 2 Luara Mandelli (BRA), 3 Lanay Thompson (BRA), 4 Luana Paes (BRA)

3.a: 1 Carol Bastides (BRA), 2 Brianna Barthelmess (PER), 3 Isabelle Nalu (BRA), 4 Leticia Calleia (BRA)

4.a: 1 Arena Rodriguez (PER), 2 Matilda Bultó (CHL), 3 Valentina Zanoni (BRA), 4 Sophia Gonçalves (BRA)

5.a: 1 Catalina Zariquiey (PER), 2 Maria Eduarda (BRA), 3 Sol Carrion (BRA), 4 Nalu Demski (BRA)

6.a: 1 Vera Jarisz (ARG), 2 Genesis Garcia (EQU), 3 Victoria M. Larreta (ARG), 4 Ana Gonzalez Velasco (MEX)

7.a: 1 Laiz Costa (BRA), 2 Alexia Monteiro (BRA), 3 Kiany Hyakutake (BRA), 4 Gênesis Garcia (EQU)

8.a: 1 Paloma Pardo (BRA), 2 Estela Lopez (CHL), 3 Laura Raupp (BRA), 4 Nina Stein (BRA)
Próximas baterias 
Terceira fase Pro Junior Masculino – entrada dos 32 cabeças de chave ———-3.o=17.o lugar (200 pontos) e 4.o=41.o lugar (150 pts)

1 Ryan Kainalo (BRA), Rafael Lutfy (BRA), Bryan Almeida (BRA), Bastian Arevalo (PER)

2 Pol Huquet (PER), Takeshi Oyama (BRA), Rafael Barbosa (BRA), Gabriel Klaussner (BRA)

3 Maximiliano Saenz (EQU), Mateo Christodulu (PER), Thiago Passeri (ARG), Vini Palma (BRA)

4 Guilherme Lemos (BRA), Nathan Hereda (BRA), Caio Okamoto (BRA), Joaquin M. Larreta (ARG)

5 Rickson Falcão (BRA), Caique Gomes (BRA), Yuri Gabryel (BRA), Pablo Gabriel (BRA)

6 Ryan Martins (BRA), Adrian de Osma (PER), Romeo Chavez (COL), Reimundo Berry (CHL)

7 Sunny Pires (BRA), Igor Shibata (BRA), Esdras Morais (BRA), Lucas Rosário (BRA)

8 Cauet Frazão (BRA), João Artur (BRA), Mariano Maugere (PER), Kailani Renno (BRA)
Quartas de final Pro Junior Feminino – 3.a=9.o lugar (350 pts) e 4.a=13.o lugar (295 pts)

1 Sophia Medina (BRA), Brianna Barthelmess (PER), Sofia Artieda (PER), Matilda Bultó (CHL)

2 Arena Rodriguez (PER), Luara Mandelli (BRA), Isidora Bultó (CHL), Carol Bastides (BRA)

3 Catalina Zariquiey (PER), Estela Lopez (CHL), Vera Jarisz (ARG), Alexia Monteiro (BRA)

4 Gênesis Garcia (EQU), Maria Eduarda (BRA), Laiz Costa (BRA), Paloma Pardo (BRA)
Primeira fase QS 6000 Feminino – 3.a=33.o lugar (540 pts) e 4.a=41.o lugar (510 pts)

1 Julia Duarte (BRA), Luara Mandelli (BRA) e Sofia Artieda (PER)

2 Tais Almeida (BRA), Brianna Barthelmess (PER), Karol Ribeiro (BRA), Maeva Guastala (BRA)

3 Isidora Bultó (CHL), Kemily Sampaio (BRA), Letícia Calleia (BRA), Ana Gonzalez Velasco (MEX)

4 Yanca Costa (BRA), Potira Castaman (BRA), Maria Eduarda (BRA), Juliana Meneguel (BRA)

5 Sol Aguirre (PER), Isabela Saldanha (BRA), Kayane Reis (BRA)

6 Catalina Zariquiey (PER), Laiz Costa (BRA), Valentina Zanoni (BRA), Victoria Munoz Larreta (ARG)

7 Julia Nicanor (BRA), Estela Lopez (CHL), Carol Bastides (BRA), Isabela de Liz (BRA)

8 Kiany Hyakutake (BRA), Sol Carrion (BRA), Matilda Bultó (CHL), Aysha Ratto (BRA)
Segunda fase QS 6000 Feminino – entrada das 16 cabeças de chave do REMA Surf Festival ————3.a=17.o lugar (960 pontos) e 4.a-25.o lugar (864 pontos)

1 Sophia Medina (BRA) e Paloma Pardo (BRA)

2 Tainá Hinckel (BRA) e Isabelle Nalu (BRA)

3 Vera Jarisz (ARG) e Kalea Gervasi (PER)

4 Arena Rodríguez (PER) e Melanie Giunta (PER)

5 Laura Raupp (BRA) e Camila Sanday (PER)

6 Juliana dos Santos (BRA) e Gênesis Garcia (EQU)

7 Silvana Lima (BRA) e Alexia Monteiro (BRA)

8 Daniella Rosas (PER) e Sophia Gonçalves (BRA)
Quartas de final QS 6000 Masculino – 3.o=17.o lugar (960 pts) e 4.o=25.o lugar (864 pts)

1 Peterson Crisanto (BRA), Daniel Templar (BRA), Valentin Neves (BRA), Renan Pulga (BRA)

2 Lucas Silveira (BRA), Mateus Herdy (BRA), Alex Ribeiro (BRA), Guilherme Lemos (BRA)

3 Michael Rodrigues (BRA), Rickson Falcão (BRA), Gabriel Klaussner (BRA), Vitor Ferreira (BRA)

4 Igor Moraes (BRA), Daniel Adisaka (BRA), Roberto Araki (CHL), Santiago Muniz (ARG)

5 Lucas Vicente (BRA), Mateus Sena (BRA), Luan Wood (BRA), Francisco Bellorin (VEN)

6 Wallace Vasco (BRA), Raul Rios (PER), Arthur Máximo (BRA), Martin Ottado (URU)

7 Cauã Costa (BRA), Weslley Dantas (BRA), Ryan Kainalo (BRA), Samuel Igo (BRA)

8 Franco Radziunas (ARG), Alonso Correa (PER), Caio Costa (BRA), Wiggolly Dantas (BRA)
Primeira fase Longboard Masculino – 3.o=17.o lugar (200 pts) e 4.o=21.o lugar (174 pts)

1 Jefson Silva (BRA), Fábio Santos (BRA), João Luis da Silva (BRA)

2 Heriberto T. Martinez (MEX), Rodrigo Sphaier (BRA), Gabriel Moura (BRA), José T. de Alencar (BRA)

3 Wenderson Biludo (BRA), Yam Wisman (BRA), Petterson Silva (BRA)

4 Alexandre Escobar (BRA), Romoaldo Nascimento (BRA), Pedro Carvalho (BRA)
Quartas de final Longboard Masculino – entrada dos 8 cabeças de chave do Festival REMA ———3.o=9.o lugar (350 pontos) e 4.o=13.o lugar (295 pontos)

1 Ignacio Pignataro (URU) e Phil Rajzman (BRA)

2 Leonardo Esteves Martins (BRA) e Jeferson Silva (BRA)

3 Carlos Bahia (BRA) e Hideki Duarte (BRA)

4 Julian Schweizer (URU) e Lucas Salomone (BRA)
Primeira fase Longboard Feminino 

1 Chloe Calmon (BRA) e Ayllar Cinti (BRA)

2 Rayane Amaral (BRA) e Inês Beisso (ARG)

3 Evelin Neves (BRA) e Viviane Skinner (BRA)

4 Luana Soares (BRA) e Juliette Duhaime (ARG)

Aviso: O Waves está implementando novas regras para os comentários postados neste fórum. O objetivo é estimular um debate saudável e de alto nível, estritamente relacionado ao conteúdo da matéria em questão. Só serão aprovadas as mensagens que atenderem a este objetivo. Ao comentar abaixo você concorda com nossos termos de uso.
Os comentários postados não representam a opinião do portal Waves e a responsabilidade é inteiramente do autor de cada mensagem.

0 comentários

Tem uma reclamação, sugestão ou viu algum erro? Fale direto com a equipe Waves — em vez de postar nos comentários.

    Carregando comentários…

    Poucas pessoas no mundo sobreviveram a um acidente como esse. Depois de ter o coração perfurado por um peixe-agulha enquanto surfava em Pavones, na Costa Rica, o catarinense Fabiano Duarte da Costa voltou ao Brasil e contou ao Waves como escapou da morte, enfrentou duas paradas cardíacas e por que pretende voltar ao mar. Local de Itajaí (SC), Fabiano tem uma longa relação com o mar. Além de surfar desde garoto, ele pratica natação em águas abertas e toca um clube de canoa havaiana em sua terra natal, chamado Kaikala, onde realiza travessias e participa de competições da modalidade. O catarinense conta que estava no último dia de uma barca inesquecível com 15 amigos, desfrutando das famosas esquerdas de Pavones quando sofreu o acidente que mudou sua vida. O clima era de dever cumprido após dias intensos de surfe. Ele estava tranquilamente sentado na prancha, no outside, apenas esperando a próxima série entrar, quando o impacto brutal e silencioso aconteceu. O bico rígido e afiado do peixe-agulha perfurou seu tórax com a força de um projétil. Para se ter uma ideia da gravidade do acidente, foi como se o surfista catarinense tivesse sido apunhalado no peito. “Poder abraçar o homem que literalmente fez meu coração voltar a bater foi o momento mais indescritível da minha vida” Fabiano Duarte Apesar de não ser agressivo, o peixe-agulha costuma nadar próximo à superfície e pode realizar saltos em alta velocidade, o que explica acidentes raros como esse quando cruza a trajetória de embarcações ou surfistas. Em 2024, a surfista italiana Giulia Manfrini morreu após ser atingida no peito por um peixe da mesma espécie enquanto surfava nas Ilhas Mentawai, na Indonésia. No caso de Fabiano, porém, o desfecho foi diferente graças a uma sucessão de circunstâncias que acabaram salvando sua vida. Ele teve a sorte de ter sido atendido na praia por um médico antes de ser encaminhado ao hospital, onde viria a sofrer uma parada cardíaca e precisaria ser reanimado. Fabiano conta que não se lembra de absolutamente nada do acidente. Sua última lembrança é de um cenário de pura celebração com amigos na água: “A minha memória do trauma em si apagou, o cérebro bloqueou essa parte”, relata. “A última lembrança que carrego daquele momento é a energia incrível da água, o sol baixando e a alegria de estar ali dividindo o pico com meus grandes amigos. De repente, tudo mudou”. Entre a vida e a morte, com o peito perfurado, os primeiros instantes foram cruciais para que essa história não terminasse em tragédia. A gravidade do ferimento exigia ação imediata, e foi a irmandade do surfe que entrou em cena. Seus amigos perceberam o acidente e o retiraram da água, com a ajuda de surfistas locais, em uma corrida contra o tempo. Na areia, o que se viu foi uma sucessão de milagres. Fabiano sofreu uma parada cardíaca que durou longos dois minutos. Foi nesse momento que o destino interveio: um médico alemão, que estava na praia por um acaso absoluto, assumiu os primeiros socorros e conseguiu estabilizá-lo o suficiente para o resgate. “Como eu e minha família processamos essa sorte? É algo que transcende a explicação. Ter um médico ali, de prontidão na areia, foi a pessoa certa no lugar exato. Se não fossem meus amigos me tirando da água e esse médico alemão, eu não estaria aqui para contar a história”, pondera. Mas a luta pela vida estava apenas começando. Devido à extrema gravidade da lesão no coração, Fabiano precisou ser transferido às pressas, de avião, para um hospital em San José, capital da Costa Rica. Lá, ele foi submetido a uma cardiorrafia de emergência, uma cirurgia delicadíssima para suturar o músculo cardíaco cortado pelo acidente. O procedimento foi conduzido pelo cirurgião Dr. Carlos Bolaños, que precisou massagear o coração de Fabiano diretamente com as mãos para mantê-lo batendo após outra parada cardíaca na sala de cirurgia. Fabiano conta que o médico e seus assistentes comemoram como se fosse um gol em uma partida de futebol o momento em que seu coração voltou a bater. O reencontro entre o surfista e o médico, dias depois, foi registrado em vídeo por um canal de TV e emocionou o mundo do surfe. “Se não fossem meus amigos me tirando da água e esse médico alemão, eu não estaria aqui para contar a história” Fabiano Duarte “Acordar no hospital, cheio de tubos, e entender a gravidade de tudo foi um choque imenso”, revela o catarinense. “Mas ver as imagens da minha própria cirurgia, saber que o Dr. Bolaños segurou meu coração nas mãos… Poder abraçar o homem que literalmente fez meu coração voltar a bater foi o momento mais indescritível da minha vida”, ele completa. O retorno ao mar e a nova perspectiva Hoje, de volta ao conforto de sua casa em Itajaí, Fabiano celebra cada amanhecer ao lado da esposa, Priscilla. Como educador físico e surfista de alma, o oceano sempre foi seu refúgio e seu ambiente natural. Um trauma tão raro e severo poderia afastar qualquer um da água, mas para ele, o efeito foi de profunda transformação espiritual. “O mar continua sendo minha casa. Não há mágoa com a natureza, foi uma fatalidade” Fabiano Duarte “Compreendi o valor da vida de uma forma totalmente inédita. O mar continua sendo minha casa. Não há mágoa com a natureza, foi uma fatalidade. Já existe aquela ansiedade gostosa para voltar a remar, sentir a água salgada, mas agora eu volto com uma gratidão imensa. A mensagem que deixo para a comunidade que torceu por mim é simples: celebrem cada dia, cada onda e as pessoas que estão ao seu redor. A vida é um sopro”, finaliza. Pouco tempo antes de tudo acontecer, Fabiano estava apenas sentado na prancha, esperando a próxima série entrar em uma das ondas mais icônicas da Costa Rica. Agora, depois de sobreviver a um acidente quase impossível, espera ansiosamente pela próxima oportunidade de voltar ao mar, desta vez com uma perspectiva completamente diferente sobre a vida.

    Brasileiro conta como sobreviveu após ter o coração perfurado por um peixe-agulha enquanto surfava na Costa Rica.

    Yago Dora é o campeão do Vivo Rio Pro 2026. O brasileiro derrotou o italiano Leonardo Fioravanti em uma final acirrada, impulsionado pela forte presença da torcida que lotou as areias de Itaúna, mesmo debaixo de chuva e frio. Com mar balançado e ondas com cerca de um metro e meio nas séries, Fioravanti, que chegou à decisão já com o status de novo líder do ranking mundial, repetiu a estratégia da semifinal. O italiano impôs um ritmo forte logo no início da disputa, enquanto Yago optou por ser mais paciente e seletivo na escolha de suas ondas. A tática de Fioravanti rendeu frutos iniciais, deixando-o com um somatório provisório de 8.17 (notas 5.67 e 2.50). No entanto, aos 13 minutos de bateria, Yago Dora encontrou a rampa perfeita, executou um lindo aéreo rodando e levantou a praia ao arrancar um excelente 8.50 dos juízes. Minutos depois, já na metade do confronto, o brasileiro voou novamente. Com outro aéreo bem executado, recebeu um 6.50 e fechou seu somatório em imbatíveis 15.00 pontos. Pressionado, Fioravanti passou a precisar de 9.33 para assumir a liderança. A cinco minutos do fim, o italiano arriscou um ótimo aéreo (sem rotação completa) e diminuiu a diferença com um 7.50. Nos instantes finais, ele precisava de um 7.51 para a virada, mas o mar não colaborou e ele não conseguiu surfar mais nenhuma onda, selando a vitória e o título de Yago Dora pelo placar final de 15.00 a 13.37. Com esse resultado, Yago pulou para o segundo lugar na classificação geral do CT, ficando atrás somente de Fioravanti. Italo Ferreira agora cai para a terceira posição, enquanto Gabriel Medina, eliminado na estreia em Saquarema, ocupa o quarto lugar, seguido por Miguel e Samuel Pupo. Na final feminina, a norte-americana Sawyer Lindblad superou o “fenômeno francês” Tya Zebrowski com duas ondas de pontuações ligeiramente superiores (3.90 e 3.77), fechando seu somatório em 7.67 pontos. Lidando com condições difíceis no mar durante a bateria, Zebrowski lutou bastante e surfou um número muito maior de ondas que sua adversária, em uma tentativa incessante de reverter o placar. No entanto, Tya teve que se contentar com uma pontuação total de 6.10 (3.47 e 2.63) em suas duas melhores apresentações. O esforço não foi suficiente para garantir sua primeira vitória no Championship Tour aos 15 anos de idade, feito que teria estabelecido um recorde histórico da categoria. Adotando uma postura mais estratégica, Sawyer Lindblad vibrou muito com a conquista de sua primeira vitória na carreira no CT. Com o resultado, a surfista norte-americana dá um salto importante e assume a terceira colocação no ranking mundial feminino. Semifinais masculinas A primeira bateria a entrar na água foi a semifinal entre João Chianca e Leo Fioravanti. O italiano abriu o confronto em um ritmo forte, surfando quatro ondas em menos de 10 minutos. Nas três primeiras tentativas, garantiu um 7.00 como sua melhor nota. Na sequência, apostou em um aéreo reverse e arrancou um 6.00 dos juízes. Com isso, Fioravanti pôde se dar ao luxo de descartar um 4.00 e um 5.17, enquanto o brasileiro somava apenas 3.00 pontos naquele momento. Chianca tentou reagir restando pouco mais de 20 minutos para o encerramento da bateria. Depois de aumentar sua nota de descarte para 3.67, o brasileiro pegou uma onda intermediária e executou três rasgadas expressivas para anotar 6.27. Com isso, passou a precisar de um 6.74 para a virada. A poucos minutos do fim, ele arriscou em uma onda com pouco potencial e recebeu apenas um 3.83, pontuação insuficiente para reverter o placar. Com a classificação para a final, Fioravanti garantiu 7.800 pontos e chegou a 33.930 no total, ultrapassando Italo Ferreira (que caiu nas oitavas de final e soma 33.845) e assumindo a liderança do ranking do CT. Vindo de um título inédito em El Salvador, o italiano mostrava grande inspiração na busca pela segunda conquista de sua carreira. O grande obstáculo, no entanto, seria Yago Dora, que chegou à final igualmente embalado após derrotar o australiano Ethan Ewing na outra semifinal com um placar confortável de 14.30 contra 11.67. Isso sem mencionar o forte apoio da torcida brasileira. Quartas de final masculino e semifinais feminino Após uma pausa no domingo, o Vivo Rio Pro retornou à ação na segunda-feira (22) para o seu terceiro dia de competições. Ao longo do dia, a Praia de Itaúna viu definidas as finalistas da categoria feminina e os semifinalistas do masculino, deixando o palco pronto para o aguardado “Finals Day”. A previsão se mostrou muito melhor do que o esperado logo nas primeiras horas. O dia começou com ondas limpas com pouco mais de um metro e meio, permitindo um surfe de alta performance. No entanto, com o passar das horas, o mar perdeu força e as séries ficaram escassas, forçando a organização a paralisar o evento e adiar as baterias decisivas para o próximo chamado. Impulsionado pela energia vibrante da areia, o herói local João Chianca encontrou total sintonia com o oceano. Ele surfou duas excelentes ondas em sequência para colocar a pressão sobre o australiano Morgan Cibilic, que embora tenha surfado a melhor onda da bateria, não foi o suficiente para alcançar o somatório do brasileiro, que garantiu sua primeira semifinal da temporada. O atual campeão do evento, Yago Dora, protagonizou um duelo eletrizante e de notas excelentes contra o compatriota Miguel Pupo. Em uma troca crucial, Pupo arrancou um 8.00 dos juízes, mas Dora respondeu na onda seguinte com um brilhante ataque de frontside que lhe rendeu um 8.50, selando sua classificação para a semifinal. Dora enfrentaria o australiano Ethan Ewing, que virou sua bateria contra Kauli Vaast nos segundos finais, reeditando a grande final do Vivo Rio Pro de 2023. O italiano Leonardo Fioravanti manteve o embalo de sua vitória em El Salvador e frustrou a torcida local ao eliminar Samuel Pupo na primeira bateria do dia. Fioravanti adotou a estratégia de começar forte e manter o ritmo, construindo uma estratégia que Pupo não conseguiu reverter antes do tempo esgotar. Com o melhor

    Etapa brasileira do Championship Tour termina com vitória de Yago Dora. Sawyer Lindblad vence entre as mulheres e Leonardo Fioravanti assume liderança do ranking mundial da WSL, na etapa de Saquarema.

    Uma das solicitações mais frequentes desde o lançamento da nova plataforma foi o retorno dos comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial. Por isso, a Waves volta a abrir o espaço para a comunidade acompanhar, comentar e trocar opiniões ao longo das baterias. Clique aqui para assistir ao vivo Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Saquarema Clique aqui para conhecer a nova fase da Waves Durante muitos anos, esse encontro entre surfistas fez parte da cobertura dos eventos na Waves. Agora, a tradição retorna renovada, mantendo o que sempre foi mais importante: a participação da comunidade. Feita de surfista para surfista, a Waves acredita que acompanhar uma etapa vai muito além de assistir às baterias. É também comentar o que acontece nas entrelinhas, discutir as notas, defender seus favoritos e trocar ideias com outros apaixonados por surfe. O Vivo Rio Pro 2026 abre a janela de competições em Saquarema (RJ) nesta sexta-feira (19). Assista às baterias, compartilhe suas opiniões e participe dos debates ao vivo com outros apaixonados por surfe em nosso fórum abaixo. Campeões das etapas da Elite Mundial do Surfe realizadas no Brasil Ano Campeão Masculino Campeã Feminina 2025 Cole Houshmand (EUA) Molly Picklum (AUS) 2024 Italo Ferreira (BRA) Caitlin Simmers (EUA) 2023 Yago Dora (BRA) Caitlin Simmers (EUA) 2022 Filipe Toledo (BRA) Carissa Moore (HAV) 2019 Filipe Toledo (BRA) Sally Fitzgibbons (AUS) 2018 Filipe Toledo (BRA) Stephanie Gilmore (AUS) 2017 Adriano de Souza (BRA) Tyler Wright (AUS) 2016 John John Florence (HAV) Tyler Wright (AUS) 2015 Filipe Toledo (BRA) Courtney Conlogue (EUA) 2014 Michel Bourez (FRA) Sally Fitzgibbons (AUS) 2013 Jordy Smith (RSA) Tyler Wright (AUS) 2012 John John Florence (HAV) Sally Fitzgibbons (AUS) 2011 Adriano de Souza (BRA) Carissa Moore (HAV) 2010 Jadson André (BRA) — 2009 Kelly Slater (EUA) — 2008 Bede Durbidge (AUS) Sally Fitzgibbons (AUS) 2007 Mick Fanning (AUS) Samantha Cornish (AUS) 2006 Mick Fanning (AUS) Layne Beachley (AUS) 2005 Damien Hobgood (EUA) — 2004 Taj Burrow (AUS) — 2003 Kelly Slater (EUA) — 2002 Taj Burrow (AUS) Melanie Bartels (HAV) 2001 Trent Munro (AUS) Samantha Cornish (AUS) 2000 Kalani Robb (EUA) Layne Beachley (AUS) 1999 Taj Burrow (AUS) Andrea Lopes (BRA) 1998 Peterson Rosa (BRA) Pauline Menczer (AUS) 1997 Kelly Slater (EUA) Pauline Menczer (AUS) 1996 Taylor Knox (EUA) Pauline Menczer (AUS) 1995 Barton Lynch (AUS) Neridah Falconer (AUS) 1994 Shane Powell (AUS) Pauline Menczer (AUS) 1993 Dave Macaulay (AUS) Neridah Falconer (AUS) 1992 Damien Hardman (AUS) Wendy Botha (AUS) 1991 Flavio Padaratz (BRA) — 1990 Fabio Gouveia (BRA) — 1989 Dave Macaulay (AUS) — 1988 Dave Macaulay (AUS) — 1982 Terry Richardson (AUS) — 1981 Cheyne Horan (AUS) — 1980 Joey Buran (EUA) — 1978 Cheyne Horan (AUS) — 1977 Daniel Friedmann (BRA) Margo Oberg (EUA) 1976 Pepê Lopes (BRA) — Vivo Rio Pro 2026 Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 7.00 x Lucas Chianca (BRA) 6.432 Matthew McGillivray (AFS) 11.67 x 5.13 Luke Thompson (AFS)3 Weslley Dantas (BRA) 9.67 x Seth Moniz (HAV) 9.074 Eli Hanneman (HAV) 9.17 x Oscar Berry (AUS) 6.50 Round 2 1 Jack Robinson (AUS) 14.33 x Rio Waida (IND) 12.532 Samuel Pupo (BRA) 11.07 x Alan Cleland (MEX) 8.503 Leonardo Fioravanti (ITA) 12.27 x Weslley Dantas (BRA) 11.604 Liam O’Brien (AUS) 13.93 x Jake Marshall (EUA) 10.835 Morgan Cibilic (AUS) 9.44 x Connor O’Leary (JAP) 9.306 Matthew McGillivray (AFS) 13.53 x Gabriel Medina (BRA) 13.137 João Chianca (BRA) 14.84 x Griffin Colapinto (EUA) 7.178 George Pittar (AUS) 15.00 x Joel Vaughan (AUS) 6.539 Italo Ferreira (BRA) 14.33 x Ramzi Boukhiam (MAR) 10.9710 Kauli Vaast (FRA) 13.73 x Crosby Colapinto (EUA) 11.5011 Ethan Ewing (AUS) 12.66 x Alejo Muniz (BRA) 10.3012 Kanoa Igarashi (JAP) 12.23 x Cole Houshmand (EUA) 11.7713 Yago Dora (BRA) 13.83 x Eli Hanneman (HAV) 12.9014 Marco Mignot (FRA) 12.74 x Barron Mamiya (HAV) 10.4315 Callum Robson (AUS) 14.93 x Filipe Toledo (BRA) 13.0016 Miguel Pupo (BRA) 12.97 x Mateus Herdy (BRA) 10.94 Round 3 1 Samuel Pupo (BRA) 15.84 x 9.94 Jack Robinson (AUS)2 Leonardo Fioravanti (ITA) 16.50 x 13.33 Liam O’Brien (AUS)3 Morgan Cibilic (AUS) 13.40 x 11.50 Matthew McGillivray (AFS)4 João Chianca (BRA) 14.30 x 13.26 George Pittar (AUS)5 Kauli Vaast (FRA) 14.17 x 12.87 Italo Ferreira (BRA)6 Ethan Ewing (AUS) 14.33 x 12.27 Kanoa Igarashi (JAP)7 Yago Dora (BRA) 15.00 x 10.33 Marco Mignot (FRA)8 Miguel Pupo (BRA) 14.03 x 12.17 Callum Robson (AUS) Quartas de Final 1 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.23 x 12.50 Samuel Pupo (BRA)2 João Chianca (BRA) 13.27 x 12.76 Morgan Cibilic (AUS)3 Ethan Ewing (AUS) 13.07 x 12.84 Kauli Vaast (FRA)4 Yago Dora (BRA) 15.67 x 13.33 Miguel Pupo (BRA) Semifinais 1 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.00 x 10.10 João Chianca (BRA)2 Yago Dora (BRA) 14.30 x 11.67 Ethan Ewing (AUS) Final Yago Dora (BRA) 15.00 x 13.17 Leonardo Fioravanti (ITA) Feminino Round 1 1 Sally Fitzgibbons (AUS) 14.50 x Vahine Fierro (FRA) 7.002 Erin Brooks (CAN) 11.26 x Anat Lelior (ISR) 9.503 Nadia Erostarbe (ESP) 10.83 x Yolanda Hopkins (POR) 9.104 Isabella Nichols (AUS) 12.50 x Francisca Veselko (POR) 11.705 Tya Zebrowski (FRA) 8.67 x Stephanie Gilmore (AUS) 7.336 Brisa Hennessy (CRC) 12.00 x Alyssa Spencer (EUA) 7.167 Bella Kenworthy (EUA) 10.10 x Bettylou Sakura Johnson (HAV) 8.938 Tatiana Weston-Webb (BRA) 11.00 x Tyler Wright (AUS) 10.46 Round 2 1 Carissa Moore (HAV) 14.50 x Erin Brooks (CAN) 13.302 Tya Zebrowski (FRA) 14.33 x Lakey Peterson (EUA) 11.033 Nadia Erostarbe (ESP) 8.40 x Molly Picklum (AUS) 7.674 Caitlin Simmers (EUA) 15.10 x Bella Kenworthy (EUA) 13.605 Gabriela Bryan (HAV) 17.33 x Sally Fitzgibbons (AUS) 13.266 Caroline Marks (EUA) 14.00 x Tatiana Weston-Webb (BRA) 13.007 Luana Silva (BRA) 12.47 x Isabella Nichols (AUS) 12.208 Sawyer Lindblad (EUA) 14.03 x Brisa Hennessy (CRC) 9.67 Quartas de Final 1 Tya Zebrowski (FRA) 12.70 x Carissa Moore (HAV) 7.772 Nadia Erostarbe (ESP) 15.83 x Caitlin Simmers (EUA) 12.233 Caroline Marks (EUA) 13.04 x Gabriela Bryan (HAV) 11.904 Sawyer Lindblad (EUA) 12.86 x Luana Silva (BRA) 12.26 Semifinais 1 Tya

    Atendendo a um dos pedidos mais frequentes da comunidade, a Waves traz de volta os comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial.

    A janela para a etapa brasileira do Circuito Mundial abre nesta sexta-feira (19) e se estende até o dia 27 de junho. Com um período de espera curto, de apenas nove dias, a organização precisará aproveitar ao máximo as condições para o surfe na Praia de Itaúna, que felizmente tem previsão de receber swell com potencial logo no início do evento. Para o dia de abertura da competição espera-se o ápice de uma boa ondulação de sul. Com a primeira chamada diária marcada para às 7h, o evento em Saquarema (RJ) promete disputas acirradas, especialmente com os surfistas brasileiros chegando como grandes favoritos após a etapa de El Salvador. Clique aqui para ver a previsão das ondas Clique aqui para participar dos debates No cenário masculino, o Brasil domina o topo da tabela, ocupando cinco das seis primeiras posições do ranking mundial. Italo Ferreira veste a lycra amarela de líder (30.525 pontos), seguido de perto por Gabriel Medina (2º) e Yago Dora (4º). Os irmãos Miguel e Samuel Pupo fecham o pelotão de elite na 5ª e 6ª colocações. João Chianca, que atualmente ocupa a 23ª colocação no ranking, compete em casa e precisa de um bom resultado, uma combinação de fatores que podem fazer dele um dos sufistas mais perigosos nessa etapa. A organização já divulgou os primeiros embates, que reservam fortes emoções para a torcida. Weslley Dantas está confirmado no round 1, assim como Lucas Chumbo, ambos anunciados como convidados do evento. Além disso, o chaveamento já antecipa um duelo 100% nacional no round 2, colocando frente a frente Miguel Pupo e Mateus Herdy em uma bateria eliminatória de alto nível. Mas, apesar da hegemonia brasileira na ponta da tabela, não podemos baixar a guarda. O principal nome a ser observado entre os visitantes é o italiano Leonardo Fioravanti. Atual 3º colocado no ranking, ele desembarca no Rio de Janeiro embalado após conquistar o título da etapa de El Salvador. Outros adversários que exigem atenção são os australianos George Pittar (7º) e Ethan Ewing (9º), conhecidos por um surfe de borda polido que se encaixa muito bem nas ondas de Itaúna, além do atual defensor do título da etapa, Cole Houshmand, que mesmo não estando em grande fase, é sempre perigoso em beach breaks. Jack Robinson (14ª), o “mais brasileiro dos gringos”, é sempre uma pedra no sapato de seus adversários e se sente à vontade competindo no Brasil. O japonês Kanoa Igarashi (8º) e o norte-americano Griffin Colapinto (10º) completam a lista de estrangeiros no Top 10 com arsenal técnico suficiente para surpreender os donos da casa. Previsão das ondas Já no primeiro dia de janela, nesta sexta-feira (19), as séries podem ultrapassar os 2 metros, criando condições de alto nível para a competição, mas também impondo desafios extras aos atletas e à organização. O vento deve soprar terral (norte-nordeste) pela manhã, virando para maral (leste) ao longo do dia, o que pode prejudicar um pouco a formação, mas ainda assim mantendo o mar em condições razoavelmente boas. A previsão Waves aponta sexta e sábado como os dias mais favoráveis para a competição. A ondulação de sul deve diminuir para a faixa de 1,5 metro pela manhã, com vento terral fraco, oferecendo boas condições para o surfe de alta performance. No entanto, a formação pode se deteriorar à tarde, com a entrada de ventos do quadrante oeste e posteriormente de sul. Tudo indica que no domingo o mar estará menor, com séries com menos de 1 metro, com vento terral variável pela manhã e ventos moderados de sul-sudeste à tarde. Se a previsão se confirmar, a realização de baterias matinais no domingo será uma incógnita para a organização. Na segunda e terça-feira as condições podem piorar e, o meio da janela de espera, especialmente entre quarta e quinta-feira, um novo swell pode surgir com ventos não tão favoráveis, porém com a possibilidade de bons momentos. Para o último dia do evento (27), há potencial para o alinhamento de todos os fatores necessários. Contudo, levando em consideração a distância dessa data, os modelos de previsão ainda podem apresentar algum ajuste sobre como as condições se desenrolarão ao final da próxima semana. Além disso, deixar a definição do evento para o último dia da janela representa um risco para a organização. Traremos mais atualizações ao decorrer da janela. Cenário Feminino Entre as mulheres, a havaiana Gabriela Bryan lidera o circuito, seguida de perto pela compatriota Carissa Moore, que também vem de vitória em El Salvador e é sempre uma das favoritas nas ondas potentes de Itaúna. A australiana Molly Picklum (3ª) e o forte esquadrão norte-americano completam a lista de estrangeiras perigosas. Para o Brasil, a grande esperança no topo da tabela é Luana Silva, atual 4ª colocada e vice-campeã da etapa em 2025. O time brasileiro ganha um peso extra com o retorno de Tatiana Weston-Webb. Após abrir mão de competir no início do circuito, a brasileira entra como convidada do evento e terá um desafio duro logo de cara: enfrentará a experiente australiana Tyler Wright (9ª) em uma das baterias mais aguardadas da primeira fase. Para a atual temporada, a WSL anunciou que os vencedores das categorias masculina e feminina receberão, além da premiação oficial em dinheiro da etapa, um veículo avaliado em R$ 342 mil. Com a soma dos valores, o campeão e a campeã poderão acumular uma recompensa próxima de R$ 750 mil. Este montante estabelece um novo marco, tornando-se a maior premiação individual já oferecida em uma etapa do Circuito Mundial disputada em território brasileiro. A premiação histórica, no entanto, é mais um capítulo de um lugar carregado de tradição quando o assunto é surfe brasileiro. Muita história em Saquarema A vocação de Saquarema para o esporte começou a ser forjada no início da década de 1970. Na época, surfistas que desbravavam o litoral fluminense encontraram na então pacata vila de pescadores de Itaúna um cenário de ondas perfeitas e potentes. Durante alguns anos, as ondas do lugar permaneceram um segredo bem guardado entre surfistas

    Palco da etapa brasileira da elite mundial, Saquarema reúne tradição, ondas icônicas, torcida única e uma premiação inédita, que pode render quase R$ 750 mil aos campeões.

    São 28 anos na missão de dar suporte para que os fissurados em ondas estejam no lugar certo, na hora certa. Indicando o caminho, presente no dia a dia dos surfistas brasileiros, o logo da Waves tornou-se reconhecido nacionalmente, e também em âmbito internacional. Bastava ser identificado para que se soubesse que se tratava de conteúdo surfe com a mais alta credibilidade. Neste sentido, tornou-se um ícone, daqueles atrelados para sempre a um significado de compreensão imediata. Mas nem por isso imune à evolução. Foi respeitando a força já consolidada, mas buscando dar mais significado ainda às suas formas, que o recém-assumido líder criativo da plataforma Waves, Felipe Garone, se debruçou sobre o logo. O desafio consistia em tentar melhorar o que já era ótimo, com muita humildade. “Precisávamos respeitar todo um legado construído ao longo de 28 anos. A Waves sempre foi uma marca que pautou cultura, então o rebranding precisava ser sutil, sem perder conexão. Trouxemos fluidez ao logo: o W e as letras, antes muito blocadas, agora respeitam esse movimento, essa fluidez. Atualizamos as cores e deixamos a marca condizente com os tempos atuais. O logo flui, o logo surfa”, observa Felipe Garone. É verdade, como uma ondulação chegando, o novo logo da Waves convida ao surfe. A que o observador deslize por suas formas agora mais arredondadas, lembrando o movimento de sobe e desce do meio líquido que tanto prazer proporciona aos surfistas. É como se a misteriosa energia que cruza oceanos para dar tanto prazer aos surfistas, pudesse agora ser visualizada também no logo.  Para deixar ainda mais claro, Felipe Garone preparou o vídeo acima, no qual divide com os usuários da Waves como esse processo criativo ocorreu. O novo logo integra o conjunto de transformações apresentadas pela Waves em sua nova fase (veja matéria Uma nova onda, o mesmo compromisso). Pegue essa onda e drope o novo logo da Waves.

    Elemento chave do novo projeto gráfico da plataforma, o icônico logo da Waves ganha forma de ondulação.

    Episódio de estreia da série documental O Pico revela a história da Paúba, desde a era dos nomes falsos e placas pichadas ao campo de treino que ajudou a moldar Gabriel Medina, passando pelo trágico acidente de Taiu Bueno. Toda onda tem uma história. Algumas são escritas em campeonatos, outras em imagens que atravessam décadas. Algumas nascem de momentos de glória, outras carregam marcas deixadas por tragédias que o tempo jamais apaga. Poucas ondas brasileiras reúnem tantos capítulos quanto a Paúba. Ela pertence a uma categoria especial de lugares que habitam conversas de estacionamento, capas de revista, vídeos compartilhados entre amigos e sessões imaginadas durante anos. Há lugares que, mesmo sem terem sido vistos de perto, já ocupam um espaço especial dentro de quem sonha com ondas. Para muitos brasileiros, Paúba é um desses lugares. Escondida entre o mar e a serra no litoral norte paulista, a pequena praia construiu uma reputação capaz de atravessar gerações. Seus tubos pesados, a bancada rasa e as condições frequentemente desafiadoras transformaram o pico em um dos lugares mais respeitados e temidos do surfe nacional. Foi ali que Gabriel Medina desenvolveu parte importante da técnica que o ajudaria a conquistar três títulos mundiais e enfrentar alguns dos tubos mais perigosos do planeta. Foi ali também que o big rider Taiu Bueno sofreu o acidente que mudaria sua vida para sempre. Por trás da fama da Paúba existe uma coleção de histórias. Histórias de pescadores e caiçaras. De fotógrafos, bodyboarders e surfistas. De amizades construídas dentro e fora d’água. De dias perfeitos e acidentes que marcaram profundamente a memória do surfe brasileiro. Durante muitos anos, a localização da Paúba foi protegida como um segredo. Revistas utilizavam nomes falsos para não entregar o pico. Placas eram pichadas para confundir visitantes. Quem encontrava aqueles tubos preferia mantê-los longe dos holofotes. Agora, chegou a hora de contar essa história. Paúba foi escolhida para inaugurar O Pico, nova série documental da Waves criada para explorar algumas das ondas mais emblemáticas do Brasil através das pessoas que ajudaram a construir suas identidades. A série integra o conjunto de novos produtos apresentados pela Waves em sua nova fase (veja matéria Uma nova onda, o mesmo compromisso). Para contar essa trajetória, a equipe reuniu personagens que viveram diferentes momentos da evolução do pico. Gente que testemunhou a transformação de uma praia quase desconhecida em um dos lugares mais respeitados do surfe nacional. Gente que viu Gabriel Medina chegar ainda menino. Gente que ajudou a escrever capítulos que jamais apareceriam em rankings, resultados ou manchetes. Ao longo do episódio, personagens como Sebastian Rojas, Felipe Paúba, JP Costa, Ditinho, Lúcia Frigerio, Ian Gouveia, Caio Costa, Zecão Rennó e outros nomes que fazem parte da memória da praia ajudam a reconstruir essa trajetória através de relatos raramente registrados em um mesmo lugar. As gravações aconteceram durante um grande swell que atingiu a região no início de maio. Com apoio da previsão do Waves Pro, a equipe mobilizou cinegrafistas locais e registrou um dos maiores dias do ano na Paúba até então. As ondas apareceram exatamente como gostam de se apresentar por lá: agressivas, imprevisíveis, desafiadoras, porém lindas e mágicas ao mesmo tempo. O resultado é um mergulho em uma história que fala de muito mais do que surfe. Fala sobre pertencimento, comunidade e coragem, porque a verdadeira história de uma onda raramente está apenas dentro d’água. Ela vive nas pessoas que cresceram ao seu redor. Nas amizades construídas ao longo dos anos. Nos medos superados. Nas vacas inesquecíveis. Nos tubos que ninguém viu. E nas histórias contadas depois que o mar acalma. Pegar um tubo na Paúba faz parte do imaginário de gerações de surfistas brasileiros, mas para entender de verdade por que esse pequeno trecho de areia exerce tamanho fascínio, é preciso conhecer as histórias que quebram junto com suas ondas. Aperte o play e descubra por que Paúba não é para qualquer um.

    Episódio de estreia da série documental O Pico revela a história da Paúba, dos tempos de segredo e nomes falsos ao pico que ajudou a formar Gabriel Medina e marcou para sempre a vida de Taiu Bueno.

    Feliz. Esse é o melhor adjetivo para descrever o momento que John John Florence vive. Quando ele deixou o Circuito Mundial, logo após conquistar seu terceiro título mundial, escolheu um novo rumo para sua carreira, sem garantia nenhuma de que a difícil decisão iria dar certo. Mas deu, e muito.  É justamente sobre exemplos e escolhas que girou boa parte da descontraída conversa do havaiano com o jornalista Adrian Kojin, que pode ser conferida no primeiro episódio do Wavescast. O podcast, que está sendo lançado pela maior plataforma surfe do Brasil como um dos produtos em destaque na sua nova fase (veja matéria Uma nova onda, o mesmo compromisso), chega para oferecer aos usuários da Waves o que pensam os maiores nomes do surfe mundial. Ter John John estrelando o primeiro episódio foi sem dúvida um privilégio. Escutar John John explicando que não foram os títulos mundiais de Tom Curren o que mais o marcou na trajetória do lendário californiano, mas sim sua coragem de escolher caminhos diferenciados do que se esperava dele, é revelador. “Eu admirava que ele conseguia fazer o que parecia certo para ele, sem estar preso a uma coisa ou outra”, diz ele ao reverenciar Curren como sua maior influência. Tem também John John celebrando seus outros dois grandes ídolos no surfe. Sobre Kelly Slater, ele se declara impressionado com sua capacidade de continuar performando num nível tão alto, “é incrível que ele consiga, na idade dele, ainda surfar do jeito que surfa”. Quanto ao que sentia ao testemunhar Andy Irons em ação, ele destaca a originalidade nas linhas traçadas, que o deixavam com a “sensação de que ele era imprevisível no que ia fazer na onda”.  No que diz respeito aos surfistas brasileiros no Tour, John John é só elogios. Para ele, a tempestade brasileira continua forte e a chance de mais um título mundial verde amarelo é grande. Sobre sua disputa particular com Gabriel Medina, para ver quem chega ao quarto título mundial antes – que deixou de acontecer esse ano quando ele resolveu partir para outra volta ao mundo velejando com a família – John disse sorrindo que “teria sido muito divertido, Gabriel tem sido um dos melhores. Ele me faz focar de verdade”. São 45 minutos de papo rolando solto e os assuntos são muitos. Dos perigos de surfar sozinho em lugares isolados, ao desejo de avistar o Cristo Redentor do deck de seu catamarã, John John demonstra sempre uma grande satisfação com o estilo de vida que optou em seguir. Ele conta que tem saudades do Tour, mas que não troca nada pelas experiências pelas quais tem passado ao lado da sua mulher e filho de dois anos de idade. Liberdade acima de tudo. Vale muito conferir.

    Estreia do Wavescast traz o tricampeão mundial John John Florence direto do seu veleiro enquanto navega pelo Pacífico, falando de Tom Curren, Kelly Slater, Andy Irons, Gabriel Medina e muito mais.

    Tentar explicar a sensação de surfar para quem não pega onda é uma tarefa complicada. Não sem razão uma das frases mais clássicas de nosso universo tão particular é aquela que diz que “Só um surfista conhece o sentimento”. Desde sempre foi uma das favoritas entre a equipe que faz a Waves. Mas, não faz muito tempo, alguém trouxe outra frase genial escutada para uma reunião de pauta, uma descrição tão apurada do nosso comportamento que ficamos absolutamente fascinados com sua sutileza e precisão: “Nós gastamos anos perseguindo segundos”. Tempo é o bem mais valioso que um ser humano pode ter. Se ele ou ela for um surfista, multiplique por muitas vezes esse valor. Surfistas precisam gastar muito tempo para poder sentir aquela sensação que dura uns poucos, ínfimos e efêmeros, segundos.  Mas é aí que reside o verdadeiro milagre do surfe. Na capacidade que a interação entre homem, prancha e ondas possui de alterar a percepção do tempo. Shaun Tomson, o sul-africano campeão mundial em 1977, considerado um dos maiores embaixadores que o surfe já teve, segue, aos 70 anos de idade, brilhando os olhos ao explicar que “o tempo se expande dentro do tubo”. Enquanto Gerry Lopez, eterno rei de Pipeline, que ainda entuba fundo e com muito estilo, celebra o efeito câmera lenta. “Quanto mais rápido eu deslizo, mais lentamente as coisas parecem acontecer.” Hoje a plataforma Waves pega uma nova onda, em disparada ao futuro, mas sem nunca deixar de reverenciar a essência do surfe. Todo surfista sonha com a onda perfeita, é onde ele quer estar. Por 28 anos esse foi o compromisso da Waves com seus usuários. Agora mais do que nunca. Quando a onda digital despontou no horizonte do surfe, a Waves remou forte e se tornou o primeiro veículo especializado no Brasil a botar pra baixo. Muitas séries vieram depois, e nunca amarelamos.  Mas chegou um momento em que percebemos que o lipe estava ameaçando correr mais veloz do que nossa capacidade de aceleração. Hora de reavaliar o posicionamento, se certificar de que as ferramentas utilizadas estão em sintonia com o desafio à frente e buscar entender ainda mais como podemos ser úteis a quem busca nossos serviços. É isso mesmo, a vocação da Waves é a de servir a comunidade do surfe. Informando, inspirando, indicando quando e onde as melhores ondas estarão acontecendo. Economizando tempo, para garantir mais segundos de onda. Na nossa prioridade é o usuário quem manda, e nesse novo momento estamos abrindo canais para que essa interação aconteça da forma mais eficiente possível.  Atualizamos o visual do site, facilitando a maneira como os surfistas interagem com a previsão, que foi expandida para 16 dias no Waves Pro. Vamos seguir publicando matérias com nossa reconhecida credibilidade, mas buscando ainda mais profundidade. Preservar e fomentar a rica cultura do surfe é um dever nosso, como principal veículo de mídia surfe na América Latina. Nesses tempos velozes, nosso Instagram receberá uma atenção ainda mais apurada, para divulgar o que de mais relevante está acontecendo no universo surfe. Ao mesmo tempo em que destacamos as frases, imagens, tópicos mais significativos de nossa produção editorial.  Nesse sentido, a TV Waves, nosso canal no YouTube, está sendo reinaugurada. Já estão disponíveis o primeiro episódio de “O Pico” e do Wavescast. Teremos muito mais conteúdo preenchendo a grade. Para começar, fomos à praia da Paúba retratar um dia de ondas grandes no campo de treino do tricampeão mundial Gabriel Medina e aproveitamos para contar a história de uma onda na qual tragédia e glória estão próximas demais uma da outra.  No nosso programa de entrevistas, o havaiano tricampeão mundial, John John Florence, responde do meio do Oceano Pacífico às perguntas feitas por Adrian Kojin, que quis entender o que o levou a abandonar as competições para viver com a família a bordo de um catamarã, cruzando os mares do planeta. Estamos apenas no início dessa nova onda que decidimos dropar com toda nossa energia. Muita coisa bacana está sendo programada para que a plataforma Waves se torne cada vez mais o centro em torno do qual gravita uma comunidade de surfistas, que tem as ondas como prioridade em suas vidas. Cada segundo surfado possui um valor enorme. E nós queremos que esses segundos virem minutos, horas, dias, uma vida dentro d’água. Sabemos que isso é impossível, mas nós gostamos de sonhar. Fica o convite para você sonhar com a gente.  NO LUGAR CERTO NA HORA CERTA É ONDE TODO SURFISTA SONHA EM ESTAR A FELICIDADE VEM EM ONDAS E NÓS SABEMOS ONDE E QUANDO

    Em nova fase e com visual remodelado, Waves evolui plataforma, expande seus produtos e reafirma o compromisso de quase três décadas: garantir que os surfistas estejam no lugar certo, na hora certa.