Margaret River Pro 2024

Italo comanda atuação brazuca

Italo Ferreira vence bateria com maior somatório da primeira fase masculina do Margaret River Pro 2024. Gabriel Medina, Caio Ibelli e Samuel Pupo também passam de fase com vitórias.
Margaret River Pro 2024, Main Break, Austrália

O Brasil já tem quatro surfistas classificados para o Round 3 masculino do Margaret River Pro 2024. Todos estrearam nesta segunda-feira (15/4) e venceram suas baterias no Oeste da Austrália. Italo Ferreira avançou com o maior somatório do dia. Gabriel Medina, Caio Ibelli e Samuel Pupo também passaram de fase. Deivid Silva, Yago Dora e Miguel Pupo caíram para a repescagem e Luana Silva foi eliminada e cortada da elite. Garantida nas oitavas de final femininas, Tatiana Weston-Webb ganhou folga. Disputas foram realizadas em ondas de até 1 metro penteadas pelo terral durante a manhã, e com cerca de 1,5 metro mexidas pelo forte vento maral ao longo da tarde.

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WSL começou a segunda-feira com o Round 1 masculino, depois realizou a repescagem feminina e a primeira bateria da repescagem masculina. O Margaret River Pro 2024 é a quinta etapa do CT na temporada. Após o evento apenas os 22 melhores homens e as 10 melhores mulheres permanecerão na elite. Todos os outros serão cortados e precisarão disputar o circuito de acesso.

Italo Ferreira competiu na sétima disputa masculina do evento contra o japonês Kanoa Igarashi e o australiano Callum Robson. O duelo começou equilibrado, com pequena vantagem para Kanoa. O japonês tinha 7.50 pontos na melhor atuação, contra 6.50 de Callum e 6.00 de Italo. O australiano foi pra liderança pouco antes do fim do primeiro terço da bateria de 30 minutos ao marcar 4.33 pontos.

Os três atletas fizeram boas atuações aos 11 minutos. Kanoa executou duas manobras e anotou 7.57 pontos. Italo também fez dois ataques, porém mais expressivos, e conquistou 8.50 pontos. Callum fez uma rasgada e duas batidas e inseriu mais 8.07 no somatório. A bateria chegou na metade com Kanoa na frente e Italo em último na necessidade de 6.07 para evitar a repescagem.

Perto dos dez minutos finais o brasileiro subiu do terceiro para o primeiro lugar. Italo executou duas fortes batidas, conquistou outra nota 8.50 pontos e deixou Callum em último, precisando de 7.00 para avançar. Sem a prioridade, Italo partiu para os aéreos, porém errou os três que tentou.

Kanoa usou a prioridade para bloquear Callum perto dos 2 minutos finais. Ele não mexeu no placar. O australiano ainda teve uma chance no minuto final, porém caiu após decolar na direita. Italo venceu e avançou com Kanoa para o Round 3. O brasileiro chegou a Margaret River em 18º lugar no ranking e já caiu para a 19ª posição. Ele necessita passar pela terceira fase para mudar sua pontuação.

“Foi uma bateria superdivertida”, disse Italo Ferreira, que depois de garantir a vitória, arriscou vários aéreos, até um Superman, mas não conseguiu aterrissar dos voos. “Eu estava assistindo a bateria antes da minha e foi meio devagar de ondas. Então foi ótimo pegar muitas ondas na minha e conseguir boas pontuações. Eu estava me sentindo bem lá fora e estou muito feliz com meu desempenho”.


A vitória de Medina – O atual campeão da etapa competiu na segunda bateria masculina do evento. Gabriel Medina enfrentou Deivid Silva e o australiano Jack Robinson. Os três atuaram logo no início. Jack errou um aéreo e os brasileiros partiram para as manobras de backside na direita do Main Break. Medina pegou uma onda maior, fez ataques expressivos e chegou no critério excelente com a nota 8.50 pontos. Deivid largou com 5.33 pontos.

Aos 5 minutos Jack executou uma rasgada curta, surfou um tubo e bateu duas vezes para colocar 4.83 no somatório. Dois minutos depois os brasileiros surfaram novamente. Medina disparou na frente com duas batidas e duas rasgadas que valeram 6.50 pontos. Deivid acertou uma rasgada para anotar 3.33 e se manter em segundo lugar. Ele precisava de 9.67 para liderar e Jack necessitava de 3.84 para assumir a segunda posição.

Jack usou a prioridade perto da metade da disputa, fez três ataques de frontside e pulou para o segundo lugar com a nota 7.83 pontos. Deivid tentou dar o troco na sequência, mas cometeu erros e não retomou a segunda posição. O brazuca seguiu ativo e acertou duas manobras para marcar novamente 5.33, o que não mudou sua situação no confronto. Ele seguiu precisando da nota 7.34 para evitar a repescagem.

O duelo seguiu sem alteração no placar até os 5 minutos finais. Jack manobrou três vezes, marcou 6.83 pontos e aumentou a diferença para Deivid. O brasileiro atuou na direita seguinte da mesma série e executou quatro batidas, sendo as duas iniciais muito fortes e verticais. Deivid anotou 7.50 e passou a buscar 7.17 pontos. Jack ficou com a prioridade nos minutos finais e Deivid não teve mais oportunidades. Medina venceu e avançou com o australiano.

Medina chegou na etapa em 20º lugar no ranking e caiu para a 21ª posição. Ele precisa passar mais uma bateria para melhorar sua pontuação. Deivid está em 33º lugar na lista dos melhores e precisa de um excelente resultado na etapa para evitar o corte.

“É bom estar de volta a WA (Western Australia) e comecei a gostar muito dessa onda depois da vitória no ano passado”, disse Gabriel Medina. “Demorei um longo tempo para conseguir surfar bem aqui e hoje (segunda-feira) estava um pouco difícil. Tem muitas ondas diferentes e espero que as condições melhorem um pouco na próxima fase, com mais oportunidades para surfar”.


Caio também vence – A oitava bateria masculina do Margaret River Pro 2024 também terminou com vitória brasileira. Caio Ibelli marcou uma nota no critério excelente e superou o australiano Ryan Callinan além do norte-americano Cole Houshmand.

A primeira metade da bateria teve poucas ondas. Até os 14 minutos Ryan tinha duas notas na casa dos 4 pontos (4.50 e 4.17) e Cole tinha a maior nota, 5.33 pontos. Caio, que havia conquistado apenas 0.73, entrou em ação e escovou uma direita com quatro manobras que valeram 8.00 pontos e a liderança.

Ryan assumiu a primeira posição aos 17 minutos. O australiano acertou três manobras e anotou 6.83 pontos. Na necessidade de 3.33 para liderança, Caio segurou a prioridade até os 6 minutos finais. O brasileiro rasgou ocupando bastante espaço da direita, depois bateu duas vezes, porém na segunda pancada ficou embolado com a espuma. A atuação valeu 6.93 pontos e jogou Ryan para o segundo lugar. A situação do australiano piorou 2 minutos depois. Cole, que precisava de 6.01, usou o direito de escolha de onda, executou três manobras de backside em sequência e marcou 7.40 para pegar a segunda posição.

O australiano ainda teve tempo de pegar uma boa direita e acertar duas batidas fortes. Ele precisava de 5.91 para avançar e anotou 7.50 pontos. Cole ainda tentou marcar os 6.94 pontos que precisava, porém não chegou perto da nota e caiu para a repescagem. Caio venceu com 14.93 pontos contra 14.33 de Ryan e 12.73 de Cole.

Caio já melhorou sua pontuação no ranking com a vaga garantida no Round 3 e está em 26º lugar, porém precisa passar mais baterias para evitar o corte.

Samuel vivo na luta pela permanência na elite – Também deu Brasil na 11ª bateria masculina do Margaret River Pro 2024. Samuel Pupo soltou as manobras de frontside nas direitas do Main Break e venceu com notas na casa dos 7 pontos. O australiano Connor O’Leary avançou em segundo lugar e o indonésio Rio Waida caiu para a repescagem.

O indonésio começou ativo e foi o único a surfar nos 5 minutos iniciais. Ele abriu com 2.33 e na sequência surfou uma esquerda pra colocar mais 4.33 no somatório. Connor e Samuel atuaram pela primeira vez no duelo aos 6 minutos. O australiano executou duas rasgadas e uma batida para anotar 5.33 pontos. O brasileiro rasgou uma vez e acertou mais três pancadas para largar com 7.37 pontos.

Rio voltou pra liderança aos 8 minutos. O atleta fez três ataques para colocar mais 6.33 no somatório. Samuel voltou para o topo aos 13 minutos. O brazuca fez cinco ataques, sendo uma rasgada o melhor, e anotou 7.33 pontos para abrir larga vantagem no placar. Em segundo, Rio precisava de 8.00 para vencer e Connor necessitava de 5.34 para avançar em segundo lugar.

Connor virou pra cima de Rio a 7 minutos do fim. Ele usou a prioridade para surfar sua segunda onda na bateria. O australiano acertou duas batidas e um floater para anotar 7.43 pontos. O indonésio passou a buscar 6.44 para evitar a primeira fase eliminatória da etapa.

Os três atletas surfaram perto do minuto final e todos trocaram notas. Connor aumentou um pouco a diferença para Rio com 5.40 pontos. O indonésio ficou na necessidade de 6.51 e tirou 6.23 na última atuação. Ele caiu para a repescagem. Samuel colocou 7.23 no somatório e confirmou a vitória. O brasileiro é o atual 25º colocado no ranking. Ele precisa passar do Round 3 para aumentar sua pontuação.

Yago e Miguel na repescagem – Além de Deivid, outros dois brasileiros caíram para a repescagm nesta segunda-feira. Yago Dora competiu na nona bateria masculina do evento e terminou em terceiro lugar. O português Frederico Morais venceu e avançou para a terceira fase com o norte-americano Crosby Colapinto, que ficou na segunda posição.

Crosby passou pela metade do confronto de 30 minutos na liderança. Logo no início ele executou duas manobras e anotou 7.83 pontos. Depois ele melhorou o somatório com mais 6.67 e assumir a liderança. Frederico largou com 5.17 e subiu o nível com a nota no critério excelente 8.07. Yago surfou quatro ondas nos 15 minutos iniciais e tinha duas notas na casa dos 6 pontos (6.47 e 6.00). O brasileiro precisava de 6.78 para evitar a repescagem.

A situação do brasileiro piorou quando Frederico colocou mais 6.47 no somatório. A atuação aconteceu a 13 minutos do fim. O português assumiu a liderança, jogou Crosby para a segunda posição e deixou Yago na necessidade de 8.03 para avançar na etapa.

A bateria seguiu sem mudanças até os 4 minutos finais. Frederico usou a prioridade naquele momento, executou três fortes ataques e aumentou a diferença no placar para seus adversários com a nota 7.30 pontos. Yago ficou com o direito de escolha de onda e surfou a 1 minuto do fim. O brasileiro rasgou e tentou voar de backside, porém não completou a manobra e caiu para a repescagem.

Yago é o melhor brasileiro no ranking. Com os resultados atuais ele ocupa a 17ª posição e precisa passar do Round 3 do Margaret River Pro 2024 para aumentar sua pontuação.

Derrota na última bateria da primeira fase – A primeira fase masculina do Margaret River Pro 2024 terminou com derrota brasileira. Miguel Pupo começou bem a disputa, mas os adversários aumentaram o ritmo, surfaram boas ondas e jogaram o brazuca para a repescagem. O italiano Leonardo Fioravanti venceu e avançou com o australiano Liam O’Brien (2º).

Leo abriu a bateria com 4.83 e na onda seguinte da mesma série Miguel largou com 7.00 pontos. O brazuca ficou ativo e foi melhorando seu somatório. Primeiro ele marcou 4.00, depois 4.60 e depois 5.70 para se firmar em primeiro lugar.

Liam atuou pela primeira vez aos 8 minutos. Ele fez três ataques e conquistou 5.50 pontos. O australiano e o italiano surfaram perto da metade do duelo de 30 minutos. Leo foi pra segundo com a nota 6.87, mas Liam subiu o nível e assumiu a liderança com 8.33 pontos. Miguel caiu para segundo e ficou na necessidade de 6.84 para vencer. Em último, Leo precisava de 5.84 para avançar em segundo lugar.

Leo jogou Miguel para a terceira posição aos 16 minutos. O italiano usou a prioridade e executou uma rasgada além de três batidas. A performance valeu 8.00 pontos e ele assumiu a liderança. O brasileiro passou a buscar no mínimo 6.84 para evitar a repescagem.

O australiano ficou com a terceira prioridade e aproveitou duas ondas deixadas pelos adversários. Liam trocou de nota nas duas atuações. Primeiro marcou 5.83 e depois 8.03 para assumir a liderança. Mas Leonardo ainda teve tempo de dar o troco com 8.57 e voltar para o primeiro lugar. Miguel também atuou perto do fim. Ele foi em busca de 9.06 e com duas batidas conquistou 8.07, nota que não mudou sua situação no confronto e ele caiu para a repescagem. Miguel ocupa atualmente o 28º lugar no ranking. Ele precisa passar do Round 3 para aumentar sua pontuação.

Luana se despede da etapa e da elite – Luana Silva é a primeira baixa brasileira no Margaret River Pro 2024. A surfista ficou na terceira posição na bateria válida pela repescagem feminina e com a derrota foi cortada da elite. A australiana India Robinson venceu o duelo e avançou com a costa-riquenha Brisa Hennessy (2ª).

Brisa e India surfaram logo no início da bateria. A costa-riquenha largou com 6.50 e a australiana anotou 6.00 pontos. Luana surfou pela primeira vez na disputa aos 4 minutos. Com duas batidas a brasileira conquistou 4.50 pontos. Luana voltou a fazer dois ataques aos 7 minutos e garantiu mais 4.83 para assumir a liderança. India respondeu na sequência com cinco manobras que valeram 5.83 e ficou com a primeira posição na bateria.

A brasileira caiu para o último lugar aos 12 minutos. Brisa rasgou e bateu de frontside para marcar 6.10 pontos e assumir a primeira posição. Luana passou a buscar 7.00 para não ser eliminada do Margaret River Pro 2024.

A brasileira usou a prioridade aos 18 minutos. Luana fez três manobras e marcou exatamente os 7.00 pontos que precisava para sair da última posição. Porém as adversárias atuaram logo depois. India assumiu a liderança com duas manobras que valeram 7.67 e Brisa também fez dois ataques para colocar mais 6.77 no somatório. Luana passou a precisar de 6.27 para eliminar Brisa do evento.

Luana segurou a prioridade até os 2 minutos finais, porém a direita foi ruim e ela não trocou de nota. A brasileira ainda fez mais uma tentativa, porém não saiu do terceiro lugar e foi eliminada da etapa.

Luana Silva já havia caído do nono para o décimo lugar no ranking, quando foi para a repescagem. Agora, certamente sairá do grupo das top-10 que serão mantidas na elite feminina, para o restante da temporada. Isto porque a brasileira será ultrapassada por quem vencer o segundo duelo das oitavas de final do Margaret River Pro 2024, entre a havaiana Gabriela Bryan e a australiana Isabella Nichols. Gabriela ultrapassa os 14.710 pontos da Luana Silva no ranking com a vitória e Isabella supera a brasileira no segundo critério do desempate, da média de pontos nas baterias.

Melhor do dia – O melhor surfista do dia foi Ethan Ewing. O australiano venceu a quinta bateria com os mesmos 17.00 pontos conquistados por Italo Ferreira na sétima disputa, porém ele anotou 9.50 na melhor atuação da segunda-feira. Ethan abriu a performance com um poderoso layback, seguido de um snap e de uma rasgada invertendo a direção da prancha. O aussie colocou ainda mais 7.50 no placar para avançar com o norte-americano Kade Matson, que ficou em segundo lugar. O convidado para a etapa, o australiano Reef Heazlewood terminou em terceiro e caiu para a repescagem.


John John avança com sustos – John John Florence não fez boa estreia no Margaret River Pro 2024. O bicampeão da prova realizada optou por esperar por boas ondas enquanto seus adversários entravam em ação. Na segunda metade da disputa ele tentou ficar ativo, porém não saiu da terceira posição. O convidado para a etapa, o australiano George Pittar, venceu e avançou com o havaiano Ian Gentil (2º).

O bicampeão mundial usou uma estratégia diferente na repescagem, realizada em ondas mexidas pelo forte vento maral. John John ficou muito ativo, porém em nenhum momento conseguiu tranquilidade. O havaiano perdeu a liderança para o australiano Callum Rosbon, autor de duas notas na casa dos 6 pontos (6.67 e 6.17). John John, que conquistou 5.67 nos primeiros minutos, lutou até conseguir mais 5.70 e se distanciar um pouco do aussie Otis North. O convidado para a etapa tinha 5.43 e precisava de 5.94 para vencer. Otis tentou a virada perto do fim, mas os 4.40 pontos não mudaram as posições no confronto.

John John bloqueou Otis perto do minuto final. O havaiano não trocou de nota e o australiano ainda conseguiu surfar antes do término, porém os 5.30 pontos não foram suficientes para evitar a sua eliminação. Callum venceu e avançou com John John.

Próxima chamada e previsão das ondas – A próxima chamada para o Margaret River Pro 2024 acontece na manhã de terça-feira (16/4) na Austrália, noite desta segunda-feira (15/4) no Brasil devido ao fuso horário, às 20h15 (de Brasília). De acordo com a previsão divulga pela WSL, dia deve ter ondas de 5 a 7 pés de face. O vento pode soprar de terral na primeira metade do dia e de maral durante a tarde.

Transmissão ao vivo – Todas as etapas do WSL Championship Tour passam ao vivo no Sportv e Globoplay. As disputas também podem ser vistas pelo WorldSurfLeague.com e pelo Aplicativo, além do Canal da WSL no YouTube.

Margaret River Pro 2024
Round 1 Masculino

1 Imaikalani deVault (HAV) 14.50 x Eli Hanneman (HAV) 12.03 x Barron Mamiya (HAV) 11.33

2 Gabriel Medina (BRA) 15.00 x Jack Robinson (AUS) 14.66 x Deivid Silva (BRA) 12.83

3 Ramzi Boukhiam (MAR) 13.26 x Jake Marshall (EUA) 11.53 x Kelly Slater (EUA) 9.77

4 George Pittar (AUS) 11.57 x Ian Gentil (HAV) 8.87 x John John Florence (HAV) 6.83

5 Ethan Ewing (AUS) 17.00 x Kade Matson (EUA) 15.00 x Reef Heazlewood (AUS) 12.30

6 Seth Moniz (HAV) 12.70 x Griffin Colapinto (EUA) 12.20 x Otis North (AUS) 6.86

7 Italo Ferreira (BRA) 17.00 x Kanoa Igarashi (JAP) 15.07 x Callum Robson (AUS) 14.57

8 Caio Ibelli (BRA) 14.93 x Ryan Callinan (AUS) 14.33 x Cole Houshmand (EUA) 12.73

9 Frederico Morais (POR) 15.37 x Crosby Colapinto (EUA) 14.50 x Yago Dora (BRA) 12.47

10 Jacob Willcox (AUS) 16.17 x Jordy Smith (AFR) 15.23 x Matthew McGillivray (AFR) 15.10

11 Samuel Pupo (BRA) 14.56 x Connor O’Leary (AUS) 12.83 x Rio Waida (IDN) 12.56

12 Leonardo Fioravanti (ITA) 16.57 x Liam O’Brien (AUS) 16.36 x Miguel Pupo (BRA) 15.37
Repescagem Masculina

1 Callum Robson (AUS) 12.84 x John John Florence (HAV) 11.37 x Otis North (AUS) 10.73

2 Barron Mamiya (HAV) x Miguel Pupo (BRA) x Reef Heazlewood (AUS)

3 Cole Houshmand (EUA) x Yago Dora (BRA) x Kelly Slater (EUA)

4 Rio Waida (IDN) x Matthew McGillivray (AFR) x Deivid Silva (BRA)
Repescagem Feminina

1 Sally Fitzgibbons (AUS) 16.27 x Johanne Defay (FRA) 13.73 x Bronte Macaulay (AUS) 6.33

2 India Robinson (AUS) 13.67 x Brisa Hennessy (CRI) 13.27 x Luana Silva (BRA) 11.83
Oitavas de final

1 Johanne Defay (FRA) x India Robinson (AUS)

2 Gabriela Bryan (HAV) x Isabella Nichols (AUS)

3 Molly Picklum (AUS) x Alyssa Spencer (EUA)

4 Brisa Hennessy (CRI) x Lakey Peterson (EUA)

5 Caitlin Simmers (EUA) x Sophie McCulloch (AUS)

6 Tatiana Weston-Webb (BRA) x Tyler Wright (AUS)

7 Caroline Marks (EUA) x Sally Fitzgibbons (AUS)

8 Bettylou Sakura Johnson (HAV) x Sawyer Lindblad (EUA)

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    A reta decisiva do Championship Tour 2026 chegou na última sexta-feira (11) a Lower Trestles, na Califórnia (EUA). A nona etapa da temporada abre a janela com dez brasileiros na disputa, quatro deles entre os cinco primeiros do ranking masculino, e condições suficientes para colocar o evento na água logo no primeiro dia. A previsão das ondas aponta a sexta-feira como provável dia de competição. Um swell de sudoeste de período longo deve proporcionar ondas de 4 a 6 pés de face, com séries maiores durante a maré enchendo pela manhã. O vento de sul ainda pode deixar o mar um pouco mexido, mas a previsão mais recente indica que o efeito deve ser administrável e não necessariamente comprometer a realização das baterias. No sábado (12), o swell começa a perder força, com ondas de 4 a 5 pés e possibilidade de realização de baterias. O domingo (13) aparece como provável dia de folga, com ondas mais irregulares de 3 a 4 pés. A segunda-feira (14) também tende a ficar sem competição, com apenas 2 a 4 pés e vento sul. Na terça-feira (15), o cenário começa a mudar. Apesar de o mar ainda permanecer pequeno, na faixa de 3 a 4 pés, uma nova ondulação com boa energia e período longo deve começar a aparecer ao longo do dia. A previsão indica vento leve e condições de semi-limpas a limpas, preparando o terreno para a melhor parte da janela. Em Inglês: Novo swell a caminho A maior expectativa está concentrada entre quarta (16) e sexta-feira (18). Um novo swell de sul-sudoeste, gerado por uma tempestade compacta e intensa no Pacífico Sul Central, deve começar a subir na quarta e atingir o pico na quinta-feira (17). Durante os três dias, Lower Trestles deve receber boas ondas, com as maiores séries entre a tarde do dia 16 e a manhã do dia 18. O vento também tende a colaborar, com manhãs limpas e vento fraco, seguido por vento de oeste fraco a moderado durante as tardes. Existe ainda a possibilidade de um pequeno swell tropical de sul se juntar à energia principal e aumentar a consistência das ondas. A previsão, porém, ainda é tratada com cautela e depende da evolução do ciclone responsável pela formação desse swell. Nos dois últimos dias da janela, 19 e 20 de setembro, a combinação do swell de sul-sudoeste em queda com uma nova ondulação de sudoeste deve manter condições para competição. Brasileiros em posição de destaque Trestles é a última etapa antes do corte que define os 22 surfistas que seguem para a pós-temporada, aumentando o peso dos resultados na Califórnia. Leonardo Fioravanti chega à etapa na liderança do ranking masculino, enquanto Carissa Moore veste pela primeira vez nesta temporada a lycra amarela de líder entre as mulheres. Logo atrás de Fioravanti, o Brasil domina as primeiras posições do masculino. Italo Ferreira ocupa a segunda colocação, seguido por Yago Dora em terceiro, Gabriel Medina em quarto e Miguel Pupo em quinto. Além deles, João Chianca, Samuel Pupo, Alejo Muniz, Mateus Herdy e Filipe Toledo completam o grupo brasileiro no masculino. No feminino, Luana Silva representa o País. Filipe chega a uma etapa especialmente importante. Atual 21º colocado, o bicampeão mundial tenta permanecer entre os 22 que avançam para a pós-temporada. Trestles, porém, guarda algumas das melhores lembranças de sua carreira: foi ali que o brasileiro conquistou os títulos mundiais de 2022 e 2023, quando o circuito ainda utilizava o formato das WSL Finals. Toledo também conhece Lower Trestles como poucos. O brasileiro viveu por 11 anos em San Clemente antes de se mudar para o Rio de Janeiro no fim de 2025 e descreve a onda californiana como uma espécie de “skate park”, pelas inúmeras possibilidades de manobras progressivas. Rodgers e Pinkerton vencem triagens Os norte-americanos Hayden Rodgers e Kirra Pinkerton garantiram as últimas vagas no evento ao vencerem as triagens realizadas em Trestles. Rodgers somou 12,10 pontos e fará sua estreia no Championship Tour, enquanto Pinkerton venceu com 13,33 e chega à quarta participação em uma etapa do CT. Chaves brasileiras Mateus Herdy é o único brasileiro escalado para a primeira fase masculina. Ele enfrenta o norte-americano Taj Lindblad na quarta bateria e, caso avance, terá Gabriel Medina pela frente no Round 2. Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Yago Dora encara o vencedor da terceira bateria da primeira fase; João Chianca enfrenta Marco Mignot; Italo Ferreira pega o vencedor da segunda bateria; Alejo Muniz enfrenta Ethan Ewing; Samuel Pupo encara Jake Marshall; Gabriel Medina aguarda Herdy ou Taj Lindblad; Filipe Toledo enfrenta Liam O’Brien; e Miguel Pupo pega Ramzi Boukhiam. O desenho da chave ainda abre a possibilidade de confrontos brasileiros já no Round 3. Italo Ferreira e João Chianca podem se enfrentar caso avancem, assim como Filipe Toledo e Miguel Pupo. No feminino, Luana Silva estreia diretamente no Round 2 e enfrenta a vencedora da bateria entre Tyler Wright e Francisca Veselko. Janela do Lexus Trestles Pro: 11 a 20 de setembroLocal: Lower Trestles, Califórnia (EUA)Primeira chamada: sexta-feira (11), às 11h30 (horário de Brasília), com possível início da competição ao meio-dia. Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) 10.16 x 9.34 Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 9.73 x 9.67 Hayden Rodgers (EUA)3 – Joel Vaughan (AUS) x Oscar Berry (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) x Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Connor O’Leary (JAP) x Callum Robson (AUS)2 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) x vencedor R1 H34 – Kauli Vaast (FRA) x Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) x João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) x Eli Hanneman (HAV)7 – Kanoa Igarashi (JAP) x Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) x Alejo Muniz (BRA)9 – Leonardo Fioravanti (ITA) x Luke Thompson (AFS)10 – Morgan Cibilic (AUS) x Cole Houshmand (EUA)11 – George Pittar (AUS) x Alan Cleland (MEX)12 – Samuel Pupo (BRA) x Jake Marshall (EUA)13 – Gabriel Medina (BRA) x vencedor

    Próxima chamada neste sábado (12) às 11h30 (de Brasília). Confira ao vivo a etapa do Circuito Mundial da WSL em Trestles e participe dos debates em nosso fórum. Novo swell ganha força dia 16.

    A reta decisiva do Championship Tour 2026 chega nesta sexta-feira (11) a Lower Trestles, na Califórnia. A nona etapa da temporada abre a janela com dez brasileiros na disputa, quatro deles entre os cinco primeiros do ranking masculino, e condições suficientes para colocar o evento na água logo no primeiro dia. A primeira chamada acontece às 11h30 (horário de Brasília), com possível início das baterias ao meio-dia. A previsão das ondas aponta a sexta-feira como provável dia de competição. Um swell de sudoeste de período longo deve proporcionar ondas de 4 a 6 pés de face, com séries maiores durante a maré enchendo pela manhã. O vento de sul ainda pode deixar o mar um pouco mexido, mas a previsão mais recente indica que o efeito deve ser administrável e não necessariamente comprometer a realização das baterias. No sábado (12), o swell começa a perder força, com ondas de 4 a 5 pés e possibilidade de realização de baterias. O domingo (13) aparece como provável dia de folga, com ondas mais irregulares de 3 a 4 pés. A segunda-feira (14) também tende a ficar sem competição, com apenas 2 a 4 pés e vento sul. Na terça-feira (15), o cenário começa a mudar. Apesar de o mar ainda permanecer pequeno, na faixa de 3 a 4 pés, uma nova ondulação com boa energia e período longo deve começar a aparecer ao longo do dia. A previsão indica vento leve e condições de semi-limpas a limpas, preparando o terreno para a melhor parte da janela. Novo swell a caminho A maior expectativa está concentrada entre quarta (16) e sexta-feira (18). Um novo swell de sul-sudoeste, gerado por uma tempestade compacta e intensa no Pacífico Sul Central, deve começar a subir na quarta e atingir o pico na quinta-feira (17). Durante os três dias, Lower Trestles deve receber boas ondas, com as maiores séries entre a tarde do dia 16 e a manhã do dia 18. O vento também tende a colaborar, com manhãs limpas e vento fraco, seguido por vento de oeste fraco a moderado durante as tardes. Existe ainda a possibilidade de um pequeno swell tropical de sul se juntar à energia principal e aumentar a consistência das ondas. A previsão, porém, ainda é tratada com cautela e depende da evolução do ciclone responsável pela formação desse swell. Nos dois últimos dias da janela, 19 e 20 de setembro, a combinação do swell de sul-sudoeste em queda com uma nova ondulação de sudoeste deve manter condições para competição. Brasileiros em posição de destaque Trestles é a última etapa antes do corte que define os 22 surfistas que seguem para a pós-temporada, aumentando o peso dos resultados na Califórnia. Leonardo Fioravanti chega à etapa na liderança do ranking masculino, enquanto Carissa Moore veste pela primeira vez nesta temporada a lycra amarela de líder entre as mulheres. Logo atrás de Fioravanti, o Brasil domina as primeiras posições do masculino. Italo Ferreira ocupa a segunda colocação, seguido por Yago Dora em terceiro, Gabriel Medina em quarto e Miguel Pupo em quinto. Além deles, João Chianca, Samuel Pupo, Alejo Muniz, Mateus Herdy e Filipe Toledo completam o grupo brasileiro no masculino. No feminino, Luana Silva representa o País. Filipe chega a uma etapa especialmente importante. Atual 21º colocado, o bicampeão mundial tenta permanecer entre os 22 que avançam para a pós-temporada. Trestles, porém, guarda algumas das melhores lembranças de sua carreira: foi ali que o brasileiro conquistou os títulos mundiais de 2022 e 2023, quando o circuito ainda utilizava o formato das WSL Finals. Toledo também conhece Lower Trestles como poucos. O brasileiro viveu por 11 anos em San Clemente antes de se mudar para o Rio de Janeiro no fim de 2025 e descreve a onda californiana como uma espécie de “skate park”, pelas inúmeras possibilidades de manobras progressivas. Rodgers e Pinkerton vencem triagens Os norte-americanos Hayden Rodgers e Kirra Pinkerton garantiram as últimas vagas no evento ao vencerem as triagens realizadas em Trestles. Rodgers somou 12,10 pontos e fará sua estreia no Championship Tour, enquanto Pinkerton venceu com 13,33 e chega à quarta participação em uma etapa do CT. Chaves brasileiras Mateus Herdy é o único brasileiro escalado para a primeira fase masculina. Ele enfrenta o norte-americano Taj Lindblad na quarta bateria e, caso avance, terá Gabriel Medina pela frente no Round 2. Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Yago Dora encara o vencedor da terceira bateria da primeira fase; João Chianca enfrenta Marco Mignot; Italo Ferreira pega o vencedor da segunda bateria; Alejo Muniz enfrenta Ethan Ewing; Samuel Pupo encara Jake Marshall; Gabriel Medina aguarda Herdy ou Taj Lindblad; Filipe Toledo enfrenta Liam O’Brien; e Miguel Pupo pega Ramzi Boukhiam. O desenho da chave ainda abre a possibilidade de confrontos brasileiros já no Round 3. Italo Ferreira e João Chianca podem se enfrentar caso avancem, assim como Filipe Toledo e Miguel Pupo. No feminino, Luana Silva estreia diretamente no Round 2 e enfrenta a vencedora da bateria entre Tyler Wright e Francisca Veselko. Janela do Lexus Trestles Pro: 11 a 20 de setembroLocal: Lower Trestles, Califórnia (EUA)Primeira chamada: sexta-feira (11), às 11h30 (horário de Brasília), com possível início da competição ao meio-dia. Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Hayden Rodgers (EUA)3 – Joel Vaughan (AUS) x Oscar Berry (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) x Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Connor O’Leary (JAP) x vencedor R1 H12 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) x vencedor R1 H34 – Kauli Vaast (FRA) x Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) x João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) x vencedor R1 H27 – Kanoa Igarashi (JAP) x Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) x Alejo Muniz (BRA)9 – Leonardo Fioravanti (ITA) x vencedor R1 H110 – Morgan Cibilic (AUS) x Cole Houshmand (EUA)11 – George Pittar (AUS) x Alan Cleland (MEX)12 – Samuel Pupo (BRA) x Jake

    Nona etapa do CT abre janela em Trestles, Califórnia (EUA), com dez brasileiros e ondas de até 2 metros. Novo swell ganha força entre os dias 16 e 18.

    Há mais de 30 anos, Pete Beukes chegou a Lamberts Bay, na costa oeste da África do Sul, para trabalhar como mergulhador de diamantes. No caminho, encontrou também uma costa bruta, isolada e repleta de ondas. Décadas depois, ele retorna a esse universo ao lado do filho, Eli Beukes. A história dos dois é o fio condutor de Rough Diamonds, novo filme de surfe produzido pela Now Now Media. Com 31 minutos de duração, a produção acompanha pai e filho por uma das regiões mais selvagens do litoral sul-africano, combinando sessões de surfe, estrada e a relação construída entre duas gerações. A ligação de Pete com a região começou no início dos anos 1990. Depois de deixar a Marinha e seguir para Lamberts Bay para trabalhar como mergulhador de diamantes, ele descobriu uma costa exposta ao Atlântico, marcada por água fria, isolamento e ondas de qualidade. Anos mais tarde, é Eli quem recebe do pai os segredos acumulados durante décadas de exploração. Mas Rough Diamonds não apresenta a viagem como uma simples busca por ondas perfeitas. A própria geografia da costa oeste impõe dificuldades e transforma a jornada em parte importante da narrativa. Ondas pesadas, natureza praticamente intocada e longos deslocamentos ajudam a construir o cenário para a história de Pete e Eli. Além dos dois protagonistas, o filme conta com participações de Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy Smith. A direção e o roteiro são de Will Bendix, com fotografia de Alan van Gysen e produção da Now Now Media. O projeto é apresentado pela Monster Energy em associação com a O’Neill. Rough Diamonds estreia nesta sexta-feira (11) e está disponível gratuitamente no YouTube. Ficha técnica Filme: Rough DiamondsDuração: 31 minutosCom: Eli Beukes, Pete Beukes, Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy SmithNow Now Media: @nownowmediaEli Beukes: @elibeukesApresentado por: Monster Energy, em associação com O’NeillRoteiro e direção: Will BendixDireção de fotografia: Alan van GysenProdução executiva: Ryan FranklinProdução: Alan van Gysen Trilha sonora “Werner Meets Egberto” | Guy Buttery“Understanding Happiness” | Rafi B Levy“Earthstrong” | Hattamitsunami

    Novo filme Rough Diamonds acompanha Pete e Eli Beukes em uma jornada de surfe pela costa oeste da África do Sul, região de ondas pesadas e cenários praticamente intocados.

    A história e a evolução das pranchas de surfe estarão no centro das atenções no próximo dia 19 de setembro, em Santos (SP). A segunda edição do Shapers Surf Fest reúne shapers, fabricantes, surfistas e marcas na Casa da Frontaria Azulejada, no Centro Histórico da cidade, das 13h às 22h. O evento contará com 28 expositores de diferentes estados e também do exterior, apresentando desde longboards até modelos de alta performance, além de acessórios e novidades do mercado. O público poderá conhecer as pranchas de perto, conversar diretamente com os profissionais responsáveis pela produção e também adquirir equipamentos durante o encontro. Um dos destaques desta edição será a homenagem aos shapers que começaram a produzir pranchas na região durante a década de 1970. Mais de 25 nomes já estão confirmados para participar da celebração, que pretende aproximar os pioneiros de diferentes gerações de profissionais ligados à fabricação de pranchas. A programação também terá rodas de conversa com shapers e profissionais do mercado, abordando a evolução dos equipamentos, histórias do surfe e os rumos da indústria. A sustentabilidade na produção de pranchas será outro tema colocado em discussão ao longo do evento. Além da programação ligada diretamente ao surfe, o Shapers Surf Fest terá área gastronômica, sorteios e atividades para o público. O encerramento será musical, com Binho Nunes, ex-surfista profissional, ao lado de Neco Carbone e Edinho Leite. A segunda edição é realizada por Luke Franco, Dêmi Viola e Bruno Esposito. O Waves é parceiro de mídia do evento. Shapers Surf Fest 202619 de setembroDas 13h às 22hCasa da Frontaria AzulejadaCentro Histórico de Santos (SP) Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Shaper’s Surf Fest (@shaperssurffest)

    Segunda edição do Shapers Surf Fest reúne 28 expositores, homenageia pioneiros da fabricação de pranchas e promove encontro entre diferentes gerações do surfe no dia 19 de setembro, em Santos (SP).

    O havaiano Makana Pang escreveu seu nome na história de Desert Point nesta quarta-feira (9). Ele venceu a edição indonésia do Capítulo Perfeito, primeiro evento de surfe realizado na famosa esquerda de Lombok, e fechou a decisão com a única nota 10 do dia. Os brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Foram seis horas consecutivas de ação em ondas com cerca de 2 metros. Oito convidados tiveram praticamente livre uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta, cenário que recebeu pela primeira vez um evento desta dimensão. Makana já havia mostrado força nas primeiras fases. Depois de marcar 9,17 em uma de suas ondas, o havaiano chegou à final diante de Bruno Santos, Ícaro Ronchi e do indonésio Usman Trioko. Os dois brasileiros acumularam notas acima de 8 pontos ao longo do evento, mas foi Pang quem encontrou, na decisão, o tubo mais longo e tecnicamente exigente do dia para arrancar a nota máxima dos juízes. Com 17,57 pontos, Makana ficou com a vitória. Bruno terminou muito próximo, com 16,76, seguido por Ícaro, com 15,43, e Usman, com 10,60. Além da conquista em Desert Point, o havaiano garantiu um wildcard direto para o Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. “Fazer parte do primeiro evento de surf de sempre em Desert Point foi uma honra. E conseguir um 10 perfeito na final foi um sonho tornado realidade. Estar ali com apenas mais três pessoas na água é provavelmente uma das coisas mais loucas que já vivi no surf. Esta onda é imbatível. Estou muito feliz e muito grato” Brasileiros chegam fortes à final Bruno Santos e Ícaro Ronchi foram dois dos grandes nomes do dia. Bruninho, profundo conhecedor de Desert Point, chegou a registrar o maior somatório de uma bateria em todo o evento: 18,24 pontos, na segunda passagem pela água. Ícaro veio logo atrás na mesma bateria, com expressivos 17,93. Os resultados oficiais mostram que ambos avançaram para a final em grande fase. A presença de Ícaro na decisão teve ainda um ingrediente especial. Convocado de última hora, ele ocupou a vaga deixada por Bruno Santos na lista de wildcards depois que Bruninho passou a ocupar uma vaga pelo seeding, em consequência da desistência de Nic von Rupp. Ícaro aproveitou a oportunidade e terminou o evento no terceiro lugar. Pedro Calado foi o terceiro brasileiro no evento. Ele somou 8,60 pontos na primeira bateria e melhorou para 11,80 na segunda, mas não conseguiu avançar à final. Tubos decidem tudo Como manda o formato do Capítulo Perfeito, apenas o tempo e a qualidade dentro dos tubos foram considerados pelos juízes, sem pontuação para manobras. É a característica que acompanha o evento desde sua primeira edição, realizada em 2012. Antes da entrada dos oito convidados, o dia começou com uma bateria especial dedicada aos surfistas de Desert Point. Diki Wahyudi venceu o Local Heat com 5,77 pontos, seguido por Ilham Sukron, com 4,00. A organização também tomou uma decisão inédita em relação aos 10 mil euros de premiação. O valor, originalmente reservado ao vencedor, foi dividido entre todos os participantes. Segundo Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito, a escolha refletiu a proposta de compartilhar a experiência proporcionada pelas condições encontradas em Lombok. “Hoje, todos os surfistas saíram daqui a sentir-se vencedores e, por isso, o prize money é dividido por todos. Conseguimos envolver a comunidade local e isso deixa-nos particularmente felizes”, afirmou Rui. Estreia internacional Desert Point marcou ainda um novo capítulo na história do evento. Em sua 12ª edição, foi a primeira vez que o Capítulo Perfeito saiu de Portugal. A estreia internacional terminou justamente com aquilo que define sua proposta: condições tubulares e uma nota 10 na bateria decisiva. Com a vitória, Makana Pang agora tem encontro marcado com Carcavelos em 2027. Em Lombok, o havaiano entrou para a história como o primeiro vencedor de um evento de surfe realizado em Desert Point. Resultado final do Capítulo Perfeito 2026 – Desert Point Melhor tubo: Makana Pang (HAV) – 10,00 pontos

    Havaiano Makana Pang vence primeiro evento de surfe realizado em Desert Point com nota 10 na final. Brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminam em segundo e terceiro.

    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta é palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Clique aqui para acompanhar as notas ao vivo Clique aqui para saber tudo sobre o evento Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial, com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado, Bruno Santos e Ícaro Ronchi. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito.

    Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles três brasileiros. Confira ao vivo.

    A etapa Guarapari do Circuito Bando do Brasil chegou ao fim neste domingo na Praia d’Ulé, no Espírito Santo, reunindo alguns dos principais nomes do surfe sul-americano em disputas válidas pelo QS 4.000 da World Surf League (WSL). A etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as semifinais nas duas categorias, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral catarinense. Tainá Hinckel (BRA) e Jadson André (BRA) levaram os troféus de campeões para casa, somando importantes pontos na corrida pelo título sul-americano e pela vaga no Challenger Series (CS) de 2027/28. Além disso, os vencedores embolsaram 8 mil dólares de premiação. Luan Wood (BRA) assumiu a liderança do ranking do QS após a etapa. Daniella Rosas (PER) toma a frente de Sophia Medina (BRA) na lista e também assume a ponta. Tainá Hinckel arrasadora na decisão  Em um duelo internacional inédito em finais, Tainá Hinckel (BRA) venceu a experiente Daniella Rosas (PER) e conquistou o título feminino do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari. As duas já haviam se enfrentado seis vezes em etapas do Qualifying Series, com três vitórias para cada lado, mas esta foi a primeira decisão entre elas.  Tainá chega à sua primeira final do Circuito Banco do Brasil em 2026, depois de bater na trave em duas semifinais, em Ubatuba e Natal, e se coloca novamente na briga pelo bicampeonato. A catarinense da Guarda do Embaú também disputa o Challenger Series e chega à terceira posição do ranking do QS na América do Sul após esta etapa, em uma temporada que pode marcar mais um salto importante na carreira da atleta olímpica e integrante do squad BB. A final foi marcada por uma disputa de alto nível e pelo duelo de backside, uma das principais características do surfe de Tainá. A brasileira abriu vantagem com uma onda de 8 pontos, construída com três fortes pancadas, deixando Daniella precisando de 10 pontos para virar. Na sequência, Tainá encontrou uma esquerda mais longa e arrancou 7 pontos dos juízes, ampliando a pressão sobre a peruana. Com apenas quatro ondas surfadas durante toda a bateria, Tainá garantiu o título na Praia d’Ulé e o maior somatório do evento: 15,50 pontos, o mesmo alcançado por Dani nas semifinais.  “Estou muito feliz com essa vitória e muito rouca, porque berrei com tudo o que estava aqui dentro nas minhas duas melhores ondas. Foi uma bateria muito disputada. O surfe feminino está evoluindo muito na América do Sul e estamos caminhando para mostrar nosso potencial mundo afora. Vencer aqui é muito especial para mim. Acreditei do início ao final e sabia que precisava acreditar”, celebra a campeã. “Estou muito feliz e sei o quanto é importante para mim estar com essa garra, mostrar meu surfe em qualquer campeonato. Não é só a onda, mas a conexão que existe dentro de mim. Foi super disputada do início ao final, mas eu sabia que seria minha porque planejei tudo desde o começo. Deus tinha escrito isso para mim”, comemorou Tainá. Jadson é bicampeão na Praia d’Ulé Aos 36 anos, Jadson André escreveu mais um capítulo de superação na Praia d’Ulé. Mesmo competindo durante toda a etapa com uma lesão no pé que chegou a colocar sua participação em dúvida, o potiguar venceu Luan Wood na final masculina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari e conquistou o título pelo segundo ano consecutivo. O confronto foi o segundo entre os dois na temporada. Em Imbituba, Jadson e Luan haviam se encontrado na semifinal, com vantagem para o catarinense. Desta vez, porém, o potiguar levou a melhor no duelo decisivo. Em uma bateria com as condições do mar alteradas pela entrada do vento logo após a final do feminino, Jadson apostou em seu forte surfe de frontside e nos aéreos para abrir vantagem, enquanto Luan, de backside para as esquerdas e com um surfe mais de linha, lutou até o fim, encaixando boas combinações de manobras para reduzir a diferença entre eles no somatório final. Apesar de encontrar um 7,27 pontos, Luan não conseguiu trocar sua onda de backup e acabou sendo batido na matemática final por 12,60 (7,27 + 5,33) contra 13,33 (6,83 + 6,5) de Jadson.  “Mais uma vez, toda honra e toda glória sejam dadas a Deus. Sem Ele, seria impossível chegar até aqui e vencer esse campeonato. Eu realmente não conseguia pisar no chão direito e chegou a passar pela minha cabeça abandonar a competição. Mas, como alguém que confia nos planos de Deus, decidi pensar em um dia de cada vez e as coisas foram acontecendo”, contou o campeão. Jadson também revelou que uma série de coincidências durante a etapa o fizeram lembrar da conquista de 2025.  “Durante a competição, várias coisinhas foram trazendo boas lembranças e alguns sinais. No ano passado, competi com a cordinha do meu colega de quarto. Este ano, eu estava competindo com o leash de outro moleque e tinha quebrado a minha única quilha que eu conseguia surfar. Cheguei na praia e encontrei o Rickson (Falcão), que me emprestou uma quilha da prancha reserva dele. Ontem, uma pessoa me perguntou: ‘Vai ganhar de novo?’. E eu respondi: ‘Vou ganhar de novo’. Na minha segunda onda da bateria, foi a primeira vez que consegui pisar na prancha direito. Parece até que estou vivendo o ano passado de novo.”  Emocionado, Jadson ainda mandou um recado para a família: “Estou muito feliz. Mando um beijo para minha esposa, meu filho e toda a minha família. Vou levar essa tartaruga (mascote da etapa) para o meu filho. Estou muito feliz e embalado para a próxima semana, porque já temos outro evento muito importante do ano pela frente.” O caminho dos campeões até a final Traçando o retrospecto até as finais, a manhã

    Jadson André e Tainá Hinckel vencem etapa do Circuito Banco do Brasil em Guarapari (ES), em prova válida pelo QS 4000, enquanto Luan Wood assume a liderança do ranking sul-americano.

    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta será palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. A janela começou na última terça-feira (1) e segue até 15 de setembro. Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial. A organização acompanha as previsões e fará o call oficial com 72 horas de antecedência. A expectativa agora está voltada para uma ondulação prevista para chegar no próximo dia 8 de setembro. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito. Tubos e mais tubos Desert Point exige uma combinação bastante específica de ondulação, vento e maré. A longa esquerda quebra sobre uma bancada de coral extremamente rasa e afiada, característica que ajudou a transformar o pico em uma das ondas mais exigentes do planeta. O cenário combina perfeitamente com a proposta do Capítulo Perfeito. Criado em 2012, o evento tem como essência esperar pelas melhores condições possíveis e colocar especialistas em tubos na água. Somente tubos são pontuados. Serão oito convidados divididos em duas baterias de quatro surfistas. As duas primeiras fases não são eliminatórias, portanto todos entram na água duas vezes. Ao final dos dois rounds, os quatro maiores pontuadores avançam diretamente à decisão. Todas as baterias têm duração de 45 minutos. O campeão em Desert Point também garante uma vaga direta no Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. A edição indonésia distribui ainda 10 mil euros em premiação. Dois brasileiros em Desert Point O Brasil já tem dois representantes confirmados. Pedro Calado conquistou sua vaga depois de chegar à final da edição de 2025, em Carcavelos. Ele estará ao lado de Balaram Stack, Cam Richards e Nic von Rupp entre os quatro classificados a partir do resultado do último evento. Von Rupp herdou a vaga de Noah Beschen, que não viajará à Indonésia por compromissos profissionais. O segundo brasileiro é Bruno Santos, anunciado como o primeiro wildcard global. Campeão do Capítulo Perfeito em 2015, Bruninho passa boa parte do ano na Indonésia e acumula enorme experiência em Desert Point. “Para mim, é uma honra enorme receber este convite. Ser um de apenas dois surfistas internacionais convidados torna tudo ainda mais especial. Existe uma ansiedade muito grande, porque é uma novidade e também porque, desde que o evento foi anunciado, muita gente sonhou com esta vaga e procurou esta oportunidade. Tenho um carinho muito grande por Desert Point, dediquei muito tempo da minha vida àquela onda e conheço bem as condições de lá. Estou muito ansioso e, acima de tudo, muito feliz por viver este momento”, comenta Bruninho Santos. Rui Costa vai além ao falar da experiência do brasileiro na bancada. “O Bruno Santos é provavelmente o surfista com mais horas de tubo em Desert Point. Foi campeão do Capítulo Perfeito em 2015 e acompanhou toda a evolução do evento. Para nós, era uma opção lógica”, afirma. Quem será o último convidado? Sete dos oito nomes estão definidos. Além de Pedro Calado, Bruno Santos, Balaram Stack, Cam Richards e Nic Von Rupp, o evento terá os wildcards locais Sulaiman e Usman Trioko. Resta apenas um wildcard global, mantido em segredo pela organização. E os próprios competidores já começaram a fazer suas apostas. Cam Richards e Bruno Santos apontam Tosh Tudor. Balaram Stack aposta em Craig Anderson, enquanto Usman Trioko acredita que será um brasileiro chamado Leandro. Nic von Rupp foi ainda mais longe e escolheu Kelly Slater. A organização divulgou três pistas sobre o convidado: ele é descendente de uma figura lendária do surfe havaiano, aparece no filme PIPELINE (2026), de Peter King, e já foi candidato diversas vezes ao Wave of the Winter (WOTW). O nome será revelado antes do call para o evento. Primeira temporada internacional A passagem por Desert Point faz parte de uma nova fase do Capítulo Perfeito. Pela primeira vez desde sua criação, em 2012, o evento ampliou seu calendário para fora de Portugal em 2026, com Moçambique e Indonésia. Ao longo de sua história, o evento já passou por Supertubos, em Peniche; Praia do Norte, em Nazaré; e Carcavelos, em Cascais. A etapa de Moçambique prevista para este ano não foi realizada porque a ondulação esperada não chegou durante a janela. Agora, todas as atenções estão voltadas para Desert Point. Os surfistas permanecem em stand-by e a organização acompanha o oceano à espera das condições que justificam colocar na água o primeiro evento da história da famosa esquerda de Lombok. Confirmados no Capítulo Perfeito de Desert Point Classificados por Carcavelos 2025 Balaram Stack (EUA)Cam Richards (EUA)Nic von Rupp (POR)Pedro Calado (BRA) Wildcards locais Sulaiman (IND)Usman Trioko (IND) Wildcards globais Bruno Santos (BRA) A definir

    Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado e Bruno Santos; janela vai até 15 de setembro e organização monitora swell previsto para o dia 8.