Surf Abu Dhabi Pro 2025

Seis brasileiros nas oitavas

Primeiro dia do Surf Abu Dhabi Pro 2025 termina com seis brasileiros classificados para as oitavas de final. Cinco são eliminados.
Surf Abu Dhabi Pro 2025, Abu Dhabi, Emirados Árabes

Começou nesta sexta-feira (14) o Surf Abu Dhabi Pro 2025, segunda etapa do CT na temporada. Disputas aconteceram durante o dia e também ao longo da noite na piscina de ondas dos Emirados Árabes. Só os homens competiram e seis brasileiros avançaram às oitavas de final, enquanto cinco se despediram do evento. Próxima chamada acontece à 0h (de Brasília) deste sábado (15).

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A prova teve início com vento forte, bom para a esquerda e ruim para a direita, que ficou com tubos espremidos e esfarelados. Com o passar do tempo o vento amenizou e as condições melhoraram. Campeão na piscina de ondas da Califórnia (EUA) em 2021, Filipe Toledo foi o melhor brasileiro no dia. Filipinho duelou contra Ian Gouveia e o francês Margo Mignot. Ele venceu a décima bateria com 14.50 pontos no somatório. Na Round 1 cada atleta surfa duas direitas e duas esquerdas, colocando a maior nota de cada lado no somatório. O vencedor avança às oitavas de final e os outros dois caem para a repescagem.

Filipe conquistou suas maiores notas nas duas primeiras apresentações. A direita valeu 7.83 pontos. Ele evitou o primeiro tubo, mas passou por dentro do segundo e, contando com ele, executou 12 manobras no total. Na esquerda o melhor momento foi o primeiro canudo. O brasileiro até demorou um pouco para entrar, mas uma vez lá dentro sumiu e saiu limpo. Errou a manobra aérea no final e anotou 6.67 pontos para assumir a primeira posição e não sair mais. O atleta caiu na segunda manobra na segunda direita e só caiu na manobra aérea da última seção da segunda esquerda (6.33).

Ian terminou a disputa em segundo lugar. Ele conquistou duas notas na casa dos 5 pontos nas primeiras atuações (5.03 e 5.00) e depois não conseguiu trocar. Tanto na direita, quanto na esquerda ele errou manobras na última seção. O brasileiro caiu da prancha no início das duas ondas seguintes. Marco Mignot fez uma bateria ruim. Cometeu muitos erros ao longo de suas apresentações e sua maior nota foi 5.00 pontos, conquistada na segunda direita.

Italo conquista primeira vitória – O primeiro representante brasileiro garantido nas oitavas de final do Surf Abu Dhabi Pro 2025 foi Italo Ferreira. Terceiro colocado na primeira etapa do CT, o campeão mundial de 2019 voou alto em sua estreia na segunda etapa da elite e venceu a bateria. Convidado para a etapa, o indonésio Bronson Meydi ficou em segundo lugar e o australiano Joel Vaughan em terceiro.

Italo fez suas maiores notas nas suas duas ondas iniciais e deixou os adversários correndo atrás dele. Depois de Bronson abrir o duelo com 7.17 pontos numa atuação pra direita que teve Alley Oop, Italo viu Joel não completar o segundo tubo da esquerda. O brasileiro estreou na sequência e teve uma pegada mais agressiva, anotando 5.50 mesmo sem completar o segundo canudo da direita.

Na sequência o indonésio errou e o australiano cresceu na bateria. Joel anotou 6.17 em sua primeira direita. A atuação também teve Alley Oop. Italo também executou essa manobra em sua segunda atuação, porém foi mais alto. O brasileiro anotou 7.40 na esquerda e assumiu a liderança.

O atual campeão mundial Bronson voou alto na direita, mas caiu da prancha. O indonésio até melhorou o somatório em sua segunda esquerda (4.13), porém não saiu do segundo lugar. Joel não trocou nota e também caiu para a repescagem ao terminar na terceira posição no duelo.


Yago também vence – Yago Dora venceu a sétima bateria Surf Abu Dhabi Pro 2025. Ele fez suas melhores atuações nas esquerdas e mandou Samuel Pupo (2º) e o norte-americano Cole Houshmand (3º) para a repescagem.

A melhor apresentação da primeira rodada foi conquistada por Yago Dora. O atleta começou na direita, errou aéreo no final da onda e abriu com 4.00 pontos. Yago completou a esquerda com várias manobras, uma delas um voo quando evitou o segundo tubo e acelerou para decolar. A atuação valeu a nota 7.00, porém ele ficou atrás de Cole, norte-americano que colocou duas notas na casa dos 5 pontos (5.50 e 5.67) no somatório em suas performances iniciais. Samuel começou na direita e ia bem, porém após uma batida ficou atrasado pro tubo e caiu dentro dele (4.67). Ele foi melhor na esquerda, mas os 5.47 não tiraram o atleta da terceira posição.

Samuel foi para a sua segunda direita precisando de 5.70 para assumir a liderança. O brazuca fez a onda até errar o aéreo após a segunda seção de tubo. A nota 5.57 não foi suficiente para ele chegar na primeira posição. Na sequência o norte-americano foi pra esquerda, errou aéreo na última parte da onda e não trocou nota (4.90).

Yago voltou a errar um aéreo na parte final da direita. O surfista fez uma sequência de dez manobras, sendo nove batidas, mas não completou o último ataque. Ele anotou 5.20 pontos e foi pra liderança. Samuel então foi para sua última participação no confronto. Ele surfou pra esquerda e precisava de 6.64 para pular a repescagem. O brazuca fez a onda inteira, comemorou no final, porém a nota ficou abaixo do esperado (6.43).

Em terceiro lugar, Cole foi para sua última onda na necessidade de 6.54 para avançar às oitavas de final. O surfista errou um reverse na última seção da onda e anotou 6.27, nota que manteve o surfista na terceira posição. Yago foi para a última apresentação da disputa com a primeira posição já garantida. O atleta teve uma pegada diferente da performance anterior de frontside, porém errou o voou na seção final e não mexeu no somatório (6.80).


Oito brazucas na repescagem – Além de Samuel e Ian, outros seis brasileiros caíram para a primeira fase eliminatória do evento. O Surf Abu Dhabi Pro 2025 começou com vitória de um australiano. Connor O’Leary foi mais consistente e seguro na primeira bateria do evento e ficou com vaga nas oitavas de final. O norte-americano Jake Marshall ficou em segundo e Edgard Groggia em terceiro.

A melhor atuação da bateria foi a segunda direita de Connor. Ele executou várias manobras. A primeira seção de tubo não funcionou e a segunda ofereceu pouco tempo entocado. A performance valeu 6.00 pontos. Edgard não completou três das quatro ondas. Sua melhor atuação aconteceu na segunda esquerda, quando arricou tudo na parte final, voou, mas caiu e anotou 3.03 pontos.

Miguel perde na estreia – Miguel Pupo até começou bem a segunda bateria do Surf Abu Dhabi Pro 2025, porém caiu de produção e ficou em segundo lugar. Quem ficou com a vaga nas oitavas de final foi o havaiano Jackson Bunch. O novato na elite fez a melhor onda da disputa, com direito a Alley Oop, e avançou. Bicampeão do Pipe Pro, o havaiano Barron Mamiya não conseguiu ser expressivo, cometeu erros e terminou em terceiro lugar.

Miguel foi o segundo atleta a surfar na disputa. Ele foi primeiro pra esquerda e fez aquela que seria sua melhor onda no duelo. O brazuca executou três manobras de saída, depois ficou fundo num tubo e por um bom tempo, depois acertou um floater, rasgou, bateu e ficou um pouco pra trás, porém acelerou, fez o segundo canudo na onda e caiu quando bateu chutando a rabeta. A performance valeu 6.00 pontos. Miguel também errou a finalização na primeira direita, porém fez um bom trabalho até chegar lá e anotou 5.30 pontos.

O brasileiro caiu no segundo tubo da segunda esquerda e viu os adversários crescerem. Barron chegou perto de assumir a liderança, porém precisava de 6.47 e anotou 6.23 na segunda direita. Barron não conseguiu superar Miguel, mas Jackson sim. Ele necessitava de 5.54 para vencer e fez boa esquerda com direito a Alley Oop após evitar o segundo tubo e acelerar. A performance valeu 7.33 e a liderança. Miguel ainda teve uma última chance. Ele precisava de 7.11 para vencer a disputa, mas caiu no terceiro ataque de backside e foi pra repescagem.

Ethan supera Mateus – Grande parte da torcida brasileira ficou empolgada desde que foi confirmado o convite para Mateus Herdy participar do Surf Abu Dhabi Pro 2025. Porém o brasileiro não conseguiu superar o australiano Ethan Ewing na primeira fase e caiu para a repescagem junto com o sul-africano Matthew McGillivray (3º).

Mateus fez suas duas melhores atuação em suas duas ondas iniciais. Ele abriu a disputa numa direita que teve Alley Oop não muito alto no final e que valeu 6.50 pontos. Na esquerda ele também fez bom trabalho e anotou 5.67 pontos.

Ethan fez ataques expressivos na sua primeira atuação no confronto. No total o australiano executou 12 manobras na direita, incluindo um tubo fundo na penúltima seção. Ele conquistou 7.50 pontos. O atleta fechou a primeira rodada de atuações com 6.23 pontos na esquerda. Ethan voltou a fazer bom trabalho tanto na direita (7.13), quando na esquerda (6.17), mas não mexeu no somatório.

Mateus foi para a sua segunda direita precisando de 8.06 para vencer, porém caiu da prancha no terceiro ataque. Depois o brasileiro partiu para a esquerda na necessidade de 7.24 para evitar a repescagem. Mateus teve um início mais agressivo, fez um bom tubo e evitou o segundo para voar, porém caiu sentado na prancha e a nota 4.27 não entrou no somatório. Ele ficou em segundo lugar e foi para a repescagem com Matthew, que teve como melhores atuações 5.60 na segunda esquerda e 5.50 na primeira direita.

Deivid superado no Round 1 – Não deu para Deivid Silva na oitava bateria da primeira fase do Surf Abu Dhabi Pro 2025. O brasileiro só completou uma de suas quatro ondas e terminou em terceiro lugar. O sul-africano Jordy Smith venceu e o havaiano Seth Moniz ficou na segunda posição.

Deivid fez bons ataques em sua primeira direita, porém após entrar atrasado no primeiro tubo, ficou pra trás do segundo e pulou da prancha. A estreia valeu 4.83 pontos. Na esquerda ele errou uma pancada após sair do primeiro canudo (3.07). O brasileiro completou sua segunda direita na bateria, mas precisava de 8.33 e os 5.50 não mudaram sua situação no confronto. Deivid foi para sua última oportunidade e não conseguiu acompanhar a esquerda após o terceiro ataque.

Seth estreou na esquerda e caiu da prancha depois de bater e voltar atrasado pra onda (2.83). O havaiano melhorou na direita (5.50) e voltou a errar na esquerda (3.47). Seth não trocou nota (5.33) na segunda direita e ficou em segundo lugar.

Jordy Smith começou na direita e anotou 7.00 pontos, a maior nota do confronto. O sul-africano ficou fundo no primeiro tubo e fez ataques potentes. Jordy caiu da prancha na segunda direita e não teve destaque nas esquerdas, porém anotou 4.77 na melhor delas e venceu a bateria.


Alejo sofre derrota – A nona bateria do Round 1 Masculino do Surf Abu Dhabi Pro 2025 teve a participação de Alejo Muniz. O brasileiro não foi bem, terminou em último lugar e caiu para a repescagem junto com o australiano Ryan Callinan, que ficou na segunda posição. O indonésio Rio Waida completou todas suas quatro ondas, venceu e garantiu vaga nas oitavas de final.

Alejo foi o primeiro surfista a atuar na bateria. O destaque dele na direita foi o tubo profundo surfado na penúltima seção da onda. Ele ainda voou com pouca altura, aterrissou de rabeta e completou a manobra. A performance valeu 5.67 pontos. Alejo caiu da prancha na segunda seção de tubo de sua primeira esquerda (4.27). O brasileiro foi para sua segunda direita na necessidade de 9.07 pontos. O atleta fez uma linha diferente, errou o aéreo na última seção e não agradou os juízes (3.50). Sua última participação no confronto aconteceu na esquerda. Ele necessitava de 8.47, caiu da prancha no segundo ataque após o primeiro tubo (3.90) e não saiu do terceiro lugar.

Ryan caiu da prancha na segunda seção de tubo de sua primeira esquerda e depois caiu dentro do segundo canudo da direita. O australiano tentou voltar pro jogo na segunda atuação de frontside. Ele precisava de 8.71 e foi agressivo, porém voltou a ser derrubado da prancha no tubo e anotou apenas 6.00 pontos. O aussie fechou sua participação no confronto na direita. Ele buscava no mínimo 8.14 e anotou 1.77 para terminar em segundo lugar. Ryan tentou botar pra dentro do primeiro tubo, porém ficou fora e caiu da prancha.

Rio dominou a disputa. O indonésio conquistou 6.67 nas duas atuações iniciais e trocou as duas notas nas performances seguintes. Na segunda direita ele arriscou mais e colocou 7.47 no placar. Dentro da atuação ele rasgou invertendo a direção da prancha, voou com pouca altura no meio da onda com reverse e bateu chutando a rabeta por cima da crista. Ele fechou sua participação na bateria na esquerda e com 6.87 pontos.


Liam bate João – O Surf Abu Dhabi Pro 2025 não começou bem para João Chianca. O brasileiro terminou em último lugar na 12ª bateria da primeira fase masculina. O australiano Liam O’Brien venceu e deixou o marroquino Ramzi Boukhiam na segunda posição.

João começou com fortes ataques de frontside na direita, e após dez manobras ele bateu, chutou a rabeta e caiu. A performance valeu 4.33 pontos. A primeira atuação de backside na disputa valeu 6.50. O brazuca surfou dois tubos profundos e aplicou outras sete manobras. Ele passou a primeira rodada em segundo lugar.

O brasileiro foi para a segunda atuação na direita na necessidade de 5.38 para assumir a liderança, porém entrou no tubo depois de três ataques e caiu perto da saída (2.50). A última chance de João era a segunda esquerda. Ele precisava de 8.37 para vencer. O atleta ia bem, fez um tubo longo e profundo, porém caiu da prancha na segunda manobra seguinte. Ele conquistou 4.07 e não saiu da terceira posição.

Liam e Ramzi trocaram de posições em alguns momentos da bateria. O australiano não foi bem nas atuações iniciais, porém cresceu no duelo. Ele foi pra segunda direita na necessidade de 6.47 para liderar. O aussie manobrou forte, além de ter ficado fundo em alguns momentos do primeiro tubo. A performance valeu 7.00 pontos e ele foi para a primeira posição.

Ramzi, que iniciou com 6.17 na esquerda e depois anotou 5.07 na direita, precisava de 6.71 para reassumir o primeiro posto. O marroquino manobrou forte na esquerda e mesmo perdendo o segundo tubo conquistou 6.80 pontos. Liam foi pra sua segunda esquerda na necessidade de 4.87 para tomar a primeira posição de Ramzi. O australiano fez três manobras, pegou o tubo, depois executou mais três ataques, ficou na porta do segundo canudo e acertou outra pancada. Ele conquistou 5.70 e voltou para a liderança.

Ramzi foi para a última atuação buscando no mínimo 5.91 para vencer. O atleta foi pra direita, manobrou forte no início, ficou na porta do tubo, depois fez quatro ataques antes de perder o canudo seguinte. O marroquino vibrou, porém os 5.03 pontos não mudaram sua situação no confronto e ele foi para a repescagem junto com João.

Brasileiros dominam repescagem – Três brasileiros se salvaram na repescagem. Miguel Pupo, Deivid Silva e Mateus Herdy avançaram na piscina de ondas dos Emirados Árabes e se juntaram a Filipe Toledo, Italo Ferreira e Yago Dora nas oitavas de final. Round teve 24 atletas e apenas 4 seguiram vivos na competição. O outro surfista classificado foi o australiano Joel Vaughan.

Cada atleta surfou uma direita e uma esquerda e a melhor nota foi para o placar. Deivid Silva foi o primeiro brazuca a fazer boa apresentação na repescagem. Ele não foi bem na direita. Após três manobras ele procurou o tubo, mas ficou na porta. Depois foi mais agressivo e chegou a derrapar, mas voltou pro trilho e fez o link com forte pancada passando a rabeta por cima da crista. Na sequência buscou o tubo, mas não saiu. Ele abriu com 3.70 pontos.

Na esquerda a história foi outra. Depois de manobrar três vezes e quase perder o tubo, o brasileiro ficou entocado, saiu limpo, fez mais três ataques e acelerou para voar muito alto num Alley Oop e aterrissar com perfeição. A atuação valeu 7.40 pontos.


Miguel também aproveita a esquerda – Miguel foi o segundo brasileiro a se apresentar bem na fase e a terminar a apresentação entre os quatro primeiros. Ele aproveitou toda a direita. O atleta foi seguro, não cometeu erros, porém seus dois tubos foram pouco profundos. Naquele momento ele precisava de 6.50 e a atuação valeu 6.17 pontos.

O brazuca foi melhor na esquerda. Surfando de frontside, Miguel manobrou três vezes, depois passou por um tubo sem ficar tão fundo, na sequência rasgou, bateu, executou outra pancada forçando a rabeta e partiu para o canudo. Na saída ele voou jogando a rabeta pro alto e completando o giro na base. A atuação valeu 7.77 e ele assumiu a liderança naquele momento.


Samuel entra, mas é retirado por Mateus – Irmão de Miguel, Samuel também colocou os pés nas oitavas, mas foi retirado por Mateus Herdy. Samuca entrou na água precisando de 6.81 para figurar entre os quatro primeiros. Ele arriscou na direita, fez manobras invertendo a direção da prancha e foi até o final sem erros. Os tubos não foram tão profundos, mas passou ileso e voou com pouca altura na última seção. A nota 6.50 não mudou sua história na competição.

O brasileiro também fez bom trabalho na esquerda. Samuel surfou de backside e ficou mais fundo nos canudos. O brasileiro comemorou bastante a atuação e assumiu a quarta posição com 7.07 pontos.

Mateus Herdy entrou na água em seguida. Ele foi o penúltimo atleta a competir e precisava superar a pontuação de Samuel. A apresentação dele na direita teve Alley Oop como principal manobra. O brasileiro surfou apenas um tubo rápido e sem muita profundidade e fez outros oito ataques. Ele precisava de 7.08 para assumir a quarta posição da repescagem e conquistou 7.37, nota que tirou Samuel da lista dos classificados. Mateus não foi bem na esquerda. Após três manobras entrou no tubo e não saiu.

Miguel e Deivid já podiam comemorar suas vagas nas oitavas de final, porém Mateus não, já que Leonardo Fioravanti ainda ia pra água. Mas o italiano não foi bem, acabou eliminado e garantiu Mateus na fase dos 16 melhores do evento.

Cinco brasileiros fora – Samuel foi um dos cinco brasileiros eliminados na repescagem. Os outros foram Ian Gouveia, Alejo Muniz, João Chianca e Edgard Groggia.

Edgard abriu a repescagem na direita. O brasileiro teve uma pegada agressiva e executou algumas manobras boas. Ele tentou surfar o primeiro tubo, mas ficou na boca e evitou o segundo para acelerar e voar. Edgard acertou um Alley Oop e ainda teve espaço pra voar novamente, porém não completou a manobra.

O brasileiro abriu a esquerda com três manobras, entrou um pouco atrasado no tubo e ficou na porta. Depois perdeu a linha da onda e optou por acelerar e voar, porém caiu da prancha. Ele conquistou 5.00 pontos tanto na direita quanto na esquerda.

Alejo também dá adeus – Alejo Muniz executou três manobras no início da direita, depois surfou um tubo sem profundidade e fez mais três ataques, um deles muito bom. Na sequência ele evitou a segunda seção de canudo e voou, mas não completou a manobra. A performance foi 4.23 pontos. O atleta surfou melhor de backside, na esquerda. Apesar de não ter ficado muito fundo nos tubos, ele fez manobras mais agressivas, porém não conseguiu ficar entre os quatro melhores com a nota 5.23 pontos.

Ian passa por dentro, mas não avança – Ian foi muito bem nos dois tubos da direita. Ele ficou fundo e saiu sem dificuldade. Além de passar por dentro ele também fez sete ataques de borda. A atuação valeu 5.33 pontos. O brasileiro foi para o tudo ou nada na esquerda. Ele iniciou a performance com duas rasgadas, depois ficou fundo no canudo, rasgou, bateu e depois agarrou um pouco na crista em outra pancada. Em seguida ele acelerou e voou alto, mas caiu na aterrissagem. Ele conquistou 4.03 e se despediu da prova.

João para dentro dos tubos – João Chianca começou bem a atuação na direita. Ele bateu, depois rasgou derrapando a rabeta e executou outra pancada antes de ficar fundo no tubo. O brasileiro saiu, acertou mais três batidas e entrou no segundo canudo, mas não encontrou a saída. A nota foi 5.03 pontos. A esquerda era a última chance para avançar, porém o brasileiro não saiu do primeiro tubo e se despediu da prova.

Programação para sábado – Segundo dia da etapa, sábado terá início à 0h07 (de Brasília) com a primeira fase das mulheres. Logo depois, às 6h acontece as oitavas de final do Masculino. A repescagem do Feminino será realizada na noite de sábado nos Emirados Árabes.

Surf Abu Dhabi Pro 2025
Round 1 Masculino

1 Connor O’Leary (JAP) 10.87 x Jake Marshall (EUA) 9.83 x Edgard Groggia (BRA) 4.96

2 Jackson Bunch (HAV) 13.10 x Miguel Pupo (BRA) 11.30 x Barron Mamiya (HAV) 11.06

3 Jack Robinson (AUS) 12.96 x George Pittar (AUS) 10.73 x Ian Gentil (HAV) 8.17

4 Ethan Ewing (AUS) 13.73 x Mateus Herdy (BRA) 12.17 x Matthew McGillivray (AFR) 11.10

5 Griffin Colapinto (EUA) 14.57 x Imaikalani deVault (HAV) 10.27 x Kauli Vaast (FRA) 9.03

6 Italo Ferreira (BRA) 12.90 x Bronson Meydi (IND) 11.30 x Joel Vaughan (AUS) 10.50

7 Yago Dora (BRA) 12.20 x Samuel Pupo (BRA) 12.00 x Cole Houshmand (EUA) 11.94

8 Jordy Smith (AFR) 11.77 x Seth Moniz (HAV) 8.97 x Deivid Silva (BRA) 8.57

9 Rio Waida (IND) 14.34 x Ryan Callinan (AUS) 10.63 x Alejo Muniz (BRA) 9.94

10 Filipe Toledo (BRA) 14.50 x Ian Gouveia (BRA) 10.03 x Marco Mignot (FRA)8.77

11 Kanoa Igarashi (JAP) 13.87 x Leonardo Fioravanti (ITA) 13.66 x Alan Cleland (MEX) 6.20

12 Liam O’Brien (AUS) 12.70 x Ramzi Boukhiam (MAR) x 11.87 x João Chianca (BRA) 10.83
Repescagem
Os quatro melhores avançaram às oitavas de final

1 Miguel Pupo (BRA) 7.77

2 Joel Vaughan (AUS) 7.60

3 Deivid Silva (BRA) 7.40
4 Mateus Herdy (BRA) 7.37
5 Samuel Pupo (BRA) 7.07

6 Leonardo Fioravanti (ITA) 6.87

7 George Pittar (AUS) 6.80

8 Matthew McGillivray (AFR) 6.50

9 Ramzi Boukhiam (MAR)6.37

10 Jake Marshall (EUA) 6.33

11 Ryan Callinan (AUS) 6.17

12 Kauli Vaast (FRA) 5.77

13 Cole Houshmand (EUA) 5.57

14 Ian Gentil (HAV) 5.40

15 Ian Gouveia (BRA) 5.33
16 Alejo Muniz (BRA) 5.23
17 João Chianca (BRA) 5.03
18 Edgard Groggia (BRA) 5.00

19 Barron Mamiya (HAV) 4.93

20 Bronson Meydi (IND) 4.87

21 Alan Cleland (MEX) 4.83

22 Seth Moniz (HAV) 4.70

23 Imaikalani deVault (HAV) 4.60

24 Marco Mignot (FRA) 4.43

Oitavas de final

1 Ethan Ewing (AUS) x Deivid Silva (BRA)

2 Jordy Smith (AFR) x Miguel Pupo (BRA)

3 Griffin Colapinto (EUA) x Jackson Bunch (HAV)

4 Rio Waida (IND) x Connor O’Leary (JAP)

5 Italo Ferreira (BRA) x Mateus Herdy (BRA)

6 Filipe Toledo (BRA) x Kanoa Igarashi (JAP)

7 Jack Robinson (AUS) x Liam O’Brien (AUS)

8 Yago Dora (BRA) x Joel Vaughan (AUS)

Round 1 Feminino

1 Brisa Hennessy (CRI) x Lakey Peterson (EUA) x Bella Kenworthy (EUA)

2 Caroline Marks (EUA) x Isabella Nichols (AUS) x Luana Silva (BRA)

3 Caitlin Simmers (EUA) x Bettylou Sakura Johnson (HAV) x Macy Callaghan (AUS)

4 Molly Picklum (AUS) x Johanne Defay (FRA) x Vahine Fierro (FRA)

5 Tatiana Weston-Webb (BRA) x Gabriela Bryan (HAV) x Sally Fitzgibbons (AUS)

6 Tyler Wright (AUS) x Sawyer Lindblad (EUA) x Erin Brooks (CAN)

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    O Brasil ficou no topo das duas categorias de maior onda do Big Wave Challenge 2025/26. Rodrigo Koxa venceu a Maior Onda Masculina, enquanto Michelle des Bouillons conquistou a Maior Onda Feminina na cerimônia realizada no último sábado (19) no Lido Theater, em Newport Beach, Califórnia. Os dois troféus vieram de performances em Nazaré, Portugal, e carregam uma expectativa ainda maior. As ondas premiadas receberam medições preliminares que, caso sejam confirmadas e homologadas, podem estabelecer novos recordes mundiais no masculino e no feminino. Koxa volta ao topo Rodrigo Koxa conquistou o prêmio pela segunda vez na carreira com a onda surfada no dia 19 de dezembro de 2025, na Praia do Norte, em Nazaré. A onda vencedora recebeu uma medição preliminar de 29,15 metros. Caso a marca seja confirmada e homologada, o brasileiro poderá superar os 26,21 metros do alemão Sebastian Steudtner, atual detentor do recorde mundial. O brasileiro disputava a categoria com Lucas Chumbo e o francês Clément Roseyro. As três ondas finalistas foram surfadas em Nazaré. A conquista tem significado especial para Koxa. Em 2018, ele entrou para o Guinness World Records com uma onda de 24,38 metros surfada também em Nazaré. A marca permaneceu como recorde até ser superada por Steudtner. Agora, oito anos depois, Koxa volta a ter a possibilidade de ocupar o topo. Nas redes sociais, Koxa comemorou o bicampeonato e agradeceu à equipe que participou da onda vencedora, com destaque para Vitor Faria, responsável por colocá-lo na onda, além da spotter Laura Chichorro e de Victor Mascarenhas, no resgate. Michelle conquista segundo troféu Michelle des Bouillons completou a dobradinha brasileira com a vitória na Maior Onda Feminina. A carioca de 36 anos foi premiada pela onda surfada no dia 13 de dezembro de 2025, também na Praia do Norte, em Nazaré. A onda vencedora recebeu uma medição preliminar de 24,99 metros. Caso a marca seja confirmada e homologada, Michelle poderá superar os 22,40 metros de Maya Gabeira, atual recordista mundial feminina, em uma onda surfada no dia 11 de fevereiro de 2020 no mesmo pico português. Havia expectativa de que a medida de 24,99 metros fosse oficializada durante a cerimônia na Califórnia, mas isso não aconteceu. Assim, o recorde mundial permanece com Maya enquanto a marca de Michelle não for homologada. Michelle teve o marido Ian Cosenza como piloto de tow-in na onda premiada. A brasileira superou na categoria a francesa Justine Dupont e a italiana Michaela Fregonese, novamente com todas as ondas finalistas surfadas em Nazaré. Esta foi a terceira participação consecutiva de Michelle no Big Wave Challenge. Ela já havia vencido a categoria de Maior Onda em 2024 e ficou entre as finalistas em 2025. Noite de gala na Califórnia A cerimônia marcou a 26ª edição do Big Wave Challenge e distribuiu mais de US$ 100 mil em premiações. Além das categorias de Maior Onda, o evento reconhece performances em modalidades como Ride of the Year, Paddle, Wipeout of the Year e Surfer of the Year. Entre os outros resultados já confirmados, o britânico Tom Lowe, da Cornualha, conquistou o prêmio de Surfer of the Year masculino. Lowe estava entre os finalistas ao lado do sul-africano Grant Baker e do norte-americano Mason Barnes. Para o Brasil, a noite terminou com uma dobradinha nas maiores ondas da temporada. Koxa e Michelle deixam Newport Beach com os troféus nas mãos enquanto aguardam a definição sobre as medições de suas ondas. As marcas preliminares de 29,15 metros no masculino e 24,99 metros no feminino, caso sejam confirmadas e homologadas, podem estabelecer dois novos recordes mundiais. Confira mais informações em nossas próximas atualizações. Leia mais Ela soltou a corda. O resto é história.Michelle pode bater recorde mundialKoxa revive sonho de recorde em Déjà VuO passo a passo da medição Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Ian Cosenza (@iancosenza) Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Rodrigo Koxa (@rodrigokoxa)

    Brasil conquista as categorias de Maior Onda Masculina e Feminina com Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons, que ainda podem estabelecer também os novos recordes mundiais.

    Miguel Pupo é o campeão do Lexus Trestles Pro. O brasileiro protagonizou uma virada nos minutos finais da decisão desta sexta-feira (18), em Lower Trestles, na Califórnia (EUA), para derrotar o japonês Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 e conquistar sua segunda vitória na temporada 2026. Kanoa permaneceu na frente durante boa parte da bateria e chegou à reta final com 14.40 pontos. Miguel já tinha a melhor onda da decisão, um 8.50, mas ainda precisava de 5.90 para assumir a liderança. A oportunidade apareceu quando restavam cerca de seis minutos. Miguel atacou a direita de Trestles e recebeu 6.27 dos juízes. Com 14.77 no total, passou à frente e permaneceu na liderança até a buzina. O título é o segundo de Miguel nesta temporada. Em Bells Beach, na Austrália, o paulista já havia subido ao lugar mais alto do pódio. A vitória em Trestles é a terceira da carreira no Championship Tour, depois de Teahupoo, em 2022, e Bells Beach, em 2026. O resultado também levou Miguel à quarta colocação do ranking mundial. Caminho até o título Miguel começou sua campanha em Trestles com vitória sobre Ramzi Boukhiam no Round 2. Depois, superou Liam O’Brien no Round 3 e encontrou o compatriota Mateus Herdy nas quartas de final. Na semifinal, diante de Cole Houshmand, o brasileiro fez sua maior somatória no evento: 16.00 pontos, com notas 8.33 e 7.67. A vitória colocou Miguel na decisão contra Kanoa Igarashi. Do outro lado da chave, Kanoa havia eliminado Yago Dora na semifinal. Mesmo sem chegar à decisão, Yago deixou Trestles na liderança do ranking mundial. Brasil domina Top 5 O encerramento de Trestles deixou quatro brasileiros entre os cinco primeiros colocados do ranking masculino. Yago Dora assumiu a liderança, seguido pelo italiano Leonardo Fioravanti. Italo Ferreira aparece em terceiro, Miguel Pupo subiu para quarto e Gabriel Medina ocupa a quinta posição. A liderança de Yago e a quarta colocação de Miguel também aparecem no material pós-evento anexado. A etapa também definiu o corte para a sequência da temporada. Filipe Toledo garantiu permanência entre os 22 primeiros e segue para as próximas duas etapas, em Portugal e nas Filipinas. Mateus Herdy ficou abaixo da linha de corte e retorna ao CT em Pipeline, no Havaí, última etapa da temporada. Erin Brooks vence no feminino No feminino, Erin Brooks conquistou sua terceira vitória consecutiva no Championship Tour. A canadense derrotou Gabriela Bryan por 13.00 a 11.90 na final. Carissa Moore deixou Trestles na liderança do ranking feminino, com Gabriela Bryan na segunda posição. A brasileira Luana Silva ocupa o quinto lugar. Próximas etapas Portugal – 16 a 25 de outubroFilipinas – 31 de outubro a 10 de novembroPipeline (Havaí) – 8 a 20 de dezembro Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) 10.16 x 9.34 Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 9.73 x 9.67 Hayden Rodgers (EUA)3 – Oscar Berry (AUS) 12.73 x 11.26 Joel Vaughan (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) 11.40 x 11.27 Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Callum Robson (AUS) 12.27 x 8.83 Connor O’Leary (JAP)2 – Griffin Colapinto (EUA) 14.50 x 12.87 Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) 14.33 x 11.83 Oscar Berry (AUS)4 – Kauli Vaast (FRA) 12.20 x 10.53 Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) 14.43 x 11.77 João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) 14.26 x 12.40 Eli Hanneman (HAV)7 – Kanoa Igarashi (JAP) 17.00 x 12.40 Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) 12.37 x 11.50 Alejo Muniz (BRA)9 – Luke Thompson (AFS) 13.87 x 6.90 Leonardo Fioravanti (ITA)10 – Cole Houshmand (EUA) 14.00 x 5.40 Morgan Cibilic (AUS)11 – Alan Cleland (MEX) 13.26 x 11.67 George Pittar (AUS)12 – Jake Marshall (EUA) 13.53 x 12.83 Samuel Pupo (BRA)13 – Mateus Herdy (BRA) 12.00 x 11.83 Gabriel Medina (BRA)14 – Jack Robinson (AUS) 12.97 x 10.13 Seth Moniz (HAV)15 – Liam O’Brien (AUS) 15.10 x 14.43 Filipe Toledo (BRA)16 – Miguel Pupo (BRA) 13.20 x 12.16 Ramzi Boukhiam (MAR) Round 3 1 – Callum Robson (AUS) 12.83 x 11.03 Griffin Colapinto (EUA)2 – Yago Dora (BRA) 12.50 x 10.97 Kauli Vaast (FRA)3 – Marco Mignot (FRA) 13.70 x 13.37 Italo Ferreira (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.67 x 12.00 Ethan Ewing (AUS)5 – Cole Houshmand (EUA) 13.33 x 10.93 Luke Thompson (AFS)6 – Jake Marshall (EUA) 12.44 x 5.93 Alan Cleland (MEX)7 – Mateus Herdy (BRA) 14.10 x 9.84 Jack Robinson (AUS)8 – Miguel Pupo (BRA) 13.40 x 10.13 Liam O’Brien (AUS) Quartas de final 1 – Yago Dora (BRA) 11.67 x 8.16 Callum Robson (AUS)2 – Kanoa Igarashi (JAP) 15.67 x 10.26 Marco Mignot (FRA)3 – Cole Houshmand (EUA) 18.50 x 10.00 Jake Marshall (EUA)4 – Miguel Pupo (BRA) 15.83 x 13.50 Mateus Herdy (BRA) Semifinais 1 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.33 x 11.94 Yago Dora (BRA)2 – Miguel Pupo (BRA) 16.00 x 11.50 Cole Houshmand (EUA) Final 1 – Miguel Pupo (BRA) 14.77 x 14.40 Kanoa Igarashi (JAP) Feminino Round 1 1 – Brisa Hennessy (CRC) 10.90 x 10.10 Stephanie Gilmore (AUS)2 – Tya Zebrowski (FRA) 13.33 x 12.23 Alyssa Spencer (EUA)3 – Vahine Fierro (FRA) 12.16 x 11.50 Anat Lelior (ISR)4 – Yolanda Hopkins (POR) 11.96 x 11.37 Sally Fitzgibbons (AUS)5 – Tyler Wright (AUS) 10.67 x 7.17 Francisca Veselko (POR)6 – Bella Kenworthy (EUA) 13.33 x 10.77 Bettylou Sakura Johnson (HAV)7 – Eden Walla (EUA) 11.83 x 8.73 Nadia Erostarbe (ESP)8 – Caroline Marks (EUA) 15.67 x 12.50 Kirra Pinkerton (EUA) Round 2 1 – Gabriela Bryan (HAV) 14.07 x 13.50 Tya Zebrowski (FRA)2 – Luana Silva (BRA) 13.03 x 10.93 Tyler Wright (AUS)3 – Sawyer Lindblad (EUA) 15.34 x 8.74 Vahine Fierro (FRA)4 – Eden Walla (EUA) 12.00 x 10.50 Lakey Peterson (EUA)5 – Carissa Moore (HAV) 12.90 x 12.24 Brisa Hennessy (CRC)6 – Erin Brooks (CAN) 12.27 x 11.70 Caroline Marks (EUA)7 – Molly Picklum (AUS) 13.33 x 9.50 Yolanda Hopkins (POR)8 – Bella Kenworthy (EUA) 13.87 x 12.64 Caitlin Simmers (EUA) Quartas de final 1 – Gabriela Bryan (HAV)

    Com virada emocionante nos minutos finais, Miguel Pupo vence Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 na Califórnia, conquista segundo título na temporada e sobe para quarto no ranking mundial.

    Há ondas perfeitas espalhadas por praticamente todos os cantos do planeta. Point breaks extensos, tubos perfeitos sobre bancadas de coral, ondas gigantes e assustadoras, destinos cada vez mais remotos no mapa do surfe. Mas poucos lugares carregam o peso do Havaí. É ali que a história do surfe como conhecemos hoje começou muito antes de campeonatos, transmissões ao vivo, pranchas modernas ou qualquer ideia de uma indústria em torno do esporte. No arquipélago havaiano, deslizar sobre as ondas faz parte de uma tradição ancestral, profundamente ligada à cultura local. Mas não é preciso ser surfista para entender por que uma viagem ao Havaí ocupa um lugar especial no imaginário de tanta gente. Na ilha de Oahu, Waikiki reúne alguns dos cartões-postais mais conhecidos do Havaí, com sua extensa faixa de areia, águas cristalinas e a imponente cratera vulcânica de Diamond Head compondo a paisagem. Ao redor da praia, Honolulu oferece restaurantes, compras e vida noturna. E até quem nunca subiu em uma prancha pode experimentar o surfe nas ondas mais acessíveis de Waikiki. Do outro lado da ilha está um cenário completamente diferente. No North Shore, Haleiwa preserva o clima de uma surf town, com lojas, restaurantes e food trucks no caminho para algumas das praias mais famosas do planeta. É também nessa faixa de costa que quebram algumas das ondas mais impressionantes e desejadas do mundo. Ali, o surfe extrapola a água e ajuda a ditar o ritmo da vida ao redor do oceano, uma relação que faz do Havaí muito mais do que um destino de ondas. É justamente esse universo que inspira a campanha Na Onda Com BB Mastercard, criada sob o conceito “Onde o surfe encontra experiências extraordinárias”. A iniciativa une benefícios aos clientes, incentivo ao esporte e levará consumidores ao Havaí justamente no auge da temporada havaiana, quando as grandes ondas despertam no North Shore e alguns dos melhores surfistas do mundo estão na ilha. Clique aqui para participar Quando o North Shore desperta Durante o inverno do Hemisfério Norte, grandes tempestades formadas no Pacífico enviam ondulações poderosas em direção ao arquipélago. Quando essa energia encontra o North Shore de Oahu, algumas das ondas mais famosas do planeta ganham vida. É nessa época que a pequena faixa de costa passa a concentrar alguns dos melhores surfistas do mundo. Entre campeonatos, treinos e sessões de freesurf, atletas, fãs e fotógrafos dividem o mesmo cenário, enquanto boa parte das atenções do mundo do surfe se volta para o North Shore. E é justamente nesse momento que os clientes contemplados pela campanha Na Onda Com BB Mastercard estarão no Havaí, com a oportunidade de acompanhar ao vivo, em Pipeline, a etapa decisiva da temporada 2026 do Circuito Mundial da WSL. Sete milhas de história Em aproximadamente sete milhas de costa (cerca de 11 quilômetros) encontram-se picos como Waimea Bay, Sunset Beach e Pipeline, entre muitos outros. Essa concentração de ondas perfeitas e tão diferentes deu ao trecho um apelido que atravessa gerações: Seven Mile Miracle, o Milagre das Sete Milhas. Waimea teve papel fundamental no desenvolvimento do surfe moderno de ondas grandes. Sunset tornou-se um dos grandes campos de prova dos melhores surfistas do mundo. Mas foi outra onda, quebrando sobre uma rasa bancada de recife e muito próxima da areia, que se transformou no maior símbolo do North Shore: Pipeline. A onda que parecia impossível No início dos anos 1960, Pipeline ainda representava uma espécie de fronteira. Rápida, oca e quebrando sobre uma bancada rasa, a onda parecia especialmente ameaçadora para as grandes e pesadas pranchas da época. Em dezembro de 1961, uma sessão do californiano Phil Edwards, registrada pelo cineasta Bruce Brown, ajudaria a mudar essa história. Com a evolução das pranchas e das técnicas, Pipeline se transformou em um dos maiores símbolos do esporte. Gerry Lopez desenvolveu nos anos 1970 uma relação tão marcante com a onda que ganhou o apelido de Mr. Pipeline. Debaixo d’água, uma bancada rasa de recife ajuda a produzir as paredes espessas e os tubos que fizeram a fama do pico. Com swells maiores, entram em ação bancadas mais afastadas, conhecidas como Second Reef e Third Reef. Na visão do surfista, Pipeline quebra para a esquerda e Backdoor para a direita. E tudo acontece diante dos olhos de quem está na areia. O Brasil entra em cena Pipeline se transformou em um dos grandes palcos do surfe competitivo e, durante muitos anos, recebeu a última etapa da temporada. E o Brasil passou de coadjuvante a protagonista dessa história. Em 1976, Pepê Lopes já colocava o País em uma final em Pipeline. Em 1991, Fábio Gouveia venceu em Sunset Beach e quebrou outra barreira ao conquistar uma etapa da elite profissional em solo havaiano. A Brazilian Storm mudou definitivamente essa relação. Gabriel Medina conquistou em Pipeline, em 2014, o primeiro título mundial brasileiro. Adriano de Souza, o Mineirinho, foi campeão mundial e venceu o Pipe Masters em 2015. Três anos depois, Medina voltou ao Havaí para conquistar o bicampeonato. E então veio 2019. Dois brasileiros, Pipeline e um título mundial Italo Ferreira e Gabriel Medina chegaram à última bateria da temporada de 2019 com tudo em jogo. De um lado, Medina, já bicampeão mundial. Do outro, Italo em busca de seu primeiro título. A final do Pipe Masters definiria também quem seria o campeão do mundo. Dois brasileiros disputando o título mundial em uma das ondas mais emblemáticas do planeta. Italo venceu. Saiu de Pipeline campeão do Pipe Masters e campeão mundial pela primeira vez. Aquela cena talvez seja uma das melhores representações da transformação vivida pelo surfe brasileiro nas últimas décadas. O país que durante anos via o Havaí como território a ser conquistado passou a decidir entre seus próprios atletas quem seria o melhor surfista do mundo. Desde o primeiro título de Medina, em 2014, o Brasil acumulou oito títulos mundiais masculinos em 11 temporadas disputadas, com cinco campeões diferentes: Gabriel Medina, Adriano de Souza, Italo Ferreira, Filipe Toledo e Yago Dora. Mas a ligação entre Brasil e

    Berço do surfe, Havaí reúne ondas lendárias, paisagens paradisíacas e uma relação especial com o Brasil. Campanha Na Onda Com BB Mastercard leva clientes para viver essa experiência de perto.

    A Seleção Brasileira Júnior conquistou três medalhas no Surf City El Salvador ISA World Junior Surfing Championship 2026. A paranaense Luara Mandelli ficou com o bronze na Sub-18 Feminino, o paulista John Muller levou o cobre na Sub-18 Masculino e o Brasil terminou com o bronze por equipes, como a terceira melhor seleção entre os 56 países participantes da 22ª edição do Mundial Júnior da ISA. A principal competição de base do surfe no mundo começou com 420 surfistas. Apenas 11 países tiveram representantes entre os 24 atletas que disputaram as semifinais no domingo, em La Bocana. A Austrália ficou com o ouro por equipes, seguida por Estados Unidos, Brasil e Peru, repetindo as quatro primeiras posições do Mundial de 2025, no Peru. Luara repete feito de 20 anos atrás Na decisão da Sub-18 Feminino, Luara Mandelli chegou à final depois de superar a australiana Stella Green nas semifinais. Na disputa pelas medalhas, Leihani Zoric dominou com notas 8,17 e 7,83, somando 16,00 pontos para conquistar o ouro para a Austrália. Zoie Zietz, dos Países Baixos, ficou com a prata, com 12,77 pontos. Luara somou 8,44 e conquistou o bronze, enquanto a argentina Victoria Muñoz Larreta terminou com o cobre. Com o resultado, Luara repetiu um feito de 20 anos atrás. A paraibana Diana Cristina, a índia Tininha, havia conquistado o bronze no Mundial Júnior de 2006, realizado em Maresias, São Sebastião (SP). Luara tornou-se a segunda brasileira a conquistar uma medalha em 22 edições do Mundial Júnior da ISA. John Muller fica com o cobre O Brasil também disputou as medalhas na Sub-18 Masculino. John Muller venceu a primeira semifinal usando os aéreos. Ryan Martins também buscava uma vaga na decisão, mas o norte-americano Jett Maughan conseguiu uma onda nos minutos finais, acertou um aéreo e recebeu nota 9 para avançar junto com John. Na final, o brasileiro começou na frente com 5,67, mas Maughan e os australianos Ocean Lancaster e Ben Zanatta Creagh passaram a concentrar a disputa pela vitória. O norte-americano assumiu a liderança ao receber 8,23 e chegou aos 15,06 pontos. John ainda acertou um aéreo full rotation de backside no último minuto e recebeu 6,40, sua maior nota, mas não conseguiu deixar a quarta posição. Jett Maughan conquistou o ouro com 15,06 pontos, Ben Zanatta Creagh levou a prata com 14,80, Ocean Lancaster ficou com o bronze com 14,74 e John terminou com 12,07 e a medalha de cobre. Brasil é bronze por equipes A campanha colocou novamente o Brasil entre as três melhores seleções do Mundial Júnior. A Austrália conquistou o ouro por equipes com 8.078 pontos, os Estados Unidos ficaram com a prata com 6.048 e o Brasil levou o bronze com 5.430. O Peru terminou em quarto, com 5.293 pontos e a medalha de cobre. Além dos medalhistas Luara Mandelli e John Muller, Ryan Martins terminou em quinto lugar na Sub-18 Masculino e Arthur Vilar foi sétimo na Sub-16 Masculino. Valentina Zanoni ficou em 13º na Sub-18 Feminino e Carol Bastides terminou em 19º na Sub-16 Feminino. O Brasil foi o primeiro campeão por equipes do Mundial Júnior da ISA, na estreia da competição em 2003, na África do Sul. Entre os brasileiros que já conquistaram o ouro individual estão Jefferson Silva, Jadson André, Alejo Muniz, Gabriel Medina, Filipe Toledo, Matheus Navarro, Luan Wood, Weslley Dantas e Ryan Kainalo. Em 2023, no Rio de Janeiro, a Seleção Brasileira Júnior voltou a conquistar o título por equipes, 20 anos depois da primeira vitória. Resultados Sub-18 Feminino – Final 1 – Leihani Zoric (AUS) 16,002 – Zoie Zietz (NED) 12,773 – Luara Mandelli (BRA) 8,444 – Victoria Muñoz Larreta (ARG) 7,03 Sub-18 Masculino – Final 1 – Jett Maughan (USA) 15,062 – Ben Zanatta Creagh (AUS) 14,803 – Ocean Lancaster (AUS) 14,744 – John Muller (BRA) 12,07 Ranking por equipes 1 – Austrália – 8.078 pontos2 – Estados Unidos – 6.048 pontos3 – Brasil – 5.430 pontos4 – Peru – 5.293 pontos5 – Japão – 5.035 pontos6 – Havaí – 5.012 pontos7 – Espanha – 4.625 pontos8 – Nova Zelândia – 4.542 pontos9 – França – 4.416 pontos10 – Portugal – 4.095 pontos

    Luara Mandelli leva bronze na Sub-18, John Muller fica com o cobre e Seleção Brasileira termina em terceiro lugar entre 56 países no Mundial Júnior da ISA em El Salvador.

    A reta decisiva do Championship Tour 2026 chega nesta sexta-feira (11) a Lower Trestles, na Califórnia. A nona etapa da temporada abre a janela com dez brasileiros na disputa, quatro deles entre os cinco primeiros do ranking masculino, e condições suficientes para colocar o evento na água logo no primeiro dia. A primeira chamada acontece às 11h30 (horário de Brasília), com possível início das baterias ao meio-dia. A previsão das ondas aponta a sexta-feira como provável dia de competição. Um swell de sudoeste de período longo deve proporcionar ondas de 4 a 6 pés de face, com séries maiores durante a maré enchendo pela manhã. O vento de sul ainda pode deixar o mar um pouco mexido, mas a previsão mais recente indica que o efeito deve ser administrável e não necessariamente comprometer a realização das baterias. No sábado (12), o swell começa a perder força, com ondas de 4 a 5 pés e possibilidade de realização de baterias. O domingo (13) aparece como provável dia de folga, com ondas mais irregulares de 3 a 4 pés. A segunda-feira (14) também tende a ficar sem competição, com apenas 2 a 4 pés e vento sul. Na terça-feira (15), o cenário começa a mudar. Apesar de o mar ainda permanecer pequeno, na faixa de 3 a 4 pés, uma nova ondulação com boa energia e período longo deve começar a aparecer ao longo do dia. A previsão indica vento leve e condições de semi-limpas a limpas, preparando o terreno para a melhor parte da janela. Novo swell a caminho A maior expectativa está concentrada entre quarta (16) e sexta-feira (18). Um novo swell de sul-sudoeste, gerado por uma tempestade compacta e intensa no Pacífico Sul Central, deve começar a subir na quarta e atingir o pico na quinta-feira (17). Durante os três dias, Lower Trestles deve receber boas ondas, com as maiores séries entre a tarde do dia 16 e a manhã do dia 18. O vento também tende a colaborar, com manhãs limpas e vento fraco, seguido por vento de oeste fraco a moderado durante as tardes. Existe ainda a possibilidade de um pequeno swell tropical de sul se juntar à energia principal e aumentar a consistência das ondas. A previsão, porém, ainda é tratada com cautela e depende da evolução do ciclone responsável pela formação desse swell. Nos dois últimos dias da janela, 19 e 20 de setembro, a combinação do swell de sul-sudoeste em queda com uma nova ondulação de sudoeste deve manter condições para competição. Brasileiros em posição de destaque Trestles é a última etapa antes do corte que define os 22 surfistas que seguem para a pós-temporada, aumentando o peso dos resultados na Califórnia. Leonardo Fioravanti chega à etapa na liderança do ranking masculino, enquanto Carissa Moore veste pela primeira vez nesta temporada a lycra amarela de líder entre as mulheres. Logo atrás de Fioravanti, o Brasil domina as primeiras posições do masculino. Italo Ferreira ocupa a segunda colocação, seguido por Yago Dora em terceiro, Gabriel Medina em quarto e Miguel Pupo em quinto. Além deles, João Chianca, Samuel Pupo, Alejo Muniz, Mateus Herdy e Filipe Toledo completam o grupo brasileiro no masculino. No feminino, Luana Silva representa o País. Filipe chega a uma etapa especialmente importante. Atual 21º colocado, o bicampeão mundial tenta permanecer entre os 22 que avançam para a pós-temporada. Trestles, porém, guarda algumas das melhores lembranças de sua carreira: foi ali que o brasileiro conquistou os títulos mundiais de 2022 e 2023, quando o circuito ainda utilizava o formato das WSL Finals. Toledo também conhece Lower Trestles como poucos. O brasileiro viveu por 11 anos em San Clemente antes de se mudar para o Rio de Janeiro no fim de 2025 e descreve a onda californiana como uma espécie de “skate park”, pelas inúmeras possibilidades de manobras progressivas. Rodgers e Pinkerton vencem triagens Os norte-americanos Hayden Rodgers e Kirra Pinkerton garantiram as últimas vagas no evento ao vencerem as triagens realizadas em Trestles. Rodgers somou 12,10 pontos e fará sua estreia no Championship Tour, enquanto Pinkerton venceu com 13,33 e chega à quarta participação em uma etapa do CT. Chaves brasileiras Mateus Herdy é o único brasileiro escalado para a primeira fase masculina. Ele enfrenta o norte-americano Taj Lindblad na quarta bateria e, caso avance, terá Gabriel Medina pela frente no Round 2. Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Yago Dora encara o vencedor da terceira bateria da primeira fase; João Chianca enfrenta Marco Mignot; Italo Ferreira pega o vencedor da segunda bateria; Alejo Muniz enfrenta Ethan Ewing; Samuel Pupo encara Jake Marshall; Gabriel Medina aguarda Herdy ou Taj Lindblad; Filipe Toledo enfrenta Liam O’Brien; e Miguel Pupo pega Ramzi Boukhiam. O desenho da chave ainda abre a possibilidade de confrontos brasileiros já no Round 3. Italo Ferreira e João Chianca podem se enfrentar caso avancem, assim como Filipe Toledo e Miguel Pupo. No feminino, Luana Silva estreia diretamente no Round 2 e enfrenta a vencedora da bateria entre Tyler Wright e Francisca Veselko. Janela do Lexus Trestles Pro: 11 a 20 de setembroLocal: Lower Trestles, Califórnia (EUA)Primeira chamada: sexta-feira (11), às 11h30 (horário de Brasília), com possível início da competição ao meio-dia. Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Hayden Rodgers (EUA)3 – Joel Vaughan (AUS) x Oscar Berry (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) x Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Connor O’Leary (JAP) x vencedor R1 H12 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) x vencedor R1 H34 – Kauli Vaast (FRA) x Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) x João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) x vencedor R1 H27 – Kanoa Igarashi (JAP) x Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) x Alejo Muniz (BRA)9 – Leonardo Fioravanti (ITA) x vencedor R1 H110 – Morgan Cibilic (AUS) x Cole Houshmand (EUA)11 – George Pittar (AUS) x Alan Cleland (MEX)12 – Samuel Pupo (BRA) x Jake

    Nona etapa do CT abre janela em Trestles, Califórnia (EUA), com dez brasileiros e ondas de até 2 metros. Novo swell ganha força entre os dias 16 e 18.

    Há mais de 30 anos, Pete Beukes chegou a Lamberts Bay, na costa oeste da África do Sul, para trabalhar como mergulhador de diamantes. No caminho, encontrou também uma costa bruta, isolada e repleta de ondas. Décadas depois, ele retorna a esse universo ao lado do filho, Eli Beukes. A história dos dois é o fio condutor de Rough Diamonds, novo filme de surfe produzido pela Now Now Media. Com 31 minutos de duração, a produção acompanha pai e filho por uma das regiões mais selvagens do litoral sul-africano, combinando sessões de surfe, estrada e a relação construída entre duas gerações. A ligação de Pete com a região começou no início dos anos 1990. Depois de deixar a Marinha e seguir para Lamberts Bay para trabalhar como mergulhador de diamantes, ele descobriu uma costa exposta ao Atlântico, marcada por água fria, isolamento e ondas de qualidade. Anos mais tarde, é Eli quem recebe do pai os segredos acumulados durante décadas de exploração. Mas Rough Diamonds não apresenta a viagem como uma simples busca por ondas perfeitas. A própria geografia da costa oeste impõe dificuldades e transforma a jornada em parte importante da narrativa. Ondas pesadas, natureza praticamente intocada e longos deslocamentos ajudam a construir o cenário para a história de Pete e Eli. Além dos dois protagonistas, o filme conta com participações de Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy Smith. A direção e o roteiro são de Will Bendix, com fotografia de Alan van Gysen e produção da Now Now Media. O projeto é apresentado pela Monster Energy em associação com a O’Neill. Rough Diamonds estreia nesta sexta-feira (11) e está disponível gratuitamente no YouTube. Ficha técnica Filme: Rough DiamondsDuração: 31 minutosCom: Eli Beukes, Pete Beukes, Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy SmithNow Now Media: @nownowmediaEli Beukes: @elibeukesApresentado por: Monster Energy, em associação com O’NeillRoteiro e direção: Will BendixDireção de fotografia: Alan van GysenProdução executiva: Ryan FranklinProdução: Alan van Gysen Trilha sonora “Werner Meets Egberto” | Guy Buttery“Understanding Happiness” | Rafi B Levy“Earthstrong” | Hattamitsunami

    Novo filme Rough Diamonds acompanha Pete e Eli Beukes em uma jornada de surfe pela costa oeste da África do Sul, região de ondas pesadas e cenários praticamente intocados.

    A história e a evolução das pranchas de surfe estarão no centro das atenções no próximo dia 19 de setembro, em Santos (SP). A segunda edição do Shapers Surf Fest reúne shapers, fabricantes, surfistas e marcas na Casa da Frontaria Azulejada, no Centro Histórico da cidade, das 13h às 22h. O evento contará com 28 expositores de diferentes estados e também do exterior, apresentando desde longboards até modelos de alta performance, além de acessórios e novidades do mercado. O público poderá conhecer as pranchas de perto, conversar diretamente com os profissionais responsáveis pela produção e também adquirir equipamentos durante o encontro. Um dos destaques desta edição será a homenagem aos shapers que começaram a produzir pranchas na região durante a década de 1970. Mais de 25 nomes já estão confirmados para participar da celebração, que pretende aproximar os pioneiros de diferentes gerações de profissionais ligados à fabricação de pranchas. A programação também terá rodas de conversa com shapers e profissionais do mercado, abordando a evolução dos equipamentos, histórias do surfe e os rumos da indústria. A sustentabilidade na produção de pranchas será outro tema colocado em discussão ao longo do evento. Além da programação ligada diretamente ao surfe, o Shapers Surf Fest terá área gastronômica, sorteios e atividades para o público. O encerramento será musical, com Binho Nunes, ex-surfista profissional, ao lado de Neco Carbone e Edinho Leite. A segunda edição é realizada por Luke Franco, Dêmi Viola e Bruno Esposito. O Waves é parceiro de mídia do evento. Shapers Surf Fest 202619 de setembroDas 13h às 22hCasa da Frontaria AzulejadaCentro Histórico de Santos (SP) Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Shaper’s Surf Fest (@shaperssurffest)

    Segunda edição do Shapers Surf Fest reúne 28 expositores, homenageia pioneiros da fabricação de pranchas e promove encontro entre diferentes gerações do surfe no dia 19 de setembro, em Santos (SP).

    O havaiano Makana Pang escreveu seu nome na história de Desert Point nesta quarta-feira (9). Ele venceu a edição indonésia do Capítulo Perfeito, primeiro evento de surfe realizado na famosa esquerda de Lombok, e fechou a decisão com a única nota 10 do dia. Os brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Foram seis horas consecutivas de ação em ondas com cerca de 2 metros. Oito convidados tiveram praticamente livre uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta, cenário que recebeu pela primeira vez um evento desta dimensão. Makana já havia mostrado força nas primeiras fases. Depois de marcar 9,17 em uma de suas ondas, o havaiano chegou à final diante de Bruno Santos, Ícaro Ronchi e do indonésio Usman Trioko. Os dois brasileiros acumularam notas acima de 8 pontos ao longo do evento, mas foi Pang quem encontrou, na decisão, o tubo mais longo e tecnicamente exigente do dia para arrancar a nota máxima dos juízes. Com 17,57 pontos, Makana ficou com a vitória. Bruno terminou muito próximo, com 16,76, seguido por Ícaro, com 15,43, e Usman, com 10,60. Além da conquista em Desert Point, o havaiano garantiu um wildcard direto para o Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. “Fazer parte do primeiro evento de surf de sempre em Desert Point foi uma honra. E conseguir um 10 perfeito na final foi um sonho tornado realidade. Estar ali com apenas mais três pessoas na água é provavelmente uma das coisas mais loucas que já vivi no surf. Esta onda é imbatível. Estou muito feliz e muito grato” Brasileiros chegam fortes à final Bruno Santos e Ícaro Ronchi foram dois dos grandes nomes do dia. Bruninho, profundo conhecedor de Desert Point, chegou a registrar o maior somatório de uma bateria em todo o evento: 18,24 pontos, na segunda passagem pela água. Ícaro veio logo atrás na mesma bateria, com expressivos 17,93. Os resultados oficiais mostram que ambos avançaram para a final em grande fase. A presença de Ícaro na decisão teve ainda um ingrediente especial. Convocado de última hora, ele ocupou a vaga deixada por Bruno Santos na lista de wildcards depois que Bruninho passou a ocupar uma vaga pelo seeding, em consequência da desistência de Nic von Rupp. Ícaro aproveitou a oportunidade e terminou o evento no terceiro lugar. Pedro Calado foi o terceiro brasileiro no evento. Ele somou 8,60 pontos na primeira bateria e melhorou para 11,80 na segunda, mas não conseguiu avançar à final. Tubos decidem tudo Como manda o formato do Capítulo Perfeito, apenas o tempo e a qualidade dentro dos tubos foram considerados pelos juízes, sem pontuação para manobras. É a característica que acompanha o evento desde sua primeira edição, realizada em 2012. Antes da entrada dos oito convidados, o dia começou com uma bateria especial dedicada aos surfistas de Desert Point. Diki Wahyudi venceu o Local Heat com 5,77 pontos, seguido por Ilham Sukron, com 4,00. A organização também tomou uma decisão inédita em relação aos 10 mil euros de premiação. O valor, originalmente reservado ao vencedor, foi dividido entre todos os participantes. Segundo Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito, a escolha refletiu a proposta de compartilhar a experiência proporcionada pelas condições encontradas em Lombok. “Hoje, todos os surfistas saíram daqui a sentir-se vencedores e, por isso, o prize money é dividido por todos. Conseguimos envolver a comunidade local e isso deixa-nos particularmente felizes”, afirmou Rui. Estreia internacional Desert Point marcou ainda um novo capítulo na história do evento. Em sua 12ª edição, foi a primeira vez que o Capítulo Perfeito saiu de Portugal. A estreia internacional terminou justamente com aquilo que define sua proposta: condições tubulares e uma nota 10 na bateria decisiva. Com a vitória, Makana Pang agora tem encontro marcado com Carcavelos em 2027. Em Lombok, o havaiano entrou para a história como o primeiro vencedor de um evento de surfe realizado em Desert Point. Resultado final do Capítulo Perfeito 2026 – Desert Point Melhor tubo: Makana Pang (HAV) – 10,00 pontos

    Havaiano Makana Pang vence primeiro evento de surfe realizado em Desert Point com nota 10 na final. Brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminam em segundo e terceiro.