Coluna do Bob: Brasileiro de SUP RACE – Parte II.1

Por Bob de Araujo (*) De forma bem simplista, o que separa o atleta amador do atleta profissional já está na própria definição da palavra, já que o profissional ganha dinheiro e o amador não.  Na etapa da Bahia, alguns se sentiram irresignados com o grande atleta Gorayeb quando este afirmou que só disputava o brasileiro de SUP Race por causa do dinheiro. Na minha visão poliana sobre essa assertiva, penso que talvez ele tenha mal expressado a sua vontade de ser reconhecido como atleta profissional, sendo o prêmio em dinheiro meramente uma recompensa de sua dedicação e rigoroso treinamento.  No âmago da questão ele tem razão. E eu também acho que a premiação em dinheiro é justa para todos os atletas que participam das diversas categorias de SUP Race homologadas pela ABSUP.  Porém – e tem sempre um porém – nesse momento em que o esporte se encontra é prematuro estender essa premiação pecuniária a todas as categorias, sob pena de impedir que mais eventos se realizem por conta de uma superpremiação capaz de acomodar diversas categorias.  Pelo regulamento da ABSUP, a mínima premiação para um evento homologado por aquela associação seria R$8mil. Minha visão sobre a categorização (tamanho de prancha e idade) para o SUP é simples: mais categorias = mais gente participando = mais retorno para o crescimento do esporte. Pois bem, a grande questão é: como compatibilizar essa premiação mínima para todas as categorias?  Normalmente, minha resposta seria “premiar apenas a categoria principal e oferecer troféus ou medalhas às demais”.  E essa decisão seria contra o entendimento do que é profissional vs. amador?  Tecnicamente, sim… Uma possível alternativa seria concentrar a imensa maioria da premiação (75%, talvez) na principal categoria. Adotando a premiação mínima de R$8mil, significaria dizer que R$6mil seriam destináveis à principal categoria. Mais ainda, dessa forma, seria possível até estender essa premiação em dinheiro até, quem sabe, o oitavo ou décimo colocado.  Na maioria das provas dos EUA a categoria que concorre ao prêmio em dinheiro é chamada de ELITE. O supista Rogério, do RS, comentou na minha coluna da semana passada que havia feito o investimento numa prancha 12’6 e que se deparava diante da incerteza que eu havia levantado sobre as categorias.  A minha proposição inicial para a criação da categoria ELITE é justamente nesse sentido:  não é à toa que o tamanho de prancha RACE 12’6 é o mais popular: é mais fácil de ser transportada, armazenada, comercializada, fabricada, e, além de tudo é mais barata que uma 14’ ou uma UNLIMITED.  Obviamente, esse interesse do Rogério em participar de provas RACE é comum à várias outras pessoas que estão na mesma situação dele mas que não se aventuram a participar das provas RACE por não quererem ser meros coadjuvantes diante da alta competitividade que é a categoria 12’6.  O que se viu no calendário de 2011 da ABSUP é que essa vontade foi manifestada na forma de inscrições em outra categoria, no caso a UNLIMITED. Foi bom para o mercado nacional a abertura da categoria UNIMITED? Certamente que sim. Vimos mais pessoas procurando pranchas grandes e shapers nacionais se aventurando em SUPs acima dos 12’6.  A criação da categoria 14’ para o ano que vem vai ser positiva nesse sentido? Pelos mesmos motivos, é um sonoro: – Claro que sim!  Porém – tem sempre um segundo porém – não podemos desvirtuar da facilidade de adesão ao esporte que a 12’6 detêm sobre as demais categorias. Por isso sou da opinião de que é imprescindível a criação de uma categoria 12’6 OPEN. Vejam bem, a conotação de OPEN, neste caso, segue a analogia do modelo que se adoto lá fora, ou seja, a categoria OPEN não ganha dinheiro.  O que quero dizer com isso, é que essa lacuna de pessoas com interesse em competir em uma categoria diferente daquela do grande campeão da SUP Race (categoria a qual eu acho deveria se chamar ELITE) não se desvirtuem dessa vontade para participar em outra categoria (como a UNLIMITED ou a 14’que deverá ser criada para o ano que vem).  Não se enganem, a 14’ vai ser supercompetitiva ano que vem, assim como a UNLIMITED com pranchas realmente grandes…  Voltando à questão de ingressar no mundo das competições, acho que a categoria SUP SURF não deve ser desprezada. Apenas, como muito bem colocou a Julinha em seus comentários na semana passada, devemos adotar um novo nome para ela. Nesse sentido, a sugestão do Bezinho é muito boa: FUN RACE.  Pois bem, restam outros pontos sobre a FUN RACE: deve ela receber premiação em dinheiro? Deve ela adotar fazer parte de um ranking nacional?  Sei que vou causar polêmica aqui, mas acho que não para as duas perguntas.   A categoria FUN RACE é notoriamente uma categoria amadora. E por isso não deve receber prêmio? Entendam bem, não foi isso que eu quis dizer… Não deve receber prêmio em dinheiro (frise-se bem). Se o(s) patrocinador(es) daquela etapa quiserem conferir uma premiação em valor dez vezes o da premiação principal, tanto quanto melhor!! Entendo apenas que esse valor deverá ser entregue na forma de prêmios (prancha, acessórios, etc.).  Quanto ao ranking, acho também que essa modalidade deve ser um evento local, de forma a fomentar a participação no Estado em que se realiza a competição. Vejo dessa forma porque o ser humano é competitivo por natureza. Em pouco tempo teremos um pelotão de pessoas que correrão o “Circuito Brasileiro de FUN RACE”, ano após ano, tirando o lugar de pessoas que estão tomando contato com o esporte à pouco tempo de sentirem-se empolgadas porque conquistaram uma posição no pódio da FUN RACE.  Isso foi muito bem colocado pelo Luciano nos comentários da coluna passada. Esse gostinho de participar de uma RACE não deve ser tirado das pessoas que começaram no esporte por causa do surfe. Por outro lado, temos que fomentar o acesso dessas pessoas que sentiram o gostinho da FUN RACE para as categorias “especializadas”. A meu ver, a porta que deveria se

O fim das espinhas

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Circuito Paulista New Advance SUP Race: Etapa final confirmada

Por Herbert Passos Neto A terceira e última etapa do Circuito Paulista New Advance SUP Race está confirmada para rolar no canto da Ilha Porchat, em São Vicente-SP, no próximo dia 15 de janeiro, data em que é comemorado o Dia do Surfista na cidade. A prova vai definir os campeões do circuito e distribuirá 8 mil Reais em prêmios, sendo mil em dinheiro para a categoria principal, a Race Masculino. Para estimular a estratégia dos atletas, a Federação Paulista de Stand Up traçou um novo percurso: a largada acontece na praia do Itararé, contorna a Ilha Porchat, atravessa o canal para a praia das Vacas e vai a até a Ponte Pênsil. Na volta, passa pelas praias do Gonzaguinha, Milionários e contorna novamente a ilha para a chegada no mesmo ponto da partida, na praia do Itararé. “O diferencial nesta etapa é que haverá ondas em três trechos: na largada (contra), após contornar a Ilha (a favor) e na na chegada (a favor novamente)”, explica o diretor de prova Flávio Prudêncio, destacando que o percurso da classe Race, para pranchas 12’6’’(cerca de 4 metros), terá 8Km. Na classe Fun Race, para pranchas até 10’6’’(cerca de 3 metros), o objetivo é atrair novos praticantes, por isso o percurso terá somente 4Km. “A largada e a chegada são no mesmo local. A diferença é que os remadores apenas contornarão a Ilha Porchat até a praia dos  Milionários e voltarão à praia do Itararé”,  conclui. Confira os trajetos: Por Herbert Passos Neto A terceira e última etapa do Circuito Paulista New Advance SUP Race está confirmada para rolar no canto da Ilha Porchat, em São Vicente-SP, no próximo dia 15 de janeiro, data em que é comemorado o Dia do Surfista na cidade. A prova vai definir os campeões do circuito e distribuirá 8 mil Reais em prêmios, sendo mil em dinheiro para a categoria principal, a Race Masculino. Para estimular a estratégia dos atletas, a Federação Paulista de Stand Up traçou um novo percurso: a largada acontece na praia do Itararé, contorna a Ilha Porchat, atravessa o canal para a praia das Vacas e vai a até a Ponte Pênsil. Na volta, passa pelas praias do Gonzaguinha, Milionários e contorna novamente a ilha para a chegada no mesmo ponto da partida, na praia do Itararé. “O diferencial nesta etapa é que haverá ondas em três trechos: na largada (contra), após contornar a Ilha (a favor) e na na chegada (a favor novamente)”, explica o diretor de prova Flávio Prudêncio, destacando que o percurso da classe Race, para pranchas 12’6’’(cerca de 4 metros), terá 8Km. Na classe Fun Race, para pranchas até 10’6’’(cerca de 3 metros), o objetivo é atrair novos praticantes, por isso o percurso terá somente 4Km. “A largada e a chegada são no mesmo local. A diferença é que os remadores apenas contornarão a Ilha Porchat até a praia dos  Milionários e voltarão à praia do Itararé”,  conclui. Confira os trajetos: INSCRIÇÕES As inscrições custam R$70 na Race, R$50 na Fun Race e são grátis na Kids para incentivar os novos talentos. Podem ser feitas em Santos-SP na Surfsttore, Av. Pedro Lessa, 796 – tel.:             13 3227-9577      ; em São Sebastião-SP na 20 Pés, na Estrada do Camburi, 1110 – tel.:             12 3865-2076      ; e em São Paulo-SP na Board House, Rua Inácio Pereira da Rocha, 339, Vila Madalena- tel.: 11 2364-9686. O Circuito New Advance SUP Race tem patrocínio New Advance e co-patrocínio Surfsttore. Apoio Água Marinha, Rip Cord, Gzero Tech, Quikblade, Board House, Vênus, 20 Pés, Future Fins, Okumura Temakeria, Cascione Advogados Associados, 98FM, Big Frio, Sup Club, Matero, Attitude Riders, Deputado Estadual Luciano Batista, Vereador Diogo Batista e Prefeitura de São Vicente através da Secretaria de Esportes e Lazer.  

“Paddlepalooza” promove o Stand Up Paddle em Nova Iorque

De iniciantes a adiantados, a feira vista atrair ampla gama de particantes. Foto: metro.us Por Redação SUPCLUB.com.br De 04 a 08 de janeiro, a New York Boat Show, mega feira indoor de esportes náuticos realizada em Nova Iorque, em sua 105º edição, irá promover um evento especial dedicado ao Stand Up Paddle, o “Paddlepalooza”.  O objetivo do Paddlepalooza é fornecer o maior número de informações possíveis sobre o esporte, atendendo desde os iniciantes aos mais adiantados, com exposições de equipamentos, workshops e atividades.  Um dos objetivos da feira é atrair praticantes de outros esportes para o universo do SUP demonstrando, na pratica, toda a versatilidade que o esporte oferece. No lugar das tradicionais remadas de SUP, haverá, por exemplo, workshops com os mais variados temas: SUP skate (ou “Land Paddle”) com Mark Langowski, com o objetivo de atrair o público ligado ao skateboard; aulas de SUP Yoga com Patti Cuomo, que usa um paddleboard na água no lugar da tradicional esteira no chão e, para quem desejar queimar calorias, aulas de 20 minutos de SUP fitness, ministradas pelos instrutores Karen Jewell e Lima Louisa, que vem realizando um trabalho que mistura atividades tradicionais de fitness com Stand Up Paddle, visando trabalhar equilíbrio, força e coordenação.  “A mágica sobre SUP está no fato de ser tão bom para você e tão fácil de praticar”, relata a empresária Kim Beaumont, uma das responsáveis pela realização do evento, garantindo que todo o suporte será dado a quem pretende visitar a feira e se aventurar em suas primeiras remadas: “são pranchas com o dobro ou mais do tamanho de uma prancha de surf e são muito estáveis. Nós daremos aos visitantes toda a instrução e apoio necessários para ajudá-los a se levantar nas pranchas. Mostraremos que este é um esporte onde se exercita tanto quanto queira”, finaliza. Paddlepalooza no New York Boat Show: Introdução ao SUP 04-08 janeiro Diariamente, todos os dias  SUP Fitness 04-06 janeiro, de hora em hora, classes de 20 minutos 07 de janeiro, 15h30, 17h30 h., 19h30 08 de janeiro, 10h00, meio-dia, 14h00, 16h00  Técnicas de SUP 04-06 janeiro, 14h30, 16h30, 18h30 07 de janeiro, 16:30, 18:30 08 de janeiro, 11h00, 13h00, 15h00, 17h00  SUP Skate 07 de janeiro, do meio-dia às 15h00 SUP Yoga 07 de janeiro, das 10h00 ao meio-dia Para maiores informações acesse: www.nyboatshow.com   .jpg”>

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