Surf Brasil Pro

Estrelas fazem estreia

Principais nomes do Surf Brasil Pro 2026 entram em ação em Porto de Galinhas, em terça de mar difícil, com 10 das top-11 do feminino na repescagem e só 4 dos 11 top-22 do masculino avançando com vitória.
Surf Brasil Pro 2026, Praia do Borete, Porto de Galinhas, Ipojuca (PE)

As principais estrelas do Surf Brasil Pro 2026 começaram a se apresentar na terça-feira de mar difícil na Praia do Borete, em Porto de Galinhas, no município do Ipojuca, litoral sul de Pernambuco. Mas, os cabeças de chave que entram no evento principal, sofreram com quem já vinha embalado desde a primeira fase. Das top-11 do ranking feminino, 10 foram mandadas para a repescagem. E entre os 11 dos top-22 do masculino que competiram na terça-feira, só 4 estrearam com vitórias. Outros 11 estão na segunda metade da quarta fase, que vai abrir a quarta-feira ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube e pelos canais de TV Woohoo e XSports.

A paulista Juliana Meneguel foi a única cabeça de chave que conseguiu vencer e passar direto para as oitavas de final do Surf Brasil Pro Porto de Galinhas. As outras 10 perderam e terão que passar pela repescagem, última rodada de confrontos formados por quatro competidoras. Inclusive as finalistas da primeira etapa de 2026 no Ceará, a líder do ranking Juliana dos Santos e a vice Analu Silva. A primeira vítima foi a número 3 do ranking, Larissa dos Santos, mas a cearense quase consegue a vitória no final da bateria, que acabou empatada em 9.40 pontos. A jovem paulista Carol Bastides, de 14 anos apenas, terminou em primeiro lugar por ter a maior nota, 5.07 contra 5.00 da campeã brasileira de 2018.

“Foi muito nervosismo ali, porque o mar tá muito difícil de escolher a onda boa”, disse a bicampeã brasileira Sub-16 de 2024 e 2025, Carol Bastides. “Não tem um pico certo, definido, então fiquei muito tempo sem pegar nada, uns 10 minutos boiando até conseguir achar uma e fazer um 5.00. Essa nota já me deu uma relaxada, mas eu sabia que precisava surfar mais ondas, mas tava muito difícil. Meu pai pediu pra eu ir pra marcação e quase deu errado. Eu sei do meu potencial e acho que tenho bastante confiança no meu surf, então estou feliz que no final deu tudo certo e por já ter passado para as oitavas de final”.

Outra surfista da nova geração e integrante da Seleção Brasileira Junior do Surf Brasil, Luara Mandelli, foi a segunda a conquistar classificação direta para as oitavas de final. A paranaense mandou duas tops do ranking para a repescagem, Kiany Hyakutake e Potira Castaman. A paulista Sophia Gonçalves, que também vem competindo desde a primeira fase, fez o mesmo com Tainá Hinckel e Ariane Gomes. Na quarta bateria, a vice-campeã no Ceará, Analu Silva, também perdeu para a cearense Gabriely Queiroz, assim como a campeã brasileira e líder do ranking 2026, Juliana dos Santos.

A cearense fez parte da Seleção Brasileira do Surf Brasil que conquistou o tetracampeonato panamericano no Panamá, de onde trouxe uma medalha de bronze. Juliana dos Santos chegou em Ipojuca já ganhando a etapa do Circuito Nordestino, encerrada na sexta-feira da semana passada nas mesmas ondas da Praia do Borete. Mas, ela e a também campeã brasileira, Julia Nicanor, acabaram derrotadas pela Alexia Monteiro. A gaúcha repetiu a sua performance na segunda-feira, voltando a fazer os recordes femininos do dia, com a nota 6.20 e os 11.27 pontos que totalizou.

“Foi uma bateria muito, muito difícil, com duas atletas sensacionais e o mar tava muito difícil também”, destacou Alexia Monteiro. “Eu não tava conseguindo me achar, mas eu venho trabalhando todos os dias para confiar em mim, confiar que Deus vai mandar onda e no finalzinho Ele mandou. Quando veio a onda, eu fui pro tudo ou nada, porque só interessava a vitória e deu certo. Só tenho que agradecer a Deus e ao Alan Jhones, que tava na areia pedindo pra eu me acalmar, que ia vir onda. Estou realmente muito feliz, porque foi uma belíssima bateria para seguir no campeonato”.

Únicas vitórias das surfistas que estrearam no evento principal – Após essa bateria, duas surfistas que estavam estreando no evento principal do Surf Brasil Pro Porto de Galinhas, quebraram a série de derrotas e conquistaram a classificação direta para as oitavas de final. Uma delas foi a paulista Juliana Meneguel, número 9 do ranking, que derrotou a catarinense Kauanny de Souza e a carioca Mariana Areno. A outra foi a convidada Sophia Medina, que mandou a top-5 Kemily Sampaio e a campeã brasileira local de Ipojuca, Monik Santos, para a repescagem.

“Estou muito feliz de ter passado e tava bem difícil o mar, muito vento, mas graças a Deus, deu tudo certo”, disse Sophia Medina, que vem embalada de duas vitórias seguidas em etapas do QS no Brasil. “Agradeço a Deus por tudo que vem acontecendo, de poder vir de vitórias no QS e chegar aqui passando a primeira bateria. Cada campeonato é uma história, então tem sempre que focar muito, porque o surf exige muito, exige corpo, mente e fico sempre tentando manter o foco. Todo campeonato a gente entra sempre pra dar nosso melhor e espero fazer outro bom resultado aqui, então estou feliz por ter começado bem”.

Evento principal dos homens começa igual ao das mulheres – A rodada de estreia dos cabeças de chave da competição masculina, começou igual a feminina, com o top-3 do ranking, Gabriel Klaussner, sendo mandado para a repescagem pelo embalado campeão brasileiro Israel Junior. O potiguar de Baía Formosa está invicto nas ondas da Praia do Borete esse ano e tenta recuperar o mau resultado na primeira etapa do Surf Brasil Pro 2026 no Ceará. Na Praia da Taíba, Israel Junior parou na mesma sexta fase que se classificou agora, com a vitória sobre Gabriel Klaussner e o cearense Lucas Bezerra por 12,16 pontos.

“Estou felizão de ter avançado essa bateria e por estar conseguindo performar bem nesse evento”, disse o campeão brasileiro de 2022, Israel Junior. “Esse mar está parecido com o que eu surfo diariamente lá em Baía Formosa, no point, onde a onda é pequena assim também, meio picada e a prancha está boa nessa condição. É uma onda que eu gosto, uma condição que eu gosto e foi mais uma boa bateria. Estou feliz por ter avançado direto pra sexta fase e vamos nessa, vamos pra próxima, com tudo”.

Primeira vitória de um top do ranking e com o maior placar do dia – Na segunda bateria, outro potiguar que vinha se destacando desde o início do Surf Brasil Pro Porto de Galinhas no sábado, Rafael Barbosa, chegou a ameaçar os dois cabeças de chave que estavam estreando nesta segunda etapa do Campeonato Brasileiro de 2026. Mas, o número 14 do ranking, Marcos Correa, surfou bem para vencer com o maior placar da terça-feira, 12.90 pontos, contra 11.63 do surfista da Praia da Pipa. O paulista avançou direto para disputar classificação para as oitavas de final na sexta fase, mas Rafael Barbosa e o cearense Janninfer de Sousa terão outra chance na repescagem.

“É muito bom iniciar o campeonato com uma vitória, ainda mais com atletas como o Rafael Barbosa e o Janninfer de Sousa, molecada que surfa muito de borda e são aerealistas né”, ressaltou Marcos Correa. “O começo foi um pouco difícil e o Janninfer já conseguiu sair na frente. Mas, graças a Deus, eu consegui pegar duas esquerdas boas, para virar nos últimos minutos. Agora é continuar nesse ritmo, estou com minha prancha muito boa, é a mesma desde o ano passado, que deixo sempre bem guardada só para usar nos eventos. Ela tá no pé, tanto de frontside como backside, então é só achar a onda boa e soltar o surf”.

Cauã Costa manda o bicampeão brasileiro Douglas Silva pra repescagem – Além de Marcos Correa, apenas mais três dos 11 tops do ranking que estrearam na terça-feira, conseguiram vencer suas baterias e avançar direto para a sexta fase do Surf Brasil Pro Porto de Galinhas. O paulista campeão brasileiro de 2023, Weslley Dantas, o cearense Cauã Costa e a grande promessa catarinense, Yuri Gabryel, campeão brasileiro Sub-16 e do circuito Taça Brasil no ano passado. Cauã Costa usou os aéreos de backside nas esquerdas da Praia do Borete, para ganhar a maior nota do dia – 7.50. E precisava disso para vencer o defensor do título da etapa pernambucana, o ipojucano Douglas Silva, bicampeão brasileiro de 2024 e 2025 que acaba de conquistar o título panamericano no Panamá.

“Estou muito feliz de ter avançado essa bateria. No ano passado fiz um 9.00 aqui contra o Fininho (José Francisco), agora consegui passar direto pra sexta fase e o aéreo, com certeza, é uma manobra eu tenho na manga”, disse Cauã Costa. “É uma manobra que eu treino muito e tenho muita facilidade de mandar. Eu acho que é uma manobra que se encaixa muito bem no meu surf e essa prancha está muito boa nessa marola. Hoje tava com bastante bump, então ela ficou bem conectada ali com a vala e deu tudo certo pra vencer essa bateria, que era bem importante”.

Líder do ranking estreia na primeira bateria da quarta-feira em Ipojuca – O pernambucano Douglas Silva terá outra chance na repescagem, de seguir buscando o bicampeonato em casa no Surf Brasil Pro Porto de Galinhas. Assim como todos que não conseguiram vencer as oito baterias da quarta fase, que fecharam a terça-feira de show de surf na Praia do Borete. Na última do dia, o vice-campeão na primeira etapa de 2026 no Ceará, o paulista Wesley Leite, foi mandado para a repescagem pelo potiguar Alan Jhones, que ganhou a sua quarta bateria seguida em Ipojuca. Já o líder do ranking, Michael Rodrigues, vai estrear na primeira bateria da quarta-feira, contra o também cearense Alexandre Camargo e o paulista voador, Murillo Coura.

O Surf Brasil Pro 2026 é uma realização de Surf Brasil, em conjunto com a Federação Pernambucana de Surf nesta segunda etapa em Porto de Galinhas, que conta com patrocínio da Prefeitura Municipal do Ipojuca através da Secretaria Especial de Esportes, CAIXA Esportes, Monster Energy e Surf Telecom; apoio local da marca JISK e parceria de Suntech, Brazilian Tiger Balm, Sococo, Shopee, Chandon, Restaurante Chicama, Cerveja Praya, apoio ambiental de Mondo Ekvilibro e apoio institucional do COB – Comitê Olímpico do Brasil. Todas as etapas do Surf Brasil Pro 2026 são transmitidas pelo canal Surf Brasil TV no YouTube e nos canais Woohoo na TV fechada e XSports na TV aberta, com o último dia também passando ao vivo no canal Time Brasil TV do COB no YouTube.

Baterias do Surf Brasil Pro – Porto de Galinhas

(entre parênteses o estado que representa na competição)

Resultados da terça-feira na Praia do Borete
Terceira fase masculina
3º=49º lugar (2.400 pontos) e 4º=61º lugar (1.800 pts)

as 4 primeiras baterias fecharam a segunda-feira

5ª 1-Gabriel André (SP), 2-Marcos Alves TT (CE), 3-Edvan Silva (CE), 4-Alan Donato (PE)

6ª 1-Alan Jhones (RN), 2-Alexandre Camargo (CE), 3-Bernardo Brizola (RN), 4-E O Lobster (PE)

7ª 1-Murillo Coura (SP), 2-Ytalo Oliveira (CE), 3-Jonatans Ruan (RN), 4-Antonio Venicius (BA)

8ª 1-Lucas Haag (SC), 2-Lucas Vicente (SC), 3-Emanoel Tobias (RN), 4-Nicolas Oliveira (SP)

9ª 1-Renan Pulga (SP), 2-Amando Tenorio (AL), 3-Luan Lapolli (PE), 4-Michel Demetrio (SC)

10 1-Michel Roque (CE), 2-Cauet Frazão (CE), 3-Krystian Kymerson (ES), 4-Madson Costa (RN)

11 1-Felipe Oliveira (SP), 2-Gabriel Dantas (RJ), 3-José Claudio (PE), 4-Rickson Falcão (RJ)

12 1-Rafael Teixeira (ES), 2-Luan Wood (SC), 3-Lysandro Leandro (RN), 4-Kailani Renno (SP)

Terceira fase feminina – entrada das Top-11 e 1 convidada
1ª avança para as Oitavas de Final e 2ª e 3ª vão para a Repescagem

1ª 1-Carol Bastides (SP)=9.40, 2-Larissa dos Santos (CE)=9.40, 3-Maria Clara (RN)=4.10

2ª 1-Luara Mandelli (PR)=9.03, 2-Kiany Hyakutake (SC)=8.74, 3-Potira Castaman (SC)=6.97

3ª 1-Sophia Gonçalves (SP)=9.13, 2-Ariane Gomes (CE)=8.97, 3-Tainá Hinckel (SC)=8.40

4ª 1-Gabriely Queiroz (CE)=7.24, 2-Analu Silva (PB)=6.67, 3-Nicole Santos (PE)=6.16

5ª 1-Alexia Monteiro (RS)=11.27, 2-Julia Nicanor (SP)=10.87, 3-Juliana dos Santos (CE)=9.73

6ª 1-Juliana Meneguel (SP)=9.74, 2-Kauanny de Souza (SC)=8.74, 3-Mariana Areno (RJ)=5.46

7ª 1-Sophia Medina (SP)=10.76, 2-Kemily Sampaio (SP)=7.17, 3-Monik Santos (PE)=7.10

8ª 1-Yanca Costa (CE)=8.06, 2-Aysha Ratto (RJ)=7.07, 3-Sarah Ozorio (RJ)=2.40

Quarta fase masculina – entrada dos Top-22 e os 2 convidados
1º avança para a Sexta Fase e 2º e 3º vão para a Repescagem

1ª 1-Israel Junior (RN)=12.16, 2-Gabriel Klaussner (SP)=11.50, 3-Lucas Bezerra (CE)=8.17

2ª 1-Marcos Correa (SP)=12.90, 2-Rafael Barbosa (RN)=11.63, 3-Janninfer de Sousa (CE)=9.17

3ª 1-Deivid Silva (SP)=9.96, 2-Derek Souza (SP)=7.64, 3-Rafael Santos (CE)=4.86

4ª 1-Weslley Dantas (SP)=11.44, 2-Peterson Crisanto (PR)=9.76, 3-Mathias Ramos (CE)=8.63

5ª 1-Cauã Costa (RJ)=12.63, 2-Douglas Silva (PE)=11.33, 3-Guilherme Fernandes (SP)=11.00

6ª 1-Gabriel André (SP)=10.07, 2-Cauã Gonçalves (SP)=9.80, 3-Walley Guimarães (SC)=9.37

7ª 1-Yuri Gabryel (SC)=9.83, 2-Marcos Alves TT (CE)=8.57, 3-Paulo Henrique Grilo (RN)=7.84

8ª 1-Alan Jhones (RN)=11.70, 2-Wesley Leite (SP)=10.53, 3-Ytalo Oliveira (CE)=8.23

Próximas baterias do Surf Brasil Pro em Ipojuca
Quarta fase masculina – entrada dos Top-22 e os 2 convidados
1º avança para a Sexta Fase e 2º e 3º vão para a Repescagem

9ª Michael Rodrigues (CE), Murillo Coura (SP), Alexandre Camargo (CE)

10 Deyvson Santos (RN), Santiago dos Santos (CE), Lucas Haag (SC)

11 Alex Ribeiro (SP), Renan Pulga (SP), Lucas Vicente (SC)

12 Jonathan Freitas (RN), Edgard Groggia (PE), Amando Tenorio (AL)

13 Jadson André (RN), Luan Carvalho (SP), Michel Roque (CE)

14 Bino Lopes (BA), Felipe Oliveira (SP), Cauet Frazão (CE)

15 Samuel Joca (RN), Samuel Igo (PB), Luan Wood (SC)

16 Rafael Venuto (CE), Rafael Teixeira (ES), Gabriel Dantas (RJ)

Quarta fase ou repescagem feminina – 1ª e 2ª avançam para as Oitavas de Final
3ª=17º lugar (R$ 3.000 e 4.000 pontos) e 4ª=21º lugar (R$ 3.000 e 3.800 pts)

1ª Larissa dos Santos (CE), Kiany Hyakutake (SC), Julia Nicanor (SP), Nicole Santos (PE)

2ª Analu Silva (PB), Tainá Hinckel (SC), Potira Castaman (SC), Aysha Ratto (RJ)

3ª Juliana dos Santos (CE), Mariana Areno (RJ), Ariane Gomes (CE), Maria Clara (RN)

4ª Sarah Ozorio (RJ), Kemily Sampaio (SP), Monik Santos (PE), Kauanny de Souza (SC)

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    A próxima chamada o Outerknown Tahiti Pro 2026 acontece nesta segunda-feira (10) às 14h (de Brasília). Depois de mais de um mês de paralisação desde o Rio Pro, em Saquarema, o Championship Tour da WSL retorna para uma das ondas mais desafiadoras do planeta: Teahupoo, no Taiti. Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Teahupoo A janela de competição acontece entre os dias 8 e 18 de agosto. Em inglês: Uma das solicitações mais frequentes desde o lançamento da nova plataforma foi o retorno dos comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial. Por isso, o Waves volta a abrir o espaço para a comunidade acompanhar, comentar e trocar opiniões ao longo das baterias. Durante muitos anos, esse encontro entre surfistas fez parte da cobertura dos eventos no Waves. Agora, a tradição retorna renovada, mantendo o que sempre foi mais importante: a participação da comunidade. Feito de surfista para surfista, o Waves acredita que acompanhar uma etapa vai muito além de assistir às baterias. É também comentar o que acontece nas entrelinhas, discutir as notas, defender seus favoritos e trocar ideias com outros apaixonados por surfe. Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS) 18.20 x 17.40 Callum Robson (AUS)15 Griffin Colapinto (EUA) 19.60 x 8.50 Rio Waida (IND)16 Miguel Pupo (BRA) 13.50 x 1.94 Mateus Herdy (BRA) Round 3 1 Kauli Vaast (FRA) x Alan Cleland (MEX)2 Seth Moniz (HAV) x Barron Mamiya (HAV)3 Connor O’Leary (JAP) x Italo Ferreira (BRA)4 Liam O’Brien (AUS) x Ethan Ewing (AUS)5 Ramzi Boukhiam (MAR) x João Chianca (BRA)6 Alejo Muniz (BRA) x George Pittar (AUS)7 Kelly Slater (EUA) x Jack Robinson (AUS)8 Griffin Colapinto (EUA) x Miguel Pupo (BRA) Feminino Round 1 1 Sally Fitzgibbons (AUS) 1.67 x 4.16 Anat Lelior (ISR)2 Tya Zebrowski (FRA) 2.00 x 6.90 Erin Brooks (CAN)3 Isabella Nichols (AUS) 8.77 x 7.13 Vahine Fierro (FRA)4 Stephanie Gilmore (AUS) 3.90 x 4.73 Yolanda Hopkins (POR)5 Alyssa Spencer (EUA) 5.00 x 1.93 Bella Kenworthy (EUA)6 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 4.44 x 6.00 Brisa Hennessy (CRC)7 Nadia Erostarbe (ESP) 8.67 x 4.66 Francisca Veselko (POR)8 Tyler Wright (AUS) 4.57 x 5.34 Kelia Gallina (TAH) Round 2 1 Caroline Marks (EUA) x Erin Brooks (CAN)2 Molly Picklum (AUS) x Alyssa Spencer (EUA)3 Sawyer Lindblad (EUA) x Isabella Nichols (AUS)4 Lakey Peterson (EUA) x Nadia Erostarbe (ESP)5 Gabriela Bryan (HAV) x Anat Lelior (ISR)6 Caroline Marks (EUA) x Kelia Gallina (TAH)7 Luana Silva (BRA) x Yolanda Hopkins (POR)8 Caity Simmers (EUA) x Brisa Hennessy (CRC)

    Próxima chamada nesta quarta-feira (12) às 14h30 (Brasília). Confira ao vivo o Outerknown Tahiti Pro 2026 e participe dos comentários e debates no nosso fórum, durante as etapas da WSL.

    Etapa Natal chegou ao fim neste domingo nas areias da Praia de Miami com vitórias de Daniella Rosas e Douglas Silva. Com status QS 4.000 da World Surf League (WSL), a etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as Quartas de Final masculina, seguidas pelas Semifinais nos dois naipes, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas as categorias, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral potiguar. Douglas Silva desbanca líder do ranking para celebrar a vitória Em um duelo entre Santa Catarina e Pernambuco, Douglas Silva (BRA) conquistou sua primeira vitória no Circuito Banco do Brasil de Surfe, superando o catarinense Luan Wood (BRA), líder do ranking do QS sul-americano e do Circuito BB, embalado pelo título da etapa de Imbituba. Em uma final eletrizante na Praia de Miami, Douglas começou forte e abriu a disputa com uma onda 8,50, e Luan respondeu logo na sequência, marcando 8,07 pontos ao trabalhar muito bem as manobras de base-lip. Luan precisava de 7,14 pontos para virar o resultado e ainda teve uma última oportunidade quando os dois surfistas conseguiram pegar ondas a menos de 30 segundos do fim, mas o  catarinense recebeu 6,50 e não conseguiu a virada, confirmando Douglas Silva como grande campeão da etapa de Natal. “Primeiramente, agradecer a Deus por esse momento. Estou muito feliz, estava me sentindo bem desde o começo do evento. Estava leve. Quero agradecer a todos pela torcida, aos meus patrocinadores que acreditam no meu sonho e no meu futuro, ao meu coach Alan… Aproveitar pra dar um feliz Dia dos Pais pra todo mundo. Muito feliz de sair com a primeira vitória no Circuito BB. Seguir firme e forte trabalhando, o trabalho não para”, celebra o campeão, que completa: “Eu sempre falo pra todo mundo que nossa vida é ganha nos mínimos detalhes e é algo que eu tenho trabalhado bastante com meu coach. Estamos ajudando muito isso. 1% melhor a cada dia. Deus colocou pessoas boas na minha vida e está dando certo. A gente trabalha todos os dias para que dê certo e a gente está colhendo os resultados“. Trajetória impecável começa nas semifinais As semifinais masculinas do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocaram frente a frente dois dos surfistas que mais se destacaram no evento. Douglas Silva eliminou o campeão da etapa de 2025, Israel Junior (BRA), por 16,84 a 12,67 pontos, deixando o potiguar em combinação. O duelo foi marcado pelo confronto entre dois aerialistas: Israel ainda arriscou mais um superman, repetindo o feito das quartas, mas foi Douglas quem construiu a vitória com um surfe de borda muito forte, tanto de backside quanto de frontside, garantindo duas notas de critério excelente (8,67 e 8,17).  Em grande fase, Douglas chegou à decisão com uma campanha praticamente perfeita em Natal. Antes da final, Dodô já mostrava confiança em suas declarações:  “Eu tô muito leve, muito tranquilo. Eu realmente vim aqui pra sair com o título, estou muito focado nessa etapa (…) Essa é minha meta“. Na semifinal anterior, Luan Wood confirmou o favoritismo e superou Rafael Barbosa (BRA) por 14,70 a 13,67, garantindo vaga na decisão. Luan chegou a Natal na liderança do ranking depois das duas primeiras etapas e vinha de uma sequência consistente: no sábado, venceu suas duas baterias, incluindo uma onda 7,67 que foi decisiva para avançar às quartas. Rafael também chegou forte, ocupando posição de destaque no ranking e tendo como antecedente recente um duelo apertado contra Luan. A vitória colocou Luan na final contra Douglas, em um confronto que reúne o líder do QS sul-americano e o atleta que chega embalado por um dos melhores momentos da temporada. Peruana supera Maria Eduarda Cesar e conquista o título  A final feminina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocou frente a frente experiência e nova geração. De um lado, Maria Eduarda Cesar (BRA), uma das promessas do surfe brasileiro com apenas 18 anos, disputando a primeira final de sua carreira no Circuito BB. Do outro, a peruana Daniella Rosas (PER), atleta olímpica, tricampeã sul-americana da WSL e atual campeã do circuito Banco do Brasil, que chegou à segunda final em duas etapas disputadas em 2026. Em 2025, Daniella foi ainda campeã em São Sebastião e em Imbituba. Em uma decisão de 30 minutos, Dani venceu por 9,07 a 9,84 pontos, administrando bem a escolha das ondas e a prioridade nos minutos finais. Duda apostou principalmente nas direitas em frente ao palanque, mas a peruana foi mais eficiente na leitura do mar. O resultado reforça a consistência de Daniella em eventos no Brasil.  “Estou super agradecida. Poder ganhar aqui é super especial. Venho de uma sequência não muito boa no Challenger, mas estou feliz de poder ganhar aqui. Em Imbituba não foi meu grande dia (na final contra a Sophia Medina), e aqui fiquei o mais tranquila possível e ajustei meus erros. Estou feliz e agradecida”, celebra a campeã, que projeta os próximos passos:  “Agora vou pra casa, porque faz muito tempo que não vou pra lá. Saio para a Espanha, depois volto para o Brasil para a etapa do Espírito Santo… Tenho bons resultados no Brasil e quero manter isso constante. Estou totalmente focada nos Challengers. Esse ano me sinto muito melhor, estou super feliz em todos os sentidos. Agradecida de estar aqui, de ganhar aqui. A verdade é que estou muito feliz”, finaliza Dani.  Atleta BB, Tainá Hinckel (BRA) e Alexia Monteiro (BRA) encerraram suas participações na semifinal, terminando o evento em terceiro lugar no geral.  Resultados Circuito Banco do Brasil de Surfe em Etapa Natal Masculino Quartas de final 1 Luan Wood (BRA) 11.60 x 8.70 Wesley Leite (BRA)2 Rafael Barbosa (BRA) 13.50 x 12.23 Gabriel Klaussner (BRA)3 Israel Junior (BRA) 14.00 x 12.03 Ryan Kainalo (BRA)4 Douglas Silva (BRA) 15.10 x

    Pernambucano Douglas Silva conquista primeira vitória no Circuito Banco do Brasil, e peruana Daniella Rosas vence no feminino na etapa de Natal, disputada na Praia de Miami (RN).

    A Defesa Civil mantém alertas para ventos fortes nesta sexta-feira (7) em áreas do litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, com rajadas que podem chegar a 100 km/h no litoral paulista. A situação já provocou ventos de 97,2 km/h em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo, durante a noite de quinta-feira (6). Clique aqui para ver a previsão das ondas em SP Clique aqui para ver a previsão das ondas no RJ No estado de São Paulo, a previsão é de alerta vermelho nesta sexta e no sábado (8), com destaque para o litoral, a faixa leste e regiões de serra. A Defesa Civil chegou a enviar alertas severos aos celulares da população do litoral sul e da Baixada Santista até Bertioga. A força do vento já pôde ser sentida em diferentes pontos da costa paulista. Além dos 97,2 km/h registrados em Itanhaém na noite de quinta, os ventos chegaram a 90 km/h em Mongaguá no período noturno. Na manhã desta sexta, Caraguatatuba registrou rajadas de 49,3 km/h. Também houve registros de 37,6 km/h em Santos, 36,7 km/h em Cananéia, 31,2 km/h em Mongaguá e 31,1 km/h em Ilhabela. A Baixada Santista está entre as regiões com previsão de ventos fortes e maior risco no estado. Bertioga, Caraguatatuba, São Sebastião e Ubatuba suspenderam as aulas da rede pública nesta sexta-feira. Segundo a Defesa Civil, a ventania pode provocar queda de árvores e placas, destelhamentos, interrupções no fornecimento de energia, dificuldades no tráfego, impactos em aeroportos e agitação marítima. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Agência SP (@agenciaspoficial) Rio de Janeiro também recebe alerta No Rio de Janeiro, a Defesa Civil estadual também emitiu um alerta severo para ventos e chuva forte na manhã desta sexta-feira. A mensagem enviada aos celulares alertou para vento forte nas próximas horas e orientou a população a evitar deslocamentos. A cidade do Rio entrou em Estágio 2 ainda na noite de quinta-feira, diante da previsão de intensificação dos ventos entre quinta e domingo (9). As aulas das redes municipal e estadual foram suspensas nesta sexta por precaução. As condições para um vendaval se intensificaram com a combinação entre um ciclone e uma frente fria, e os ventos podem passar dos 90 km/h na Região Metropolitana do Rio. Para esta sexta, a previsão indica rajadas fortes, entre 52 e 76 km/h, e muito fortes, acima de 76 km/h, a partir da manhã. Atenção redobrada no litoral A ventania está associada à chegada de um ciclone extratropical à região Sul do país e exige atenção especial de quem está no litoral. Além dos ventos fortes, há previsão de ressaca. No estado de São Paulo, nove das 16 regiões administrativas estão em alerta vermelho, incluindo Santos e o Vale do Paraíba e litoral norte. Além dos riscos provocados pelo vento em terra, a Defesa Civil paulista inclui a agitação marítima entre os possíveis impactos das condições meteorológicas. O cenário reforça a necessidade de atenção de quem pretende frequentar praias ou realizar atividades no mar durante o período de maior intensidade dos ventos. No domingo (9), a previsão para São Paulo passa para alerta amarelo, com as rajadas se deslocando gradualmente em direção ao Rio de Janeiro. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Corpo de Bombeiros Militar/ RJ (@corpodebombeiros_rj)

    Litoral paulista está entre as áreas de maior atenção nesta sexta-feira (7), enquanto Rio de Janeiro também recebe alerta para ventos fortes. Rajadas já chegaram a 97,2 km/h em Itanhaém.

    O Circuito Banco do Brasil de Surfe retorna ao Rio Grande do Norte para mais uma etapa da temporada de 2026. Entre os dias 7 e 9 de agosto, a Praia de Miami, em Natal, recebe pela terceira vez uma das principais etapas do calendário da WSL South America, válida pelo Qualifying Series (QS) 4.000. E, entre os principais nomes da competição, um atleta chega cercado de expectativa: o potiguar Mateus Sena, campeão da etapa em 2024 e um dos favoritos para repetir o feito diante da torcida. Em cinco anos, o Circuito Banco do Brasil de Surfe consolidou-se como a principal plataforma de desenvolvimento do surfe profissional sul-americano. Já foram 21 etapas realizadas, mais de duas mil inscrições e mais de 700 atletas únicos, de 15 nacionalidades, reforçando a importância da competição para a formação de novos talentos. “Cada etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe representa muito mais do que uma competição. É uma oportunidade de fortalecer o surfe brasileiro, criar caminhos para a nova geração de atletas e aproximar ainda mais o esporte das comunidades onde ele nasceu e se desenvolveu. Natal reúne todos esses elementos o que faz elevar a expectativa de realizar mais um grande evento e seguir consolidando o circuito como a principal plataforma de desenvolvimento do surfe profissional na América do Sul”, evidencia Ivan Martinho, presidente da WSL América Latina. O Rio Grande do Norte tem tradição na modalidade, revelando nomes como Italo Ferreira, campeão olímpico e mundial da WSL, Jadson André, que permaneceu por 13 temporadas na elite do Championship Tour, além de atletas como Joca Junior, Marcelo Nunes, Danilo Costa, Aldemir Calunga, Alan Jhones e Israel Junior. Agora, Mateus Sena busca escrever mais um capítulo dessa história. Foi justamente na Praia de Miami que o surfista viveu um dos momentos mais marcantes da carreira. Em 2024, conquistou o título da etapa e também da temporada do Circuito Banco do Brasil de Surfe. Na decisão, arrancou uma nota 8.50 na última onda, a menos de dois minutos do fim da bateria, para virar sobre Adauto Sena e levantar o troféu diante da praia lotada. “A conquista de 2024 foi um dos momentos mais marcantes da minha carreira. Foi o primeiro título sul-americano da história do Rio Grande do Norte em um evento desse porte, e isso torna essa vitória ainda mais especial. Guardo lembranças muito boas daquele dia, com minha família, meus amigos e todas as pessoas que me viram crescer acompanhando da praia. Tudo isso me dá ainda mais confiança, porque sei que já consegui uma vez e agora vou em busca de repetir esse resultado”, destaca Mateus. No ano seguinte, a tradição foi mantida com mais um título potiguar, desta vez conquistado por Israel Junior. Agora, em 2026, os dois surfistas entram na disputa com a chance de se tornarem os primeiros bicampeões da etapa de Natal. Competindo novamente diante da família, dos amigos e da torcida local, Mateus afirma chegar mais preparado para lidar com a responsabilidade de correr em casa. “Depois de já ter vencido uma etapa, chego mais leve, focado e tranquilo, sabendo que o trabalho foi feito. Me preparei da melhor forma, cuidando da alimentação, treinando o corpo e a mente, dentro e fora da água, e isso me dá muita confiança. Poder contar com minha família, meus amigos e com as pessoas que me viram crescer, na praia onde tudo começou, torna esse momento ainda mais especial. Espero poder retribuir todo esse apoio com um grande resultado”, afirma. Além do aspecto esportivo, o surfista destaca o impacto que a realização de uma etapa da WSL pode gerar para o estado e para os jovens atletas da região. “É muito importante para o desenvolvimento do surfe no Rio Grande do Norte. O estado tem ondas de qualidade e muitos surfistas talentosos que ainda não estão no radar do cenário nacional e internacional. Um evento desse porte cria oportunidades para que esses atletas mostrem seu potencial. Além disso, o histórico recente mostra a força do surfe potiguar, com títulos conquistados em 2024 e 2025 por atletas da casa. Espero que este ano a gente possa manter essa tradição”.

    Campeão do circuito em 2024 na Praia de Miami, natalense Mateus Sena volta a competir em casa em busca de manter a hegemonia potiguar em etapa do Circuito Banco do Brasil.

    O surfe contemporâneo, com sua indústria bilionária e recente status olímpico, muitas vezes ofusca uma verdade histórica profunda: suas raízes não são ocidentais, tampouco puramente recreativas. É exatamente essa lacuna cultural que o jornalista e antropólogo Luciano Meneghello busca preencher em seu novo livro, Surfe e Ancestralidade. A obra chega ao mercado como um relato histórico e um manifesto literário que promete transformar a maneira como a comunidade esportiva enxerga o oceano e a própria prancha. Em 2020, ele lançou seu primeiro livro, Raiz (revisado e ampliado em 2025), uma obra que narrou a saga dos polinésios que, há 3.500 anos, desbravaram 22,5 milhões de km² no Pacífico guiados apenas pelas estrelas, aves e ondas. Foi dessa cultura umbilicalmente ligada à natureza que nasceram esportes como a canoagem polinésia, o stand up paddle e o surfe. Inquieto com o apagamento das origens indígenas do surfe no Havaí pré-colonial, o autor tomou uma decisão corajosa: voltou aos bancos universitários para cursar Antropologia na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O resultado foi uma monografia aprovada com nota máxima unânime, que agora ganha vida nas páginas de Surfe e Ancestralidade. A decolonização das águas O ponto central da obra está na desconstrução do estereótipo do surfe como uma atividade de lazer desfrutada por uma juventude branca de classe média. Meneghello nos convida a entender o heʻe nalu, a milenar prática havaiana de deslizar sobre as ondas, com sua própria cosmologia, integrada a uma relação de poder e conexão com o meio ambiente. Com uma narrativa envolvente, o autor detalha como operam os processos de apropriação cultural e a subsequente “turistificação” promovida pela indústria. A obra propõe uma decolonização do olhar sobre as águas, oferecendo ao leitor, seja ele um surfista profissional ou de fim de semana, um novo nível de respeito pelo esporte. Fruto de anos de pesquisa e imersão etnográfica nas ilhas de O’ahu e Maui, o livro revela como o povo nativo (Kānaka Maoli) passou a utilizar as zonas de surfe (po‘ina nalu) como territórios de soberania em resposta aos processos coloniais que mudaram drasticamente a realidade das ilhas havaianas. O autor traça uma linha do tempo fascinante que vai das sofisticadas pranchas ancestrais de madeira até as tensões políticas modernas, culminando no poderoso “Renascimento Havaiano” e na épica jornada da canoa Hōkūleʻa. Surfe e Ancestralidade transporta o surfe de uma técnica esportiva, que movimenta hoje um mercado bilionário, para uma “epistemologia da paisagem marinha”. Ele oferece aos praticantes a oportunidade de reconectar o ser humano ao fluxo do meio ambiente, em um processo capaz de “pacificar o branco” apontando caminhos para uma vida mais presente e conectada com o mundo real. Como adquirir a obra Surfe e Ancestralidade está sendo lançado diretamente pelo autor. Os interessados em adquirir o livro e acompanhar os bastidores dessa pesquisa podem entrar em contato e realizar a compra através do perfil oficial no Instagram: @surfeeancestralidade.

    Antropólogo Luciano Meneghello propõe releitura das origens do surfe, resgatando a cultura polinésia e questionando a visão ocidental que transformou a prática em esporte e indústria.

    No início da década de 1980, Paulo Bittencourt, o Biteka, decidiu seguir rumo ao Oceano Pacífico. O objetivo era simples e, ao mesmo tempo, imenso: encontrar grandes ondas da maneira que seu orçamento permitia. Mais do que chegar ao Peru e ao Equador, queria viver cada quilômetro daquela aventura. A viagem começou na histórica Estação da Luz, em São Paulo, seguindo de trem até Corumbá, no Mato Grosso do Sul. Dali atravessou a fronteira a pé até Puerto Quijarro, na Bolívia, onde embarcou no lendário Trem da Morte. Levava duas pranchas especialmente construídas pelo mestre Oracio Cocada para enfrentar as ondas do Pacífico: uma 7’2″ e uma 5’11” biquilha em EPS, ambas com inovadoras longarinas de madeira de cinco centímetros, produzidas com madeira cuidadosamente selecionada na Mata Atlântica. Na mochila cabia apenas o indispensável. Entre poucas roupas estavam sua faixa de Taekwondo, um nunchaku e os ensinamentos do mestre Taney Campos. Para Biteka, surfe e artes marciais sempre caminharam lado a lado, uma ligação que ele hoje reconhece também na forte presença do jiu-jitsu entre surfistas de todo o mundo. O Trem da Morte seguia lentamente por cerca de 600 quilômetros até Santa Cruz de la Sierra. Os bancos eram de ripas de madeira e, a cada parada, embarcavam indígenas, comerciantes, famílias, galinhas e mercadorias. O vagão ia ficando cada vez mais cheio. Em alguns momentos, mães colocavam seus filhos pequenos em seu colo para descansar durante a viagem. Antes mesmo de alcançar o mar, a aventura já se revelava nas pessoas encontradas pelo caminho. Depois de alguns dias de descanso e de treinos em uma academia de Taekwondo, seguiu de ônibus para Cochabamba. As pranchas viajavam amarradas sobre o bagageiro enquanto a antiga Rota 7 serpenteava pelas montanhas, desfiladeiros e curvas da Cordilheira dos Andes. Dois dias depois, partiu para La Paz. Na subida da Cordilheira, a locomotiva parecia lutar contra a montanha. A velocidade diminuía enquanto a altitude retirava o oxigênio de passageiros e motor. O soroche – mal das montanhas – aproximava desconhecidos, que dividiam remédios, conselhos e solidariedade. Ali compreendeu por que aquela ferrovia carregava um nome tão marcante. Em La Paz, impressionaram a resistência do povo andino, os carregadores transportando enormes volumes pelas ladeiras, os tecidos coloridos e a delicada arte em prata. Antes de deixar o litoral brasileiro, havia separado algumas conchas das praias pela beleza de suas formas. Trocá-las por pequenas peças de prata tornou-se uma das lembranças mais especiais da viagem e uma inesperada aproximação entre duas culturas ligadas pelo mar. A viagem prosseguiu margeando o Lago Titicaca. Os Caballitos de Totora, construídos com junco, pareciam ligar a história dos povos andinos às primeiras formas de deslizar sobre as águas do Pacífico. Ao cruzar a fronteira entre Bolívia e Peru, retirou as pranchas da capa para explicar às autoridades o que era o surfe. Olhou ao redor e, sem perceber, as lágrimas começaram a cair. Eram lágrimas de alegria. Depois de tantos quilômetros percorridos, o Oceano Pacífico finalmente estava ao seu alcance. A partir dali começava outra grande aventura: Punta Hermosa, Punta Rocas, Chicama, Máncora, Montañita e Galápagos. Histórias que ficarão para outro capítulo. Ao recordar essa jornada, Biteka ajuda a preservar a memória de um tempo em que viajar era aceitar o desconhecido, aprender com diferentes culturas e descobrir que, muitas vezes, o caminho era tão importante quanto o destino. Uma época que convida a refletir sobre a verdadeira essência do surfe: a aventura, o respeito à natureza e a busca constante pela evolução. Paulo Bittencourt (Biteka), nascido em Santos (SP), é surfista desde a década de 1970. Aos 65 anos continua surfando, filmando e produzindo documentários independentes sobre as culturas do surfe. Acompanhe as publicações nas redes sociais @museudosurfesantos. Coordenador de pesquisas históricas do surfe @diniziozzi, o Pardhal.

    Conheça a história de Paulo Bittencourt, o Biteka, que cruzou a América do Sul rumo ao Pacífico em uma jornada que se tornou um marco de aventura, resiliência e paixão pelo surfe.

    Depois de mais de um mês de paralisação desde o Rio Pro, em Saquarema, o Championship Tour da WSL retorna para uma das ondas mais desafiadoras do planeta: Teahupoo, no Taiti. Clique aqui para assistir ao vivo A janela de competição acontece entre os dias 8 e 18 de agosto, e os modelos indicam um cenário promissor logo na abertura. A expectativa é de muito swell nos primeiros dias, embora o vento possa influenciar diretamente a qualidade das condições ao longo da etapa. Os modelos de previsão apontam ondas entre 3 e 4 metros de face na abertura da janela, com séries podendo alcançar até 5 metros. Se a previsão se confirmar, o domingo (9) pode apresentar as maiores ondas da janela de competição, com algumas séries podendo ultrapassar até mesmo os 6 metros. Apesar do tamanho das ondas, a previsão indica predominância do vento de sudeste, que costuma prejudicar a qualidade das condições em Teahupoo. Conhecido localmente como Maaramu, este vento traz consigo a estação mais seca e fria, afetando as condições de navegação e surfe na região. Na prática, isso significa um cenário de muito tamanho, mas com condições potencialmente mais difíceis para os atletas. Entre os dias 11 e 12 de agosto, a previsão sugere uma combinação mais favorável, reunindo ventos mais favoráveis, ondas ainda com bom tamanho e boas possibilidades para a realização da competição. Depois desse período, o Maraamu pode voltar a ganhar força. Para o restante da janela, o cenário ainda é instável nos modelos de previsão. Existe a possibilidade de uma nova ondulação forte durante a segunda metade do evento, mas as próximas atualizações deverão trazer uma definição mais precisa. Medina embarca para o Taiti em momento delicado Às vésperas da etapa de Teahupoo, Gabriel Medina, um dos maiores nomes da história deste evento, embarcou para o Taiti vivendo um momento delicado fora d’água. O tricampeão mundial e sua esposa Isabella Arantes perderam o filho que esperavam após a gestação não evoluir. Mesmo diante da notícia, ele seguiu viagem para o Taiti, onde disputará uma etapa importante na reta final do Championship Tour. Atual quarto colocado do ranking mundial, o tricampeão segue na disputa pelo título da temporada. Kelly Slater lidera lista de convidados da etapa A WSL confirmou Kelly Slater como convidado da etapa de Teahupoo. Dono de 11 títulos mundiais e cinco vitórias na onda taitiana, o norte-americano retorna ao CT em busca de mais um resultado expressivo em um dos palcos mais marcantes de sua carreira. Além de Slater, também foram confirmados os taitianos Eimeo Czermak e Kelia Gallina, vencedores das Tahiti Trials, seletiva local que reuniu mais de 36 surfistas. Aos 13 anos, Gallina disputará o evento principal pelo segundo ano consecutivo e tentará aproveitar a experiência adquirida em 2025. Já Czermak fará sua estreia no Championship Tour após finalmente conquistar a classificação para a etapa em sua onda de casa. Horário das chamadas As chamadas da WSL costumam acontecer por volta das 7h30 da manhã no Taiti, o que normalmente corresponde às 14h30 no horário de Brasília. Esse horário pode variar de acordo com as condições do mar. A primeira chamada acontece neste sábado (8). Chaves de baterias Masculino Round 1 Ramzi Boukhiam (MAR) × Oscar Berry (AUS)Luke Thompson (AFS) × Matthew McGillivray (AFS)Seth Moniz (HAV) × Eimeo Czermak (TAH)Eli Hanneman (HAV) × Kelly Slater (EUA) Round 2 Kauli Vaast (FRA) × Crosby Colapinto (EUA)Samuel Pupo (BRA) × Alan Cleland (MEX)Yago Dora (BRA) × Seth Moniz (HAV) ou Eimeo Czermak (TAH)Marco Mignot (FRA) × Barron Mamiya (HAV)Filipe Toledo (BRA) × Connor O’Leary (JAP)Italo Ferreira (BRA) × Luke Thompson (AFS) ou Matthew McGillivray (AFS)Liam O’Brien (AUS) × Jake Marshall (EUA)Ethan Ewing (AUS) × Joel Vaughan (AUS)Leonardo Fioravanti (ITA) × Ramzi Boukhiam (MAR) ou Oscar Berry (AUS)Morgan Cibilic (AUS) × João Chianca (BRA)Kanoa Igarashi (JAP) × Alejo Muniz (BRA)George Pittar (AUS) × Cole Houshmand (EUA)Gabriel Medina (BRA) × Eli Hanneman (HAV) ou Kelly Slater (EUA)Jack Robinson (AUS) × Callum Robson (AUS)Griffin Colapinto (EUA) × Rio Waida (IND)Miguel Pupo (BRA) × Mateus Herdy (BRA) Feminino Round 1 Sally Fitzgibbons (AUS) × Anat Lelior (ISR)Tya Zebrowski (FRA) × Erin Brooks (CAN)Isabella Nichols (AUS) × Vahine Fierro (FRA)Stephanie Gilmore (AUS) × Yolanda Hopkins (POR)Alyssa Spencer (EUA) × Bella Kenworthy (EUA)Bettylou Sakura Johnson (HAV) × Brisa Hennessy (CRC)Nadia Erostarbe (ESP) × Francisca Veselko (POR)Tyler Wright (AUS) × Kelia Gallina (TAH) Round 2 Caroline Marks (EUA) × Tya Zebrowski (FRA) ou Erin Brooks (CAN)Molly Picklum (AUS) × Alyssa Spencer (EUA) ou Bella Kenworthy (EUA)Sawyer Lindblad (EUA) × Isabella Nichols (AUS) ou Vahine Fierro (FRA)Lakey Peterson (EUA) × Nadia Erostarbe (ESP) ou Francisca Veselko (POR)Gabriela Bryan (HAV) × Sally Fitzgibbons (AUS) ou Anat Lelior (ISR)Caitlin Simmers (EUA) × Tyler Wright (AUS) ou Kelia Gallina (TAH)Luana Silva (BRA) × Stephanie Gilmore (AUS) ou Yolanda Hopkins (POR)Caity Simmers (EUA) × Bettylou Sakura Johnson (HAV) ou Brisa Hennessy (CRC) Galeria de campeões do Tahiti Pro 1999 – Mark Occhilupo (AUS)2000 – Kelly Slater (EUA)2001 – Cory Lopez (EUA)2002 – Andy Irons (HAV)2003 – Kelly Slater (EUA)2004 – C.J. Hobgood (EUA)2005 – Kelly Slater (EUA)2006 – Bobby Martinez (EUA)2007 – Damien Hobgood (EUA)2008 – Bruno Santos (BRA)2009 – Bobby Martinez (EUA)2010 – Andy Irons (HAV)2011 – Kelly Slater (EUA)2012 – Mick Fanning (AUS)2013 – Adrian Buchan (AUS)2014 – Gabriel Medina (BRA)2015 – Jeremy Flores (FRA)2016 – Kelly Slater (EUA)2017 – Julian Wilson (AUS)2018 – Gabriel Medina (BRA)2019 – Owen Wright (AUS)2020 – Não realizada (COVID-19)2021 – Não realizada (Cancelada)2022 – Miguel Pupo (BRA)2023 – Jack Robinson (AUS)2024 – Italo Ferreira (BRA)2025 – Jack Robinson (AUS)

    Primeira chamada para etapa do Tahiti acontece sábado (8) às 14h30 (de Brasília). Previsão indica swell consistente. Medina embarca para evento e WSL divulga baterias, com Kelly Slater convidado.

    O Waves passa a oferecer, a partir de hoje, o modo Clássico de visualização da previsão de águas rasas. A novidade já está disponível na plataforma e pode ser acessada pelo botão “Clássico”, localizado na página da previsão detalhada de todos os picos. A experiência retorna preservando a forma de leitura que acompanhou gerações de surfistas, integrada ao novo Waves e com uma evolução importante: a previsão passa de sete para até 16 dias. Clique aqui para visualizar o modelo clássico Desde o lançamento da nova plataforma, recebemos centenas de mensagens com sugestões, elogios, dúvidas e críticas sobre a experiência da previsão. Cada uma delas foi lida com atenção pela nossa equipe. Afinal, ninguém conhece melhor o Waves do que quem consulta a previsão todos os dias antes de entrar no mar. Ao longo de quase três décadas, aprendemos que evoluir também significa saber ouvir. E foi justamente desse diálogo com a comunidade que nasceu a decisão de trazer de volta a visualização Clássica, ampliando as formas de acompanhar a previsão e permitindo que cada surfista escolha a experiência que faz mais sentido para ele. O Clássico evoluiu junto com o Waves Quem já utilizava a visualização Clássica vai encontrar uma experiência muito familiar. A organização das informações, os mapas, os gráficos e a forma de interpretar a previsão permanecem praticamente os mesmos, preservando a leitura que se tornou referência para milhões de surfistas ao longo dos anos. A principal novidade está no alcance da previsão. Antes limitada a sete dias, ela agora passa a oferecer informações para até 16 dias, permitindo acompanhar a evolução dos swells com muito mais antecedência e planejar viagens, sessões e expedições com uma janela muito maior. O modo Clássico também passa a fazer parte da nova plataforma do Waves e seguirá evoluindo ao lado das demais formas de visualização da previsão. Não se trata de substituir uma experiência pela outra, mas de oferecer mais opções para que cada usuário acompanhe o mar da maneira que preferir. Muito além de uma interface Embora muita gente associe o Clássico ao seu formato visual, o grande diferencial sempre esteve na tecnologia por trás da previsão. O Waves utiliza um modelo de águas rasas, desenvolvido para calcular como a energia das ondas se transforma ao se aproximar da costa. Enquanto grande parte das previsões disponíveis mostra apenas o comportamento das ondas em águas profundas, este modelo representa os processos físicos que acontecem quando as ondulações começam a interagir com o fundo do mar. É nesse momento que fatores como a profundidade, o relevo submarino, ilhas, costões e bancos de areia passam a influenciar diretamente a direção, a velocidade, o comprimento e a altura das ondas. Na prática, isso significa que um mesmo swell pode produzir condições completamente diferentes em praias separadas por poucos quilômetros. É justamente essa transformação que o modelo de águas rasas procura representar, oferecendo ao surfista uma estimativa muito mais próxima daquilo que ele realmente encontrará quando chegar ao pico. Essa tecnologia, utilizada há anos pelo Waves, nasceu da aplicação de modelos científicos originalmente desenvolvidos para estudos costeiros, obras portuárias, engenharia naval e prevenção de desastres. Adaptada ao universo do surf, tornou-se um dos principais diferenciais da previsão e ajudou o Waves a construir sua credibilidade junto à comunidade ao longo de quase três décadas. Cada surfista lê o mar de um jeito Nenhum surfista interpreta a previsão exatamente da mesma maneira. Há quem prefira uma leitura rápida, tradicional e familiar. Outros gostam de explorar gráficos, mapas, novas visualizações e recursos interativos para analisar cada detalhe das condições do mar. Por isso, o retorno do modo Clássico amplia as possibilidades da plataforma e passa a conviver com as demais experiências de visualização disponíveis no Waves. Nosso objetivo é simples: permitir que cada surfista escolha a forma como prefere acompanhar a previsão, sem abrir mão da confiabilidade que sempre esteve no centro do nosso trabalho. O compromisso continua o mesmo O mar muda todos os dias. A tecnologia também. Ao longo dos últimos 28 anos, o Waves evoluiu inúmeras vezes. Novas funcionalidades foram incorporadas, novas ferramentas surgiram e a maneira de consumir informação mudou. Mas uma coisa permaneceu exatamente igual: o compromisso de oferecer uma previsão confiável para ajudar cada surfista a tomar a melhor decisão antes de entrar na água. O retorno do modo Clássico faz parte dessa evolução. Ele preserva uma forma de visualização que marcou a história do Waves, agora integrada a uma plataforma mais completa, com novos recursos e previsão de até 16 dias. Ao longo de quase três décadas, muita coisa mudou no Waves. Mas existe algo que nunca deixaremos de buscar: a confiança de quem consulta a nossa previsão para decidir quando entrar no mar.

    Depois de ouvir a comunidade, o Waves traz de volta a visualização clássica da previsão de águas rasas, agora integrada à nova plataforma e com previsão das ondas para até 16 dias.