Saquarema Surf Festival

Abertura com boas ondas

Peterson Crisanto bate recordes de nota e pontos do primeiro dia de disputas do Saquarema Surf Festival.
Saquarema Surf Festival, Praia de Itaúna

A terceira edição do Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves, apresentado pela Prefeitura de Saquarema, abriu a etapa masculina do QS 5000 na segunda-feira de boas ondas na Praia de Itaúna.

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O dia começou com a Triagem do Circuito Banco do Brasil de Surfe para jovens surfistas do Rio de Janeiro. Depois, foram realizadas as oito baterias da primeira fase do QS 5000 e as oito primeiras da segunda fase, quando o paranaense Peterson Crisanto fez os recordes do dia – nota 8,17 e 14,67 pontos.

O argentino Nacho Gundesen e os paulistas Wiggolly Dantas e Renan Peres também se destacaram e o QS 5000 masculino prossegue nesta terça-feira, a partir das 8h00, ao vivo da Capital Nacional do Surf pelo WorldSurfLeague.com e TikTok da WSL Brasil.

A triagem promovida pelo Circuito Banco do Brasil de Surfe, para jovens surfistas do Rio de Janeiro da nova geração, abriu a segunda-feira de boas ondas na Praia de Itaúna. Eram 16 convidados – oito na categoria masculina e oito na feminina – para disputar duas vagas para o QS 5000 do Saquarema Surf Festival, sem precisar pagar a inscrição no evento. Quem ficou nas duas primeiras posições em cada uma das duas baterias com quatro surfistas, se classificou para as finais da triagem.

A decisão masculina foi a primeira a entrar no mar, com o niteroiense Caio Knappi, 19 anos, e o saquaremense Rickson Falcão, 15 anos, ganhando as vagas para o QS 5000 de outros dois surfistas de 16 anos de idade.

Em terceiro lugar ficou Caique Nunes, que é de Saquarema e também é atleta do Centro de Treinamento Leo Neves como Rickson, com Gabriel Dantas da capital carioca ficando em quarto lugar. Caio Knappi foi quem tirou a maior nota – 7,33 – da triagem masculina.

“Graças a Deus, me classifiquei para o Evento Principal. Consegui achar boas ondas e ganhei a vaga. É a primeira vez que vou participar de um evento do Qualifying Series e foi muito irado essa triagem do Banco do Brasil. Incentivou total os atletas e vamos para cima”, disse Caio Knappi, que depois acabou eliminado na bateria que fechou a primeira fase do Saquarema Surf Festival.

Já o vice-campeão da Triagem do Circuito Banco do Brasil, Rickson Falcão, venceu duas baterias do QS 5000 na segunda-feira. Ele já passou para a rodada de estreia dos principais cabeças de chave do Saquarema Surf Festival e destacou a chance que ganhou com a iniciativa do Banco do Brasil: “Foi irado valorizar o surfe local, ainda mais para a galera que não tem condições de bancar a inscrição. Foi muito legal e parabéns ao Banco do Brasil pela iniciativa”.

Na categoria feminina, a vencedora da Triagem do Circuito Banco do Brasil foi Laiz Costa, 17 anos, irmã mais jovem da campeã brasileira Yanca Costa e do bicampeão da categoria Junior do Saquarema Surf Festival, Cauã Costa.

Eles são cearenses, mas há muitos anos moram no Recreio dos Bandeirantes, na capital carioca. Laiz ficou emocionada na entrevista ao vivo: “Eu só tenho que agradecer por essa oportunidade e estou muito feliz em estar aqui com minha família”, disse, com lágrimas no rosto.

Laiz Costa foi para a quinta das oito baterias da primeira fase, em que foram divididas as 32 participantes do Saquarema Surf Festival. Ela vai enfrentar as catarinenses Isabelle Nalu, Maya Carpinelli e a paulista Julia Santos.

A outra classificada da triagem foi Aysha Ratto, 16 anos, que superou duas surfistas de apenas 15 anos, Paloma Olivero, que também é de Búzios e Sarah Ozorio, do Recreio dos Bandeirantes. Aysha foi para a primeira bateria do QS 5000, da paulista Sophia Medina, a saquaremense Kayane Reis e a carioca Mariana Areno.

Início do QS 5000 – Logo após a Triagem, foi iniciada a terceira edição do Saquarema Surf Festival em memória ao bicampeão brasileiro Leo Neves. Neste ano, o evento está abrindo o Circuito Banco do Brasil de Surfe 2023, que ainda vai promover outras quatro etapas do Qualifying Series. A de Saquarema é a única com status QS 5000 e ela já começou quente, com o vice-líder do ranking regional da temporada 2023/2024 da WSL South America estreando na primeira bateria.

O argentino Nacho Gundesen poderia ser um dos 32 cabeças de chave que só estreiam na terceira fase do QS 5000. Mas, não fez sua inscrição dentro do prazo, então teve que entrar na rodada inicial. “O que aconteceu foi que eu estava na equipe da Argentina para o Pan-americano, mas o cancelamento do QS 5000 de Alagoas, me fez tomar a decisão de vir pra cá. Acabei fazendo a inscrição depois do prazo, mas são mais duas baterias para soltar o surfe, poder testar a prancha e surfar nesse dia, que tem altas ondas. A gente ama competir, então são mais duas baterias para ser feliz”.

E Nacho Gundesen foi realmente feliz nas boas ondas da segunda-feira, com direitas e esquerdas abrindo paredes perfeitas na Praia de Itaúna, para usar a borda da prancha nas manobras. Ele ganhou a primeira bateria por 14,30 pontos, somando uma nota 7,87.

Depois, competiu de novo na abertura da segunda fase do Saquarema Surf Festival e conseguiu 7,50 na sua melhor onda, para vencer por 14,00 pontos e chegar na rodada de estreia dos cabeças de chave, que era onde deveria estar pela sua posição no ranking das três etapas da WSL South America já disputadas.

“Saquarema é um lugar que favorece o meu surfe, tem uma onda forte e o power surf é o meu forte”, destacou Nacho Gundesen. “Eu consegui pegar boas ondas nas baterias, umas direitas bem boas para mandar as manobras e estou feliz que deu tudo certo. Tentei ficar o mais solto possível, para soltar o nervosismo das primeiras baterias e também testar as pranchas, pegando esquerdas e direitas. O primeiro dia já foi, agora é descansar e me preparar para as próximas baterias”.

Campeão em Saquarema – No ano passado, Nacho Gundesen foi o recordista de nota da segunda edição do Saquarema Surf Festival, com o 9,00 que ele recebeu na quarta fase do evento. Na segunda-feira, a nota 7,87 e os 14,30 pontos que conseguiu na sua primeira bateria, chegaram a encabeçar a lista de recordes do dia, que depois foram batidos.

O experiente Wiggolly Dantas, que já venceu uma etapa do Qualifying Series em Saquarema em 2014, quando se classificou para a elite do CT, estreou na primeira fase totalizando 14,33 pontos, com a nota 7,50 da sua melhor onda.

“Saquarema é um lugar muito especial para mim. Foi onde me classifiquei pro CT e me sinto muito à vontade aqui, tem uma onda forte e estou muito focado nesse evento”, disse Wiggolly Dantas, que competiu logo após seu irmão, Weslley Dantas, vencer sua primeira bateria também.

“Eu vim com meu irmão para competir aqui, estou surfando bem e com uma expectativa boa para esse evento. Minhas pranchas estão mágicas, eu consegui achar umas ondas boas, fazer manobras fortes e estou muito feliz em estar aqui em Saquarema competindo em mais um ano”.

Maior nota – Na segunda fase, quando entram mais 48 surfistas pré-classificados pelas posições no ranking da World Surf League, novos recordes foram registrados na terceira edição do Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves.

O paulista Renan Peres, o Pulga, destruiu uma onda com uma série de manobras executadas com pressão e velocidade, que arrancaram nota 8,17 dos juízes. Ele era um dos estreantes da segunda fase e venceu sua primeira bateria por 14 pontos.

“A onda veio muito boa, muito limpa, a face da onda estava bem lisa e eu consegui soltar o surfe”, disse Renan Pulga, que falou mais sobre a maior nota do campeonato. “Eu fiz duas rasgadas boas e tentei não bater prancha, linquei para o inside e consegui mandar uma batida chutando na junção. Mas, basicamente, a onda em si, foi fácil de ler, porque ela veio muito perfeita, abrindo tudo. Em nenhum momento, ela correu pra fechar e acho que isso ajudou para esse high-score”.

Recordista do dia – Três baterias depois, o paranaense Peterson Crisanto também detonou uma onda, que recebeu a mesma nota 8,17 dos juízes. Mas, ele ainda achou outra boa para surfar e se tornar o recordista absoluto do primeiro dia do Saquarema Surf Festival. Peterson somou uma nota 6,50 para aumentar o maior somatório do campeonato, de 14,33 para 14,67 pontos.

Outro ex-top da elite mundial do CT como ele, avançou em segundo lugar, o carioca Pedro Henrique, que voltou a morar em Saquarema depois de alguns anos residindo em Portugal.

“Na verdade, o mar está até mais difícil agora, com a maré cheia. Mas, graças a Deus, consegui abrir a bateria com uma nota excelente, 8,17”, disse Peterson Crisanto. “Eu já estava olhando aquela direita ali. Fiquei o dia inteiro na praia e o mar muda bastante, mas tive a felicidade de achar a onda certa. Logo em seguida, tirei um 6,50 e estou feliz, porque o dia foi bem longo. Estou sem um patrocinador principal, o que dificulta correr o QS, mas conseguir vir pra cá na última hora e esse evento é bem importante. Então, vou dar meu máximo para fazer um bom resultado”.

Outra atração do primeiro dia foi o campeão mundial de ondas gigantes, Lucas Chumbo Chianca, que passou as duas baterias que disputou na segunda-feira. O Saquarema Surf Festival é a primeira etapa com status QS 5000 de pontuação máxima da temporada 2023/2024 da WSL South America.

Já aconteceram três de 1.000 pontos no Equador, Argentina, Equador, então esse QS 5000 do Brasil vai modificar bastante o ranking. O evento esse ano também abre o Circuito Banco do Brasil de Surfe, que terá mais quatro etapas. A próxima é o QS 1000 na Praia do Ferrugem, em Garopaba, Santa Catarina, nos dias 4 a 7 de maio, na semana seguinte à da etapa de Saquarema.

Ativações abertas – Na segunda-feira, também já foram iniciadas as ativações dos patrocinadores e apoiadores do Saquarema Surf Festival 2023. No estande da Prefeitura de Saquarema, a Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Turismo, oferece aos visitantes um óculos de realidade virtual para sentirem a sensação de praticar esportes como surfe, skate e paramotor. No estande do Banco do Brasil, tem Prancha Elástica BB, Toy Art Premiado e outras atrações, com quadras de vôlei de praia, beach tênis, futmesa, além de área Kids e aulas de Yoga e Fitdance para o público.

Outro patrocinador oficial do Saquarema Surf Festival, o G-Shock, está fazendo demonstração da sua linha de relógios, distribuindo brindes e todos poderão usufruir de um Balanço Instagramavel. E na área VIP da enorme arena instalada nas areias da Praia de Itaúna, está sendo servida a Cerveja Enseada com chopeiras exclusivas da marca, além dos chips de milho da Garytos, 100% veganos e livres de glúten. Durante a semana, também haverá ações ambientais da Blue Birds e um estande da ONG Pró Criança Cardíaca, que está distribuindo brindes exclusivos para os visitantes.

O Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves é um evento licenciado pela WSL Latin America para a 213 Sports realizar etapas masculinas e femininas do Qualifying Series, Pro Junior Sub-20 e Longboard. A Prefeitura Municipal de Saquarema apresenta o evento patrocinado pelo Banco do Brasil e G-Shock, com apoio de Garytos, New Era, Cerveja Enseada e parceria institucional da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ), Associação de Surf de Saquarema, Blue Flag, Blue Birds e Pró Criança Cardíaca. A competição será transmitida ao vivo pelo WorldSurfLeague.com e também pelo TikTok da WSL Brasil.

Sobre a213 Sports – Fundada por Pedro Dau de Mesquita, Yuri Binder, Bernardo Montenegro e Marcelo Montenegro, a 213 Sports nasceu no ano de 2012. Em 2021, a agência foi adquirida pela V3A e, desde então, responde como vertical de esportes, que integra o pilar de Ventures da companhia.

Focada em marketing esportivo, a 213 Sports já realizou mais de 70 projetos para marcas globais e locais, impactando mais de 50 milhões de pessoas no Brasil e no mundo. A 213 Sports vê o esporte como uma plataforma de engajamento e conexão com forte apelo emocional entre as marcas e consumidores, resultando em uma experiência única de sportainment.

Insights estratégicos alinhados com o posicionamento da marca, excelência na execução e resultados mensuráveis com retorno social, sempre que possível, são as bases que sustentam a excelência da 213 Sports. Responsável por inúmeros cases, a agência se destaca com os projetos: Oi Rio Pro, Sephora Beauty Run, Ceará Kite Pro, WSL House, CamelBak Mountain Race, Casa On Running, Praia Para Todos, Pelé Academia, Saquarema Surf Festival, WTR, Red Bull Pool Clash, SLS Super Crown World Championship, entre outros.

Triagem do Circuito Banco do Brasil de Surfe
Final Masculina

1o: Caio Knappi (RJ) por 10,93 pontos = notas 7,33+3,60
2o: Rickson Falcão (RJ) com 8,50 pontos = 4,93+3,57
3o: Caique Nunes (RJ) com 7,54 pontos = 3,87+3,67
4o: Gabriel Dantas (RJ) com 4,43 pontos = 2,93+1,50

Semifinais

1a: 1-Caio Knappi (RJ), 2-Caique Nunes (RJ), 3-Nathan Hereda (RJ), 4-Diego Templar (RJ)
2a: 1-Rickson Falcão (RJ), 2-Gabriel Dantas (RJ), 3-Sany Oliveira (RJ), 4-Kauai Marinho (RJ)

Final Feminina

1a: Laiz Costa (RJ) por 10,47 pontos – notas 6,67+3,80
2a: Aysha Ratto (RJ) com 7,13 pontos = 3,80+3,33
3a: Sarah Ozorio (RJ) com 5,70 pontos = 3,03+2,67
4a: Paloma Olivero (RJ) com 4,74 pontos = 2,87+1,87

Semifinais

1a: 1-Paloma Olivero (RJ), 2-Laiz Costa (RJ), 3-Leticia Calleia (RJ), 4-Allany Tuze (RJ)
2a: 1-Aysha Ratto (RJ), 2-Sarah Ozorio (RJ), 3-Luana Paes (RJ), 4-Sofia Tinoco (RJ)

Resultados da segunda-feira
Primeira Fase do QS 5000 

1a: 1-Nacho Gundesen (ARG), 2-João Artur de Holanda (BRA), 3-Luã da Silveira (BRA)
2a: 1-Lucas Chianca (BRA), 2-Santiago Medeiro (URU), 3-Ryan Martins (BRA), 4-Tab Textor (EUA)
3a: 1-Peterson Crisanto (BRA), 2-Gustavo Henrique (BRA), 3-JP Ferreira (BRA), 4-Matheus Neves (BRA)
4a: 1-Rickson Falcão (BRA), 2-Yan Guimarães (BRA), 3-Ryan Coelho (BRA), 4-Eduardo Motta (BRA)
5a: 1-Weslley Dantas (BRA), 2-Kailani Renno (BRA), 3-Marcell Neves (BRA)
6a: 1-Wiggolly Dantas (BRA), 2-Edher Reis (BRA), 3-Murillo Coura (BRA), 4-Rene Enrique Ojeda (VEN)
7a: 1-Gabriel Arturo Vargas (PER), 2-Adrian de Osma (PER), 3-Pedro Martins (BRA)
8a: 1-Daniel Adisaka (BRA), 2-João Lucas Bessy (BRA), 3-Caio Knappi (BRA), 4-Deyvson Santos (BRA)

Segunda Fase do QS 5000 

1a: 1-Nacho Gundesen (ARG), 2-Pedro Amorim (BRA), 3-Hedieferson Junior (BRA), 4-Guilherme Luz (BRA)
2a: 1-Renan Peres (BRA), 2-Nazareno Pereyra (ARG), 3-João Artur de Holanda (BRA), 4-Derek Souza (BRA)
3a: 1-Diego Aguiar (BRA), 2-Lucas Chianca (BRA), 3-Luiz Mendes (BRA), 4-Lucas Ribas (BRA)
4a: 1-Luan Carvalho (BRA), 2-Magno Pacheco (BRA), 3-Felipe Ximenes (BRA), 4-Santiago Medeiro (URU)
5a: 1-Peterson Crisanto (BRA), 2-Pedro Henrique (BRA), 3-Giovani Pontes (BRA), 4-Luan Ferreyra (BRA)
6a: 1-Gustavo Henrique (BRA), 2-Samuel Joquinha (BRA), 3-Vitor Valentim (BRA), 4-Guilherme Fernandes (BRA)
7a: 1-Rickson Falcão (BRA), 2-Hizunome Bettero (BRA), 3-Anderson da Silva (BRA), 4-Takeshi Oyama (BRA)
8a: 1-Thiago Meneses (BRA), 2-Yan Guimarães (BRA), 3-Nicolas Hermida (BRA), 4-Kayan Medeiros (BRA)

Baterias desta terça-feira
Segunda Fase

9a: Cauet Frazão (BRA), Patrick Plachi (BRA), Igor Shibata (BRA), Weslley Dantas (BRA)
10: Alex Ribeiro (BRA), Flavio Nakagima (BRA), Facundo Rondi (ARG), Kailani Renno (BRA)
11: Uriel Sposaro (BRA), Daniel Matos (BRA), Diego Brigido (BRA), Wiggolly Dantas (BRA)
12: Caetano Vargas (BRA), Ivo Gothardo (BRA), Facundo Arreyes (BRA), Edher Reis (BRA)
13: Felipe Oliveira (BRA), Guilherme Carvalho (BRA), Pedro Araujo (BRA), Gabriel Arturo Vargas (PER)
14: Cauã Gonçalves (BRA), Lukas Camargo (BRA), Sergio Luan (BRA), Adrian de Osma (PER)
15: José Francisco (BRA), Kainan Meira (BRA), Gabriel Paiva (BRA), Daniel Adisaka (BRA)
16: Fabricio Rocha (BRA), Wallace Vasco (BRA), Yan Sondahl (BRA), João Lucas Bessy (BRA)

Terceira Fase

1a: Rafael Teixeira (BRA), Luan Hanada (BRA), Nacho Gundesen (ARG), Nazareno Pereyra (ARG)
2a: Alan Jhones (BRA), Lucas Vicente (BRA), Renan Peres Pulga (BRA), Pedro Amorim (BRA)
3a: Douglas Silva (BRA), Tomas Lopez Moreno (ARG), Diego Aguiar (BRA), Magno Pacheco (BRA)
4a: Leo Casal (BRA), Wesley Leite (BRA), Luan Carvalho (BRA), Lucas Chianca (BRA)
5a: Gabriel Klaussner (BRA), Cauã Costa (BRA), Peterson Crisanto (BRA), Samuel Joquinha (BRA)
6a: Vitor Ferreira (BRA), Philippe Neves (BRA), Gustavo Henrique (BRA), Pedro Henrique (BRA)
7a: Rodrigo Saldanha (BRA), Luan Wood (BRA), Rickson Falcão (BRA), Yan Guimarães (BRA)
8a: Ian Gouveia (BRA), Arthur Máximo (BRA), Thiago Meneses (BRA), Hizunome Bettero (BRA)
9a: Ryan Kainalo (BRA), Raoni Monteiro (BRA), 1.o da 9.a e 2.o da 10.a
10: Valentin Neves (BRA), Eric Bahia (BRA), 1.o da 10.a e 2.o da 9.a
11: Heitor Mueller (BRA), Daniel Templar (BRA), 1.o da 11.a e 2.o da 12.a
12: Caio Costa (BRA), Mateus Sena (BRA), 1.o da 12.a e 2.o da 11.a
13: Mateus Herdy (BRA), Pedro Neves (BRA), 1.o da 13.a e 2.o da 14.a
14: Samuel Igo (BRA), Luel Felipe (BRA), 1.o da 14.a e 2.o da 13.a
15: Igor Moraes (BRA), Kaue Germano (BRA), 1.o da 15.a e 2.o da 16.a
16: Lucas Silveira (BRA), Matheus Navarro (BRA), 1.o da 16.a e 2.o da 15.a

Primeira Fase Feminino

1a: Sophia Medina (BRA), Kayane Reis (BRA), Mariana Areno (BRA), Aysha Ratto (BRA)
2a: Yanca Costa (BRA), Sophia Gonçalves (BRA), Bruna Carderelli (BRA), Taís Almeida (BRA)
3a: Kiany Hyakutake (BRA), Brianna Bartelmess (PER), Yasmin Neves (BRA), Sofia Artieda (PER)
4a: Laura Raupp (BRA), Vera Jarisz (ARG), Monik Santos (BRA), Maya Karl (PRI)
5a: Isabelle Nalu (BRA), Julia Santos (BRA), Maya Carpinelli (BRA), Laiz Costa (BRA)
6a: Juliana dos Santos (BRA), Naire Marquez (BRA), Sol Carrion (BRA), Camila Sanday (BRA)
7a: Kalea Gervasi (PER), Karol Ribeiro (BRA), Luara Mandelli (BRA), Yasmin Dias (BRA)
8a: Tainá Hinckel (BRA), Kemily Sampaio (BRA), Rafaella Montesi (CHL), Ana Luiza (BRA)

Baterias do Pro Junior do Saquarema Surf Festival
Primeira Fase

1a: Eduardo Mulford (BRA), João Artur (BRA), Fadul Ryan (BRA)
2a: Luiz Neiva da Silva (BRA), Pablo Gabriel da Silva (BRA), Yuri Machado (BRA), Ryan Martins (BRA)
3a: Gabriel Paiva (BRA), Lucas di Giorge (BRA), Kailani Renno (BRA)
4a: Matheus Neves (BRA), Miguel Ferraz (BRA), Murillo Coura (BRA)

Segunda Fase

1a: Cauet Frazão (BRA), Luan Ferreyra (BRA), Patrick Plachi (BRA), 1.o da 1.a bateria da 1.a fase
2a: Igor Shibata (BRA), Tomas Goransky (ARG), João Ferreira (BRA), 2.o da 1.a bateria
3a: Marcell Neves (BRA), Guilherme Ferreira (BRA), Antonio Carvalho (BRA), 1.o da 2.a
4a: Adrian de Osma (PER), Luiz Mendes (BRA), Sunny Pires (BRA), 2.o da 2.a
5a: Nazareno Pereyra (ARG), Luis Henrique Araujo (BRA), Pedro Rian (BRA), 1.o da 3.a
6a: Guilherme Carvalho (BRA), Ryan Coelho (BRA), Lukas Camargo (BRA), 2.o da 3.a
7a: Lucas Ribas (BRA), Kayan Medeiros (BRA), Guilherme Fernandes (BRA), 1.o da 4.a
8a: Takeshi Oyama (BRA), Diego Brigido (BRA), Yan Feder (BRA), 2.o da 4.a

Terceira Fase

1a: Ryan Kainalo (BRA), Rafael Lutfy (BRA), 1.o da 1.a bateria da 2.a fase e 2.o da 2.a
2a: Rodrigo Saldanha (BRA), Samuel Joquinha (BRA), 1.o da 2.a e 2.o da 1.a
3a: Diego Aguiar (BRA), Leo Casal (BRA), 1.o da 3.a e 2.o da 4.a
4a: Caio Costa (BRA), Kainan Meira (BRA), 1.o da 4.a e 2.o da 3.a
5a: Heitor Mueller (BRA), Rickson Falcão (BRA), 1.o da 5.a e 2.o da 6.a
6a: Renan Rodrigues (BRA), Philippe Neves (BRA), 1.o da 6.a e 2.o da 5.a
7a: Fabricio Rocha (BRA), Gabriel Klaussner (BRA), 1.o da 7.a e 2.o da 8.a
8a: Cauã Costa (BRA), Cauã Gonçalves (BRA), 1.o da 8.a e 2.o da 7.a

Primeira Fase Feminina

1a: Laura Raupp (BRA), Yasmin Dias (BRA), Alexia Monteiro (BRA)
2a: Vera Jarisz (ARG), Mariana Areno (BRA), Ana Luiza (BRA), Sofia Tinoco (BRA)
3a: Isabelle Nalu (BRA), Sofia Artieda (PER), Yasmin Neves (BRA)
4a: Kalea Gervasi (PER), Rafaela Montesi (CHL), Allany Tuze (BRA)
5a: Tainá Hinckel (BRA), Luara Mandelli (BRA), Kemily Sampaio (BRA)
6a: Sophia Gonçalves (BRA), Kiany Hyakutake (BRA), Maya Karl (PRI), Paloma Pardo (BRA)
7a: Naire Marquez (BRA), Briana Barthelmess (PER), Sol Carrion (BRA)
8a: Sophia Medina (BRA), Camila Sanday (PER), Maya Carpinelli (BRA)

Baterias do Longboard do Saquarema Surf Festival
Primeira Fase Masculina

1a: Yam Wisman (BRA), Antonio Pedro Robles (BRA), Pedro Bento Carvalho (BRA)
2a: Romoaldo Nascimento (BRA), Alexandre Escobar (BRA), Phil Rajzman (BRA), Jonas Lima (BRA)
3a: Pedro França (BRA), Anderson Silva (BRA), Lucas Gonçalves Salomone (BRA), Eduardo Bage (BRA)
4a: Matias Maturano (PER), Rodrigo Sousa (BRA), Jeferson da Silva (BRA)

Primeira Fase Feminina

1a: Evelin Neves (BRA), Patrycja Orlowska (POL), Julia Vianna (BRA)
2a: Ayllar Cinti (BRA), Maria Clara Santos (BRA), Lara Pestana (BRA), Luana Soares (BRA)

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    Yago Dora é o campeão do Vivo Rio Pro 2026. O brasileiro derrotou o italiano Leonardo Fioravanti em uma final acirrada, impulsionado pela forte presença da torcida que lotou as areias de Itaúna, mesmo debaixo de chuva e frio. Com mar balançado e ondas com cerca de um metro e meio nas séries, Fioravanti, que chegou à decisão já com o status de novo líder do ranking mundial, repetiu a estratégia da semifinal. O italiano impôs um ritmo forte logo no início da disputa, enquanto Yago optou por ser mais paciente e seletivo na escolha de suas ondas. A tática de Fioravanti rendeu frutos iniciais, deixando-o com um somatório provisório de 8.17 (notas 5.67 e 2.50). No entanto, aos 13 minutos de bateria, Yago Dora encontrou a rampa perfeita, executou um lindo aéreo rodando e levantou a praia ao arrancar um excelente 8.50 dos juízes. Minutos depois, já na metade do confronto, o brasileiro voou novamente. Com outro aéreo bem executado, recebeu um 6.50 e fechou seu somatório em imbatíveis 15.00 pontos. Pressionado, Fioravanti passou a precisar de 9.33 para assumir a liderança. A cinco minutos do fim, o italiano arriscou um ótimo aéreo (sem rotação completa) e diminuiu a diferença com um 7.50. Nos instantes finais, ele precisava de um 7.51 para a virada, mas o mar não colaborou e ele não conseguiu surfar mais nenhuma onda, selando a vitória e o título de Yago Dora pelo placar final de 15.00 a 13.37. Com esse resultado, Yago pulou para o segundo lugar na classificação geral do CT, ficando atrás somente de Fioravanti. Italo Ferreira agora cai para a terceira posição, enquanto Gabriel Medina, eliminado na estreia em Saquarema, ocupa o quarto lugar, seguido por Miguel e Samuel Pupo. Na final feminina, a norte-americana Sawyer Lindblad superou o “fenômeno francês” Tya Zebrowski com duas ondas de pontuações ligeiramente superiores (3.90 e 3.77), fechando seu somatório em 7.67 pontos. Lidando com condições difíceis no mar durante a bateria, Zebrowski lutou bastante e surfou um número muito maior de ondas que sua adversária, em uma tentativa incessante de reverter o placar. No entanto, Tya teve que se contentar com uma pontuação total de 6.10 (3.47 e 2.63) em suas duas melhores apresentações. O esforço não foi suficiente para garantir sua primeira vitória no Championship Tour aos 15 anos de idade, feito que teria estabelecido um recorde histórico da categoria. Adotando uma postura mais estratégica, Sawyer Lindblad vibrou muito com a conquista de sua primeira vitória na carreira no CT. Com o resultado, a surfista norte-americana dá um salto importante e assume a terceira colocação no ranking mundial feminino. Semifinais masculinas A primeira bateria a entrar na água foi a semifinal entre João Chianca e Leo Fioravanti. O italiano abriu o confronto em um ritmo forte, surfando quatro ondas em menos de 10 minutos. Nas três primeiras tentativas, garantiu um 7.00 como sua melhor nota. Na sequência, apostou em um aéreo reverse e arrancou um 6.00 dos juízes. Com isso, Fioravanti pôde se dar ao luxo de descartar um 4.00 e um 5.17, enquanto o brasileiro somava apenas 3.00 pontos naquele momento. Chianca tentou reagir restando pouco mais de 20 minutos para o encerramento da bateria. Depois de aumentar sua nota de descarte para 3.67, o brasileiro pegou uma onda intermediária e executou três rasgadas expressivas para anotar 6.27. Com isso, passou a precisar de um 6.74 para a virada. A poucos minutos do fim, ele arriscou em uma onda com pouco potencial e recebeu apenas um 3.83, pontuação insuficiente para reverter o placar. Com a classificação para a final, Fioravanti garantiu 7.800 pontos e chegou a 33.930 no total, ultrapassando Italo Ferreira (que caiu nas oitavas de final e soma 33.845) e assumindo a liderança do ranking do CT. Vindo de um título inédito em El Salvador, o italiano mostrava grande inspiração na busca pela segunda conquista de sua carreira. O grande obstáculo, no entanto, seria Yago Dora, que chegou à final igualmente embalado após derrotar o australiano Ethan Ewing na outra semifinal com um placar confortável de 14.30 contra 11.67. Isso sem mencionar o forte apoio da torcida brasileira. Quartas de final masculino e semifinais feminino Após uma pausa no domingo, o Vivo Rio Pro retornou à ação na segunda-feira (22) para o seu terceiro dia de competições. Ao longo do dia, a Praia de Itaúna viu definidas as finalistas da categoria feminina e os semifinalistas do masculino, deixando o palco pronto para o aguardado “Finals Day”. A previsão se mostrou muito melhor do que o esperado logo nas primeiras horas. O dia começou com ondas limpas com pouco mais de um metro e meio, permitindo um surfe de alta performance. No entanto, com o passar das horas, o mar perdeu força e as séries ficaram escassas, forçando a organização a paralisar o evento e adiar as baterias decisivas para o próximo chamado. Impulsionado pela energia vibrante da areia, o herói local João Chianca encontrou total sintonia com o oceano. Ele surfou duas excelentes ondas em sequência para colocar a pressão sobre o australiano Morgan Cibilic, que embora tenha surfado a melhor onda da bateria, não foi o suficiente para alcançar o somatório do brasileiro, que garantiu sua primeira semifinal da temporada. O atual campeão do evento, Yago Dora, protagonizou um duelo eletrizante e de notas excelentes contra o compatriota Miguel Pupo. Em uma troca crucial, Pupo arrancou um 8.00 dos juízes, mas Dora respondeu na onda seguinte com um brilhante ataque de frontside que lhe rendeu um 8.50, selando sua classificação para a semifinal. Dora enfrentaria o australiano Ethan Ewing, que virou sua bateria contra Kauli Vaast nos segundos finais, reeditando a grande final do Vivo Rio Pro de 2023. O italiano Leonardo Fioravanti manteve o embalo de sua vitória em El Salvador e frustrou a torcida local ao eliminar Samuel Pupo na primeira bateria do dia. Fioravanti adotou a estratégia de começar forte e manter o ritmo, construindo uma estratégia que Pupo não conseguiu reverter antes do tempo esgotar. Com o melhor

    Etapa brasileira do Championship Tour termina com vitória de Yago Dora. Sawyer Lindblad vence entre as mulheres e Leonardo Fioravanti assume liderança do ranking mundial da WSL, na etapa de Saquarema.

    Uma das solicitações mais frequentes desde o lançamento da nova plataforma foi o retorno dos comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial. Por isso, a Waves volta a abrir o espaço para a comunidade acompanhar, comentar e trocar opiniões ao longo das baterias. Clique aqui para assistir ao vivo Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Saquarema Clique aqui para conhecer a nova fase da Waves Durante muitos anos, esse encontro entre surfistas fez parte da cobertura dos eventos na Waves. Agora, a tradição retorna renovada, mantendo o que sempre foi mais importante: a participação da comunidade. Feita de surfista para surfista, a Waves acredita que acompanhar uma etapa vai muito além de assistir às baterias. É também comentar o que acontece nas entrelinhas, discutir as notas, defender seus favoritos e trocar ideias com outros apaixonados por surfe. O Vivo Rio Pro 2026 abre a janela de competições em Saquarema (RJ) nesta sexta-feira (19). Assista às baterias, compartilhe suas opiniões e participe dos debates ao vivo com outros apaixonados por surfe em nosso fórum abaixo. Campeões das etapas da Elite Mundial do Surfe realizadas no Brasil Ano Campeão Masculino Campeã Feminina 2025 Cole Houshmand (EUA) Molly Picklum (AUS) 2024 Italo Ferreira (BRA) Caitlin Simmers (EUA) 2023 Yago Dora (BRA) Caitlin Simmers (EUA) 2022 Filipe Toledo (BRA) Carissa Moore (HAV) 2019 Filipe Toledo (BRA) Sally Fitzgibbons (AUS) 2018 Filipe Toledo (BRA) Stephanie Gilmore (AUS) 2017 Adriano de Souza (BRA) Tyler Wright (AUS) 2016 John John Florence (HAV) Tyler Wright (AUS) 2015 Filipe Toledo (BRA) Courtney Conlogue (EUA) 2014 Michel Bourez (FRA) Sally Fitzgibbons (AUS) 2013 Jordy Smith (RSA) Tyler Wright (AUS) 2012 John John Florence (HAV) Sally Fitzgibbons (AUS) 2011 Adriano de Souza (BRA) Carissa Moore (HAV) 2010 Jadson André (BRA) — 2009 Kelly Slater (EUA) — 2008 Bede Durbidge (AUS) Sally Fitzgibbons (AUS) 2007 Mick Fanning (AUS) Samantha Cornish (AUS) 2006 Mick Fanning (AUS) Layne Beachley (AUS) 2005 Damien Hobgood (EUA) — 2004 Taj Burrow (AUS) — 2003 Kelly Slater (EUA) — 2002 Taj Burrow (AUS) Melanie Bartels (HAV) 2001 Trent Munro (AUS) Samantha Cornish (AUS) 2000 Kalani Robb (EUA) Layne Beachley (AUS) 1999 Taj Burrow (AUS) Andrea Lopes (BRA) 1998 Peterson Rosa (BRA) Pauline Menczer (AUS) 1997 Kelly Slater (EUA) Pauline Menczer (AUS) 1996 Taylor Knox (EUA) Pauline Menczer (AUS) 1995 Barton Lynch (AUS) Neridah Falconer (AUS) 1994 Shane Powell (AUS) Pauline Menczer (AUS) 1993 Dave Macaulay (AUS) Neridah Falconer (AUS) 1992 Damien Hardman (AUS) Wendy Botha (AUS) 1991 Flavio Padaratz (BRA) — 1990 Fabio Gouveia (BRA) — 1989 Dave Macaulay (AUS) — 1988 Dave Macaulay (AUS) — 1982 Terry Richardson (AUS) — 1981 Cheyne Horan (AUS) — 1980 Joey Buran (EUA) — 1978 Cheyne Horan (AUS) — 1977 Daniel Friedmann (BRA) Margo Oberg (EUA) 1976 Pepê Lopes (BRA) — Vivo Rio Pro 2026 Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 7.00 x Lucas Chianca (BRA) 6.432 Matthew McGillivray (AFS) 11.67 x 5.13 Luke Thompson (AFS)3 Weslley Dantas (BRA) 9.67 x Seth Moniz (HAV) 9.074 Eli Hanneman (HAV) 9.17 x Oscar Berry (AUS) 6.50 Round 2 1 Jack Robinson (AUS) 14.33 x Rio Waida (IND) 12.532 Samuel Pupo (BRA) 11.07 x Alan Cleland (MEX) 8.503 Leonardo Fioravanti (ITA) 12.27 x Weslley Dantas (BRA) 11.604 Liam O’Brien (AUS) 13.93 x Jake Marshall (EUA) 10.835 Morgan Cibilic (AUS) 9.44 x Connor O’Leary (JAP) 9.306 Matthew McGillivray (AFS) 13.53 x Gabriel Medina (BRA) 13.137 João Chianca (BRA) 14.84 x Griffin Colapinto (EUA) 7.178 George Pittar (AUS) 15.00 x Joel Vaughan (AUS) 6.539 Italo Ferreira (BRA) 14.33 x Ramzi Boukhiam (MAR) 10.9710 Kauli Vaast (FRA) 13.73 x Crosby Colapinto (EUA) 11.5011 Ethan Ewing (AUS) 12.66 x Alejo Muniz (BRA) 10.3012 Kanoa Igarashi (JAP) 12.23 x Cole Houshmand (EUA) 11.7713 Yago Dora (BRA) 13.83 x Eli Hanneman (HAV) 12.9014 Marco Mignot (FRA) 12.74 x Barron Mamiya (HAV) 10.4315 Callum Robson (AUS) 14.93 x Filipe Toledo (BRA) 13.0016 Miguel Pupo (BRA) 12.97 x Mateus Herdy (BRA) 10.94 Round 3 1 Samuel Pupo (BRA) 15.84 x 9.94 Jack Robinson (AUS)2 Leonardo Fioravanti (ITA) 16.50 x 13.33 Liam O’Brien (AUS)3 Morgan Cibilic (AUS) 13.40 x 11.50 Matthew McGillivray (AFS)4 João Chianca (BRA) 14.30 x 13.26 George Pittar (AUS)5 Kauli Vaast (FRA) 14.17 x 12.87 Italo Ferreira (BRA)6 Ethan Ewing (AUS) 14.33 x 12.27 Kanoa Igarashi (JAP)7 Yago Dora (BRA) 15.00 x 10.33 Marco Mignot (FRA)8 Miguel Pupo (BRA) 14.03 x 12.17 Callum Robson (AUS) Quartas de Final 1 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.23 x 12.50 Samuel Pupo (BRA)2 João Chianca (BRA) 13.27 x 12.76 Morgan Cibilic (AUS)3 Ethan Ewing (AUS) 13.07 x 12.84 Kauli Vaast (FRA)4 Yago Dora (BRA) 15.67 x 13.33 Miguel Pupo (BRA) Semifinais 1 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.00 x 10.10 João Chianca (BRA)2 Yago Dora (BRA) 14.30 x 11.67 Ethan Ewing (AUS) Final Yago Dora (BRA) 15.00 x 13.17 Leonardo Fioravanti (ITA) Feminino Round 1 1 Sally Fitzgibbons (AUS) 14.50 x Vahine Fierro (FRA) 7.002 Erin Brooks (CAN) 11.26 x Anat Lelior (ISR) 9.503 Nadia Erostarbe (ESP) 10.83 x Yolanda Hopkins (POR) 9.104 Isabella Nichols (AUS) 12.50 x Francisca Veselko (POR) 11.705 Tya Zebrowski (FRA) 8.67 x Stephanie Gilmore (AUS) 7.336 Brisa Hennessy (CRC) 12.00 x Alyssa Spencer (EUA) 7.167 Bella Kenworthy (EUA) 10.10 x Bettylou Sakura Johnson (HAV) 8.938 Tatiana Weston-Webb (BRA) 11.00 x Tyler Wright (AUS) 10.46 Round 2 1 Carissa Moore (HAV) 14.50 x Erin Brooks (CAN) 13.302 Tya Zebrowski (FRA) 14.33 x Lakey Peterson (EUA) 11.033 Nadia Erostarbe (ESP) 8.40 x Molly Picklum (AUS) 7.674 Caitlin Simmers (EUA) 15.10 x Bella Kenworthy (EUA) 13.605 Gabriela Bryan (HAV) 17.33 x Sally Fitzgibbons (AUS) 13.266 Caroline Marks (EUA) 14.00 x Tatiana Weston-Webb (BRA) 13.007 Luana Silva (BRA) 12.47 x Isabella Nichols (AUS) 12.208 Sawyer Lindblad (EUA) 14.03 x Brisa Hennessy (CRC) 9.67 Quartas de Final 1 Tya Zebrowski (FRA) 12.70 x Carissa Moore (HAV) 7.772 Nadia Erostarbe (ESP) 15.83 x Caitlin Simmers (EUA) 12.233 Caroline Marks (EUA) 13.04 x Gabriela Bryan (HAV) 11.904 Sawyer Lindblad (EUA) 12.86 x Luana Silva (BRA) 12.26 Semifinais 1 Tya

    Atendendo a um dos pedidos mais frequentes da comunidade, a Waves traz de volta os comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial.

    A janela para a etapa brasileira do Circuito Mundial abre nesta sexta-feira (19) e se estende até o dia 27 de junho. Com um período de espera curto, de apenas nove dias, a organização precisará aproveitar ao máximo as condições para o surfe na Praia de Itaúna, que felizmente tem previsão de receber swell com potencial logo no início do evento. Para o dia de abertura da competição espera-se o ápice de uma boa ondulação de sul. Com a primeira chamada diária marcada para às 7h, o evento em Saquarema (RJ) promete disputas acirradas, especialmente com os surfistas brasileiros chegando como grandes favoritos após a etapa de El Salvador. Clique aqui para ver a previsão das ondas Clique aqui para participar dos debates No cenário masculino, o Brasil domina o topo da tabela, ocupando cinco das seis primeiras posições do ranking mundial. Italo Ferreira veste a lycra amarela de líder (30.525 pontos), seguido de perto por Gabriel Medina (2º) e Yago Dora (4º). Os irmãos Miguel e Samuel Pupo fecham o pelotão de elite na 5ª e 6ª colocações. João Chianca, que atualmente ocupa a 23ª colocação no ranking, compete em casa e precisa de um bom resultado, uma combinação de fatores que podem fazer dele um dos sufistas mais perigosos nessa etapa. A organização já divulgou os primeiros embates, que reservam fortes emoções para a torcida. Weslley Dantas está confirmado no round 1, assim como Lucas Chumbo, ambos anunciados como convidados do evento. Além disso, o chaveamento já antecipa um duelo 100% nacional no round 2, colocando frente a frente Miguel Pupo e Mateus Herdy em uma bateria eliminatória de alto nível. Mas, apesar da hegemonia brasileira na ponta da tabela, não podemos baixar a guarda. O principal nome a ser observado entre os visitantes é o italiano Leonardo Fioravanti. Atual 3º colocado no ranking, ele desembarca no Rio de Janeiro embalado após conquistar o título da etapa de El Salvador. Outros adversários que exigem atenção são os australianos George Pittar (7º) e Ethan Ewing (9º), conhecidos por um surfe de borda polido que se encaixa muito bem nas ondas de Itaúna, além do atual defensor do título da etapa, Cole Houshmand, que mesmo não estando em grande fase, é sempre perigoso em beach breaks. Jack Robinson (14ª), o “mais brasileiro dos gringos”, é sempre uma pedra no sapato de seus adversários e se sente à vontade competindo no Brasil. O japonês Kanoa Igarashi (8º) e o norte-americano Griffin Colapinto (10º) completam a lista de estrangeiros no Top 10 com arsenal técnico suficiente para surpreender os donos da casa. Previsão das ondas Já no primeiro dia de janela, nesta sexta-feira (19), as séries podem ultrapassar os 2 metros, criando condições de alto nível para a competição, mas também impondo desafios extras aos atletas e à organização. O vento deve soprar terral (norte-nordeste) pela manhã, virando para maral (leste) ao longo do dia, o que pode prejudicar um pouco a formação, mas ainda assim mantendo o mar em condições razoavelmente boas. A previsão Waves aponta sexta e sábado como os dias mais favoráveis para a competição. A ondulação de sul deve diminuir para a faixa de 1,5 metro pela manhã, com vento terral fraco, oferecendo boas condições para o surfe de alta performance. No entanto, a formação pode se deteriorar à tarde, com a entrada de ventos do quadrante oeste e posteriormente de sul. Tudo indica que no domingo o mar estará menor, com séries com menos de 1 metro, com vento terral variável pela manhã e ventos moderados de sul-sudeste à tarde. Se a previsão se confirmar, a realização de baterias matinais no domingo será uma incógnita para a organização. Na segunda e terça-feira as condições podem piorar e, o meio da janela de espera, especialmente entre quarta e quinta-feira, um novo swell pode surgir com ventos não tão favoráveis, porém com a possibilidade de bons momentos. Para o último dia do evento (27), há potencial para o alinhamento de todos os fatores necessários. Contudo, levando em consideração a distância dessa data, os modelos de previsão ainda podem apresentar algum ajuste sobre como as condições se desenrolarão ao final da próxima semana. Além disso, deixar a definição do evento para o último dia da janela representa um risco para a organização. Traremos mais atualizações ao decorrer da janela. Cenário Feminino Entre as mulheres, a havaiana Gabriela Bryan lidera o circuito, seguida de perto pela compatriota Carissa Moore, que também vem de vitória em El Salvador e é sempre uma das favoritas nas ondas potentes de Itaúna. A australiana Molly Picklum (3ª) e o forte esquadrão norte-americano completam a lista de estrangeiras perigosas. Para o Brasil, a grande esperança no topo da tabela é Luana Silva, atual 4ª colocada e vice-campeã da etapa em 2025. O time brasileiro ganha um peso extra com o retorno de Tatiana Weston-Webb. Após abrir mão de competir no início do circuito, a brasileira entra como convidada do evento e terá um desafio duro logo de cara: enfrentará a experiente australiana Tyler Wright (9ª) em uma das baterias mais aguardadas da primeira fase. Para a atual temporada, a WSL anunciou que os vencedores das categorias masculina e feminina receberão, além da premiação oficial em dinheiro da etapa, um veículo avaliado em R$ 342 mil. Com a soma dos valores, o campeão e a campeã poderão acumular uma recompensa próxima de R$ 750 mil. Este montante estabelece um novo marco, tornando-se a maior premiação individual já oferecida em uma etapa do Circuito Mundial disputada em território brasileiro. A premiação histórica, no entanto, é mais um capítulo de um lugar carregado de tradição quando o assunto é surfe brasileiro. Muita história em Saquarema A vocação de Saquarema para o esporte começou a ser forjada no início da década de 1970. Na época, surfistas que desbravavam o litoral fluminense encontraram na então pacata vila de pescadores de Itaúna um cenário de ondas perfeitas e potentes. Durante alguns anos, as ondas do lugar permaneceram um segredo bem guardado entre surfistas

    Palco da etapa brasileira da elite mundial, Saquarema reúne tradição, ondas icônicas, torcida única e uma premiação inédita, que pode render quase R$ 750 mil aos campeões.

    São 28 anos na missão de dar suporte para que os fissurados em ondas estejam no lugar certo, na hora certa. Indicando o caminho, presente no dia a dia dos surfistas brasileiros, o logo da Waves tornou-se reconhecido nacionalmente, e também em âmbito internacional. Bastava ser identificado para que se soubesse que se tratava de conteúdo surfe com a mais alta credibilidade. Neste sentido, tornou-se um ícone, daqueles atrelados para sempre a um significado de compreensão imediata. Mas nem por isso imune à evolução. Foi respeitando a força já consolidada, mas buscando dar mais significado ainda às suas formas, que o recém-assumido líder criativo da plataforma Waves, Felipe Garone, se debruçou sobre o logo. O desafio consistia em tentar melhorar o que já era ótimo, com muita humildade. “Precisávamos respeitar todo um legado construído ao longo de 28 anos. A Waves sempre foi uma marca que pautou cultura, então o rebranding precisava ser sutil, sem perder conexão. Trouxemos fluidez ao logo: o W e as letras, antes muito blocadas, agora respeitam esse movimento, essa fluidez. Atualizamos as cores e deixamos a marca condizente com os tempos atuais. O logo flui, o logo surfa”, observa Felipe Garone. É verdade, como uma ondulação chegando, o novo logo da Waves convida ao surfe. A que o observador deslize por suas formas agora mais arredondadas, lembrando o movimento de sobe e desce do meio líquido que tanto prazer proporciona aos surfistas. É como se a misteriosa energia que cruza oceanos para dar tanto prazer aos surfistas, pudesse agora ser visualizada também no logo.  Para deixar ainda mais claro, Felipe Garone preparou o vídeo acima, no qual divide com os usuários da Waves como esse processo criativo ocorreu. O novo logo integra o conjunto de transformações apresentadas pela Waves em sua nova fase (veja matéria Uma nova onda, o mesmo compromisso). Pegue essa onda e drope o novo logo da Waves.

    Elemento chave do novo projeto gráfico da plataforma, o icônico logo da Waves ganha forma de ondulação.

    Episódio de estreia da série documental O Pico revela a história da Paúba, desde a era dos nomes falsos e placas pichadas ao campo de treino que ajudou a moldar Gabriel Medina, passando pelo trágico acidente de Taiu Bueno. Toda onda tem uma história. Algumas são escritas em campeonatos, outras em imagens que atravessam décadas. Algumas nascem de momentos de glória, outras carregam marcas deixadas por tragédias que o tempo jamais apaga. Poucas ondas brasileiras reúnem tantos capítulos quanto a Paúba. Ela pertence a uma categoria especial de lugares que habitam conversas de estacionamento, capas de revista, vídeos compartilhados entre amigos e sessões imaginadas durante anos. Há lugares que, mesmo sem terem sido vistos de perto, já ocupam um espaço especial dentro de quem sonha com ondas. Para muitos brasileiros, Paúba é um desses lugares. Escondida entre o mar e a serra no litoral norte paulista, a pequena praia construiu uma reputação capaz de atravessar gerações. Seus tubos pesados, a bancada rasa e as condições frequentemente desafiadoras transformaram o pico em um dos lugares mais respeitados e temidos do surfe nacional. Foi ali que Gabriel Medina desenvolveu parte importante da técnica que o ajudaria a conquistar três títulos mundiais e enfrentar alguns dos tubos mais perigosos do planeta. Foi ali também que o big rider Taiu Bueno sofreu o acidente que mudaria sua vida para sempre. Por trás da fama da Paúba existe uma coleção de histórias. Histórias de pescadores e caiçaras. De fotógrafos, bodyboarders e surfistas. De amizades construídas dentro e fora d’água. De dias perfeitos e acidentes que marcaram profundamente a memória do surfe brasileiro. Durante muitos anos, a localização da Paúba foi protegida como um segredo. Revistas utilizavam nomes falsos para não entregar o pico. Placas eram pichadas para confundir visitantes. Quem encontrava aqueles tubos preferia mantê-los longe dos holofotes. Agora, chegou a hora de contar essa história. Paúba foi escolhida para inaugurar O Pico, nova série documental da Waves criada para explorar algumas das ondas mais emblemáticas do Brasil através das pessoas que ajudaram a construir suas identidades. A série integra o conjunto de novos produtos apresentados pela Waves em sua nova fase (veja matéria Uma nova onda, o mesmo compromisso). Para contar essa trajetória, a equipe reuniu personagens que viveram diferentes momentos da evolução do pico. Gente que testemunhou a transformação de uma praia quase desconhecida em um dos lugares mais respeitados do surfe nacional. Gente que viu Gabriel Medina chegar ainda menino. Gente que ajudou a escrever capítulos que jamais apareceriam em rankings, resultados ou manchetes. Ao longo do episódio, personagens como Sebastian Rojas, Felipe Paúba, JP Costa, Ditinho, Lúcia Frigerio, Ian Gouveia, Caio Costa, Zecão Rennó e outros nomes que fazem parte da memória da praia ajudam a reconstruir essa trajetória através de relatos raramente registrados em um mesmo lugar. As gravações aconteceram durante um grande swell que atingiu a região no início de maio. Com apoio da previsão do Waves Pro, a equipe mobilizou cinegrafistas locais e registrou um dos maiores dias do ano na Paúba até então. As ondas apareceram exatamente como gostam de se apresentar por lá: agressivas, imprevisíveis, desafiadoras, porém lindas e mágicas ao mesmo tempo. O resultado é um mergulho em uma história que fala de muito mais do que surfe. Fala sobre pertencimento, comunidade e coragem, porque a verdadeira história de uma onda raramente está apenas dentro d’água. Ela vive nas pessoas que cresceram ao seu redor. Nas amizades construídas ao longo dos anos. Nos medos superados. Nas vacas inesquecíveis. Nos tubos que ninguém viu. E nas histórias contadas depois que o mar acalma. Pegar um tubo na Paúba faz parte do imaginário de gerações de surfistas brasileiros, mas para entender de verdade por que esse pequeno trecho de areia exerce tamanho fascínio, é preciso conhecer as histórias que quebram junto com suas ondas. Aperte o play e descubra por que Paúba não é para qualquer um.

    Episódio de estreia da série documental O Pico revela a história da Paúba, dos tempos de segredo e nomes falsos ao pico que ajudou a formar Gabriel Medina e marcou para sempre a vida de Taiu Bueno.

    Feliz. Esse é o melhor adjetivo para descrever o momento que John John Florence vive. Quando ele deixou o Circuito Mundial, logo após conquistar seu terceiro título mundial, escolheu um novo rumo para sua carreira, sem garantia nenhuma de que a difícil decisão iria dar certo. Mas deu, e muito.  É justamente sobre exemplos e escolhas que girou boa parte da descontraída conversa do havaiano com o jornalista Adrian Kojin, que pode ser conferida no primeiro episódio do Wavescast. O podcast, que está sendo lançado pela maior plataforma surfe do Brasil como um dos produtos em destaque na sua nova fase (veja matéria Uma nova onda, o mesmo compromisso), chega para oferecer aos usuários da Waves o que pensam os maiores nomes do surfe mundial. Ter John John estrelando o primeiro episódio foi sem dúvida um privilégio. Escutar John John explicando que não foram os títulos mundiais de Tom Curren o que mais o marcou na trajetória do lendário californiano, mas sim sua coragem de escolher caminhos diferenciados do que se esperava dele, é revelador. “Eu admirava que ele conseguia fazer o que parecia certo para ele, sem estar preso a uma coisa ou outra”, diz ele ao reverenciar Curren como sua maior influência. Tem também John John celebrando seus outros dois grandes ídolos no surfe. Sobre Kelly Slater, ele se declara impressionado com sua capacidade de continuar performando num nível tão alto, “é incrível que ele consiga, na idade dele, ainda surfar do jeito que surfa”. Quanto ao que sentia ao testemunhar Andy Irons em ação, ele destaca a originalidade nas linhas traçadas, que o deixavam com a “sensação de que ele era imprevisível no que ia fazer na onda”.  No que diz respeito aos surfistas brasileiros no Tour, John John é só elogios. Para ele, a tempestade brasileira continua forte e a chance de mais um título mundial verde amarelo é grande. Sobre sua disputa particular com Gabriel Medina, para ver quem chega ao quarto título mundial antes – que deixou de acontecer esse ano quando ele resolveu partir para outra volta ao mundo velejando com a família – John disse sorrindo que “teria sido muito divertido, Gabriel tem sido um dos melhores. Ele me faz focar de verdade”. São 45 minutos de papo rolando solto e os assuntos são muitos. Dos perigos de surfar sozinho em lugares isolados, ao desejo de avistar o Cristo Redentor do deck de seu catamarã, John John demonstra sempre uma grande satisfação com o estilo de vida que optou em seguir. Ele conta que tem saudades do Tour, mas que não troca nada pelas experiências pelas quais tem passado ao lado da sua mulher e filho de dois anos de idade. Liberdade acima de tudo. Vale muito conferir.

    Estreia do Wavescast traz o tricampeão mundial John John Florence direto do seu veleiro enquanto navega pelo Pacífico, falando de Tom Curren, Kelly Slater, Andy Irons, Gabriel Medina e muito mais.

    Tentar explicar a sensação de surfar para quem não pega onda é uma tarefa complicada. Não sem razão uma das frases mais clássicas de nosso universo tão particular é aquela que diz que “Só um surfista conhece o sentimento”. Desde sempre foi uma das favoritas entre a equipe que faz a Waves. Mas, não faz muito tempo, alguém trouxe outra frase genial escutada para uma reunião de pauta, uma descrição tão apurada do nosso comportamento que ficamos absolutamente fascinados com sua sutileza e precisão: “Nós gastamos anos perseguindo segundos”. Tempo é o bem mais valioso que um ser humano pode ter. Se ele ou ela for um surfista, multiplique por muitas vezes esse valor. Surfistas precisam gastar muito tempo para poder sentir aquela sensação que dura uns poucos, ínfimos e efêmeros, segundos.  Mas é aí que reside o verdadeiro milagre do surfe. Na capacidade que a interação entre homem, prancha e ondas possui de alterar a percepção do tempo. Shaun Tomson, o sul-africano campeão mundial em 1977, considerado um dos maiores embaixadores que o surfe já teve, segue, aos 70 anos de idade, brilhando os olhos ao explicar que “o tempo se expande dentro do tubo”. Enquanto Gerry Lopez, eterno rei de Pipeline, que ainda entuba fundo e com muito estilo, celebra o efeito câmera lenta. “Quanto mais rápido eu deslizo, mais lentamente as coisas parecem acontecer.” Hoje a plataforma Waves pega uma nova onda, em disparada ao futuro, mas sem nunca deixar de reverenciar a essência do surfe. Todo surfista sonha com a onda perfeita, é onde ele quer estar. Por 28 anos esse foi o compromisso da Waves com seus usuários. Agora mais do que nunca. Quando a onda digital despontou no horizonte do surfe, a Waves remou forte e se tornou o primeiro veículo especializado no Brasil a botar pra baixo. Muitas séries vieram depois, e nunca amarelamos.  Mas chegou um momento em que percebemos que o lipe estava ameaçando correr mais veloz do que nossa capacidade de aceleração. Hora de reavaliar o posicionamento, se certificar de que as ferramentas utilizadas estão em sintonia com o desafio à frente e buscar entender ainda mais como podemos ser úteis a quem busca nossos serviços. É isso mesmo, a vocação da Waves é a de servir a comunidade do surfe. Informando, inspirando, indicando quando e onde as melhores ondas estarão acontecendo. Economizando tempo, para garantir mais segundos de onda. Na nossa prioridade é o usuário quem manda, e nesse novo momento estamos abrindo canais para que essa interação aconteça da forma mais eficiente possível.  Atualizamos o visual do site, facilitando a maneira como os surfistas interagem com a previsão, que foi expandida para 16 dias no Waves Pro. Vamos seguir publicando matérias com nossa reconhecida credibilidade, mas buscando ainda mais profundidade. Preservar e fomentar a rica cultura do surfe é um dever nosso, como principal veículo de mídia surfe na América Latina. Nesses tempos velozes, nosso Instagram receberá uma atenção ainda mais apurada, para divulgar o que de mais relevante está acontecendo no universo surfe. Ao mesmo tempo em que destacamos as frases, imagens, tópicos mais significativos de nossa produção editorial.  Nesse sentido, a TV Waves, nosso canal no YouTube, está sendo reinaugurada. Já estão disponíveis o primeiro episódio de “O Pico” e do Wavescast. Teremos muito mais conteúdo preenchendo a grade. Para começar, fomos à praia da Paúba retratar um dia de ondas grandes no campo de treino do tricampeão mundial Gabriel Medina e aproveitamos para contar a história de uma onda na qual tragédia e glória estão próximas demais uma da outra.  No nosso programa de entrevistas, o havaiano tricampeão mundial, John John Florence, responde do meio do Oceano Pacífico às perguntas feitas por Adrian Kojin, que quis entender o que o levou a abandonar as competições para viver com a família a bordo de um catamarã, cruzando os mares do planeta. Estamos apenas no início dessa nova onda que decidimos dropar com toda nossa energia. Muita coisa bacana está sendo programada para que a plataforma Waves se torne cada vez mais o centro em torno do qual gravita uma comunidade de surfistas, que tem as ondas como prioridade em suas vidas. Cada segundo surfado possui um valor enorme. E nós queremos que esses segundos virem minutos, horas, dias, uma vida dentro d’água. Sabemos que isso é impossível, mas nós gostamos de sonhar. Fica o convite para você sonhar com a gente.  NO LUGAR CERTO NA HORA CERTA É ONDE TODO SURFISTA SONHA EM ESTAR A FELICIDADE VEM EM ONDAS E NÓS SABEMOS ONDE E QUANDO

    Em nova fase e com visual remodelado, Waves evolui plataforma, expande seus produtos e reafirma o compromisso de quase três décadas: garantir que os surfistas estejam no lugar certo, na hora certa.

    A quinta etapa do Championship Tour da WSL chegou ao seu dia de encerramento neste sábado (13), nas ondas de Punta Roca, La Libertad, em El Salvador. Após uma breve pausa, o evento retornou com as quartas de final em um mar de boa formação, com ondas com pouco mais de um metro nas séries. O sábado em El Salvador terminou com um resultado histórico para o surfe europeu: Leonardo Fioravanti superou Italo Ferreira e se tornou o primeiro italiano a conquistar um título na elite mundial da WSL. Coroando uma campanha impecável, Fioravanti encerrou a competição sendo dono de três das cinco maiores notas de toda a etapa (9.00, 8.50 e 8.33). Apesar do vice-campeonato, Italo Ferreira deu mais uma prova de sua impressionante resiliência. Apenas dois dias antes do início da janela em Punta Roca, o potiguar sofreu um acidente no mar: foi atingido pela prancha de outro surfista durante uma sessão livre e precisou levar oito pontos no joelho direito. Mesmo assim, competiu em alto nível até o último dia. A grande decisão começou com Fioravanti ditando o ritmo ao abrir a bateria com um high score de 8.33. Italo tentou responder de imediato, mas a onda não ofereceu potencial e rendeu apenas 3.60. Consistente, o italiano logo somou um 6.17, abrindo uma vantagem confortável de 14.50 contra 5.33 do brasileiro. A oito minutos do fim, Italo incendiou a disputa. O potiguar encontrou uma excelente rampa, executou um aéreo perfeito e arrancou um 7.50 dos juízes. No entanto, Fioravanti não deu margem para a virada e, na sequência, cravou um 7.00 para selar o placar. Com 15.33 contra 10.90 do brasileiro, Leonardo saiu da água extasiado para celebrar a conquista inédita para a Itália. Com o resultado em El Salvador, Italo Ferreira garante a manutenção da cobiçada lycra amarela, seguindo na liderança do ranking mundial. Já o campeão Fioravanti dá um salto importante e assume a terceira colocação na corrida pelo título. Na final feminina, a pentacampeã mundial Carissa Moore (HAV) protagonizou uma final eletrizante contra a australiana Tyler Wright e conquistou seu segundo título consecutivo na temporada. Embalada pela vitória recente na etapa de Raglan, na Nova Zelândia, a havaiana mostrou frieza de campeã: encontrou a onda que precisava a menos de cinco minutos do fim e arrancou uma virada espetacular sobre a adversária. A bateria começou morna, com ambas as surfistas arriscando em ondas sem muito potencial. O ritmo mudou quando Carissa anotou um 5.50 em sua segunda tentativa. Tyler respondeu à altura, encaixando boas manobras para arrancar um 7.67. A havaiana não se intimidou e, logo em seguida, cravou a maior nota do confronto: um excelente 8.33. A seis minutos do fim, a australiana voltou a assumir a liderança ao marcar um 6.17. No entanto, mostrando toda a sua experiência, Carissa aproveitou os instantes finais para surfar uma onda decisiva de 6.77. Com a virada no apagar das luzes, a pentacampeã fechou o somatório em 15.10 contra 13.84 de Wright, garantindo a taça. Semifinais O clássico brasileiro entre Italo Ferreira e Gabriel Medina marcou as semifinais. Em uma bateria extremamente acirrada, o potiguar levou a melhor sobre o tricampeão mundial e, com o resultado, garantiu a manutenção da liderança do ranking. A disputa começou quente, com Medina abrindo com uma onda consistente. Combinando batidas e rasgadas, ele arrancou um 7.67 dos juízes. Italo respondeu à altura: encaixou bem na bancada, distribuiu manobras fortes e anotou 7.17. Na sequência, o potiguar arriscou um aéreo em uma nova onda e, mesmo sem completar a aterrissagem com perfeição, conseguiu os pontos necessários para assumir a liderança provisória da bateria. Sem se abalar, Gabriel surfou uma onda bastante técnica, rendendo um 5.67 e devolvendo-lhe a primeira posição. O clímax ficou para os seis minutos finais, quando ambos foram para o tudo ou nada em busca de notas maiores. Italo achou uma excelente onda, cravou 7.53 e virou o placar, somando 14.70. Medina lutou até o fim e ainda elevou seu somatório para 14.17, mas o tempo se esgotou, selando a classificação de Italo que, com o resultado, garantiu a lycra amarela (caso Medina vencesse o campeonato, ele assumiria a primeira posição do ranking). Na outra semifinal masculina em Punta Roca, Leonardo Fioravanti superou Kanoa Igarashi. O surfista japonês liderou boa parte da bateria, mas o italiano manteve o surfe sólido apresentado ao longo de todo o evento. Com uma reação decisiva nos minutos finais, Fioravanti alcançou o somatório de 12.00 e garantiu sua vaga na decisão. Abrindo as semifinais femininas, as havaianas Gabriela Bryan e Carissa Moore caíram na água para um duelo de alto nível. Gabriela começou melhor, anotando 6.50 e somando um 4.83 de backup. No entanto, Carissa Moore usou sua experiência para reverter o cenário: encontrou uma onda excelente, arrancou um 8.17 dos juízes e assegurou a classificação. Na segunda bateria feminina, as australianas Tyler Wright e Molly Picklum disputaram a última vaga para a grande final. Tyler assumiu a liderança logo no início com um expressivo 7.17. Molly chegou a assustar ao surfar a melhor onda do confronto, que lhe rendeu um 7.33, mas Tyler respondeu com um 6.73, fechou a conta e carimbou seu passaporte para a decisão. Quartas de final Dois brasileiros entraram na água neste sábado para as disputas das quartas de final: Italo Ferreira e Gabriel Medina. Italo protagonizou um verdadeiro duelo olímpico contra o taitiano Kauli Vaast, atual campeão de Paris 2024. O brasileiro levou a melhor e avançou à semifinal com um placar de 10.67 contra 8.33. O confronto foi marcado pelo equilíbrio na metade da bateria, quando ambos surfaram ondas parecidas e executaram manobras semelhantes. No entanto, a execução de Italo foi superior, rendendo-lhe um 6.50 contra um 5.00 de Kauli, o que o colocou na liderança. A dez minutos do fim, o potiguar trocou sua segunda nota por um 4.17, enquanto o taitiano somou apenas 3.33. A bateria chegou ao fim com Kauli precisando de um 5.67 para a virada, mas sem sucesso. Já Gabriel Medina teve um

    Italiano Leonardo Fioravanti e havaiana Carissa Moore faturam etapa de El Salvador no Circuito Mundial. Italo Ferreira é vice e mantém liderança do ranking.