Saquarema Surf Festival

Festa brasileira em Itaúna

Saquarema Surf Festival termina com quatro vitórias do Brasil e duas do Peru na Praia de Itaúna.
Saquarema Surf Festival, Praia de Itaúna (RJ)

O Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves apresentado pela Prefeitura de Saquarema foi encerrado com um cenário perfeito no domingo (30) de Sol, com boas ondas e grande público na Praia de Itaúna. A terceira edição do maior festival de surfe da América Latina, terminou com quatro vitórias do Brasil e duas do Peru. A catarinense Tainá Hinckel se destacou, ganhando a etapa do QS 5000 que está abrindo o Circuito Banco do Brasil de Surfe 2023, com os recordes femininos nos 3 anos de história do evento e foi vice-campeã na categoria Pro Junior Sub-20, vencida pela peruana Kalea Gervasi. Os outros títulos do Brasil foram com Ian Gouveia no QS 5000, Gabriel Klaussner no Pro Junior e Luana Soares no Longboard, junto com o peruano Matias Maturano.

Clique aqui para ver as fotos
Clique aqui para ver o vídeo

As seis decisões da terceira edição do Saquarema Surf Festival, realizado pela 213 Sports em homenagem ao bicampeão brasileiro Leo Neves, foram emocionantes. Algumas com viradas espetaculares nos minutos finais e uma que bateu marcas históricas no evento. Na final do QS 5000, Tainá Hinckel mostrou toda a potência das suas manobras de frontside nas direitas de Itaúna, para registrar novos recordes femininos na história do evento, com os 17.00 pontos que totalizou com notas 9.50 e 7.50. Nesse ano, foi a vez de Tainá Hinckel e Ian Gouveia escreverem seus nomes no Troféu Leo Neves, produzido especialmente para eternizar os campeões do Saquarema Surf Festival.

“Estou muito feliz, que final irada com a Sophia (Medina), o mar estava irado, a gente conseguiu surfar bem, eu soltei meu surfe ali numa onda de 9.5 e estou amarradona”, vibrou Tainá Hinckel. “Deus me abençoou, me mandou as ondas certas, eu soube aproveitar e só quero agradecer a minha família, que nunca desistiu de mim e estou muito feliz. Essa é a nova geração do surfe brasileiro. Eu e a Sophia fizemos uma final que mostrou que a gente tem surfe para estar nas cabeças. Está aí a Silvana (Lima) vencendo o Pan-americano com a idade que tem, eu vencendo aqui, então é isso, o surfe brasileiro está num nível incrível e estou muito feliz pela minha primeira vitória aqui”.

A adversária de Tainá Hinckel na final do QS 5000 foi a primeira campeã do Saquarema Surf Festival em 2021, Sophia Medina. As duas já haviam se enfrentado na decisão do Pro Junior e Sophia largou na frente, com a nota 6.67 pontos do seu ataque de backside na junção de uma esquerda. Tainá só entrou na briga com o 7.50 recebido com suas batidas e rasgadas de frontside.

A catarinense da Guarda do Embaú pegou outra direita e mandou uma rasgada muito forte, finalizando com um ataque explosivo numa junção cavernosa. Ela ganhou 9.50 pontos dos juízes, a maior nota feminina nos 3 anos da história do evento. Sophia Medina ainda deu seu show, com um layback gigante que recebeu 8.17. Mas, a vitória foi de Tainá Hinckel com um recorde de 17.00 pontos, contra 14.84 da nova líder do ranking regional da WSL South America.

Final pernambucana – A final do QS 5000 que fechou o Saquarema Surf Festival no domingo, foi entre dois pernambucanos, com Ian Gouveia e Luel Felipe disputando a liderança no ranking regional da temporada 2023/2024 da WSL South America. Ian começou numa esquerda, mostrando suas manobras de frontside que valeram 6.17 pontos. Luel preferiu as direitas, para também surfar de frontside e respondeu com 5.73. Mas, Ian achou uma direita que abriu a parede mais longa e fez uma série de batidas e rasgadas de backside, lincando as manobras com velocidade, para receber 7.50 dos juízes.

Luel Felipe pega uma que rende três ataques de frontside que valeram 5.83 pontos, passando a precisar de 7.84 para vencer nos 5 minutos finais. Ele ainda tenta a vitória duas vezes. Na primeira, arrisca um aéreo que não completa, mas pega outra nos últimos segundos e sai manobrando forte, com várias batidas e rasgadas até a beira. Só que ele precisava de 7.84 e recebeu 5.27, com Ian Gouveia vencendo o Saquarema Surf Festival por 13.67 a 11.56 pontos. Ian estava com voo marcado para a Austrália na noite do sábado (29), mas mudou a passagem para poder disputar a final e vai ainda mais motivado para representar o Brasil nas etapas que abrem o Challenger Series 2023.

“Estou amarradão. Agora posso dizer que venci no Maracanã do surfe”, disse Ian Gouveia. “A única vez que eu tinha vencido uma etapa do QS foi em 2016, em Portugal, então estava há muito tempo buscando isso. No ano passado, bati na trave no QS 5000 de Arica (no Chile), agora esse título veio e amarradão que foi aqui em Saquarema, um palco histórico do surfe. Eu vim pra cá com o intuito de surfar mais a onda de Itaúna, pois aqui sempre é palco de grandes decisões e vai ser aqui a última do Challenger Series. Então, eu queria ter mais experiência para, quem sabe, chegar aqui no fim do ano para conquistar minha vaga para o CT, que é meu grande objetivo”.

Finais do Pro Junior – A categoria Pro Junior Sub-20 abriu o domingo decisivo do Saquarema Surf Festival, com as quartas de final femininas iniciando as 7h na Praia de Itaúna. Depois, aconteceram as quartas de final masculinas, as semifinais femininas e masculinas e a primeira final a entrar no mar foi a das meninas. Era um confronto direto entre Brasil e Peru, com Sophia Medina e Tainá Hinckel que também decidiram o título do QS 5000, contra Kalea Gervasi e a pequena Sofia Artieda, de apenas 13 anos e já disputando uma final da categoria para surfistas com até 20 anos de idade.

A peruana Kalea Gervasi largou na frente, com notas 4.33, 6.50 e 4.63 pontos, nas primeiras ondas que surfou no início da bateria. Tainá entrou na briga com nota 6.17, manobrando forte com seu frontside agressivo nas direitas de Itaúna. Ela pegou sua segunda onda e assumiu a ponta com nota 5.00, quando restavam 7 minutos para o término. Sophia Medina só foi surfar a primeira dela depois disso, mas Kalea Gervasi pegou outra direita boa para ganhar 5.10 e virar o resultado para 11.60 a 11.17 pontos da Tainá Hinckel, 7.23 da Sophia Medina e 6.20 da Sofia Artieda.

“Estou muito feliz e nem consigo acreditar que venci”, disse Kalea Gervasi. “Esta é a terceira vez que venho a Saquarema e desta vez deu certo. As meninas estão arrebentando, surfando muito bem durante todo o evento, duas que estão até na final do QS (Tainá Hinckel e Sophia Medina), então eu só tinha que dar tudo de mim e me concentrar em pegar as melhores ondas. Quero mandar uma mensagem a meus pais, minha família, meus patrocinadores e todos que me apoiam. Arriba Peru!”.

A final masculina começou em seguida, com os concorrentes ao título já arriscando os aéreos e destruindo suas primeiras ondas. O líder do ranking, Ryan Kainalo, largou na frente com nota 6.83 pontos, seguido por Diego Aguiar com 5.50, mas o saquaremense Rickson Falcão, de apenas 15 anos, atacou forte de backside com batidas verticais e rasgadas que receberam 8.83 dos juízes. A torcida que encheu a praia no domingo, vibrou intensamente quando a nota foi anunciada e valeu a liderança na bateria para o mais jovem dos finalistas.

Vice-campeão no bicampeonato de Cauã Costa no Saquarema Surf Festival do ano passado, Gabriel Klaussner só foi surfar sua primeira onda quando restavam 10 minutos para o término e foi fraca. Ele depois mostra seu surfe numa direita que vale 7.40 pontos, mas seus adversários foram ampliando a vantagem. Ryan Kainalo dispara na frente com 8.87 numa onda muito bem surfada e Diego Aguiar destrói a dele, que arrancou 9.20 dos juízes. No último minuto, Gabriel Klaussner acerta um aéreo full rotation incrível e fica a expectativa pela nota. Ele precisava de 8.31 para vencer e recebe 8.47, virando o placar para 15.87 a 15.70 pontos do Ryan Kainalo, com Diego Aguiar terminando em terceiro lugar com 14.70 e Rickson Falcão ficando em quarto com 13.86.

“Eu não poderia estar mais feliz. É a primeira vez que eu ganho um evento da WSL e, mesmo sendo um Pro Junior, estou muito feliz”, disse Gabriel Klaussner. “Eu estava nervoso, porque o Rickson (Falcão) já começou com um 8 e fiquei mais de 15 minutos sem pegar onda. Aí peguei uma direita, escutei um 7 e pensei, pô, estou na briga. Aí fiquei pedindo, Deus me manda uma onda, só quero uma onda e Ele mandou a direita. Eu acelerei e fui pro tudo ou nada, pro aéreo mesmo, acertei e acabei vencendo. Eu dedico esta vitória pro meu avô, que está no céu, e mandar um beijo pra todo mundo que me apoia, minha família, meu pai que está sempre comigo e é isso, estou amarradão”.

Finais do Longboard – As finais do Longboard começaram pela da categoria feminina e a atual campeã paulista, Luana Soares, confirmou o título logo nas primeiras ondas que surfou. As notas 5.33 e 5.83 que recebeu, garantiram a vitória por 11,16 pontos, que a levaram da sétima para a segunda posição no ranking final da temporada 2022/2023, empatada com a peruana Maria Fernanda Reyes. As duas ficaram abaixo da nova tricampeã sul-americana, Chloe Calmon. Em segundo na final ficou Ayllar Cinti com 7.63 pontos, contra 6.90 da Julia Vianna e 4.50 da Evelin Neves.

“Primeiramente, obrigado a Deus por estar aqui. É mais uma vitória muito importante pra mim e estou muito feliz”, disse Luana Soares. “É muito gratificante, é um campeonato de alto nível e para mim, o meu sonho foi realizado hoje aqui. Eu fiquei bem tranquila, estava bem preparada para isso, estou bem focada e o mar ficou maravilhoso, com ondas perfeitas pro longboard. Estou muito grata por todo mundo que está apoiando esse Festival, que está fazendo isso acontecer pra gente, porque é um sonho se tornando realidade. Muito obrigada a todos”.

Na final masculina, o paulista Jefson Silva estava encaixado nas ondas da Praia de Itaúna e liderou toda a bateria, com as notas 7.67 e 6.33 pontos que recebeu no início da bateria. O bicampeão mundial Phil Rajzman conseguiu 6.70 na sua melhor onda. Já o peruano Matias Maturano reagiu no final, com 6.10 numa onda e dando um show em outra, fazendo as manobras clássicas dos pranchões com muita habilidade, para receber nota 8.93 e saltar do quarto lugar para a primeira vitória da sua carreira. Ele totalizou 15.03 pontos e Jefson Silva terminou em segundo com 14.00, Phil Rajzman em terceiro com 11.17 e Darlan Marques em quarto com 10.27 nas duas notas computadas.

“Não consigo acreditar, nem tenho palavras, é um sonho realizado e quero agradecer minha família, a Federação de Surf do Peru, ao Piccolo Clemente. Na verdade, não tenho palavras suficientes para nomear todas as pessoas que tenho a agradecer”, disse Matias Maturano. “É a primeira vitória de muitas e vamos seguir adiante. As condições do mar aqui em Saquarema mudam bastante e nós, surfistas profissionais, precisamos estar sempre atentos a isso, para se adaptar em qualquer condição do mar”.

Circuito Banco do Brasil – A terceira edição do Saquarema Surf Festival abriu o Circuito Banco do Brasil de Surfe esse ano. Esse circuito especial, patrocinado pelo Banco do Brasil, vai promover mais quatro etapas do Qualifying Series e a segunda já acontece na próxima semana, nos dias 4 a 7 de maio na Praia do Ferrugem, em Garopaba, Santa Catarina. Além de oferecer 11.000 pontos para o ranking regional da WSL South America, o Circuito Banco do Brasil de Surfe vai premiar o campeão e a campeã de um ranking exclusivo, computando os resultados de todas as cinco etapas.

Quem ficar em primeiro lugar nos rankings masculino e feminino, recebe convites para participar da etapa final do Challenger Series 2023, o Corona Saquarema Pro apresentado pelo Banco do Brasil nos dias 14 a 21 de outubro na Praia de Itaúna. Pelas vitórias neste domingo, Tainá Hinckel e Ian Gouveia largaram na frente no ranking do Circuito Banco do Brasil de Surfe. Importante destacar que todas as cinco etapas valem 1.000 pontos para este ranking especial, independente do status do evento ser QS 1000, QS 3000 ou QS 5000, como o Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves.

Saquarema Legends – Uma das atrações do último dia do Saquarema Surf Festival foi o Saquarema Legends, uma bateria especial com surfistas pioneiros da história do esporte na Capital Nacional do Surf. Ela aconteceu entre as finais do Longboard e do QS 5000 e o público que encheu a Praia de Itaúna no domingo, pôde assistir algumas lendas vivas se apresentando no Maracanã do surfe brasileiro, como Rico de Souza, Otávio Pacheco, Mica da Silva e Carlos Mudinho. Mica da Silva foi quem melhor surfou e ganhou uma prancha especial com a imagem do Leo Neves, fabricada pelo filho mais velho do bicampeão brasileiro, que tem o mesmo nome do pai.

“Foi um momento maravilhoso. Foi muito bom estar com meus ídolos, que começaram o surfe em Saquarema, o Rico (de Souza), o Otávio (Pacheco) e o (Carlos) Mudinho”, disse Jeremias da Silva. “Quando eu era criança, eles já estavam aqui surfando e motivaram a gente, então pra mim é uma honra estar fazendo essa bateria com eles, fazer parte desse time. Se não fosse a história, não estaria acontecendo tudo isso hoje. Então, foi o passado que fez o futuro e hoje o futuro está em Saquarema, com essa nova geração arrebentando e altos campeonatos rolando aqui todos os anos”.

O Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves é um evento licenciado pela WSL Latin America para a 213 Sports realizar etapas masculinas e femininas do Qualifying Series, Pro Junior Sub-20 e Longboard. A Prefeitura Municipal de Saquarema apresentou o evento patrocinado pelo Banco do Brasil e G-Shock, com apoio de Garytos, New Era, Cerveja Enseada, das mídias Ricosurf, Surfguru, Flamboiar, Rádio Saquarema Surf Rock e parceria institucional da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ), Associação de Surf de Saquarema, Blue Flag, Blue Birds e Pró Criança Cardíaca.

Sobre a 213 Sports – Fundada por Pedro Dau de Mesquita, Yuri Binder, Bernardo Montenegro e Marcelo Montenegro, a 213 Sports nasceu no ano de 2012. Em 2021, a agência foi adquirida pela V3A e, desde então, responde como vertical de esportes, que integra o pilar de Ventures da companhia. Focada em marketing esportivo, a 213 Sports já realizou mais de 70 projetos para marcas globais e locais, impactando mais de 50 milhões de pessoas no Brasil e no mundo. A 213 Sports vê o esporte como uma plataforma de engajamento e conexão com forte apelo emocional entre as marcas e consumidores, resultando em uma experiência única de sportainment. Insights estratégicos alinhados com o posicionamento da marca, excelência na execução e resultados mensuráveis com retorno social, sempre que possível, são as bases que sustentam a excelência da 213 Sports. Responsável por inúmeros cases, a agência se destaca com os projetos: Oi Rio Pro, Sephora Beauty Run, Ceará Kite Pro, WSL House, CamelBak Mountain Race, Casa On Running, Praia Para Todos, Pelé Academia, Saquarema Surf Festival, WTR, Red Bull Pool Clash, SLS Super Crown World Championship, entre outros.

Saquarema Surf Festival
Final do QS 5000 Masculino

Campeão: Ian Gouveia (BRA) por 13.67 pts (7.50+6.17) – US$ 10.000 e 5.000 pontos

2º lugar: Luel Felipe (BRA) com 11.56 pts (5.83+5.73) – US$ 5.000 e 3.900 pontos

Final do QS 5000 Feminino

Campeã: Tainá Hinckel (BRA) por 17.00 pts (9.50+7.50) – US$ 10.000 e 5.000 pontos

2º lugar: Sophia Medina (BRA) com 14.84 pts (8.17+6.67) – US$ 5.000 e 3.900 pontos

Final do Longboard Masculino

Campeão: Matias Maturano (PER) por 15.03 pontos – US$ 1.000 e 1.000 pontos

2º lugar: Jefson Silva (BRA) com 14.00 pontos – US$ 450 e 800 pontos

3º lugar: Phil Rajzman (BRA) com 11.17 pontos US$ 300 e 650 pontos

4º lugar: Darlan Marques (BRA) com 10.27 pontos – US$ 250 e 600 pontos

Final do Longboard Feminino

Campeã: Luana Soares (BRA) por 11.16 pontos – US$ 1.000 e 1.000 pontos

2º lugar: Ayllar Cinti (BRA) com 7.63 pontos – US$ 450 e 800 pontos

3º lugar: Julia Vianna (BRA) com 6.90 pontos – US$ 300 e 650 pontos

4º lugar: Evelin Neves (BRA) com 4.50 pontos – US$ 250 e 600 pontos

Final do Pro Junior Masculino

Campeão: Gabriel Klaussner (BRA) por 15.87 pontos – US$ 1.000 e 1.000 pontos

2º lugar: Ryan Kainalo (BRA) com 15.70 pontos – US$ 450 e 800 pontos

3º lugar: Diego Aguiar (BRA) com 14.70 pontos – US$ 300 e 650 pontos

4º lugar: Rickson Falcão (BRA) com 13.86 pontos – US$ 250 e 600 pontos

Semifinais
3º=5º lugar (US$ 150 e 500 pts) e 4º=7º lugar (US$ 100 e 445 pts)

1ª: 1-Ryan Kainalo (BRA). 2-Diego Aguiar (BRA). 3-Caio Costa (BRA). 4-Samuel Joquinha (BRA)

2ª: 1-Gabriel Klaussner (BRA). 2-Rickson Falcão (BRA). 3-Heitor Mueller (BRA). 4-Murillo Coura (BRA)

Quartas de final
3º=9º lugar (350 pts) e 4º=13º lugar (295 pts)

1ª: 1-Ryan Kainalo (BRA). 2-Diego Aguiar (BRA). 3-Rodrigo Saldanha (BRA). 4-Kainan Meira (BRA)

2ª: 1-Caio Costa (BRA). 2-Samuel Joquinha (BRA). 3-Patrick Plachi (BRA). 4-Guilherme Ferreira (BRA)

3ª: 1-Gabriel Klaussner (BRA). 2-Heitor Mueller (BRA). 3-Cauã Gonçalves (BRA). 4-Lukas Camargo (BRA)

4ª: 1-Rickson Falcão (BRA). 2-Murillo Coura (BRA). 3-Philippe Neves (BRA). 4-Cauã Costa (BRA)

Final do Pro Junior Feminino

Campeã: Kalea Gervasi (PER) por 11.60 pontos – US$ 1.000 e 1.000 pontos

2º lugar: Tainá Hinckel (BRA) com 11.17 pontos – US$ 450 e 800 pontos

3º lugar: Sophia Medina (BRA) com 7.23 pontos – US$ 300 e 650 pontos

4º lugar: Sofia Artieda (PER) com 6.20 pontos – US$ 250 e 600 pontos

Semifinais
3ª=5º lugar (US$ 150 e 500 pts) e 4ª=7º lugar (US$ 100 e 445 pts)

1ª: 1-Kalea Gervasi (PER). 2-Sofia Artieda (PER). 3-Isabelle Nalu (BRA). 4-Yasmin Dias (BRA)

2ª: 1-Tainá Hinckel (BRA). 2-Sophia Medina (BRA). 3-Sophia Gonçalves (BRA). 4-Maya Carpinelli (BRA)

Quartas de final
3ª=9º lugar (350 pts) e 4ª=13º lugar (295 pts)

1ª: 1-Sofia Artieda (PER). 2-Kalea Gervasi (PER). 3-Vera Jarisz (ARG). 4-Laura Raupp (BRA)

2ª: 1-Yasmin Dias (BRA). 2-Isabelle Nalu (BRA). 3-Sofia Tinoco (BRA). 4-Rafaela Montesi (CHL)

3ª: 1-Tainá Hinckel (BRA). 2-Maya Carpinelli (BRA). 3-Kiany Hyakutake (BRA). 4-Brianna Barthelmess (PER)

4ª: 1-Sophia Medina (BRA). 2-Sophia Gonçalves (BRA). 3-Luara Mandelli (BRA). 4-Sol Carrion (BRA)

Rankings Sul-americanos da WSL South America
Top-10 do Ranking Masculino 2023/2024 – 4 etapas

1º: Ian Gouveia (BRA) – 5.000 pontos

2º: Luel Felipe (BRA) – 3.900

3º: Mateus Herdy (BRA) – 3.842

4º: Lucas Vicente (BRA) – 3.042

5º: Nacho Gundesen (ARG) – 2.575

5º: Heitor Mueller (BRA) – 2.575

7º: Rodrigo Saldanha (BRA) – 2.290

8º: Rafael Teixeira (BRA) – 2.282

8º: Valentin Neves (BRA) – 2.282

8º: Mateus Sena (BRA) – 2.282

8º: Cauã Costa (BRA) – 2.282

Top-10 do Ranking Feminino 2023/2024 – 4 etapas

1ª: Sophia Medina (BRA) – 5.050 pontos

2ª: Tainá Hinckel (BRA) – 5.000

3ª: Vera Jarisz (ARG) – 3.892

4ª: Isabelle Nalu (BRA) – 3.392

5ª: Kalea Gervasi (PER) – 3.075

6ª: Laura Raupp (BRA) – 2.575

7ª: Arena Rodriguez Vargas (PER) – 2.300

8ª: Naire Marquez (BRA) – 2.282

8ª: Kemily Sampaio (BRA) – 2.282

8ª: Kayane Reis (BRA) – 2.282

8ª: Taís Almeida (BRA) – 2.282

Top-5 do Junior Sub-20 Masculino 2023 – 2 etapas

1º: Ryan Kainalo (BRA) – 1.800 pontos

2º: Heitor Mueller (BRA) – 1.300

3º: Caio Costa (BRA) – 1.150

3º: Gabriel Klaussner (BRA) – 1.150

5º: Samuel Joquinha (BRA) – 945

Top-5 do Junior Sub-20 Feminino 2023 – 2 etapas

1ª: Isabelle Nalu (BRA) – 1.300 pontos

2ª: Kalea Gervasi (PER) – 1.295

3ª: Sophia Medina (BRA) – 1.150

4ª: Sofia Artieda (PER) – 1.100

5ª: Sol Aguirre (PER) – 1.000

5ª: Sophia Gonçalves (BRA) – 1.000

Top-5 do Longboard Masculino 2022/2023 – 3 etapas

1º: Piccolo Clemente (PER) – 1.500 pontos

1º: Matias Maturano (PER) – 1.500

3º: Sebastian Cardenas Aguirre (PER) – 1.450

4º: Jefson Silva (BRA) – 1.245

5º: Rodrigo Sphaier (BRA) – 1.000

5º: Jeferson Silva (BRA) – 1.000

5º: Darlan Marques (BRA) – 1.000

5º: Carlos Bahia (BRA) – 1.000

Top-5 do Longboard Feminino 2022/2023 – 3 etapas

Tricampeã: Chloé Calmon (BRA) – 2.000 pontos

2ª: Maria Fernanda Reyes (PER) – 1.600

2ª: Luana Soares (BRA) – 1.600

4ª: Ayllar Cinti (BRA) – 1.245

5ª: Evelin Neves (BRA) – 1.100

Aviso: O Waves está implementando novas regras para os comentários postados neste fórum. O objetivo é estimular um debate saudável e de alto nível, estritamente relacionado ao conteúdo da matéria em questão. Só serão aprovadas as mensagens que atenderem a este objetivo. Ao comentar abaixo você concorda com nossos termos de uso.
Os comentários postados não representam a opinião do portal Waves e a responsabilidade é inteiramente do autor de cada mensagem.

0 comentários

Tem uma reclamação, sugestão ou viu algum erro? Fale direto com a equipe Waves — em vez de postar nos comentários.

    Carregando comentários…

    A Seleção Brasileira Júnior conquistou três medalhas no Surf City El Salvador ISA World Junior Surfing Championship 2026. A paranaense Luara Mandelli ficou com o bronze na Sub-18 Feminino, o paulista John Muller levou o cobre na Sub-18 Masculino e o Brasil terminou com o bronze por equipes, como a terceira melhor seleção entre os 56 países participantes da 22ª edição do Mundial Júnior da ISA. A principal competição de base do surfe no mundo começou com 420 surfistas. Apenas 11 países tiveram representantes entre os 24 atletas que disputaram as semifinais no domingo, em La Bocana. A Austrália ficou com o ouro por equipes, seguida por Estados Unidos, Brasil e Peru, repetindo as quatro primeiras posições do Mundial de 2025, no Peru. Luara repete feito de 20 anos atrás Na decisão da Sub-18 Feminino, Luara Mandelli chegou à final depois de superar a australiana Stella Green nas semifinais. Na disputa pelas medalhas, Leihani Zoric dominou com notas 8,17 e 7,83, somando 16,00 pontos para conquistar o ouro para a Austrália. Zoie Zietz, dos Países Baixos, ficou com a prata, com 12,77 pontos. Luara somou 8,44 e conquistou o bronze, enquanto a argentina Victoria Muñoz Larreta terminou com o cobre. Com o resultado, Luara repetiu um feito de 20 anos atrás. A paraibana Diana Cristina, a índia Tininha, havia conquistado o bronze no Mundial Júnior de 2006, realizado em Maresias, São Sebastião (SP). Luara tornou-se a segunda brasileira a conquistar uma medalha em 22 edições do Mundial Júnior da ISA. John Muller fica com o cobre O Brasil também disputou as medalhas na Sub-18 Masculino. John Muller venceu a primeira semifinal usando os aéreos. Ryan Martins também buscava uma vaga na decisão, mas o norte-americano Jett Maughan conseguiu uma onda nos minutos finais, acertou um aéreo e recebeu nota 9 para avançar junto com John. Na final, o brasileiro começou na frente com 5,67, mas Maughan e os australianos Ocean Lancaster e Ben Zanatta Creagh passaram a concentrar a disputa pela vitória. O norte-americano assumiu a liderança ao receber 8,23 e chegou aos 15,06 pontos. John ainda acertou um aéreo full rotation de backside no último minuto e recebeu 6,40, sua maior nota, mas não conseguiu deixar a quarta posição. Jett Maughan conquistou o ouro com 15,06 pontos, Ben Zanatta Creagh levou a prata com 14,80, Ocean Lancaster ficou com o bronze com 14,74 e John terminou com 12,07 e a medalha de cobre. Brasil é bronze por equipes A campanha colocou novamente o Brasil entre as três melhores seleções do Mundial Júnior. A Austrália conquistou o ouro por equipes com 8.078 pontos, os Estados Unidos ficaram com a prata com 6.048 e o Brasil levou o bronze com 5.430. O Peru terminou em quarto, com 5.293 pontos e a medalha de cobre. Além dos medalhistas Luara Mandelli e John Muller, Ryan Martins terminou em quinto lugar na Sub-18 Masculino e Arthur Vilar foi sétimo na Sub-16 Masculino. Valentina Zanoni ficou em 13º na Sub-18 Feminino e Carol Bastides terminou em 19º na Sub-16 Feminino. O Brasil foi o primeiro campeão por equipes do Mundial Júnior da ISA, na estreia da competição em 2003, na África do Sul. Entre os brasileiros que já conquistaram o ouro individual estão Jefferson Silva, Jadson André, Alejo Muniz, Gabriel Medina, Filipe Toledo, Matheus Navarro, Luan Wood, Weslley Dantas e Ryan Kainalo. Em 2023, no Rio de Janeiro, a Seleção Brasileira Júnior voltou a conquistar o título por equipes, 20 anos depois da primeira vitória. Resultados Sub-18 Feminino – Final 1 – Leihani Zoric (AUS) 16,002 – Zoie Zietz (NED) 12,773 – Luara Mandelli (BRA) 8,444 – Victoria Muñoz Larreta (ARG) 7,03 Sub-18 Masculino – Final 1 – Jett Maughan (USA) 15,062 – Ben Zanatta Creagh (AUS) 14,803 – Ocean Lancaster (AUS) 14,744 – John Muller (BRA) 12,07 Ranking por equipes 1 – Austrália – 8.078 pontos2 – Estados Unidos – 6.048 pontos3 – Brasil – 5.430 pontos4 – Peru – 5.293 pontos5 – Japão – 5.035 pontos6 – Havaí – 5.012 pontos7 – Espanha – 4.625 pontos8 – Nova Zelândia – 4.542 pontos9 – França – 4.416 pontos10 – Portugal – 4.095 pontos

    Luara Mandelli leva bronze na Sub-18, John Muller fica com o cobre e Seleção Brasileira termina em terceiro lugar entre 56 países no Mundial Júnior da ISA em El Salvador.

    A reta decisiva do Championship Tour 2026 chegou na última sexta-feira (11) a Lower Trestles, na Califórnia (EUA). A nona etapa da temporada abre a janela com dez brasileiros na disputa, quatro deles entre os cinco primeiros do ranking masculino, e condições suficientes para colocar o evento na água logo no primeiro dia. A previsão das ondas aponta a sexta-feira como provável dia de competição. Um swell de sudoeste de período longo deve proporcionar ondas de 4 a 6 pés de face, com séries maiores durante a maré enchendo pela manhã. O vento de sul ainda pode deixar o mar um pouco mexido, mas a previsão mais recente indica que o efeito deve ser administrável e não necessariamente comprometer a realização das baterias. No sábado (12), o swell começa a perder força, com ondas de 4 a 5 pés e possibilidade de realização de baterias. O domingo (13) aparece como provável dia de folga, com ondas mais irregulares de 3 a 4 pés. A segunda-feira (14) também tende a ficar sem competição, com apenas 2 a 4 pés e vento sul. Na terça-feira (15), o cenário começa a mudar. Apesar de o mar ainda permanecer pequeno, na faixa de 3 a 4 pés, uma nova ondulação com boa energia e período longo deve começar a aparecer ao longo do dia. A previsão indica vento leve e condições de semi-limpas a limpas, preparando o terreno para a melhor parte da janela. Em Inglês: Novo swell a caminho A maior expectativa está concentrada entre quarta (16) e sexta-feira (18). Um novo swell de sul-sudoeste, gerado por uma tempestade compacta e intensa no Pacífico Sul Central, deve começar a subir na quarta e atingir o pico na quinta-feira (17). Durante os três dias, Lower Trestles deve receber boas ondas, com as maiores séries entre a tarde do dia 16 e a manhã do dia 18. O vento também tende a colaborar, com manhãs limpas e vento fraco, seguido por vento de oeste fraco a moderado durante as tardes. Existe ainda a possibilidade de um pequeno swell tropical de sul se juntar à energia principal e aumentar a consistência das ondas. A previsão, porém, ainda é tratada com cautela e depende da evolução do ciclone responsável pela formação desse swell. Nos dois últimos dias da janela, 19 e 20 de setembro, a combinação do swell de sul-sudoeste em queda com uma nova ondulação de sudoeste deve manter condições para competição. Brasileiros em posição de destaque Trestles é a última etapa antes do corte que define os 22 surfistas que seguem para a pós-temporada, aumentando o peso dos resultados na Califórnia. Leonardo Fioravanti chega à etapa na liderança do ranking masculino, enquanto Carissa Moore veste pela primeira vez nesta temporada a lycra amarela de líder entre as mulheres. Logo atrás de Fioravanti, o Brasil domina as primeiras posições do masculino. Italo Ferreira ocupa a segunda colocação, seguido por Yago Dora em terceiro, Gabriel Medina em quarto e Miguel Pupo em quinto. Além deles, João Chianca, Samuel Pupo, Alejo Muniz, Mateus Herdy e Filipe Toledo completam o grupo brasileiro no masculino. No feminino, Luana Silva representa o País. Filipe chega a uma etapa especialmente importante. Atual 21º colocado, o bicampeão mundial tenta permanecer entre os 22 que avançam para a pós-temporada. Trestles, porém, guarda algumas das melhores lembranças de sua carreira: foi ali que o brasileiro conquistou os títulos mundiais de 2022 e 2023, quando o circuito ainda utilizava o formato das WSL Finals. Toledo também conhece Lower Trestles como poucos. O brasileiro viveu por 11 anos em San Clemente antes de se mudar para o Rio de Janeiro no fim de 2025 e descreve a onda californiana como uma espécie de “skate park”, pelas inúmeras possibilidades de manobras progressivas. Rodgers e Pinkerton vencem triagens Os norte-americanos Hayden Rodgers e Kirra Pinkerton garantiram as últimas vagas no evento ao vencerem as triagens realizadas em Trestles. Rodgers somou 12,10 pontos e fará sua estreia no Championship Tour, enquanto Pinkerton venceu com 13,33 e chega à quarta participação em uma etapa do CT. Chaves brasileiras Mateus Herdy é o único brasileiro escalado para a primeira fase masculina. Ele enfrenta o norte-americano Taj Lindblad na quarta bateria e, caso avance, terá Gabriel Medina pela frente no Round 2. Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Yago Dora encara o vencedor da terceira bateria da primeira fase; João Chianca enfrenta Marco Mignot; Italo Ferreira pega o vencedor da segunda bateria; Alejo Muniz enfrenta Ethan Ewing; Samuel Pupo encara Jake Marshall; Gabriel Medina aguarda Herdy ou Taj Lindblad; Filipe Toledo enfrenta Liam O’Brien; e Miguel Pupo pega Ramzi Boukhiam. O desenho da chave ainda abre a possibilidade de confrontos brasileiros já no Round 3. Italo Ferreira e João Chianca podem se enfrentar caso avancem, assim como Filipe Toledo e Miguel Pupo. No feminino, Luana Silva estreia diretamente no Round 2 e enfrenta a vencedora da bateria entre Tyler Wright e Francisca Veselko. Janela do Lexus Trestles Pro: 11 a 20 de setembroLocal: Lower Trestles, Califórnia (EUA)Primeira chamada: sexta-feira (11), às 11h30 (horário de Brasília), com possível início da competição ao meio-dia. Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) 10.16 x 9.34 Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 9.73 x 9.67 Hayden Rodgers (EUA)3 – Oscar Berry (AUS) 12.73 x 11.26 Joel Vaughan (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) 11.40 x 11.27 Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Connor O’Leary (JAP) x Callum Robson (AUS)2 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) x Oscar Berry (AUS)4 – Kauli Vaast (FRA) x Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) x João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) x Eli Hanneman (HAV)7 – Kanoa Igarashi (JAP) x Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) x Alejo Muniz (BRA)9 – Leonardo Fioravanti (ITA) x Luke Thompson (AFS)10 – Morgan Cibilic (AUS) x Cole Houshmand (EUA)11 – George Pittar (AUS) x Alan Cleland (MEX)12 – Samuel Pupo (BRA) x Jake Marshall (EUA)13 – Gabriel

    Próxima chamada nesta quarta-feira (16) às 11h (de Brasília). Confira ao vivo a etapa do Circuito Mundial da WSL em Trestles e participe dos debates em nosso fórum. Novo swell ganha força dia 16.

    A reta decisiva do Championship Tour 2026 chega nesta sexta-feira (11) a Lower Trestles, na Califórnia. A nona etapa da temporada abre a janela com dez brasileiros na disputa, quatro deles entre os cinco primeiros do ranking masculino, e condições suficientes para colocar o evento na água logo no primeiro dia. A primeira chamada acontece às 11h30 (horário de Brasília), com possível início das baterias ao meio-dia. A previsão das ondas aponta a sexta-feira como provável dia de competição. Um swell de sudoeste de período longo deve proporcionar ondas de 4 a 6 pés de face, com séries maiores durante a maré enchendo pela manhã. O vento de sul ainda pode deixar o mar um pouco mexido, mas a previsão mais recente indica que o efeito deve ser administrável e não necessariamente comprometer a realização das baterias. No sábado (12), o swell começa a perder força, com ondas de 4 a 5 pés e possibilidade de realização de baterias. O domingo (13) aparece como provável dia de folga, com ondas mais irregulares de 3 a 4 pés. A segunda-feira (14) também tende a ficar sem competição, com apenas 2 a 4 pés e vento sul. Na terça-feira (15), o cenário começa a mudar. Apesar de o mar ainda permanecer pequeno, na faixa de 3 a 4 pés, uma nova ondulação com boa energia e período longo deve começar a aparecer ao longo do dia. A previsão indica vento leve e condições de semi-limpas a limpas, preparando o terreno para a melhor parte da janela. Novo swell a caminho A maior expectativa está concentrada entre quarta (16) e sexta-feira (18). Um novo swell de sul-sudoeste, gerado por uma tempestade compacta e intensa no Pacífico Sul Central, deve começar a subir na quarta e atingir o pico na quinta-feira (17). Durante os três dias, Lower Trestles deve receber boas ondas, com as maiores séries entre a tarde do dia 16 e a manhã do dia 18. O vento também tende a colaborar, com manhãs limpas e vento fraco, seguido por vento de oeste fraco a moderado durante as tardes. Existe ainda a possibilidade de um pequeno swell tropical de sul se juntar à energia principal e aumentar a consistência das ondas. A previsão, porém, ainda é tratada com cautela e depende da evolução do ciclone responsável pela formação desse swell. Nos dois últimos dias da janela, 19 e 20 de setembro, a combinação do swell de sul-sudoeste em queda com uma nova ondulação de sudoeste deve manter condições para competição. Brasileiros em posição de destaque Trestles é a última etapa antes do corte que define os 22 surfistas que seguem para a pós-temporada, aumentando o peso dos resultados na Califórnia. Leonardo Fioravanti chega à etapa na liderança do ranking masculino, enquanto Carissa Moore veste pela primeira vez nesta temporada a lycra amarela de líder entre as mulheres. Logo atrás de Fioravanti, o Brasil domina as primeiras posições do masculino. Italo Ferreira ocupa a segunda colocação, seguido por Yago Dora em terceiro, Gabriel Medina em quarto e Miguel Pupo em quinto. Além deles, João Chianca, Samuel Pupo, Alejo Muniz, Mateus Herdy e Filipe Toledo completam o grupo brasileiro no masculino. No feminino, Luana Silva representa o País. Filipe chega a uma etapa especialmente importante. Atual 21º colocado, o bicampeão mundial tenta permanecer entre os 22 que avançam para a pós-temporada. Trestles, porém, guarda algumas das melhores lembranças de sua carreira: foi ali que o brasileiro conquistou os títulos mundiais de 2022 e 2023, quando o circuito ainda utilizava o formato das WSL Finals. Toledo também conhece Lower Trestles como poucos. O brasileiro viveu por 11 anos em San Clemente antes de se mudar para o Rio de Janeiro no fim de 2025 e descreve a onda californiana como uma espécie de “skate park”, pelas inúmeras possibilidades de manobras progressivas. Rodgers e Pinkerton vencem triagens Os norte-americanos Hayden Rodgers e Kirra Pinkerton garantiram as últimas vagas no evento ao vencerem as triagens realizadas em Trestles. Rodgers somou 12,10 pontos e fará sua estreia no Championship Tour, enquanto Pinkerton venceu com 13,33 e chega à quarta participação em uma etapa do CT. Chaves brasileiras Mateus Herdy é o único brasileiro escalado para a primeira fase masculina. Ele enfrenta o norte-americano Taj Lindblad na quarta bateria e, caso avance, terá Gabriel Medina pela frente no Round 2. Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Yago Dora encara o vencedor da terceira bateria da primeira fase; João Chianca enfrenta Marco Mignot; Italo Ferreira pega o vencedor da segunda bateria; Alejo Muniz enfrenta Ethan Ewing; Samuel Pupo encara Jake Marshall; Gabriel Medina aguarda Herdy ou Taj Lindblad; Filipe Toledo enfrenta Liam O’Brien; e Miguel Pupo pega Ramzi Boukhiam. O desenho da chave ainda abre a possibilidade de confrontos brasileiros já no Round 3. Italo Ferreira e João Chianca podem se enfrentar caso avancem, assim como Filipe Toledo e Miguel Pupo. No feminino, Luana Silva estreia diretamente no Round 2 e enfrenta a vencedora da bateria entre Tyler Wright e Francisca Veselko. Janela do Lexus Trestles Pro: 11 a 20 de setembroLocal: Lower Trestles, Califórnia (EUA)Primeira chamada: sexta-feira (11), às 11h30 (horário de Brasília), com possível início da competição ao meio-dia. Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Hayden Rodgers (EUA)3 – Joel Vaughan (AUS) x Oscar Berry (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) x Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Connor O’Leary (JAP) x vencedor R1 H12 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) x vencedor R1 H34 – Kauli Vaast (FRA) x Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) x João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) x vencedor R1 H27 – Kanoa Igarashi (JAP) x Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) x Alejo Muniz (BRA)9 – Leonardo Fioravanti (ITA) x vencedor R1 H110 – Morgan Cibilic (AUS) x Cole Houshmand (EUA)11 – George Pittar (AUS) x Alan Cleland (MEX)12 – Samuel Pupo (BRA) x Jake

    Nona etapa do CT abre janela em Trestles, Califórnia (EUA), com dez brasileiros e ondas de até 2 metros. Novo swell ganha força entre os dias 16 e 18.

    Há mais de 30 anos, Pete Beukes chegou a Lamberts Bay, na costa oeste da África do Sul, para trabalhar como mergulhador de diamantes. No caminho, encontrou também uma costa bruta, isolada e repleta de ondas. Décadas depois, ele retorna a esse universo ao lado do filho, Eli Beukes. A história dos dois é o fio condutor de Rough Diamonds, novo filme de surfe produzido pela Now Now Media. Com 31 minutos de duração, a produção acompanha pai e filho por uma das regiões mais selvagens do litoral sul-africano, combinando sessões de surfe, estrada e a relação construída entre duas gerações. A ligação de Pete com a região começou no início dos anos 1990. Depois de deixar a Marinha e seguir para Lamberts Bay para trabalhar como mergulhador de diamantes, ele descobriu uma costa exposta ao Atlântico, marcada por água fria, isolamento e ondas de qualidade. Anos mais tarde, é Eli quem recebe do pai os segredos acumulados durante décadas de exploração. Mas Rough Diamonds não apresenta a viagem como uma simples busca por ondas perfeitas. A própria geografia da costa oeste impõe dificuldades e transforma a jornada em parte importante da narrativa. Ondas pesadas, natureza praticamente intocada e longos deslocamentos ajudam a construir o cenário para a história de Pete e Eli. Além dos dois protagonistas, o filme conta com participações de Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy Smith. A direção e o roteiro são de Will Bendix, com fotografia de Alan van Gysen e produção da Now Now Media. O projeto é apresentado pela Monster Energy em associação com a O’Neill. Rough Diamonds estreia nesta sexta-feira (11) e está disponível gratuitamente no YouTube. Ficha técnica Filme: Rough DiamondsDuração: 31 minutosCom: Eli Beukes, Pete Beukes, Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy SmithNow Now Media: @nownowmediaEli Beukes: @elibeukesApresentado por: Monster Energy, em associação com O’NeillRoteiro e direção: Will BendixDireção de fotografia: Alan van GysenProdução executiva: Ryan FranklinProdução: Alan van Gysen Trilha sonora “Werner Meets Egberto” | Guy Buttery“Understanding Happiness” | Rafi B Levy“Earthstrong” | Hattamitsunami

    Novo filme Rough Diamonds acompanha Pete e Eli Beukes em uma jornada de surfe pela costa oeste da África do Sul, região de ondas pesadas e cenários praticamente intocados.

    A história e a evolução das pranchas de surfe estarão no centro das atenções no próximo dia 19 de setembro, em Santos (SP). A segunda edição do Shapers Surf Fest reúne shapers, fabricantes, surfistas e marcas na Casa da Frontaria Azulejada, no Centro Histórico da cidade, das 13h às 22h. O evento contará com 28 expositores de diferentes estados e também do exterior, apresentando desde longboards até modelos de alta performance, além de acessórios e novidades do mercado. O público poderá conhecer as pranchas de perto, conversar diretamente com os profissionais responsáveis pela produção e também adquirir equipamentos durante o encontro. Um dos destaques desta edição será a homenagem aos shapers que começaram a produzir pranchas na região durante a década de 1970. Mais de 25 nomes já estão confirmados para participar da celebração, que pretende aproximar os pioneiros de diferentes gerações de profissionais ligados à fabricação de pranchas. A programação também terá rodas de conversa com shapers e profissionais do mercado, abordando a evolução dos equipamentos, histórias do surfe e os rumos da indústria. A sustentabilidade na produção de pranchas será outro tema colocado em discussão ao longo do evento. Além da programação ligada diretamente ao surfe, o Shapers Surf Fest terá área gastronômica, sorteios e atividades para o público. O encerramento será musical, com Binho Nunes, ex-surfista profissional, ao lado de Neco Carbone e Edinho Leite. A segunda edição é realizada por Luke Franco, Dêmi Viola e Bruno Esposito. O Waves é parceiro de mídia do evento. Shapers Surf Fest 202619 de setembroDas 13h às 22hCasa da Frontaria AzulejadaCentro Histórico de Santos (SP) Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Shaper’s Surf Fest (@shaperssurffest)

    Segunda edição do Shapers Surf Fest reúne 28 expositores, homenageia pioneiros da fabricação de pranchas e promove encontro entre diferentes gerações do surfe no dia 19 de setembro, em Santos (SP).

    O havaiano Makana Pang escreveu seu nome na história de Desert Point nesta quarta-feira (9). Ele venceu a edição indonésia do Capítulo Perfeito, primeiro evento de surfe realizado na famosa esquerda de Lombok, e fechou a decisão com a única nota 10 do dia. Os brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Foram seis horas consecutivas de ação em ondas com cerca de 2 metros. Oito convidados tiveram praticamente livre uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta, cenário que recebeu pela primeira vez um evento desta dimensão. Makana já havia mostrado força nas primeiras fases. Depois de marcar 9,17 em uma de suas ondas, o havaiano chegou à final diante de Bruno Santos, Ícaro Ronchi e do indonésio Usman Trioko. Os dois brasileiros acumularam notas acima de 8 pontos ao longo do evento, mas foi Pang quem encontrou, na decisão, o tubo mais longo e tecnicamente exigente do dia para arrancar a nota máxima dos juízes. Com 17,57 pontos, Makana ficou com a vitória. Bruno terminou muito próximo, com 16,76, seguido por Ícaro, com 15,43, e Usman, com 10,60. Além da conquista em Desert Point, o havaiano garantiu um wildcard direto para o Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. “Fazer parte do primeiro evento de surf de sempre em Desert Point foi uma honra. E conseguir um 10 perfeito na final foi um sonho tornado realidade. Estar ali com apenas mais três pessoas na água é provavelmente uma das coisas mais loucas que já vivi no surf. Esta onda é imbatível. Estou muito feliz e muito grato” Brasileiros chegam fortes à final Bruno Santos e Ícaro Ronchi foram dois dos grandes nomes do dia. Bruninho, profundo conhecedor de Desert Point, chegou a registrar o maior somatório de uma bateria em todo o evento: 18,24 pontos, na segunda passagem pela água. Ícaro veio logo atrás na mesma bateria, com expressivos 17,93. Os resultados oficiais mostram que ambos avançaram para a final em grande fase. A presença de Ícaro na decisão teve ainda um ingrediente especial. Convocado de última hora, ele ocupou a vaga deixada por Bruno Santos na lista de wildcards depois que Bruninho passou a ocupar uma vaga pelo seeding, em consequência da desistência de Nic von Rupp. Ícaro aproveitou a oportunidade e terminou o evento no terceiro lugar. Pedro Calado foi o terceiro brasileiro no evento. Ele somou 8,60 pontos na primeira bateria e melhorou para 11,80 na segunda, mas não conseguiu avançar à final. Tubos decidem tudo Como manda o formato do Capítulo Perfeito, apenas o tempo e a qualidade dentro dos tubos foram considerados pelos juízes, sem pontuação para manobras. É a característica que acompanha o evento desde sua primeira edição, realizada em 2012. Antes da entrada dos oito convidados, o dia começou com uma bateria especial dedicada aos surfistas de Desert Point. Diki Wahyudi venceu o Local Heat com 5,77 pontos, seguido por Ilham Sukron, com 4,00. A organização também tomou uma decisão inédita em relação aos 10 mil euros de premiação. O valor, originalmente reservado ao vencedor, foi dividido entre todos os participantes. Segundo Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito, a escolha refletiu a proposta de compartilhar a experiência proporcionada pelas condições encontradas em Lombok. “Hoje, todos os surfistas saíram daqui a sentir-se vencedores e, por isso, o prize money é dividido por todos. Conseguimos envolver a comunidade local e isso deixa-nos particularmente felizes”, afirmou Rui. Estreia internacional Desert Point marcou ainda um novo capítulo na história do evento. Em sua 12ª edição, foi a primeira vez que o Capítulo Perfeito saiu de Portugal. A estreia internacional terminou justamente com aquilo que define sua proposta: condições tubulares e uma nota 10 na bateria decisiva. Com a vitória, Makana Pang agora tem encontro marcado com Carcavelos em 2027. Em Lombok, o havaiano entrou para a história como o primeiro vencedor de um evento de surfe realizado em Desert Point. Resultado final do Capítulo Perfeito 2026 – Desert Point Melhor tubo: Makana Pang (HAV) – 10,00 pontos

    Havaiano Makana Pang vence primeiro evento de surfe realizado em Desert Point com nota 10 na final. Brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminam em segundo e terceiro.

    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta é palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Clique aqui para acompanhar as notas ao vivo Clique aqui para saber tudo sobre o evento Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial, com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado, Bruno Santos e Ícaro Ronchi. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito.

    Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles três brasileiros. Confira ao vivo.

    A etapa Guarapari do Circuito Bando do Brasil chegou ao fim neste domingo na Praia d’Ulé, no Espírito Santo, reunindo alguns dos principais nomes do surfe sul-americano em disputas válidas pelo QS 4.000 da World Surf League (WSL). A etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as semifinais nas duas categorias, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral catarinense. Tainá Hinckel (BRA) e Jadson André (BRA) levaram os troféus de campeões para casa, somando importantes pontos na corrida pelo título sul-americano e pela vaga no Challenger Series (CS) de 2027/28. Além disso, os vencedores embolsaram 8 mil dólares de premiação. Luan Wood (BRA) assumiu a liderança do ranking do QS após a etapa. Daniella Rosas (PER) toma a frente de Sophia Medina (BRA) na lista e também assume a ponta. Tainá Hinckel arrasadora na decisão  Em um duelo internacional inédito em finais, Tainá Hinckel (BRA) venceu a experiente Daniella Rosas (PER) e conquistou o título feminino do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari. As duas já haviam se enfrentado seis vezes em etapas do Qualifying Series, com três vitórias para cada lado, mas esta foi a primeira decisão entre elas.  Tainá chega à sua primeira final do Circuito Banco do Brasil em 2026, depois de bater na trave em duas semifinais, em Ubatuba e Natal, e se coloca novamente na briga pelo bicampeonato. A catarinense da Guarda do Embaú também disputa o Challenger Series e chega à terceira posição do ranking do QS na América do Sul após esta etapa, em uma temporada que pode marcar mais um salto importante na carreira da atleta olímpica e integrante do squad BB. A final foi marcada por uma disputa de alto nível e pelo duelo de backside, uma das principais características do surfe de Tainá. A brasileira abriu vantagem com uma onda de 8 pontos, construída com três fortes pancadas, deixando Daniella precisando de 10 pontos para virar. Na sequência, Tainá encontrou uma esquerda mais longa e arrancou 7 pontos dos juízes, ampliando a pressão sobre a peruana. Com apenas quatro ondas surfadas durante toda a bateria, Tainá garantiu o título na Praia d’Ulé e o maior somatório do evento: 15,50 pontos, o mesmo alcançado por Dani nas semifinais.  “Estou muito feliz com essa vitória e muito rouca, porque berrei com tudo o que estava aqui dentro nas minhas duas melhores ondas. Foi uma bateria muito disputada. O surfe feminino está evoluindo muito na América do Sul e estamos caminhando para mostrar nosso potencial mundo afora. Vencer aqui é muito especial para mim. Acreditei do início ao final e sabia que precisava acreditar”, celebra a campeã. “Estou muito feliz e sei o quanto é importante para mim estar com essa garra, mostrar meu surfe em qualquer campeonato. Não é só a onda, mas a conexão que existe dentro de mim. Foi super disputada do início ao final, mas eu sabia que seria minha porque planejei tudo desde o começo. Deus tinha escrito isso para mim”, comemorou Tainá. Jadson é bicampeão na Praia d’Ulé Aos 36 anos, Jadson André escreveu mais um capítulo de superação na Praia d’Ulé. Mesmo competindo durante toda a etapa com uma lesão no pé que chegou a colocar sua participação em dúvida, o potiguar venceu Luan Wood na final masculina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari e conquistou o título pelo segundo ano consecutivo. O confronto foi o segundo entre os dois na temporada. Em Imbituba, Jadson e Luan haviam se encontrado na semifinal, com vantagem para o catarinense. Desta vez, porém, o potiguar levou a melhor no duelo decisivo. Em uma bateria com as condições do mar alteradas pela entrada do vento logo após a final do feminino, Jadson apostou em seu forte surfe de frontside e nos aéreos para abrir vantagem, enquanto Luan, de backside para as esquerdas e com um surfe mais de linha, lutou até o fim, encaixando boas combinações de manobras para reduzir a diferença entre eles no somatório final. Apesar de encontrar um 7,27 pontos, Luan não conseguiu trocar sua onda de backup e acabou sendo batido na matemática final por 12,60 (7,27 + 5,33) contra 13,33 (6,83 + 6,5) de Jadson.  “Mais uma vez, toda honra e toda glória sejam dadas a Deus. Sem Ele, seria impossível chegar até aqui e vencer esse campeonato. Eu realmente não conseguia pisar no chão direito e chegou a passar pela minha cabeça abandonar a competição. Mas, como alguém que confia nos planos de Deus, decidi pensar em um dia de cada vez e as coisas foram acontecendo”, contou o campeão. Jadson também revelou que uma série de coincidências durante a etapa o fizeram lembrar da conquista de 2025.  “Durante a competição, várias coisinhas foram trazendo boas lembranças e alguns sinais. No ano passado, competi com a cordinha do meu colega de quarto. Este ano, eu estava competindo com o leash de outro moleque e tinha quebrado a minha única quilha que eu conseguia surfar. Cheguei na praia e encontrei o Rickson (Falcão), que me emprestou uma quilha da prancha reserva dele. Ontem, uma pessoa me perguntou: ‘Vai ganhar de novo?’. E eu respondi: ‘Vou ganhar de novo’. Na minha segunda onda da bateria, foi a primeira vez que consegui pisar na prancha direito. Parece até que estou vivendo o ano passado de novo.”  Emocionado, Jadson ainda mandou um recado para a família: “Estou muito feliz. Mando um beijo para minha esposa, meu filho e toda a minha família. Vou levar essa tartaruga (mascote da etapa) para o meu filho. Estou muito feliz e embalado para a próxima semana, porque já temos outro evento muito importante do ano pela frente.” O caminho dos campeões até a final Traçando o retrospecto até as finais, a manhã

    Jadson André e Tainá Hinckel vencem etapa do Circuito Banco do Brasil em Guarapari (ES), em prova válida pelo QS 4000, enquanto Luan Wood assume a liderança do ranking sul-americano.