Taiu Bueno

Publicações

Brasil ataca, África vence

08/08/2006 —

wqs brasileiros japão inglaterra 2006 agosto taiu ataque

Hora de se posicionar

18/05/2006 —

circuito mundial wct wqs 2006 taiu

Garra e determinação

11/04/2006 —

neco padaratz wqs australia 2006 taiu bueno

Trinta anos de história

20/03/2006 —

taiu hawaii 30 anos historia

Ano dos rookies

08/03/2006 —

Adriano de Souza, talento brazuca que dá esperança.. Foto: ASP World Tour.com / Tostee. — ASP World Tour.com / Tostee Este início de WCT na Gold Coast está um espetáculo, com ‘down the lines’ disponíveis  como Snapper Rocks, Greenmont, Curumbin, Kirra ou Burleigh Heads… e ainda o beach break de Duranbah, que é na medida para os brasileiros.   Nas baterias importantes do terceiro round, vários ‘upsets’ aconteceram. E o desenrolar desta quarta fase vai surgir novos nomes no topo.   Os principais cabeças-de-chave foram derrotados: Pancho Sullivan eliminou Mick Fanning com um surf pesado e leve ao mesmo tempo, lembrando o Gary Elkerton no power.   Raoni Monteiro mostra mais consistência em sua terceira temporada. Foto: ASP World Tour.com / Tostee. — ASP World Tour.com / Tostee Raoni derrubou o grande Bruce Irons de virada, e que virada! Marcelo Nunes superou o floridiano campeão mundial 2001 C J Hobgood, que é superbom naquelas condições.   E o Adriano de Souza…eiita estréia arretada do príncipe. Dominância da camiseta amarela.   Sempre pensei que seria assim quando Adriano de Souxa enfrentasse caras do seu nível no WCT, como o Top 5 Trent Munro, que é pequeno, competitivo, manobra definido e anda em todas as baterias, não dá mole – características iguais às qualidades do Mineirinho.   Quando o quesito vai para manobras inovadoras e futuristas, somados à uma leveza e radicalidade e aproveitamento de linha de surf, o Mineiro é FODA.   Tá impressionante a performance do pequeno fenômeno. Quem o vê surfando, não interessa a origem, acaba gostando do moleque…   Ele detonou bonito o número quatro do mundo (ou por aí… de 2005, que não deve ter acreditado naquela derrota e em um início de temporada tão ruim pra ele).   Estas três baterias seriam finais de qualquer campeonato e ,em Duranbah, o Brasil levou a vantagem.    A final em pistas ‘down the line’ vai ser emocionante de ver e de ouvir comentários de Tom Carroll, superempolgado com as performances e elogiando o Nunes, além da empolgação de Martin Potter ao ver Raoni quebrando.   Vai rolar um swell épico lá nesta quinta – esta noite aqui. As finais do Quiksilver Pro devem bombar… Compre sua pipoca, sincronize no site da ASP e boa praia virtual…   Aloha

Hora da largada

22/02/2006 —

wct 2006 circuito mundial tour elite fevereiro 2006 quiksilver pro gold coast australia rip curl pro bells beach

A hora da verdade

30/11/2005 —

taiu bueno hawaii triplice coroa havaiana 2005 brasileiros yuri sodre

Inconfidência mineira

30/08/2005 —

Adriano Mineirinho vence o Rip Curl Pro na França com um arsenal de manobras modernas. Foto: Poullenot / Rip Curl. — Poullenot / Rip Curl Agosto de 1990. O cenário era o Lacanau Pro, França. Fabinho e Teco eram ídolos  naquela época e a França vivia no ritmo da lambada, que depois pegou aqui no Brasil. Slater, molequinho, ainda era uma promessa. Travou duelos históricos com Nicky Wood, mas isto foi em 1991.   Uma galera de peso do Brasil que batalhava as triagens se instalava nos campings de alto nível, situados a 30 metros da areia em Lacanau e Hossegor.   Eram nomes como Magnus, Fê Correia, Zecão, Tadeu, Datinho, Burle, Casquinha, Ícaro, Bitenka, Muller, Jojó, Tinguinha, Piu, Tatuí e mais um esquadrão de brasileiros trialistas que invadia a Europa naquela época. O business era vender pranchas, que valiam facilmente US$ 300 ou mais cada uma…. Essa prática foi proibida pelas autoridades francesas, porque alguns pegavam pranchas de terceiros e ficavam com umas 20 pranchas na passagem fazendo o comércio. Muitos foram multados.   Na época, rolava o ritmo lambada, o dinheiro era franco, agora é euro. O campeão já foi Neco e hoje é De Souza, o Minerinho. Promessa sendo cumprida e eletrizando as baterias com suas performances espetaculares.   Que show brilhante dos brasileiros nesse campeonato histórico, o primeiro Super Series da ASP. Odirlei arrebentou. Ele tem impressionado nas competições e a sua manobra de backside está animal.   Adriano de Souza confirma o que os campeões do Pro Junior costumam fazer depois no mundial. A performance dele foi impecável, adequando-se perfeitamente ao critério de julgamento do livro de regras da ASP, que diz mais ou menos assim – “O surfista que pegar as melhores ondas, surfar mais rápido e radical, com flow, manobras arriscadas, power e inovadoras na maior distância funcional é o que vai pontuar mais alto”.   Com essa vitória, o prodígio do Brasil acaba de pôr no ranking WQS 3 mil pontos de diferença sobre o segundo colocado e rival do Pro Jr , o australiano Shaun Cansdell. Outros brasileiros estão bem posicionados no ranking – entre os 30 primeiros – e ainda restam quatro etapas de nível 6 estrelas: Portugal, Brasil, Haleiwa e Sunset (Hawaii).   A evolução nestes 15 anos foi muita para nós. Uma festa daquele nível, com músicas sertanejas de fundo [péra aí, DJ…] em Hossegor foi lindo. Aconteceu  parecido em Huntington 99, quando Neco e Fábio Gouveia fizeram a final do então WCT, mas ouvi dizer que os americanos ficaram desgostosos, pois se acham os tais.   Na França é diferente, o brasileiro é ídolo. O locutor gritava em francês, após a final, e volta e meia soltava um – ‘Caraaaaaio’, para dar ‘pila’ à festa brasileira. Essa galera do front do Brasil da última década e de hoje, caras como Gouveia,Teco, Renan, Neco, Peterson, Herdy, Ribas, Daltro, Dornelles, Moura, Costa, Nunes e os que já chegaram ou vão chegando ao WCT, já elevaram o surf do Brasil a um nível de primeiro escalão do mundo.   Gostaria de lembrar o detalhe que em beach breaks somos Tops por causa das nossas ondas… Nos reefs onde rola o WCT o ranking está bem diferente…   A nova geração tem um desafio pela frente, o título do WCT, onde só rola só tubo casca-grossa. Parabéns, Brasil!

Tow-in no Guarujá

16/08/2005 —

agosto 10 2005 tow in epico guaruja asturias taiu pitangueiras sylvio mancusi

O ciclo não pode parar

17/05/2005 —

ciclo taiu guaruja centro talentos neco teahupoo 2005

1 4 5 6 7