REMA

Alex e Alonso brilham em Itaúna

Alex Ribeiro faz maior nota e peruano Alonso Correa alcança maior somatório no quinto dia do REMA Saquarema Surf Festival na Praia de Itaúna. Longboarders estreiam no evento.

A Praia de Itaúna mostrou porque é considerada como o Maracanã do surfe brasileiro nesta quarta-feira (16) de mar clássico, com as ondas passando dos 2 metros de altura durante todo o dia. Nessas condições épicas, o REMA WSL Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves apresentado pela Prefeitura de Saquarema abriu as competições do Longboard e do QS 6000 Feminino.

Também rolou uma fase do QS 6000 Masculino, com o paulista Alex Ribeiro e o peruano Alonso Correa registrando novos recordes, nota 9,00 e 16,17 pontos, respectivamente. O show de surfe prossegue nesta quinta-feira (17) só de QS 6000, a partir das 7h, ao vivo pelo WorldSurfLeague.com.

O quinto dia começou com os longboarders estreando em ondas épicas. O atual campeão sul-americano, Alexandre Escobar, que venceu o REMA WSL Saquarema Surf Festival no ano passado, chegou a quebrar dois pranchões na sua primeira bateria. Mesmo assim, ele começou a defender o título com vitória e depois passou pelas quartas de final também. Nesta segunda rodada, estrearam os 8 cabeças de chave e o bicampeão mundial Phil Rajzman venceu a primeira batalha por vagas nas semifinais. O carioca e o mexicano Heriberto Torres Martinez, barraram o líder do ranking 2025 da WSL South America, Ignacio Pignataro do Uruguai, e o paulista Fabio Santos.

“É um prazer enorme estar aqui mais uma vez participando do REMA Saquarema Surf Festival. Foi aqui em Saquarema onde eu comecei a competir de Longboard, quando eu tinha 14 anos de idade. Mas eu já vinha participando de eventos aqui de pranchinha muito antes, com uns 7 anos de idade”, relembrou Phil Rajzman. “Saquarema é um lugar que eu tenho muito carinho e dá uma nostalgia estar competindo aqui novamente. Eu já tive grandes resultados aqui e as ondas estão perfeitas, não tem aquele vento de lado. O mar tá bem lisinho e sempre dá para esperar um algo mais em Saquarema. Com certeza, esse campeonato já está sendo marcado por altas ondas desde o primeiro dia de competição, com o Longboard estreando hoje em mais um dia clássico de ondas”.

Na primeira semifinal, Phil Rajzman vai enfrentar um local de Saquarema, Rodrigo Sphaier, Leonardo Esteves Martins e o mexicano Heriberto Torres Martinez. Na outra disputa por duas vagas na decisão do Longboard no REMA WSL Saquarema Surf Festival, está o defensor do título, Alexandre Escobar, com Wenderson Biludo, Hideki Duarte e o uruguaio Julian Schweizer, que fez os recordes dos pranchões na quarta-feira, nota 7,43 e 14,43 pontos. Na categoria feminina, só rolou uma bateria e a tricampeã sul-americana, Chloe Calmon, deu um show no seu retorno às competições na WSL, depois da pausa para tratar da saúde mental no ano passado.

“Estou muito feliz por estar competindo novamente em Saquarema. Sinto que depois da pausa, estou conseguindo ressignificar minha relação com o surfe e a competitividade também”, disse Chloe Calmon. “É sempre especial competir aqui em Saquarema, ainda mais com altas ondas. Eu nem queria sair da água e estou muito feliz de ter começado bem o campeonato. A ansiedade estava a mil, porque deu altas ondas todos os dias. Hoje tava parecendo com o primeiro dia (sábado), que colocaram o QS, mas no freesurf deu pra pegar altas ondas. É muito bom competir com altas ondas e Saquarema nunca decepciona”.

QS 6000 Feminino – Além do Longboard, na quarta-feira também foi iniciado o QS 6000 feminino do REMA WSL Saquarema Surf Festival. As meninas competiram depois da quarta fase do QS 6000 masculino e ninguém conseguiu superar os 14,50 pontos da jovem peruana Sofia Artieda, somando notas 7,50 e 7,00 na primeira bateria. A segunda foi vencida pela experiente surfista de Saquarema, Taís Almeida, que foi a primeira campeã sul-americana Pro Junior da história da WSL South America em 2005 e depois também conquistou o título principal de melhor surfista profissional da América do Sul em 2009.

“Tem altas ondas, mas lá dentro tá bem difícil”, destacou Taís Almeida. “Mas, eu usei minha experiência, entrei focada em tentar pegar pelo menos duas ondas boas que entram no somatório e foi o que eu fiz. Eu consegui já pegar uma primeira onda legal, que me deixou mais tranquila. Tive que sair correndo pela areia para entrar no canal de novo e consegui fazer outra onda que me deu a chance de passar a bateria e vamos pra próxima”.

Tais já completou 40 anos de idade esse ano e competiu contra duas jovens competidoras de apenas 15 anos, a peruana Brianna Barthelmess e a paulista Maeva Guastala. Ela trabalha com jovens surfistas no Centro de Treinamento Leo Neves e sempre participa do REMA WSL Saquarema Surf Festival. Tais Almeida passou para a rodada de estreia das 8 cabeças de chave deste evento realizado pela 213 Sports em memória a Leo Neves desde 2021. Ela foi para a segunda bateria, da campeã do QS de 2023, Tainá Hinckel, a também catarinense Isabelle Nalu e a paranaense Luara Mandelli.

Campeãs em Saquarema – Entre as cabeças de chave da segunda fase do QS 6000 Feminino, que vai abrir a quinta-feira, às 7h, estão as quatro campeãs do REMA WSL Saquarema Surf Festival. A primeira a escrever seu nome no Troféu Leo Neves em 2021, Sophia Medina, entra na primeira das oito baterias. Na segunda está a surfista olímpica Tainá Hinckel, campeã de 2023. Na quinta estreia a também catarinense Laura Raupp, atual campeã sul-americana que defende o título conquistado na Praia de Itaúna no ano passado. E a peruana Daniella Rosas, que venceu a segunda edição em 2022, fecha essa segunda fase.

Sophia Medina, Laura Raupp, Daniella Rosas e a também peruana Arena Rodriguez, que vai estrear na quarta bateria, vão disputar o Challenger Series esse ano, assim como Sol Aguirre, única que competiu no mar épico da quarta-feira. No ano passado, a peruana bateu todos os recordes femininos na Praia de Itaúna, com a nota 9,83 e os 18,56 pontos que totalizou. Sol teve um pouco de trabalho para surfar no mar gigante da quarta-feira, mas depois achou as ondas para derrotar as brasileiras Isabela Saldanha, Kayane Reis e Nalu Demski, por 11,83 pontos, somando uma nota 6,83 da sua melhor apresentação.

“Estava bem difícil o mar, tem que ter muita conexão, as ondas estão bem maiores. Eu só tava surfando marola, ondas medianas, mas agora está muito grande”, destacou Sol Aguirre. “Isso é Saquarema, mas tenho as pranchas certas para cada condição e estou feliz por ter passado essa bateria. Esse lugar é muito especial. Eu competi aqui no CT e foi incrível ter recebido o convite da WSL para competir aqui, porque tem muitas brasileiras. Fiquei feliz em representar a América do Sul e competir com a Carissa Moore, Tatiana Weston-Webb, foi uma experiência incrível”.

QS 6000 Masculino – Entre o Longboard e o QS 6000 Feminino, foi realizada a quarta fase do QS 6000 Masculino, com 8 baterias valendo vagas para a rodada classificatória para as quartas de final do REMA WSL Saquarema Surf Festival. No mar desafiador da quarta-feira, foram registrados novos recordes. Logo na segunda bateria, o paulista Alex Ribeiro atacou uma morra com três manobras potentes de frontside, que arrancaram nota 9,00 dos juízes. Ele igualou a nota que a peruana Catalina Zariquiey conseguiu em sua estreia na categoria Pro Junior na terça-feira. Ambos agora dividem o topo da lista dos recordes de 2025.

“Saquarema é incrível. Na hora da minha bateria, a maré começou a secar, a onda começou a vir muito boa lá no fundo e estou muito feliz por ter começado a bateria com um 9,00”, diz Alex Ribeiro. “Começar bem assim, deixa a gente mais relaxado pra escolher melhor as ondas, mas tá difícil de encontrar. Tanto que demorei pra encontrar uma outra pra tirar um 6, que me deixou mais tranquilo. A prancha também está muito boa. Eu não tinha usado ela aqui em Saquarema ainda, mas já tinha testado lá no Sul e sabia que encaixaria nesse mar. Estou feliz por ter começado bem e vamos pra próxima”.

Alex Ribeiro já fez parte da elite mundial da World Surf League, foi campeão sul-americano em 2014 e enfrentou dois campeões mundiais da categoria Pro Junior, que vão disputar o Challenger Series esse ano. Na briga pela segunda vaga para a próxima fase, o campeão Pro Junior de 2019 e campeão sul-americano da temporada 2023/2024 da WSL South America, Mateus Herdy, despachou o campeão mundial Junior de 2015, Lucas Silveira, além do cearense da nova geração, Guilherme Lemos.

Recorde de pontos – O atual campeão sul-americano da WSL, Lucas Vicente, segue defendendo o título do REMA WSL Saquarema Surf Festival, passando em segundo na dobradinha catarinense com Luan Wood. Já o vice-campeão na final do ano passado, Franco Radziunas, foi barrado na última bateria do QS 6000 masculino. Nessa, o peruano Alonso Correa fez um novo recorde de 16,17 pontos nesta competição esse ano, somando notas 8,50 e 7,67 nas duas melhores ondas que surfou.

“Eu estava remando e vi a onda que parecia incrível, era uma onda grande e estava mais limpa dos que as outras. Tem muito bump aqui, muito backwash e essa estava mais limpa, fui pra primeira manobra com tudo e sabia que ia ser duas manobras, então estou muito feliz pelas condições das ondas hoje aqui em Saquarema”, descreve Alonso Correa, sobre a onda que valeu nota 8,50. “Estou vendo o mar o dia todo, desde o Longboard e não via a hora de entrar na água. Eu estudei o mar e a prancha estava perfeita também, então tudo simplesmente fluiu. Tem altas ondas e Saquarema é o lugar que tenho que trazer mais pranchas de todo o Brasil. Mas, estamos preparados para tudo, porque o mar aqui muda muito”.

Chamada às 6h30 – Assim como aconteceu na quarta-feira, a primeira chamada da quinta-feira também foi marcada para as 6h30, com um possível início da competição as 7h00 na Praia de Itaúna. No sexto dia do Maior Festival de Surfe da América do Sul, só vai ter baterias do QS 6000 masculino e feminino. A quinta-feira vai começar pela rodada de estreia das cabeças de chave do QS feminino. Depois dessas 8 baterias, tem a fase classificatória para as quartas de final masculinas, seguida por esta mesma rodada das meninas. E a previsão é encerrar a quinta-feira com as quartas de final do QS 6000 masculino.

A Prefeitura de Saquarema apresenta o REMA WSL Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves, uma realização da 213 Sports / V3A com homologação da WSL Latin America, que acontece com patrocínios da Cerveja Praya, Rip Curl e Monster Energy Drink; apoio da Ocean Drop e Viação 1001; parceria de mídia do Canal Woohoo, Flamboiar, Waves, Surfguru, Saquarema da Informação, Costa do Sol FM e parceria institucional da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ), Associação de Surf de Saquarema (ASS) e Centro de Treinamento Leo Neves, com transmissão ao vivo pelo WorldSurfLeague.com.

Resultados da quarta-feira (16)
Primeira fase Longboard Masculino – 3.o=17.o lugar (200 pts) e 4.o=21.o lugar (174 pts):

1.a: 1-Fabio Santos (BRA), 2-Jefson Silva (BRA), 3-João Luis da Silva (BRA)

2.a: 1-Rodrigo Sphaier (BRA), 2-Heriberto T. Martinez (MEX), 3-José T. Alencar (BRA), 4-Gabriel Moura (BRA)

3.a: 1-Wenderson Biludo (BRA), 2-Yam Wisman (BRA), 3-Petterson Silva (BRA)

4.a: 1-Alexandre Escobar (BRA), 2-Romoaldo Nascimento (BRA), 3-Pedro Carvalho (BRA)
Quartas de final Longboard Masculino – entrada dos 8 cabeças de chave ———-3.o=9.o lugar (350 pontos) e 4.o=13.o lugar (295 pontos)

1.a: 1-Phil Rajzman (BRA), 2-Heriberto T. Martinez (MEX), 3-Ignacio Pignataro (URU), 4-Fabio Santos (BRA)

2.a: 1-Leonardo Esteves Martins (BRA), 2-Rodrigo Sphaier (BRA), 3-Jefson Silva (BRA), 4-Jeferson Silva (BRA)

3.a: 1-Hideki Duarte (BRA), 2-Wenderson Biludo (BRA), 3-Carlos Bahia (BRA), 4-Romoaldo Nascimento (BRA)

4.a: 1-Julian Schweizer (URU), 2-Alexandre Escobar (BRA), 3-Lucas Salomone (BRA), 4-Yam Wisman (BRA)
Primeira fase Longboard Feminino – 3.a=9.o lugar com 350 pontos:

1.a: 1-Chloe Calmon (BRA), 2-Ayllar Cinti (BRA), 3-Gabriela Sztamfater (BRA)

2.a: Rayane Amaral (BRA) e Inês Beisso (ARG) avançaram sem precisar competir

3.a: Evelin Neves (BRA) e Viviane Skinner (BRA) avançaram sem precisar competir

4.a: Luana Soares (BRA) e Juliette Duhaime (ARG) avançaram sem precisar competir

Quarta fase QS 6000 Masculino – QUARTA FASE – 3.o=17.o lugar (960 pts) e 4.o=25.o lugar (864 pts):

1.a: 1-Renan Pulga (BRA), 2-Daniel Templar (BRA), 3-Valentin Neves (BRA), 4-Peterson Crisanto (BRA)

2.a: 1-Alex Ribeiro (BRA), 2-Mateus Herdy (BRA), 3-Guilherme Lemos (BRA), 4-Lucas Silveira (BRA)

3.a: 1-Gabriel Klaussner (BRA), 2-Vitor Ferreira (BRA), 3-Michael Rodrigues (BRA), 4-Rickson Falcão (BRA)

4.a: 1-Daniel Adisaka (BRA), 2-Igor Moraes (BRA), 3-Santiago Muniz (ARG), 4-Roberto Araki (CHL)

5.a: 1-Luan Wood (BRA), 2-Lucas Vicente (BRA), 3-Francisco Bellorin (VEN), 4-Mateus Sena (BRA)

6.a: 1-Raul Rios (PER), 2-Arthur Maximo (BRA), 3-Martin Ottado (URU), 4-Wallace Vasco (BRA)

7.a: 1-Weslley Dantas (BRA), 2-Cauã Costa (BRA), 3-Samuel Igo (BRA), 4-Ryan Kainalo (BRA)

8.a: 1-Alonso Correa (PER), 2-Caio Costa (BRA), 3-Franco Radziunas (ARG), 4-Wiggolly Dantas (BRA)
Primeira fase QS 6000 Feminino – PRIMEIRA FASE – 3.a=33.o lugar (540 pts) e 4.a=41.o lugar (510 pts):

1: 1-Sofia Artieda (PER), 2-Luara Mandelli (BRA), 3-Julia Duarte (BRA)

2: 1-Tais Almeida (BRA), 2-Brianna Barthelmess (PER), 3-Maeva Guastala (BRA), 4-Karol Ribeiro (BRA)

3: 1-Isidora Bultó (CHL), 2-Ana Gonzalez Velasco (MEX), 3-Leticia Calleia (BRA), 4-Kemily Sampaio (BRA)

4: 1-Maria Eduarda (BRA), 2-Yanca Costa (BRA), 3-Potira Castaman (BRA), 4-Juliana Meneguel (BRA)

5: 1-Sol Aguirre (PER), 2-Isabela Saldanha (BRA), 3-Kayane Reis (BRA), 4-Nalu Demski (BRA)

6: 1-Catalina Zariquiey (PER), 2-Victoria Munoz Larreta (ARG), 3-Laiz Costa (BRA), 4-Valentina Zanoni (BRA)

7: 1-Estela Lopez (CHL), 2-Julia Nicanor (BRA), 3-Carol Bastides (BRA), 4-Isabela de Liz (BRA)

8: 1-Matilda Bultó (CHL), 2-Aysha Ratto (BRA), 3-Sol Carrion (BRA), 4-Kiany Hyakutake (BRA)
Baterias que abem a quinta-feira (17) em Itaúna
Segunda fase QS 6000 Feminino – entrada das 16 cabeças de chave ————3.a=17.o lugar (960 pontos) e 4.a-25.o lugar (864 pontos)

1 Sophia Medina (BRA), Paloma Pardo (BRA), Sofia Artieda (PER), Brianna Barthelmess (PER)

2 Tainá Hinckel (BRA), Isabelle Nalu (BRA), Tais Almeida (BRA), Luara Mandelli (BRA)

3 Vera Jarisz (ARG), Kalea Gervasi (PER), Isidora Bultó (CHL), Yanca Costa (BRA)

4 Arena Rodriguez (PER), Melanie Giunta (PER), Maria Eduarda (BRA), Ana Gonzalez Velasco (MEX)

5 Laura Raupp (BRA), Camila Sanday (PER), Sol Aguirre (PER), Victoria Muñoz Larreta (ARG)

6 Juliana dos Santos (BRA), Genesis Garcia (EQU), Catalina Zariquiey (PER), Isabela Saldanha (BRA)

7 Silvana Lima (BRA), Alexia Monteiro (BRA), Estela Lopez (CHL), Aysha Ratto (BRA)

8 Daniella Rosas (PER), Sophia Gonçalves (BRA), Matilda Bultó (CHL), Julia Nicanor (BRA)
Quinta fase QS 6000 Masculino – 1.o e 2.o avançam para as quartas de final ————3.o=9.o lugar (1.890 pontos) e 4.o-13.o lugar (1.728 pontos)

1 Igor Moraes (BRA), Alex Ribeiro (BRA), Vitor Ferreira (BRA), Renan Pulga (BRA)

2 Mateus Herdy (BRA), Daniel Adisaka (BRA), Daniel Templar (BRA), Gabriel Klaussner (BRA)

3 Cauã Costa (BRA), Luan Wood (BRA), Caio Costa (BRA), Raul Rios (PER)

4 Lucas Vicente (BRA), Weslley Dantas (BRA), Alonso Correa (PER), Arthur Maximo (BRA)

Próximas baterias 
Terceira fase Pro Junior Masculino – entrada dos 32 cabeças de chave ———–3.o=17.o lugar (200 pontos) e 4.o=41.o lugar (150 pts)

1 Ryan Kainalo (BRA). Rafael Lutfy (BRA), Bryan Almeida (BRA), Bastian Arevalo (PER)

2 Pol Huquet (PER), Takeshi Oyama (BRA), Rafael Barbosa (BRA), Gabriel Klaussner (BRA)

3 Maximiliano Saenz (EQU), Mateo Christodulu (PER), Thiago Passeri (ARG), Vini Palma (BRA)

4 Guilherme Lemos (BRA), Nathan Hereda (BRA), Caio Okamoto (BRA), Joaquin M. Larreta (ARG)

5 Rickson Falcão (BRA), Caique Gomes (BRA), Yuri Gabryel (BRA), Pablo Gabriel (BRA)

6 Ryan Martins (BRA), Adrian de Osma (PER), Romeo Chavez (COL), Reimundo Berry (CHL)

7 Sunny Pires (BRA), Igor Shibata (BRA), Esdras Morais (BRA), Lucas Rosario (BRA)

8 Cauet Frazão (BRA), João Artur (BRA), Mariano Maugere (PER), Kailani Renno (BRA)
Quartas de final Feminino Pro Junior – 3.a=9.o lugar (350 pts) e 4.a=13.o lugar (295 pts):

1 Sophia Medina (BRA), Brianna Barthelmess (PER), Sofia Artieda (PER), Matilda Bultó (CHL)

2 Arena Rodriguez (PER), Luara Mandelli (BRA), Isidora Bultó (CHL), Carol Bastides (BRA)

3 Catalina Zariquiey (PER), Estela Lopez (CHL), Vera Jarisz (ARG), Alexia Monteiro (BRA)

4 Genesis Garcia (EQU), Maria Eduarda (BRA), Laiz Costa (BRA), Paloma Pardo (BRA)
Semifinais Longboard Masculino – 3.o=5.o lugar (500 pts) e 4.o=7.o lugar (445 pts):

1 Phil Rajzman (BRA), Heriberto T. Martinez (MEX), Leonardo E. Martins (BRA), Rodrigo Sphaier (BRA)

2 Hideki Duarte (BRA), Wenderson Biludo (BRA), Julian Schweizer (URU), Alexandre Escobar (BRA)
Semifinais Longboard Feminino – 3.a=5.o lugar (500 pts) e 4.a=7.o lugar (445 pts):

1 Chloe Calmon (BRA), Ayllar Cinti (BRA), Rayane Amaral (BRA), Inês Beisso (URU)

2 Evelin Neves (BRA), Viviane Skinner (BRA), Luana Soares (BRA), Juliette Duhaime (ARG)

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    A Seleção Brasileira está convocada para o ISA World Surfing Games 2026. A Confederação Brasileira de Surf anunciou nesta segunda-feira (5) os seis atletas que representarão o país entre os dias 6 e 15 de novembro, em Punta Rocas, no Peru, na competição que abre o ciclo classificatório do surfe para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. No masculino, o Brasil será representado por Yago Dora, Italo Ferreira e Miguel Pupo. Os três são os brasileiros mais bem colocados no ranking do Championship Tour em 2026. Yago, atual campeão mundial, lidera a classificação; Italo ocupa a terceira posição; e Miguel chegou ao quarto lugar depois da vitória em Trestles. O time feminino terá Luana Silva, Laura Raupp e Tainá Hinckel. Luana é a única brasileira no CT, enquanto Laura garantiu presença como campeã brasileira de 2025. Sophia Medina seria a representante vinda do Challenger Series, mas recusou a convocação, abrindo a vaga para Tainá, a próxima brasileira no ranking. Segundo a Confederação, os critérios de convocação priorizam os três melhores atletas brasileiros no ranking do CT da temporada. Caso as vagas não sejam preenchidas, passam a valer na sequência o Challenger Series, considerando o melhor brasileiro até a 40ª posição, bem como o ranking brasileiro de 2025. Vaga extra em Los Angeles Além das medalhas individuais em Punta Rocas, o ISA World Surfing Games terá peso direto na composição das equipes para os Jogos Olímpicos de 2028. O país campeão por equipes no masculino conquista uma vaga olímpica extra, assim como o campeão por equipes no feminino. A vaga pertence ao país, e não ao atleta que obtiver o resultado. Normalmente, cada nação poderá levar até dois surfistas por gênero aos Jogos, mas esse número pode chegar a três caso o país conquiste uma das vagas extras por equipes nos ISA World Surfing Games de 2026 ou 2027. O Brasil conhece bem esse caminho. Em Paris 2024, foi o único país a competir com o número máximo de atletas tanto no masculino quanto no feminino depois de vencer os títulos por equipes do ISA World Surfing Games 2024 nas duas categorias. As medalhas olímpicas do surfe em Los Angeles 2028 serão disputadas entre 15 e 23 de julho, em Lower Trestles, na Califórnia, palco onde Miguel Pupo venceu recentemente uma etapa do CT 2026. Seleção Brasileira MasculinoYago DoraItalo FerreiraMiguel Pupo FemininoLuana SilvaLaura RauppTainá Hinckel Como funciona a classificação para Los Angeles 2028 Para o Brasil, a classificação olímpica passa por diferentes caminhos, que seguem uma ordem de prioridade. O principal será o Championship Tour de 2028: o ranking considerado entre 15 de agosto de 2027 e 15 de junho de 2028 distribuirá oito vagas masculinas e oito femininas, com limite de um atleta por país em cada gênero. O segundo caminho será o ISA World Surfing Games 2028, que classificará outros sete homens e sete mulheres, novamente com apenas uma vaga por país em cada gênero. Na prática, por essas duas vias, um país poderá garantir até dois surfistas no masculino e dois no feminino: um pelo CT e outro pelo Mundial da ISA. É aí que os Mundiais de 2026 e 2027 ganham importância especial. O país campeão por equipes em cada gênero recebe uma vaga olímpica adicional, o que abre a possibilidade de chegar a Los Angeles com três atletas no masculino e/ou três no feminino. Essa vaga pertence ao país, e não ao surfista que conquistar o resultado. No caso brasileiro, caberá ao COB e à Confederação Brasileira de Surfe definir posteriormente quem ocupará a posição. Outro caminho para os brasileiros será os Jogos Pan-Americanos de 2027, também programados para Punta Rocas. Os campeões masculino e feminino garantem classificação para Los Angeles 2028, mas a vaga deixa de ser utilizada caso o atleta posteriormente se classifique por uma via considerada superior, como o CT ou o ISA World Surfing Games 2028. O sistema ainda prevê vagas por competições continentais, país-sede e universalidade. Entre elas estão os Jogos Asiáticos de 2026, vagas para África e Oceania pelo ISA Games 2027, o Campeonato Europeu de 2027 e vagas destinadas aos Estados Unidos como anfitriões, caso o limite máximo por país ainda não tenha sido preenchido.

    Yago Dora, Italo Ferreira, Miguel Pupo, Luana Silva, Laura Raupp e Tainá Hinckel representam o Brasil de 6 a 15 de novembro em Punta Rocas, na abertura do ciclo olímpico para Los Angeles 2028.

    O Finals Day teve as melhores condições de toda a semana na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP). Ondas de aproximadamente 1,5 metro, boa formação e vento terral receberam as disputas a partir das quartas de final neste sábado (3), no encerramento da terceira etapa do Challenger Series 2026. No fim do dia, a festa foi brasileira. Ryan Kainalo superou Alister Reginato na decisão masculina, garantiu o título e deixou Maresias na liderança do ranking. No feminino, a australiana Charli Hately derrotou a portuguesa Francisca Veselko. Ambos conquistaram 10.000 pontos no ranking. Ryan voa e assume a liderança Único brasileiro a chegar ao Finals Day, Ryan Kainalo teve um sábado perfeito em Maresias. Depois de superar o peruano Lucca Mesinas nas quartas de final, o paulista dominou o australiano Oscar Berry na semifinal e chegou à primeira decisão da carreira no Challenger Series. Na final contra Alister Reginato, Ryan abriu sua conta com um aéreo alto para receber 6.83. Depois, conectou três manobras fortes na parte crítica da onda e arrancou 7.67, chegando a 14.50 pontos. Reginato terminou com 5.83 e, a quatro minutos do fim, ainda precisava de 9.17 para virar a bateria. Ryan administrou a vantagem até a buzina e, ao sair da água, correu para abraçar o pai. “Estou muito feliz, ainda digerindo tudo isso. Foi um dia inesquecível. A praia estava cheia, a torcida brasileira é diferente de tudo. Energia surreal. Estou muito feliz, de verdade”, celebra Ryan Kainalo. O brasileiro já havia produzido um dos grandes momentos do dia na semifinal contra Oscar Berry. Ryan acertou um aéreo full rotation para receber 8.50, maior nota masculina do Finals Day, colocou o australiano em combinação e venceu por 14.20 x 3.73. Com os 10.000 pontos da vitória, o surfista de 20 anos assumiu a liderança do Challenger Series e deu um passo importante na corrida por uma vaga no Championship Tour de 2027. Charli Hately leva o feminino No feminino, Charli Hately também alcançou a primeira decisão da carreira no Challenger Series e aproveitou a oportunidade. A australiana de 17 anos derrotou Francisca Veselko por 14.33 x 10.67 na final, com notas 7.83 e 6.50. Charli mostrou paciência para encontrar as melhores direitas de Maresias e atacou as ondas com um backside potente. “É loucura. Não consigo acreditar que venci. Coloquei minha cabeça no lugar, peguei as ondas e agora tudo parece surreal. Sou muito grata. A todos em casa, à minha família, a todos que estão torcendo. Sou muito agradecida”, afirma Hately. A campanha teve ainda uma virada importante na semifinal. Charli passou os primeiros 20 minutos atrás de Anat Lelior, mas encontrou as ondas na reta final, marcou 7.33 e 6.50 e avançou com 13.83 x 10.97. Com o título, a australiana somou 10.000 pontos e saltou para a décima colocação do Challenger Series, com 11.940 pontos. Francisca assume vice-liderança Vice-campeã em Maresias, Francisca Veselko também deixou São Sebastião em posição importante na corrida pelo CT. A portuguesa eliminou Teresa Bonvalot nas quartas e teve uma grande atuação contra Sally Fitzgibbons na semifinal. Francisca marcou 8.83 em uma sequência de fortes manobras de frontside e venceu por 13.50 x 7.10. A nota foi a maior do feminino em toda a competição. Com os 7.800 pontos do segundo lugar, Francisca assumiu a vice-liderança do Challenger Series, atrás apenas da australiana Sierra Kerr. Números do São Sebastião Pro O feminino teve 635 ondas surfadas em 31 baterias. Francisca Veselko foi a única atleta a alcançar uma nota de critério excelente, com o 8.83 da semifinal. Charli Hately veio na sequência com 7.83 na final, mesma nota alcançada anteriormente por Sanoa Dempfle-Olin. Kana Nakashio teve a maior somatória feminina da competição, 14.40, ainda no Round das 32. Entre os homens, foram 1.092 ondas surfadas em 47 baterias. Jackson Bunch ficou com a maior nota da competição, 8.83 no Round dos 64. Ryan Kainalo veio na sequência com o 8.50 da semifinal, seguido pelo 8.33 de Joel Vaughan no Round das 32. Resultados a partir das oitavas de final Masculino Oitavas de final 1 – Oscar Berry (AUS) 9.67 x Kade Matson (EUA) 5.662 – Charly Quivront (FRA) 12.00 x Joel Vaughan (AUS) 9.963 – Lucca Mesinas (PER) 10.14 x Jackson Bunch (HAV) 9.604 – Ryan Kainalo (BRA) 11.50 x Yago Dominguez (ESP) 10.105 – Alonso Correa (PER) 10.00 x Beyrick De Vries (NED) 7.836 – Kei Kobayashi (JAP) 12.83 x Jett Schilling (EUA) 9.777 – Alister Reginato (AUS) 9.50 x Crosby Colapinto (EUA) 8.338 – Ian Gentil (HAV) 9.17 x Owen Moss (EUA) 7.80 Quartas de final 1 – Oscar Berry (AUS) 13.50 x Charly Quivront (FRA) 9.672 – Ryan Kainalo (BRA) 12.67 x Lucca Mesinas (PER) 11.003 – Alonso Correa (PER) 11.73 x Kei Kobayashi (JAP) 4.934 – Alister Reginato (AUS) 12.84 x Ian Gentil (HAV) 11.50 Semifinais 1 – Ryan Kainalo (BRA) 14.20 x Oscar Berry (AUS) 3.732 – Alister Reginato (AUS) 14.33 x Alonso Correa (PER) 9.57 Final 1 – Ryan Kainalo (BRA) 14.50 x Alister Reginato (AUS) 5.83 Feminino Oitavas de final 1 – Kiara Goold (PYF) 12.13 x Sierra Kerr (AUS) 10.172 – Anat Lelior (ISR) 10.00 x Amuro Tsuzuki (JAP) 8.743 – Charli Hately (AUS) 11.60 x Anon Matsuoka (JAP) 11.134 – Eweleiula Wong (HAV) 11.07 x Sol Aguirre (PER) 7.335 – Francisca Veselko (POR) 9.50 x Ziggy Aloha Mackenzie (AUS) 8.676 – Teresa Bonvalot (POR) 5.27 x India Robinson (AUS) 5.137 – Sally Fitzgibbons (AUS) 12.00 x Sanoa Dempfle-Olin (CAN) 9.668 – Kana Nakashio (JAP) 7.60 x Sophia Medina (BRA) 7.03 Quartas de final 1 – Anat Lelior (ISR) 10.50 x Kiara Goold (PYF) 8.172 – Charli Hately (AUS) 11.24 x Eweleiula Wong (HAV) 8.173 – Francisca Veselko (POR) 13.16 x Teresa Bonvalot (POR) 9.704 – Sally Fitzgibbons (AUS) 10.97 x Kana Nakashio (JAP) 8.43 Semifinais 1 – Charli Hately (AUS) 13.83 x Anat Lelior (ISR) 10.972 – Francisca Veselko (POR) 13.50 x Sally Fitzgibbons (AUS) 7.10 Final 1 – Charli Hately (AUS) 14.33 x Francisca Veselko (POR)

    Charli Hately conquista título feminino e Ryan Kainalo assume topo do Challenger Series, com vitória no Banco do Brasil São Sebastião Pro, em Maresias (SP).

    A Praia de Paúba, na Costa Sul de São Sebastião (SP), recebe neste sábado (3) a nona edição do Paúba Super Tubos. A competição reúne 56 surfistas convidados em um dos picos mais técnicos do Litoral Norte paulista, com transmissão ao vivo durante todo o dia. Conhecida pelas ondas fortes, rápidas e tubulares que quebram próximas à faixa de areia, Paúba deve oferecer condições de alto nível para os competidores. A previsão divulgada pela organização indica ondas com mais de 1 metro de altura. A disputa acontece em categoria única e exclusivamente para convidados, selecionados pelo nível técnico necessário para enfrentar as características da onda. O formato conta com seis fases e começou com 40 atletas no Round 1. Os 16 classificados avançam e encontram outros competidores já posicionados na chave. As semifinais e a grande final estão previstas para o período da tarde, com os horários sujeitos a alterações de acordo com as condições do mar. A lista de participantes ainda pode receber nomes que disputam o Challenger Series da WSL em Maresias. Segundo a organização, atletas eliminados antes das finais da competição internacional poderão participar do Paúba Super Tubos. Além das disputas dentro d’água, o evento movimenta a Praia de Paúba e a Costa Sul de São Sebastião, com a presença de atletas, equipes e público. A competição conta com apoio da Prefeitura de São Sebastião, por meio da Secretaria de Esportes.

    Nona edição do Paúba Super Tubos reúne 56 surfistas neste sábado (3), nas ondas tubulares da Costa Sul de São Sebastião; acompanhe a transmissão ao vivo.

    O Banco do Brasil São Sebastião Pro chega neste sábado (3) ao Finals Day na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP). A chamada está marcada para 6h30 (Brasília), com possibilidade de início das baterias às 7h05. As quartas de final abrem o caminho para a definição dos campeões da terceira etapa do Challenger Series 2026. O Brasil terá apenas um representante no último dia. Ryan Kainalo garantiu vaga nas quartas ao vencer o espanhol Yago Dominguez por 11,50 x 10,10 em uma bateria decidida nos minutos finais. O brasileiro liderou boa parte do confronto, perdeu a primeira posição perto do fim e precisou melhorar sua segunda nota para avançar. Na última oportunidade, encontrou a onda necessária e recuperou a liderança com notas 6,50 e 5,00. Ryan mira liderança do Challenger Series Além de seguir na briga pelo título em Maresias, Ryan Kainalo pode deixar a etapa na liderança do ranking do Challenger Series. Com a eliminação do havaiano Jackson Bunch nas oitavas, o brasileiro assume a primeira colocação caso alcance a final. Nas quartas, Ryan enfrenta o peruano Lucca Mesinas, que eliminou Bunch por 10,14 x 9,60. O duelo será o único confronto sul-americano da rodada. “Foi uma bateria muito difícil. O mar está muito difícil, as ondas estão sem parede, e quando ele virou a bateria em cima de mim, sabia que seria muito complicado achar uma onda boa. Mas acreditei e deu tudo certo”, comemorou Ryan após a classificação. Sophia Medina se despede No feminino, Sophia Medina foi eliminada pela japonesa Kana Nakashio na última bateria das oitavas. Nakashio venceu por 7,60 x 7,03 e avançou para enfrentar a australiana Sally Fitzgibbons nas quartas. A líder do ranking, Sierra Kerr, também ficou pelo caminho. A australiana precisava de mais duas vitórias para confirmar matematicamente a classificação ao Championship Tour de 2027, mas foi superada pela taitiana Kiara Goold por 12,13 x 10,17. Destaques do último dia Kei Kobayashi teve a maior nota masculina desta sexta-feira ao marcar 8,00 pontos na vitória sobre Jett Schilling. O japonês enfrenta Alonso Correa nas quartas. Entre as mulheres, Sally Fitzgibbons avançou com 12,00 pontos de somatório diante de Sanoa Dempfle-Olin e segue na busca pela reclassificação para o Championship Tour. Próxima chamada A próxima chamada do Banco do Brasil São Sebastião Pro acontece neste sábado (3), às 6h30 (Brasília), com possibilidade de início das baterias às 7h05, na Praia de Maresias. O Finals Day começa pelas quartas de final e termina com a definição dos campeões masculino e feminino da etapa. O Finals Day começa pelas quartas de final e termina com a definição dos campeões masculino e feminino da etapa. O Finals Day começa pelas quartas de final e termina com a definição dos campeões masculino e feminino da etapa. Baterias do Banco do Brasil São Sebastião Pro 2026 Feminino Round das 32 1 – Sierra Kerr (AUS) 12.10 x Amuro Tsuzuki (JAP) 11.60 x Isla Huppatz (AUS) 8.97 x Bella Kenworthy (EUA) 7.902 – Anat Lelior (ISR) 11.30 x Kiara Goold (PYF) 11.00 x Tya Zebrowski (FRA) 10.83 x Moana Jones Wong (HAV) 5.703 – Charli Hately (AUS) 12.77 x Sol Aguirre (PER) 12.24 x Vahine Fierro (FRA) 12.10 x Talia Swindal (EUA) 10.334 – Eweleiula Wong (HAV) 11.24 x Anon Matsuoka (JAP) 10.00 x Laura Raupp (BRA) 8.53 x Brisa Hennessy (CRC) 7.635 – Francisca Veselko (POR) 12.20 x India Robinson (AUS) 12.16 x Eden Walla (EUA) 11.04 x Maria Salgado (POR) 8.936 – Teresa Bonvalot (POR) 10.96 x Ziggy Aloha Mackenzie (AUS) 10.40 x Lucy Darragh (AUS) 8.34 x Sophie McCulloch (AUS) 8.037 – Sally Fitzgibbons (AUS) 12.56 x Sophia Medina (BRA) 11.66 x Daniella Rosas (PER) 10.33 x Ellie Harrison (AUS) 9.778 – Kana Nakashio (JAP) 14.40 x Sanoa Dempfle-Olin (CAN) 13.83 x Kirra Pinkerton (EUA) 13.67 x Alyssa Spencer (EUA) 11.37 Oitavas de final 1 – Kiara Goold (PYF) 12.13 x Sierra Kerr (AUS) 10.172 – Anat Lelior (ISR) 10.00 x Amuro Tsuzuki (JAP) 8.743 – Charli Hately (AUS) 11.60 x Anon Matsuoka (JAP) 11.134 – Eweleiula Wong (HAV) 11.07 x Sol Aguirre (PER) 7.335 – Francisca Veselko (POR) 9.50 x Ziggy Aloha Mackenzie (AUS) 8.676 – Teresa Bonvalot (POR) 5.27 x India Robinson (AUS) 5.137 – Sally Fitzgibbons (AUS) 12.00 x Sanoa Dempfle-Olin (CAN) 9.668 – Kana Nakashio (JAP) 7.60 x Sophia Medina (BRA) 7.03 Quartas de final 1 – Kiara Goold (PYF) x Anat Lelior (ISR)2 – Charli Hately (AUS) x Eweleiula Wong (HAV)3 – Francisca Veselko (POR) x Teresa Bonvalot (POR)4 – Sally Fitzgibbons (AUS) x Kana Nakashio (JAP) Masculino Round dos 32 1 – Kade Matson (EUA) 13.06 x Charly Quivront (FRA) 12.77 x Reef Heazlewood (AUS) 12.26 x Douglas Silva (BRA) 12.172 – Joel Vaughan (AUS) 15.26 x Oscar Berry (AUS) 10.43 x Shohei Kato (JAP) 10.03 x Jacob Willcox (AUS) 9.873 – Jackson Bunch (HAV) 13.33 x Yago Dominguez (ESP) 11.97 x Hiroto Ohhara (JAP) 10.87 x Winter Vincent (AUS) 9.934 – Ryan Kainalo (BRA) 11.40 x Lucca Mesinas (PER) 11.27 x Jake Marshall (EUA) 9.36 x Lennix Smith (AUS) 7.905 – Alonso Correa (PER) 13.40 x Jett Schilling (EUA) 12.97 x Deivid Silva (BRA) 11.53 x Jack Robinson (AUS) 8.606 – Kei Kobayashi (JAP) 12.83 x Beyrick De Vries (NED) 9.80 x Connor Slijpen (AFS) 9.03 x Mihimana Braye (PYF) 5.737 – Alister Reginato (AUS) 11.96 x Owen Moss (EUA) 11.50 x Adin Masencamp (AFS) 10.57 x Levi Slawson (EUA) 8.378 – Ian Gentil (HAV) 10.64 x Crosby Colapinto (EUA) 9.50 x Dimitri Poulos (EUA) 8.10 x Eli Hanneman (HAV) 4.97 Oitavas de final 1 – Oscar Berry (AUS) 9.67 x Kade Matson (EUA) 5.662 – Charly Quivront (FRA) 12.00 x Joel Vaughan (AUS) 9.963 – Lucca Mesinas (PER) 10.14 x Jackson Bunch (HAV) 9.604 – Ryan Kainalo (BRA) 11.50 x Yago Dominguez (ESP) 10.105 – Alonso Correa (PER) 10.00 x Beyrick De Vries (NED) 7.836 – Kei Kobayashi (JAP) 12.83 x Jett Schilling (EUA) 9.777 – Alister Reginato (AUS) 9.50 x Crosby Colapinto (EUA) 8.338 –

    Banco do Brasil São Sebastião Pro chega ao último dia neste sábado (3), com chamada às 6h30 e possível início às 7h05. Ryan Kainalo é o único brasileiro na disputa e pode assumir a liderança do CS.

    Um dos eventos de base mais tradicionais do surfe está de volta ao Brasil. Depois de 11 anos, o Quiksilver King of the Groms retorna ao país nos dias 10 e 11 de outubro, na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). A edição de 2026 também marca uma novidade: a Roxy passa a realizar o evento ao lado da Quiksilver, dando espaço também às meninas no King and Queen of the Groms. A competição será disputada nas categorias Sub-12, Sub-14 e Sub-16, no masculino e feminino, e está aberta a surfistas de até 16 anos. Criado pela Quiksilver entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000, o KOTG nasceu com o objetivo de descobrir e dar visibilidade aos jovens surfistas de alta performance. Ao longo de suas edições, o evento recebeu nomes que posteriormente se destacaram no Circuito Mundial. Entre eles está Gabriel Medina, vencedor da final internacional de 2009, na França, quando conseguiu duas notas 10 e somou 20 pontos. Outros nomes que passaram e venceram o campeonato incluem Filipe Toledo, John John Florence, Jack Robinson, Leonardo Fioravanti e Matt Banting. Retorno ao Brasil O King of the Groms foi realizado cinco vezes no Brasil: Itajaí (SC), em 2010; Itacaré (BA), em 2011; Baía Formosa (RN), em 2012; São Francisco do Sul (SC), em 2013; e Fernando de Noronha (PE), em 2015. Na última edição brasileira, Fernando de Noronha recebeu não apenas uma seletiva regional, mas a própria Final Mundial do evento. Em 2026, a Roxy passa a realizar o evento ao lado da Quiksilver, com disputas também no feminino. “O King of the Groms sempre foi muito importante para a Quiksilver e eu considero esse evento mais do que um campeonato. Ele faz parte da história do surf e ajudou a colocar muitos talentos no radar. E, depois de tantos anos, trazer esse nome de volta ao Brasil, agora também com o feminino (Roxy), tem um significado enorme para nós. Queremos resgatar esse espírito e, ao mesmo tempo, criar novas histórias. Temos uma geração de groms muito forte no Brasil e poder reabrir essa porta e acompanhar de perto quem serão os próximos nomes do surf brasileiro é, sem dúvida, uma das partes mais legais desse projeto”, disse Karol Lopes, gerente de Marketing da Quiksilver e Roxy Brasil. Inscrições abertas As inscrições já estão abertas e custam R$ 150. Os atletas devem se inscrever exclusivamente pelo e-mail [email protected], enviando comprovante de pagamento, documento com foto e os dados do atleta. Quiksilver & Roxy King and Queen of the GromsPraia de Itamambuca – Ubatuba (SP)10 e 11 de outubro de 2026Sub-12 Masculino e FemininoSub-14 Masculino e FemininoSub-16 Masculino e FemininoInscrição: R$ 150

    Meninos e meninas de até 16 anos disputam o Quiksilver King and Queen of the Groms nos dias 10 e 11 de outubro em Itamambuca, Ubatuba (SP), depois de 11 anos da última edição no Brasil.

    A Praia de Maresias, em São Sebastião (SP), recebe entre os dias 26 de setembro e 3 de outubro o Banco do Brasil São Sebastião Pro, etapa do Challenger Series 2026/27 da World Surf League (WSL). Esta será a primeira vez que o estado de São Paulo recebe uma etapa da divisão de acesso ao Championship Tour. O evento terá 80 homens e 48 mulheres de diferentes países em um momento importante da corrida pelas vagas na elite. Ao fim da temporada do Challenger Series, os dez primeiros colocados do ranking masculino e as seis primeiras do feminino garantem classificação para o Championship Tour de 2027. A passagem do circuito por Maresias também coloca o Challenger Series em uma região diretamente ligada à história do surfe brasileiro. São Sebastião revelou diferentes gerações de surfistas e terá agora atletas de vários países disputando pontos para chegar à elite mundial. Corrida pelo CT esquenta em Maresias Com as primeiras etapas da temporada concluídas, o Banco do Brasil São Sebastião Pro chega em um momento importante na disputa pelas vagas no Championship Tour. Weslley Dantas lidera o ranking masculino do Challenger Series com 15.700 pontos. O brasileiro começou a campanha com o vice-campeonato no Ballito Pro e reforçou a liderança ao vencer o QS 6.000 Internacional de Matosinhos, em Portugal. Jackson Bunch, do Havaí, subiu três posições e aparece em segundo, com 15.405 pontos, depois da vitória no QS 6.000 Internacional de Saquarema. Jake Marshall, dos Estados Unidos, ocupa a terceira colocação, com 14.745, seguido pelo compatriota Cole Houshmand, quarto colocado, com 13.320. O Brasil tem outros três surfistas dentro do Top 10. Ryan Kainalo é o quinto, com 10.995 pontos, Ian Gouveia aparece em sexto, com 10.105, e Deivid Silva ocupa a oitava posição, com 9.025. Mateus Herdy está logo abaixo da linha de classificação, na 11ª colocação, com 8.065 pontos, mesma pontuação do décimo colocado Taj Lindblad, dos Estados Unidos. Gabriel Klaussner aparece em 13º, com 7.755. Assim, cinco brasileiros estão entre os 13 primeiros antes da etapa de Maresias. O novo formato dos eventos internacionais QS 6.000 também passou a fazer parte da estratégia na corrida pela classificação. Os atletas podem contabilizar um resultado de QS 6.000 Internacional na pontuação total do Challenger Series. Dantas e Kainalo já aproveitaram essa possibilidade com vitórias nos eventos de Portugal e Espanha, respectivamente. No feminino, a australiana Sierra Kerr lidera com 20.745 pontos. Teresa Bonvalot, de Portugal, é a segunda, com 13.590, seguida pela norte-americana Eden Walla, com 13.150. Francisca Veselko, de Portugal, aparece em quarto, com 12.545, enquanto Ariane Ochoa, da Espanha, ocupa a quinta posição, com 11.465. A australiana Ellie Harrison fecha atualmente o Top 6, com 11.020 pontos. Laura Raupp é a brasileira mais bem colocada. Ela ocupa a 14ª posição, com 6.985 pontos, e terá em Maresias a oportunidade de diminuir a distância para a zona de classificação. Com pontos importantes em jogo, os resultados da etapa paulista podem mexer diretamente na corrida pelas vagas no Championship Tour de 2027. Challenger estreia em São Paulo O Banco do Brasil São Sebastião Pro marca a primeira passagem do Challenger Series pelo estado de São Paulo. A etapa será disputada em Maresias, no litoral norte paulista, região com forte ligação com a história do surfe profissional brasileiro. São Sebastião revelou gerações de surfistas que ajudaram o Brasil a se tornar uma das principais potências da modalidade. A chegada do Challenger Series aproxima esse legado de uma nova geração de atletas que busca construir o próprio caminho até o Championship Tour. Música e atividades fora d’água A programação do Banco do Brasil São Sebastião Pro também terá música, bem-estar e atividades fora da competição. No dia 26 de setembro, abertura da janela, o WSL Sunset Reggae Edition terá shows de Maneva, Planta & Raiz e Gabriel Elias na Praia de Maresias. O primeiro fim de semana também recebe o WSL Wellness, com atividades gratuitas nos dias 26 e 27 de setembro voltadas a movimento, preparação física e recuperação. A programação inclui yoga com Sue Moura, Functional Surf Training com Allan Menache, preparador físico dos campeões mundiais Gabriel Medina e Adriano de Souza, e treinamento funcional com Ricardo Lapa, com participação da repórter e influenciadora da WSL Rachel Apollonio. Para participar das aulas programadas, é necessário fazer inscrição antecipada. Entre 28 de setembro e 3 de outubro, as ações de bem-estar e lifestyle continuam. Estudantes da rede pública de ensino de São Sebastião também participarão de clínicas esportivas gratuitas de surfe, skate, altinha e vela. Transmissão ao vivo O Banco do Brasil São Sebastião Pro acontece de 26 de setembro a 3 de outubro de 2026, na Praia de Maresias. Assim que a competição for oficialmente iniciada, as baterias terão transmissão ao vivo pelo site e pelo aplicativo gratuito da WSL. O evento tem patrocínio de Banco do Brasil, Prefeitura de São Sebastião, VIVO, GWM, Natura Kaiak, Aquacoco, Probiótica, Dr. Peanut, Mana Poke, BB Seguros, Mãe Terra, Riachuelo, Corona Cero, Apple Watch, Sun Ninja e EY, além de parcerias de mídia com Globo, 89 A Rádio Rock, Eletromídia e TV Vanguarda.

    Válido como etapa do WSL Challenger Series, o Banco do Brasil São Sebastião Pro reúne 80 homens e 48 mulheres na Praia de Maresias, de 26 de setembro a 3 de outubro, na corrida por vagas no CT 2027.

    O Brasil ficou no topo das duas categorias de maior onda do Big Wave Challenge 2025/26. Rodrigo Koxa venceu a Maior Onda Masculina, enquanto Michelle des Bouillons conquistou a Maior Onda Feminina na cerimônia realizada no último sábado (19) no Lido Theater, em Newport Beach, Califórnia. Os dois troféus vieram de performances em Nazaré, Portugal, e carregam uma expectativa ainda maior. As ondas premiadas receberam medições preliminares que, caso sejam confirmadas e homologadas, podem estabelecer novos recordes mundiais no masculino e no feminino. Koxa volta ao topo Rodrigo Koxa conquistou o prêmio pela segunda vez na carreira com a onda surfada no dia 19 de dezembro de 2025, na Praia do Norte, em Nazaré. A onda vencedora recebeu uma medição preliminar de 29,15 metros. Caso a marca seja confirmada e homologada, o brasileiro poderá superar os 26,21 metros do alemão Sebastian Steudtner, atual detentor do recorde mundial. O brasileiro disputava a categoria com Lucas Chumbo e o francês Clément Roseyro. As três ondas finalistas foram surfadas em Nazaré. A conquista tem significado especial para Koxa. Em 2018, ele entrou para o Guinness World Records com uma onda de 24,38 metros surfada também em Nazaré. A marca permaneceu como recorde até ser superada por Steudtner. Agora, oito anos depois, Koxa volta a ter a possibilidade de ocupar o topo. Nas redes sociais, Koxa comemorou o bicampeonato e agradeceu à equipe que participou da onda vencedora, com destaque para Vitor Faria, responsável por colocá-lo na onda, além da spotter Laura Chichorro e de Victor Mascarenhas, no resgate. Michelle conquista segundo troféu Michelle des Bouillons completou a dobradinha brasileira com a vitória na Maior Onda Feminina. A carioca de 36 anos foi premiada pela onda surfada no dia 13 de dezembro de 2025, também na Praia do Norte, em Nazaré. A onda vencedora recebeu uma medição preliminar de 24,99 metros. Caso a marca seja confirmada e homologada, Michelle poderá superar os 22,40 metros de Maya Gabeira, atual recordista mundial feminina, em uma onda surfada no dia 11 de fevereiro de 2020 no mesmo pico português. Havia expectativa de que a medida de 24,99 metros fosse oficializada durante a cerimônia na Califórnia, mas isso não aconteceu. Assim, o recorde mundial permanece com Maya enquanto a marca de Michelle não for homologada. Michelle teve o marido Ian Cosenza como piloto de tow-in na onda premiada. A brasileira superou na categoria a francesa Justine Dupont e a italiana Michaela Fregonese, novamente com todas as ondas finalistas surfadas em Nazaré. Esta foi a terceira participação consecutiva de Michelle no Big Wave Challenge. Ela já havia vencido a categoria de Maior Onda em 2024 e ficou entre as finalistas em 2025. Nazaré teve papel dominante na premiação. Depois de colocar dez ondas entre as indicadas ao Big Wave Challenge 2025/26, a Praia do Norte esteve diretamente ligada a quatro troféus. Além das vitórias de Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons nas categorias de Maior Onda, Grant “Twiggy” Baker venceu o Paddle Masculino e Alberto Truncer levou o Wipeout do Ano, todos por performances no pico português. Entre os outros destaques da noite, Tom Lowe foi eleito Surfer of the Year Masculino. O britânico conquistou o prêmio pouco mais de um ano depois de sofrer um acidente quase fatal em Teahupo’o, no Taiti. Natxo Gonzalez venceu o Ride of the Year Masculino por uma onda surfada na remada em Mullaghmore, na Irlanda, enquanto Izzi Gomez levou a versão feminina com uma onda em Teahupo’o. Justine Dupont foi eleita Surfer of the Year Feminino. A temporada também teve uma geografia diferente da habitual nas ondas gigantes. Havaí e Costa Oeste dos Estados Unidos ficaram fora das indicações do Big Wave Challenge, enquanto Mullaghmore e Teahupo’o tiveram papel decisivo na realização da premiação. Segundo a Surfer, o organizador Bill Sharp chegou a afirmar que o evento teria sido cancelado se não fossem as ondas registradas nos dois picos. Noite de gala na Califórnia A cerimônia marcou a 26ª edição do Big Wave Challenge e distribuiu mais de US$ 100 mil em premiações. Além das categorias de Maior Onda, o evento reconhece performances em modalidades como Ride of the Year, Paddle, Wipeout of the Year e Surfer of the Year. Entre os outros resultados já confirmados, o britânico Tom Lowe, da Cornualha, conquistou o prêmio de Surfer of the Year masculino. Lowe estava entre os finalistas ao lado do sul-africano Grant Baker e do norte-americano Mason Barnes. Para o Brasil, a noite terminou com uma dobradinha nas maiores ondas da temporada. Koxa e Michelle deixam Newport Beach com os troféus nas mãos enquanto aguardam a definição sobre as medições de suas ondas. As marcas preliminares de 29,15 metros no masculino e 24,99 metros no feminino, caso sejam confirmadas e homologadas, podem estabelecer dois novos recordes mundiais. Leia mais Ela soltou a corda. O resto é história.Michelle pode bater recorde mundialKoxa revive sonho de recorde em Déjà VuO passo a passo da medição VENCEDORES E FINALISTAS – BIG WAVE CHALLENGE 2025/26 MEN’S RIDE OF THE YEARVencedor: Natxo Gonzalez (ESP) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Clem McInerneyFinalistas: Matahi Drollet (TAH) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Maiko Mou; Tom Lowe (GBR) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Michael Darrigade. WOMEN’S RIDE OF THE YEARVencedora: Izzi Gomez (COL) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Owen MilneFinalistas: Justine Dupont (FRA) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Peter Clyne; Aelan Vaast (TAH) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Kotaha Surfing Productions. MEN’S BIGGEST WAVEVencedor: Rodrigo Koxa (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Mattias Hammar – Fotos: Jayden Cheo, Stephan Mathers e Ianco RochaFinalistas: Lucas “Chumbo” Chianca (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan Chaves; Clément Roseyro (FRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Arthur Picard. WOMEN’S BIGGEST WAVEVencedora: Michelle des Bouillons (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan ChavesFinalistas: Justine Dupont (FRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan Chaves – Fotos: Laurent Masurel e Aurnad Plas; Michaela Fregonese (ITA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Kaique Silva. MEN’S PADDLEVencedor: Grant “Twiggy” Baker (RSA) – Nazaré, Portugal – Fotos: Peter “Joli”

    Brasil conquista as categorias de Maior Onda Masculina e Feminina com Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons, que ainda podem estabelecer também os novos recordes mundiais.

    Miguel Pupo é o campeão do Lexus Trestles Pro. O brasileiro protagonizou uma virada nos minutos finais da decisão desta sexta-feira (18), em Lower Trestles, na Califórnia (EUA), para derrotar o japonês Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 e conquistar sua segunda vitória na temporada 2026. Kanoa permaneceu na frente durante boa parte da bateria e chegou à reta final com 14.40 pontos. Miguel já tinha a melhor onda da decisão, um 8.50, mas ainda precisava de 5.90 para assumir a liderança. A oportunidade apareceu quando restavam cerca de seis minutos. Miguel atacou a direita de Trestles e recebeu 6.27 dos juízes. Com 14.77 no total, passou à frente e permaneceu na liderança até a buzina. O título é o segundo de Miguel nesta temporada. Em Bells Beach, na Austrália, o paulista já havia subido ao lugar mais alto do pódio. A vitória em Trestles é a terceira da carreira no Championship Tour, depois de Teahupoo, em 2022, e Bells Beach, em 2026. O resultado também levou Miguel à quarta colocação do ranking mundial. Caminho até o título Miguel começou sua campanha em Trestles com vitória sobre Ramzi Boukhiam no Round 2. Depois, superou Liam O’Brien no Round 3 e encontrou o compatriota Mateus Herdy nas quartas de final. Na semifinal, diante de Cole Houshmand, o brasileiro fez sua maior somatória no evento: 16.00 pontos, com notas 8.33 e 7.67. A vitória colocou Miguel na decisão contra Kanoa Igarashi. Do outro lado da chave, Kanoa havia eliminado Yago Dora na semifinal. Mesmo sem chegar à decisão, Yago deixou Trestles na liderança do ranking mundial. Brasil domina Top 5 O encerramento de Trestles deixou quatro brasileiros entre os cinco primeiros colocados do ranking masculino. Yago Dora assumiu a liderança, seguido pelo italiano Leonardo Fioravanti. Italo Ferreira aparece em terceiro, Miguel Pupo subiu para quarto e Gabriel Medina ocupa a quinta posição. A liderança de Yago e a quarta colocação de Miguel também aparecem no material pós-evento anexado. A etapa também definiu o corte para a sequência da temporada. Filipe Toledo garantiu permanência entre os 22 primeiros e segue para as próximas duas etapas, em Portugal e nas Filipinas. Mateus Herdy ficou abaixo da linha de corte e retorna ao CT em Pipeline, no Havaí, última etapa da temporada. Erin Brooks vence no feminino No feminino, Erin Brooks conquistou sua terceira vitória consecutiva no Championship Tour. A canadense derrotou Gabriela Bryan por 13.00 a 11.90 na final. Carissa Moore deixou Trestles na liderança do ranking feminino, com Gabriela Bryan na segunda posição. A brasileira Luana Silva ocupa o quinto lugar. Próximas etapas Portugal – 16 a 25 de outubroFilipinas – 31 de outubro a 10 de novembroPipeline (Havaí) – 8 a 20 de dezembro Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) 10.16 x 9.34 Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 9.73 x 9.67 Hayden Rodgers (EUA)3 – Oscar Berry (AUS) 12.73 x 11.26 Joel Vaughan (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) 11.40 x 11.27 Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Callum Robson (AUS) 12.27 x 8.83 Connor O’Leary (JAP)2 – Griffin Colapinto (EUA) 14.50 x 12.87 Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) 14.33 x 11.83 Oscar Berry (AUS)4 – Kauli Vaast (FRA) 12.20 x 10.53 Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) 14.43 x 11.77 João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) 14.26 x 12.40 Eli Hanneman (HAV)7 – Kanoa Igarashi (JAP) 17.00 x 12.40 Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) 12.37 x 11.50 Alejo Muniz (BRA)9 – Luke Thompson (AFS) 13.87 x 6.90 Leonardo Fioravanti (ITA)10 – Cole Houshmand (EUA) 14.00 x 5.40 Morgan Cibilic (AUS)11 – Alan Cleland (MEX) 13.26 x 11.67 George Pittar (AUS)12 – Jake Marshall (EUA) 13.53 x 12.83 Samuel Pupo (BRA)13 – Mateus Herdy (BRA) 12.00 x 11.83 Gabriel Medina (BRA)14 – Jack Robinson (AUS) 12.97 x 10.13 Seth Moniz (HAV)15 – Liam O’Brien (AUS) 15.10 x 14.43 Filipe Toledo (BRA)16 – Miguel Pupo (BRA) 13.20 x 12.16 Ramzi Boukhiam (MAR) Round 3 1 – Callum Robson (AUS) 12.83 x 11.03 Griffin Colapinto (EUA)2 – Yago Dora (BRA) 12.50 x 10.97 Kauli Vaast (FRA)3 – Marco Mignot (FRA) 13.70 x 13.37 Italo Ferreira (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.67 x 12.00 Ethan Ewing (AUS)5 – Cole Houshmand (EUA) 13.33 x 10.93 Luke Thompson (AFS)6 – Jake Marshall (EUA) 12.44 x 5.93 Alan Cleland (MEX)7 – Mateus Herdy (BRA) 14.10 x 9.84 Jack Robinson (AUS)8 – Miguel Pupo (BRA) 13.40 x 10.13 Liam O’Brien (AUS) Quartas de final 1 – Yago Dora (BRA) 11.67 x 8.16 Callum Robson (AUS)2 – Kanoa Igarashi (JAP) 15.67 x 10.26 Marco Mignot (FRA)3 – Cole Houshmand (EUA) 18.50 x 10.00 Jake Marshall (EUA)4 – Miguel Pupo (BRA) 15.83 x 13.50 Mateus Herdy (BRA) Semifinais 1 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.33 x 11.94 Yago Dora (BRA)2 – Miguel Pupo (BRA) 16.00 x 11.50 Cole Houshmand (EUA) Final 1 – Miguel Pupo (BRA) 14.77 x 14.40 Kanoa Igarashi (JAP) Feminino Round 1 1 – Brisa Hennessy (CRC) 10.90 x 10.10 Stephanie Gilmore (AUS)2 – Tya Zebrowski (FRA) 13.33 x 12.23 Alyssa Spencer (EUA)3 – Vahine Fierro (FRA) 12.16 x 11.50 Anat Lelior (ISR)4 – Yolanda Hopkins (POR) 11.96 x 11.37 Sally Fitzgibbons (AUS)5 – Tyler Wright (AUS) 10.67 x 7.17 Francisca Veselko (POR)6 – Bella Kenworthy (EUA) 13.33 x 10.77 Bettylou Sakura Johnson (HAV)7 – Eden Walla (EUA) 11.83 x 8.73 Nadia Erostarbe (ESP)8 – Caroline Marks (EUA) 15.67 x 12.50 Kirra Pinkerton (EUA) Round 2 1 – Gabriela Bryan (HAV) 14.07 x 13.50 Tya Zebrowski (FRA)2 – Luana Silva (BRA) 13.03 x 10.93 Tyler Wright (AUS)3 – Sawyer Lindblad (EUA) 15.34 x 8.74 Vahine Fierro (FRA)4 – Eden Walla (EUA) 12.00 x 10.50 Lakey Peterson (EUA)5 – Carissa Moore (HAV) 12.90 x 12.24 Brisa Hennessy (CRC)6 – Erin Brooks (CAN) 12.27 x 11.70 Caroline Marks (EUA)7 – Molly Picklum (AUS) 13.33 x 9.50 Yolanda Hopkins (POR)8 – Bella Kenworthy (EUA) 13.87 x 12.64 Caitlin Simmers (EUA) Quartas de final 1 – Gabriela Bryan (HAV)

    Com virada emocionante nos minutos finais, Miguel Pupo vence Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 na Califórnia, conquista segundo título na temporada e sobe para quarto no ranking mundial.