Pro Bells Beach 2025

Oito brasileiros vivos na Austrália

Italo Ferreira comanda ações no segundo dia do Pro Bells Beach 2025 e avança com mais sete brasileiros na etapa australiana.
Pro Bells Beach 2025, Victoria, Austrália

Italo Ferreira foi o cara no segundo dia de ação do Pro Bells Beach 2025. A etapa australiana foi reiniciada após três dias sem disputas e o atleta venceu bateria com a maior nota e o maior somatório de todo o evento. Além dele, outros sete brasileiros avançaram no evento. A WSL realizou 16 baterias nesta terça-feira (22) e definiu o Round 3 do masculino e as oitavas de final do feminino. O Bowl de Bells funcionou com ondas mexidas pelo vento maral com 1,5 metro e algumas séries chegando a 2 metros em alguns momentos.

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O líder do ranking mostrou o que queria logo no início da sexta bateria. Italo bateu, rasgou, executou um floater e foi até a junção para acertar forte pancada. A atuação valeu 7.17 pontos. O marroquino Ramzi Boukhiam e o vencedor da triagem local, o australiano Xavier Huxtable, também atuaram no começo da disputa de 30 minutos. Ramzi foi vertical no primeiro ataque, depois rasgou duas vezes antes de errar uma batida. A performance valeu 4.50 pontos. Xavier largou com 4.17, nota conquistada com layback e batida.

O brasileiro chegou no critério excelente logo depois do australiano crescer no duelo com a nota 6.17, conquistada aos sete minutos. Italo rasgou, bateu de forma vertical numa parede em pé, executou mais dois cutbacks e outra forte pancada para anotar 8.50 pontos.

Ramzi melhorou um pouco sua situação aos 12 minutos. Ele anotou 4.77 e passou a buscar 5.58 pontos assumir o segundo lugar. Depois disso a bateria ficou morna até perto do fim, quando o marroquino foi em busca do que necessitava. Ele fez sete ataques, porém anotou 5.33 pontos. Xavier também surfou e trocou 4.17 por 5.27 pontos. O marroquino ainda teve chance no último minuto, mas precisava de 6.12, anotou 5.67 e caiu para a repescagem.

Lesão – Na saída da água, enquanto andava em cima das pedras de costas para o mar, Ramzi não viu a chegada de uma onda e foi derrubado. O marroquino gritou e foi auxiliado por Italo e Xavier até a chegada do socorro. O atleta colocava as mãos no joelho enquanto se contorcia de dor.


Samuel também vence – A outra vitória brasileira na primeira fase aconteceu na primeira bateria do dia. Samuel Pupo mostrou boa sintonia com as ondas mexidas pelo vento maral, conquistou as três maiores notas do segundo confronto do Round 1 e avançou para a terceira fase. João Chianca chegou no minuto final em segundo lugar, porém sofreu virada do havaiano Barron Mamiya e caiu para a repescagem.

Samuel abriu o duelo com 6.33 pontos, numa atuação que teve rasgada e layback. João (2.00 e 2.87) e Barron (2.73) largaram com notas fracas. Samuel teve outra oportunidade aos nove minutos. O brasileiro achou algumas seções, bateu e rasgou para colocar mais 4.67 no placar.

João e Barron mexeram no somatório logo após a metade da disputa. O brasileiro bateu na primeira seção, depois rasgou e entrou de borda perdendo velocidade, mas na sequência executou forte layback numa junção espumada. A atuação valeu 4.90 pontos. O havaiano foi até o inside, mas teve poucas manobras de grande expressão e anotou 4.00 para permanecer em último lugar. Ele precisava de 3.78 para evitar a repescagem.

Samuel seguiu em conexão com Bells. O brazuca trocou nota a nove minutos do fim com rasgada e batida no outside, e duas batidas no inside. Ele anotou 5.67 e se distanciou ainda mais dos adversários.

A bateria chegou nos cinco minutos finais e João tinha a prioridade. O brasileiro optou por surfar a quatro minutos do término, mas só achou espaço para duas batidas, uma delas no inside. Ele não alterou o somatório com a nota 2.63 pontos. Barron usou o direito de escolha de onda logo depois, mas rasgou e caiu numa batida.

Os três atuaram perto do fim. João, que tinha a terceira prioridade, pegou uma direita ruim. Samuel usou o direito de escolha de onda e anotou 5.00 pontos, mas não mudou o placar. Barron atuou no último minuto, bateu duas vezes e caiu no terceiro ataque. Ele precisava de 3.78 e jogou João para a repescagem com a nota 4.20 pontos.

Yago, Miguel e Filipe ficam em segundo lugar – Outros três brasileiros evitaram a repescagem: Yago Dora, Miguel Pupo e Filipe Toledo. Os três ficaram em segundo lugar em suas baterias. A quarta do masculino teve dois brazucas: um avançou e outro caiu para a repescagem. O havaiano Ian Gentil encontrou as melhores ondas, manobrou com força e fluidez e venceu com as duas maiores notas. Yago terminou a batalha na segunda posição e também está garantido no Round 3. Ian Gouveia começou bem, mas não conseguiu acompanhar o ritmo dos adversários e caiu para a repescagem.

Gouveia largou com a nota 2.17 e, aos cinco minutos, conquistou 5.10 pontos. O brasileiro usou a prioridade e, após algumas curvas em partes cheias da direita, entrou no inside e atacou uma junção com uma forte batida. Yago também largou com nota baixa (0.37) e, aos sete minutos, rasgou em duas seções mais íngremes da onda e executou uma pancada na junção espumada do inside. A performance valeu 5.50 pontos. Aos dez minutos, Yago surfou uma esquerda e voou com um reverse, porém errou a manobra.

Gentil chegou à metade da bateria tendo surfado apenas uma onda (2.57). Naquele momento, usou a prioridade, executou duas rasgadas e bateu na junção do inside. Com a nota 4.50 subiu da terceira para a segunda posição.

Yago e Gentil surfaram a dez minutos do fim. O havaiano foi até o inside e acertou uma batida numa junção maior. O brasileiro rasgou e bateu nas primeiras seções da onda e executou as mesmas manobras no inside, porém com menos expressão. O brasileiro assumiu a primeira posição com a nota 4.63, e o havaiano ficou em segundo com 4.00 pontos. Gouveia ficou no pico com a prioridade. Ele buscava no mínimo 3.40 para evitar a repescagem.

Gentil mexeu no somatório a cinco minutos do final. O surfista da ilha havaiana de Maui bateu, depois esperou a onda ficar em pé novamente, fez um layback e bateu mais duas vezes. A atuação valeu 6.50 pontos e a liderança. Gouveia respondeu na sequência e foi até o inside. Naquele momento, precisava de 5.04 para jogar Yago para o terceiro lugar e anotou 4.80 pontos. O havaiano ainda teve tempo de manobrar três vezes para colocar mais 6.57 no placar e confirmar a vitória. Yago também avançou para o Round 3, e Gouveia caiu para a repescagem.

Miguel e Alejo na primeira fase – Miguel Pupo competiu na nona bateria da primeira fase do masculino e avançou em segundo lugar. O norte-americano Jake Marshall venceu o confronto. Alejo Muniz terminou duelo em terceiro lugar e caiu para a repescagem.

As primeiras notas acima da casa de dois pontos foram conquistadas aos 12 minutos. Alejo executou duas fortes batidas para anotar 5.33 pontos. Jake surfou uma direita mais longa e garantiu 5.67 para ficar em primeiro lugar. Miguel atuou pela primeira vez na bateria aos 15 minutos. Ele rasgou duas vezes antes de entrar no inside e bater. Miguel colocou 5.60 no somatório e passou a buscar no mínimo 2.70 para avançar.

Jake trocou 2.67 por 7.00 com rasgada e batida forte aos 18 minutos. Dois minutos depois foi a vez de Miguel mexer no placar. Ele bateu duas vezes, a segunda no inside, e jogou Alejo para a última posição ao conquistar 4.93 pontos. Depois de Jake trocar 5.67 por 5.87 a sete minutos do fim, Alejo tentou os 5.21 que precisava, mas foi para um layback na primeira seção da direita e errou a manobra.

Os brasileiros voltaram a atuar perto do fim, mas não mexeram no placar. Jake ainda teve tempo para marcar 6.80 e confirmar a vitória. Ele avançou com Miguel. Terceiro colocado, Alejo caiu para a repescagem.

Filipe também pula repescagem – Campeão do evento australiano em 2022, Filipe Toledo ficou em segundo lugar na décima bateria masculina da etapa e evitou a repescagem. O mexicano Alan Cleland venceu a disputa com direito a nota no critério excelente. O australiano Joel Vaughan ficou na terceira posição.

Os surfistas não demoraram a atuar. Alan foi o último a ficar em pé na prancha, mas começou melhor. O mexicano rasgou e bateu nas duas seções iniciais da direita, depois entrou no inside e fez um forte ataque à junção. A nota foi 7.00 pontos. Joel largou com 4.67 e Filipe com 2.33 pontos. O brasileiro saiu da água para trocar o equipamento.

A segunda onda de Filipe foi fraca e aos 17 minutos ele anotou 4.17 pontos com rasgada e batida chutando a rabeta. Alan disparou na frente logo depois. O atleta do México usou a prioridade, rasgou, executou um layback e uma batida. Ele seguiu na direita, entrou no inside e bateu mais uma vez. A atuação entrou no critério excelente e ele anotou 8.00 pontos.

Filipe e Joel surfaram a seis minutos do fim. O brasileiro tinha a segunda prioridade e surfou a onda inicial de uma série. Filipe passou a primeira seção com floater, depois bateu duas vezes e, após um cutback, acertou batida na junção. A performance valeu 6.17 pontos e ele subiu para o segundo lugar. Joel tentou responder na mesma série, mas a direita foi ruim. Ele passou a precisar de 5.68 para evitar a primeira fase eliminatória da etapa. Nada mudou até o fim da bateria e Alan avançou com Filipe para o Round 3.


Bateria 100% brazuca na repescagem – A repescagem masculina do Pro Bells Beach 2025 terminou com bateria 100% brasileira. Alejo Muniz venceu e avançou para o Round 3 da etapa australiana com João Chianca (2º). Ian Gouveia terminou em último lugar e se despediu da prova na 33ª posição.

Ian colocou 4.67 no somatório logo no início. João respondeu logo depois e, assim como adversário, foi também até o inside. Ele anotou 3.67 pontos. Alejo estreou aos 13 minutos com a nota 4.30 pontos. Ian (2.63) e João (3.47) também atuaram na série.

João assumiu a liderança aos 19 minutos. Ele tinha a terceira prioridade, mas teve uma oportunidade e aproveitou. O brasileiro rasgou e bateu chutando a rabeta. A performance valeu 4.60 pontos. Ian tentou responder na mesma série. Ele usou o direito de escolha de onda, mas caiu na melhor seção da direita (2.83). Logo depois Alejo pulou de último para primeiro com 5.83 pontos.

Nos minutos finais João tinha a segunda prioridade e achou uma direita para trocar 3.67 por 5.40 pontos. Logo depois Ian foi em busca dos 5.34 que precisava, mas anotou 4.77 e continuou em último lugar. Ele diminuiu a diferença para 5.24, mas não teve mais chances. Alejo ainda teve tempo de acertar duas manobras para inserir 5.80 no somatório e confirmar a vitória.

Luana se recupera – A única brasileira no Pro Bells Beach 2025 avançou às oitavas de final. Luana Silva venceu a primeira bateria da repescagem e garantiu lugar no round das 16 melhores da etapa australiana. Norte-americana Caroline Marks ficou em segundo lugar e também segue viva na prova. A vencedora da triagem de surfistas de Victoria, a australiana Carly Shanahan, terminou duelo na terceira posição e se despediu do evento.

Caroline ficou muito ativa no início e surfou três ondas em sete minutos. Nas melhores atuações ela anotou 4.33 e 3.33 pontos. Carly largou com 2.33 pontos. Luana abriu com uma rasgada que valeu 3.00 e aos nove minutos acertou três ataques para assumir a liderança com 5.33 pontos.

A norte-americana voltou para o primeiro lugar aos 13 minutos. Caroline buscava 4.01 pontos e conquistou 4.43 numa direita intermediária. Carly tentou pegar o lugar de Luana, mas precisava de 6.00 e anotou 3.50 pontos. A brasileira reagiu a dez minutos para o término. Ela rasgou duas vezes e depois trabalhou até chegar no inside e bater na junção. Luana precisava de 3.43 e conquistou 4.27 para liderar. A surfista dos Estados Unidos tentou dar o troco logo depois, mas as duas manobras realizadas (4.50) não foram suficientes para garantir os 5.17 que precisava.

Luana aumentou a diferença para as adversárias a cinco minutos do fim. A brasileira executou uma única manobra, uma batida, e colocou mais 5.67 pontos no somatório para confirmar a vitória.

Edgard fora – Edgard Groggia não fez boa estreia no Pro Bells Beach 2025. O brasileiro ficou em terceiro lugar e caiu para a repescagem. O sul-africano Jordy Smith pegou a primeira posição perto do fim e avançou para o Round 3 com o australiano George Pittar.

Os três surfistas atuaram logo no início, e George foi melhor. O australiano foi até o inside, mas no longo trajeto achou poucas seções críticas para atacar. Ele anotou 4.10 pontos. Jordy executou duas batidas, uma boa e uma atrasada. Com 3.77 ele ficou em segundo lugar. Edgard bateu, rasgou e trabalhou até chegar no inside, porém bateu e caiu. Ele largou com 3.17 pontos.

Edgard usou a prioridade aos 13 minutos. O surfista abriu a apresentação com batida e a onda ficou cheia na sequência. O brasileiro seguiu esperando a direita levantar e acertou mais duas pancadas. Ele assumiu a liderança com 4.27 pontos. Jordy responde na sequência com duas batidas que valeram 3.30 pontos.

O brasileiro mexeu no somatório a dez minutos do término. Ele executou seis manobras, sendo três no inside, duas em seções cheias, e anotou 4.60 pontos. Jordy surfou logo depois e bateu três vezes em sequência para assumir a primeira posição com 5.67 pontos.

George usou a prioridade para surfar sua segunda direita na bateria a cinco minutos do fim. O australiano executou duas batida e uma rasgada em seções mais críticas, depois entrou no inside e bateu na junção. Ele precisava anotou 6.67 e pulou direto para a liderança. Com isso Edgard passou a buscar 4.85 pontos.

O brasileiro ainda teve uma chance, mas após uma manobra abandonou a direita. Jordy ainda conseguiu mais uma oportunidade antes do fim, rasgou quatro vezes com fluidez e força e venceu a disputa ao anotar 6.87 pontos. George avançou para o Round 3 com o segundo lugar e Edgard caiu para a repescagem.

Edgard em 33º lugar – Edgard Groggia foi o primeiro brasileiro eliminado do Pro Bells Beach 2025. Ele voltou a terminar em último lugar, dessa vez na repescagem, e finalizou a prova australiana em 33º lugar. O sul-africano Matthew McGillivray venceu e o havaiano Jackson Bunch avançou em segundo lugar.

Matthew largou bem com atuação que batida e rasgada antes da seção cheia da direita, e duas pancadas no inside. A nota foi 6.17 pontos. Edgard tentou uma forte batida na primeira seção da direita, mas errou a manobra. Jackson acertou o que o brasileiro errou e inseriu 4.33 no somatório. O havaiano voltou a surfar aos nove minutos e encontrou espaço para três manobras expressivas, sendo a segunda, uma batida, muito forte. A atuação valeu 6.50 pontos.

Edgard conquistou 5.57 aos dez minutos numa onda que teve rasgada expressiva na primeira seção e batida forte no inside como manobras de maior impacto. Matthew atuou logo depois e chegou na casa dos sete pontos (7.10) com duas manobras fortes. O brasileiro respondeu na sequência com duas potentes pancadas. Ele precisava de 5.27 e conquistou 4.93 pontos.

Matthew se distanciou ainda mais dos adversários aos 20 minutos. O sul-africano rasgou, depois bateu na espuma já pensando na seção seguinte e atingiu a crista chutando a rabeta. A performance valeu 7.43 pontos. Edgard atuou na mesma série, porém não mudou sua situação no confronto com a nota 4.90 pontos.

Edgard tentou reagir, mas não trocou nota. Logo depois Jackson acertou três ataques, colocou mais 6.47 no somatório e aumentou a diferente para o brasileiro, que passou a buscar 7.40 para avançar. Os dois voltaram a atuar, mas o placar não foi alterado e o brasileiro deu adeus ao evento.

Deivid eliminado – A oitava bateria masculina do Pro Bells Beach 2025 não teve bom resultado para o Brasil. Deivid Silva terminou na última posição e caiu para a primeira fase eliminatória da etapa australiana. O japonês Connor O’Leary venceu e avançou com o italiano Leonardo Fioravanti (2º) para o Round 3 do masculino.

Os atletas não tiveram muitas oportunidades na primeira metade da disputa. Connor tinha a maior nota (3.93) e estava em primeiro lugar. Leo tinha a segunda melhor (3.83) e era o segundo colocado. Deivid estava em último, porém precisava de apenas 2.17 pontos para evitar a repescagem.

Leo remou numa onda aos 17 minutos, não entrou e perdeu a prioridade. O italiano teve outra oportunidade logo depois e aproveitou. A onda não ofereceu partes críticas nas primeira seções e ele rasgou, porém no inside surgiu uma junção e ele atacou com potência. A atuação valeu 5.33 pontos e a liderança. Deivid passou a precisar de 3.37 para avançar.

O brasileiro ameaçou uma reação com 3.00 pontos, porém o japonês usou a prioridade a três minutos do fim, acertou forte ataque à junção e aumentou a diferença com a nota 6.83 pontos. Deivid ainda teve tempo de ir em busca dos 6.16 que precisava. O brasileiro começou a apresentação com forte batida, depois rasgou e executou mais três pancadas. A apresentação valeu 5.70 e ele não saiu do terceiro lugar.

Deivid na repescagem – Deivid não se recuperou na repescagem. O brasileiro chegou perto da virada no fim, mas terminou em último lugar na terceira bateria da fase e se despediu da prova em 33º lugar. O francês Marco Mignot venceu a disputa e avançou com o havaiano Seth Moniz para o Round 3.

Seth surfou logo no início e largou com 5.00 pontos. Marco anotou 5.90 aos seis minutos. O francês bateu, rasgou e bateu chutando a rabeta na junção. Deivid tentou responder, mas não chegou na casa de um ponto nas duas atuações iniciais. Marco assumiu a liderança aos 13 minutos com uma batida que valeu 3.00 pontos.

Os três surfistas entraram em ação aos 15 minutos. Seth usou a prioridade, trocou 1.77 por 5.60 pontos e assumiu a liderança. Deivid executou duas batidas e conquistou 4.50 para entrar no jogo. Marco também mexeu no placar com 3.33 pontos.

Deivid foi em busca dos 4.74 pontos que precisava aos 19 minutos, mas a onda não ofereceu boas seções e ele conquistou 3.17 para permanecer em terceiro lugar. Cinco minutos depois o francês aumentou a diferença. Marco executou quatro rasgadas, uma delas muito boa, e inseriu 4.77 no placar para assumir a primeira posição.

O brasileiro tentou a virada a nove minutos do fim. Deivid executou sete manobras. Ele precisava de 6.10 e anotou 5.90 pontos. Seth tentou aumentar a vantagem para o brasileiro, mas não trocou nota (4.80). Deivid teve a última oportunidade a dois minutos do fim. Ele usou a prioridade e foi em busca dos 4.70 que precisava. O brasileiro trabalhou a onda até o inside e conquistou 4.63 para finalizar a etapa na 33ª posição.

Próxima chamada e previsão das ondas – A próxima chamada para o Pro Bells Beach 2025 acontece nesta terça-feira (22), às 19h15 (de Brasília). Previsão indica ondas de 1,5 a 2 metros com possíveis séries maiores e vento maral. As condições para o surfe devem melhorar no dia seguinte, quando as direitas com cerca de 1,5 metro podem ficar lisas devido ao vento terral.

Pro Bells Beach 2025
Round 1 Masculino

Bateria realizada no sábado (18)

1 Crosby Colapinto (EUA) 12.84 x Rio Waida (IDN) 10.20 x Imaikalani deVault (HAV) 8.07

Baterias realizadas nesta terça-feira (22)

2 Samuel Pupo (BRA) 12.00 x Barron Mamiya (HAV) 8.20 x João Chianca (BRA) 7.77

3 Jordy Smith (AFR) 12.54 x George Pittar (AUS) 10.77 x Edgard Groggia (BRA) 8.87

4 Ian Gentil (HAV) 13.07 x Yago Dora (BRA) 10.13 x Ian Gouveia (BRA) 9.90

5 Morgan Cibilic (AUS) 14.06 x Ethan Ewing (AUS) 12.97 x Seth Moniz (HAV) 8.67

6 Italo Ferreira (BRA) 15.67 x Xavier Huxtable (AUS) 11.44 x Ramzi Boukhiam (MAR) 11.00

7 Jack Robinson (AUS) 12.93 x Ryan Callinan (AUS) 12.56 x Marco Mignot (FRA) 11.23

8 Connor O’Leary (AUS) 10.76 x Leonardo Fioravanti (ITA) 9.16 x Deivid Silva (BRA) 8.70

9 Jake Marshall (EUA) 13.80 x Miguel Pupo (BRA) 10.53 x Alejo Muniz (BRA) 9.43

10 Alan Cleland (MEX) 15.00 x Filipe Toledo (BRA) 10.34 x Joel Vaughan (AUS) 7.67

11 Kanoa Igarashi (JAP) 13.37 x Griffin Colapinto (EUA) 10.33 x Jackson Bunch (HAV) 8.67

12 Cole Houshmand (EUA) 10.33 x Liam O’Brien (AUS) 10.33 x Matthew McGillivray (AFR) 9.46

Repescagem Masculino

1 Matthew McGillivray (AFR) 14.53 x Jackson Bunch (HAV) 12.97 x Edgard Groggia (BRA) 10.50

2 Joel Vaughan (AUS) x Imaikalani deVault (HAV) x Ramzi Boukhiam (MAR) – *lesionado

3 Marco Mignot (FRA) 10.67 x Seth Moniz (HAV) 10.60 x Deivid Silva (BRA) 10.53

4 Alejo Muniz (BRA) 11.63 x João Chianca (BRA) 10.00 x Ian Gouveia (BRA) 9.44
Round 3

1 Ethan Ewing (AUS) x Ryan Callinan (AUS)

2 Connor O’Leary (JAP) x Marco Mignot (FRA)

3 Kanoa Igarashi (JAP) x Liam O’Brien (AUS)

4 Miguel Pupo (BRA) x Seth Moniz (HAV)

5 Jordy Smith (AFR) x Imaikalani deVault (HAV)

6 Crosby Colapinto (EUA) x Joel Vaughan (AUS)

7 Cole Houshmand (EUA) x Morgan Cibilic (AUS)

8 Leonardo Fioravanti (ITA) x Alan Cleland (MEX)

9 Italo Ferreira (BRA) x Xavier Huxtable (AUS)

10 Matthew McGillivray (AFR) x Griffin Colapinto (EUA)

11 Rio Waida (IDN) x Samuel Pupo (BRA)

12 Barron Mamiya (HAV) x Ian Genti (HAV)

13 Yago Dora (BRA) x Alejo Muniz (BRA)

14 Jake Marshall (EUA) x João Chianca (BRA)

15 Filipe Toledo (BRA) x George Pittar (AUS)

16 Jack Robinson (AUS) x Jackson Bunch (HAV)

Repescagem Feminino

1 Luana Silva (BRA) 11.00 x Caroline Marks (EUA) 8.93 x Carly Shanahan (AUS) 5.83

2 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 11.84 x Nadia Erostarbe (ESP) 8.00 x Vahine Fierro (FRA) 7.80

Oitavas de final

1 Molly Picklum (AUS) x Luana Silva (BRA)

2 Sawyer Lindblad (EUA) x Lakey Peterson (EUA)

3 Caitlin Simmers (EUA) x Sally Fitzgibbons (AUS)

4 Bella Kenworthy (EUA) x Brisa Hennessy (CRI)

5 Gabriela Bryan (HAV) x Nadia Erostarbe (ESP)

6 Isabella Nichols (AUS) x Erin Brooks (CAN)

7 Caroline Marks (EUA) x Bettylou Sakura Johnson (HAV)

8 Tyler Wright (AUS) x Ellie Harrison (AUS)

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    Próxima chamada para o Fiji Pro acontece nesta quarta-feira (25), às 16h (de Brasília). A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. A janela segue até 4 de setembro. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Fiji A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Em inglês: Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 2 1 – Seth Moniz (HAV) 12.67 x 11.80 Marco Mignot (FRA)2 – Ethan Ewing (AUS) x Cole Houshmand (EUA)3 – Yago Dora (BRA) x Mateus Herdy (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) x Alan Cleland (MEX)5 – João Chianca (BRA) x Morgan Cibilic (AUS)6 – Leonardo Fioravanti (ITA) x Eli Hanneman (HAV)7 – Liam O’Brien (AUS) x Callum Robson (AUS)8 – George Pittar (AUS) x Jackson Marshall (EUA)9 – Italo Ferreira (BRA) x Matthew McGillivray (AFS)10 – Connor O’Leary (JAP) x Filipe Toledo (BRA)11 – Samuel Pupo (BRA) x Alejo Muniz (BRA)12 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)13 – Miguel Pupo (BRA) x Ramzi Boukhiam (MAR)14 – Kauli Vaast (FRA) x Crosby Colapinto (EUA)15 – Jack Robinson (AUS) x Barron Mamiya (HAV)16 – Gabriel Medina (BRA) x Jacob Willcox (AUS) Feminino Round 2 1 – Carissa Moore (HAV) x Sally Fitzgibbons (AUS)2 – Luana Silva (BRA) x Bettylou Sakura Johnson (HAV)3 – Sawyer Lindblad (EUA) x Vahine Fierro (FRA)4 – Caroline Marks (EUA) x Erin Brooks (CAN)5 – Gabriela Bryan (HAV) x Yolanda Hopkins (POR)6 – Nadia Erostarbe (ESP) x Isabella Nichols (AUS)7 – Molly Picklum (AUS) x Brisa Hennessy (CRC)8 – Lakey Peterson (EUA) x Francisca Veselko (POR) Round 1 Masculino 1 – Matthew McGillivray (AFS) 5.33 x 1.43 Luke Thompson (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 12.00 x 8.33 Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) 12.16 x 11.23 Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) 11.50 x 6.10 Oscar Berry (AUS) Feminino 1 – Yolanda Hopkins (POR) 9.77 x 9.57 Tya Zebrowski (FRA)2 – Sally Fitzgibbons (AUS) 9.97 x 8.37 Stephanie Gilmore (AUS)3 – Vahine Fierro (FRA) 14.17 x 6.66 Alyssa Spencer (EUA)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.66 x 4.60 Anat Lelior (ISR)5 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 9.73 x 8.50 Bella Kenworthy (EUA)6 – Francisca Veselko (POR) 12.17 x 12.00 Tyler Wright (AUS)7 – Erin Brooks (CAN) 18.00 x 3.06 Sophie McCulloch (AUS)8 – Isabella Nichols (AUS) 9.33 x 3.80 Ulukilupetea Kurop (FIJ)

    Próxima chamada para o Fiji Pro acontece nesta quarta-feira (25), às 16h (de Brasília). Previsão indica que swell segue firme em Cloudbreak.

    A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. Clique aqui para ver ao vivo A primeira chamada acontece às 16h30 desta segunda-feira (24), no horário de Brasília, com possível início da competição às 17h. Em Fiji, onde o calendário já estará na terça-feira (25), a chamada será às 7h30, com possível início às 8h. A janela segue até 4 de setembro. A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Swell a caminho A previsão aponta poucas ondas logo no início da janela, com Cloudbreak pequeno ou praticamente flat durante boa parte do primeiro dia da janela em Fiji. Mas o swell começa a ganhar força ao longo do dia e pode chegar ao fim da tarde com ondas de 1,5 metros de face. A grande mudança aparece já no segundo dia de janelta. Um swell mais consistente deve colocar Cloudbreak na faixa de 3 metros de face durante todo o dia, com séries maiores. A previsão também indica ventos favoráveis, formando o primeiro cenário realmente forte para a realização da competição. Com ondas consistentes, existe ainda a possibilidade de a organização recorrer às baterias no sistema dual heat, com duas disputas acontecendo simultaneamente, para acelerar o cronograma e aproveitar a sequência de boas condições. No terceiro dia de janela, o swell já começa a perder força, mas a parte da manhã ainda pode apresentar quase 3 metros de face, com séries ocasionais maiores. A tendência é de redução gradual durante a tarde, ainda com condições favoráveis. Na sequência, um novo reforço de sudoeste pode manter Cloudbreak na faixa de 2,5 metros pés de face pela manhã do dia seguinte, sem necessariamente provocar novo aumento significativo de tamanho, mas trazendo mais energia e ajudando a prolongar o período de boas ondas. E o maior swell pode ainda estar por vir A também melhora de cenário para os dias 30 e 31 de agosto. Dois sistemas aparecem com potencial para produzir ondas da altura da cabeça até alguns pés acima, possivelmente acompanhadas por vento leve. Mas é a reta final da janela que começa a chamar mais atenção. Entre 2 e 4 de setembro, cresce a possibilidade da chegada de um swell forte e de longo período em Cloudbreak. A previsão aponta a presença de um sistema sólido. A confiança também vem aumentando na possibilidade de que as maiores ondas de toda a janela aconteçam justamente no início de setembro. Por se tratar de uma previsão de longo prazo, o cenário ainda pode mudar nos próximos dias. Cloudbreak para todos os tamanhos Considerada uma das melhores esquerdas do planeta, Cloudbreak quebra sobre um extenso recife de coral e muda completamente de personalidade dependendo do tamanho do swell. Em condições menores, oferece paredes longas e oportunidades para um surfe de alta performance. Quando o Pacífico Sul ganha força, a onda se transforma e passa a produzir tubos grandes, rápidos e extremamente pesados. O amplo campo de competição também reúne diferentes seções e exige leitura precisa do lineup. Depois de receber uma etapa pós-corte em 2024 e o WSL Finals em 2025, Cloudbreak volta agora a colocar todo o elenco do Championship Tour dentro d’água. É a primeira vez que isso acontece desde 2017. Italo chega de amarelo Entre os brasileiros, os olhos estarão principalmente sobre Italo Ferreira. Depois da semifinal em Teahupoo, o potiguar recuperou a lycra amarela e chega a Fiji isolado na liderança do ranking mundial. O campeão mundial de 2019 soma uma vitória, um vice-campeonato e dois terceiros lugares na temporada. Apesar de seu surfe de frontside e da capacidade nos tubos combinarem com Cloudbreak, Italo ainda busca um grande resultado no pico fijiano. A etapa também tem peso especial para Yago Dora. Foi justamente em Cloudbreak que o brasileiro conquistou seu primeiro título mundial, no WSL Finals de 2025. Atual terceiro colocado no ranking, Yago chega ao Fiji Pro buscando recuperar terreno na disputa pelo bicampeonato. Gabriel Medina completa outro capítulo importante da presença brasileira. Bicampeão da etapa, com vitórias em 2014 e 2016, o tricampeão mundial é, ao lado de Yago, um dos únicos brasileiros que já venceram em Cloudbreak. Dez brasileiros em Fiji O Brasil terá nove representantes no masculino e Luana Silva no feminino. Italo Ferreira, Yago Dora, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Samuel Pupo, João Chianca, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Mateus Herdy formam o contingente brasileiro entre os homens. Mateus é o único brasileiro escalado para o Round 1 masculino e enfrenta o australiano Jarvis Earle na terceira bateria. Os demais brasileiros entram posteriormente na competição. Além dos principais nomes do Tour, Fiji terá três wildcards: os locais Teo Degei e Ulukilupetea “Tea” Kurop, vencedores das seletivas fijianas, e o australiano Jarvis Earle, campeão mundial júnior de 2022. Kurop faz história como a primeira mulher de Fiji a disputar uma etapa do Championship Tour. Com o líder mundial de amarelo, um campeão mundial retornando ao palco onde conquistou seu título, dez brasileiros na disputa e diferentes pulsos de swell previstos ao longo dos próximos dias, Fiji abre uma das janelas mais promissoras da temporada. E, se os modelos de previsão realmente confirmarem o que começam a indicar para o início de setembro, o melhor de Cloudbreak pode ficar justamente para o final. Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) x Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) x Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Marco Mignot (FRA) x Seth Moniz (HAV)2 – Ethan

    Com dez brasileiros na disputa, janela do Fiji Pro abre nesta segunda-feira (24), com primeira chamada às 16h30 (de Brasília). Previsão indica swell a caminho para os primeiros dias em Cloudbreak.

    ATUALIZAÇÃO: 21/08/2026, às 12h36 (horário de Brasília) Victor Bernardo e sua esposa, Johnni, apresentam evolução no quadro de saúde após o grave acidente de carro sofrido na Califórnia, nos Estados Unidos. Os dois já passaram por cirurgias e, segundo Mike Townsend, manager do surfista, estão conscientes, de bom humor e otimistas. Victor sofreu uma fratura na perna e um ferimento grave acima do joelho. O brasileiro passou por uma nova cirurgia na quarta-feira. Inicialmente, os médicos instalaram uma estrutura externa para estabilizar a perna, mas o equipamento já foi retirado. Segundo Townsend, a evolução indica a possibilidade de uma recuperação mais rápida do que se imaginava inicialmente. Johnni também passou por uma cirurgia considerada bem-sucedida. Ela sofreu uma hemorragia interna no abdômen e fraturas na face em consequência do acidente. Os ferimentos foram tratados cirurgicamente. De acordo com Townsend, os dois permanecem positivos diante de tudo o que enfrentaram nos últimos dias. Até o momento, nenhum deles tem previsão de alta hospitalar. Abaixo, você confere a matéria publicada originalmente sobre o acidente: O guarujaense Victor Bernardo e a esposa, Johnni, permanecem hospitalizados depois de sofrerem um grave acidente de carro na Califórnia, nos Estados Unidos, na noite do último domingo (16). O veículo em que o casal estava se envolveu em uma colisão com um caminhão. Vitinho foi levado de helicóptero ao hospital. O surfista sofreu uma fratura na perna e precisará passar por cirurgia. Johnni foi transportada de ambulância e também permanece sob cuidados médicos. De acordo com as informações divulgadas até o momento, o quadro dela inspira mais atenção, mas não há risco de morte. As circunstâncias exatas da colisão e o local onde ela aconteceu não foram divulgados. O cineasta Logan Dulien, amigo do casal, afirmou que o acidente poderia ter sido fatal e que os dois deverão enfrentar um longo período de recuperação. A notícia mobilizou a comunidade internacional do surfe nas redes sociais. Mick Fanning, Coco Ho, Kanoa Igarashi, Raimana Van Bastolaer e Mikey February estão entre os nomes que manifestaram apoio ao casal. Natural do Guarujá (SP), Victor Bernardo, conhecido também como Vitinho, ganhou projeção ainda jovem no surfe brasileiro. Em 2013, aos 16 anos, conquistou o título brasileiro Pro Junior, em uma geração que também revelou nomes como Italo Ferreira e Caio Ibelli. Ao longo da carreira, disputou etapas do circuito de acesso à elite mundial e competições em diferentes países. Nos últimos anos, Victor passou a dedicar maior parte da carreira ao free surf e à produção de conteúdo ligado ao surfe. O brasileiro se estabeleceu na Califórnia e continuou diretamente ligado ao esporte. Victor nasceu em 8 de fevereiro de 1997 e tem a Praia do Tombo, no Guarujá, como sua onda favorita. Neste momento, toda a equipe do Waves deseja muita força a Victor e Johnni e torce por uma recuperação completa e tranquila do casal. Veja mais sobre Vitinho: Album Surf retrata perfeição Novo capítulo da Album Victor Bernardo inspirado no Havaí Victor Bernardo poderoso Victor Bernardo performático Sopa de peixe Victor Bernardo na estileira Papo com Victor Bernardo Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Waves (@waves.com.br)

    Surfista brasileiro Victor Bernardo e sua esposa Johnni são hospitalizados após colisão nos Estados Unidos. Atleta sofreu fratura na perna e precisa passar por cirurgia.

    Teahupoo mostrou mais uma vez por que é uma das etapas mais aguardadas do Circuito Mundial. Tubos, notas altas, baterias apertadas e eliminações de alguns dos principais nomes da temporada marcaram a sétima parada do Championship Tour 2026, o Outerknown Tahiti Pro. Seth Moniz e Erin Brooks ficaram com os títulos. Para o Brasil, o grande destaque foi Italo Ferreira, que chegou às semifinais e deixou a Polinésia Francesa na liderança do ranking mundial. Primeira vitória de Seth Moniz Seth Moniz viveu em Teahupoo o maior momento de sua carreira no Championship Tour. Em sua sétima temporada na elite, o havaiano conquistou sua primeira vitória no CT ao derrotar Griffin Colapinto na decisão. A campanha foi construída desde o Round 1. No caminho até o título, Seth passou por Eimeo Czermak, Yago Dora, Barron Mamiya e Alan Cleland antes de encontrar Italo Ferreira nas semifinais. Depois de superar o brasileiro, derrotou Griffin na decisão. Na final, Seth venceu por 18,17 a 14,67, garantindo o primeiro troféu de sua carreira no CT. O resultado também provocou uma grande mudança em sua temporada: ele saltou 12 posições e chegou ao 19º lugar no ranking. Italo veste a lycra amarela Italo Ferreira chegou ao último dia de competição como principal esperança brasileira e avançou às semifinais ao derrotar Ethan Ewing nas quartas. O potiguar começou a bateria com um tubo para 5,33 e depois encontrou uma onda que rendeu 7,17. Na reta final, ainda conseguiu um 8,33 para fechar a disputa com 15,50 pontos contra 11,94 do australiano. Na semifinal contra Seth Moniz, Italo chegou a abrir boa vantagem. O brasileiro liderava por 12,50 a 5,50, mas o havaiano cresceu na parte final da bateria, recebeu 7,83 e 7,93 e virou o confronto. Seth avançou com 15,76 contra 13,83, enquanto Italo terminou a etapa na terceira colocação. Mesmo eliminado, o saldo do brasileiro foi importante na corrida pelo título mundial. Com os 6.085 pontos conquistados em Teahupoo, Italo chegou a 39.930 pontos e abriu 5.000 de vantagem sobre Leonardo Fioravanti, vice-líder. O Brasil ainda ocupa quatro das cinco primeiras posições do ranking: além de Italo na liderança, Yago Dora aparece em terceiro, Miguel Pupo em quarto e Gabriel Medina em quinto. Erin Brooks vira final e conquista o título No feminino, Erin Brooks protagonizou uma reação na decisão contra Anat Lelior. A israelense abriu vantagem e chegou à metade da bateria com duas ondas excelentes, 8,33 e 8,00. Brooks reagiu primeiro com um 8,27 e depois encontrou outro tubo para 8,93, assumindo a liderança. A canadense venceu por 17,20 a 16,33. Foi a primeira vitória de Erin como integrante fixa do Championship Tour. A canadense, de 19 anos, havia começado o Finals Day eliminando a atual campeã mundial e defensora do título da etapa, Molly Picklum, e depois passou por Isabella Nichols na semifinal. Com o resultado, Brooks subiu sete posições e chegou ao 11º lugar do ranking. Anat Lelior também deixou Teahupoo com o maior resultado de sua carreira. O vice-campeonato representou a primeira final de um surfista de Israel no Championship Tour. Slater desafia o tempo Aos 54 anos, Kelly Slater foi um dos grandes personagens da etapa. O 11 vezes campeão mundial eliminou Gabriel Medina em um dos confrontos mais aguardados do campeonato e fez isso com uma atuação que entrou para os destaques do ano. Slater somou 19,06 pontos na bateria, mostrando mais uma vez sua sintonia com Teahupoo. Sua campanha terminou nas oitavas de final, diante de Jack Robinson, mas não antes de o norte-americano voltar a deixar sua marca no campeonato onde construiu alguns dos maiores momentos de sua carreira. Brasileiros em Teahupoo Além da semifinal de Italo, João Chianca, Alejo Muniz e Miguel Pupo chegaram às oitavas de final. Miguel foi superado por Griffin Colapinto, enquanto Chumbinho e Alejo também se despediram nesta fase. Gabriel Medina havia sido eliminado anteriormente por Kelly Slater. No feminino, Luana Silva caiu no Round 2 diante da portuguesa Yolanda Hopkins. Próxima parada: Fiji Encerrado o Tahiti Pro, o Championship Tour permanece no Pacífico Sul. A próxima etapa será disputada em Cloudbreak, Fiji, com janela entre 25 de agosto e 4 de setembro. “A gente segue na disputa. É uma longa jornada e tenho que colocar o pezinho no chão para trabalhar campeonato a campeonato” Italo Ferreira, campeão mundial de 2019 Italo chega à próxima etapa com a lycra amarela, mas evita antecipar qualquer possibilidade de disputa pelo segundo título mundial. O brasileiro já definiu também seu próximo objetivo: conquistar pela primeira vez a etapa de Fiji. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS)

    Seth Moniz conquista primeira vitória no CT, Erin Brooks vence entre as mulheres e Italo Ferreira deixa o Taiti na liderança do ranking após chegar às semifinais do Outerknown Tahiti Pro 2026.

    A próxima chamada o Outerknown Tahiti Pro 2026 acontece nesta segunda-feira (10) às 14h (de Brasília). Depois de mais de um mês de paralisação desde o Rio Pro, em Saquarema, o Championship Tour da WSL retorna para uma das ondas mais desafiadoras do planeta: Teahupoo, no Taiti. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Teahupoo A janela de competição acontece entre os dias 8 e 18 de agosto. Uma das solicitações mais frequentes desde o lançamento da nova plataforma foi o retorno dos comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial. Por isso, o Waves volta a abrir o espaço para a comunidade acompanhar, comentar e trocar opiniões ao longo das baterias. Durante muitos anos, esse encontro entre surfistas fez parte da cobertura dos eventos no Waves. Agora, a tradição retorna renovada, mantendo o que sempre foi mais importante: a participação da comunidade. Feito de surfista para surfista, o Waves acredita que acompanhar uma etapa vai muito além de assistir às baterias. É também comentar o que acontece nas entrelinhas, discutir as notas, defender seus favoritos e trocar ideias com outros apaixonados por surfe. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS) 18.20 x 17.40 Callum Robson (AUS)15 Griffin Colapinto (EUA) 19.60 x 8.50 Rio Waida (IND)16 Miguel Pupo (BRA) 13.50 x 1.94 Mateus Herdy (BRA) Round 3 1 Kauli Vaast (FRA) 12.00 x 12.34 Alan Cleland (MEX)2 Seth Moniz (HAV) 12.10 x 9.04 Barron Mamiya (HAV)3 Connor O’Leary (JAP) 10.33 x 11.66 Italo Ferreira (BRA)4 Liam O’Brien (AUS) 6.66 x 7.67 Ethan Ewing (AUS)5 Ramzi Boukhiam (MAR) 14.00 x 9.10 João Chianca (BRA)6 Alejo Muniz (BRA) 2.10 x 13.66 George Pittar (AUS)7 Kelly Slater (EUA) 8.46 x 15.00 Jack Robinson (AUS)8 Griffin Colapinto (EUA) 16.67 x 15.17 Miguel Pupo (BRA) Quartas de final 1 Alan Cleland (MEX) 1.50 x 13.66 Seth Moniz (HAV)2 Italo Ferreira (BRA) 15.50 x 11.94 Ethan Ewing (AUS)3 Ramzi Boukhiam (MAR) 17.74 x 8.84 George Pittar (AUS)4 Jack Robinson (AUS) 11.50 x 11.83 Griffin Colapinto (EUA) Semifinais 1 Seth Moniz (HAV) 15.76 x 13.83 Italo Ferreira (BRA)2 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.37 x 15.40 Griffin Colapinto (EUA) Final 1 Seth Moniz (HAV) 18.17 x 14.67 Griffin Colapinto (EUA) Feminino Round 1 1 Sally Fitzgibbons (AUS) 1.67 x 4.16 Anat Lelior (ISR)2 Tya Zebrowski (FRA) 2.00 x 6.90 Erin Brooks (CAN)3 Isabella Nichols (AUS) 8.77 x 7.13 Vahine Fierro (FRA)4 Stephanie Gilmore (AUS) 3.90 x 4.73 Yolanda Hopkins (POR)5 Alyssa Spencer (EUA) 5.00 x 1.93 Bella Kenworthy (EUA)6 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 4.44 x 6.00 Brisa Hennessy (CRC)7 Nadia Erostarbe (ESP) 8.67 x 4.66 Francisca Veselko (POR)8 Tyler Wright (AUS) 4.57 x 5.34 Kelia Gallina (TAH) Round 2 1 Caroline Moore (HAV) 8.90 x 11.83 Erin Brooks (CAN)2 Molly Picklum (AUS) 9.50 x 3.56 Alyssa Spencer (EUA)3 Sawyer Lindblad (EUA) 6.67 x 7.16 Isabella Nichols (AUS)4 Lakey Peterson (EUA) 4.73 x 4.90 Nadia Erostarbe (ESP)5 Gabriela Bryan (HAV) 1.46 x 12.73 Anat Lelior (ISR)6 Caroline Marks (EUA) 5.50 x 8.27 Kelia Gallina (TAH)7 Luana Silva (BRA) 3.97 x 10.17 Yolanda Hopkins (POR)8 Caity Simmers (EUA) 13.50 x 1.33 Brisa Hennessy (CRC) Quartas de final 1 Erin Brooks (CAN) 13.50 x 3.27 Molly Picklum (AUS)2 Isabella Nichols (AUS) 7.83 x 7.26 Nadia Erostarbe (ESP)3 Anat Lelior (ISR) 9.50 x 6.53 Kelia Gallina (TAH)4 Yolanda Hopkins (POR) 12.33 x 6.90 Caity Simmers (EUA) Semifinais 1 Erin Brooks (CAN) 15.10 x 11.17 Isabella Nichols (AUS)2 Anat Lelior (ISR) 12.50 x 3.43 Yolanda Hopkins (POR) Final 1 Erin Brooks (CAN) 17.20 x 16.33 Anat Lelior (ISR))

    Confira ao vivo o Outerknown Tahiti Pro 2026 e participe dos comentários e debates no nosso fórum, durante as etapas da WSL.

    Etapa Natal chegou ao fim neste domingo nas areias da Praia de Miami com vitórias de Daniella Rosas e Douglas Silva. Com status QS 4.000 da World Surf League (WSL), a etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as Quartas de Final masculina, seguidas pelas Semifinais nos dois naipes, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas as categorias, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral potiguar. Douglas Silva desbanca líder do ranking para celebrar a vitória Em um duelo entre Santa Catarina e Pernambuco, Douglas Silva (BRA) conquistou sua primeira vitória no Circuito Banco do Brasil de Surfe, superando o catarinense Luan Wood (BRA), líder do ranking do QS sul-americano e do Circuito BB, embalado pelo título da etapa de Imbituba. Em uma final eletrizante na Praia de Miami, Douglas começou forte e abriu a disputa com uma onda 8,50, e Luan respondeu logo na sequência, marcando 8,07 pontos ao trabalhar muito bem as manobras de base-lip. Luan precisava de 7,14 pontos para virar o resultado e ainda teve uma última oportunidade quando os dois surfistas conseguiram pegar ondas a menos de 30 segundos do fim, mas o  catarinense recebeu 6,50 e não conseguiu a virada, confirmando Douglas Silva como grande campeão da etapa de Natal. “Primeiramente, agradecer a Deus por esse momento. Estou muito feliz, estava me sentindo bem desde o começo do evento. Estava leve. Quero agradecer a todos pela torcida, aos meus patrocinadores que acreditam no meu sonho e no meu futuro, ao meu coach Alan… Aproveitar pra dar um feliz Dia dos Pais pra todo mundo. Muito feliz de sair com a primeira vitória no Circuito BB. Seguir firme e forte trabalhando, o trabalho não para”, celebra o campeão, que completa: “Eu sempre falo pra todo mundo que nossa vida é ganha nos mínimos detalhes e é algo que eu tenho trabalhado bastante com meu coach. Estamos ajudando muito isso. 1% melhor a cada dia. Deus colocou pessoas boas na minha vida e está dando certo. A gente trabalha todos os dias para que dê certo e a gente está colhendo os resultados“. Trajetória impecável começa nas semifinais As semifinais masculinas do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocaram frente a frente dois dos surfistas que mais se destacaram no evento. Douglas Silva eliminou o campeão da etapa de 2025, Israel Junior (BRA), por 16,84 a 12,67 pontos, deixando o potiguar em combinação. O duelo foi marcado pelo confronto entre dois aerialistas: Israel ainda arriscou mais um superman, repetindo o feito das quartas, mas foi Douglas quem construiu a vitória com um surfe de borda muito forte, tanto de backside quanto de frontside, garantindo duas notas de critério excelente (8,67 e 8,17).  Em grande fase, Douglas chegou à decisão com uma campanha praticamente perfeita em Natal. Antes da final, Dodô já mostrava confiança em suas declarações:  “Eu tô muito leve, muito tranquilo. Eu realmente vim aqui pra sair com o título, estou muito focado nessa etapa (…) Essa é minha meta“. Na semifinal anterior, Luan Wood confirmou o favoritismo e superou Rafael Barbosa (BRA) por 14,70 a 13,67, garantindo vaga na decisão. Luan chegou a Natal na liderança do ranking depois das duas primeiras etapas e vinha de uma sequência consistente: no sábado, venceu suas duas baterias, incluindo uma onda 7,67 que foi decisiva para avançar às quartas. Rafael também chegou forte, ocupando posição de destaque no ranking e tendo como antecedente recente um duelo apertado contra Luan. A vitória colocou Luan na final contra Douglas, em um confronto que reúne o líder do QS sul-americano e o atleta que chega embalado por um dos melhores momentos da temporada. Peruana supera Maria Eduarda Cesar e conquista o título  A final feminina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocou frente a frente experiência e nova geração. De um lado, Maria Eduarda Cesar (BRA), uma das promessas do surfe brasileiro com apenas 18 anos, disputando a primeira final de sua carreira no Circuito BB. Do outro, a peruana Daniella Rosas (PER), atleta olímpica, tricampeã sul-americana da WSL e atual campeã do circuito Banco do Brasil, que chegou à segunda final em duas etapas disputadas em 2026. Em 2025, Daniella foi ainda campeã em São Sebastião e em Imbituba. Em uma decisão de 30 minutos, Dani venceu por 9,07 a 9,84 pontos, administrando bem a escolha das ondas e a prioridade nos minutos finais. Duda apostou principalmente nas direitas em frente ao palanque, mas a peruana foi mais eficiente na leitura do mar. O resultado reforça a consistência de Daniella em eventos no Brasil.  “Estou super agradecida. Poder ganhar aqui é super especial. Venho de uma sequência não muito boa no Challenger, mas estou feliz de poder ganhar aqui. Em Imbituba não foi meu grande dia (na final contra a Sophia Medina), e aqui fiquei o mais tranquila possível e ajustei meus erros. Estou feliz e agradecida”, celebra a campeã, que projeta os próximos passos:  “Agora vou pra casa, porque faz muito tempo que não vou pra lá. Saio para a Espanha, depois volto para o Brasil para a etapa do Espírito Santo… Tenho bons resultados no Brasil e quero manter isso constante. Estou totalmente focada nos Challengers. Esse ano me sinto muito melhor, estou super feliz em todos os sentidos. Agradecida de estar aqui, de ganhar aqui. A verdade é que estou muito feliz”, finaliza Dani.  Atleta BB, Tainá Hinckel (BRA) e Alexia Monteiro (BRA) encerraram suas participações na semifinal, terminando o evento em terceiro lugar no geral.  Resultados Circuito Banco do Brasil de Surfe em Etapa Natal Masculino Quartas de final 1 Luan Wood (BRA) 11.60 x 8.70 Wesley Leite (BRA)2 Rafael Barbosa (BRA) 13.50 x 12.23 Gabriel Klaussner (BRA)3 Israel Junior (BRA) 14.00 x 12.03 Ryan Kainalo (BRA)4 Douglas Silva (BRA) 15.10 x

    Pernambucano Douglas Silva conquista primeira vitória no Circuito Banco do Brasil, e peruana Daniella Rosas vence no feminino na etapa de Natal, disputada na Praia de Miami (RN).

    A Defesa Civil mantém alertas para ventos fortes nesta sexta-feira (7) em áreas do litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, com rajadas que podem chegar a 100 km/h no litoral paulista. A situação já provocou ventos de 97,2 km/h em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo, durante a noite de quinta-feira (6). Clique aqui para ver a previsão das ondas em SP Clique aqui para ver a previsão das ondas no RJ No estado de São Paulo, a previsão é de alerta vermelho nesta sexta e no sábado (8), com destaque para o litoral, a faixa leste e regiões de serra. A Defesa Civil chegou a enviar alertas severos aos celulares da população do litoral sul e da Baixada Santista até Bertioga. A força do vento já pôde ser sentida em diferentes pontos da costa paulista. Além dos 97,2 km/h registrados em Itanhaém na noite de quinta, os ventos chegaram a 90 km/h em Mongaguá no período noturno. Na manhã desta sexta, Caraguatatuba registrou rajadas de 49,3 km/h. Também houve registros de 37,6 km/h em Santos, 36,7 km/h em Cananéia, 31,2 km/h em Mongaguá e 31,1 km/h em Ilhabela. A Baixada Santista está entre as regiões com previsão de ventos fortes e maior risco no estado. Bertioga, Caraguatatuba, São Sebastião e Ubatuba suspenderam as aulas da rede pública nesta sexta-feira. Segundo a Defesa Civil, a ventania pode provocar queda de árvores e placas, destelhamentos, interrupções no fornecimento de energia, dificuldades no tráfego, impactos em aeroportos e agitação marítima. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Agência SP (@agenciaspoficial) Rio de Janeiro também recebe alerta No Rio de Janeiro, a Defesa Civil estadual também emitiu um alerta severo para ventos e chuva forte na manhã desta sexta-feira. A mensagem enviada aos celulares alertou para vento forte nas próximas horas e orientou a população a evitar deslocamentos. A cidade do Rio entrou em Estágio 2 ainda na noite de quinta-feira, diante da previsão de intensificação dos ventos entre quinta e domingo (9). As aulas das redes municipal e estadual foram suspensas nesta sexta por precaução. As condições para um vendaval se intensificaram com a combinação entre um ciclone e uma frente fria, e os ventos podem passar dos 90 km/h na Região Metropolitana do Rio. Para esta sexta, a previsão indica rajadas fortes, entre 52 e 76 km/h, e muito fortes, acima de 76 km/h, a partir da manhã. Atenção redobrada no litoral A ventania está associada à chegada de um ciclone extratropical à região Sul do país e exige atenção especial de quem está no litoral. Além dos ventos fortes, há previsão de ressaca. No estado de São Paulo, nove das 16 regiões administrativas estão em alerta vermelho, incluindo Santos e o Vale do Paraíba e litoral norte. Além dos riscos provocados pelo vento em terra, a Defesa Civil paulista inclui a agitação marítima entre os possíveis impactos das condições meteorológicas. O cenário reforça a necessidade de atenção de quem pretende frequentar praias ou realizar atividades no mar durante o período de maior intensidade dos ventos. No domingo (9), a previsão para São Paulo passa para alerta amarelo, com as rajadas se deslocando gradualmente em direção ao Rio de Janeiro. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Corpo de Bombeiros Militar/ RJ (@corpodebombeiros_rj)

    Litoral paulista está entre as áreas de maior atenção nesta sexta-feira (7), enquanto Rio de Janeiro também recebe alerta para ventos fortes. Rajadas já chegaram a 97,2 km/h em Itanhaém.

    O Circuito Banco do Brasil de Surfe retorna ao Rio Grande do Norte para mais uma etapa da temporada de 2026. Entre os dias 7 e 9 de agosto, a Praia de Miami, em Natal, recebe pela terceira vez uma das principais etapas do calendário da WSL South America, válida pelo Qualifying Series (QS) 4.000. E, entre os principais nomes da competição, um atleta chega cercado de expectativa: o potiguar Mateus Sena, campeão da etapa em 2024 e um dos favoritos para repetir o feito diante da torcida. Em cinco anos, o Circuito Banco do Brasil de Surfe consolidou-se como a principal plataforma de desenvolvimento do surfe profissional sul-americano. Já foram 21 etapas realizadas, mais de duas mil inscrições e mais de 700 atletas únicos, de 15 nacionalidades, reforçando a importância da competição para a formação de novos talentos. “Cada etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe representa muito mais do que uma competição. É uma oportunidade de fortalecer o surfe brasileiro, criar caminhos para a nova geração de atletas e aproximar ainda mais o esporte das comunidades onde ele nasceu e se desenvolveu. Natal reúne todos esses elementos o que faz elevar a expectativa de realizar mais um grande evento e seguir consolidando o circuito como a principal plataforma de desenvolvimento do surfe profissional na América do Sul”, evidencia Ivan Martinho, presidente da WSL América Latina. O Rio Grande do Norte tem tradição na modalidade, revelando nomes como Italo Ferreira, campeão olímpico e mundial da WSL, Jadson André, que permaneceu por 13 temporadas na elite do Championship Tour, além de atletas como Joca Junior, Marcelo Nunes, Danilo Costa, Aldemir Calunga, Alan Jhones e Israel Junior. Agora, Mateus Sena busca escrever mais um capítulo dessa história. Foi justamente na Praia de Miami que o surfista viveu um dos momentos mais marcantes da carreira. Em 2024, conquistou o título da etapa e também da temporada do Circuito Banco do Brasil de Surfe. Na decisão, arrancou uma nota 8.50 na última onda, a menos de dois minutos do fim da bateria, para virar sobre Adauto Sena e levantar o troféu diante da praia lotada. “A conquista de 2024 foi um dos momentos mais marcantes da minha carreira. Foi o primeiro título sul-americano da história do Rio Grande do Norte em um evento desse porte, e isso torna essa vitória ainda mais especial. Guardo lembranças muito boas daquele dia, com minha família, meus amigos e todas as pessoas que me viram crescer acompanhando da praia. Tudo isso me dá ainda mais confiança, porque sei que já consegui uma vez e agora vou em busca de repetir esse resultado”, destaca Mateus. No ano seguinte, a tradição foi mantida com mais um título potiguar, desta vez conquistado por Israel Junior. Agora, em 2026, os dois surfistas entram na disputa com a chance de se tornarem os primeiros bicampeões da etapa de Natal. Competindo novamente diante da família, dos amigos e da torcida local, Mateus afirma chegar mais preparado para lidar com a responsabilidade de correr em casa. “Depois de já ter vencido uma etapa, chego mais leve, focado e tranquilo, sabendo que o trabalho foi feito. Me preparei da melhor forma, cuidando da alimentação, treinando o corpo e a mente, dentro e fora da água, e isso me dá muita confiança. Poder contar com minha família, meus amigos e com as pessoas que me viram crescer, na praia onde tudo começou, torna esse momento ainda mais especial. Espero poder retribuir todo esse apoio com um grande resultado”, afirma. Além do aspecto esportivo, o surfista destaca o impacto que a realização de uma etapa da WSL pode gerar para o estado e para os jovens atletas da região. “É muito importante para o desenvolvimento do surfe no Rio Grande do Norte. O estado tem ondas de qualidade e muitos surfistas talentosos que ainda não estão no radar do cenário nacional e internacional. Um evento desse porte cria oportunidades para que esses atletas mostrem seu potencial. Além disso, o histórico recente mostra a força do surfe potiguar, com títulos conquistados em 2024 e 2025 por atletas da casa. Espero que este ano a gente possa manter essa tradição”.

    Campeão do circuito em 2024 na Praia de Miami, natalense Mateus Sena volta a competir em casa em busca de manter a hegemonia potiguar em etapa do Circuito Banco do Brasil.