Saquarema Surf Festival

Sophia Medina assume liderança

Saquarema Surf Festival define quartas de final do QS 5000 feminino na quarta-feira e Sophia Medina assume liderança provisória do ranking,
Saquarema Surf Festival, praia de Itaúna (RJ)

O Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves, apresentado pela Prefeitura de Saquarema, já definiu as quartas de final femininas, em mais um dia só com baterias do QS 5000 na Capital Nacional do Surf. Duas surfistas de Saquarema, Taís Almeida e Kayane Reis, barraram a recordista Laura Raupp e Sophia Medina assumiu a liderança provisória no ranking da temporada 2023/2024 da WSL South America.

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Já os destaques do dia foram Heitor Mueller e Cauã Costa, que fizeram novos recordes com seus aéreos nas ondas da Praia de Itaúna. Eles são dois dos 24 surfistas que seguem na briga pelo título do QS 5000 e ambos também competem na categoria Pro Junior Sub 20, que será iniciada nesta quinta-feira, com transmissão ao vivo pelo WorldSurfLeague.com e TikTok da WSL Brasil.

O primeiro a brilhar foi o catarinense Heitor Mueller, que vem de vitória no QS 1000 de Punta Rocas, no Peru. Ele chegou em Saquarema empatado com o argentino Nacho Gundesen, em segundo lugar no ranking regional de 2023/2024 da WSL South America, que vai classificar sete homens e três mulheres para o Challenger Series, o circuito de acesso para o World Surf League (WSL) Championship Tour (CT). O Saquarema Surf Festival está abrindo o Circuito Banco do Brasil de Surfe com a etapa mais importante da temporada e o novo líder do ranking será definido nas ondas da Praia de Itaúna.

Heitor Mueller estreou na sétima bateria da quarta-feira, com o vento favorecendo os voos nas direitas de Itaúna. Foi isso o que o catarinense da Ilha de São Francisco do Sul fez, mas também mostrou a força das suas manobras de borda. Heitor já liderava a bateria com duas notas na casa dos 7 pontos, quando pegou uma onda boa, começou com uma batida e já mandou o primeiro aéreo. Aterrissou com segurança, acelerou e voou de novo, para somar nota 9,27 na vitória por 16,44 pontos, novos recordes do Saquarema Surf Festival até ali.

“Essa onda foi demais mesmo”, disse Heitor Mueller. “Eu dei a primeira batida, aí vi que podia fazer um aéreo, mandei o aéreo, encaixou bem no ar, aterrissei certo, e quando olhei a junção já se formando, vi que teria que ser outro aéreo. Eu já estava com duas notas 7 e pouco, bem tranquilo na bateria, então mandei esse outro aéreo, caí na base, mas fiquei só com o pé de trás na prancha, botei a mão na frente e consegui continuar na onda. Poxa, foi uma bateria alucinante e estou felizão pelo high-score”.

No fim do dia, após a batalha pelas vagas para as quartas de final do QS 5000 feminino, o show continuou nas quatro primeiras baterias da quarta fase masculina. O argentino Nacho Gundesen venceu bem a primeira bateria e se isolou na liderança do ranking, mas Heitor Mueller volta a empatar com ele se passar sua bateria na quinta-feira. O campeão mundial de ondas gigantes, Lucas Chumbo Chianca, avançou junto com Nacho Gundesen na onda que surfou no último minuto.

Recorde de pontos – Duas baterias depois, Cauã Costa já começou com nota 9,00 na primeira onda que surfou contra o carioca Vitor Ferreira e os paulistas Hizunome Bettero e Rodrigo Saldanha, que também usou os aéreos para se classificar em segundo lugar. Cauã foi campeão da categoria Pro Junior do Saquarema Surf Festival em 2021 e 2022. Ele ainda busca um bom resultado no QS e acertou um aéreo que ganhou 8,33 dos juízes. Com essa nota, Cauã Costa registrou um novo recorde de 17,33 pontos, superando os 16,44 do Heitor Mueller na manhã da quarta-feira em Itaúna.

“Estou amarradão por ter feito duas notas excelentes. Saquarema é um lugar muito especial para mim, ganhei o Pro Junior nos dois últimos anos, então me sinto super à vontade aqui”, disse Cauã Costa. “Aéreo é uma manobra que tenho no pé, treino desde criança, então na hora que preciso, eu mando. Graças a Deus, está dando certo e estou amarradão por ter avançado mais uma fase. Meu pai está aqui e toda minha família está na torcida, me dando muita confiança. Esse QS é muito importante para mim, porque quero uma vaga no Challenger Series, essa é a meta. Então eu vou atrás dessa vaga com tudo e espero ir muito longe nesse evento”.

E para fechar mais um dia de boas ondas na Praia de Itaúna, o paranaense Peterson Crisanto também fez uma grande apresentação. Ele acertou os aéreos para somar notas 8,50 e 7,87 no terceiro maior placar da terceira edição do Saquarema Surf Festival. Os 16,33 pontos que Peterson totalizou, só ficaram abaixo dos 16,44 do Heitor Mueller e dos 17,33 do Cauã Costa. Esta terceira edição do campeonato realizado pela 213 Sports em homenagem a Leo Neves, está sendo ainda mais especial esse ano.

Leo Neves – Em 2019, nas mesmas ondas de Itaúna, Leo Neves faleceu enquanto competia em um evento local. Agora em 2023, completa 20 anos que Leo Neves conquistou o bicampeonato brasileiro. A sua imagem está ilustrada em vários lugares na arena do Saquarema Surf Festival e duas pessoas especiais para ele, estrearam na quarta-feira, o seu filho, Valentin Neves, e o grande amigo, Raoni Monteiro. Ambos só se classificaram nas ondas que surfaram no último minuto. Com elas, Raoni passou em segundo lugar na sua e Valentin pulou de terceiro para primeiro na bateria seguinte.

“Fiquei correndo atrás de onda a bateria inteira, me posicionei mal no começo, mas a última onda, acho que o Leo (Neves) mandou pra mim e foi aquela salvadora”, disse Raoni Monteiro. “A gente sente a presença dele (Leo Neves). Eu convivi com ele por muitos anos, foram muitos anos de aprendizado, competindo, vivendo a vida que a gente sempre sonhou. Passamos muitos momentos bons juntos e, tenho certeza, de que ele está aqui presente com a gente hoje. A voz até engasga com vontade de chorar pensando nele, mas a gente tem que pensar no Leo com alegria”.

Valentin Neves também se emocionou ao falar da onda no último minuto: “Com certeza, meu pai deve estar me abençoando muito lá de cima. Essa era a onda que ele gostava de surfar aqui, foi onde ele me ensinou a surfar e fiquei pedindo no finalzinho, para ele mandar uma onda pra mim. Pai, manda a onda pra mim! Aí vi essa direita vindo e já sabia que ela ia encaixar na bancada, então era só soltar o meu surfe, que ia dar certo. Foi isso e estou amarradão, que tirei a nota que precisava”.

Quartas de final – Na quarta-feira também teve competição feminina nas boas ondas da ensolarada Praia de Itaúna. Foram quatro baterias definindo as quartas de final do primeiro QS 5000 da temporada 2023/2024 da WSL South America. O primeiro duelo será entre a argentina Vera Jarisz e uma das surfistas de Saquarema classificadas, Kayane Reis. A outra é Taís Almeida, que entra no seguinte com Sophia Medina defendendo a liderança do ranking. Depois, tem Isabelle Nalu contra Naire Marquez e Tainá Hinckel contra Kemily Sampaio disputando as últimas vagas nas semifinais.

Os 5.000 pontos em jogo na abertura do Circuito Banco do Brasil de Surfe no Saquarema Surf Festival, vão mudar bastante o ranking das três etapas do QS 1000 disputadas no Equador, Argentina e Peru. A paulista Sophia Medina fechou o dia liderando o ranking, com a argentina Vera Jarisz em segundo lugar. Mas, a disputa pela ponta vai prosseguir até o domingo. A argentina fez os recordes femininos da quarta-feira, nota 7,17 e 12,57 pontos. Sophia Medina fez 12,17 com nota 7,0 da melhor onda e passou em segundo lugar na bateria, eliminando Yanca Costa e Yasmin Neves.

“A bateria não foi fácil, mas consegui pegar duas ondas boas, então fiquei tranquila, respirei bastante e só pensei em surfar”, disse Vera Jarisz. “Sempre tem um nervosismo de competir com as brasileiras, mas entrei muito motivada na bateria, com muita garra. É uma loucura estar aqui competindo com meninas que surfam tão bem. Eu aprendo muito e vamos com tudo”.

Dobradinha de Saquarema – Na segunda bateria feminina da quarta-feira, deu dobradinha de Saquarema, sobre duas catarinenses. Uma delas era Laura Raupp, que na terça-feira bateu um recorde histórico do Saquarema Surf Festival. Os 16,67 pontos que totalizou, é o maior somatório feminino nos 3 anos do evento realizado em memória a Leo Neves. A experiente Taís Almeida e Kayane Reis, tiraram as maiores notas da bateria para derrotar Laura Raupp e Kiany Hyakutake.

“Por eu ser daqui, tem muita pressão em cima de mim e eu tenho um pouco de dificuldade de competir aqui no Point de Itaúna”, disse Taís Almeida. “A onda é bem difícil, balançada, fora a pressão da galera, falando que eu tenho que ganhar porque sou local. Eu não sei viver a base de pressão e a bateria era bem difícil. Mas, consegui pegar duas ondas boas e fazer uma nota que me segurou na primeira posição. Depois, só fui administrando e deu tudo certo”.

Na bateria seguinte, as catarinenses triunfaram, com Isabelle Nalu e Tainá Hinckel, barrando Sol Carrion e a peruana Kalea Gervasi, que ficaria em primeiro lugar no ranking da WSL South America, se passasse para as quartas de final. Com a derrota, Sophia Medina permaneceu na liderança. Na última disputa por vagas nas quartas de final, deu dobradinha paulista de Kemily Sampaio e Naire Marquez, sobre a catarinense Maya Carpinelli e a surfista de Arraial do Cabo, Karol Ribeiro.

O Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves é um evento licenciado pela WSL Latin America para a 213 Sports realizar etapas masculinas e femininas do Qualifying Series, Pro Junior Sub-20 e Longboard. A Prefeitura Municipal de Saquarema apresenta o evento patrocinado pelo Banco do Brasil e G-Shock, com apoio de Garytos, New Era, Cerveja Enseada e parceria institucional da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ), Associação de Surf de Saquarema, Blue Flag, Blue Birds e Pró Criança Cardíaca. A competição será transmitida ao vivo pelo WorldSurfLeague.com e também pelo TikTok da WSL Brasil.

Sobre a 213 Sports – Fundada por Pedro Dau de Mesquita, Yuri Binder, Bernardo Montenegro e Marcelo Montenegro, a 213 Sports nasceu no ano de 2012. Em 2021, a agência foi adquirida pela V3A e, desde então, responde como vertical de esportes, que integra o pilar de Ventures da companhia. Focada em marketing esportivo, a 213 Sports já realizou mais de 70 projetos para marcas globais e locais, impactando mais de 50 milhões de pessoas no Brasil e no mundo.

A 213 Sports vê o esporte como uma plataforma de engajamento e conexão com forte apelo emocional entre as marcas e consumidores, resultando em uma experiência única de sportainment. Insights estratégicos alinhados com o posicionamento da marca, excelência na execução e resultados mensuráveis com retorno social, sempre que possível, são as bases que sustentam a excelência da 213 Sports. Responsável por inúmeros cases, a agência se destaca com os projetos: Oi Rio Pro, Sephora Beauty Run, Ceará Kite Pro, WSL House, CamelBak Mountain Race, Casa On Running, Praia Para Todos, Pelé Academia, Saquarema Surf Festival, WTR, Red Bull Pool Clash, SLS Super Crown World Championship, entre outros.

Resultados da quarta feira no Saquarema Surf Festiva
Terceira Fase do QS 5000 Masculino

5a: 1-Cauã Costa (BRA), 2-Peterson Crisanto (BRA), 3-Gabriel Klaussner (BRA), 4-Samuel Joquinha (BRA)
6a: 1-Vitor Ferreira (BRA), 2-Gustavo Henrique (BRA), 3-Pedro Henrique (BRA), 4-Philippe Neves (BRA)
7a: 1-Rickson Falcão (BRA), 2-Rodrigo Saldanha (BRA), 3-Luan Wood (BRA), 4-Yan Guimarães (BRA)
8a: 1-Ian Gouveia (BRA), 2-Hizunome Bettero (BRA), 3-Arthur Máximo (BRA), 4-Thiago Meneses (BRA)
9a: 1-Weslley Dantas (BRA), 2-Raoni Monteiro (BRA), 3-Ryan Kainalo (BRA), 4-Flavio Nakagima (BRA)
10a: 1-Valentin Neves (BRA), 2-Alex Ribeiro (BRA), 3-Eric Bahia (BRA), 4-Cauet Frazão (BRA)
11a: 1-Heitor Mueller (BRA), 2-Daniel Templar (BRA), 3-Facundo Arreyes (BRA), 4-Uriel Sposaro (BRA)
12a: 1-Caio Costa (BRA), 2-Mateus Sena (BRA), 3-Diego Brigido (BRA), 4-Caetano Vargas (BRA)
13a: 1-Mateus Herdy (BRA), 2-Lukas Camargo (BRA), 3-Felipe Oliveira (BRA), 4-Pedro Neves (BRA)
14a: 1-Samuel Igo (BRA), 2-Luel Felipe (BRA), 3-Gabriel Arturo Vargas (PER), 4-Cauã Gonçalves (BRA)
15a: 1-Igor Moraes (BRA), 2-Kaue Germano (BRA), 3-Daniel Adisaka (BRA), 4-Fabricio Rocha (BRA)
16a: 1-Lucas Silveira (BRA), 2-José Francisco (BRA), 3-Wallace Vasco (BRA), 4-Matheus Navarro (BRA)

Segunda Fase do QS 5000 Feminino

1a: 1-Vera Jarisz (ARG), 2-Sophia Medina (BRA), 3-Yanca Costa (BRA), 4-Yasmin Neves (BRA)
2a: 1-Taís Almeida (BRA), 2-Kayane Reis (BRA), 3-Laura Raupp (BRA), 4-Kiany Hyakutake (BRA)
3a: 1-Isabelle Nalu (BRA), 2-Tainá Hinckel (BRA), 3-Kalea Gervasi (PER), 4-Sol Carrion (BRA)
4a: 1-Kemily Sampaio (BRA), 2-Naire Marquez (BRA), 3-Maya Carpinelli (BRA), 4-Karol Ribeiro (BRA)

Quarta Fase do QS 5000

1a: 1-Nacho Gundesen (ARG), 2-Lucas Chianca (BRA), 3-Renan Peres Pulga (BRA), 4-Magno Pacheco (BRA)
2a: 1-Lucas Vicente (BRA), 2-Rafael Teixeira (BRA), 3-Leo Casal (BRA), 4-Diego Aguiar (BRA)
3a: 1-Cauã Costa (BRA), 2-Rodrigo Saldanha (BRA), 3-Hizunome Bettero (BRA), 4-Vitor Ferreira (BRA)
4a: 1-Peterson Crisanto (BRA), 2-Ian Gouveia (BRA), 3-Rickson Falcão (BRA), 4-Gustavo Henrique (BRA)

Baterias desta quinta-feira no Saquarema Surf Festival

5a: Weslley Dantas (BRA), Valentin Neves (BRA), Daniel Templar (BRA), Mateus Sena (BRA)
6a: Raoni Monteiro (BRA), Alex Ribeiro (BRA), Heitor Mueller (BRA), Caio Costa (BRA)
7a: Mateus Herdy (BRA), Samuel Igo (BRA), Kaue Germano (BRA), José Francisco (BRA)
8a: Lukas Camargo (BRA), Luel Felipe (BRA), Igor Moraes (BRA), Lucas Silveira (BRA)

Primeira Fase Pro Junior 

1a: Eduardo Mulford (BRA), João Artur (BRA), Fadul Ryan (BRA)
2a: Luiz Neiva da Silva (BRA), Pablo Gabriel da Silva (BRA), Yuri Machado (BRA), Ryan Martins (BRA)
3a: Gabriel Paiva (BRA), Lucas di Giorge (BRA), Kailani Renno (BRA)
4a: Matheus Neves (BRA), Miguel Ferraz (BRA), Murillo Coura (BRA)

Segunda Fase Pro Junior

1a: Cauet Frazão (BRA), Luan Ferreyra (BRA), Patrick Plachi (BRA), 1.o da 1.a bateria da 1.a fase
2a: Igor Shibata (BRA), Tomas Goransky (ARG), João Ferreira (BRA), 2.o da 1.a bateria
3a: Marcell Neves (BRA), Guilherme Ferreira (BRA), Antonio Carvalho (BRA), 1.o da 2.a
4a: Adrian de Osma (PER), Luiz Mendes (BRA), Sunny Pires (BRA), 2.o da 2.a
5a: Nazareno Pereyra (ARG), Luis Henrique Araujo (BRA), Pedro Rian (BRA), 1.o da 3.a
6a: Guilherme Carvalho (BRA), Ryan Coelho (BRA), Lukas Camargo (BRA), 2.o da 3.a
7a: Lucas Ribas (BRA), Kayan Medeiros (BRA), Guilherme Fernandes (BRA), 1.o da 4.a
8a: Takeshi Oyama (BRA), Diego Brigido (BRA), Yan Feder (BRA), 2.o da 4.a

Primeira Fase Pro Junior Feminino

1a: Laura Raupp (BRA), Yasmin Dias (BRA), Paloma Pardo (BRA)
2a: Vera Jarisz (ARG), Mariana Areno (BRA), Ana Luiza (BRA), Sofia Tinoco (BRA)
3a: Isabelle Nalu (BRA), Sofia Artieda (PER), Yasmin Neves (BRA)
4a: Kalea Gervasi (PER), Rafaela Montesi (CHL), Allany Tuze (BRA)
5a: Tainá Hinckel (BRA), Luara Mandelli (BRA), Kemily Sampaio (BRA)
6a: Sophia Gonçalves (BRA), Kiany Hyakutake (BRA), Maya Karl (PRI)
7a: Naire Marquez (BRA), Briana Barthelmess (PER), Sol Carrion (BRA)
8a: Sophia Medina (BRA), Camila Sanday (PER), Maya Carpinelli (BRA)

Baterias de sexta-feira no Saquarema Surf Festival
Primeira Fase do Longboard Masculino

1a: Yam Wisman (BRA), Antonio Pedro Robles (BRA), Pedro Bento Carvalho (BRA), Darlan Marques (BRA)
2a: Romoaldo Nascimento (BRA), Alexandre Escobar (BRA), Phil Rajzman (BRA), Jonas Lima (BRA)
3a: Pedro França (BRA), Anderson Silva (BRA), Lucas Gonçalves Salomone (BRA), Eduardo Bage (BRA)
4a: Matias Maturano (PER), Rodrigo Sousa (BRA), Jeferson da Silva (BRA), Jefson Silva (BRA)

Primeira Fase do Longboard Feminino

1a: Evelin Neves (BRA), Patrycja Orlowska (POL), Julia Vianna (BRA), Michelle des Boulloins (BRA)
2a: Ayllar Cinti (BRA), Maria Clara Santos (BRA), Lara Pestana (BRA), Luana Soares (BRA)

Terceira Fase do Pro Junior Masculino

1a: Ryan Kainalo (BRA), Rafael Lutfy (BRA), 1.o da 1.a bateria da 2.a fase e 2.o da 2.a
2a: Rodrigo Saldanha (BRA), Samuel Joquinha (BRA), 1.o da 2.a e 2.o da 1.a
3a: Diego Aguiar (BRA), Leo Casal (BRA), 1.o da 3.a e 2.o da 4.a
4a: Caio Costa (BRA), Kainan Meira (BRA), 1.o da 4.a e 2.o da 3.a
5a: Heitor Mueller (BRA), Rickson Falcão (BRA), 1.o da 5.a e 2.o da 6.a
6a: Renan Rodrigues (BRA), Philippe Neves (BRA), 1.o da 6.a e 2.o da 5.a
7a: Fabricio Rocha (BRA), Gabriel Klaussner (BRA), 1.o da 7.a e 2.o da 8.a
8a: Cauã Costa (BRA), Cauã Gonçalves (BRA), 1.o da 8.a e 2.o da 7.a

Quartas de final do Saquarema Surf Festival
QS 5000 Feminino

1a: Vera Jarisz (ARG) x Kayane Reis (BRA)
2a: Sophia Medina (BRA) x Taís Almeida (BRA)
3a: Isabelle Nalu (BRA) x Naire Marquez (BRA)
4a: Tainá Hinckel (BRA) x Kemily Sampaio (BRA)

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    A Seleção Brasileira Júnior conquistou três medalhas no Surf City El Salvador ISA World Junior Surfing Championship 2026. A paranaense Luara Mandelli ficou com o bronze na Sub-18 Feminino, o paulista John Muller levou o cobre na Sub-18 Masculino e o Brasil terminou com o bronze por equipes, como a terceira melhor seleção entre os 56 países participantes da 22ª edição do Mundial Júnior da ISA. A principal competição de base do surfe no mundo começou com 420 surfistas. Apenas 11 países tiveram representantes entre os 24 atletas que disputaram as semifinais no domingo, em La Bocana. A Austrália ficou com o ouro por equipes, seguida por Estados Unidos, Brasil e Peru, repetindo as quatro primeiras posições do Mundial de 2025, no Peru. Luara repete feito de 20 anos atrás Na decisão da Sub-18 Feminino, Luara Mandelli chegou à final depois de superar a australiana Stella Green nas semifinais. Na disputa pelas medalhas, Leihani Zoric dominou com notas 8,17 e 7,83, somando 16,00 pontos para conquistar o ouro para a Austrália. Zoie Zietz, dos Países Baixos, ficou com a prata, com 12,77 pontos. Luara somou 8,44 e conquistou o bronze, enquanto a argentina Victoria Muñoz Larreta terminou com o cobre. Com o resultado, Luara repetiu um feito de 20 anos atrás. A paraibana Diana Cristina, a índia Tininha, havia conquistado o bronze no Mundial Júnior de 2006, realizado em Maresias, São Sebastião (SP). Luara tornou-se a segunda brasileira a conquistar uma medalha em 22 edições do Mundial Júnior da ISA. John Muller fica com o cobre O Brasil também disputou as medalhas na Sub-18 Masculino. John Muller venceu a primeira semifinal usando os aéreos. Ryan Martins também buscava uma vaga na decisão, mas o norte-americano Jett Maughan conseguiu uma onda nos minutos finais, acertou um aéreo e recebeu nota 9 para avançar junto com John. Na final, o brasileiro começou na frente com 5,67, mas Maughan e os australianos Ocean Lancaster e Ben Zanatta Creagh passaram a concentrar a disputa pela vitória. O norte-americano assumiu a liderança ao receber 8,23 e chegou aos 15,06 pontos. John ainda acertou um aéreo full rotation de backside no último minuto e recebeu 6,40, sua maior nota, mas não conseguiu deixar a quarta posição. Jett Maughan conquistou o ouro com 15,06 pontos, Ben Zanatta Creagh levou a prata com 14,80, Ocean Lancaster ficou com o bronze com 14,74 e John terminou com 12,07 e a medalha de cobre. Brasil é bronze por equipes A campanha colocou novamente o Brasil entre as três melhores seleções do Mundial Júnior. A Austrália conquistou o ouro por equipes com 8.078 pontos, os Estados Unidos ficaram com a prata com 6.048 e o Brasil levou o bronze com 5.430. O Peru terminou em quarto, com 5.293 pontos e a medalha de cobre. Além dos medalhistas Luara Mandelli e John Muller, Ryan Martins terminou em quinto lugar na Sub-18 Masculino e Arthur Vilar foi sétimo na Sub-16 Masculino. Valentina Zanoni ficou em 13º na Sub-18 Feminino e Carol Bastides terminou em 19º na Sub-16 Feminino. O Brasil foi o primeiro campeão por equipes do Mundial Júnior da ISA, na estreia da competição em 2003, na África do Sul. Entre os brasileiros que já conquistaram o ouro individual estão Jefferson Silva, Jadson André, Alejo Muniz, Gabriel Medina, Filipe Toledo, Matheus Navarro, Luan Wood, Weslley Dantas e Ryan Kainalo. Em 2023, no Rio de Janeiro, a Seleção Brasileira Júnior voltou a conquistar o título por equipes, 20 anos depois da primeira vitória. Resultados Sub-18 Feminino – Final 1 – Leihani Zoric (AUS) 16,002 – Zoie Zietz (NED) 12,773 – Luara Mandelli (BRA) 8,444 – Victoria Muñoz Larreta (ARG) 7,03 Sub-18 Masculino – Final 1 – Jett Maughan (USA) 15,062 – Ben Zanatta Creagh (AUS) 14,803 – Ocean Lancaster (AUS) 14,744 – John Muller (BRA) 12,07 Ranking por equipes 1 – Austrália – 8.078 pontos2 – Estados Unidos – 6.048 pontos3 – Brasil – 5.430 pontos4 – Peru – 5.293 pontos5 – Japão – 5.035 pontos6 – Havaí – 5.012 pontos7 – Espanha – 4.625 pontos8 – Nova Zelândia – 4.542 pontos9 – França – 4.416 pontos10 – Portugal – 4.095 pontos

    Luara Mandelli leva bronze na Sub-18, John Muller fica com o cobre e Seleção Brasileira termina em terceiro lugar entre 56 países no Mundial Júnior da ISA em El Salvador.

    A reta decisiva do Championship Tour 2026 chegou na última sexta-feira (11) a Lower Trestles, na Califórnia (EUA). A nona etapa da temporada abre a janela com dez brasileiros na disputa, quatro deles entre os cinco primeiros do ranking masculino, e condições suficientes para colocar o evento na água logo no primeiro dia. A previsão das ondas aponta a sexta-feira como provável dia de competição. Um swell de sudoeste de período longo deve proporcionar ondas de 4 a 6 pés de face, com séries maiores durante a maré enchendo pela manhã. O vento de sul ainda pode deixar o mar um pouco mexido, mas a previsão mais recente indica que o efeito deve ser administrável e não necessariamente comprometer a realização das baterias. No sábado (12), o swell começa a perder força, com ondas de 4 a 5 pés e possibilidade de realização de baterias. O domingo (13) aparece como provável dia de folga, com ondas mais irregulares de 3 a 4 pés. A segunda-feira (14) também tende a ficar sem competição, com apenas 2 a 4 pés e vento sul. Na terça-feira (15), o cenário começa a mudar. Apesar de o mar ainda permanecer pequeno, na faixa de 3 a 4 pés, uma nova ondulação com boa energia e período longo deve começar a aparecer ao longo do dia. A previsão indica vento leve e condições de semi-limpas a limpas, preparando o terreno para a melhor parte da janela. Em Inglês: Novo swell a caminho A maior expectativa está concentrada entre quarta (16) e sexta-feira (18). Um novo swell de sul-sudoeste, gerado por uma tempestade compacta e intensa no Pacífico Sul Central, deve começar a subir na quarta e atingir o pico na quinta-feira (17). Durante os três dias, Lower Trestles deve receber boas ondas, com as maiores séries entre a tarde do dia 16 e a manhã do dia 18. O vento também tende a colaborar, com manhãs limpas e vento fraco, seguido por vento de oeste fraco a moderado durante as tardes. Existe ainda a possibilidade de um pequeno swell tropical de sul se juntar à energia principal e aumentar a consistência das ondas. A previsão, porém, ainda é tratada com cautela e depende da evolução do ciclone responsável pela formação desse swell. Nos dois últimos dias da janela, 19 e 20 de setembro, a combinação do swell de sul-sudoeste em queda com uma nova ondulação de sudoeste deve manter condições para competição. Brasileiros em posição de destaque Trestles é a última etapa antes do corte que define os 22 surfistas que seguem para a pós-temporada, aumentando o peso dos resultados na Califórnia. Leonardo Fioravanti chega à etapa na liderança do ranking masculino, enquanto Carissa Moore veste pela primeira vez nesta temporada a lycra amarela de líder entre as mulheres. Logo atrás de Fioravanti, o Brasil domina as primeiras posições do masculino. Italo Ferreira ocupa a segunda colocação, seguido por Yago Dora em terceiro, Gabriel Medina em quarto e Miguel Pupo em quinto. Além deles, João Chianca, Samuel Pupo, Alejo Muniz, Mateus Herdy e Filipe Toledo completam o grupo brasileiro no masculino. No feminino, Luana Silva representa o País. Filipe chega a uma etapa especialmente importante. Atual 21º colocado, o bicampeão mundial tenta permanecer entre os 22 que avançam para a pós-temporada. Trestles, porém, guarda algumas das melhores lembranças de sua carreira: foi ali que o brasileiro conquistou os títulos mundiais de 2022 e 2023, quando o circuito ainda utilizava o formato das WSL Finals. Toledo também conhece Lower Trestles como poucos. O brasileiro viveu por 11 anos em San Clemente antes de se mudar para o Rio de Janeiro no fim de 2025 e descreve a onda californiana como uma espécie de “skate park”, pelas inúmeras possibilidades de manobras progressivas. Rodgers e Pinkerton vencem triagens Os norte-americanos Hayden Rodgers e Kirra Pinkerton garantiram as últimas vagas no evento ao vencerem as triagens realizadas em Trestles. Rodgers somou 12,10 pontos e fará sua estreia no Championship Tour, enquanto Pinkerton venceu com 13,33 e chega à quarta participação em uma etapa do CT. Chaves brasileiras Mateus Herdy é o único brasileiro escalado para a primeira fase masculina. Ele enfrenta o norte-americano Taj Lindblad na quarta bateria e, caso avance, terá Gabriel Medina pela frente no Round 2. Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Yago Dora encara o vencedor da terceira bateria da primeira fase; João Chianca enfrenta Marco Mignot; Italo Ferreira pega o vencedor da segunda bateria; Alejo Muniz enfrenta Ethan Ewing; Samuel Pupo encara Jake Marshall; Gabriel Medina aguarda Herdy ou Taj Lindblad; Filipe Toledo enfrenta Liam O’Brien; e Miguel Pupo pega Ramzi Boukhiam. O desenho da chave ainda abre a possibilidade de confrontos brasileiros já no Round 3. Italo Ferreira e João Chianca podem se enfrentar caso avancem, assim como Filipe Toledo e Miguel Pupo. No feminino, Luana Silva estreia diretamente no Round 2 e enfrenta a vencedora da bateria entre Tyler Wright e Francisca Veselko. Janela do Lexus Trestles Pro: 11 a 20 de setembroLocal: Lower Trestles, Califórnia (EUA)Primeira chamada: sexta-feira (11), às 11h30 (horário de Brasília), com possível início da competição ao meio-dia. Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) 10.16 x 9.34 Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 9.73 x 9.67 Hayden Rodgers (EUA)3 – Oscar Berry (AUS) 12.73 x 11.26 Joel Vaughan (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) 11.40 x 11.27 Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Connor O’Leary (JAP) x Callum Robson (AUS)2 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) x Oscar Berry (AUS)4 – Kauli Vaast (FRA) x Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) x João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) x Eli Hanneman (HAV)7 – Kanoa Igarashi (JAP) x Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) x Alejo Muniz (BRA)9 – Leonardo Fioravanti (ITA) x Luke Thompson (AFS)10 – Morgan Cibilic (AUS) x Cole Houshmand (EUA)11 – George Pittar (AUS) x Alan Cleland (MEX)12 – Samuel Pupo (BRA) x Jake Marshall (EUA)13 – Gabriel

    Próxima chamada nesta quarta-feira (16) às 11h (de Brasília). Confira ao vivo a etapa do Circuito Mundial da WSL em Trestles e participe dos debates em nosso fórum. Novo swell ganha força dia 16.

    A reta decisiva do Championship Tour 2026 chega nesta sexta-feira (11) a Lower Trestles, na Califórnia. A nona etapa da temporada abre a janela com dez brasileiros na disputa, quatro deles entre os cinco primeiros do ranking masculino, e condições suficientes para colocar o evento na água logo no primeiro dia. A primeira chamada acontece às 11h30 (horário de Brasília), com possível início das baterias ao meio-dia. A previsão das ondas aponta a sexta-feira como provável dia de competição. Um swell de sudoeste de período longo deve proporcionar ondas de 4 a 6 pés de face, com séries maiores durante a maré enchendo pela manhã. O vento de sul ainda pode deixar o mar um pouco mexido, mas a previsão mais recente indica que o efeito deve ser administrável e não necessariamente comprometer a realização das baterias. No sábado (12), o swell começa a perder força, com ondas de 4 a 5 pés e possibilidade de realização de baterias. O domingo (13) aparece como provável dia de folga, com ondas mais irregulares de 3 a 4 pés. A segunda-feira (14) também tende a ficar sem competição, com apenas 2 a 4 pés e vento sul. Na terça-feira (15), o cenário começa a mudar. Apesar de o mar ainda permanecer pequeno, na faixa de 3 a 4 pés, uma nova ondulação com boa energia e período longo deve começar a aparecer ao longo do dia. A previsão indica vento leve e condições de semi-limpas a limpas, preparando o terreno para a melhor parte da janela. Novo swell a caminho A maior expectativa está concentrada entre quarta (16) e sexta-feira (18). Um novo swell de sul-sudoeste, gerado por uma tempestade compacta e intensa no Pacífico Sul Central, deve começar a subir na quarta e atingir o pico na quinta-feira (17). Durante os três dias, Lower Trestles deve receber boas ondas, com as maiores séries entre a tarde do dia 16 e a manhã do dia 18. O vento também tende a colaborar, com manhãs limpas e vento fraco, seguido por vento de oeste fraco a moderado durante as tardes. Existe ainda a possibilidade de um pequeno swell tropical de sul se juntar à energia principal e aumentar a consistência das ondas. A previsão, porém, ainda é tratada com cautela e depende da evolução do ciclone responsável pela formação desse swell. Nos dois últimos dias da janela, 19 e 20 de setembro, a combinação do swell de sul-sudoeste em queda com uma nova ondulação de sudoeste deve manter condições para competição. Brasileiros em posição de destaque Trestles é a última etapa antes do corte que define os 22 surfistas que seguem para a pós-temporada, aumentando o peso dos resultados na Califórnia. Leonardo Fioravanti chega à etapa na liderança do ranking masculino, enquanto Carissa Moore veste pela primeira vez nesta temporada a lycra amarela de líder entre as mulheres. Logo atrás de Fioravanti, o Brasil domina as primeiras posições do masculino. Italo Ferreira ocupa a segunda colocação, seguido por Yago Dora em terceiro, Gabriel Medina em quarto e Miguel Pupo em quinto. Além deles, João Chianca, Samuel Pupo, Alejo Muniz, Mateus Herdy e Filipe Toledo completam o grupo brasileiro no masculino. No feminino, Luana Silva representa o País. Filipe chega a uma etapa especialmente importante. Atual 21º colocado, o bicampeão mundial tenta permanecer entre os 22 que avançam para a pós-temporada. Trestles, porém, guarda algumas das melhores lembranças de sua carreira: foi ali que o brasileiro conquistou os títulos mundiais de 2022 e 2023, quando o circuito ainda utilizava o formato das WSL Finals. Toledo também conhece Lower Trestles como poucos. O brasileiro viveu por 11 anos em San Clemente antes de se mudar para o Rio de Janeiro no fim de 2025 e descreve a onda californiana como uma espécie de “skate park”, pelas inúmeras possibilidades de manobras progressivas. Rodgers e Pinkerton vencem triagens Os norte-americanos Hayden Rodgers e Kirra Pinkerton garantiram as últimas vagas no evento ao vencerem as triagens realizadas em Trestles. Rodgers somou 12,10 pontos e fará sua estreia no Championship Tour, enquanto Pinkerton venceu com 13,33 e chega à quarta participação em uma etapa do CT. Chaves brasileiras Mateus Herdy é o único brasileiro escalado para a primeira fase masculina. Ele enfrenta o norte-americano Taj Lindblad na quarta bateria e, caso avance, terá Gabriel Medina pela frente no Round 2. Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Yago Dora encara o vencedor da terceira bateria da primeira fase; João Chianca enfrenta Marco Mignot; Italo Ferreira pega o vencedor da segunda bateria; Alejo Muniz enfrenta Ethan Ewing; Samuel Pupo encara Jake Marshall; Gabriel Medina aguarda Herdy ou Taj Lindblad; Filipe Toledo enfrenta Liam O’Brien; e Miguel Pupo pega Ramzi Boukhiam. O desenho da chave ainda abre a possibilidade de confrontos brasileiros já no Round 3. Italo Ferreira e João Chianca podem se enfrentar caso avancem, assim como Filipe Toledo e Miguel Pupo. No feminino, Luana Silva estreia diretamente no Round 2 e enfrenta a vencedora da bateria entre Tyler Wright e Francisca Veselko. Janela do Lexus Trestles Pro: 11 a 20 de setembroLocal: Lower Trestles, Califórnia (EUA)Primeira chamada: sexta-feira (11), às 11h30 (horário de Brasília), com possível início da competição ao meio-dia. Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Hayden Rodgers (EUA)3 – Joel Vaughan (AUS) x Oscar Berry (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) x Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Connor O’Leary (JAP) x vencedor R1 H12 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) x vencedor R1 H34 – Kauli Vaast (FRA) x Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) x João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) x vencedor R1 H27 – Kanoa Igarashi (JAP) x Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) x Alejo Muniz (BRA)9 – Leonardo Fioravanti (ITA) x vencedor R1 H110 – Morgan Cibilic (AUS) x Cole Houshmand (EUA)11 – George Pittar (AUS) x Alan Cleland (MEX)12 – Samuel Pupo (BRA) x Jake

    Nona etapa do CT abre janela em Trestles, Califórnia (EUA), com dez brasileiros e ondas de até 2 metros. Novo swell ganha força entre os dias 16 e 18.

    Há mais de 30 anos, Pete Beukes chegou a Lamberts Bay, na costa oeste da África do Sul, para trabalhar como mergulhador de diamantes. No caminho, encontrou também uma costa bruta, isolada e repleta de ondas. Décadas depois, ele retorna a esse universo ao lado do filho, Eli Beukes. A história dos dois é o fio condutor de Rough Diamonds, novo filme de surfe produzido pela Now Now Media. Com 31 minutos de duração, a produção acompanha pai e filho por uma das regiões mais selvagens do litoral sul-africano, combinando sessões de surfe, estrada e a relação construída entre duas gerações. A ligação de Pete com a região começou no início dos anos 1990. Depois de deixar a Marinha e seguir para Lamberts Bay para trabalhar como mergulhador de diamantes, ele descobriu uma costa exposta ao Atlântico, marcada por água fria, isolamento e ondas de qualidade. Anos mais tarde, é Eli quem recebe do pai os segredos acumulados durante décadas de exploração. Mas Rough Diamonds não apresenta a viagem como uma simples busca por ondas perfeitas. A própria geografia da costa oeste impõe dificuldades e transforma a jornada em parte importante da narrativa. Ondas pesadas, natureza praticamente intocada e longos deslocamentos ajudam a construir o cenário para a história de Pete e Eli. Além dos dois protagonistas, o filme conta com participações de Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy Smith. A direção e o roteiro são de Will Bendix, com fotografia de Alan van Gysen e produção da Now Now Media. O projeto é apresentado pela Monster Energy em associação com a O’Neill. Rough Diamonds estreia nesta sexta-feira (11) e está disponível gratuitamente no YouTube. Ficha técnica Filme: Rough DiamondsDuração: 31 minutosCom: Eli Beukes, Pete Beukes, Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy SmithNow Now Media: @nownowmediaEli Beukes: @elibeukesApresentado por: Monster Energy, em associação com O’NeillRoteiro e direção: Will BendixDireção de fotografia: Alan van GysenProdução executiva: Ryan FranklinProdução: Alan van Gysen Trilha sonora “Werner Meets Egberto” | Guy Buttery“Understanding Happiness” | Rafi B Levy“Earthstrong” | Hattamitsunami

    Novo filme Rough Diamonds acompanha Pete e Eli Beukes em uma jornada de surfe pela costa oeste da África do Sul, região de ondas pesadas e cenários praticamente intocados.

    A história e a evolução das pranchas de surfe estarão no centro das atenções no próximo dia 19 de setembro, em Santos (SP). A segunda edição do Shapers Surf Fest reúne shapers, fabricantes, surfistas e marcas na Casa da Frontaria Azulejada, no Centro Histórico da cidade, das 13h às 22h. O evento contará com 28 expositores de diferentes estados e também do exterior, apresentando desde longboards até modelos de alta performance, além de acessórios e novidades do mercado. O público poderá conhecer as pranchas de perto, conversar diretamente com os profissionais responsáveis pela produção e também adquirir equipamentos durante o encontro. Um dos destaques desta edição será a homenagem aos shapers que começaram a produzir pranchas na região durante a década de 1970. Mais de 25 nomes já estão confirmados para participar da celebração, que pretende aproximar os pioneiros de diferentes gerações de profissionais ligados à fabricação de pranchas. A programação também terá rodas de conversa com shapers e profissionais do mercado, abordando a evolução dos equipamentos, histórias do surfe e os rumos da indústria. A sustentabilidade na produção de pranchas será outro tema colocado em discussão ao longo do evento. Além da programação ligada diretamente ao surfe, o Shapers Surf Fest terá área gastronômica, sorteios e atividades para o público. O encerramento será musical, com Binho Nunes, ex-surfista profissional, ao lado de Neco Carbone e Edinho Leite. A segunda edição é realizada por Luke Franco, Dêmi Viola e Bruno Esposito. O Waves é parceiro de mídia do evento. Shapers Surf Fest 202619 de setembroDas 13h às 22hCasa da Frontaria AzulejadaCentro Histórico de Santos (SP) Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Shaper’s Surf Fest (@shaperssurffest)

    Segunda edição do Shapers Surf Fest reúne 28 expositores, homenageia pioneiros da fabricação de pranchas e promove encontro entre diferentes gerações do surfe no dia 19 de setembro, em Santos (SP).

    O havaiano Makana Pang escreveu seu nome na história de Desert Point nesta quarta-feira (9). Ele venceu a edição indonésia do Capítulo Perfeito, primeiro evento de surfe realizado na famosa esquerda de Lombok, e fechou a decisão com a única nota 10 do dia. Os brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Foram seis horas consecutivas de ação em ondas com cerca de 2 metros. Oito convidados tiveram praticamente livre uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta, cenário que recebeu pela primeira vez um evento desta dimensão. Makana já havia mostrado força nas primeiras fases. Depois de marcar 9,17 em uma de suas ondas, o havaiano chegou à final diante de Bruno Santos, Ícaro Ronchi e do indonésio Usman Trioko. Os dois brasileiros acumularam notas acima de 8 pontos ao longo do evento, mas foi Pang quem encontrou, na decisão, o tubo mais longo e tecnicamente exigente do dia para arrancar a nota máxima dos juízes. Com 17,57 pontos, Makana ficou com a vitória. Bruno terminou muito próximo, com 16,76, seguido por Ícaro, com 15,43, e Usman, com 10,60. Além da conquista em Desert Point, o havaiano garantiu um wildcard direto para o Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. “Fazer parte do primeiro evento de surf de sempre em Desert Point foi uma honra. E conseguir um 10 perfeito na final foi um sonho tornado realidade. Estar ali com apenas mais três pessoas na água é provavelmente uma das coisas mais loucas que já vivi no surf. Esta onda é imbatível. Estou muito feliz e muito grato” Brasileiros chegam fortes à final Bruno Santos e Ícaro Ronchi foram dois dos grandes nomes do dia. Bruninho, profundo conhecedor de Desert Point, chegou a registrar o maior somatório de uma bateria em todo o evento: 18,24 pontos, na segunda passagem pela água. Ícaro veio logo atrás na mesma bateria, com expressivos 17,93. Os resultados oficiais mostram que ambos avançaram para a final em grande fase. A presença de Ícaro na decisão teve ainda um ingrediente especial. Convocado de última hora, ele ocupou a vaga deixada por Bruno Santos na lista de wildcards depois que Bruninho passou a ocupar uma vaga pelo seeding, em consequência da desistência de Nic von Rupp. Ícaro aproveitou a oportunidade e terminou o evento no terceiro lugar. Pedro Calado foi o terceiro brasileiro no evento. Ele somou 8,60 pontos na primeira bateria e melhorou para 11,80 na segunda, mas não conseguiu avançar à final. Tubos decidem tudo Como manda o formato do Capítulo Perfeito, apenas o tempo e a qualidade dentro dos tubos foram considerados pelos juízes, sem pontuação para manobras. É a característica que acompanha o evento desde sua primeira edição, realizada em 2012. Antes da entrada dos oito convidados, o dia começou com uma bateria especial dedicada aos surfistas de Desert Point. Diki Wahyudi venceu o Local Heat com 5,77 pontos, seguido por Ilham Sukron, com 4,00. A organização também tomou uma decisão inédita em relação aos 10 mil euros de premiação. O valor, originalmente reservado ao vencedor, foi dividido entre todos os participantes. Segundo Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito, a escolha refletiu a proposta de compartilhar a experiência proporcionada pelas condições encontradas em Lombok. “Hoje, todos os surfistas saíram daqui a sentir-se vencedores e, por isso, o prize money é dividido por todos. Conseguimos envolver a comunidade local e isso deixa-nos particularmente felizes”, afirmou Rui. Estreia internacional Desert Point marcou ainda um novo capítulo na história do evento. Em sua 12ª edição, foi a primeira vez que o Capítulo Perfeito saiu de Portugal. A estreia internacional terminou justamente com aquilo que define sua proposta: condições tubulares e uma nota 10 na bateria decisiva. Com a vitória, Makana Pang agora tem encontro marcado com Carcavelos em 2027. Em Lombok, o havaiano entrou para a história como o primeiro vencedor de um evento de surfe realizado em Desert Point. Resultado final do Capítulo Perfeito 2026 – Desert Point Melhor tubo: Makana Pang (HAV) – 10,00 pontos

    Havaiano Makana Pang vence primeiro evento de surfe realizado em Desert Point com nota 10 na final. Brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminam em segundo e terceiro.

    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta é palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Clique aqui para acompanhar as notas ao vivo Clique aqui para saber tudo sobre o evento Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial, com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado, Bruno Santos e Ícaro Ronchi. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito.

    Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles três brasileiros. Confira ao vivo.

    A etapa Guarapari do Circuito Bando do Brasil chegou ao fim neste domingo na Praia d’Ulé, no Espírito Santo, reunindo alguns dos principais nomes do surfe sul-americano em disputas válidas pelo QS 4.000 da World Surf League (WSL). A etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as semifinais nas duas categorias, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral catarinense. Tainá Hinckel (BRA) e Jadson André (BRA) levaram os troféus de campeões para casa, somando importantes pontos na corrida pelo título sul-americano e pela vaga no Challenger Series (CS) de 2027/28. Além disso, os vencedores embolsaram 8 mil dólares de premiação. Luan Wood (BRA) assumiu a liderança do ranking do QS após a etapa. Daniella Rosas (PER) toma a frente de Sophia Medina (BRA) na lista e também assume a ponta. Tainá Hinckel arrasadora na decisão  Em um duelo internacional inédito em finais, Tainá Hinckel (BRA) venceu a experiente Daniella Rosas (PER) e conquistou o título feminino do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari. As duas já haviam se enfrentado seis vezes em etapas do Qualifying Series, com três vitórias para cada lado, mas esta foi a primeira decisão entre elas.  Tainá chega à sua primeira final do Circuito Banco do Brasil em 2026, depois de bater na trave em duas semifinais, em Ubatuba e Natal, e se coloca novamente na briga pelo bicampeonato. A catarinense da Guarda do Embaú também disputa o Challenger Series e chega à terceira posição do ranking do QS na América do Sul após esta etapa, em uma temporada que pode marcar mais um salto importante na carreira da atleta olímpica e integrante do squad BB. A final foi marcada por uma disputa de alto nível e pelo duelo de backside, uma das principais características do surfe de Tainá. A brasileira abriu vantagem com uma onda de 8 pontos, construída com três fortes pancadas, deixando Daniella precisando de 10 pontos para virar. Na sequência, Tainá encontrou uma esquerda mais longa e arrancou 7 pontos dos juízes, ampliando a pressão sobre a peruana. Com apenas quatro ondas surfadas durante toda a bateria, Tainá garantiu o título na Praia d’Ulé e o maior somatório do evento: 15,50 pontos, o mesmo alcançado por Dani nas semifinais.  “Estou muito feliz com essa vitória e muito rouca, porque berrei com tudo o que estava aqui dentro nas minhas duas melhores ondas. Foi uma bateria muito disputada. O surfe feminino está evoluindo muito na América do Sul e estamos caminhando para mostrar nosso potencial mundo afora. Vencer aqui é muito especial para mim. Acreditei do início ao final e sabia que precisava acreditar”, celebra a campeã. “Estou muito feliz e sei o quanto é importante para mim estar com essa garra, mostrar meu surfe em qualquer campeonato. Não é só a onda, mas a conexão que existe dentro de mim. Foi super disputada do início ao final, mas eu sabia que seria minha porque planejei tudo desde o começo. Deus tinha escrito isso para mim”, comemorou Tainá. Jadson é bicampeão na Praia d’Ulé Aos 36 anos, Jadson André escreveu mais um capítulo de superação na Praia d’Ulé. Mesmo competindo durante toda a etapa com uma lesão no pé que chegou a colocar sua participação em dúvida, o potiguar venceu Luan Wood na final masculina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari e conquistou o título pelo segundo ano consecutivo. O confronto foi o segundo entre os dois na temporada. Em Imbituba, Jadson e Luan haviam se encontrado na semifinal, com vantagem para o catarinense. Desta vez, porém, o potiguar levou a melhor no duelo decisivo. Em uma bateria com as condições do mar alteradas pela entrada do vento logo após a final do feminino, Jadson apostou em seu forte surfe de frontside e nos aéreos para abrir vantagem, enquanto Luan, de backside para as esquerdas e com um surfe mais de linha, lutou até o fim, encaixando boas combinações de manobras para reduzir a diferença entre eles no somatório final. Apesar de encontrar um 7,27 pontos, Luan não conseguiu trocar sua onda de backup e acabou sendo batido na matemática final por 12,60 (7,27 + 5,33) contra 13,33 (6,83 + 6,5) de Jadson.  “Mais uma vez, toda honra e toda glória sejam dadas a Deus. Sem Ele, seria impossível chegar até aqui e vencer esse campeonato. Eu realmente não conseguia pisar no chão direito e chegou a passar pela minha cabeça abandonar a competição. Mas, como alguém que confia nos planos de Deus, decidi pensar em um dia de cada vez e as coisas foram acontecendo”, contou o campeão. Jadson também revelou que uma série de coincidências durante a etapa o fizeram lembrar da conquista de 2025.  “Durante a competição, várias coisinhas foram trazendo boas lembranças e alguns sinais. No ano passado, competi com a cordinha do meu colega de quarto. Este ano, eu estava competindo com o leash de outro moleque e tinha quebrado a minha única quilha que eu conseguia surfar. Cheguei na praia e encontrei o Rickson (Falcão), que me emprestou uma quilha da prancha reserva dele. Ontem, uma pessoa me perguntou: ‘Vai ganhar de novo?’. E eu respondi: ‘Vou ganhar de novo’. Na minha segunda onda da bateria, foi a primeira vez que consegui pisar na prancha direito. Parece até que estou vivendo o ano passado de novo.”  Emocionado, Jadson ainda mandou um recado para a família: “Estou muito feliz. Mando um beijo para minha esposa, meu filho e toda a minha família. Vou levar essa tartaruga (mascote da etapa) para o meu filho. Estou muito feliz e embalado para a próxima semana, porque já temos outro evento muito importante do ano pela frente.” O caminho dos campeões até a final Traçando o retrospecto até as finais, a manhã

    Jadson André e Tainá Hinckel vencem etapa do Circuito Banco do Brasil em Guarapari (ES), em prova válida pelo QS 4000, enquanto Luan Wood assume a liderança do ranking sul-americano.