Sul-Americano Pro Junior

Peruanos no topo em Máncora

Raul Rios conquista título sul-americano e vai para o Mundial Pro Junior em Taiwan com Sol Aguirre e os brasileiros Lucas Vicente, Fernando Junior e Tainá Hinckel.
Máncora Junior Pro Peru

Os peruanos fizeram a festa em casa no Máncora Junior Pro Peru – Água San Carlos – Copa Gatorade, com Raul Ríos e Sol Aguirre repetindo nesta sexta-feira, as vitórias do último domingo em Maresias, São Sebastião (SP). Raul se tornou o primeiro peruano a ser campeão sul-americano Pro Junior no ranking masculino da WSL Latin America e a já bicampeã de 2017 e 2018, confirmou sua classificação para o Mundial Pro Junior da World Surf League, com a segunda vitória seguida em menos de uma semana. Em casa, Sol venceu uma final peruana com Daniella Rosas e Raul derrotou o paulista Fernando Junior, que já estava feliz por ter conseguido a vaga pro Mundial em Taiwan. Os outros classificados para tentar os títulos mundiais na categoria Sub-18 da WSL no fim do mês, são os peruanos Raul Rios e Sol Aguirre e os catarinenses Lucas Vicente e a bicampeã sul-americana em 2019, Tainá Hinckel.

“Estou muito feliz por ter esse evento em minha casa e por ter conseguido ganhar, pois o nível é muito alto, com todos surfando muito bem”, disse Raul Rios. “Estou muito contente por ser o primeiro campeão sul-americano Pro Junior do Peru, pois trabalhei bastante para isso e a vitória no Brasil me deu uma motivação a mais para conseguir o título. Eu queria vencer aqui também, por estar em casa, então me concentrei bastante em cada bateria e fui passando bem até chegar em mais uma final. Quero parabenizar todos os competidores e agradeço a todos que vieram a praia ou torceram pela gente de qualquer lugar”.

Sol Aguirre também falou após a festa com a torcida em casa: “Quero primeiramente agradecer a Deus, a meus patrocinadores, especialmente a Roxy, minha família que sempre está me apoiando e obrigado a todos que organizaram esse campeonato. Estou feliz em ganhar mais uma final, principalmente por ser aqui em minha casa. Certamente, vencer no Brasil foi, sem dúvida, uma grande motivação para mim, com menos pressão para competir em casa e estou feliz também pela final peruana aqui. Agora quero comemorar um pouco com minha família, amigos, porque logo vem a preparação para Taiwan”.

Todas as decisões aconteceram nas semifinais do Máncora Junior Pro Peru – Agua San Carlos – Copa Gatorade, na sexta-feira de melhores ondas do que no primeiro dia em frente ao Piscina Bar Insta Mancora, onde rolou a sétima e última etapa do maior calendário do Circuito Sul-americano Pro Junior da história da WSL Latin America. Raul Ríos conquistou o título de forma fulminante na reta final da temporada, chegando nas finais das três últimas etapas. Perdeu a primeira do Oi Pro Junior Series em Florianópolis (SC), mas derrotou o paulista Eduardo Motta domingo passado em Maresias, São Sebastião (SP), assim como Fernando Junior na vitória invicta onde ele mora e surgiu para o surfe, Máncora.

O título inédito de Raul Ríos, foi decidido no segundo confronto direto entre Peru e Brasil nas semifinais. O paulista Fernando Junior tinha vencido o primeiro, somando uma nota 9,25 contra Ricardo Williams, recordista absoluto do primeiro dia nas ondas de Máncora. O brasileiro tinha que chegar na final para confirmar sua vaga para o Mundial Pro Junior da WSL e tirou o também paulista Eduardo Motta da lista por apenas 15 pontos de diferença.

“Eu treinei muito para isso e estou muito feliz, pois sabia que ia ser muito difícil conseguir minha classificação para o Mundial”, disse Fernando Junior. “Quero agradecer todas as pessoas locais daqui de Máncora, eu nunca tinha vindo aqui e fui bem recebido, gostei muito, tem altas ondas e obrigado também a todos do Brasil que estavam na torcida por mim. Vou voltar pra casa para continuar treinando, agora já se preparando para Taiwan”.

Título com recordes – O catarinense Lucas Vicente também precisava ganhar a outra semifinal e ainda vencer o campeonato para ser campeão sul-americano. Mas, Raul Ríos fez a melhor apresentação de todo o evento, mostrando seu maior conhecimento do pico em Máncora para pegar as melhores ondas, as que abriam paredes mais longas para ele usar seu repertório de manobras modernas e progressivas como ninguém no evento.

A primeira valeu nota 9,00 e a segunda 9,40, para totalizar 18,40 pontos de 20 possíveis, batendo todos os recordes do Máncora Junior Pro Peru – Agua San Carlos – Copa Gatorade. Lucas Vicente repetiu o terceiro lugar do domingo no Brasil e terminou em segundo lugar no ranking final do Sul-americano Pro Junior, mesma posição na disputa do principal título da WSL Latin America, de campeão de surfe profissional nas etapas do WSL Qualifying Series no continente, vencido pelo saquaremense João Chianca.

Na última decisão de título em Máncora, os finalistas não tiveram muitas oportunidades para surfar nos longos intervalos entre as séries. Fernando Junior só pegou duas ondas. A nota da primeira foi 4,50 e a outra foi surfada nos últimos minutos, ficando até um suspense se conseguiria tirar a vitória do peruano. John John, como é conhecido, até ganhou a maior nota da bateria, porém o 7,00 foi insuficiente para superar os 12,25 pontos que o peruano tinha computado com notas 6,25 e 6,00 em duas ondas seguidas. A vitória coroou a conquista do título de Raul Ríos inédito para o Peru, de campeão sul-americano Pro Junior de 2019.

Vagas no mundial – Além de definir o título sul-americano, o Máncora Junior Pro Peru também decidia as três vagas para o Mundial Pro Junior e a batalha foi intensa nos dois dias. O evento começou com Raul Ríos na frente, seguido por Daniel Templar e Lucas Vicente fechando o grupo dos top-3 que se classificam. Templar perdeu logo em sua primeira bateria, mas permaneceu em segundo lugar. A única mudança na quinta-feira foi Eduardo Motta, que estava em quarto no ranking e tirou Lucas Vicente da lista.

Na sexta-feira, quase todos os concorrentes passaram pela primeira rodada do dia. Três foram para a primeira bateria valendo vagas para as semifinais e três para a outra. Fernando Junior conseguiu sua segunda vitória e o peruano Ricardo Williams passou em segundo, eliminando dois deles, os também paulistas Eduardo Motta e Daniel Adisaka. Lucas Vicente então precisava passar a outra para entrar na lista e passou, em segundo lugar com o invicto Raul Ríos, ambos tirando o potiguar Mateus Sena da briga.

Com a classificação para as semifinais, Lucas Vicente saltou para o segundo lugar no ranking, Eduardo Motta caiu para terceiro e Daniel Templar saiu definitivamente da lista dos top-3 para o Mundial. O catarinense depois perdeu a semifinal para Raul Ríos, mas já estava com a vaga garantida para Taiwan. Fernando Junior correu por fora. Ele chegou no Peru em sétimo no ranking e foi avançando, enquanto os outros iam ficando pelo caminho.

A tarefa não era fácil para ele, mas bateu seu principal concorrente duas vezes na sexta-feira em Máncora. Eduardo Motta ainda passou junto com ele na primeira, mas terminou em último na segunda, ficando na disputa pelas duas primeiras vagas para as semifinais. John John, como Fernando Junior é conhecido, ainda teria que passar para a final para superá-lo e conseguiu uma nota excelente, 9,25, para derrotar o peruano Ricardo Williams. Com os 750 pontos garantidos, atingiu 2.760 no ranking, contra 2.745 do Dudu Motta.

Decisão nas semifinais – Na categoria feminina, a decisão pela segunda vaga para o Mundial Pro Junior também foi decidida nas semifinais do Máncora Junior Pro Peru – Agua San Carlos – Copa Gatorade. A bicampeã sul-americana de 2017 e 2018, Sol Aguirre, tinha que chegar na final para confirmar o segundo lugar no ranking final da WSL Latin America. E ela ganhou o primeiro confronto direto do Peru com o Brasil, contra a carioca Maju Freitas. Com isso, já garantiu seu nome no Mundial de Taiwan pelo terceiro ano consecutivo.

Na outra semifinal, estava sua última concorrente, que precisava vencer a etapa de Taiwan. Mas, a carioca Julia Duarte não conseguiu impedir que Daniella Rosas confirmasse uma final peruana em Máncora. Julia terminou em terceiro lugar no ranking e Daniella ficou em quarto com o vice-campeonato na final contra Sol Aguirre. Mas, Daniella ainda pode conquistar mais um título sul-americano para o Peru esse ano, pois lidera o ranking principal da WSL Latin America, que computa os resultados das etapas do WSL Qualifying Series no continente. A última será em dezembro nas ondas pesadas de Pichilemu, no sul do Chile.

As melhores em Taiwan – O Maui and Sons Pichilemu Women´s Pro by Royal Guard vai fechar o calendário da WSL Latin America nos dias 13 a 15 de dezembro, depois do Mundial Pro Junior da World Surf League, de 26 de novembro a 1.o de dezembro em Taiwan. As duas melhores surfistas da nova geração do surfe sul-americano nos últimos anos, estarão juntas dessa vez. Tainá Hinckel e Sol Aguirre vem conquistando os títulos desde que a categoria Pro Junior diminuiu o limite de idade de 20 para 18 anos. Ambas têm apenas 16 anos e Tainá ganhou o primeiro com apenas 13 anos em 2016. Depois, Sol foi bicampeã com 14 e 15 em 2017 e 2018 e Tainá voltou a vencer esse ano.

O time masculino da América do Sul também estará bem representado para tentar repetir a vitória do catarinense Mateus Herdy em Taiwan no ano passado. O peruano Raul Ríos já competiu no Mundial da WSL em 2018, mas Lucas Vicente e Fernando Junior, o John John, vão pela primeira vez. Lucas está em grande fase, sendo vice-campeão sul-americano Pro Junior e vice-campeão também no ranking principal da WSL Latin America, da categoria profissional que computa os resultados das etapas do WSL Qualifying Series no continente.

Inka Team – As vitórias seguidas de Raul Ríos e Sol Aguirre nas duas últimas etapas do Circuito Sul-americano Pro Junior, reforçaram a ótima temporada do “Inka Team” esse ano. Raul Ríos conseguiu agora um título inédito do Peru na categoria Sub-18, que reúne o futuro do esporte. No domingo passado, Piccolo Clemente conquistou o tetracampeonato sul-americano no Oi Longboard Pro no Brasil.

Ele já tinha sido medalha de ouro na estreia do surfe no ciclo olímpico, junto com Daniella Rosas e Lucca Mesinas, que também venceram o Pan-americano de Lima. Agora, a mesma Daniella Rosas pode se tornar a mais jovem campeã sul-americana de surfe profissional da história da WSL Latin America, com apenas 17 anos.

Resultados do último dia

Campeão: Raul Rios (PER) por 12,25 pontos (6,25+6,00) – US$ 1.200 e 1.000 pontos

Vice-campeão: Fernando Junior (BRA) com 11,50 pontos (7,00+4,50) – US$ 600 e 750 pontos
Semifinais – 3º lugar com US$ 300 e 560 pontos:

1.a: Fernando Junior (BRA) 13.50 x 11.25 Ricardo Williams (PER)

2.a: Raul Rios (PER) 18.40 x 13.25 Lucas Vicente (BRA)
Quarta fase – 3º=5º lugar (US$ 200 e 420 pts) e 4º=7º lugar (US$ 100 e 395 pts)

1.a: 1-Fernando Junior (BRA)=13.60, 2-Ricardo Williams (PER)=13.25, 3-Daniel Adisaka (BRA)=11.60, 4-Eduardo Motta (BRA)=10.45

2.a: 1-Raul Rios (PER)=16.50, 2-Lucas Vicente (BRA)=10.65, 3-Cauã Costa (BRA)=8.55, 4-Mateus Sena (BRA)=5.75
Terceira fase – 3º=9º lugar (300 pts) e 4º=13º lugar (280 pts)

1.a: 1-Daniel Adisaka (BRA)=13.25, 2-Ricardo Williams (PER)=12.35, 3-Uriel Sposaro (BRA)=9.10, 4-Alejandro Bernales (PER)=8.25

2.a: 1-Fernando Junior (BRA)=14.00, 2-Eduardo Motta (BRA)=9.55, 3-Sergio Luan (BRA)=7.50, 4-Leo Casal (BRA)=4.30

3.a: 1-Raul Rios (PER)=13.25, 2-Mateus Sena (BRA)=13.00, 3-Leonardo Barcelos (BRA)=9.85, 4-Kauê Germano (BRA)=3.75

4.a: 1-Lucas Vicente (BRA)=14.20, 2-Cauã Costa (BRA)=9.25, 3-Thiago Eduardo (BRA)=7.90, 4-Vicente Diaz Barriga (CHL)=6.60

Decisão do título feminino

Campeã: Sol Aguirre (PER) por 13,00 pontos (7,75+5,25) – US$ 1.200 e 1.000 pontos

Vice-campeã: Daniella Rosas (PER) com 11,00 pontos (6,00+5,00) – US$ 600 e 750 pontos

Semifinais – 3ª lugar com US$ 300 e 560 pontos

1.a: Sol Aguirre (PER) 12.25 x 11.00 Maju Freitas (BRA)

2.a: Daniella Rosas (PER) 11.00 x 6.30 Julia Duarte (BRA)
Segunda fase – 3ª=5º lugar (US$ 200 e 420 pts) e 4ª=7º lugar (US$ 100 e 395 pts)

1.a: 1-Sol Aguirre (PER)=14.25, 2-Maju Freitas (BRA)=9.00, 3-Alessia Moro (PER)=7.75, 4-Lara Barrios (PER)=5.20

2.a: 1-Julia Duarte (BRA)=13.25, 2-Daniella Rosas (PER)=11.35, 3-Luana Chuman (PER)=8.60, 4-Catalina Zariquiey (PER)=7.05

Rankings sul-americanos da WSL Latin America
Top-10 do Pro Junior Masculino – 7 etapas com 2 descartes

01: Raul Rios (PER) – 3.590 pontos

02: Lucas Vicente (BRA) – 2.850

03: Fernando Junior (BRA) – 2.760

04: Eduardo Motta (BRA) – 2.745

05: Daniel Templar (BRA) – 2.660

06: Daniel Adisaka (BRA) – 2.500

07: Mateus Sena (BRA) – 2.415

08: Leo Casal (BRA) – 2.160

09: Heitor Mueller (BRA) – 2.103

10: Cauã Costa (BRA) – 1.820

Clique aqui para ver o ranking completo.

Top-10 do Pro Junior Feminino – 7 etapas com 2 descartes

Campeã: Tainá Hinckel (BRA) – 4.310 pontos

02: Sol Aguirre (PER) – 3.870

03: Julia Duarte (BRA) – 3.040

04: Daniella Rosas (PER) – 2.900

05: Maju Freitas (BRA) – 2.800

06: Isabela Saldanha (BRA) – 2.655

07: Coco Cianciarulo (ARG) – 2.310

08: Alessia Moro (PER) – 1.600

09: Lara Barrios (PER) – 1.510

10: Pamella Mel (BRA) – 1.490

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Campeões sul-americanos Pro Junior WSL South America

—desde a inclusão da categoria feminina – Sub-20 até 2015 e Sub-18 desde 2016

2019: Raul Ríos (PER) e Tainá Hinckel (BRA)

2018: Samuel Pupo (BRA) e Sol Aguirre (PER)

2017: Mateus Herdy (BRA) e Sol Aguirre (PER)

2016: Weslley Dantas (BRA) e Tainá Hinckel (BRA)

2015 – Deivid Silva (BRA) e Miluska Tello (PER)

2014 – Deivid Silva (BRA) e Miluska Tello (PER)

2013 – Luan Wood (BRA) e Melanie Giunta (PER)

2012 – Italo Ferreira (BRA) e Rosanny Alvarez (VEN)

2011 – Filipe Toledo (BRA) e Gabriela Leite (BRA)

2010 – Miguel Pupo (BRA) e Diana Cristina (BRA)

2009 – Alejo Muniz (BRA) e Diana Cristina (BRA)

2008 – Alex Ribeiro (BRA) e Diana Cristina (BRA)

2007 – Wiggolly Dantas (BRA) e Marina Werneck (BRA)

2006 – Heitor Pereira (BRA) e Anali Gomez (PER)

2005 – Thiago Camarão (BRA) e Taís de Almeida (BRA)

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    Oito anos depois de entrar para a história do surfe de ondas gigantes, Rodrigo Koxa volta a viver a expectativa de alcançar o topo. O brasileiro é o protagonista de DÉJÀ VU, curta-metragem documental que acompanha o período de espera por mais um possível momento histórico de sua carreira. Finalista do Big Wave Challenge 2026 na categoria Maior Onda Masculina, Koxa disputa o prêmio depois de surfar uma onda em Nazaré, Portugal, cuja medição preliminar chegou a 29,15 metros. O resultado oficial será apresentado no dia 19 de setembro, durante a cerimônia da premiação no Lido Theatre, em Newport Beach, Califórnia, nos Estados Unidos. Mais do que acompanhar a disputa por um título, DÉJÀ VU mergulha justamente no período de espera que antecede a definição. Entre ansiedade, memórias, preparação e expectativa, o filme mostra Koxa novamente diante da possibilidade de alcançar um lugar que já ocupou. Em 2018, o brasileiro recebeu o reconhecimento do Guinness World Records pela maior onda já surfada, depois de descer uma onda de 80 pés (24,38 metros) em Nazaré. A marca permaneceu como recorde mundial até ser superada, em 2022, pelo alemão Sebastian Steudtner, que surfou uma onda de 86 pés (26,21 metros). Agora, a nova onda de Koxa pode colocá-lo novamente na disputa pelo posto. Caso a medição oficial confirme os 29,15 metros registrados preliminarmente e sejam atendidos os critérios aplicáveis, o brasileiro poderá conquistar o título de maior onda da temporada e voltar a disputar o recorde mundial. “Estava muito na expectativa de ver minha onda nessa final. Vou trazer de volta esse título de maior da temporada. Foi uma onda diferente em dezembro, surfada do pico até a base, até o final eu estava na adrenalina e na dúvida se conseguiria completar pelo nível de dificuldade.” Rodrigo Koxa Na disputa pelo prêmio também estão outros dois nomes que surfaram ondas em Nazaré: o brasileiro Lucas Chumbo e o francês Clement Roseyro. Por dentro de Déjà Vu Produzido por Rodrigo Koxa e Maskavo Filmes, DÉJÀ VU tem direção de Fábio Webber e edição assinada por Koxa e Webber. O documentário reúne relatos de pessoas que acompanham de perto a trajetória do surfista. Participam do filme Aline Cacozzi, esposa de Koxa; Vitor Faria, parceiro de ondas gigantes; Thiago Jacaré, coordenador do Big Wave Brasil; e Paulo Vinícius, designer. “Estou muito confiante em ter essa medição homologada e recuperar também esse recorde mundial. Agradeço a torcida da galera e peço a todos boas energias, que isso faz toda a diferença!” Rodrigo Koxa Aos 46 anos, Koxa se vê novamente diante da possibilidade de viver uma conquista que já fez parte de sua história. Oito anos depois de entrar para a história, a expectativa está de volta. A pressão também. E é justamente essa sensação que dá nome ao filme: DÉJÀ VU. Um déjà vu que pode terminar com um novo capítulo na história do surfe de ondas gigantes.

    Documentário acompanha Rodrigo Koxa nos bastidores da expectativa por um novo recorde mundial após o brasileiro surfar uma onda de 29,15 metros em Nazaré.

    Próxima chamada para o Fiji Pro acontece nesta quarta-feira (25), às 16h (de Brasília). A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. A janela segue até 4 de setembro. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Fiji A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Matthew McGillivray (AFS) 5.33 x 1.43 Luke Thompson (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 12.00 x 8.33 Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) 12.16 x 11.23 Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) 11.50 x 6.10 Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Seth Moniz (HAV) 12.67 x 11.80 Marco Mignot (FRA)2 – Cole Houshmand (EUA) 15.17 x 12.70 Ethan Ewing (AUS)3 – Yago Dora (BRA) 15.40 x 13.67 Mateus Herdy (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.27 x 11.66 Alan Cleland (MEX)5 – Morgan Cibilic (AUS) 14.34 x 13.17 João Chianca (BRA)6 – Leonardo Fioravanti (ITA) 11.06 x 9.17 Eli Hanneman (HAV)7 – Callum Robson (AUS) 9.10 x 8.94 Liam O’Brien (AUS)8 – Jake Marshall (EUA) 13.17 x 7.33 George Pittar (AUS)9 – Italo Ferreira (BRA) 12.70 x 10.56 Matthew McGillivray (AFS)10 – Connor O’Leary (JAP) 16.40 x 16.00 Filipe Toledo (BRA)11 – Samuel Pupo (BRA) 13.50 x 12.73 Alejo Muniz (BRA)12 – Griffin Colapinto (EUA) 15.17 x 9.73 Rio Waida (INA)13 – Miguel Pupo (BRA) 12.26 x 10.70 Ramzi Boukhiam (MAR)14 – Kauli Vaast (FRA) 16.17 x 10.43 Crosby Colapinto (EUA)15 – Barron Mamiya (HAV) 13.87 x 10.50 Jack Robinson (AUS)16 – Gabriel Medina (BRA) 13.94 x 9.83 Joel Vaughan (AUS) Round 3 1 – Seth Moniz (HAV) x Cole Houshmand (EUA)2 – Yago Dora (BRA) x Kanoa Igarashi (JAP)3 – Morgan Cibilic (AUS) x Leonardo Fioravanti (ITA)4 – Callum Robson (AUS) x Jake Marshall (EUA)5 – Italo Ferreira (BRA) x Connor O’Leary (JAP)6 – Samuel Pupo (BRA) x Griffin Colapinto (EUA)7 – Miguel Pupo (BRA) x Kauli Vaast (FRA)8 – Barron Mamiya (HAV) x Gabriel Medina (BRA) Quartas de final 1 – vencedor da bateria 1 do Round 3 x vencedor da bateria 2 do Round 32 – vencedor da bateria 3 do Round 3 x vencedor da bateria 4 do Round 33 – vencedor da bateria 5 do Round 3 x vencedor da bateria 6 do Round 34 – vencedor da bateria 7 do Round 3 x vencedor da bateria 8 do Round 3 Feminino Round 1 1 – Yolanda Hopkins (POR) 9.77 x 9.57 Tya Zebrowski (FRA)2 – Sally Fitzgibbons (AUS) 9.97 x 8.37 Stephanie Gilmore (AUS)3 – Vahine Fierro (FRA) 14.17 x 6.66 Alyssa Spencer (EUA)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.66 x 4.60 Anat Lelior (ISR)5 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 9.73 x 8.50 Bella Kenworthy (EUA)6 – Francisca Veselko (POR) 12.17 x 12.00 Tyler Wright (AUS)7 – Erin Brooks (CAN) 18.00 x 3.06 Sophie McCulloch (AUS)8 – Isabella Nichols (AUS) 9.33 x 3.80 Ulukilupetea Kurop (FIJ) Round 2 1 – Carissa Moore (HAV) 12.13 x 11.50 Sally Fitzgibbons (AUS)2 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 14.60 x 9.00 Luana Silva (BRA)3 – Vahine Fierro (FRA) 11.67 x 10.43 Sawyer Lindblad (EUA)4 – Erin Brooks (CAN) 10.83 x 6.00 Caroline Marks (EUA)5 – Gabriela Bryan (HAV) x Yolanda Hopkins (POR)6 – Nadia Erostarbe (ESP) x Isabella Nichols (AUS)7 – Molly Picklum (AUS) x Brisa Hennessy (CRC)8 – Lakey Peterson (EUA) x Francisca Veselko (POR) Quartas de final 1 – Carissa Moore (HAV) x Bettylou Sakura Johnson (HAV)2 – Vahine Fierro (FRA) x Erin Brooks (CAN)3 – vencedora da bateria 5 do Round 2 x vencedora da bateria 6 do Round 24 – vencedora da bateria 7 do Round 2 x vencedora da bateria 8 do Round 2

    Próxima chamada neste sábado (29) às 16h (de Brasília). Confira a transmissão ao vivo do Fiji Pro 2026, direto de Cloudbreak, e participe dos debates em nosso fórum.

    A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. Clique aqui para ver ao vivo A primeira chamada acontece às 16h30 desta segunda-feira (24), no horário de Brasília, com possível início da competição às 17h. Em Fiji, onde o calendário já estará na terça-feira (25), a chamada será às 7h30, com possível início às 8h. A janela segue até 4 de setembro. A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Swell a caminho A previsão aponta poucas ondas logo no início da janela, com Cloudbreak pequeno ou praticamente flat durante boa parte do primeiro dia da janela em Fiji. Mas o swell começa a ganhar força ao longo do dia e pode chegar ao fim da tarde com ondas de 1,5 metros de face. A grande mudança aparece já no segundo dia de janelta. Um swell mais consistente deve colocar Cloudbreak na faixa de 3 metros de face durante todo o dia, com séries maiores. A previsão também indica ventos favoráveis, formando o primeiro cenário realmente forte para a realização da competição. Com ondas consistentes, existe ainda a possibilidade de a organização recorrer às baterias no sistema dual heat, com duas disputas acontecendo simultaneamente, para acelerar o cronograma e aproveitar a sequência de boas condições. No terceiro dia de janela, o swell já começa a perder força, mas a parte da manhã ainda pode apresentar quase 3 metros de face, com séries ocasionais maiores. A tendência é de redução gradual durante a tarde, ainda com condições favoráveis. Na sequência, um novo reforço de sudoeste pode manter Cloudbreak na faixa de 2,5 metros pés de face pela manhã do dia seguinte, sem necessariamente provocar novo aumento significativo de tamanho, mas trazendo mais energia e ajudando a prolongar o período de boas ondas. E o maior swell pode ainda estar por vir A também melhora de cenário para os dias 30 e 31 de agosto. Dois sistemas aparecem com potencial para produzir ondas da altura da cabeça até alguns pés acima, possivelmente acompanhadas por vento leve. Mas é a reta final da janela que começa a chamar mais atenção. Entre 2 e 4 de setembro, cresce a possibilidade da chegada de um swell forte e de longo período em Cloudbreak. A previsão aponta a presença de um sistema sólido. A confiança também vem aumentando na possibilidade de que as maiores ondas de toda a janela aconteçam justamente no início de setembro. Por se tratar de uma previsão de longo prazo, o cenário ainda pode mudar nos próximos dias. Cloudbreak para todos os tamanhos Considerada uma das melhores esquerdas do planeta, Cloudbreak quebra sobre um extenso recife de coral e muda completamente de personalidade dependendo do tamanho do swell. Em condições menores, oferece paredes longas e oportunidades para um surfe de alta performance. Quando o Pacífico Sul ganha força, a onda se transforma e passa a produzir tubos grandes, rápidos e extremamente pesados. O amplo campo de competição também reúne diferentes seções e exige leitura precisa do lineup. Depois de receber uma etapa pós-corte em 2024 e o WSL Finals em 2025, Cloudbreak volta agora a colocar todo o elenco do Championship Tour dentro d’água. É a primeira vez que isso acontece desde 2017. Italo chega de amarelo Entre os brasileiros, os olhos estarão principalmente sobre Italo Ferreira. Depois da semifinal em Teahupoo, o potiguar recuperou a lycra amarela e chega a Fiji isolado na liderança do ranking mundial. O campeão mundial de 2019 soma uma vitória, um vice-campeonato e dois terceiros lugares na temporada. Apesar de seu surfe de frontside e da capacidade nos tubos combinarem com Cloudbreak, Italo ainda busca um grande resultado no pico fijiano. A etapa também tem peso especial para Yago Dora. Foi justamente em Cloudbreak que o brasileiro conquistou seu primeiro título mundial, no WSL Finals de 2025. Atual terceiro colocado no ranking, Yago chega ao Fiji Pro buscando recuperar terreno na disputa pelo bicampeonato. Gabriel Medina completa outro capítulo importante da presença brasileira. Bicampeão da etapa, com vitórias em 2014 e 2016, o tricampeão mundial é, ao lado de Yago, um dos únicos brasileiros que já venceram em Cloudbreak. Dez brasileiros em Fiji O Brasil terá nove representantes no masculino e Luana Silva no feminino. Italo Ferreira, Yago Dora, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Samuel Pupo, João Chianca, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Mateus Herdy formam o contingente brasileiro entre os homens. Mateus é o único brasileiro escalado para o Round 1 masculino e enfrenta o australiano Jarvis Earle na terceira bateria. Os demais brasileiros entram posteriormente na competição. Além dos principais nomes do Tour, Fiji terá três wildcards: os locais Teo Degei e Ulukilupetea “Tea” Kurop, vencedores das seletivas fijianas, e o australiano Jarvis Earle, campeão mundial júnior de 2022. Kurop faz história como a primeira mulher de Fiji a disputar uma etapa do Championship Tour. Com o líder mundial de amarelo, um campeão mundial retornando ao palco onde conquistou seu título, dez brasileiros na disputa e diferentes pulsos de swell previstos ao longo dos próximos dias, Fiji abre uma das janelas mais promissoras da temporada. E, se os modelos de previsão realmente confirmarem o que começam a indicar para o início de setembro, o melhor de Cloudbreak pode ficar justamente para o final. Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) x Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) x Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Marco Mignot (FRA) x Seth Moniz (HAV)2 – Ethan

    Com dez brasileiros na disputa, janela do Fiji Pro abre nesta segunda-feira (24), com primeira chamada às 16h30 (de Brasília). Previsão indica swell a caminho para os primeiros dias em Cloudbreak.

    ATUALIZAÇÃO: 21/08/2026, às 12h36 (horário de Brasília) Victor Bernardo e sua esposa, Johnni, apresentam evolução no quadro de saúde após o grave acidente de carro sofrido na Califórnia, nos Estados Unidos. Os dois já passaram por cirurgias e, segundo Mike Townsend, manager do surfista, estão conscientes, de bom humor e otimistas. Victor sofreu uma fratura na perna e um ferimento grave acima do joelho. O brasileiro passou por uma nova cirurgia na quarta-feira. Inicialmente, os médicos instalaram uma estrutura externa para estabilizar a perna, mas o equipamento já foi retirado. Segundo Townsend, a evolução indica a possibilidade de uma recuperação mais rápida do que se imaginava inicialmente. Johnni também passou por uma cirurgia considerada bem-sucedida. Ela sofreu uma hemorragia interna no abdômen e fraturas na face em consequência do acidente. Os ferimentos foram tratados cirurgicamente. De acordo com Townsend, os dois permanecem positivos diante de tudo o que enfrentaram nos últimos dias. Até o momento, nenhum deles tem previsão de alta hospitalar. Abaixo, você confere a matéria publicada originalmente sobre o acidente: O guarujaense Victor Bernardo e a esposa, Johnni, permanecem hospitalizados depois de sofrerem um grave acidente de carro na Califórnia, nos Estados Unidos, na noite do último domingo (16). O veículo em que o casal estava se envolveu em uma colisão com um caminhão. Vitinho foi levado de helicóptero ao hospital. O surfista sofreu uma fratura na perna e precisará passar por cirurgia. Johnni foi transportada de ambulância e também permanece sob cuidados médicos. De acordo com as informações divulgadas até o momento, o quadro dela inspira mais atenção, mas não há risco de morte. As circunstâncias exatas da colisão e o local onde ela aconteceu não foram divulgados. O cineasta Logan Dulien, amigo do casal, afirmou que o acidente poderia ter sido fatal e que os dois deverão enfrentar um longo período de recuperação. A notícia mobilizou a comunidade internacional do surfe nas redes sociais. Mick Fanning, Coco Ho, Kanoa Igarashi, Raimana Van Bastolaer e Mikey February estão entre os nomes que manifestaram apoio ao casal. Natural do Guarujá (SP), Victor Bernardo, conhecido também como Vitinho, ganhou projeção ainda jovem no surfe brasileiro. Em 2013, aos 16 anos, conquistou o título brasileiro Pro Junior, em uma geração que também revelou nomes como Italo Ferreira e Caio Ibelli. Ao longo da carreira, disputou etapas do circuito de acesso à elite mundial e competições em diferentes países. Nos últimos anos, Victor passou a dedicar maior parte da carreira ao free surf e à produção de conteúdo ligado ao surfe. O brasileiro se estabeleceu na Califórnia e continuou diretamente ligado ao esporte. Victor nasceu em 8 de fevereiro de 1997 e tem a Praia do Tombo, no Guarujá, como sua onda favorita. Neste momento, toda a equipe do Waves deseja muita força a Victor e Johnni e torce por uma recuperação completa e tranquila do casal. Veja mais sobre Vitinho: Album Surf retrata perfeição Novo capítulo da Album Victor Bernardo inspirado no Havaí Victor Bernardo poderoso Victor Bernardo performático Sopa de peixe Victor Bernardo na estileira Papo com Victor Bernardo Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Waves (@waves.com.br)

    Surfista brasileiro Victor Bernardo e sua esposa Johnni são hospitalizados após colisão nos Estados Unidos. Atleta sofreu fratura na perna e precisa passar por cirurgia.

    Teahupoo mostrou mais uma vez por que é uma das etapas mais aguardadas do Circuito Mundial. Tubos, notas altas, baterias apertadas e eliminações de alguns dos principais nomes da temporada marcaram a sétima parada do Championship Tour 2026, o Outerknown Tahiti Pro. Seth Moniz e Erin Brooks ficaram com os títulos. Para o Brasil, o grande destaque foi Italo Ferreira, que chegou às semifinais e deixou a Polinésia Francesa na liderança do ranking mundial. Primeira vitória de Seth Moniz Seth Moniz viveu em Teahupoo o maior momento de sua carreira no Championship Tour. Em sua sétima temporada na elite, o havaiano conquistou sua primeira vitória no CT ao derrotar Griffin Colapinto na decisão. A campanha foi construída desde o Round 1. No caminho até o título, Seth passou por Eimeo Czermak, Yago Dora, Barron Mamiya e Alan Cleland antes de encontrar Italo Ferreira nas semifinais. Depois de superar o brasileiro, derrotou Griffin na decisão. Na final, Seth venceu por 18,17 a 14,67, garantindo o primeiro troféu de sua carreira no CT. O resultado também provocou uma grande mudança em sua temporada: ele saltou 12 posições e chegou ao 19º lugar no ranking. Italo veste a lycra amarela Italo Ferreira chegou ao último dia de competição como principal esperança brasileira e avançou às semifinais ao derrotar Ethan Ewing nas quartas. O potiguar começou a bateria com um tubo para 5,33 e depois encontrou uma onda que rendeu 7,17. Na reta final, ainda conseguiu um 8,33 para fechar a disputa com 15,50 pontos contra 11,94 do australiano. Na semifinal contra Seth Moniz, Italo chegou a abrir boa vantagem. O brasileiro liderava por 12,50 a 5,50, mas o havaiano cresceu na parte final da bateria, recebeu 7,83 e 7,93 e virou o confronto. Seth avançou com 15,76 contra 13,83, enquanto Italo terminou a etapa na terceira colocação. Mesmo eliminado, o saldo do brasileiro foi importante na corrida pelo título mundial. Com os 6.085 pontos conquistados em Teahupoo, Italo chegou a 39.930 pontos e abriu 5.000 de vantagem sobre Leonardo Fioravanti, vice-líder. O Brasil ainda ocupa quatro das cinco primeiras posições do ranking: além de Italo na liderança, Yago Dora aparece em terceiro, Miguel Pupo em quarto e Gabriel Medina em quinto. Erin Brooks vira final e conquista o título No feminino, Erin Brooks protagonizou uma reação na decisão contra Anat Lelior. A israelense abriu vantagem e chegou à metade da bateria com duas ondas excelentes, 8,33 e 8,00. Brooks reagiu primeiro com um 8,27 e depois encontrou outro tubo para 8,93, assumindo a liderança. A canadense venceu por 17,20 a 16,33. Foi a primeira vitória de Erin como integrante fixa do Championship Tour. A canadense, de 19 anos, havia começado o Finals Day eliminando a atual campeã mundial e defensora do título da etapa, Molly Picklum, e depois passou por Isabella Nichols na semifinal. Com o resultado, Brooks subiu sete posições e chegou ao 11º lugar do ranking. Anat Lelior também deixou Teahupoo com o maior resultado de sua carreira. O vice-campeonato representou a primeira final de um surfista de Israel no Championship Tour. Slater desafia o tempo Aos 54 anos, Kelly Slater foi um dos grandes personagens da etapa. O 11 vezes campeão mundial eliminou Gabriel Medina em um dos confrontos mais aguardados do campeonato e fez isso com uma atuação que entrou para os destaques do ano. Slater somou 19,06 pontos na bateria, mostrando mais uma vez sua sintonia com Teahupoo. Sua campanha terminou nas oitavas de final, diante de Jack Robinson, mas não antes de o norte-americano voltar a deixar sua marca no campeonato onde construiu alguns dos maiores momentos de sua carreira. Brasileiros em Teahupoo Além da semifinal de Italo, João Chianca, Alejo Muniz e Miguel Pupo chegaram às oitavas de final. Miguel foi superado por Griffin Colapinto, enquanto Chumbinho e Alejo também se despediram nesta fase. Gabriel Medina havia sido eliminado anteriormente por Kelly Slater. No feminino, Luana Silva caiu no Round 2 diante da portuguesa Yolanda Hopkins. Próxima parada: Fiji Encerrado o Tahiti Pro, o Championship Tour permanece no Pacífico Sul. A próxima etapa será disputada em Cloudbreak, Fiji, com janela entre 25 de agosto e 4 de setembro. “A gente segue na disputa. É uma longa jornada e tenho que colocar o pezinho no chão para trabalhar campeonato a campeonato” Italo Ferreira, campeão mundial de 2019 Italo chega à próxima etapa com a lycra amarela, mas evita antecipar qualquer possibilidade de disputa pelo segundo título mundial. O brasileiro já definiu também seu próximo objetivo: conquistar pela primeira vez a etapa de Fiji. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS)

    Seth Moniz conquista primeira vitória no CT, Erin Brooks vence entre as mulheres e Italo Ferreira deixa o Taiti na liderança do ranking após chegar às semifinais do Outerknown Tahiti Pro 2026.

    A próxima chamada o Outerknown Tahiti Pro 2026 acontece nesta segunda-feira (10) às 14h (de Brasília). Depois de mais de um mês de paralisação desde o Rio Pro, em Saquarema, o Championship Tour da WSL retorna para uma das ondas mais desafiadoras do planeta: Teahupoo, no Taiti. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Teahupoo A janela de competição acontece entre os dias 8 e 18 de agosto. Uma das solicitações mais frequentes desde o lançamento da nova plataforma foi o retorno dos comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial. Por isso, o Waves volta a abrir o espaço para a comunidade acompanhar, comentar e trocar opiniões ao longo das baterias. Durante muitos anos, esse encontro entre surfistas fez parte da cobertura dos eventos no Waves. Agora, a tradição retorna renovada, mantendo o que sempre foi mais importante: a participação da comunidade. Feito de surfista para surfista, o Waves acredita que acompanhar uma etapa vai muito além de assistir às baterias. É também comentar o que acontece nas entrelinhas, discutir as notas, defender seus favoritos e trocar ideias com outros apaixonados por surfe. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS) 18.20 x 17.40 Callum Robson (AUS)15 Griffin Colapinto (EUA) 19.60 x 8.50 Rio Waida (IND)16 Miguel Pupo (BRA) 13.50 x 1.94 Mateus Herdy (BRA) Round 3 1 Kauli Vaast (FRA) 12.00 x 12.34 Alan Cleland (MEX)2 Seth Moniz (HAV) 12.10 x 9.04 Barron Mamiya (HAV)3 Connor O’Leary (JAP) 10.33 x 11.66 Italo Ferreira (BRA)4 Liam O’Brien (AUS) 6.66 x 7.67 Ethan Ewing (AUS)5 Ramzi Boukhiam (MAR) 14.00 x 9.10 João Chianca (BRA)6 Alejo Muniz (BRA) 2.10 x 13.66 George Pittar (AUS)7 Kelly Slater (EUA) 8.46 x 15.00 Jack Robinson (AUS)8 Griffin Colapinto (EUA) 16.67 x 15.17 Miguel Pupo (BRA) Quartas de final 1 Alan Cleland (MEX) 1.50 x 13.66 Seth Moniz (HAV)2 Italo Ferreira (BRA) 15.50 x 11.94 Ethan Ewing (AUS)3 Ramzi Boukhiam (MAR) 17.74 x 8.84 George Pittar (AUS)4 Jack Robinson (AUS) 11.50 x 11.83 Griffin Colapinto (EUA) Semifinais 1 Seth Moniz (HAV) 15.76 x 13.83 Italo Ferreira (BRA)2 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.37 x 15.40 Griffin Colapinto (EUA) Final 1 Seth Moniz (HAV) 18.17 x 14.67 Griffin Colapinto (EUA) Feminino Round 1 1 Sally Fitzgibbons (AUS) 1.67 x 4.16 Anat Lelior (ISR)2 Tya Zebrowski (FRA) 2.00 x 6.90 Erin Brooks (CAN)3 Isabella Nichols (AUS) 8.77 x 7.13 Vahine Fierro (FRA)4 Stephanie Gilmore (AUS) 3.90 x 4.73 Yolanda Hopkins (POR)5 Alyssa Spencer (EUA) 5.00 x 1.93 Bella Kenworthy (EUA)6 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 4.44 x 6.00 Brisa Hennessy (CRC)7 Nadia Erostarbe (ESP) 8.67 x 4.66 Francisca Veselko (POR)8 Tyler Wright (AUS) 4.57 x 5.34 Kelia Gallina (TAH) Round 2 1 Caroline Moore (HAV) 8.90 x 11.83 Erin Brooks (CAN)2 Molly Picklum (AUS) 9.50 x 3.56 Alyssa Spencer (EUA)3 Sawyer Lindblad (EUA) 6.67 x 7.16 Isabella Nichols (AUS)4 Lakey Peterson (EUA) 4.73 x 4.90 Nadia Erostarbe (ESP)5 Gabriela Bryan (HAV) 1.46 x 12.73 Anat Lelior (ISR)6 Caroline Marks (EUA) 5.50 x 8.27 Kelia Gallina (TAH)7 Luana Silva (BRA) 3.97 x 10.17 Yolanda Hopkins (POR)8 Caity Simmers (EUA) 13.50 x 1.33 Brisa Hennessy (CRC) Quartas de final 1 Erin Brooks (CAN) 13.50 x 3.27 Molly Picklum (AUS)2 Isabella Nichols (AUS) 7.83 x 7.26 Nadia Erostarbe (ESP)3 Anat Lelior (ISR) 9.50 x 6.53 Kelia Gallina (TAH)4 Yolanda Hopkins (POR) 12.33 x 6.90 Caity Simmers (EUA) Semifinais 1 Erin Brooks (CAN) 15.10 x 11.17 Isabella Nichols (AUS)2 Anat Lelior (ISR) 12.50 x 3.43 Yolanda Hopkins (POR) Final 1 Erin Brooks (CAN) 17.20 x 16.33 Anat Lelior (ISR))

    Confira ao vivo o Outerknown Tahiti Pro 2026 e participe dos comentários e debates no nosso fórum, durante as etapas da WSL.

    Etapa Natal chegou ao fim neste domingo nas areias da Praia de Miami com vitórias de Daniella Rosas e Douglas Silva. Com status QS 4.000 da World Surf League (WSL), a etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as Quartas de Final masculina, seguidas pelas Semifinais nos dois naipes, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas as categorias, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral potiguar. Douglas Silva desbanca líder do ranking para celebrar a vitória Em um duelo entre Santa Catarina e Pernambuco, Douglas Silva (BRA) conquistou sua primeira vitória no Circuito Banco do Brasil de Surfe, superando o catarinense Luan Wood (BRA), líder do ranking do QS sul-americano e do Circuito BB, embalado pelo título da etapa de Imbituba. Em uma final eletrizante na Praia de Miami, Douglas começou forte e abriu a disputa com uma onda 8,50, e Luan respondeu logo na sequência, marcando 8,07 pontos ao trabalhar muito bem as manobras de base-lip. Luan precisava de 7,14 pontos para virar o resultado e ainda teve uma última oportunidade quando os dois surfistas conseguiram pegar ondas a menos de 30 segundos do fim, mas o  catarinense recebeu 6,50 e não conseguiu a virada, confirmando Douglas Silva como grande campeão da etapa de Natal. “Primeiramente, agradecer a Deus por esse momento. Estou muito feliz, estava me sentindo bem desde o começo do evento. Estava leve. Quero agradecer a todos pela torcida, aos meus patrocinadores que acreditam no meu sonho e no meu futuro, ao meu coach Alan… Aproveitar pra dar um feliz Dia dos Pais pra todo mundo. Muito feliz de sair com a primeira vitória no Circuito BB. Seguir firme e forte trabalhando, o trabalho não para”, celebra o campeão, que completa: “Eu sempre falo pra todo mundo que nossa vida é ganha nos mínimos detalhes e é algo que eu tenho trabalhado bastante com meu coach. Estamos ajudando muito isso. 1% melhor a cada dia. Deus colocou pessoas boas na minha vida e está dando certo. A gente trabalha todos os dias para que dê certo e a gente está colhendo os resultados“. Trajetória impecável começa nas semifinais As semifinais masculinas do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocaram frente a frente dois dos surfistas que mais se destacaram no evento. Douglas Silva eliminou o campeão da etapa de 2025, Israel Junior (BRA), por 16,84 a 12,67 pontos, deixando o potiguar em combinação. O duelo foi marcado pelo confronto entre dois aerialistas: Israel ainda arriscou mais um superman, repetindo o feito das quartas, mas foi Douglas quem construiu a vitória com um surfe de borda muito forte, tanto de backside quanto de frontside, garantindo duas notas de critério excelente (8,67 e 8,17).  Em grande fase, Douglas chegou à decisão com uma campanha praticamente perfeita em Natal. Antes da final, Dodô já mostrava confiança em suas declarações:  “Eu tô muito leve, muito tranquilo. Eu realmente vim aqui pra sair com o título, estou muito focado nessa etapa (…) Essa é minha meta“. Na semifinal anterior, Luan Wood confirmou o favoritismo e superou Rafael Barbosa (BRA) por 14,70 a 13,67, garantindo vaga na decisão. Luan chegou a Natal na liderança do ranking depois das duas primeiras etapas e vinha de uma sequência consistente: no sábado, venceu suas duas baterias, incluindo uma onda 7,67 que foi decisiva para avançar às quartas. Rafael também chegou forte, ocupando posição de destaque no ranking e tendo como antecedente recente um duelo apertado contra Luan. A vitória colocou Luan na final contra Douglas, em um confronto que reúne o líder do QS sul-americano e o atleta que chega embalado por um dos melhores momentos da temporada. Peruana supera Maria Eduarda Cesar e conquista o título  A final feminina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocou frente a frente experiência e nova geração. De um lado, Maria Eduarda Cesar (BRA), uma das promessas do surfe brasileiro com apenas 18 anos, disputando a primeira final de sua carreira no Circuito BB. Do outro, a peruana Daniella Rosas (PER), atleta olímpica, tricampeã sul-americana da WSL e atual campeã do circuito Banco do Brasil, que chegou à segunda final em duas etapas disputadas em 2026. Em 2025, Daniella foi ainda campeã em São Sebastião e em Imbituba. Em uma decisão de 30 minutos, Dani venceu por 9,07 a 9,84 pontos, administrando bem a escolha das ondas e a prioridade nos minutos finais. Duda apostou principalmente nas direitas em frente ao palanque, mas a peruana foi mais eficiente na leitura do mar. O resultado reforça a consistência de Daniella em eventos no Brasil.  “Estou super agradecida. Poder ganhar aqui é super especial. Venho de uma sequência não muito boa no Challenger, mas estou feliz de poder ganhar aqui. Em Imbituba não foi meu grande dia (na final contra a Sophia Medina), e aqui fiquei o mais tranquila possível e ajustei meus erros. Estou feliz e agradecida”, celebra a campeã, que projeta os próximos passos:  “Agora vou pra casa, porque faz muito tempo que não vou pra lá. Saio para a Espanha, depois volto para o Brasil para a etapa do Espírito Santo… Tenho bons resultados no Brasil e quero manter isso constante. Estou totalmente focada nos Challengers. Esse ano me sinto muito melhor, estou super feliz em todos os sentidos. Agradecida de estar aqui, de ganhar aqui. A verdade é que estou muito feliz”, finaliza Dani.  Atleta BB, Tainá Hinckel (BRA) e Alexia Monteiro (BRA) encerraram suas participações na semifinal, terminando o evento em terceiro lugar no geral.  Resultados Circuito Banco do Brasil de Surfe em Etapa Natal Masculino Quartas de final 1 Luan Wood (BRA) 11.60 x 8.70 Wesley Leite (BRA)2 Rafael Barbosa (BRA) 13.50 x 12.23 Gabriel Klaussner (BRA)3 Israel Junior (BRA) 14.00 x 12.03 Ryan Kainalo (BRA)4 Douglas Silva (BRA) 15.10 x

    Pernambucano Douglas Silva conquista primeira vitória no Circuito Banco do Brasil, e peruana Daniella Rosas vence no feminino na etapa de Natal, disputada na Praia de Miami (RN).

    A Defesa Civil mantém alertas para ventos fortes nesta sexta-feira (7) em áreas do litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, com rajadas que podem chegar a 100 km/h no litoral paulista. A situação já provocou ventos de 97,2 km/h em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo, durante a noite de quinta-feira (6). Clique aqui para ver a previsão das ondas em SP Clique aqui para ver a previsão das ondas no RJ No estado de São Paulo, a previsão é de alerta vermelho nesta sexta e no sábado (8), com destaque para o litoral, a faixa leste e regiões de serra. A Defesa Civil chegou a enviar alertas severos aos celulares da população do litoral sul e da Baixada Santista até Bertioga. A força do vento já pôde ser sentida em diferentes pontos da costa paulista. Além dos 97,2 km/h registrados em Itanhaém na noite de quinta, os ventos chegaram a 90 km/h em Mongaguá no período noturno. Na manhã desta sexta, Caraguatatuba registrou rajadas de 49,3 km/h. Também houve registros de 37,6 km/h em Santos, 36,7 km/h em Cananéia, 31,2 km/h em Mongaguá e 31,1 km/h em Ilhabela. A Baixada Santista está entre as regiões com previsão de ventos fortes e maior risco no estado. Bertioga, Caraguatatuba, São Sebastião e Ubatuba suspenderam as aulas da rede pública nesta sexta-feira. Segundo a Defesa Civil, a ventania pode provocar queda de árvores e placas, destelhamentos, interrupções no fornecimento de energia, dificuldades no tráfego, impactos em aeroportos e agitação marítima. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Agência SP (@agenciaspoficial) Rio de Janeiro também recebe alerta No Rio de Janeiro, a Defesa Civil estadual também emitiu um alerta severo para ventos e chuva forte na manhã desta sexta-feira. A mensagem enviada aos celulares alertou para vento forte nas próximas horas e orientou a população a evitar deslocamentos. A cidade do Rio entrou em Estágio 2 ainda na noite de quinta-feira, diante da previsão de intensificação dos ventos entre quinta e domingo (9). As aulas das redes municipal e estadual foram suspensas nesta sexta por precaução. As condições para um vendaval se intensificaram com a combinação entre um ciclone e uma frente fria, e os ventos podem passar dos 90 km/h na Região Metropolitana do Rio. Para esta sexta, a previsão indica rajadas fortes, entre 52 e 76 km/h, e muito fortes, acima de 76 km/h, a partir da manhã. Atenção redobrada no litoral A ventania está associada à chegada de um ciclone extratropical à região Sul do país e exige atenção especial de quem está no litoral. Além dos ventos fortes, há previsão de ressaca. No estado de São Paulo, nove das 16 regiões administrativas estão em alerta vermelho, incluindo Santos e o Vale do Paraíba e litoral norte. Além dos riscos provocados pelo vento em terra, a Defesa Civil paulista inclui a agitação marítima entre os possíveis impactos das condições meteorológicas. O cenário reforça a necessidade de atenção de quem pretende frequentar praias ou realizar atividades no mar durante o período de maior intensidade dos ventos. No domingo (9), a previsão para São Paulo passa para alerta amarelo, com as rajadas se deslocando gradualmente em direção ao Rio de Janeiro. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Corpo de Bombeiros Militar/ RJ (@corpodebombeiros_rj)

    Litoral paulista está entre as áreas de maior atenção nesta sexta-feira (7), enquanto Rio de Janeiro também recebe alerta para ventos fortes. Rajadas já chegaram a 97,2 km/h em Itanhaém.