CBSurf Taça Brasil

Encontro marcado em Torres (RS)

Mais de 100 surfistas de 12 estados do país participam da reedição da etapa gaúcha da Taça Brasil da Confederação Brasileira de Surf.
CBSurf Taça Brasil Torres, Molhes do Rio Mampituba (RS)

Mais de 100 surfistas de 12 estados do país vão participar da reedição do CBSurf Taça Brasil Torres RS, que começa nesta quinta-feira na Praia dos Molhes do Rio Mampituba, que divide os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Esta penúltima etapa da Taça Brasil, abre a reta final da temporada 2025 da Confederação Brasileira de Surf e vale 5.000 pontos nos rankings que classificam oito homens e quatro mulheres para a elite do novo Campeonato Brasileiro da CBSurf em 2026. A competição será transmitida ao vivo no site CBSurf.org.br pelo canal CBSurfPLAY no YouTube.

No ano passado, a Taça Brasil foi encerrada em Torres com duas etapas realizadas em duas semanas seguidas na Praia dos Molhes. Neste ano, são 102 surfistas de 12 estados participando da segunda edição do CBSurf Taça Brasil Torres RS, 84 disputando o título masculino e 18 buscando o mesmo prêmio de R$ 10 mil da vitória na categoria feminina. Os paulistas são maioria com 27 surfistas, 24 homens e três mulheres. O segundo maior pelotão é de catarinenses, com 18 na competição masculina e maioria de sete concorrentes ao título feminino.

O Rio Grande do Sul é o terceiro estado com mais competidores, 15 no masculino e no feminino. Depois, vem nove cearenses com a líder no ranking da Taça Brasil 2025 e atual campeã brasileira, Juliana dos Santos, sozinha com oito homens, incluindo o vencedor do CBSurf Taça Brasil Torres RS no ano passado, Cauã Costa. Na sequência, tem o Rio de Janeiro com oito participantes, Paraná com cinco, Rio Grande do Norte com quatro, Bahia e Paraíba com dois cada e três estados têm um representante, Espírito Santo, Alagoas e Pernambuco.

Dos surfistas que festejaram vitórias no ano passado, Cauã Costa é o único que vai tentar o bicampeonato no CBSurf Taça Brasil Torres RS. O cearense mora no Rio de Janeiro e é um dos 32 cabeças de chave que estreiam nas 16 baterias da segunda fase, já disputando classificação para as oitavas de final. Na rodada inicial, estão mais 52 surfistas também divididos em 16 baterias e os dois melhores em cada, avançam para enfrentar os cabeças de chave.

Na competição feminina, duas surfistas que decidiram os títulos do CBSurf Taça Brasil Torres RS, vão tentar ganhar o troféu de campeã que escapou no ano passado. Uma é a paulista Julia Nicanor, quarta colocada na final da etapa vencida pela paranaense Nathalie Martins. A outra é a vice-campeã na vitória da paulista Sophia Gonçalves na decisão da Taça Brasil 2024, Alexia Monteiro, única representante do Rio Grande do Sul na elite nacional do CBSurf Dream Tour 2025.

“Estou muito feliz em competir no Rio Grande do Sul mais uma vez, onde me sinto em casa”, disse Alexia Monteiro, que reside em Garopaba (SC). “Por mais que eu não more lá, toda vez que chego é como se estivesse na minha casa, todo mundo me trata superbem e fico feliz em representar esse estado incrível, que é o Rio Grande do Sul. Então, realmente vou dar o meu melhor em cada bateria. Um dos melhores resultados que tive no profissional, foi o vice-campeonato em Torres no ano passado, então isso me traz mais confiança e mais responsabilidade também”.

Alexia Monteiro foi escalada na primeira das seis baterias em que foram divididas as 18 inscritas no CBSurf Taça Brasil Torres RS. Ela vai disputar as duas primeiras vagas já para as quartas de final com as catarinenses Kauanny Souza e Maria Autuori, oitava colocada no ranking que classifica quatro surfistas para a elite das top-11 da CBSurf em 2026. Alexia só participou de uma etapa da Taça Brasil, mas é uma das atletas da elite do Dream Tour esse ano e ainda pode garantir vaga nesse grupo, nas duas últimas etapas que vão rolar em Florianópolis no início de novembro.

“Estou muito feliz de voltar a competir em Torres e estou me preparando da melhor maneira possível para esse final de temporada”, disse Alexia Monteiro. “Nestes últimos 2 meses, decidi não competir muitos campeonatos e ficar em casa, para treinar meu físico, o mental e o surf da melhor maneira possível. Estou bem feliz com os resultados que a gente conseguiu nestes 2 meses de treinos e agora vamos pra reta final com tudo. Tem vários campeonatos pela frente e só quero dar o meu melhor”.

No CBSurf Taça Brasil Torres RS, além de Alexia Monteiro, mais 16 surfistas vão representar o Rio Grande do Sul, a jovem Clarissa Tasca e 15 na competição masculina. Clarissa foi escalada na quinta bateria com as catarinenses Kiany Hyakutake e Maya Carpinelli. Antes delas, estreiam as três participantes que tem títulos brasileiros no currículo. A paulista Julia Nicanor está na terceira bateria e as últimas campeãs, a cearense Juliana dos Santos em 2024 e a catarinense Tainá Hinckel em 2023, vão se enfrentar na quarta bateria, completada pela paulista Natalia Gerena.

Na categoria masculina, apenas três surfistas do Rio Grande do Sul participaram da Taça Brasil, nas seis etapas já realizadas nas Regiões Nordeste e Sudeste do país. Giovani da Silva ocupa a 123.a posição no ranking, Gustavo Borges está em 141.o lugar, seguido por Ricardo Kjellin em 142.o. Com a reedição do CBSurf Taça Brasil Torres RS, mais 12 gaúchos vão aproveitar a chance de competir em casa na Praia dos Molhes. Os 8 mais bem colocados no ranking estadual, fazem parte da lista dos 32 cabeças de chaves que entrarão na segunda fase, já disputando vagas nas oitavas de final.

Outros sete gaúchos estão entre os 52 surfistas da rodada inicial. O mais bem colocado no ranking da Taça Brasil, Giovani da Silva, foi escalado na segunda bateria a entrar no mar nesta quinta-feira. Seus adversários na briga por duas vagas para a segunda fase, são o baiano Saullo Marques, o paulista Diogo Candido e o catarinense Diego Rosa, atual campeão mundial master da ISA (International Surfing Association). Na primeira bateria também tem um gaúcho, Pedro Sommer.

Depois, Luiz Henrique entra na quinta bateria do CBSurf Taça Brasil Torres RS, Josias Pedrinha na sétima, Lorenzo Souza e Rafael Acom juntos na 15.a e Luigi Wengrover na 16.a e última. Alguns destaques dessa primeira fase, são o campeão mundial Adriano de Souza prestigiando o evento na 11.a bateria e na 13.a estão dois surfistas da elite nacional que disputa o CBSurf Dream Tour esse ano, o cearense bicampeão brasileiro Messias Felix e o paraibano José Francisco.

Neste ano, a Confederação Brasileira de Surf ampliou a igualdade de gêneros na premiação dos homens e mulheres na mesma posição, para a competição também. A CBSurf é a única entidade do mundo a realizar uma fase completa do masculino seguida por uma da categoria feminina, independentemente da condição do mar. Isso para não acontecer mais das meninas só competirem quando a qualidade das ondas não está boa para os homens. No CBSurf Taça Brasil Torres RS será assim e a primeira fase feminina vai rolar após a rodada inicial masculina.

Somente depois das meninas, os 32 cabeças de chave da segunda fase farão suas primeiras apresentações na Praia dos Molhes. Na primeira bateria, tem um gaúcho estreando na temporada, Gustavo Bertotto, junto com o paulista Renan Pulga, que ganhou a última etapa da Taça Brasil 2025 no Espírito Santo e ocupa a quarta posição no ranking que classifica 8 surfistas para a elite dos top-22 da CBSurf em 2026. Renan foi finalista da primeira das duas etapas do CBSurf Taça Brasil Torres RS no ano passado e ficou em quarto lugar na vitória do também paulista Ryan Kainalo.

Mais três tops vão defender suas vagas na lista dos 8 em Torres e todos com gaúchos nas baterias. O paulista Luan Carvalho encabeça a quarta com Ricardo Kjellin. O catarinense Yuri Gabryel, terceiro do ranking, está na oitava com Bruno Carneiro. E o paulista Diego Aguiar, líder da Taça Brasil 2025, entra na nona com Kaian Bernardo. Os outros gaúchos entre os 32 cabeças de chave, são Gustavo Borges na sexta bateria, Tiago Braga na 11.a, José Luis Mello na 13.a e Luy Gonzales na 16.a.

O CBSurf Taça Brasil Torres RS é a primeira etapa da Taça Brasil 2025 na Região Sul do país. As seis primeiras aconteceram nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Depois do Rio Grande do Sul, só tem mais uma na próxima semana na Reserva Mundial de Surf da Guarda do Embaú, em Palhoça, Santa Catarina, onde serão decididos os títulos brasileiros da Taça Brasil 2025 e finalizada a lista dos oito homens e quatro mulheres que completarão o grupo dos tops da CBSurf no Campeonato Brasileiro de 2026.

As baterias do CBSurf Taça Brasil Torres RS começam nesta quinta-feira, mas a Abertura Oficial já acontece na noite da quarta-feira no Restaurante Guarita, localizado no icônico Parque da Guarita, um dos principais cartões-postais do Rio Grande do Sul. A Federação Gaúcha de Surf e Associação dos Surfistas de Torres, em parceria com a Confederação Brasileira de Surf, promovem a cerimônia especial para competidores, autoridades, patrocinadores, que celebra a cultura gaúcha, valorizando as experiências que unem esporte, turismo e desenvolvimento regional.

O CBSurf Taça Brasil Torres RS é uma realização da Federação Gaúcha de Surf (FGS) e Associação dos Surfistas de Torres (AST) em parceria com a Confederação Brasileira de Surf e conta com patrocínio do Governo do Estado do Rio Grande do Sul através da Secretaria de Turismo (SETUR), Prefeitura de Torres, Sesc Fecomércio Senac e apoio de Planeta Surf Board Shop, Mormaii, Ulbra Torres, RMS Telecom, Hotel Jardim do Mar, Restaurante Guarita, À Lenha Pizzaria Restaurante e Gobbo Pizzas Artesanais. Transmissão ao vivo no site CBSurf.org.br pelo canal CBSurfPLAY no YouTube.

Baterias do CBSurf Taça Brasil Torres
Primeira fase – 3.o=65.o lugar (400 pontos) e 4.o=81.o lugar (200 pontos):

1 Leo Casal (SC), Pedro Sommer (RS), João Ely (SC)

2 Saullo Marques (BA), Giovani da Silva (RS), Diogo Candido (SP), Diego Rosa (SC)

3 Douglas Noronha (SP), Bryan Almeida (SP), Ytalo Oliveira (CE)

4 Felipe Oliveira (SP), Ruan Guimarães (SC), Lucas Haag (SC)

5 Lucas Cainan (PR), Marcelo Ribeiro (RJ), Luiz Henrique (RS)

6 Luan Wood (SC), Luã da Silveira (SC), Heitor Mueller (SC)

7 Wiggolly Dantas (SP), João Cypriano (ES), Josias Pedrinha (RS), Thiago Guimarães (SP)

8 Lucas Bezerra (CE), João Rafael (SC), Luiz Mendes (SC)

9 Guilherme Fernandes (SP), Jonatha Santos (RN), Jeff Toco (SC)

10 Kauê Daniel (SP), Gabriel Ogasahara (SC), Ricardo Petry (AL), Felipe Alves (CE)

11 Derek Adriano (SC), Lucas Catapam (PR), Adriano de Souza (SC)

12 Derek Souza (SP), Caetano Vargas (SC), Daniel Duarte (SP)

13 Messias Felix (CE), André Luiz (SC), José Francisco (SC)

14 Kalani Robles (SP), Luciano Anacleto (SP), João Artur (SP)

15 Michel Demetrio (SC), Fabricio Rocha (SP), Lorenzo Souza (RS), Rafael Acom (RS)

16 Eduardo Martins (SP), Luigi Wengrover (RS), Renaro Hubbe (SC)

SE

Segunda fase Masculino – entrada dos 32 cabeças de chave:
1.o e 2.o=Oitavas de Final / 3.o=33.o lugar (800 pontos) e 4.o=49.o lugar (500 pts)

1 Renan Pulga (SP) e Gustavo Bertotto (RS)

2 Anuar Chiah (PR) e Mathias Ramos (CE)

3 Guilherme Lemos (RJ) e Junio Santos (BA)

4 Luan Carvalho (SP) e Ricardo Kjellin (RS)

5 Kauã Hanson (PB) e Pedro Neves (RJ)

6 John Muller (SE) e Gustavo Borges (RS)

7 Samuel Joca (RN) e Gabriel Dantas (RJ)

8 Yuri Gabryel (SC) e Bruno Carneiro (RS)

9 Diego Aguiar (SP) e Kaian Bernardo (RS)

10: Sunny Oliveira (RJ) e Diego Brigido (RJ)

11 Kayan Medeiros (RN) e Tiago Braga (RS)

12 Cauet Frazão (CE) e Hugo Bomfim (SP)

13 Alex Ribeiro (SP) e José Luis Mello (RS)

14 Cauã Nunes (PE) e Pedro Ferreira (SP)

15 Cauã Costa (RJ) e JP Ferreira (SP)

16 Marcos Correa (SP) e Luy Gonzales (RS)

Primeira fase Feminino – 1.a e 2.a avançam para as quartas de final:
3.a=13.o lugar (1.700 pontos) e 4.a=19.o lugar (1.000 pontos)

1 Maria Autuori (SC), Kauanny Souza (SC), Alexia Monteiro (RS)

2 Sol Carrion (SP), Sarah Ozorio (RJ), Jessica Bianca (PR)

3 Julia Nicanor (SP), Alma Corgiolu (SC), Lanay Thompson (RJ)

4 Juliana dos Santos (CE), Natalia Gerena (SP), Tainá Hinckel (SC)

5 Kiany Hyakutake (SC), Maya Carpinelli (SC), Clarissa Tasca (RS)

6 Aysha Ratto (RJ), Gabriely Vasque (PR), Luiza Teixeira (SC)

Rankin CBSurf Taça Brasil – após 6 etapas

(computados pontos dos quatro melhores resultados)

Top 10 da categoria Masculino

1 Diego Aguiar (SP) – 16.650 pontos

2 Israel Junior (RN) – 16.200

3 Yuri Gabryel (SC) – 15.500

4 Renan Pulga (SP) – 14.850

5 Marcos Correa (SP) – 14.800

6 Douglas Silva (PE) – 13.600

7 Alex Ribeiro (SP) – 12.000

8 Rafael Teixeira (ES) – 12.000

9 Rafael Barbosa (RN) – 12.000

10.o: Adauto Sena (RN) – 11.500

Top 10 da categoria Feminino

1 Juliana dos Santos (CE) – 20.150 pontos

2 Julia Nicanor (SP) – 18.450

3 Laiz Costa (RJ) – 16.500

4 Silvana Lima (CE) – 16.000

5 Mayara Zampieri (SP) – 15.600

6 Juliana Meneguel (SP) – 15.000

7 Mariana Areno (RJ) – 14.550

8 Maria Autuori (SC) – 13.400

9 Aurora Ribeiro (SE) – 12.900

10 Anaelya de Lima (CE) – 11.600

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    Miguel Pupo é o campeão do Lexus Trestles Pro. O brasileiro protagonizou uma virada nos minutos finais da decisão desta sexta-feira (18), em Lower Trestles, na Califórnia (EUA), para derrotar o japonês Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 e conquistar sua segunda vitória na temporada 2026. Kanoa permaneceu na frente durante boa parte da bateria e chegou à reta final com 14.40 pontos. Miguel já tinha a melhor onda da decisão, um 8.50, mas ainda precisava de 5.90 para assumir a liderança. A oportunidade apareceu quando restavam cerca de seis minutos. Miguel atacou a direita de Trestles e recebeu 6.27 dos juízes. Com 14.77 no total, passou à frente e permaneceu na liderança até a buzina. O título é o segundo de Miguel nesta temporada. Em Bells Beach, na Austrália, o paulista já havia subido ao lugar mais alto do pódio. A vitória em Trestles é a terceira da carreira no Championship Tour, depois de Teahupoo, em 2022, e Bells Beach, em 2026. O resultado também levou Miguel à quarta colocação do ranking mundial. Caminho até o título Miguel começou sua campanha em Trestles com vitória sobre Ramzi Boukhiam no Round 2. Depois, superou Liam O’Brien no Round 3 e encontrou o compatriota Mateus Herdy nas quartas de final. Na semifinal, diante de Cole Houshmand, o brasileiro fez sua maior somatória no evento: 16.00 pontos, com notas 8.33 e 7.67. A vitória colocou Miguel na decisão contra Kanoa Igarashi. Do outro lado da chave, Kanoa havia eliminado Yago Dora na semifinal. Mesmo sem chegar à decisão, Yago deixou Trestles na liderança do ranking mundial. Brasil domina Top 5 O encerramento de Trestles deixou quatro brasileiros entre os cinco primeiros colocados do ranking masculino. Yago Dora assumiu a liderança, seguido pelo italiano Leonardo Fioravanti. Italo Ferreira aparece em terceiro, Miguel Pupo subiu para quarto e Gabriel Medina ocupa a quinta posição. A liderança de Yago e a quarta colocação de Miguel também aparecem no material pós-evento anexado. A etapa também definiu o corte para a sequência da temporada. Filipe Toledo garantiu permanência entre os 22 primeiros e segue para as próximas duas etapas, em Portugal e nas Filipinas. Mateus Herdy ficou abaixo da linha de corte e retorna ao CT em Pipeline, no Havaí, última etapa da temporada. Erin Brooks vence no feminino No feminino, Erin Brooks conquistou sua terceira vitória consecutiva no Championship Tour. A canadense derrotou Gabriela Bryan por 13.00 a 11.90 na final. Carissa Moore deixou Trestles na liderança do ranking feminino, com Gabriela Bryan na segunda posição. A brasileira Luana Silva ocupa o quinto lugar. Próximas etapas Portugal – 16 a 25 de outubroFilipinas – 31 de outubro a 10 de novembroPipeline (Havaí) – 8 a 20 de dezembro Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) 10.16 x 9.34 Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 9.73 x 9.67 Hayden Rodgers (EUA)3 – Oscar Berry (AUS) 12.73 x 11.26 Joel Vaughan (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) 11.40 x 11.27 Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Callum Robson (AUS) 12.27 x 8.83 Connor O’Leary (JAP)2 – Griffin Colapinto (EUA) 14.50 x 12.87 Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) 14.33 x 11.83 Oscar Berry (AUS)4 – Kauli Vaast (FRA) 12.20 x 10.53 Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) 14.43 x 11.77 João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) 14.26 x 12.40 Eli Hanneman (HAV)7 – Kanoa Igarashi (JAP) 17.00 x 12.40 Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) 12.37 x 11.50 Alejo Muniz (BRA)9 – Luke Thompson (AFS) 13.87 x 6.90 Leonardo Fioravanti (ITA)10 – Cole Houshmand (EUA) 14.00 x 5.40 Morgan Cibilic (AUS)11 – Alan Cleland (MEX) 13.26 x 11.67 George Pittar (AUS)12 – Jake Marshall (EUA) 13.53 x 12.83 Samuel Pupo (BRA)13 – Mateus Herdy (BRA) 12.00 x 11.83 Gabriel Medina (BRA)14 – Jack Robinson (AUS) 12.97 x 10.13 Seth Moniz (HAV)15 – Liam O’Brien (AUS) 15.10 x 14.43 Filipe Toledo (BRA)16 – Miguel Pupo (BRA) 13.20 x 12.16 Ramzi Boukhiam (MAR) Round 3 1 – Callum Robson (AUS) 12.83 x 11.03 Griffin Colapinto (EUA)2 – Yago Dora (BRA) 12.50 x 10.97 Kauli Vaast (FRA)3 – Marco Mignot (FRA) 13.70 x 13.37 Italo Ferreira (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.67 x 12.00 Ethan Ewing (AUS)5 – Cole Houshmand (EUA) 13.33 x 10.93 Luke Thompson (AFS)6 – Jake Marshall (EUA) 12.44 x 5.93 Alan Cleland (MEX)7 – Mateus Herdy (BRA) 14.10 x 9.84 Jack Robinson (AUS)8 – Miguel Pupo (BRA) 13.40 x 10.13 Liam O’Brien (AUS) Quartas de final 1 – Yago Dora (BRA) 11.67 x 8.16 Callum Robson (AUS)2 – Kanoa Igarashi (JAP) 15.67 x 10.26 Marco Mignot (FRA)3 – Cole Houshmand (EUA) 18.50 x 10.00 Jake Marshall (EUA)4 – Miguel Pupo (BRA) 15.83 x 13.50 Mateus Herdy (BRA) Semifinais 1 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.33 x 11.94 Yago Dora (BRA)2 – Miguel Pupo (BRA) 16.00 x 11.50 Cole Houshmand (EUA) Final 1 – Miguel Pupo (BRA) 14.77 x 14.40 Kanoa Igarashi (JAP) Feminino Round 1 1 – Brisa Hennessy (CRC) 10.90 x 10.10 Stephanie Gilmore (AUS)2 – Tya Zebrowski (FRA) 13.33 x 12.23 Alyssa Spencer (EUA)3 – Vahine Fierro (FRA) 12.16 x 11.50 Anat Lelior (ISR)4 – Yolanda Hopkins (POR) 11.96 x 11.37 Sally Fitzgibbons (AUS)5 – Tyler Wright (AUS) 10.67 x 7.17 Francisca Veselko (POR)6 – Bella Kenworthy (EUA) 13.33 x 10.77 Bettylou Sakura Johnson (HAV)7 – Eden Walla (EUA) 11.83 x 8.73 Nadia Erostarbe (ESP)8 – Caroline Marks (EUA) 15.67 x 12.50 Kirra Pinkerton (EUA) Round 2 1 – Gabriela Bryan (HAV) 14.07 x 13.50 Tya Zebrowski (FRA)2 – Luana Silva (BRA) 13.03 x 10.93 Tyler Wright (AUS)3 – Sawyer Lindblad (EUA) 15.34 x 8.74 Vahine Fierro (FRA)4 – Eden Walla (EUA) 12.00 x 10.50 Lakey Peterson (EUA)5 – Carissa Moore (HAV) 12.90 x 12.24 Brisa Hennessy (CRC)6 – Erin Brooks (CAN) 12.27 x 11.70 Caroline Marks (EUA)7 – Molly Picklum (AUS) 13.33 x 9.50 Yolanda Hopkins (POR)8 – Bella Kenworthy (EUA) 13.87 x 12.64 Caitlin Simmers (EUA) Quartas de final 1 – Gabriela Bryan (HAV)

    Com virada emocionante nos minutos finais, Miguel Pupo vence Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 na Califórnia, conquista segundo título na temporada e sobe para quarto no ranking mundial.

    Há ondas perfeitas espalhadas por praticamente todos os cantos do planeta. Point breaks extensos, tubos perfeitos sobre bancadas de coral, ondas gigantes e assustadoras, destinos cada vez mais remotos no mapa do surfe. Mas poucos lugares carregam o peso do Havaí. É ali que a história do surfe como conhecemos hoje começou muito antes de campeonatos, transmissões ao vivo, pranchas modernas ou qualquer ideia de uma indústria em torno do esporte. No arquipélago havaiano, deslizar sobre as ondas faz parte de uma tradição ancestral, profundamente ligada à cultura local. Mas não é preciso ser surfista para entender por que uma viagem ao Havaí ocupa um lugar especial no imaginário de tanta gente. Na ilha de Oahu, Waikiki reúne alguns dos cartões-postais mais conhecidos do Havaí, com sua extensa faixa de areia, águas cristalinas e a imponente cratera vulcânica de Diamond Head compondo a paisagem. Ao redor da praia, Honolulu oferece restaurantes, compras e vida noturna. 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Essa concentração de ondas perfeitas e tão diferentes deu ao trecho um apelido que atravessa gerações: Seven Mile Miracle, o Milagre das Sete Milhas. Waimea teve papel fundamental no desenvolvimento do surfe moderno de ondas grandes. Sunset tornou-se um dos grandes campos de prova dos melhores surfistas do mundo. Mas foi outra onda, quebrando sobre uma rasa bancada de recife e muito próxima da areia, que se transformou no maior símbolo do North Shore: Pipeline. A onda que parecia impossível No início dos anos 1960, Pipeline ainda representava uma espécie de fronteira. Rápida, oca e quebrando sobre uma bancada rasa, a onda parecia especialmente ameaçadora para as grandes e pesadas pranchas da época. Em dezembro de 1961, uma sessão do californiano Phil Edwards, registrada pelo cineasta Bruce Brown, ajudaria a mudar essa história. Com a evolução das pranchas e das técnicas, Pipeline se transformou em um dos maiores símbolos do esporte. Gerry Lopez desenvolveu nos anos 1970 uma relação tão marcante com a onda que ganhou o apelido de Mr. Pipeline. Debaixo d’água, uma bancada rasa de recife ajuda a produzir as paredes espessas e os tubos que fizeram a fama do pico. Com swells maiores, entram em ação bancadas mais afastadas, conhecidas como Second Reef e Third Reef. Na visão do surfista, Pipeline quebra para a esquerda e Backdoor para a direita. E tudo acontece diante dos olhos de quem está na areia. O Brasil entra em cena Pipeline se transformou em um dos grandes palcos do surfe competitivo e, durante muitos anos, recebeu a última etapa da temporada. E o Brasil passou de coadjuvante a protagonista dessa história. Em 1976, Pepê Lopes já colocava o País em uma final em Pipeline. Em 1991, Fábio Gouveia venceu em Sunset Beach e quebrou outra barreira ao conquistar uma etapa da elite profissional em solo havaiano. A Brazilian Storm mudou definitivamente essa relação. Gabriel Medina conquistou em Pipeline, em 2014, o primeiro título mundial brasileiro. Adriano de Souza, o Mineirinho, foi campeão mundial e venceu o Pipe Masters em 2015. Três anos depois, Medina voltou ao Havaí para conquistar o bicampeonato. E então veio 2019. Dois brasileiros, Pipeline e um título mundial Italo Ferreira e Gabriel Medina chegaram à última bateria da temporada de 2019 com tudo em jogo. De um lado, Medina, já bicampeão mundial. Do outro, Italo em busca de seu primeiro título. A final do Pipe Masters definiria também quem seria o campeão do mundo. Dois brasileiros disputando o título mundial em uma das ondas mais emblemáticas do planeta. Italo venceu. Saiu de Pipeline campeão do Pipe Masters e campeão mundial pela primeira vez. Aquela cena talvez seja uma das melhores representações da transformação vivida pelo surfe brasileiro nas últimas décadas. O país que durante anos via o Havaí como território a ser conquistado passou a decidir entre seus próprios atletas quem seria o melhor surfista do mundo. Desde o primeiro título de Medina, em 2014, o Brasil acumulou oito títulos mundiais masculinos em 11 temporadas disputadas, com cinco campeões diferentes: Gabriel Medina, Adriano de Souza, Italo Ferreira, Filipe Toledo e Yago Dora. Mas a ligação entre Brasil e

    Berço do surfe, Havaí reúne ondas lendárias, paisagens paradisíacas e uma relação especial com o Brasil. Campanha Na Onda Com BB Mastercard leva clientes para viver essa experiência de perto.

    A Seleção Brasileira Júnior conquistou três medalhas no Surf City El Salvador ISA World Junior Surfing Championship 2026. A paranaense Luara Mandelli ficou com o bronze na Sub-18 Feminino, o paulista John Muller levou o cobre na Sub-18 Masculino e o Brasil terminou com o bronze por equipes, como a terceira melhor seleção entre os 56 países participantes da 22ª edição do Mundial Júnior da ISA. A principal competição de base do surfe no mundo começou com 420 surfistas. Apenas 11 países tiveram representantes entre os 24 atletas que disputaram as semifinais no domingo, em La Bocana. A Austrália ficou com o ouro por equipes, seguida por Estados Unidos, Brasil e Peru, repetindo as quatro primeiras posições do Mundial de 2025, no Peru. Luara repete feito de 20 anos atrás Na decisão da Sub-18 Feminino, Luara Mandelli chegou à final depois de superar a australiana Stella Green nas semifinais. Na disputa pelas medalhas, Leihani Zoric dominou com notas 8,17 e 7,83, somando 16,00 pontos para conquistar o ouro para a Austrália. Zoie Zietz, dos Países Baixos, ficou com a prata, com 12,77 pontos. Luara somou 8,44 e conquistou o bronze, enquanto a argentina Victoria Muñoz Larreta terminou com o cobre. Com o resultado, Luara repetiu um feito de 20 anos atrás. A paraibana Diana Cristina, a índia Tininha, havia conquistado o bronze no Mundial Júnior de 2006, realizado em Maresias, São Sebastião (SP). Luara tornou-se a segunda brasileira a conquistar uma medalha em 22 edições do Mundial Júnior da ISA. John Muller fica com o cobre O Brasil também disputou as medalhas na Sub-18 Masculino. John Muller venceu a primeira semifinal usando os aéreos. Ryan Martins também buscava uma vaga na decisão, mas o norte-americano Jett Maughan conseguiu uma onda nos minutos finais, acertou um aéreo e recebeu nota 9 para avançar junto com John. Na final, o brasileiro começou na frente com 5,67, mas Maughan e os australianos Ocean Lancaster e Ben Zanatta Creagh passaram a concentrar a disputa pela vitória. O norte-americano assumiu a liderança ao receber 8,23 e chegou aos 15,06 pontos. John ainda acertou um aéreo full rotation de backside no último minuto e recebeu 6,40, sua maior nota, mas não conseguiu deixar a quarta posição. Jett Maughan conquistou o ouro com 15,06 pontos, Ben Zanatta Creagh levou a prata com 14,80, Ocean Lancaster ficou com o bronze com 14,74 e John terminou com 12,07 e a medalha de cobre. Brasil é bronze por equipes A campanha colocou novamente o Brasil entre as três melhores seleções do Mundial Júnior. A Austrália conquistou o ouro por equipes com 8.078 pontos, os Estados Unidos ficaram com a prata com 6.048 e o Brasil levou o bronze com 5.430. O Peru terminou em quarto, com 5.293 pontos e a medalha de cobre. Além dos medalhistas Luara Mandelli e John Muller, Ryan Martins terminou em quinto lugar na Sub-18 Masculino e Arthur Vilar foi sétimo na Sub-16 Masculino. Valentina Zanoni ficou em 13º na Sub-18 Feminino e Carol Bastides terminou em 19º na Sub-16 Feminino. O Brasil foi o primeiro campeão por equipes do Mundial Júnior da ISA, na estreia da competição em 2003, na África do Sul. Entre os brasileiros que já conquistaram o ouro individual estão Jefferson Silva, Jadson André, Alejo Muniz, Gabriel Medina, Filipe Toledo, Matheus Navarro, Luan Wood, Weslley Dantas e Ryan Kainalo. Em 2023, no Rio de Janeiro, a Seleção Brasileira Júnior voltou a conquistar o título por equipes, 20 anos depois da primeira vitória. Resultados Sub-18 Feminino – Final 1 – Leihani Zoric (AUS) 16,002 – Zoie Zietz (NED) 12,773 – Luara Mandelli (BRA) 8,444 – Victoria Muñoz Larreta (ARG) 7,03 Sub-18 Masculino – Final 1 – Jett Maughan (USA) 15,062 – Ben Zanatta Creagh (AUS) 14,803 – Ocean Lancaster (AUS) 14,744 – John Muller (BRA) 12,07 Ranking por equipes 1 – Austrália – 8.078 pontos2 – Estados Unidos – 6.048 pontos3 – Brasil – 5.430 pontos4 – Peru – 5.293 pontos5 – Japão – 5.035 pontos6 – Havaí – 5.012 pontos7 – Espanha – 4.625 pontos8 – Nova Zelândia – 4.542 pontos9 – França – 4.416 pontos10 – Portugal – 4.095 pontos

    Luara Mandelli leva bronze na Sub-18, John Muller fica com o cobre e Seleção Brasileira termina em terceiro lugar entre 56 países no Mundial Júnior da ISA em El Salvador.

    A reta decisiva do Championship Tour 2026 chega nesta sexta-feira (11) a Lower Trestles, na Califórnia. A nona etapa da temporada abre a janela com dez brasileiros na disputa, quatro deles entre os cinco primeiros do ranking masculino, e condições suficientes para colocar o evento na água logo no primeiro dia. A primeira chamada acontece às 11h30 (horário de Brasília), com possível início das baterias ao meio-dia. A previsão das ondas aponta a sexta-feira como provável dia de competição. Um swell de sudoeste de período longo deve proporcionar ondas de 4 a 6 pés de face, com séries maiores durante a maré enchendo pela manhã. O vento de sul ainda pode deixar o mar um pouco mexido, mas a previsão mais recente indica que o efeito deve ser administrável e não necessariamente comprometer a realização das baterias. No sábado (12), o swell começa a perder força, com ondas de 4 a 5 pés e possibilidade de realização de baterias. O domingo (13) aparece como provável dia de folga, com ondas mais irregulares de 3 a 4 pés. A segunda-feira (14) também tende a ficar sem competição, com apenas 2 a 4 pés e vento sul. Na terça-feira (15), o cenário começa a mudar. Apesar de o mar ainda permanecer pequeno, na faixa de 3 a 4 pés, uma nova ondulação com boa energia e período longo deve começar a aparecer ao longo do dia. A previsão indica vento leve e condições de semi-limpas a limpas, preparando o terreno para a melhor parte da janela. Novo swell a caminho A maior expectativa está concentrada entre quarta (16) e sexta-feira (18). Um novo swell de sul-sudoeste, gerado por uma tempestade compacta e intensa no Pacífico Sul Central, deve começar a subir na quarta e atingir o pico na quinta-feira (17). Durante os três dias, Lower Trestles deve receber boas ondas, com as maiores séries entre a tarde do dia 16 e a manhã do dia 18. O vento também tende a colaborar, com manhãs limpas e vento fraco, seguido por vento de oeste fraco a moderado durante as tardes. Existe ainda a possibilidade de um pequeno swell tropical de sul se juntar à energia principal e aumentar a consistência das ondas. A previsão, porém, ainda é tratada com cautela e depende da evolução do ciclone responsável pela formação desse swell. Nos dois últimos dias da janela, 19 e 20 de setembro, a combinação do swell de sul-sudoeste em queda com uma nova ondulação de sudoeste deve manter condições para competição. Brasileiros em posição de destaque Trestles é a última etapa antes do corte que define os 22 surfistas que seguem para a pós-temporada, aumentando o peso dos resultados na Califórnia. Leonardo Fioravanti chega à etapa na liderança do ranking masculino, enquanto Carissa Moore veste pela primeira vez nesta temporada a lycra amarela de líder entre as mulheres. Logo atrás de Fioravanti, o Brasil domina as primeiras posições do masculino. Italo Ferreira ocupa a segunda colocação, seguido por Yago Dora em terceiro, Gabriel Medina em quarto e Miguel Pupo em quinto. Além deles, João Chianca, Samuel Pupo, Alejo Muniz, Mateus Herdy e Filipe Toledo completam o grupo brasileiro no masculino. No feminino, Luana Silva representa o País. Filipe chega a uma etapa especialmente importante. Atual 21º colocado, o bicampeão mundial tenta permanecer entre os 22 que avançam para a pós-temporada. Trestles, porém, guarda algumas das melhores lembranças de sua carreira: foi ali que o brasileiro conquistou os títulos mundiais de 2022 e 2023, quando o circuito ainda utilizava o formato das WSL Finals. Toledo também conhece Lower Trestles como poucos. O brasileiro viveu por 11 anos em San Clemente antes de se mudar para o Rio de Janeiro no fim de 2025 e descreve a onda californiana como uma espécie de “skate park”, pelas inúmeras possibilidades de manobras progressivas. Rodgers e Pinkerton vencem triagens Os norte-americanos Hayden Rodgers e Kirra Pinkerton garantiram as últimas vagas no evento ao vencerem as triagens realizadas em Trestles. Rodgers somou 12,10 pontos e fará sua estreia no Championship Tour, enquanto Pinkerton venceu com 13,33 e chega à quarta participação em uma etapa do CT. Chaves brasileiras Mateus Herdy é o único brasileiro escalado para a primeira fase masculina. Ele enfrenta o norte-americano Taj Lindblad na quarta bateria e, caso avance, terá Gabriel Medina pela frente no Round 2. Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Yago Dora encara o vencedor da terceira bateria da primeira fase; João Chianca enfrenta Marco Mignot; Italo Ferreira pega o vencedor da segunda bateria; Alejo Muniz enfrenta Ethan Ewing; Samuel Pupo encara Jake Marshall; Gabriel Medina aguarda Herdy ou Taj Lindblad; Filipe Toledo enfrenta Liam O’Brien; e Miguel Pupo pega Ramzi Boukhiam. O desenho da chave ainda abre a possibilidade de confrontos brasileiros já no Round 3. Italo Ferreira e João Chianca podem se enfrentar caso avancem, assim como Filipe Toledo e Miguel Pupo. No feminino, Luana Silva estreia diretamente no Round 2 e enfrenta a vencedora da bateria entre Tyler Wright e Francisca Veselko. Janela do Lexus Trestles Pro: 11 a 20 de setembroLocal: Lower Trestles, Califórnia (EUA)Primeira chamada: sexta-feira (11), às 11h30 (horário de Brasília), com possível início da competição ao meio-dia. Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Hayden Rodgers (EUA)3 – Joel Vaughan (AUS) x Oscar Berry (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) x Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Connor O’Leary (JAP) x vencedor R1 H12 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) x vencedor R1 H34 – Kauli Vaast (FRA) x Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) x João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) x vencedor R1 H27 – Kanoa Igarashi (JAP) x Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) x Alejo Muniz (BRA)9 – Leonardo Fioravanti (ITA) x vencedor R1 H110 – Morgan Cibilic (AUS) x Cole Houshmand (EUA)11 – George Pittar (AUS) x Alan Cleland (MEX)12 – Samuel Pupo (BRA) x Jake

    Nona etapa do CT abre janela em Trestles, Califórnia (EUA), com dez brasileiros e ondas de até 2 metros. Novo swell ganha força entre os dias 16 e 18.

    Há mais de 30 anos, Pete Beukes chegou a Lamberts Bay, na costa oeste da África do Sul, para trabalhar como mergulhador de diamantes. No caminho, encontrou também uma costa bruta, isolada e repleta de ondas. Décadas depois, ele retorna a esse universo ao lado do filho, Eli Beukes. A história dos dois é o fio condutor de Rough Diamonds, novo filme de surfe produzido pela Now Now Media. Com 31 minutos de duração, a produção acompanha pai e filho por uma das regiões mais selvagens do litoral sul-africano, combinando sessões de surfe, estrada e a relação construída entre duas gerações. A ligação de Pete com a região começou no início dos anos 1990. Depois de deixar a Marinha e seguir para Lamberts Bay para trabalhar como mergulhador de diamantes, ele descobriu uma costa exposta ao Atlântico, marcada por água fria, isolamento e ondas de qualidade. Anos mais tarde, é Eli quem recebe do pai os segredos acumulados durante décadas de exploração. Mas Rough Diamonds não apresenta a viagem como uma simples busca por ondas perfeitas. A própria geografia da costa oeste impõe dificuldades e transforma a jornada em parte importante da narrativa. Ondas pesadas, natureza praticamente intocada e longos deslocamentos ajudam a construir o cenário para a história de Pete e Eli. Além dos dois protagonistas, o filme conta com participações de Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy Smith. A direção e o roteiro são de Will Bendix, com fotografia de Alan van Gysen e produção da Now Now Media. O projeto é apresentado pela Monster Energy em associação com a O’Neill. Rough Diamonds estreia nesta sexta-feira (11) e está disponível gratuitamente no YouTube. Ficha técnica Filme: Rough DiamondsDuração: 31 minutosCom: Eli Beukes, Pete Beukes, Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy SmithNow Now Media: @nownowmediaEli Beukes: @elibeukesApresentado por: Monster Energy, em associação com O’NeillRoteiro e direção: Will BendixDireção de fotografia: Alan van GysenProdução executiva: Ryan FranklinProdução: Alan van Gysen Trilha sonora “Werner Meets Egberto” | Guy Buttery“Understanding Happiness” | Rafi B Levy“Earthstrong” | Hattamitsunami

    Novo filme Rough Diamonds acompanha Pete e Eli Beukes em uma jornada de surfe pela costa oeste da África do Sul, região de ondas pesadas e cenários praticamente intocados.

    A história e a evolução das pranchas de surfe estarão no centro das atenções no próximo dia 19 de setembro, em Santos (SP). A segunda edição do Shapers Surf Fest reúne shapers, fabricantes, surfistas e marcas na Casa da Frontaria Azulejada, no Centro Histórico da cidade, das 13h às 22h. O evento contará com 28 expositores de diferentes estados e também do exterior, apresentando desde longboards até modelos de alta performance, além de acessórios e novidades do mercado. O público poderá conhecer as pranchas de perto, conversar diretamente com os profissionais responsáveis pela produção e também adquirir equipamentos durante o encontro. Um dos destaques desta edição será a homenagem aos shapers que começaram a produzir pranchas na região durante a década de 1970. Mais de 25 nomes já estão confirmados para participar da celebração, que pretende aproximar os pioneiros de diferentes gerações de profissionais ligados à fabricação de pranchas. A programação também terá rodas de conversa com shapers e profissionais do mercado, abordando a evolução dos equipamentos, histórias do surfe e os rumos da indústria. A sustentabilidade na produção de pranchas será outro tema colocado em discussão ao longo do evento. Além da programação ligada diretamente ao surfe, o Shapers Surf Fest terá área gastronômica, sorteios e atividades para o público. O encerramento será musical, com Binho Nunes, ex-surfista profissional, ao lado de Neco Carbone e Edinho Leite. A segunda edição é realizada por Luke Franco, Dêmi Viola e Bruno Esposito. O Waves é parceiro de mídia do evento. Shapers Surf Fest 202619 de setembroDas 13h às 22hCasa da Frontaria AzulejadaCentro Histórico de Santos (SP) Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Shaper’s Surf Fest (@shaperssurffest)

    Segunda edição do Shapers Surf Fest reúne 28 expositores, homenageia pioneiros da fabricação de pranchas e promove encontro entre diferentes gerações do surfe no dia 19 de setembro, em Santos (SP).

    O havaiano Makana Pang escreveu seu nome na história de Desert Point nesta quarta-feira (9). Ele venceu a edição indonésia do Capítulo Perfeito, primeiro evento de surfe realizado na famosa esquerda de Lombok, e fechou a decisão com a única nota 10 do dia. Os brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Foram seis horas consecutivas de ação em ondas com cerca de 2 metros. Oito convidados tiveram praticamente livre uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta, cenário que recebeu pela primeira vez um evento desta dimensão. Makana já havia mostrado força nas primeiras fases. Depois de marcar 9,17 em uma de suas ondas, o havaiano chegou à final diante de Bruno Santos, Ícaro Ronchi e do indonésio Usman Trioko. Os dois brasileiros acumularam notas acima de 8 pontos ao longo do evento, mas foi Pang quem encontrou, na decisão, o tubo mais longo e tecnicamente exigente do dia para arrancar a nota máxima dos juízes. Com 17,57 pontos, Makana ficou com a vitória. Bruno terminou muito próximo, com 16,76, seguido por Ícaro, com 15,43, e Usman, com 10,60. Além da conquista em Desert Point, o havaiano garantiu um wildcard direto para o Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. “Fazer parte do primeiro evento de surf de sempre em Desert Point foi uma honra. E conseguir um 10 perfeito na final foi um sonho tornado realidade. Estar ali com apenas mais três pessoas na água é provavelmente uma das coisas mais loucas que já vivi no surf. Esta onda é imbatível. Estou muito feliz e muito grato” Brasileiros chegam fortes à final Bruno Santos e Ícaro Ronchi foram dois dos grandes nomes do dia. Bruninho, profundo conhecedor de Desert Point, chegou a registrar o maior somatório de uma bateria em todo o evento: 18,24 pontos, na segunda passagem pela água. Ícaro veio logo atrás na mesma bateria, com expressivos 17,93. Os resultados oficiais mostram que ambos avançaram para a final em grande fase. A presença de Ícaro na decisão teve ainda um ingrediente especial. Convocado de última hora, ele ocupou a vaga deixada por Bruno Santos na lista de wildcards depois que Bruninho passou a ocupar uma vaga pelo seeding, em consequência da desistência de Nic von Rupp. Ícaro aproveitou a oportunidade e terminou o evento no terceiro lugar. Pedro Calado foi o terceiro brasileiro no evento. Ele somou 8,60 pontos na primeira bateria e melhorou para 11,80 na segunda, mas não conseguiu avançar à final. Tubos decidem tudo Como manda o formato do Capítulo Perfeito, apenas o tempo e a qualidade dentro dos tubos foram considerados pelos juízes, sem pontuação para manobras. É a característica que acompanha o evento desde sua primeira edição, realizada em 2012. Antes da entrada dos oito convidados, o dia começou com uma bateria especial dedicada aos surfistas de Desert Point. Diki Wahyudi venceu o Local Heat com 5,77 pontos, seguido por Ilham Sukron, com 4,00. A organização também tomou uma decisão inédita em relação aos 10 mil euros de premiação. O valor, originalmente reservado ao vencedor, foi dividido entre todos os participantes. Segundo Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito, a escolha refletiu a proposta de compartilhar a experiência proporcionada pelas condições encontradas em Lombok. “Hoje, todos os surfistas saíram daqui a sentir-se vencedores e, por isso, o prize money é dividido por todos. Conseguimos envolver a comunidade local e isso deixa-nos particularmente felizes”, afirmou Rui. Estreia internacional Desert Point marcou ainda um novo capítulo na história do evento. Em sua 12ª edição, foi a primeira vez que o Capítulo Perfeito saiu de Portugal. A estreia internacional terminou justamente com aquilo que define sua proposta: condições tubulares e uma nota 10 na bateria decisiva. Com a vitória, Makana Pang agora tem encontro marcado com Carcavelos em 2027. Em Lombok, o havaiano entrou para a história como o primeiro vencedor de um evento de surfe realizado em Desert Point. Resultado final do Capítulo Perfeito 2026 – Desert Point Melhor tubo: Makana Pang (HAV) – 10,00 pontos

    Havaiano Makana Pang vence primeiro evento de surfe realizado em Desert Point com nota 10 na final. Brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminam em segundo e terceiro.

    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta é palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Clique aqui para acompanhar as notas ao vivo Clique aqui para saber tudo sobre o evento Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial, com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado, Bruno Santos e Ícaro Ronchi. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito.

    Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles três brasileiros. Confira ao vivo.