Circuito Maresia agita surf paraibano

Tony Vaz, campeão open 2001, está na semi-final da Open. Foto: Chico Padilha. Um Mar do Macaco básico. É o que se pode dizer do primeiro dia do Maresia Surf, que acontece em Cabedelo, Paraíba, valendo como terceira do Estadual de Surf, o Transamérica 2002, que ao longo do ano definirá campeões paraibano em 10 divisões. Mesmo tendo sido ambos destaques da primeira fase, Saulo Carvalho e Alexandre do Vale, que defendia a liderança, não lograram classificação às semi-finais da Open, categoria mais importante divisão da amadora, que neste domingo terá os mirins Yuri Nogueira e Diego Paredes, o júnior Walter Pedro e o ex-profissional Tony Vaz, tentando impedir Paulo Germano ou Jano Belo de alcançarem a segunda vitória na temporada, já que Paulo Germano vem de vitória na divisão Open durante a recente etapa da Praia do Sol, e Jano Belo venceu a de abertura neste mesmo palco. As boas condições não se repetiram neste sábado, o que não impediu excelentes performances, com maior destaque para Jano Belo, que garantiu a melhor nota do dia (8,6 pontos) ao surfar de backside uma esquerda e nela realizar três ótimas manobras, o que aliás foi providencial, já que até então ele só figurava em terceiro lugar na bateria. Com esta onda ele garantiu o primeiro lugar e Hugo Amorim, que liderava a disputa, classificou-se em segundo no confronto que definiu os dois últimos nomes open para a segunda fase. A boa performance de Jano Belo foi bastante elogiada por uma lenda do surf paraibano: Brayner Brito, campeão invicto Open de 87 no Paraibano. Brayner também foi finalista, no ano seguinte, de etapa nacional Open, na primeira vez que o Brasileiro da categoria amadora veio a Pernambuco, cujo campeão da etapa foi o carioca Vitor Ribas, com o potiguar Joca Júnior em segundo e Brito sendo quarto ao cometer interferência. Walter Pedro está na semi-final da categoria Open. Foto: Chico Padilha. Mas como não vive de passado, Brayner Brito quer vencer neste domingo a divisão Master-28 do Maresia Surf Open, na realidade um treino de luxo para uma meta maior: competir brevemente na Master/Senior. Para representar a Paraíba, quer voltar a fazer final no Brasileiro Amador. ?Quero superar a quarta colocação nacional do nosso ex- master Chico Padilha?, afirma Brito, que no meio do surf é tratado pelo apelido de infância: Mocó. Mas, se Brayner ?Mocó? Brito guarda o troféu de quarto em etapa de Brasileiro, no entanto Paulo Germano já o superou , sendo campeão paraibano Open 2000. Naquele ano, venceu a Open na etapa pernambucana do Brasileiro de Surf Amador, superando o vice-campeonato de 92, obtido pelo hoje profissional Otávio Lima, na mesma Porto de Galinhas, Competitivo ao extremo, Paulo Germano é colecionador de bons resultados em Intermares, mas seu currículo não tem troféu de campeão em etapa no bairro onde mora, realiza treinos e possui movimentada academia. ?Eu sou como uísque que quanto mais o tempo passa, mais fica melhor?, afirmava ele, logo após a classificação para este domingo, quem sabe o de primeira vitória Open nas ondas de Intermares em etapa do Paraibano.
Mineirinho avança em campeonato norte-americano

Adriano Mineirinho está arrebentando na Virginia, EUA. Foto: Ivan Storti / FMA Comunicação (Arquivo) Diretamente do palanque do East Coast Surfing Championships, mega evento norte-americano que acontece no estado de Virgina, EUA, Marcos Bukão, diretor de provas do campeonato, e que também ocupa esta função na Confederação Brasileira de Surfe, informa que Adriano Mineirinho está arrebentando. Ele é o único brasileiro inscrito no campeonato, que está tendo a participação de mais de 700 atletas divididos em 27 categorias. O evento distribui US$ 60 mil, equivalente a um campeonato de nível quatro estrelas do World Qualifying Series. Mineirinho está sendo considerado a grande sensação. Ele está classificado para as semi-finais do Pro Open e Júnior, e Júnior Amador. Outras atrações no campeonato são os atletas Danny Melhado, Dino Andino, Kaipo Jaquias, Aaron Cormican e Jason.
Flat eterno na França

Palanque do Rip Curl Pro 2002, em Hossegor. Foto: ASP Europe. A 28a. etapa do WQS 2002 completou neste sábado quatro dias em período de espera pelas ondas na praia de Hossegor, na França. O Rip Curl Pro, evento de nível 6 estrelas, será prolongado até segunda-feira (26). Os principais cabeças-de-chave ainda não estrearam, incluindo dez dos 17 brazucas escalados no round dos 64. Na primeira bateria, o paulista Danylo Grillo enfrenta o havaiano Jamie O?Brien e os australianos Luke Stedman e Richard Lovett. Em seguida, o carioca Guilherme Herdy estréia contra o norte-americano Ben Bourgeois, o havaiano Fred Patacchia e o aussie Paul Parkes. O paulista Renan Rocha também fará sua primeira apresentação em Hossegor. Seus adversários serão o inglês Russel Winter, o baiano Armando Daltro e o paraibano Otávio Lima. Na quinta bateria o carioca Marcelo Trekinho duela com o português Tiago Pires, o sul-africano Paul Canning e o australiano Nathan Webster. Vencedor da etapa de Lacanau, na última semana, o catarinense Teco Padaratz tenta uma nova vitória na perna francesa do WQS. Sua estréia acontecerá na sexta bateria, contra Tim Reyes (EUA) e os australianos Toby Martin e Kieren Perrow. Marcelo Nunes está escalado como cabeça-de-chave na sétima bateria. O aussie Darren O?Rafferty, o californiano Shane Beschen e o havaiano Bruce Irons serão os adversários do potiguar. O paranaense Peterson Rosa estreará na nona bateria, pegando o português Jose Gregório, o baiano Wilson Nora e o aussie Chris Davidson. Outro brazuca estreante no Rip Curl Pro é o carioca Victor Ribas, que terá como adversários os australianos Lee Winkler e Glyndyn Ringrose, além do potiguar Joca Júnior. Na 13a bateria, o gaúcho Rodrigo Dornelles faz sua primeira participação em Hossegor enfrentando o havaiano Shane Dorian e os aussies Glen Hall e Nathan Hedge. O paraibano Fábio Gouveia, que levou o título em Anglet, estréia na 14a bateria, contra o australiano Phillip MacDonald e os norte-americanos Tim Curran e Ryan Simmons. O pernambucano Paulo Moura e o potiguar Danilo Costa completam a lista de estreantes no time canarinho. Eles estão escalados na 15a bateria, contra os aussies Tom Whittaker e Luke Hitchings. Fechando a participação verde-amarela no round dos 64, o alagoano Tânio Barreto encara Damien Hobgood (EUA), Pablo Gutierrez (Esp) e Troy Brooks (Aus) na 16a bateria. Baterias do round dos 64 1a) Richard Lovett (Aus), Jamie O?Brien (Haw), Luke Stedman (Aus) e Danylo Grillo (Bra). 2a) Guilherme Herdy (Bra), Ben Bourgeois (EUA), Fred Patacchia (Haw) e Paul Parkes (Aus). 3a) Renan Rocha (Bra), Otávio Lima (Bra), Armando Daltro (Bra) e Russel Winter (Ing). 5a) Nathan Webster (Aus), Paul Canning (AfrS), Tiago Pires (Port) e Marcelo Trekinho (Bra). 6a) Flávio Padaratz (Bra), Kieren Perrrow (Aus), Toby Martín (Aus) e Tim Reyes (EUA). 7ª) Marcelo Nunes (Bra), Darren O?Rafferty (Aus), Shane Beschen (EUA) e Bruce Irons (Haw). 9a) Peterson Rosa (Bra), Wilson Nora (Bra), José Gregório (Port) e Chris Davidson (Aus). 10a) Victor Ribas (Bra), Joca Júnior (Bra), Lee Winkler (Aus) e Glyndyn Ringrose (Aus). 13a) Nathan Hedge (Aus), Rodrigo Dornelles (Bra), Glenn Hall (Aus) e Shane Dorian (Haw). 14a) Fábio Gouveia (Bra), Phillip Macdonald (Aus), Tim Curran (EUA) e Ryan Simmons (EUA). 15a) Paulo Moura (Bra), Danilo Costa (Bra), Tom Whittaker (Aus) e Luke Hitchings (Aus). 16a) Damien Hobgood (EUA), Pablo Gutierrez (Esp), Troy Brooks (Aus) e Tânio Barreto (Bra).
Mica é primeiro brazuca nas oitavas do mundial

Delegação brasileira espetou oito atletas entre os 32 melhores na etapa final. Foto: aspworldtour.com/Ellis. A delegação brasileira classificou oito surfistas entre os 32 melhores classificados no Oxbow World Longboard Championship que acontece em Cabo San Lucas, México. O evento teve início nesta sexta-feira (23/08) com a disputa da primeira fase, com destaque para o jovem longboarder canarinho Danilo Mulinha, que abriu o evento e surfou uma onda fantástica que valeu 9 pontos. Danilo, Jaime Víudes, Picuruta Salazar, Amaro Matos, Jeremias da Silva, Phil Rajzman e Olímpio Batista passaram em primeiro e garantiram suas vagas na terceira fase. Eduardo Bagé, Picuruta Salazar é o brasileiro mais experiente no World Longboard Tour (WLT). Foto: aspworldtour.com/Ellis. Augusto Saldanha e Paulo Kid não deram a mesma sorte e seguiram para segunda fase, disputada neste sábado em ondas com mais de 1 metro. Apenas Kid conseguiu vencer e seguir para terceira fase. Eduardo Bagé perdeu para o australiano Ian Bell, enquanto Saldanha foi eliminado pelo norte-americano Alex Knost. As oito primeiras baterias da terceira fase foram disputada ainda neste sábado, porém o campeonato foi interropido e pode reiniciar neste domingo caso a condição de surf esteja adequada. Mica foi o único brasileiro a correr a terceira fase e levou o time brazuca ao delírio vencendo o australiano Sebastien Wilson. Mica é o primeiro brazuca a avançar para a quarta fase. Foto: Cedric Grueau. “Eu entrei na bateria bastante relaxado pensando na minha familia. Tenho certeza que Deus me ajudou muito, pois não tinha dinheiro para vir aqui e tive que pegar emprestado. Com essa vitória poderei pagar minhas despesas e voltar com algum para minha família.” afirmou Mica, o primeiro brasileiro a avançar para quarta fase. Colin McPhillips, atual campeão mundial, mostrou que não quer perder o título e obteve 18 pontos em sua bateria, a maior somatória do evento. O sul-africano Jason Ribbink, atual vicecampeão mundial, obteve 17,25 pontos surfando como um shortboarder. Jason Ribbink descobriu que a fórmula do sucesso é surfar como de pranchinha. Foto: aspworldtour.com/Ellis. “Consegui 9.25 e 8 em duas ondas onde surfei apenas como um shortboarder. Nas duas ondas onde fiz longos bicos não obtive mais de sete. Se os juizes não estão valorizando o noseride, continuarei surfando como um shortboarder e darei a eles o que eles querem.” afirmou Jason Ribbink após sua bateria. A terceira fase é composta por oito brasileiros, sete havaianos, seis australianos, quatro norte-americanos, dois sul-africanos, um francês e um japonês. Devido à grande quantidade de brazucas, teremos duas baterias homem-a-homem compostas exclusivamente por brasileiros. Picuruta Salazar enfrenta Phill Rajzman na sexta bateria, enquanto Ondas perfeitas e picos paradisiacos são a marca registrada do Oxbow World Longboard Championship. Foto: aspworldtour.com/Ellis. Amaro Matos encara Danilo Mulinha na décima segunda bateria. Saiba mais sobre o evento e confira mais fotos na matéria sobre o primeiro dia de competição, clicando aqui. Confira os resultados ao vivo no site oficial do evento www.oxboweb.com Baterias da terceira fase: 1º 16.45 David Simons (Aus)2º 15.40 Kekoa Uemura (Haw) 1º 16.90 Jye Byrnes (Aus) 2º 14.50 Taylor Jensen (EUA) Rusty Keaulana fez a maior somatória da segunda fase numa disputa acirrada com Josh Baxter. Foto: aspworldtour.com/Ellis. 1º 15.00 Chris VAndervoort (Haw) 2º 14.60 Ian Bell (Aus) 1º 17.25 Jason Ribbink (Afr)2º 10.10 Alex Knost (EUA) 1º 15.50 Jonathan Larcher (Fra)2º 11.75 Grant Thomas (Aus) 1º 15.10 Jeremias da Silva (Bra) 2º 12.90 Sebastein Wilson (Aus) 1º 14.75 Zack Howard (EUA) 2º 13.00 Darren Ledingham (EUA) 1º 18.00 Colin McPhillips (USA) 2º 14.00 Noah Shimabukuro (Haw) O inglês Sam Bleakley mostrou estilo mas foi eliminado pelo havaiano Kekoa Uemura. Foto: aspworldtour.com/Ellis. Bonga Perkins (Haw)Dino Miranda (Haw) Olimpio Batista (Bra)Michael Grendon (Afr) Picuruta Salazar (Bra) Phil Rajzman (Bra) Amaro Matos (Bra) Danilo Rodrigo (Bra) Beau Young (Aus) Rusty Keaulana (Haw) Lucas Proudfoot (Aus) David Kinoshita (Jap) Angel Salinas, o longboarder mascarado, foi o único representante local. Foto: aspworldtour.com/Ellis. Duane DeSoto (Haw)Paulo Kid (Bra) Mathew Moir (Afr)Jaime Viudes (Bra) Baterias da segunda fase: 1º 15.50 Duane DeSoto (Haw) 2º 8.85 Leo Ranzoni (Ita) 1º 11.75 Sebastein Wilson (Aus) 2º 7.50 Angel Salinas (Mex) 1º 14.75 Noah Shimabukuro (Haw) 2º 13.95 Josh Constable (Aus) Garotas locais enfeitam a praia durante disputa do mundial. Foto: aspworldtour.com/Ellis. 1º 16.00 Kekoa Uemura (Haw) 2º 14.00 Sam Bleakley (Ing) 1º 16.25 Ian Bell (Aus) 2º 13.25 Eduardo Bage (Bra) 1º 12.75 Lucas Proudfoot (Aus) 2º 8.25 Andrew Logreco (EUA) 1º 17.65 Rusty Keaulana (Haw) 2º 17.10 Josh Baxter (EUA) 1º 14.00 Darren Ledingham (EUA) 2º 12.50 Romain Maurin (Fra) 1º 16.50 Zack Howard (EUA) 2º 12.25 Edwards Keegan (Haw) Sebastien Wilson desliza no bico de sua prancha. Foto: aspworldtour.com/Ellis. 1º 13.25 Michael Grendon (Afr) 2º 12.00 Elliot Dudley (Ing) 1º 14.20 Alex Knost (EUA) 2º 13.60 Augusto Saldanha (Bra) 1º 13.50 David Kinosh (Jap) 2º 11.75 Thibaut Dussarat (Fra) 1º 16.50 Chris Vandervoort (Haw) 2º 13.85 John Lee Ryan (Ing) 1º 15.60 David Simons (Aus) 2º 13.00 Dane Wilson (Aus) 1º 15.25 Taylor Jensen (EUA) 2º 12.60 Yoshinori Matsuyama (Jap) 1º 14.80 Paulo Kid (Bra) 2º 12.40 Devon Howard (EUA)
Delton Menezes parte para Califórnia (EUA)

delton menezes classic longboarders
Braz Barros produz shapes de vanguarda

braz barros
Seis brazucas em primeiro no mundial do México

Picos paradisíacos com altas ondas sempre são a escolha da Oxbow para o mundial de longboard. Foto: aspworldtour.com/Ellis. A disputa do Oxbow World Longboard Championship 2003 teve início nesta sexta-feira (23/08) em Cabo San Lucas no México. Jaime Víudes, Picuruta Salazar, Amaro Matos, Jeremias da Silva, Phil Rajzman e Olimpio Batista passaram em primeiro e garantiram suas vagas na terceira fase. O evento define o campeão mundial da categoria e distribui US$ 80 mil em prêmios. Como todos os anos, a Oxbow escolhe um local paradísiaco com altas ondas para realizar o campeonato. O evento teve início com baterias disputadas no pico de La Rocca, onde o mar quebrou perfeito entre 1,5 e 2 metros. Beau Young passa tirando fininha das pedras no pico de La Rocca. Foto: aspworldtour.com/Ellis. Com mudança de maré e o aumento do vento, as baterias foram transferidas para outra seção da onda chamada Pescaditos, umas vez que as pedras submersas em La Rocca são ameaçadoras. Uma inovação é a soma das duas melhores ondas de cada surfista na bateria. Este critério torna as baterias mais competitivas e força os surfistas a arriscarem mais em busca de maiores notas. Danilo Mulinha surfou a primeira onda do campeonato. O jovem brazuca pegou uma onda fantátista que valeu 9 pontos, para garantir a vitória e a vaga na terceira fase do evento. “As ondas aqui são bem diferentes das que eu Picuruta Salazar é um dos maiores finalistas do WLT e quer trazer o título este ano. Foto: aspworldtour.com/Ellis. estou acostumado a surfar. Inicialmente, fiquei pouco à vontade com as pedras que aparecem em todo lugar, mas com o tempo relaxei consegui aquele 9″, declarou Danilo. Ele afirma estar numa missão em busca de um título do WLT para o Brasil. Eduardo Bagé, que embarcou na última hora para México porque sua vaga surgiu somente depois de confirmadas as ausências de Kevin Connelly e Marcelo Freitas, quase venceu o australiano Jye Byrnes, que garantiu a vitória na última onda. Augusto Saldanha também não teve sorte neste bateria, mas ambos avançaram para o segundo round. Beau Young obteve a maior somatória da primeira fase. Foto: aspworldtour.com/Ellis. Paulo Kid, que obteve vaga devido à ausência de Joel Tudor, ficou com a terceira colocação na última bateria do dia, disputada contra o baiano Olimpinho e o norte-americano Taylor Jensen, mas mesmo assim avançou para a segunda fase do evento. O australiano Beau Young confirmou a boa fase desde as etapas na Europa e obteve a maior somatória do evento, 17 pontos (9+8). O evento reinicia neste sábado a partir das 7:30 horas (horário local) com disputa das baterias da segunda fase. Confira os resultados ao vivo no site oficial do Tradicional cerimônia das águas abriu o Oxbow World Longboard Championship 2002 em Cabos San Lucas no México. Foto: aspworldtour.com/Ellis. evento www.oxboweb.com Confira a galeria de fotos Confira o resultado das baterias da primeira fase: 1º 16.60 Danilo Rodrigo (Bra)2º 13.40 Josh Constable (Aus)3º 12.55 Keegan Edwards (Haw) 1º 12.75 Jamie Viudes – (Bra)2º 12.65 Sebastein Wilson (Aus)3º 11.00 Romain Maurin (Fra) 1º 14.00 Jonathan Larcher (Fra)2º 12.40 Rusty Keaulana (Haw) Sebastien Wilson não foi capaz de vencer Jaime Víudes. Foto: aspworldtour.com/Ellis. 3º 11.25 David Simons (Aus) 1º 14.25 Alex Salazar – (Bra)2º 10.95 Chris Vandervoort (Haw)3º 9.10 Andrew Logreco (EUA) 1º 13.60 Dino Miranda (Haw)2º 12.15 Duane DeSoto (Haw)3º 10.60 David Kinoshita (Jap) 1º 16.75 Jye Byrnes (Aus)2º 15.05 Eduardo Bage – (Bra)3º 10.85 Augusto Saldanha – (Bra) 1º 14.50 Jason Ribbink (Afr) Líder do circuito ápós vitória na França Bonga Perkins passou em primeiro sua primeria bateria. Foto: aspworldtour.com/Ellis. 2º 9.85 Sam Bleakley (Ing)3º 6.75 Michael Gredon (Afr) 1º 13.00 Colin McPhillips (EUA)2º 11.25 Josh Baxter (EUA)3º 6.90 Leo Ranzoni (Ita) 1º 14.50 Bonga Perkins (Haw)2º 10.15 Darren Ledingham (EUA)3º 8.40 Angel Salinas (Mex) 1º 17.00 Beau Young (Aus)2º 12.15 Noah Shimabukuro (Haw)3º 10.75 Zack Howard (Aus) 1º 6.75 Amaro Matos – (Bra)2º 8.25 Yoshinori Matsuyama (Jap)3º 6.50 Elliot Dudley (Ing) 1º 13.75 Jeremias da Silva (Bra)2º 12.65 Kekoa Uemura (Haw)3º 7.25 Alex Knost (EUA) 1º 14.00 Mathew Moir (Afr)2º 11.30 Devon Howard (EUA) 3º 10.60 Thibaut Dussarat (Fra) 1º 11.00 Grant Thomas (Aus)2º 10.75 Ian Bell (Aus)3º 8.60 John Lee Ryan (Ing) 1º 14.75 Phil Rajzman (Bra)2º 10.10 Dane Wilson (Aus)3º 9.75 Lucas Proudfoot (Aus) 1º 14.00 Olimpio Batista (Bra)2º 11.15 Taylor Jensen (EUA)3º 7.25 Paulo Kid (Bra)