Mundial de Longboard

Chloé é terceira

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Chloé Calmon chega à semifinal e fica com a terceira colocação do Mundial de Longboard na China. Foto: ASP / Will H-S
 

O quinto dia do Mundial de Longboard na China coroou Chelsea Williams como a melhor do mundo. A australiana superou a bicampeã mundial Kelia Moniz na última bateria. É a quarta vez seguida que as duas surfistas se enfrentam em uma final do Mundial, mostrando que elas são as melhores longboarders do mundo. “Sempre quis um título mundial, e por muito tempo as pessoas me disseram que eu merecia vencer. Agora eu acredito. Estou muito feliz e agradecida por todo o suporte que recebi da minha família, amigos e patrocinadores. Foi uma ótima final”, comemorou Chelsea.

Chloé Calmon foi a melhor brasileira no evento e chegou à semifinal, mas acabou superada por Kelia Moniz, terminando o evento na terceira colocação. “Tive um ótimo evento, mas eu queria ter avançado mais”, disse Chloé. “Terminei numa colocação melhor do que a do ano passado, e esse era meu objetivo, então estou feliz. Perder na semi me deixou um pouco triste, mas estou bem agora. Agora não era minha hora, mas eu voltarei e irei melhor no ano que vem”, finalizou a carioca.

Masculino Phil Rajzman é o único brasileiro que segue na competição. O carioca venceu o australiano Jared Neal na fase de repescagem, garantindo uma vaga nas quartas-de-final. O longboarder aguarda a próxima chamada do evento masculino para enfrentar o francês Antoine Delpero.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.