Surf Abu Dhabi Pro 2025

Italo é campeão

Italo Ferreira derrota Rio Waida na decisão do Surf Abu Dhabi Pro 2025 e assume liderança do ranking.
Surf Abu Dhabi Pro 2025, Abu Dhabi, Emirados Árabes

O troféu de campeão do Surf Abu Dhabi Pro 2025 vem para o Brasil. Italo Ferreira superou o indonésio Rio Waida na decisão do evento realizado na piscina dos Emirados Árabes e assumiu a liderança do ranking. Italo venceu três adversários neste domingo (16) com os três maiores somatórios do dia.

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Nas baterias finais do Surf Abu Dhabi Pro 2025 os atletas tiveram o direito a quatro ondas e surfaram duas seguidas. O placar foi formado com a maior nota da direita e a melhor da esquerda. O indonésio abriu decisão com 6.17 pontos na direita e anotou 7.83 na primeira performance de backside na final. Rio pegou os dois tubos da esquerda, mas ficou na porta do segundo, e executou nove ataques, dois deles feitos com muito risco.

Italo desferiu 12 golpes na sua primeira direita no final. Ele optou por não passar por dentro na primeira seção oca e emendou uma batida na outra de backside. Ficou entocado no segundo tubo e fechou a apresentação com pancada e reverse. A atuação valeu 8.67 pontos.

O brasileiro escangalhou a esquerda. Italo fez manobras expressivas, ficou fundo no primeiro tubo e evitou o segundo para voar num Alley Oop que foi completado com perfeição. Ainda teve espaço e pernas para rasgar invertendo a direção da prancha e decolar com reverse. A performance valeu 8.60 pontos.

O surfista de Bali foi pra sua segunda direita na busca de 9.44 pontos para assumir a liderança. Rio arriscou nas manobras e ia bem até ficar pra trás da onda depois de um aéreo reverse. Atuação valeu 6.67 e ele não teve mais como alcançar o brasileiro no placar tendo apenas mais uma oportunidade.

Italo voltou pra água com a bandeira do Brasil. Ele surfou a direita de base trocada e depois brincou na esquerda, comemorando a vitória. O atleta, que era o atual vice-campeão em etapas realizadas em piscinas de ondas (Surf Ranch 2023), dessa vez ficou no alto do pódio e conquistou pontos suficientes para assumir a liderança do ranking.


Caminhos até a final – Italo subiu o nível da competição neste domingo. Nas quartas ele venceu o japonês com o maior somatório da etapa, e superou a marca na vitória sobre o australiano Jack Robinson na semi.

Italo x Kanoa – Contra Kanoa, na terceira bateria das quartas, Italo foi agressivo na primeira direita. O brasileiro fez manobras com risco e em nenhum momento perdeu o tempo de onda. Passou a primeira seção tubular com ataques de borda e desapareceu no segundo canudo. Fechou a apresentação com reverse e anotou 7.67 pontos.

O brazuca seguiu num ritmo alto na esquerda. Italo não aliviou nas manobras, ficou fundo no primeiro tubo e evitou o segundo para voar num Alley Oop. Foram oito manobras contando o tubo e o aéreo. Botou pressão no adversário com a nota 8.50 pontos.

Kanoa Igarashi começou a atuar na bateria precisando tirar uma diferença de 16.17 pontos. O japonês iniciou sem extrapolar, mas passou a arriscar mais depois de ficar fundo no primeiro tubo. Na sequência ele bateu realizando um reverse, depois se desequilibrou numa pancada e acelerou pra voar num Kerrupt, mas não aterrissou. Kanoa largou com 5.77 pontos e passou a buscar 10.40 para ser semifinalista no evento.

O japonês teve uma performance segura em sua primeira esquerda. Atuando de backside, Kanoa acertou oito manobras de borda e ficou fundo nos dois tubos. A performance valeu 7.53 pontos.

A segunda direita de Italo não entrou no somatório (6.93). O brasileiro voltou a executar boas manobras, mas não ficou fundo nos tubos e errou o reverse na última seção. O brasileiro voltou a dar show atuando de frontside na bateria. Em sua segunda esquerda ele manobrou forte e, apesar de não ter ficado fundo na primeira seção oca, voou muito alto num Alley Oop, aterrissou com perfeição e ainda executou mais dois ataques. Ele trocou 8.50 por 9.13 pontos e dificultou ainda mais o caminho do japonês.

Kanoa foi para sua penúltima atuação na disputa buscando no mínimo 9.27 pontos para vencer. O japonês executou três ataques, entrou o tubo e não saiu. Como não trocou a nota 5.77, ficou precisando de 11.03 na esquerda e foi eliminado. Italo venceu a disputa com o maior somatório da prova até aquele momento, 16.80 pontos.

Italo x Jack – Italo assustou a galera no início da direita da segunda semifinal. Ele ficou pra dentro da onda após uma rasgada forte, porém se recuperou rapidamente no trajeto. O brasileiro também ficou fundo nos dois tubos e abriu a bateria com 6.83 pontos. Na esquerda ele fez ataques mais fortes e passou por dentro da primeira seção oca sem muita profundidade. No final acelerou e voou num Alley Oop. O brazuca ainda rasgou invertendo a direção da prancha e executou um 360. A performance entrou no critério excelente e valeu 8.50 pontos.

Jack estreou na semifinal buscando 15.34 pontos para ser finalista. O australiano executou manobras fortes, ficou muito fundo no primeiro tubo, voou com reverse no meio da onda e acertou Alley Oop no final. Atuação também entrou no critério excelente. Com a nota 8.43 ele passou a buscar 6.91 na esquerda. O aussie foi seguro na esquerda e só errou a manobra executada na última seção da onda. Ele não arriscou tanto quanto na direita e ficou fundo num dos tubos. Permaneceu em segundo lugar com a nota 6.60 pontos.

O brazuca mudou a linha em sua segunda atuação de backside. Italo evitou passar por dentro da primeira seção oca, mas pegou o segundo tubo. Desferiu 12 manobras de borda, algumas poderosas e uma com reverse. Com a atuação ele trocou 6.83 por 8.17 e aumentou a diferença para o adversário. Mas o melhor ainda estava por vir. Italo voou duas vezes em sua segunda esquerda, pegou um tubo longo e profundo e ainda agrediu a onda com fortes pancadas. A nota 9.20 fez Italo aumentar o recorde de pontos no somatório para 17.37 pontos.

O australiano foi para sua segunda rodada precisando de 10.77 e caiu da prancha. A falha aconteceu após executar três manobras de borda e passar fundo rapidamente pelo tubo. Na sequência ele voou, mas não completou o aéreo. Jack seguiu pra esquerda precisando de 8.95 pontos, mas tentou um reverse no terceiro ataque e caiu da prancha.

Rio x Ethan – Rio passou pelo havaiano Jackson Bunch nas quartas e na semi bateu o australiano Ethan Ewing. O aussie abriu a primeira semifinal do masculino com manobras poderosas. Das sete manobras de borda certas, seis foram expressivas. Ficou fundo no primeiro tudo e não muito no segundo. Caiu na última seção após manobrar derrapando a rabeta. A atuação valeu 8.00 pontos. Ethan foi menos agressivo na esquerda, mas finalizou toda a apresentação de backside. Surfou um longo tubo na primeira seção oca, tendo ficado fundo num determinado momento, e na segunda ficou mais na porta. A performance segura valeu 7.70 pontos.

O indonésio também fez boa apresentação na direita e errou a manobra final. Rio arriscou em alguns ataques em que derrapou a rabeta com controle, e ficou fundo nos dois tubos, mais no primeiro. Ele largou com 7.27 pontos. O atleta que vive em Bali foi para a esquerda com a mesma vontade. Ele não aliviou nas manobras, mas caiu num ataque depois de ficar entocado na primeira seção tubular (4.07).

Ethan não trocou suas notas nas apresentações seguintes. Na direita ele não completou o segundo tubo (5.60) e na esquerda foi até o final, quando caiu num reverse (6.67). Rio destruiu sua segunda direita no confronto. Ele precisava de 11.63 pontos, anotou 8.43 e passou a buscar 7.27 para vencer. O surfista completou toda a onda, voou no meio dela, ficou fundo no primeiro tubo e arriscou em outros ataques invertendo a direção da prancha. O indonésio também completou toda a esquerda. Ele arriscou menos, mas teve profundidade no primeiro tubo e acertou nove ataques de borda. Rio vibrou muito após a apresentação e venceu com a nota 7.50 pontos.


Yago cai para Jack – O sonho de uma semifinal brasileira no Surf Abu Dhabi Pro 2025 terminou no último confronto das quartas. Depois de Italo superar Kanoa, Yago Dora encarou Jack Robinson, porém o brasileiro ficou abaixo nas direitas e se despediu do evento com a quinta posição.

Jack abriu a disputa com 7.70 pontos. O australiano foi agressivo de frontside na direita. Ele fez manobras fortes e ficou fundo no primeiro tubo. Evitou o segundo canudo e decolou num Alley Oop que teve aterrisagem perfeita. Jack não finalizou a esquerda. Depois de duas manobras ele ficou fundo no canudo, depois, bateu, fez um floater e um reverse antes de cair dentro do tubo (4.50).

Yago não foi bem na primeira direita. Ele abriu a apresentação de backside com rasgada e duas batidas. Na sequência ele subiu na crista e quase perde o equilíbrio na volta da manobra. Depois partiu para outra pancada e caiu na base da onda (2.10). O brasileiro vibrou após sua segunda apresentação. Yago executou fortes ataques, teve momentos de profundidade na primeira seção tubular e evitou a segunda para voar num Alley Oop. Ele aterrissou de forma prefeita, rasgou e decolou novamente sem rotação. A performance valeu 8.67 pontos.

O australiano foi expressivo na direita. Abriu com quatro ataques, sendo duas batidas fortes, e passou rapidamente pelo primeiro tubo, porém com profundidade. Na sequência rasgou de forma alongada, bateu chutando a rabeta, executou mais duas pancadas e acelerou para um Alley Oop. Jack teve um desequilíbrio na aterrissagem, colocou as costas na água e voltou a ficar em pé na prancha. Ele comemorou a atuação e trocou 7.70 por 7.90 pontos.

Jack queria trocar a nota 4.50 e foi conservador em sua segunda esquerda. Ele fez toda a onda, ficou um longo tempo no primeiro tubo, porém com rápidos momentos de muita profundidade, e no segundo ficou com o bico da prancha pra fora. O australiano conquistou 5.93 e deixou Yago na busca de 5.16 na direita.

Yago executou oito manobras. O brasileiro evitou o primeiro tubo e seguiu com ataques de borda. Ficou na porta do segundo tubo e errou última manobra. Ele anotou 4.53 e foi pra esquerda precisando de 9.30 para ser semifinalista nos Emirados Árabes. Yago arriscou tudo após o primeiro tubo da esquerda. Ele voou alto, mas caiu na base da onda e se despediu da competição.

Miguel fica em quinto lugar – Miguel Pupo abriu as disputas masculinas no dia. Ele enfrentou o australiano Ethan Ewing na primeira bateria das quartas. Duelo teve início com tempestade de areia que estragou a formação da direita. Ethan encarou a ventania de frontside e começou a atuação com quatro manobras fortes. Na sequência passou rapidamente por um tubo espremido, executou um floater e caiu da prancha. Logo após a performance o diretor técnico e comissário da WSL, o brasileiro Renato Hinckel, colocou o evento em espera por 15 minutos e anulou a onda do australiano.

O evento foi reiniciado após 18 minutos ainda com vento maral na direita, porém mais fraco. Ethan teve um surfe mais conservador, mas chegou a passar a rabeta por cima da crista em algumas batidas, entretanto outras pancadas foram pra frente, sem apontar o bico da prancha em direção à base da onda. O australiano passou manobrando pela primeira seção tubular e na segunda ficou muito fundo e não achou a saída do canudo. Largou com 5.50 pontos. Ethan foi seguro na esquerda, mas não extrapolou. O aussie executou nove manobras de borda e ficou muito fundo nos dois tubos. A performance valeu 7.00 pontos.

A primeira atuação de Miguel Pupo teve manobras fortes. O brasileiro não aliviou de backside. No total ele fez oito ataques. Ele não surfou o primeiro tubo e ficou na porta do segundo. A atuação valeu 6.50 pontos. O brasileiro foi vertical na manobra de frontside, mas caiu da prancha.

O australiano trocou nota na direita. Ethan fez ataques melhores que sua primeira participação de frontside na bateria e colocou mais força nas manobras. Ele executou dez manobras e surfou o tubo da segunda seção mais oca, porém não ficou muito fundo. Ele tirou o 5.50 e colocou 7.50 pontos no somatório. Ethan caiu da prancha em sua última participação no duelo. O atleta fez alguns ataques de menos expressão e chutou a rabeta em outros. Ficou fundo no primeiro tubo e caiu na base da onda após a terceira manobra seguinte (4.40).

Miguel foi para sua segunda direita precisando de 14.10 pontos para vencer. Ele teve uma pegada forte, parecida com a performance anterior de backside, porém dessa vez ficou mais tempo e mais fundo na segunda seção de tubo. O brasileiro trocou 6.50 por 6.83 pontos e foi pra direita na busca de no mínimo 7.67 para vencer. Miguel começou a sua segunda esquerda no confronto com duas rasgadas e uma batida. Na sequência ficou dentro do tubo por um longo tempo, porém não ficou tão fundo. Saiu, executou duas rasgadas e bateu chutando a rabeta. Ele evitou o segundo tubo da onda, acelerou e voou, porém não completou a manobra (5.37) e se despediu da competição em quinto lugar.


Surf Abu Dhabi Pro 2025
Final Masculino

Italo Ferreira (BRA) 17.27 x 14.50 Rio Waida (IND)

Semifinais

1 Rio Waida (IND) 15.70 x 12.50 Ethan Ewing (AUS)

Italo Ferreira (BRA) 17.37 x 15.03 Jack Robinson (AUS)

Quartas de final

1 Ethan Ewing (AUS) 14.50 x 7.23 Miguel Pupo (BRA)

2 Rio Waida (IND) 14.90 x 11.67 Jackson Bunch (HAV)

3 Italo Ferreira (BRA) 16.80 x 13.30 Kanoa Igarashi (JAP)

4 Jack Robinson (AUS) 13.83 x 13.20 Yago Dora (BRA)
Final Feminino

Caitlin Simmers (EUA) 16.10 x 15.70 Molly Picklum (AUS)

Semifinais 

1 Molly Picklum (AUS) 13.77 x 10.53 Vahine Fierro (FRA)

2 Caitlin Simmers (EUA) 15.14 x 14.53 Gabriela Bryan (HAV)

Quartas de Final

1 Molly Picklum (AUS) 14.50 x 13.03 Erin Brooks (CAN)

2 Vahine Fierro (FRA) 14.27 x 10.73 Caroline Marks (EUA)

3 Caitlin Simmers (EUA) 14.73 x 11.73 Bella Kenworthy (EUA)

4 Gabriela Bryan (HAV) 12.34 x 11.54 Sawyer Lindblad (EUA)

Ranking atualizado após a 2ª etapa
Masculino
1 Italo Ferreira (BRA) 16.085 pontos

2 Barron Mamiya (HAV) 11.330

3 Miguel Pupo (BRA) 9.490

4 Ethan Ewing (AUS) 9.405

5 Leonardo Fioravanti (ITA) 9.130

6 Rio Waida (IND) 9.130

7 Kanoa Igarashi (JAP) 8.065

8 Jack Robinson (AUS) 7.415

9 Ian Gouveia (BRA) 7.415
10 Filipe Toledo (BRA) 6.640

11 Joel Vaughan (AUS) 6.640

12 Jackson Bunch (HAV) 6.075

13 Jake Marshall (EUA) 6.075

14 George Pittar (AUS) 6.075

15 Yago Dora (BRA) 5.010

16 Connor O’Leary (AUS) 4.650

17 Jordy Smith (AFR) 4.650

18 Liam O’Brien (AUS) 4.650

19 Griffin Colapinto (EUA) 4.650

20 João Chianca (BRA) 4.650
21 Deivid Silva (BRA) 4.650

22 Seth Moniz (HAV)3.585

23 Alan Cleland (MEX) 3.585

24 Ian Gentil (HAV) 2.660

25 Matthew McGillivray (AFR) 2.660

26 Ramzi Boukhiam (MAR) 2.660

27 Ryan Callinan (AUS) 2.660

28 Cole Houshmand (EUA) 2.660

29 Alejo Muniz (BRA) 2.660
30 Edgard Groggia (BRA) 2.660

31 Marco Mignot (FRA) 1.595

32 Samuel Pupo (BRA) 1.595

33 Imaikalani deVault (HAV) 530

34 Gabriel Medina (BRA) 530

35 Crosby Colapinto (EUA) 530

Feminino

1 Caitlin Simmers (EUA) 17.800

2 Molly Picklum (AUS) 13.885

3 Tyler Wright (AUS) 12.610

4 Caroline Marks (EUA) 9.490

5 Sawyer Lindblad (EUA) 9.490

6 Gabriela Bryan (HAV) 8.695

7 Lakey Peterson (EUA) 8.695

8 Vahine Fierro (FRA) 8.695

9 Erin Brooks (CAN) 7.355

10 Brisa Hennessy (CRI) 7.355

11 Bella Kenworthy (EUA) 5.790

12 Isabella Nichols (AUS) 5.790

13 Luana Silva (BRA) 5.220
14 Tatiana Weston-Webb (BRA) 5.220

15 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 5.220

16 Johanne Defay (FRA) 3.655

17 Sally Fitzgibbons (AUS) 3.655

18 Nadia Erostarbe (ESP) 2.610

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    O havaiano Makana Pang escreveu seu nome na história de Desert Point nesta quarta-feira (9). Ele venceu a edição indonésia do Capítulo Perfeito, primeiro evento de surfe realizado na famosa esquerda de Lombok, e fechou a decisão com a única nota 10 do dia. Os brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Foram seis horas consecutivas de ação em ondas com cerca de 2 metros. Oito convidados tiveram praticamente livre uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta, cenário que recebeu pela primeira vez um evento desta dimensão. Makana já havia mostrado força nas primeiras fases. Depois de marcar 9,17 em uma de suas ondas, o havaiano chegou à final diante de Bruno Santos, Ícaro Ronchi e do indonésio Usman Trioko. Os dois brasileiros acumularam notas acima de 8 pontos ao longo do evento, mas foi Pang quem encontrou, na decisão, o tubo mais longo e tecnicamente exigente do dia para arrancar a nota máxima dos juízes. Com 17,57 pontos, Makana ficou com a vitória. Bruno terminou muito próximo, com 16,76, seguido por Ícaro, com 15,43, e Usman, com 10,60. Além da conquista em Desert Point, o havaiano garantiu um wildcard direto para o Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. “Fazer parte do primeiro evento de surf de sempre em Desert Point foi uma honra. E conseguir um 10 perfeito na final foi um sonho tornado realidade. Estar ali com apenas mais três pessoas na água é provavelmente uma das coisas mais loucas que já vivi no surf. Esta onda é imbatível. Estou muito feliz e muito grato” Brasileiros chegam fortes à final Bruno Santos e Ícaro Ronchi foram dois dos grandes nomes do dia. Bruninho, profundo conhecedor de Desert Point, chegou a registrar o maior somatório de uma bateria em todo o evento: 18,24 pontos, na segunda passagem pela água. Ícaro veio logo atrás na mesma bateria, com expressivos 17,93. Os resultados oficiais mostram que ambos avançaram para a final em grande fase. A presença de Ícaro na decisão teve ainda um ingrediente especial. Convocado de última hora, ele ocupou a vaga deixada por Bruno Santos na lista de wildcards depois que Bruninho passou a ocupar uma vaga pelo seeding, em consequência da desistência de Nic von Rupp. Ícaro aproveitou a oportunidade e terminou o evento no terceiro lugar. Pedro Calado foi o terceiro brasileiro no evento. Ele somou 8,60 pontos na primeira bateria e melhorou para 11,80 na segunda, mas não conseguiu avançar à final. Tubos decidem tudo Como manda o formato do Capítulo Perfeito, apenas o tempo e a qualidade dentro dos tubos foram considerados pelos juízes, sem pontuação para manobras. É a característica que acompanha o evento desde sua primeira edição, realizada em 2012. Antes da entrada dos oito convidados, o dia começou com uma bateria especial dedicada aos surfistas de Desert Point. Diki Wahyudi venceu o Local Heat com 5,77 pontos, seguido por Ilham Sukron, com 4,00. A organização também tomou uma decisão inédita em relação aos 10 mil euros de premiação. O valor, originalmente reservado ao vencedor, foi dividido entre todos os participantes. Segundo Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito, a escolha refletiu a proposta de compartilhar a experiência proporcionada pelas condições encontradas em Lombok. “Hoje, todos os surfistas saíram daqui a sentir-se vencedores e, por isso, o prize money é dividido por todos. Conseguimos envolver a comunidade local e isso deixa-nos particularmente felizes”, afirmou Rui. Estreia internacional Desert Point marcou ainda um novo capítulo na história do evento. Em sua 12ª edição, foi a primeira vez que o Capítulo Perfeito saiu de Portugal. A estreia internacional terminou justamente com aquilo que define sua proposta: condições tubulares e uma nota 10 na bateria decisiva. Com a vitória, Makana Pang agora tem encontro marcado com Carcavelos em 2027. Em Lombok, o havaiano entrou para a história como o primeiro vencedor de um evento de surfe realizado em Desert Point. Resultado final do Capítulo Perfeito 2026 – Desert Point Melhor tubo: Makana Pang (HAV) – 10,00 pontos

    Havaiano Makana Pang vence primeiro evento de surfe realizado em Desert Point com nota 10 na final. Brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminam em segundo e terceiro.

    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta é palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Clique aqui para acompanhar as notas ao vivo Clique aqui para saber tudo sobre o evento Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial, com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado, Bruno Santos e Ícaro Ronchi. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito.

    Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles três brasileiros. Confira ao vivo.

    A etapa Guarapari do Circuito Bando do Brasil chegou ao fim neste domingo na Praia d’Ulé, no Espírito Santo, reunindo alguns dos principais nomes do surfe sul-americano em disputas válidas pelo QS 4.000 da World Surf League (WSL). A etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as semifinais nas duas categorias, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral catarinense. Tainá Hinckel (BRA) e Jadson André (BRA) levaram os troféus de campeões para casa, somando importantes pontos na corrida pelo título sul-americano e pela vaga no Challenger Series (CS) de 2027/28. Além disso, os vencedores embolsaram 8 mil dólares de premiação. Luan Wood (BRA) assumiu a liderança do ranking do QS após a etapa. Daniella Rosas (PER) toma a frente de Sophia Medina (BRA) na lista e também assume a ponta. Tainá Hinckel arrasadora na decisão  Em um duelo internacional inédito em finais, Tainá Hinckel (BRA) venceu a experiente Daniella Rosas (PER) e conquistou o título feminino do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari. As duas já haviam se enfrentado seis vezes em etapas do Qualifying Series, com três vitórias para cada lado, mas esta foi a primeira decisão entre elas.  Tainá chega à sua primeira final do Circuito Banco do Brasil em 2026, depois de bater na trave em duas semifinais, em Ubatuba e Natal, e se coloca novamente na briga pelo bicampeonato. A catarinense da Guarda do Embaú também disputa o Challenger Series e chega à terceira posição do ranking do QS na América do Sul após esta etapa, em uma temporada que pode marcar mais um salto importante na carreira da atleta olímpica e integrante do squad BB. A final foi marcada por uma disputa de alto nível e pelo duelo de backside, uma das principais características do surfe de Tainá. A brasileira abriu vantagem com uma onda de 8 pontos, construída com três fortes pancadas, deixando Daniella precisando de 10 pontos para virar. Na sequência, Tainá encontrou uma esquerda mais longa e arrancou 7 pontos dos juízes, ampliando a pressão sobre a peruana. Com apenas quatro ondas surfadas durante toda a bateria, Tainá garantiu o título na Praia d’Ulé e o maior somatório do evento: 15,50 pontos, o mesmo alcançado por Dani nas semifinais.  “Estou muito feliz com essa vitória e muito rouca, porque berrei com tudo o que estava aqui dentro nas minhas duas melhores ondas. Foi uma bateria muito disputada. O surfe feminino está evoluindo muito na América do Sul e estamos caminhando para mostrar nosso potencial mundo afora. Vencer aqui é muito especial para mim. Acreditei do início ao final e sabia que precisava acreditar”, celebra a campeã. “Estou muito feliz e sei o quanto é importante para mim estar com essa garra, mostrar meu surfe em qualquer campeonato. Não é só a onda, mas a conexão que existe dentro de mim. Foi super disputada do início ao final, mas eu sabia que seria minha porque planejei tudo desde o começo. Deus tinha escrito isso para mim”, comemorou Tainá. Jadson é bicampeão na Praia d’Ulé Aos 36 anos, Jadson André escreveu mais um capítulo de superação na Praia d’Ulé. Mesmo competindo durante toda a etapa com uma lesão no pé que chegou a colocar sua participação em dúvida, o potiguar venceu Luan Wood na final masculina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari e conquistou o título pelo segundo ano consecutivo. O confronto foi o segundo entre os dois na temporada. Em Imbituba, Jadson e Luan haviam se encontrado na semifinal, com vantagem para o catarinense. Desta vez, porém, o potiguar levou a melhor no duelo decisivo. Em uma bateria com as condições do mar alteradas pela entrada do vento logo após a final do feminino, Jadson apostou em seu forte surfe de frontside e nos aéreos para abrir vantagem, enquanto Luan, de backside para as esquerdas e com um surfe mais de linha, lutou até o fim, encaixando boas combinações de manobras para reduzir a diferença entre eles no somatório final. Apesar de encontrar um 7,27 pontos, Luan não conseguiu trocar sua onda de backup e acabou sendo batido na matemática final por 12,60 (7,27 + 5,33) contra 13,33 (6,83 + 6,5) de Jadson.  “Mais uma vez, toda honra e toda glória sejam dadas a Deus. Sem Ele, seria impossível chegar até aqui e vencer esse campeonato. Eu realmente não conseguia pisar no chão direito e chegou a passar pela minha cabeça abandonar a competição. Mas, como alguém que confia nos planos de Deus, decidi pensar em um dia de cada vez e as coisas foram acontecendo”, contou o campeão. Jadson também revelou que uma série de coincidências durante a etapa o fizeram lembrar da conquista de 2025.  “Durante a competição, várias coisinhas foram trazendo boas lembranças e alguns sinais. No ano passado, competi com a cordinha do meu colega de quarto. Este ano, eu estava competindo com o leash de outro moleque e tinha quebrado a minha única quilha que eu conseguia surfar. Cheguei na praia e encontrei o Rickson (Falcão), que me emprestou uma quilha da prancha reserva dele. Ontem, uma pessoa me perguntou: ‘Vai ganhar de novo?’. E eu respondi: ‘Vou ganhar de novo’. Na minha segunda onda da bateria, foi a primeira vez que consegui pisar na prancha direito. Parece até que estou vivendo o ano passado de novo.”  Emocionado, Jadson ainda mandou um recado para a família: “Estou muito feliz. Mando um beijo para minha esposa, meu filho e toda a minha família. Vou levar essa tartaruga (mascote da etapa) para o meu filho. Estou muito feliz e embalado para a próxima semana, porque já temos outro evento muito importante do ano pela frente.” O caminho dos campeões até a final Traçando o retrospecto até as finais, a manhã

    Jadson André e Tainá Hinckel vencem etapa do Circuito Banco do Brasil em Guarapari (ES), em prova válida pelo QS 4000, enquanto Luan Wood assume a liderança do ranking sul-americano.

    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta será palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. A janela começou na última terça-feira (1) e segue até 15 de setembro. Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial. A organização acompanha as previsões e fará o call oficial com 72 horas de antecedência. A expectativa agora está voltada para uma ondulação prevista para chegar no próximo dia 8 de setembro. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito. Tubos e mais tubos Desert Point exige uma combinação bastante específica de ondulação, vento e maré. A longa esquerda quebra sobre uma bancada de coral extremamente rasa e afiada, característica que ajudou a transformar o pico em uma das ondas mais exigentes do planeta. O cenário combina perfeitamente com a proposta do Capítulo Perfeito. Criado em 2012, o evento tem como essência esperar pelas melhores condições possíveis e colocar especialistas em tubos na água. Somente tubos são pontuados. Serão oito convidados divididos em duas baterias de quatro surfistas. As duas primeiras fases não são eliminatórias, portanto todos entram na água duas vezes. Ao final dos dois rounds, os quatro maiores pontuadores avançam diretamente à decisão. Todas as baterias têm duração de 45 minutos. O campeão em Desert Point também garante uma vaga direta no Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. A edição indonésia distribui ainda 10 mil euros em premiação. Dois brasileiros em Desert Point O Brasil já tem dois representantes confirmados. Pedro Calado conquistou sua vaga depois de chegar à final da edição de 2025, em Carcavelos. Ele estará ao lado de Balaram Stack, Cam Richards e Nic von Rupp entre os quatro classificados a partir do resultado do último evento. Von Rupp herdou a vaga de Noah Beschen, que não viajará à Indonésia por compromissos profissionais. O segundo brasileiro é Bruno Santos, anunciado como o primeiro wildcard global. Campeão do Capítulo Perfeito em 2015, Bruninho passa boa parte do ano na Indonésia e acumula enorme experiência em Desert Point. “Para mim, é uma honra enorme receber este convite. Ser um de apenas dois surfistas internacionais convidados torna tudo ainda mais especial. Existe uma ansiedade muito grande, porque é uma novidade e também porque, desde que o evento foi anunciado, muita gente sonhou com esta vaga e procurou esta oportunidade. Tenho um carinho muito grande por Desert Point, dediquei muito tempo da minha vida àquela onda e conheço bem as condições de lá. Estou muito ansioso e, acima de tudo, muito feliz por viver este momento”, comenta Bruninho Santos. Rui Costa vai além ao falar da experiência do brasileiro na bancada. “O Bruno Santos é provavelmente o surfista com mais horas de tubo em Desert Point. Foi campeão do Capítulo Perfeito em 2015 e acompanhou toda a evolução do evento. Para nós, era uma opção lógica”, afirma. Quem será o último convidado? Sete dos oito nomes estão definidos. Além de Pedro Calado, Bruno Santos, Balaram Stack, Cam Richards e Nic Von Rupp, o evento terá os wildcards locais Sulaiman e Usman Trioko. Resta apenas um wildcard global, mantido em segredo pela organização. E os próprios competidores já começaram a fazer suas apostas. Cam Richards e Bruno Santos apontam Tosh Tudor. Balaram Stack aposta em Craig Anderson, enquanto Usman Trioko acredita que será um brasileiro chamado Leandro. Nic von Rupp foi ainda mais longe e escolheu Kelly Slater. A organização divulgou três pistas sobre o convidado: ele é descendente de uma figura lendária do surfe havaiano, aparece no filme PIPELINE (2026), de Peter King, e já foi candidato diversas vezes ao Wave of the Winter (WOTW). O nome será revelado antes do call para o evento. Primeira temporada internacional A passagem por Desert Point faz parte de uma nova fase do Capítulo Perfeito. Pela primeira vez desde sua criação, em 2012, o evento ampliou seu calendário para fora de Portugal em 2026, com Moçambique e Indonésia. Ao longo de sua história, o evento já passou por Supertubos, em Peniche; Praia do Norte, em Nazaré; e Carcavelos, em Cascais. A etapa de Moçambique prevista para este ano não foi realizada porque a ondulação esperada não chegou durante a janela. Agora, todas as atenções estão voltadas para Desert Point. Os surfistas permanecem em stand-by e a organização acompanha o oceano à espera das condições que justificam colocar na água o primeiro evento da história da famosa esquerda de Lombok. Confirmados no Capítulo Perfeito de Desert Point Classificados por Carcavelos 2025 Balaram Stack (EUA)Cam Richards (EUA)Nic von Rupp (POR)Pedro Calado (BRA) Wildcards locais Sulaiman (IND)Usman Trioko (IND) Wildcards globais Bruno Santos (BRA) A definir

    Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado e Bruno Santos; janela vai até 15 de setembro e organização monitora swell previsto para o dia 8.

    Gabriel Medina foi vice-campeão do Fiji Pro 2026, encerrado nesta quinta-feira (3), em Cloudbreak. O tricampeão mundial chegou à decisão depois de uma grande campanha nas ondas pesadas da etapa, mas foi superado pelo norte-americano Cole Houshmand. O resultado marca uma forte recuperação do brasileiro, que vinha de eliminações na primeira fase nas duas etapas anteriores, no Brasil e no Taiti, e agora sobe para a quarta colocação no ranking mundial. A final ganhou emoção na segunda metade. Houshmand abriu vantagem e chegou a 16,87 pontos, deixando Medina em combinação. O brasileiro respondeu com a melhor onda da decisão: entubou com profundidade, acelerou por dentro, atravessou diferentes seções e saiu limpo para receber nota 10. Medina voltou à disputa, mas Houshmand, com a prioridade, controlou os cinco minutos finais e garantiu o terceiro título de sua carreira no Championship Tour. “Sair daquele tubo na final foi a melhor sensação. Eu estava esperando por aquela onda e estou muito feliz por ter conseguido o 10. Me sinto bem por ter chegado à final com o Cole. Ele é um bom amigo e vem surfando muito. Estou muito feliz de estar aqui e feliz pelo Cole também. Hoje foi incrível”, disse Medina. Medina, bicampeão em Fiji, buscava a terceira vitória em sua quarta final no evento. No dia decisivo, marcou 9,33 nas quartas, somou duas notas acima de 9 para chegar a 19,04 pontos na semifinal e fechou a campanha com o 10 na decisão. No feminino, Erin Brooks conquistou o título sem entrar na água na final, depois que Isabella Nichols desistiu da disputa por causa de uma lesão no tornozelo sofrida na semifinal. A canadense de 19 anos, que também venceu no Taiti, chegou ao segundo triunfo consecutivo no CT e à segunda vitória da carreira em Fiji. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por People On Tour (@peopleontour) Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Matthew McGillivray (AFS) 5.33 x 1.43 Luke Thompson (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 12.00 x 8.33 Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) 12.16 x 11.23 Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) 11.50 x 6.10 Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Seth Moniz (HAV) 12.67 x 11.80 Marco Mignot (FRA)2 – Cole Houshmand (EUA) 15.17 x 12.70 Ethan Ewing (AUS)3 – Yago Dora (BRA) 15.40 x 13.67 Mateus Herdy (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.27 x 11.66 Alan Cleland (MEX)5 – Morgan Cibilic (AUS) 14.34 x 13.17 João Chianca (BRA)6 – Leonardo Fioravanti (ITA) 11.06 x 9.17 Eli Hanneman (HAV)7 – Callum Robson (AUS) 9.10 x 8.94 Liam O’Brien (AUS)8 – Jake Marshall (EUA) 13.17 x 7.33 George Pittar (AUS)9 – Italo Ferreira (BRA) 12.70 x 10.56 Matthew McGillivray (AFS)10 – Connor O’Leary (JAP) 16.40 x 16.00 Filipe Toledo (BRA)11 – Samuel Pupo (BRA) 13.50 x 12.73 Alejo Muniz (BRA)12 – Griffin Colapinto (EUA) 15.17 x 9.73 Rio Waida (INA)13 – Miguel Pupo (BRA) 12.26 x 10.70 Ramzi Boukhiam (MAR)14 – Kauli Vaast (FRA) 16.17 x 10.43 Crosby Colapinto (EUA)15 – Barron Mamiya (HAV) 13.87 x 10.50 Jack Robinson (AUS)16 – Gabriel Medina (BRA) 13.94 x 9.83 Joel Vaughan (AUS) Round 3 1 – Cole Houshmand (EUA) 10.17 x 4.00 Seth Moniz (HAV)2 – Yago Dora (BRA) 14.40 x 6.83 Kanoa Igarashi (JAP)3 – Leonardo Fioravanti (ITA) 14.33 x 10.43 Morgan Cibilic (AUS)4 – Callum Robson (AUS) 10.50 x 8.77 Jake Marshall (EUA)5 – Connor O’Leary (JAP) 14.33 x 7.27 Italo Ferreira (BRA)6 – Griffin Colapinto (EUA) 14.00 x 12.60 Samuel Pupo (BRA)7 – Kauli Vaast (FRA) 19.07 x 11.17 Miguel Pupo (BRA)8 – Gabriel Medina (BRA) 13.77 x 13.33 Barron Mamiya (HAV) Quartas de final 1 – Cole Houshmand (EUA) 16.13 x 13.27 Yago Dora (BRA)2 – Leonardo Fioravanti (ITA) 14.10 x 10.94 Callum Robson (AUS)3 – Griffin Colapinto (EUA) 13.00 x 10.50 Connor O’Leary (JAP)4 – Gabriel Medina (BRA) 15.66 x 7.33 Kauli Vaast (FRA) Semifinais 1 – Cole Houshmand (EUA) 17.10 x 11.33 Leonardo Fioravanti (ITA)2 – Gabriel Medina (BRA) 19.04 x 14.57 Griffin Colapinto (EUA) Final 1 – Cole Houshmand (EUA) 16.87 x 15.17 Gabriel Medina (BRA) Feminino Round 1 1 – Yolanda Hopkins (POR) 9.77 x 9.57 Tya Zebrowski (FRA)2 – Sally Fitzgibbons (AUS) 9.97 x 8.37 Stephanie Gilmore (AUS)3 – Vahine Fierro (FRA) 14.17 x 6.66 Alyssa Spencer (EUA)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.66 x 4.60 Anat Lelior (ISR)5 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 9.73 x 8.50 Bella Kenworthy (EUA)6 – Francisca Veselko (POR) 12.17 x 12.00 Tyler Wright (AUS)7 – Erin Brooks (CAN) 18.00 x 3.06 Sophie McCulloch (AUS)8 – Isabella Nichols (AUS) 9.33 x 3.80 Ulukilupetea Kurop (FIJ) Round 2 1 – Carissa Moore (HAV) 12.13 x 11.50 Sally Fitzgibbons (AUS)2 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 14.60 x 9.00 Luana Silva (BRA)3 – Vahine Fierro (FRA) 11.67 x 10.43 Sawyer Lindblad (EUA)4 – Erin Brooks (CAN) 10.83 x 6.00 Caroline Marks (EUA)5 – Yolanda Hopkins (POR) 10.17 x 9.93 Gabriela Bryan (HAV)6 – Isabella Nichols (AUS) 11.60 x 8.93 Nadia Erostarbe (ESP)7 – Brisa Hennessy (CRC) 8.57 x 5.67 Molly Picklum (AUS)8 – Lakey Peterson (EUA) 13.10 x 8.04 Francisca Veselko (POR) Quartas de final 1 – Carissa Moore (HAV) 14.34 x 11.00 Bettylou Sakura Johnson (HAV)2 – Erin Brooks (CAN) 11.10 x 10.67 Vahine Fierro (FRA)3 – Isabella Nichols (AUS) 9.67 x 6.77 Yolanda Hopkins (POR)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.83 x 7.47 Lakey Peterson (EUA) Semifinais 1 – Erin Brooks (CAN) 11.84 x 9.97 Carissa Moore (HAV)2 – Isabella Nichols (AUS) 10.67 x 10.50 Brisa Hennessy (CRC) Final 1 – Erin Brooks (CAN) vence Isabella Nichols (AUS) por lesão

    Com nota 10 na final, tricampeão mundial Gabriel Medina fica com o vice em Fiji, sobe para quarto no ranking e retoma protagonismo no circuito. Cole Houshmand e Erin Brooks vencem o campeonato.

    Oito anos depois de entrar para a história do surfe de ondas gigantes, Rodrigo Koxa volta a viver a expectativa de alcançar o topo. O brasileiro é o protagonista de DÉJÀ VU, curta-metragem documental que acompanha o período de espera por mais um possível momento histórico de sua carreira. Finalista do Big Wave Challenge 2026 na categoria Maior Onda Masculina, Koxa disputa o prêmio depois de surfar uma onda em Nazaré, Portugal, cuja medição preliminar chegou a 29,15 metros. O resultado oficial será apresentado no dia 19 de setembro, durante a cerimônia da premiação no Lido Theatre, em Newport Beach, Califórnia, nos Estados Unidos. Mais do que acompanhar a disputa por um título, DÉJÀ VU mergulha justamente no período de espera que antecede a definição. Entre ansiedade, memórias, preparação e expectativa, o filme mostra Koxa novamente diante da possibilidade de alcançar um lugar que já ocupou. Em 2018, o brasileiro recebeu o reconhecimento do Guinness World Records pela maior onda já surfada, depois de descer uma onda de 80 pés (24,38 metros) em Nazaré. A marca permaneceu como recorde mundial até ser superada, em 2022, pelo alemão Sebastian Steudtner, que surfou uma onda de 86 pés (26,21 metros). Agora, a nova onda de Koxa pode colocá-lo novamente na disputa pelo posto. Caso a medição oficial confirme os 29,15 metros registrados preliminarmente e sejam atendidos os critérios aplicáveis, o brasileiro poderá conquistar o título de maior onda da temporada e voltar a disputar o recorde mundial. “Estava muito na expectativa de ver minha onda nessa final. Vou trazer de volta esse título de maior da temporada. Foi uma onda diferente em dezembro, surfada do pico até a base, até o final eu estava na adrenalina e na dúvida se conseguiria completar pelo nível de dificuldade.” Rodrigo Koxa Na disputa pelo prêmio também estão outros dois nomes que surfaram ondas em Nazaré: o brasileiro Lucas Chumbo e o francês Clement Roseyro. Por dentro de Déjà Vu Produzido por Rodrigo Koxa e Maskavo Filmes, DÉJÀ VU tem direção de Fábio Webber e edição assinada por Koxa e Webber. O documentário reúne relatos de pessoas que acompanham de perto a trajetória do surfista. Participam do filme Aline Cacozzi, esposa de Koxa; Vitor Faria, parceiro de ondas gigantes; Thiago Jacaré, coordenador do Big Wave Brasil; e Paulo Vinícius, designer. “Estou muito confiante em ter essa medição homologada e recuperar também esse recorde mundial. Agradeço a torcida da galera e peço a todos boas energias, que isso faz toda a diferença!” Rodrigo Koxa Aos 46 anos, Koxa se vê novamente diante da possibilidade de viver uma conquista que já fez parte de sua história. Oito anos depois de entrar para a história, a expectativa está de volta. A pressão também. E é justamente essa sensação que dá nome ao filme: DÉJÀ VU. Um déjà vu que pode terminar com um novo capítulo na história do surfe de ondas gigantes.

    Documentário acompanha Rodrigo Koxa nos bastidores da expectativa por um novo recorde mundial após o brasileiro surfar uma onda de 29,15 metros em Nazaré.

    A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. Clique aqui para ver ao vivo A primeira chamada acontece às 16h30 desta segunda-feira (24), no horário de Brasília, com possível início da competição às 17h. Em Fiji, onde o calendário já estará na terça-feira (25), a chamada será às 7h30, com possível início às 8h. A janela segue até 4 de setembro. A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Swell a caminho A previsão aponta poucas ondas logo no início da janela, com Cloudbreak pequeno ou praticamente flat durante boa parte do primeiro dia da janela em Fiji. Mas o swell começa a ganhar força ao longo do dia e pode chegar ao fim da tarde com ondas de 1,5 metros de face. A grande mudança aparece já no segundo dia de janelta. Um swell mais consistente deve colocar Cloudbreak na faixa de 3 metros de face durante todo o dia, com séries maiores. A previsão também indica ventos favoráveis, formando o primeiro cenário realmente forte para a realização da competição. Com ondas consistentes, existe ainda a possibilidade de a organização recorrer às baterias no sistema dual heat, com duas disputas acontecendo simultaneamente, para acelerar o cronograma e aproveitar a sequência de boas condições. No terceiro dia de janela, o swell já começa a perder força, mas a parte da manhã ainda pode apresentar quase 3 metros de face, com séries ocasionais maiores. A tendência é de redução gradual durante a tarde, ainda com condições favoráveis. Na sequência, um novo reforço de sudoeste pode manter Cloudbreak na faixa de 2,5 metros pés de face pela manhã do dia seguinte, sem necessariamente provocar novo aumento significativo de tamanho, mas trazendo mais energia e ajudando a prolongar o período de boas ondas. E o maior swell pode ainda estar por vir A também melhora de cenário para os dias 30 e 31 de agosto. Dois sistemas aparecem com potencial para produzir ondas da altura da cabeça até alguns pés acima, possivelmente acompanhadas por vento leve. Mas é a reta final da janela que começa a chamar mais atenção. Entre 2 e 4 de setembro, cresce a possibilidade da chegada de um swell forte e de longo período em Cloudbreak. A previsão aponta a presença de um sistema sólido. A confiança também vem aumentando na possibilidade de que as maiores ondas de toda a janela aconteçam justamente no início de setembro. Por se tratar de uma previsão de longo prazo, o cenário ainda pode mudar nos próximos dias. Cloudbreak para todos os tamanhos Considerada uma das melhores esquerdas do planeta, Cloudbreak quebra sobre um extenso recife de coral e muda completamente de personalidade dependendo do tamanho do swell. Em condições menores, oferece paredes longas e oportunidades para um surfe de alta performance. Quando o Pacífico Sul ganha força, a onda se transforma e passa a produzir tubos grandes, rápidos e extremamente pesados. O amplo campo de competição também reúne diferentes seções e exige leitura precisa do lineup. Depois de receber uma etapa pós-corte em 2024 e o WSL Finals em 2025, Cloudbreak volta agora a colocar todo o elenco do Championship Tour dentro d’água. É a primeira vez que isso acontece desde 2017. Italo chega de amarelo Entre os brasileiros, os olhos estarão principalmente sobre Italo Ferreira. Depois da semifinal em Teahupoo, o potiguar recuperou a lycra amarela e chega a Fiji isolado na liderança do ranking mundial. O campeão mundial de 2019 soma uma vitória, um vice-campeonato e dois terceiros lugares na temporada. Apesar de seu surfe de frontside e da capacidade nos tubos combinarem com Cloudbreak, Italo ainda busca um grande resultado no pico fijiano. A etapa também tem peso especial para Yago Dora. Foi justamente em Cloudbreak que o brasileiro conquistou seu primeiro título mundial, no WSL Finals de 2025. Atual terceiro colocado no ranking, Yago chega ao Fiji Pro buscando recuperar terreno na disputa pelo bicampeonato. Gabriel Medina completa outro capítulo importante da presença brasileira. Bicampeão da etapa, com vitórias em 2014 e 2016, o tricampeão mundial é, ao lado de Yago, um dos únicos brasileiros que já venceram em Cloudbreak. Dez brasileiros em Fiji O Brasil terá nove representantes no masculino e Luana Silva no feminino. Italo Ferreira, Yago Dora, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Samuel Pupo, João Chianca, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Mateus Herdy formam o contingente brasileiro entre os homens. Mateus é o único brasileiro escalado para o Round 1 masculino e enfrenta o australiano Jarvis Earle na terceira bateria. Os demais brasileiros entram posteriormente na competição. Além dos principais nomes do Tour, Fiji terá três wildcards: os locais Teo Degei e Ulukilupetea “Tea” Kurop, vencedores das seletivas fijianas, e o australiano Jarvis Earle, campeão mundial júnior de 2022. Kurop faz história como a primeira mulher de Fiji a disputar uma etapa do Championship Tour. Com o líder mundial de amarelo, um campeão mundial retornando ao palco onde conquistou seu título, dez brasileiros na disputa e diferentes pulsos de swell previstos ao longo dos próximos dias, Fiji abre uma das janelas mais promissoras da temporada. E, se os modelos de previsão realmente confirmarem o que começam a indicar para o início de setembro, o melhor de Cloudbreak pode ficar justamente para o final. Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) x Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) x Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Marco Mignot (FRA) x Seth Moniz (HAV)2 – Ethan

    Com dez brasileiros na disputa, janela do Fiji Pro abre nesta segunda-feira (24), com primeira chamada às 16h30 (de Brasília). Previsão indica swell a caminho para os primeiros dias em Cloudbreak.

    ATUALIZAÇÃO: 21/08/2026, às 12h36 (horário de Brasília) Victor Bernardo e sua esposa, Johnni, apresentam evolução no quadro de saúde após o grave acidente de carro sofrido na Califórnia, nos Estados Unidos. Os dois já passaram por cirurgias e, segundo Mike Townsend, manager do surfista, estão conscientes, de bom humor e otimistas. Victor sofreu uma fratura na perna e um ferimento grave acima do joelho. O brasileiro passou por uma nova cirurgia na quarta-feira. Inicialmente, os médicos instalaram uma estrutura externa para estabilizar a perna, mas o equipamento já foi retirado. Segundo Townsend, a evolução indica a possibilidade de uma recuperação mais rápida do que se imaginava inicialmente. Johnni também passou por uma cirurgia considerada bem-sucedida. Ela sofreu uma hemorragia interna no abdômen e fraturas na face em consequência do acidente. Os ferimentos foram tratados cirurgicamente. De acordo com Townsend, os dois permanecem positivos diante de tudo o que enfrentaram nos últimos dias. Até o momento, nenhum deles tem previsão de alta hospitalar. Abaixo, você confere a matéria publicada originalmente sobre o acidente: O guarujaense Victor Bernardo e a esposa, Johnni, permanecem hospitalizados depois de sofrerem um grave acidente de carro na Califórnia, nos Estados Unidos, na noite do último domingo (16). O veículo em que o casal estava se envolveu em uma colisão com um caminhão. Vitinho foi levado de helicóptero ao hospital. O surfista sofreu uma fratura na perna e precisará passar por cirurgia. Johnni foi transportada de ambulância e também permanece sob cuidados médicos. De acordo com as informações divulgadas até o momento, o quadro dela inspira mais atenção, mas não há risco de morte. As circunstâncias exatas da colisão e o local onde ela aconteceu não foram divulgados. O cineasta Logan Dulien, amigo do casal, afirmou que o acidente poderia ter sido fatal e que os dois deverão enfrentar um longo período de recuperação. A notícia mobilizou a comunidade internacional do surfe nas redes sociais. Mick Fanning, Coco Ho, Kanoa Igarashi, Raimana Van Bastolaer e Mikey February estão entre os nomes que manifestaram apoio ao casal. Natural do Guarujá (SP), Victor Bernardo, conhecido também como Vitinho, ganhou projeção ainda jovem no surfe brasileiro. Em 2013, aos 16 anos, conquistou o título brasileiro Pro Junior, em uma geração que também revelou nomes como Italo Ferreira e Caio Ibelli. Ao longo da carreira, disputou etapas do circuito de acesso à elite mundial e competições em diferentes países. Nos últimos anos, Victor passou a dedicar maior parte da carreira ao free surf e à produção de conteúdo ligado ao surfe. O brasileiro se estabeleceu na Califórnia e continuou diretamente ligado ao esporte. Victor nasceu em 8 de fevereiro de 1997 e tem a Praia do Tombo, no Guarujá, como sua onda favorita. Neste momento, toda a equipe do Waves deseja muita força a Victor e Johnni e torce por uma recuperação completa e tranquila do casal. Veja mais sobre Vitinho: Album Surf retrata perfeição Novo capítulo da Album Victor Bernardo inspirado no Havaí Victor Bernardo poderoso Victor Bernardo performático Sopa de peixe Victor Bernardo na estileira Papo com Victor Bernardo Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Waves (@waves.com.br)

    Surfista brasileiro Victor Bernardo e sua esposa Johnni são hospitalizados após colisão nos Estados Unidos. Atleta sofreu fratura na perna e precisa passar por cirurgia.