Dream Tour Rio

São Conrado tem etapa decisiva

Última etapa do Dream Tour rola entre 26 de novembro e 2 de dezembro em São Conrado, Rio de Janeiro (RJ), e define campeões brasieliros de 2024.

Pelo segundo ano consecutivo, a cidade do Rio de Janeiro se prepara para sediar a última etapa do Circuito Brasileiro de Surfe. As disputas do PRIO Dream Tour Rio, que em 2023 aconteceram na Barra da Tijuca, agora terão a praia de São Conrado como sede, entre os dias 26 de novembro e 2 de dezembro para coroar os campeões brasileiros do Circuito, depois da competição já ter passado por Porto de Galinhas (PE), Vila Velha (ES) e São Francisco do Sul (SC).

Nesta etapa serão mais de R$ 400 mil em prêmios, distribuídos de forma igualitária entre competidores masculinos e femininos, reforçando o compromisso do evento com a inclusão e equidade no esporte.

O Dream Tour conta com o patrocínio de grandes empresas na edição de 2024. A PRIO, maior empresa independente de óleo e gás do país, tem a cota Apresenta do evento e também nomeia a 4ª e última etapa do Circuito como PRIO Dream Tour Rio, garantindo ainda mais destaque à competição. “Nossa plataforma PRIO vai muito além de patrocínios e reforça nosso compromisso em retribuir para a sociedade deixando um legado cultural e social, por meio de uma série de ações, projetos e iniciativas transformadoras. Estamos muito animados para receber essa última etapa do ano em nossa cidade sede, dando o nome à uma competição que conta com a elite do esporte de alta performance do surfe e que se conecta tanto com os nossos valores na PRIO. Esporte faz parte do nosso DNA e poder dar visibilidade e reconhecer o esforço dos atletas ao longo de todo o campeonato, fechando com chave de ouro na Cidade Maravilhosa, será incrível”, explica Olivia Richardson, Head de Marketing e Comunicação da PRIO.

A Águas do Rio, concessionária da Aegea estreia nessa celebração do surfe nacional como patrocinadora master para o desfecho nas águas cariocas. As ações socioambientais são assinadas pela marca, como o Dream Tour das Comunidades, um campeonato social que acontece paralelamente às competições oficiais. No viés ambiental, o projeto Sonho Azul chega à praia de São Conrado movimentando a região em ações que integram a comunidade e o meio ambiente. A iniciativa do Instituto Aegea e Blue Keepers, do Pacto Glocal da ONU também contará com a participação de uma ONG local.

O Dream Tour é apresentado pela PRIO, tem a Corona Cero e o Instituto Aegea como patrocinadores master e a Gerdau como Patrocinadora. A Estácio, o Instituto Yduqs e a OceanPact, empresa referência em conhecimento do mar, são os apoiadores locais.

Para mais informações e atualizações, siga o perfil oficial da Dream Tour no Instagram (@dreamtoursurf) e acesse o site oficial da CBSurf.org.br. A competição será transmitida ao vivo no canal CBSurfPLAY do YouTube e estará disponível no canal por assinatura SporTv a partir das semifinais.

O Dream Tour é uma realização da Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) e promoção da Dream Factory, que estão juntos resgatando a Divisão Principal do Circuito Brasileiro de Surf através da Lei de Incentivo ao Esporte do Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte.

Sobre a CBSurf – Reconhecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e também pela ISA (International Surf Association), a Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) é a entidade nacional de administração do surf e de todas as atividades relacionadas aos esportes com pranchas, como definido no Estatuto da CBSurf. A entidade foi originalmente fundada em 17 de outubro de 1998 e conta com 15 federações estaduais filiadas. A sede atual está situada na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina, tendo como presidente Flavio Padaratz e como vice-presidentes Paulo Moura e Brigitte Mayer, eleitos em fevereiro de 2022.

A CBSurf tem como missão desenvolver, produzir, chancelar e organizar o Dream Tour e a Taça Brasil, que compõem o Campeonato Brasileiro de Surf, o Circuito Brasileiro do Surf de Base, o Circuito Brasileiro de Ondas Grandes, o Circuito Brasileiro de Longboard, o Circuito Brasileiro Master, o Circuito Brasileiro de Stand Up Paddle (Race, Wave, Sprint e Paddleboard) e o Campeonato Brasileiro de Parasurf. Todos, nas categorias masculina e feminina.

Acompanhando o enorme sucesso do surf brasileiro, tanto no Circuito Mundial, com seis títulos mundiais nos últimos nove anos, quanto na Olimpíada do Japão, com a conquista da inédita medalha de ouro na estreia do surf, uma nova gestão feita por ex-competidores da elite mundial e pelos melhores profissionais do surf brasileiro, a CBSurf tem, como valor principal, promover e desenvolver a criação de ídolos nacionais, e consolidar as carreiras dos atletas de todas as categorias, inclusive das profissões que gravitam em torno das competições, trazendo dignidade pra toda a comunidade do surf brasileiro. Em 2023, o Dream Tour estabeleceu um padrão inédito e histórico no mundo do surfe brasileiro.

Sobre a Dream Factory – Com mais de 22 anos de existência, a Dream Factory está entre as empresas líderes do mercado nacional de entretenimento ao vivo. Inicialmente como produtores de eventos, a empresa nasceu após produzir a volta do Rock in Rio para o Brasil, em 2001. Nos momentos seguintes, foi uma das pioneiras na evolução do setor com a criação e implementação de experiências de marca integradas em projetos de entretenimento ao vivo.

Hoje, a Dream Factory já pode ser considerada o primeiro ecossistema integrado de entretenimento ao vivo com eventos proprietários, serviços e gestão de comunidades. Atuando como uma holding, agrega e potencializa plataformas de entretenimento em diversos territórios temáticos, inspirados no mosaico da cultura brasileira. Entre seus eventos proprietários estão a Maratona do Rio, ArtRio, Sertões, Árvore do Rio e Natal da Lagoa, Glocal, MNFST, Dream Tour, Carnaval de Rua, Mano a Mano e outros.

A Dream Factory apresenta, ainda, em seu guarda-chuva de negócios a Dream Strategy, que oferece consultorias estratégicas para marcas e empresas líderes de mercado; a Dream Experience, agência de brand experience, a Dreamloc, encarregada de logística e infraestrutura; a Dream Venue, responsável pela administração de espaços como a Marina da Glória, no Rio de Janeiro, e a GoDream, que gerencia as vendas de ingressos.

Prazer, PRIO – Somos a maior empresa independente de óleo e gás do Brasil, pioneira na recuperação e aumento da vida útil de campos em produção. Criada em 2015 e com cinco ativos na Bacia de Campos, temos foco na excelência e na busca por eficiência operacional, priorizando a segurança das operações e o zelo com as pessoas e com a preservação do meio ambiente.

Carioca, a PRIO tem um propósito que supera o O&G: queremos extrair o melhor da nossa energia para transformar o Brasil em um lugar mais eficiente. Além disso, buscamos envolver e devolver esse crescimento para a sociedade por meio do incentivo a iniciativas conectadas ao esporte, à cultura e à educação – que fazem parte do da nossa plataforma de patrocínios PRIO.

Corona – Corona nasceu no México em 1925 e é a marca de cerveja mexicana mais popular do mundo, exportada para mais de 150 países. Criada na natureza, é sinônimo de praia e de celebração dos momentos ao ar livre, convidando as pessoas a fazerem uma pausa e relaxarem. Corona é vendida no Brasil pela Ambev desde 2014 e é parceira de iniciativas sustentáveis, tendo recolhido mais de 17,5 toneladas de lixo em 77 limpezas de praia pelo país. A marca também foi pioneira ao lançar a primeira long neck premium retornável do Brasil e foi reconhecida em 2021 como a primeira marca global de bebidas neutra em resíduos plásticos, o que significa que a marca recupera e recicla mais plástico do que utiliza em sua cadeia de produção e distribuição.

Sobre a Águas do Rio – A Águas do Rio, concessionária da Aegea, atende 10 milhões de pessoas em 27 municípios fluminenses, incluindo 124 bairros da capital. Em três anos de atuação, já destinou R$ 3,5 bilhões à infraestrutura sanitária do estado. Com a meta de fornecer água para 99% da população e garantir coleta e tratamento de esgoto para 90% dos moradores, a companhia prevê um total de R$ 24,4 bilhões em investimentos nesta década, em conformidade com o Marco Legal do Saneamento. Além de priorizar a eficiência e a sustentabilidade, a Águas do Rio ainda apoia iniciativas que geram renda e impulsionam a economia local de forma responsável.

Sobre a Gerdau – Com 123 anos de história, a Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. Além disso, possui uma divisão de novos negócios, a Gerdau Next, com o objetivo de empreender em segmentos adjacentes ao aço. Com o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro, a companhia está presente em vários países e conta com mais de 30 mil colaboradores em todas as suas operações.

Maior recicladora da América Latina, a Gerdau tem na sucata uma importante matéria-prima: mais de 70% do aço que produz é feito a partir desse material. Todo ano, 11 milhões de toneladas de sucata são transformadas em diversos produtos de aço. A companhia também é a maior produtora de carvão vegetal do mundo, com mais de 250 mil hectares de base florestal no estado de Minas Gerais. Como resultado de sua matriz produtiva sustentável, a Gerdau possui, atualmente, uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂e), de 0,91 t de CO₂e por tonelada de aço, o que representa aproximadamente a metade da média global do setor, de 1,91 t de CO₂e por tonelada de aço (worldsteel). Para 2031, a meta da Gerdau é diminuir as emissões de carbono para 0,82 t de CO₂e por tonelada de aço. As ações da Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo (B3) e Nova Iorque (NYSE).

Sobre Instituto Yduqs no Esporte – O Instituto Yduqs é uma iniciativa de responsabilidade socioambiental que tem como objetivo estabelecer pontes em prol de uma sociedade mais justa e igualitária. O Instituto acredita que o Esporte, quando associado à educação, promove transformações significativas, e, por isso, incentiva a formação de campeões dentro e fora da sala de aula por meio de seu Programa de Transição de Carreira para atletas. Nos jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, 10% dos esportistas brasileiros contavam com o apoio do Instituto Yduqs, em parceria com a Estácio. Já em Paris, este número representou quase 14% da delegação brasileira nas duas competições. Integrante do Conselho do Pacto pelo Esporte e membro do SIGA Latin America, o Instituto Yduqs é parceiro de mais de 50 instituições, incluindo Confederações, Federações, Clubes e Institutos ligados ao esporte, como o Instituto Fernanda Keller, Instituto Guga Kuerten, Instituto Reação, Comitê Olímpico do Brasil, e Comitê Paralímpico Brasileiro, entre outros. Saiba mais em institutoyduqs.com.br.

Sobre a OceanPact – A OceanPact é uma empresa brasileira que desenvolve e implanta soluções seguras, eficientes e inovadoras nas áreas de meio ambiente, operações submarinas e logística e engenharia. Referência em conhecimento e serviços no mar, a OceanPact oferece serviços para o estudo, proteção, monitoramento e uso sustentável dos ecossistemas marinhos, contando com embarcações modernas e equipadas para esses propósitos. A companhia atende clientes nos setores de óleo e gás, energia, mineração, telecomunicações, portuário, navegação, turismo, pesca e aquicultura. A missão da OceanPact é ajudar a sociedade e os clientes a conhecer, usar e explorar o litoral, os oceanos e suas riquezas garantindo sua proteção e conservação.

Sobre o Instituto Aegea – O Instituto Aegea é o braço das iniciativas de impacto socioambiental da Aegea, Companhia referência em saneamento no Brasil. Tem como compromisso promover parcerias, programas, projetos e ações em dois eixos estratégicos: inclusão social e proteção ambiental. Com abrangência nacional, atua nas regiões em que as empresas do grupo estão presentes, com ações para melhoria do meio ambiente, desenvolvimento humano e a melhoria da qualidade de vida da população, gerando impacto positivo e prosperidade compartilhada.

Sobre a Aegea – A Aegea atua por meio de ativos de saneamento em todas as regiões do País. Com um crescimento sustentável, a Companhia saltou de seis municípios atendidos em 2010 para mais de 500 em 2024, distribuídos em 15 estados, beneficiando mais de 31 milhões de pessoas. Em 2023, a empresa ampliou sua atuação em mais uma frente do saneamento com a gestão dos resíduos sólidos urbanos iniciando suas atividades na região do Cariri, no Ceará, reforçando o compromisso com a sustentabilidade e com ações que geram impacto positivo para a população, principalmente a mais vulnerável, e o meio ambiente. A posição de liderança que a empresa ocupa e essa evolução foram possíveis devido ao modelo de negócio da Companhia, que tem como base eficiência e expertise operacional, disciplina financeira e o alinhamento aos princípios ESG. Clique aqui para mais informações.

Sobre o Pacto Global da ONU – Como uma iniciativa especial do Secretário-Geral da ONU, o Pacto Global das Nações Unidas é uma convocação para que as empresas de todo o mundo alinhem suas operações e estratégias a dez princípios universais nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e anticorrupção.

Lançado em 2000, o Pacto Global orienta e apoia a comunidade empresarial global no avanço das metas e valores da ONU por meio de práticas corporativas responsáveis. Com mais de 18 mil participantes, distribuídos em 65 redes locais, que abrangem 162 países, é a maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo. Clique aqui para mais informações.

O Pacto Global da ONU – Rede Brasil foi criado em 2003, tornando-se a segunda maior rede local do mundo, com mais de 1.900 participantes. Os mais de 50 projetos conduzidos no país abrangem, principalmente, os temas: Água e Saneamento, Alimentos e Agricultura, Energia e Clima, Direitos Humanos e Trabalho, Anticorrupção, Engajamento e Comunicação. Clique aqui para mais informações.

Sobre Blue Keepers – O Blue Keepers é um programa nacional que busca a efetiva mobilização de recursos e inovação tecnológica no combate à poluição do plástico em bacias hidrográficas e oceano, com o envolvimento de empresas de todos os setores, diferentes níveis de governo e da sociedade civil na preservação do ecossistema. Como promotor do ODS 14, faz parte da Década do Oceano, criada pela ONU em 2020, que visa a conservação e uso sustentável dos oceanos, mares e recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável. Hoje, estima-se que 150 milhões de toneladas de plástico circulem no mar. Clique aqui para mais informações.

 

Aviso: O Waves está implementando novas regras para os comentários postados neste fórum. O objetivo é estimular um debate saudável e de alto nível, estritamente relacionado ao conteúdo da matéria em questão. Só serão aprovadas as mensagens que atenderem a este objetivo. Ao comentar abaixo você concorda com nossos termos de uso.
Os comentários postados não representam a opinião do portal Waves e a responsabilidade é inteiramente do autor de cada mensagem.

0 comentários

Tem uma reclamação, sugestão ou viu algum erro? Fale direto com a equipe Waves — em vez de postar nos comentários.

    Carregando comentários…

    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta é palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Clique aqui para acompanhar as notas ao vivo Clique aqui para saber tudo sobre o evento Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial, com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado, Bruno Santos e Ícaro Ronchi. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito.

    Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles três brasileiros. Confira ao vivo.

    A etapa Guarapari do Circuito Bando do Brasil chegou ao fim neste domingo na Praia d’Ulé, no Espírito Santo, reunindo alguns dos principais nomes do surfe sul-americano em disputas válidas pelo QS 4.000 da World Surf League (WSL). A etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as semifinais nas duas categorias, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral catarinense. Tainá Hinckel (BRA) e Jadson André (BRA) levaram os troféus de campeões para casa, somando importantes pontos na corrida pelo título sul-americano e pela vaga no Challenger Series (CS) de 2027/28. Além disso, os vencedores embolsaram 8 mil dólares de premiação. Luan Wood (BRA) assumiu a liderança do ranking do QS após a etapa. Daniella Rosas (PER) toma a frente de Sophia Medina (BRA) na lista e também assume a ponta. Tainá Hinckel arrasadora na decisão  Em um duelo internacional inédito em finais, Tainá Hinckel (BRA) venceu a experiente Daniella Rosas (PER) e conquistou o título feminino do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari. As duas já haviam se enfrentado seis vezes em etapas do Qualifying Series, com três vitórias para cada lado, mas esta foi a primeira decisão entre elas.  Tainá chega à sua primeira final do Circuito Banco do Brasil em 2026, depois de bater na trave em duas semifinais, em Ubatuba e Natal, e se coloca novamente na briga pelo bicampeonato. A catarinense da Guarda do Embaú também disputa o Challenger Series e chega à terceira posição do ranking do QS na América do Sul após esta etapa, em uma temporada que pode marcar mais um salto importante na carreira da atleta olímpica e integrante do squad BB. A final foi marcada por uma disputa de alto nível e pelo duelo de backside, uma das principais características do surfe de Tainá. A brasileira abriu vantagem com uma onda de 8 pontos, construída com três fortes pancadas, deixando Daniella precisando de 10 pontos para virar. Na sequência, Tainá encontrou uma esquerda mais longa e arrancou 7 pontos dos juízes, ampliando a pressão sobre a peruana. Com apenas quatro ondas surfadas durante toda a bateria, Tainá garantiu o título na Praia d’Ulé e o maior somatório do evento: 15,50 pontos, o mesmo alcançado por Dani nas semifinais.  “Estou muito feliz com essa vitória e muito rouca, porque berrei com tudo o que estava aqui dentro nas minhas duas melhores ondas. Foi uma bateria muito disputada. O surfe feminino está evoluindo muito na América do Sul e estamos caminhando para mostrar nosso potencial mundo afora. Vencer aqui é muito especial para mim. Acreditei do início ao final e sabia que precisava acreditar”, celebra a campeã. “Estou muito feliz e sei o quanto é importante para mim estar com essa garra, mostrar meu surfe em qualquer campeonato. Não é só a onda, mas a conexão que existe dentro de mim. Foi super disputada do início ao final, mas eu sabia que seria minha porque planejei tudo desde o começo. Deus tinha escrito isso para mim”, comemorou Tainá. Jadson é bicampeão na Praia d’Ulé Aos 36 anos, Jadson André escreveu mais um capítulo de superação na Praia d’Ulé. Mesmo competindo durante toda a etapa com uma lesão no pé que chegou a colocar sua participação em dúvida, o potiguar venceu Luan Wood na final masculina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari e conquistou o título pelo segundo ano consecutivo. O confronto foi o segundo entre os dois na temporada. Em Imbituba, Jadson e Luan haviam se encontrado na semifinal, com vantagem para o catarinense. Desta vez, porém, o potiguar levou a melhor no duelo decisivo. Em uma bateria com as condições do mar alteradas pela entrada do vento logo após a final do feminino, Jadson apostou em seu forte surfe de frontside e nos aéreos para abrir vantagem, enquanto Luan, de backside para as esquerdas e com um surfe mais de linha, lutou até o fim, encaixando boas combinações de manobras para reduzir a diferença entre eles no somatório final. Apesar de encontrar um 7,27 pontos, Luan não conseguiu trocar sua onda de backup e acabou sendo batido na matemática final por 12,60 (7,27 + 5,33) contra 13,33 (6,83 + 6,5) de Jadson.  “Mais uma vez, toda honra e toda glória sejam dadas a Deus. Sem Ele, seria impossível chegar até aqui e vencer esse campeonato. Eu realmente não conseguia pisar no chão direito e chegou a passar pela minha cabeça abandonar a competição. Mas, como alguém que confia nos planos de Deus, decidi pensar em um dia de cada vez e as coisas foram acontecendo”, contou o campeão. Jadson também revelou que uma série de coincidências durante a etapa o fizeram lembrar da conquista de 2025.  “Durante a competição, várias coisinhas foram trazendo boas lembranças e alguns sinais. No ano passado, competi com a cordinha do meu colega de quarto. Este ano, eu estava competindo com o leash de outro moleque e tinha quebrado a minha única quilha que eu conseguia surfar. Cheguei na praia e encontrei o Rickson (Falcão), que me emprestou uma quilha da prancha reserva dele. Ontem, uma pessoa me perguntou: ‘Vai ganhar de novo?’. E eu respondi: ‘Vou ganhar de novo’. Na minha segunda onda da bateria, foi a primeira vez que consegui pisar na prancha direito. Parece até que estou vivendo o ano passado de novo.”  Emocionado, Jadson ainda mandou um recado para a família: “Estou muito feliz. Mando um beijo para minha esposa, meu filho e toda a minha família. Vou levar essa tartaruga (mascote da etapa) para o meu filho. Estou muito feliz e embalado para a próxima semana, porque já temos outro evento muito importante do ano pela frente.” O caminho dos campeões até a final Traçando o retrospecto até as finais, a manhã

    Jadson André e Tainá Hinckel vencem etapa do Circuito Banco do Brasil em Guarapari (ES), em prova válida pelo QS 4000, enquanto Luan Wood assume a liderança do ranking sul-americano.

    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta será palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. A janela começou na última terça-feira (1) e segue até 15 de setembro. Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial. A organização acompanha as previsões e fará o call oficial com 72 horas de antecedência. A expectativa agora está voltada para uma ondulação prevista para chegar no próximo dia 8 de setembro. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito. Tubos e mais tubos Desert Point exige uma combinação bastante específica de ondulação, vento e maré. A longa esquerda quebra sobre uma bancada de coral extremamente rasa e afiada, característica que ajudou a transformar o pico em uma das ondas mais exigentes do planeta. O cenário combina perfeitamente com a proposta do Capítulo Perfeito. Criado em 2012, o evento tem como essência esperar pelas melhores condições possíveis e colocar especialistas em tubos na água. Somente tubos são pontuados. Serão oito convidados divididos em duas baterias de quatro surfistas. As duas primeiras fases não são eliminatórias, portanto todos entram na água duas vezes. Ao final dos dois rounds, os quatro maiores pontuadores avançam diretamente à decisão. Todas as baterias têm duração de 45 minutos. O campeão em Desert Point também garante uma vaga direta no Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. A edição indonésia distribui ainda 10 mil euros em premiação. Dois brasileiros em Desert Point O Brasil já tem dois representantes confirmados. Pedro Calado conquistou sua vaga depois de chegar à final da edição de 2025, em Carcavelos. Ele estará ao lado de Balaram Stack, Cam Richards e Nic von Rupp entre os quatro classificados a partir do resultado do último evento. Von Rupp herdou a vaga de Noah Beschen, que não viajará à Indonésia por compromissos profissionais. O segundo brasileiro é Bruno Santos, anunciado como o primeiro wildcard global. Campeão do Capítulo Perfeito em 2015, Bruninho passa boa parte do ano na Indonésia e acumula enorme experiência em Desert Point. “Para mim, é uma honra enorme receber este convite. Ser um de apenas dois surfistas internacionais convidados torna tudo ainda mais especial. Existe uma ansiedade muito grande, porque é uma novidade e também porque, desde que o evento foi anunciado, muita gente sonhou com esta vaga e procurou esta oportunidade. Tenho um carinho muito grande por Desert Point, dediquei muito tempo da minha vida àquela onda e conheço bem as condições de lá. Estou muito ansioso e, acima de tudo, muito feliz por viver este momento”, comenta Bruninho Santos. Rui Costa vai além ao falar da experiência do brasileiro na bancada. “O Bruno Santos é provavelmente o surfista com mais horas de tubo em Desert Point. Foi campeão do Capítulo Perfeito em 2015 e acompanhou toda a evolução do evento. Para nós, era uma opção lógica”, afirma. Quem será o último convidado? Sete dos oito nomes estão definidos. Além de Pedro Calado, Bruno Santos, Balaram Stack, Cam Richards e Nic Von Rupp, o evento terá os wildcards locais Sulaiman e Usman Trioko. Resta apenas um wildcard global, mantido em segredo pela organização. E os próprios competidores já começaram a fazer suas apostas. Cam Richards e Bruno Santos apontam Tosh Tudor. Balaram Stack aposta em Craig Anderson, enquanto Usman Trioko acredita que será um brasileiro chamado Leandro. Nic von Rupp foi ainda mais longe e escolheu Kelly Slater. A organização divulgou três pistas sobre o convidado: ele é descendente de uma figura lendária do surfe havaiano, aparece no filme PIPELINE (2026), de Peter King, e já foi candidato diversas vezes ao Wave of the Winter (WOTW). O nome será revelado antes do call para o evento. Primeira temporada internacional A passagem por Desert Point faz parte de uma nova fase do Capítulo Perfeito. Pela primeira vez desde sua criação, em 2012, o evento ampliou seu calendário para fora de Portugal em 2026, com Moçambique e Indonésia. Ao longo de sua história, o evento já passou por Supertubos, em Peniche; Praia do Norte, em Nazaré; e Carcavelos, em Cascais. A etapa de Moçambique prevista para este ano não foi realizada porque a ondulação esperada não chegou durante a janela. Agora, todas as atenções estão voltadas para Desert Point. Os surfistas permanecem em stand-by e a organização acompanha o oceano à espera das condições que justificam colocar na água o primeiro evento da história da famosa esquerda de Lombok. Confirmados no Capítulo Perfeito de Desert Point Classificados por Carcavelos 2025 Balaram Stack (EUA)Cam Richards (EUA)Nic von Rupp (POR)Pedro Calado (BRA) Wildcards locais Sulaiman (IND)Usman Trioko (IND) Wildcards globais Bruno Santos (BRA) A definir

    Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado e Bruno Santos; janela vai até 15 de setembro e organização monitora swell previsto para o dia 8.

    Gabriel Medina foi vice-campeão do Fiji Pro 2026, encerrado nesta quinta-feira (3), em Cloudbreak. O tricampeão mundial chegou à decisão depois de uma grande campanha nas ondas pesadas da etapa, mas foi superado pelo norte-americano Cole Houshmand. O resultado marca uma forte recuperação do brasileiro, que vinha de eliminações na primeira fase nas duas etapas anteriores, no Brasil e no Taiti, e agora sobe para a quarta colocação no ranking mundial. A final ganhou emoção na segunda metade. Houshmand abriu vantagem e chegou a 16,87 pontos, deixando Medina em combinação. O brasileiro respondeu com a melhor onda da decisão: entubou com profundidade, acelerou por dentro, atravessou diferentes seções e saiu limpo para receber nota 10. Medina voltou à disputa, mas Houshmand, com a prioridade, controlou os cinco minutos finais e garantiu o terceiro título de sua carreira no Championship Tour. “Sair daquele tubo na final foi a melhor sensação. Eu estava esperando por aquela onda e estou muito feliz por ter conseguido o 10. Me sinto bem por ter chegado à final com o Cole. Ele é um bom amigo e vem surfando muito. Estou muito feliz de estar aqui e feliz pelo Cole também. Hoje foi incrível”, disse Medina. Medina, bicampeão em Fiji, buscava a terceira vitória em sua quarta final no evento. No dia decisivo, marcou 9,33 nas quartas, somou duas notas acima de 9 para chegar a 19,04 pontos na semifinal e fechou a campanha com o 10 na decisão. No feminino, Erin Brooks conquistou o título sem entrar na água na final, depois que Isabella Nichols desistiu da disputa por causa de uma lesão no tornozelo sofrida na semifinal. A canadense de 19 anos, que também venceu no Taiti, chegou ao segundo triunfo consecutivo no CT e à segunda vitória da carreira em Fiji. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por People On Tour (@peopleontour) Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Matthew McGillivray (AFS) 5.33 x 1.43 Luke Thompson (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 12.00 x 8.33 Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) 12.16 x 11.23 Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) 11.50 x 6.10 Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Seth Moniz (HAV) 12.67 x 11.80 Marco Mignot (FRA)2 – Cole Houshmand (EUA) 15.17 x 12.70 Ethan Ewing (AUS)3 – Yago Dora (BRA) 15.40 x 13.67 Mateus Herdy (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.27 x 11.66 Alan Cleland (MEX)5 – Morgan Cibilic (AUS) 14.34 x 13.17 João Chianca (BRA)6 – Leonardo Fioravanti (ITA) 11.06 x 9.17 Eli Hanneman (HAV)7 – Callum Robson (AUS) 9.10 x 8.94 Liam O’Brien (AUS)8 – Jake Marshall (EUA) 13.17 x 7.33 George Pittar (AUS)9 – Italo Ferreira (BRA) 12.70 x 10.56 Matthew McGillivray (AFS)10 – Connor O’Leary (JAP) 16.40 x 16.00 Filipe Toledo (BRA)11 – Samuel Pupo (BRA) 13.50 x 12.73 Alejo Muniz (BRA)12 – Griffin Colapinto (EUA) 15.17 x 9.73 Rio Waida (INA)13 – Miguel Pupo (BRA) 12.26 x 10.70 Ramzi Boukhiam (MAR)14 – Kauli Vaast (FRA) 16.17 x 10.43 Crosby Colapinto (EUA)15 – Barron Mamiya (HAV) 13.87 x 10.50 Jack Robinson (AUS)16 – Gabriel Medina (BRA) 13.94 x 9.83 Joel Vaughan (AUS) Round 3 1 – Cole Houshmand (EUA) 10.17 x 4.00 Seth Moniz (HAV)2 – Yago Dora (BRA) 14.40 x 6.83 Kanoa Igarashi (JAP)3 – Leonardo Fioravanti (ITA) 14.33 x 10.43 Morgan Cibilic (AUS)4 – Callum Robson (AUS) 10.50 x 8.77 Jake Marshall (EUA)5 – Connor O’Leary (JAP) 14.33 x 7.27 Italo Ferreira (BRA)6 – Griffin Colapinto (EUA) 14.00 x 12.60 Samuel Pupo (BRA)7 – Kauli Vaast (FRA) 19.07 x 11.17 Miguel Pupo (BRA)8 – Gabriel Medina (BRA) 13.77 x 13.33 Barron Mamiya (HAV) Quartas de final 1 – Cole Houshmand (EUA) 16.13 x 13.27 Yago Dora (BRA)2 – Leonardo Fioravanti (ITA) 14.10 x 10.94 Callum Robson (AUS)3 – Griffin Colapinto (EUA) 13.00 x 10.50 Connor O’Leary (JAP)4 – Gabriel Medina (BRA) 15.66 x 7.33 Kauli Vaast (FRA) Semifinais 1 – Cole Houshmand (EUA) 17.10 x 11.33 Leonardo Fioravanti (ITA)2 – Gabriel Medina (BRA) 19.04 x 14.57 Griffin Colapinto (EUA) Final 1 – Cole Houshmand (EUA) 16.87 x 15.17 Gabriel Medina (BRA) Feminino Round 1 1 – Yolanda Hopkins (POR) 9.77 x 9.57 Tya Zebrowski (FRA)2 – Sally Fitzgibbons (AUS) 9.97 x 8.37 Stephanie Gilmore (AUS)3 – Vahine Fierro (FRA) 14.17 x 6.66 Alyssa Spencer (EUA)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.66 x 4.60 Anat Lelior (ISR)5 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 9.73 x 8.50 Bella Kenworthy (EUA)6 – Francisca Veselko (POR) 12.17 x 12.00 Tyler Wright (AUS)7 – Erin Brooks (CAN) 18.00 x 3.06 Sophie McCulloch (AUS)8 – Isabella Nichols (AUS) 9.33 x 3.80 Ulukilupetea Kurop (FIJ) Round 2 1 – Carissa Moore (HAV) 12.13 x 11.50 Sally Fitzgibbons (AUS)2 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 14.60 x 9.00 Luana Silva (BRA)3 – Vahine Fierro (FRA) 11.67 x 10.43 Sawyer Lindblad (EUA)4 – Erin Brooks (CAN) 10.83 x 6.00 Caroline Marks (EUA)5 – Yolanda Hopkins (POR) 10.17 x 9.93 Gabriela Bryan (HAV)6 – Isabella Nichols (AUS) 11.60 x 8.93 Nadia Erostarbe (ESP)7 – Brisa Hennessy (CRC) 8.57 x 5.67 Molly Picklum (AUS)8 – Lakey Peterson (EUA) 13.10 x 8.04 Francisca Veselko (POR) Quartas de final 1 – Carissa Moore (HAV) 14.34 x 11.00 Bettylou Sakura Johnson (HAV)2 – Erin Brooks (CAN) 11.10 x 10.67 Vahine Fierro (FRA)3 – Isabella Nichols (AUS) 9.67 x 6.77 Yolanda Hopkins (POR)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.83 x 7.47 Lakey Peterson (EUA) Semifinais 1 – Erin Brooks (CAN) 11.84 x 9.97 Carissa Moore (HAV)2 – Isabella Nichols (AUS) 10.67 x 10.50 Brisa Hennessy (CRC) Final 1 – Erin Brooks (CAN) vence Isabella Nichols (AUS) por lesão

    Com nota 10 na final, tricampeão mundial Gabriel Medina fica com o vice em Fiji, sobe para quarto no ranking e retoma protagonismo no circuito. Cole Houshmand e Erin Brooks vencem o campeonato.

    Oito anos depois de entrar para a história do surfe de ondas gigantes, Rodrigo Koxa volta a viver a expectativa de alcançar o topo. O brasileiro é o protagonista de DÉJÀ VU, curta-metragem documental que acompanha o período de espera por mais um possível momento histórico de sua carreira. Finalista do Big Wave Challenge 2026 na categoria Maior Onda Masculina, Koxa disputa o prêmio depois de surfar uma onda em Nazaré, Portugal, cuja medição preliminar chegou a 29,15 metros. O resultado oficial será apresentado no dia 19 de setembro, durante a cerimônia da premiação no Lido Theatre, em Newport Beach, Califórnia, nos Estados Unidos. Mais do que acompanhar a disputa por um título, DÉJÀ VU mergulha justamente no período de espera que antecede a definição. Entre ansiedade, memórias, preparação e expectativa, o filme mostra Koxa novamente diante da possibilidade de alcançar um lugar que já ocupou. Em 2018, o brasileiro recebeu o reconhecimento do Guinness World Records pela maior onda já surfada, depois de descer uma onda de 80 pés (24,38 metros) em Nazaré. A marca permaneceu como recorde mundial até ser superada, em 2022, pelo alemão Sebastian Steudtner, que surfou uma onda de 86 pés (26,21 metros). Agora, a nova onda de Koxa pode colocá-lo novamente na disputa pelo posto. Caso a medição oficial confirme os 29,15 metros registrados preliminarmente e sejam atendidos os critérios aplicáveis, o brasileiro poderá conquistar o título de maior onda da temporada e voltar a disputar o recorde mundial. “Estava muito na expectativa de ver minha onda nessa final. Vou trazer de volta esse título de maior da temporada. Foi uma onda diferente em dezembro, surfada do pico até a base, até o final eu estava na adrenalina e na dúvida se conseguiria completar pelo nível de dificuldade.” Rodrigo Koxa Na disputa pelo prêmio também estão outros dois nomes que surfaram ondas em Nazaré: o brasileiro Lucas Chumbo e o francês Clement Roseyro. Por dentro de Déjà Vu Produzido por Rodrigo Koxa e Maskavo Filmes, DÉJÀ VU tem direção de Fábio Webber e edição assinada por Koxa e Webber. O documentário reúne relatos de pessoas que acompanham de perto a trajetória do surfista. Participam do filme Aline Cacozzi, esposa de Koxa; Vitor Faria, parceiro de ondas gigantes; Thiago Jacaré, coordenador do Big Wave Brasil; e Paulo Vinícius, designer. “Estou muito confiante em ter essa medição homologada e recuperar também esse recorde mundial. Agradeço a torcida da galera e peço a todos boas energias, que isso faz toda a diferença!” Rodrigo Koxa Aos 46 anos, Koxa se vê novamente diante da possibilidade de viver uma conquista que já fez parte de sua história. Oito anos depois de entrar para a história, a expectativa está de volta. A pressão também. E é justamente essa sensação que dá nome ao filme: DÉJÀ VU. Um déjà vu que pode terminar com um novo capítulo na história do surfe de ondas gigantes.

    Documentário acompanha Rodrigo Koxa nos bastidores da expectativa por um novo recorde mundial após o brasileiro surfar uma onda de 29,15 metros em Nazaré.

    A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. Clique aqui para ver ao vivo A primeira chamada acontece às 16h30 desta segunda-feira (24), no horário de Brasília, com possível início da competição às 17h. Em Fiji, onde o calendário já estará na terça-feira (25), a chamada será às 7h30, com possível início às 8h. A janela segue até 4 de setembro. A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Swell a caminho A previsão aponta poucas ondas logo no início da janela, com Cloudbreak pequeno ou praticamente flat durante boa parte do primeiro dia da janela em Fiji. Mas o swell começa a ganhar força ao longo do dia e pode chegar ao fim da tarde com ondas de 1,5 metros de face. A grande mudança aparece já no segundo dia de janelta. Um swell mais consistente deve colocar Cloudbreak na faixa de 3 metros de face durante todo o dia, com séries maiores. A previsão também indica ventos favoráveis, formando o primeiro cenário realmente forte para a realização da competição. Com ondas consistentes, existe ainda a possibilidade de a organização recorrer às baterias no sistema dual heat, com duas disputas acontecendo simultaneamente, para acelerar o cronograma e aproveitar a sequência de boas condições. No terceiro dia de janela, o swell já começa a perder força, mas a parte da manhã ainda pode apresentar quase 3 metros de face, com séries ocasionais maiores. A tendência é de redução gradual durante a tarde, ainda com condições favoráveis. Na sequência, um novo reforço de sudoeste pode manter Cloudbreak na faixa de 2,5 metros pés de face pela manhã do dia seguinte, sem necessariamente provocar novo aumento significativo de tamanho, mas trazendo mais energia e ajudando a prolongar o período de boas ondas. E o maior swell pode ainda estar por vir A também melhora de cenário para os dias 30 e 31 de agosto. Dois sistemas aparecem com potencial para produzir ondas da altura da cabeça até alguns pés acima, possivelmente acompanhadas por vento leve. Mas é a reta final da janela que começa a chamar mais atenção. Entre 2 e 4 de setembro, cresce a possibilidade da chegada de um swell forte e de longo período em Cloudbreak. A previsão aponta a presença de um sistema sólido. A confiança também vem aumentando na possibilidade de que as maiores ondas de toda a janela aconteçam justamente no início de setembro. Por se tratar de uma previsão de longo prazo, o cenário ainda pode mudar nos próximos dias. Cloudbreak para todos os tamanhos Considerada uma das melhores esquerdas do planeta, Cloudbreak quebra sobre um extenso recife de coral e muda completamente de personalidade dependendo do tamanho do swell. Em condições menores, oferece paredes longas e oportunidades para um surfe de alta performance. Quando o Pacífico Sul ganha força, a onda se transforma e passa a produzir tubos grandes, rápidos e extremamente pesados. O amplo campo de competição também reúne diferentes seções e exige leitura precisa do lineup. Depois de receber uma etapa pós-corte em 2024 e o WSL Finals em 2025, Cloudbreak volta agora a colocar todo o elenco do Championship Tour dentro d’água. É a primeira vez que isso acontece desde 2017. Italo chega de amarelo Entre os brasileiros, os olhos estarão principalmente sobre Italo Ferreira. Depois da semifinal em Teahupoo, o potiguar recuperou a lycra amarela e chega a Fiji isolado na liderança do ranking mundial. O campeão mundial de 2019 soma uma vitória, um vice-campeonato e dois terceiros lugares na temporada. Apesar de seu surfe de frontside e da capacidade nos tubos combinarem com Cloudbreak, Italo ainda busca um grande resultado no pico fijiano. A etapa também tem peso especial para Yago Dora. Foi justamente em Cloudbreak que o brasileiro conquistou seu primeiro título mundial, no WSL Finals de 2025. Atual terceiro colocado no ranking, Yago chega ao Fiji Pro buscando recuperar terreno na disputa pelo bicampeonato. Gabriel Medina completa outro capítulo importante da presença brasileira. Bicampeão da etapa, com vitórias em 2014 e 2016, o tricampeão mundial é, ao lado de Yago, um dos únicos brasileiros que já venceram em Cloudbreak. Dez brasileiros em Fiji O Brasil terá nove representantes no masculino e Luana Silva no feminino. Italo Ferreira, Yago Dora, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Samuel Pupo, João Chianca, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Mateus Herdy formam o contingente brasileiro entre os homens. Mateus é o único brasileiro escalado para o Round 1 masculino e enfrenta o australiano Jarvis Earle na terceira bateria. Os demais brasileiros entram posteriormente na competição. Além dos principais nomes do Tour, Fiji terá três wildcards: os locais Teo Degei e Ulukilupetea “Tea” Kurop, vencedores das seletivas fijianas, e o australiano Jarvis Earle, campeão mundial júnior de 2022. Kurop faz história como a primeira mulher de Fiji a disputar uma etapa do Championship Tour. Com o líder mundial de amarelo, um campeão mundial retornando ao palco onde conquistou seu título, dez brasileiros na disputa e diferentes pulsos de swell previstos ao longo dos próximos dias, Fiji abre uma das janelas mais promissoras da temporada. E, se os modelos de previsão realmente confirmarem o que começam a indicar para o início de setembro, o melhor de Cloudbreak pode ficar justamente para o final. Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) x Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) x Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Marco Mignot (FRA) x Seth Moniz (HAV)2 – Ethan

    Com dez brasileiros na disputa, janela do Fiji Pro abre nesta segunda-feira (24), com primeira chamada às 16h30 (de Brasília). Previsão indica swell a caminho para os primeiros dias em Cloudbreak.

    ATUALIZAÇÃO: 21/08/2026, às 12h36 (horário de Brasília) Victor Bernardo e sua esposa, Johnni, apresentam evolução no quadro de saúde após o grave acidente de carro sofrido na Califórnia, nos Estados Unidos. Os dois já passaram por cirurgias e, segundo Mike Townsend, manager do surfista, estão conscientes, de bom humor e otimistas. Victor sofreu uma fratura na perna e um ferimento grave acima do joelho. O brasileiro passou por uma nova cirurgia na quarta-feira. Inicialmente, os médicos instalaram uma estrutura externa para estabilizar a perna, mas o equipamento já foi retirado. Segundo Townsend, a evolução indica a possibilidade de uma recuperação mais rápida do que se imaginava inicialmente. Johnni também passou por uma cirurgia considerada bem-sucedida. Ela sofreu uma hemorragia interna no abdômen e fraturas na face em consequência do acidente. Os ferimentos foram tratados cirurgicamente. De acordo com Townsend, os dois permanecem positivos diante de tudo o que enfrentaram nos últimos dias. Até o momento, nenhum deles tem previsão de alta hospitalar. Abaixo, você confere a matéria publicada originalmente sobre o acidente: O guarujaense Victor Bernardo e a esposa, Johnni, permanecem hospitalizados depois de sofrerem um grave acidente de carro na Califórnia, nos Estados Unidos, na noite do último domingo (16). O veículo em que o casal estava se envolveu em uma colisão com um caminhão. Vitinho foi levado de helicóptero ao hospital. O surfista sofreu uma fratura na perna e precisará passar por cirurgia. Johnni foi transportada de ambulância e também permanece sob cuidados médicos. De acordo com as informações divulgadas até o momento, o quadro dela inspira mais atenção, mas não há risco de morte. As circunstâncias exatas da colisão e o local onde ela aconteceu não foram divulgados. O cineasta Logan Dulien, amigo do casal, afirmou que o acidente poderia ter sido fatal e que os dois deverão enfrentar um longo período de recuperação. A notícia mobilizou a comunidade internacional do surfe nas redes sociais. Mick Fanning, Coco Ho, Kanoa Igarashi, Raimana Van Bastolaer e Mikey February estão entre os nomes que manifestaram apoio ao casal. Natural do Guarujá (SP), Victor Bernardo, conhecido também como Vitinho, ganhou projeção ainda jovem no surfe brasileiro. Em 2013, aos 16 anos, conquistou o título brasileiro Pro Junior, em uma geração que também revelou nomes como Italo Ferreira e Caio Ibelli. Ao longo da carreira, disputou etapas do circuito de acesso à elite mundial e competições em diferentes países. Nos últimos anos, Victor passou a dedicar maior parte da carreira ao free surf e à produção de conteúdo ligado ao surfe. O brasileiro se estabeleceu na Califórnia e continuou diretamente ligado ao esporte. Victor nasceu em 8 de fevereiro de 1997 e tem a Praia do Tombo, no Guarujá, como sua onda favorita. Neste momento, toda a equipe do Waves deseja muita força a Victor e Johnni e torce por uma recuperação completa e tranquila do casal. Veja mais sobre Vitinho: Album Surf retrata perfeição Novo capítulo da Album Victor Bernardo inspirado no Havaí Victor Bernardo poderoso Victor Bernardo performático Sopa de peixe Victor Bernardo na estileira Papo com Victor Bernardo Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Waves (@waves.com.br)

    Surfista brasileiro Victor Bernardo e sua esposa Johnni são hospitalizados após colisão nos Estados Unidos. Atleta sofreu fratura na perna e precisa passar por cirurgia.

    Teahupoo mostrou mais uma vez por que é uma das etapas mais aguardadas do Circuito Mundial. Tubos, notas altas, baterias apertadas e eliminações de alguns dos principais nomes da temporada marcaram a sétima parada do Championship Tour 2026, o Outerknown Tahiti Pro. Seth Moniz e Erin Brooks ficaram com os títulos. Para o Brasil, o grande destaque foi Italo Ferreira, que chegou às semifinais e deixou a Polinésia Francesa na liderança do ranking mundial. Primeira vitória de Seth Moniz Seth Moniz viveu em Teahupoo o maior momento de sua carreira no Championship Tour. Em sua sétima temporada na elite, o havaiano conquistou sua primeira vitória no CT ao derrotar Griffin Colapinto na decisão. A campanha foi construída desde o Round 1. No caminho até o título, Seth passou por Eimeo Czermak, Yago Dora, Barron Mamiya e Alan Cleland antes de encontrar Italo Ferreira nas semifinais. Depois de superar o brasileiro, derrotou Griffin na decisão. Na final, Seth venceu por 18,17 a 14,67, garantindo o primeiro troféu de sua carreira no CT. O resultado também provocou uma grande mudança em sua temporada: ele saltou 12 posições e chegou ao 19º lugar no ranking. Italo veste a lycra amarela Italo Ferreira chegou ao último dia de competição como principal esperança brasileira e avançou às semifinais ao derrotar Ethan Ewing nas quartas. O potiguar começou a bateria com um tubo para 5,33 e depois encontrou uma onda que rendeu 7,17. Na reta final, ainda conseguiu um 8,33 para fechar a disputa com 15,50 pontos contra 11,94 do australiano. Na semifinal contra Seth Moniz, Italo chegou a abrir boa vantagem. O brasileiro liderava por 12,50 a 5,50, mas o havaiano cresceu na parte final da bateria, recebeu 7,83 e 7,93 e virou o confronto. Seth avançou com 15,76 contra 13,83, enquanto Italo terminou a etapa na terceira colocação. Mesmo eliminado, o saldo do brasileiro foi importante na corrida pelo título mundial. Com os 6.085 pontos conquistados em Teahupoo, Italo chegou a 39.930 pontos e abriu 5.000 de vantagem sobre Leonardo Fioravanti, vice-líder. O Brasil ainda ocupa quatro das cinco primeiras posições do ranking: além de Italo na liderança, Yago Dora aparece em terceiro, Miguel Pupo em quarto e Gabriel Medina em quinto. Erin Brooks vira final e conquista o título No feminino, Erin Brooks protagonizou uma reação na decisão contra Anat Lelior. A israelense abriu vantagem e chegou à metade da bateria com duas ondas excelentes, 8,33 e 8,00. Brooks reagiu primeiro com um 8,27 e depois encontrou outro tubo para 8,93, assumindo a liderança. A canadense venceu por 17,20 a 16,33. Foi a primeira vitória de Erin como integrante fixa do Championship Tour. A canadense, de 19 anos, havia começado o Finals Day eliminando a atual campeã mundial e defensora do título da etapa, Molly Picklum, e depois passou por Isabella Nichols na semifinal. Com o resultado, Brooks subiu sete posições e chegou ao 11º lugar do ranking. Anat Lelior também deixou Teahupoo com o maior resultado de sua carreira. O vice-campeonato representou a primeira final de um surfista de Israel no Championship Tour. Slater desafia o tempo Aos 54 anos, Kelly Slater foi um dos grandes personagens da etapa. O 11 vezes campeão mundial eliminou Gabriel Medina em um dos confrontos mais aguardados do campeonato e fez isso com uma atuação que entrou para os destaques do ano. Slater somou 19,06 pontos na bateria, mostrando mais uma vez sua sintonia com Teahupoo. Sua campanha terminou nas oitavas de final, diante de Jack Robinson, mas não antes de o norte-americano voltar a deixar sua marca no campeonato onde construiu alguns dos maiores momentos de sua carreira. Brasileiros em Teahupoo Além da semifinal de Italo, João Chianca, Alejo Muniz e Miguel Pupo chegaram às oitavas de final. Miguel foi superado por Griffin Colapinto, enquanto Chumbinho e Alejo também se despediram nesta fase. Gabriel Medina havia sido eliminado anteriormente por Kelly Slater. No feminino, Luana Silva caiu no Round 2 diante da portuguesa Yolanda Hopkins. Próxima parada: Fiji Encerrado o Tahiti Pro, o Championship Tour permanece no Pacífico Sul. A próxima etapa será disputada em Cloudbreak, Fiji, com janela entre 25 de agosto e 4 de setembro. “A gente segue na disputa. É uma longa jornada e tenho que colocar o pezinho no chão para trabalhar campeonato a campeonato” Italo Ferreira, campeão mundial de 2019 Italo chega à próxima etapa com a lycra amarela, mas evita antecipar qualquer possibilidade de disputa pelo segundo título mundial. O brasileiro já definiu também seu próximo objetivo: conquistar pela primeira vez a etapa de Fiji. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS)

    Seth Moniz conquista primeira vitória no CT, Erin Brooks vence entre as mulheres e Italo Ferreira deixa o Taiti na liderança do ranking após chegar às semifinais do Outerknown Tahiti Pro 2026.