Surf Brasil Pro

Segunda etapa começa neste sábado

Maior encontro do surfe nacional reúne 214 surfistas de 16 estados em Porto de Galinhas com novo recorde de 58 brasileiras competindo num campeonato.
Surf Brasil Pro 2026, Praia da Taíba, São Conçalo do Amarante (CE)

O Surf Brasil Pro abre o segundo desafio do Campeonato Brasileiro de 2026 neste sábado na Praia do Borete, em Porto de Galinhas, no município do Ipojuca, litoral sul de Pernambuco. O maior encontro do surf nacional vai reunir 214 surfistas de 16 estados do país e registra um novo recorde de 58 brasileiras participando de um campeonato feminino. O show de surf garantido na disputa pela premiação histórica de meio milhão de reais do circuito nacional mais rico do mundo, vai até o dia 17 em Porto de Galinhas. A competição poderá ser assistida pelo canal Surf Brasil TV no YouTube e vai estrear transmissão ao vivo também pelos canais Woohoo e na TV aberta pelo XSports.

O aumento significativo na quantidade de competidoras, é resultado direto do trabalho da Diretoria de Desenvolvimento Feminino implantado na gestão do presidente Teco Padaratz na Confederação Brasileira de Surf, iniciada em 2022. A vice-presidente Brigitte Mayer comandou esse projeto, com o programa Talento Feminino buscando novas surfistas por todo o litoral brasileiro nos últimos anos. Tanto que a maioria das 58 inscritas no Surf Brasil Pro de Porto de Galinhas, é de meninas da nova geração que estão tendo a oportunidade de competir na categoria profissional, graças ao novo formato inaugurado esse ano.

Nas últimas 3 temporadas, uma elite nacional com somente 48 homens e 24 mulheres, disputava os títulos brasileiros da temporada e a premiação recorde de meio milhão de reais, que passou a ser oferecida em cada etapa no ano passado. O Surf Brasil então decidiu abrir o Campeonato Brasileiro Profissional, para mais surfistas terem a mesma chance. A quantidade de participantes subiu para até 168 competidores na categoria masculina e 60 na feminina. Na primeira etapa no Ceará, já foi registrado um recorde de 49 inscritas, que agora aumentou para 58 surfistas, quase atingindo o novo limite de participantes.

Na categoria masculina, novos nomes também surgiram com o formato inaugurado no Surf Brasil Pro 2026. Um exemplo é o cearense Rafael Silva, o Tigrão, local da Praia da Taíba, que aproveitou o fato de poder competir em casa na primeira etapa e foi até as quartas de final. Ele trabalha no Porto de Pecém em São Gonçalo do Amarante, ganhou uma bolada de 8 mil reais pelo quinto lugar e se animou para seguir competindo. Com o ranking dinâmico atualizado a cada etapa, Rafael chega em Pernambuco já no seleto grupo dos Top-22 que estreiam somente na quarta fase em Porto de Galinhas, com premiação mínima de 3 mil reais garantida e direito a repescagem, se não vencer sua primeira bateria na Praia do Borete.

Convidados do Surf Brasil com o mesmo privilégio dos tops do ranking – Quem também desfruta desse privilégio, são os convidados pela Diretoria de Esportes da Confederação Brasileira de Surf. Nesta segunda etapa, os escolhidos foram os vencedores das duas etapas do antigo Dream Tour realizadas em Porto de Galinhas, o paulista Edgard Groggia em 2024 e o atual bicampeão brasileiro de 2024 e 2025, Douglas Silva. Os dois não participaram da primeira etapa e teriam que entrar na primeira fase, se não recebessem os convites. O pernambucano vem embalado com o título de campeão panamericano de 2026, conquistado no domingo no Panamá, onde o Surf Brasil festejou o tetracampeonato em 5 anos da gestão Teco Padaratz na entidade máxima do esporte no país.

“Estou numa expectativa muito boa, porque é a minha primeira etapa do Brasileiro esse ano. Infelizmente, não consegui ir lá na Praia da Taíba e tô muito feliz em poder competir em casa de novo, com toda minha família, meus amigos, no lugar onde eu cresci surfando”, disse Douglas Silva. “Pra mim vai ser incrível começar aqui, onde no ano passado iniciei a busca do bicampeonato brasileiro ganhando essa etapa daqui. Quero agradecer ao Surf Brasil, pelo convite de me juntar aos tops na quarta fase, pois acabei de voltar do Panamá. Mas já me sinto preparado pra competir, a expectativa tá lá em cima e vamo com tudo, simbora”.

Campeões no Ceará defendem a liderança do ranking em Ipojuca – Quem também fez parte do Time Brasil tetracampeão nos Jogos Pan-Americanos de Surf Panamá 2026, foram os cearenses que ganharam a primeira etapa do Surf Brasil Pro 2026 em casa na Praia da Taíba, Michael Rodrigues e Juliana dos Santos. Michael acabou perdendo numa hora ruim do mar na Playa Venao, mas a Juliana trouxe uma medalha de bronze, ficando na semifinal cearense contra a agora bicampeã panamericana Silvana Lima. Juliana e Michael vão defender a liderança do ranking em Ipojuca.

“É uma felicidade gigantesca estar de volta a Porto de Galinhas, dessa vez com um suporte maior ainda da Neuronha”, contou Michael Rodrigues. “No ano passado, a gente fechou patrocínio aqui e estamos completando 1 ano de parceria. A Neuronha pegou uma casa de frente ao evento, na beira da praia. É uma etapa superimportante na busca do título brasileiro e estou feliz da vida com esse suporte gigantesco do time da Neuronha aqui. Esse lugar eu realmente gosto de vir, com muito Sol, muito calor, condições que me favorecem e estou bem feliz de estar de volta”.

Michael Rodrigues há muitos anos mora em Florianópolis (SC), mas iniciou sua carreira competindo pelo Nordeste. No ano passado, ele ficou em terceiro lugar na Praia do Borete, perdendo nas semifinais para o baiano Yage Araujo, vice-campeão na final com o ipojucano Douglas Silva. Michael já fez parte da elite do surf mundial e vem chegando bem perto do título brasileiro nos últimos anos. Ele acabou ficando em terceiro lugar no ranking final de 2022, em quarto no de 2024 e em terceiro novamente no ano passado. Agora, largou na frente do Surf Brasil Pro 2026 e quer o desejado título brasileiro esse ano.

O maior encontro do surfe nacional com 214 surfistas de 16 estados – Entre os 16 estados representados no maior encontro do surf nacional, o número de participantes nascidos no Ceará forma o segundo maior pelotão em Porto de Galinhas e os líderes dos rankings, Michael Rodrigues e Juliana dos Santos, encabeçam a lista de 44 cearenses, 33 homens e 11 mulheres. Só fica abaixo de São Paulo, que tem 54 inscritos e maioria também nas duas categorias, com 37 na masculina e 17 na feminina. Aproveitando o fato de competir em casa, Pernambuco participa com o terceiro maior contingente, 25 surfistas, sendo 22 homens e 3 mulheres.

Na sequência, vem o Rio Grande do Norte com 23 competidores no Surf Brasil Pro de Porto de Galinhas, 22 na categoria masculina e 1 na feminina. A lista prossegue com Santa Catarina com 18 surfistas (12 homens+6 mulheres), Rio de Janeiro com 15 (8+7), Bahia com 9 (7+2), Paraíba com 7 (3+4), Paraná com 6 (1+5), Alagoas com 4 homens, Espírito Santo com 3 (2+1), Rio Grande do Sul com 2 (1+1) e mais quatro estados têm 1 representante no masculino, Sergipe, Piauí, Maranhão e Pará. A programação é iniciar a competição masculina no sábado, com 84 surfistas divididos nas 24 baterias da primeira fase.

Outros 48 mais bem colocados no ranking da primeira etapa do Surf Brasil Pro no Ceará, entram como pré-classificados na segunda fase, também formada por 24 baterias, para enfrentar os 48 que passarem pela rodada inicial. Já os Top-22 e os 2 convidados, só estreiam na quarta fase da competição, com premiação mínima de 3 mil reais garantida e uma segunda chance na repescagem, se não vencer sua primeira bateria. Na categoria feminina, 46 meninas foram divididas nas 12 baterias da primeira fase, com as Top-11 e a convidada Sophia Medina estreando na terceira fase, tendo as mesmas regalias do masculino.

O Surf Brasil Pro 2026 é uma realização de Surf Brasil, em conjunto com a Federação Pernambucana de Surf nesta segunda etapa em Porto de Galinhas, que conta com patrocínio da Prefeitura Municipal do Ipojuca através da Secretaria Especial de Esportes, CAIXA Esportes, Monster Energy e Surf Telecom; apoio local da marca JISK e parceria de Suntech, Brazilian Tiger Balm, Sococo, Shopee, Chandon, Restaurante Chicama, Cerveja Praya, apoio ambiental de Mondo Ekvilibro e apoio institucional do COB – Comitê Olímpico do Brasil. Todas as etapas do Surf Brasil Pro 2026 são transmitidas pelo canal Surf Brasil TV no YouTube e vai estrear nos canais Woohoo na TV fechada e XSports na TV aberta, com o último dia também passando ao vivo no canal Time Brasil TV do COB no YouTube.

Baterias do Surf Brasil Pro – Porto de Galinhas
(entre parênteses o estado que representa na competição)

Primeira fase masculina
3º=121º lugar (740 pts) e 4º=145º lugar (500 pts)

1ª Denisson Santos (AL), John Muller (SP), Gustavo Ribeiro (SP)

2ª Brayner Silva (PE), Felipe Martins (CE), Gabriel Leal (BA), Rafael Barbosa (RN)

3ª Derek Souza (SP), Luan Ferreyra (PE), Pedro Rian (CE)

4ª Mateus Ribeiro (CE), Flavio de Souza (CE), Patrick Tamberg (PE), Willy Santos (AL)

5ª Junior Rocha (RN), Bryan Almeida (SP), Guilherme Fernandes (SP)

6ª Arthur Alves (RN), Igor Pereira (PE), João Victor (PE), Daniel Adisaka (SP)

7ª Pedro Dib (SP), Felipe Homsi (PB), Swell Henrique (SC)

8ª Igor Shibata (RJ), Alvimar (PE), Elton Melo (CE), Iago Bellotti (PB)

9ª Pablo Paulino (CE), Nathan Hereda (RJ), Gustavo Roberto (PA)

10: Bernardo Brizola (RN), Vicente Ferreira (RJ), Thiago Guimarães (SP), Wallace Silva (PE)

11: Rodrigo Monteiro (CE), Narciso Inacio (RN), E O Lobster (PE), Guilherme Lemos (RJ)

12: Alan Jhones (RN), Kaue Daniel (SP), Numa Liory (BA)

13: Jonatha Santos (RN), Heitor Mueller (SC), Murillo Coura (SP)

14: Kayan Medeiros (RN), Glauciano Rodrigues (CE), Felipe Bezerra (RN), Adriano de Sousa (CE)

15: Yantuir Duarte (PE), Fellipe Ximenes (SC), Felix Martins (BA), Davi Batista (PE)

16: Jean Muniz (SE), Nicolas Oliveira (SP), Antonio Vinicius (BA)

17: Keison Barbosa (CE), Armando Silva (PE), Ricardo Petry (AL), Guilherme Penha (MA)

18: Michel Roque (CE), Gabriel Farias (PE), Petrus Dantas (RJ)

19: Michel Demétrio (SC), Lucas Di Giorge (SP), Madson Costa (RN), Hiago Acioly (PE)

20: Pedro Ferreira (SP), Luan Lapolli (PE), Krystian Kymerson (ES)

21: Felipe Oliveira (SP), Ivan Silva (PE), Buday Santos (PE), Giovani da Silva (RS)

22: Gabriel Dantas (RJ), Kailani Renno (SP), Diogo Cesar (SP)

23: Eduardo Martins (SP), Itim Silva (CE), Rickson Falcão (RJ), José Claudio (PE)

24: JP Ferreira (SP), José Santos (PE), Lysandro Leandro (RN)

Segunda fase – entrada de 48 pré-classificados pelo ranking da 1ª etapa
3º=73º lugar com 1.440 pontos e 4º=97º lugar com 980 pontos

1ª Israel Junior (RN) e Messias Felix (CE) contra 2 classificados da primeira fase

2ª Adauto Sena (RN) e Isaias Silva (CE) idem em todas

3ª Igor Moraes (SP) e Cauã Nunes (PE)

4ª Lucas Bezerra (CE) e Wiggolly Dantas (SP)

5ª Deivid Silva (SP) e Pedro Neves (RJ)

6ª Jonh Jonh Alves (CE) e Derek Adriano (SC)

7ª Peterson Crisanto (PR) e Patrick Alves (PI)

8ª Walley Guimarães (SC) e Daniel Duarte (SP)

9ª Edvan Silva (CE) e Alexandre Camargo (CE)

10: Alan Donato (PE) e Flavio Nakagima (SP)

11: Gabriel André (SP) e Davi Sobrinho (CE)

12: Mateus Sena (RN) e Marcos Alves TT (CE)

13: Lucas Vicente (SC) e Hugo Bomfim (SP)

14: Lucas Haag (SC) e Jonatans Ruan (RN)

15: Ytalo Oliveira (CE) e Luã da Silveira (SC)

16: Emanoel Tobias (RN) e Charlie Brown (CE)

17: Cauet Frazão (CE) e Amando Tenorio (AL)

18: Renan Pulga (SP) e Johnny Ferreira (RN)

19: Luel Felipe (PE) e João Artur (SP)

20: Fabricio Bulhões (BA) e Kaique Timidate (SC)

21: Luan Wood (SC) e Artur Silva (CE)

22: Diego Aguiar (SP) e Anderson Silva Pikachu (RJ)

23: Leo Andrade (ES) e Marcus Cintra (CE)

24: Rafael Teixeira (ES) e Douglas Noronha (SP)

Quarta fase – entrada dos Top-22 e os 2 convidados
1º avança para a Sexta Fase e 2º e 3º vão para a Repescagem

1ª Gabriel Klaussner (SP) com 2 classificados da terceira fase

2ª Marcos Correa (SP), Janninfer de Sousa (SE) e 1 da terceira fase

3ª Rafael Santos (CE) com 2 da terceira fase

4ª Weslley Dantas (SP), Mathias Ramos (CE) e mais 1

5ª Cauã Costa (RJ), Douglas Silva (PE) e mais 1

6ª Cauã Gonçalves (SP) e mais 2

7ª Yuri Gabryel (SC), Paulo Henrique Grilo (RN) e mais 1

8ª Wesley Leite (SP) e mais 2

9ª Michael Rodrigues (CE) e mais 2

10: Deyvson Santos (RN), Santiago dos Santos (CE) e mais 1

11: Alex Ribeiro (SP) e mais 2

12: Jonathan Freitas (RN), Edgard Groggia (PE) e mais 1

13: Jadson André (RN), Luan Carvalho (SP) e mais 1

14: Bino Lopes (BA) e mais 2

15: Samuel Joca (RN), Samuel Igo (PB) e mais 1

16: Rafael Venuto (CE) e mais 2

Primeira fase feminina
3ª=37º lugar (3.000 pts) e 4ª=49º lugar (2.400 pts)

1ª Mayara Zampieri (SP), Jessica Bianca (PR), Leticia Calleia (RJ), Luara Mandelli (PR)

2ª Sophia Gonçalves (SP), Kiany Cristina (SP), Nicolly Freire (PB), Gabriely Vasque (PR)

3ª Carol Bastides (SP), Sol Carrion (SP), Luiza Savoi (SP), Maria Clara (RN)

4ª Laiz Costa (RJ), Jessica Santos (CE), Nina Stein (RJ), Valentina Zanoni (SC)

5ª Julia Duarte (RJ), Gabriely Queiroz (CE), Luana Reis (SP), Natalia Gerena (SP)

6ª Silvana Lima (CE), Nicole Santos (PE), Marina Suguimoto (SP)

7ª Julia Nicanor (SP), Duda Azamor (PR), Nalanda Carvalho (PB)

8ª Maeva Guastalla (SP), Isabelly Knut (SP), Lanay Thompson (RJ), Alexia Monteiro (RS)

9ª Yanca Costa (RJ), Samira Stephany (SP), Prislen de Sousa (CE), Maya Canônico (SP)

10: Vitória Carneiro (CE), Kauanny de Souza (SC), Aysha Ratto (RJ), Alice Pitanga (ES)

11: Alma Corgiolu (SC), Maria Autuori (SC), Nathalie Martins (PR), Rayssa Marques (PB)

12: Monik Santos (PE), Anaelya de Lima (CE), Chay Oliveira (PE), Aurora Ribeiro (SP)

Segunda fase – entrada das Top-11 e 1 convidada
1ª avança para as Oitavas de Final e 2ª e 3ª vão para a Repescagem

1ª Larissa dos Santos (CE) com 2 classificadas da segunda fase

2ª Kiany Hyakutake (SC), Potira Castaman (SC) e 1 da segunda fase

3ª Tainá Hinckel (SC), Ariane Gomes (CE) e mais 1

4ª Analu Silva (PB) e mais 2

5ª Juliana dos Santos (CE) e mais 2

6ª Mariana Areno (RJ), Juliana Meneguel (SP) e mais 1

7ª Kemily Sampaio (SP), Sophia Medina (SP) e mais 1

8ª Sarah Ozorio (RJ) e mais 2

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    A próxima chamada o Outerknown Tahiti Pro 2026 acontece nesta segunda-feira (10) às 14h (de Brasília). Depois de mais de um mês de paralisação desde o Rio Pro, em Saquarema, o Championship Tour da WSL retorna para uma das ondas mais desafiadoras do planeta: Teahupoo, no Taiti. Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Teahupoo A janela de competição acontece entre os dias 8 e 18 de agosto. Em inglês: Uma das solicitações mais frequentes desde o lançamento da nova plataforma foi o retorno dos comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial. Por isso, o Waves volta a abrir o espaço para a comunidade acompanhar, comentar e trocar opiniões ao longo das baterias. Durante muitos anos, esse encontro entre surfistas fez parte da cobertura dos eventos no Waves. Agora, a tradição retorna renovada, mantendo o que sempre foi mais importante: a participação da comunidade. Feito de surfista para surfista, o Waves acredita que acompanhar uma etapa vai muito além de assistir às baterias. É também comentar o que acontece nas entrelinhas, discutir as notas, defender seus favoritos e trocar ideias com outros apaixonados por surfe. Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS) 18.20 x 17.40 Callum Robson (AUS)15 Griffin Colapinto (EUA) 19.60 x 8.50 Rio Waida (IND)16 Miguel Pupo (BRA) 13.50 x 1.94 Mateus Herdy (BRA) Round 3 1 Kauli Vaast (FRA) x Alan Cleland (MEX)2 Seth Moniz (HAV) x Barron Mamiya (HAV)3 Connor O’Leary (JAP) x Italo Ferreira (BRA)4 Liam O’Brien (AUS) x Ethan Ewing (AUS)5 Ramzi Boukhiam (MAR) x João Chianca (BRA)6 Alejo Muniz (BRA) x George Pittar (AUS)7 Kelly Slater (EUA) x Jack Robinson (AUS)8 Griffin Colapinto (EUA) x Miguel Pupo (BRA) Feminino Round 1 1 Sally Fitzgibbons (AUS) 1.67 x 4.16 Anat Lelior (ISR)2 Tya Zebrowski (FRA) 2.00 x 6.90 Erin Brooks (CAN)3 Isabella Nichols (AUS) 8.77 x 7.13 Vahine Fierro (FRA)4 Stephanie Gilmore (AUS) 3.90 x 4.73 Yolanda Hopkins (POR)5 Alyssa Spencer (EUA) 5.00 x 1.93 Bella Kenworthy (EUA)6 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 4.44 x 6.00 Brisa Hennessy (CRC)7 Nadia Erostarbe (ESP) 8.67 x 4.66 Francisca Veselko (POR)8 Tyler Wright (AUS) 4.57 x 5.34 Kelia Gallina (TAH) Round 2 1 Caroline Marks (EUA) x Erin Brooks (CAN)2 Molly Picklum (AUS) x Alyssa Spencer (EUA)3 Sawyer Lindblad (EUA) x Isabella Nichols (AUS)4 Lakey Peterson (EUA) x Nadia Erostarbe (ESP)5 Gabriela Bryan (HAV) x Anat Lelior (ISR)6 Caroline Marks (EUA) x Kelia Gallina (TAH)7 Luana Silva (BRA) x Yolanda Hopkins (POR)8 Caity Simmers (EUA) x Brisa Hennessy (CRC)

    Próxima chamada nesta quarta-feira (12) às 14h30 (Brasília). Confira ao vivo o Outerknown Tahiti Pro 2026 e participe dos comentários e debates no nosso fórum, durante as etapas da WSL.

    Etapa Natal chegou ao fim neste domingo nas areias da Praia de Miami com vitórias de Daniella Rosas e Douglas Silva. Com status QS 4.000 da World Surf League (WSL), a etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as Quartas de Final masculina, seguidas pelas Semifinais nos dois naipes, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas as categorias, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral potiguar. Douglas Silva desbanca líder do ranking para celebrar a vitória Em um duelo entre Santa Catarina e Pernambuco, Douglas Silva (BRA) conquistou sua primeira vitória no Circuito Banco do Brasil de Surfe, superando o catarinense Luan Wood (BRA), líder do ranking do QS sul-americano e do Circuito BB, embalado pelo título da etapa de Imbituba. Em uma final eletrizante na Praia de Miami, Douglas começou forte e abriu a disputa com uma onda 8,50, e Luan respondeu logo na sequência, marcando 8,07 pontos ao trabalhar muito bem as manobras de base-lip. Luan precisava de 7,14 pontos para virar o resultado e ainda teve uma última oportunidade quando os dois surfistas conseguiram pegar ondas a menos de 30 segundos do fim, mas o  catarinense recebeu 6,50 e não conseguiu a virada, confirmando Douglas Silva como grande campeão da etapa de Natal. “Primeiramente, agradecer a Deus por esse momento. Estou muito feliz, estava me sentindo bem desde o começo do evento. Estava leve. Quero agradecer a todos pela torcida, aos meus patrocinadores que acreditam no meu sonho e no meu futuro, ao meu coach Alan… Aproveitar pra dar um feliz Dia dos Pais pra todo mundo. Muito feliz de sair com a primeira vitória no Circuito BB. Seguir firme e forte trabalhando, o trabalho não para”, celebra o campeão, que completa: “Eu sempre falo pra todo mundo que nossa vida é ganha nos mínimos detalhes e é algo que eu tenho trabalhado bastante com meu coach. Estamos ajudando muito isso. 1% melhor a cada dia. Deus colocou pessoas boas na minha vida e está dando certo. A gente trabalha todos os dias para que dê certo e a gente está colhendo os resultados“. Trajetória impecável começa nas semifinais As semifinais masculinas do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocaram frente a frente dois dos surfistas que mais se destacaram no evento. Douglas Silva eliminou o campeão da etapa de 2025, Israel Junior (BRA), por 16,84 a 12,67 pontos, deixando o potiguar em combinação. O duelo foi marcado pelo confronto entre dois aerialistas: Israel ainda arriscou mais um superman, repetindo o feito das quartas, mas foi Douglas quem construiu a vitória com um surfe de borda muito forte, tanto de backside quanto de frontside, garantindo duas notas de critério excelente (8,67 e 8,17).  Em grande fase, Douglas chegou à decisão com uma campanha praticamente perfeita em Natal. Antes da final, Dodô já mostrava confiança em suas declarações:  “Eu tô muito leve, muito tranquilo. Eu realmente vim aqui pra sair com o título, estou muito focado nessa etapa (…) Essa é minha meta“. Na semifinal anterior, Luan Wood confirmou o favoritismo e superou Rafael Barbosa (BRA) por 14,70 a 13,67, garantindo vaga na decisão. Luan chegou a Natal na liderança do ranking depois das duas primeiras etapas e vinha de uma sequência consistente: no sábado, venceu suas duas baterias, incluindo uma onda 7,67 que foi decisiva para avançar às quartas. Rafael também chegou forte, ocupando posição de destaque no ranking e tendo como antecedente recente um duelo apertado contra Luan. A vitória colocou Luan na final contra Douglas, em um confronto que reúne o líder do QS sul-americano e o atleta que chega embalado por um dos melhores momentos da temporada. Peruana supera Maria Eduarda Cesar e conquista o título  A final feminina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocou frente a frente experiência e nova geração. De um lado, Maria Eduarda Cesar (BRA), uma das promessas do surfe brasileiro com apenas 18 anos, disputando a primeira final de sua carreira no Circuito BB. Do outro, a peruana Daniella Rosas (PER), atleta olímpica, tricampeã sul-americana da WSL e atual campeã do circuito Banco do Brasil, que chegou à segunda final em duas etapas disputadas em 2026. Em 2025, Daniella foi ainda campeã em São Sebastião e em Imbituba. Em uma decisão de 30 minutos, Dani venceu por 9,07 a 9,84 pontos, administrando bem a escolha das ondas e a prioridade nos minutos finais. Duda apostou principalmente nas direitas em frente ao palanque, mas a peruana foi mais eficiente na leitura do mar. O resultado reforça a consistência de Daniella em eventos no Brasil.  “Estou super agradecida. Poder ganhar aqui é super especial. Venho de uma sequência não muito boa no Challenger, mas estou feliz de poder ganhar aqui. Em Imbituba não foi meu grande dia (na final contra a Sophia Medina), e aqui fiquei o mais tranquila possível e ajustei meus erros. Estou feliz e agradecida”, celebra a campeã, que projeta os próximos passos:  “Agora vou pra casa, porque faz muito tempo que não vou pra lá. Saio para a Espanha, depois volto para o Brasil para a etapa do Espírito Santo… Tenho bons resultados no Brasil e quero manter isso constante. Estou totalmente focada nos Challengers. Esse ano me sinto muito melhor, estou super feliz em todos os sentidos. Agradecida de estar aqui, de ganhar aqui. A verdade é que estou muito feliz”, finaliza Dani.  Atleta BB, Tainá Hinckel (BRA) e Alexia Monteiro (BRA) encerraram suas participações na semifinal, terminando o evento em terceiro lugar no geral.  Resultados Circuito Banco do Brasil de Surfe em Etapa Natal Masculino Quartas de final 1 Luan Wood (BRA) 11.60 x 8.70 Wesley Leite (BRA)2 Rafael Barbosa (BRA) 13.50 x 12.23 Gabriel Klaussner (BRA)3 Israel Junior (BRA) 14.00 x 12.03 Ryan Kainalo (BRA)4 Douglas Silva (BRA) 15.10 x

    Pernambucano Douglas Silva conquista primeira vitória no Circuito Banco do Brasil, e peruana Daniella Rosas vence no feminino na etapa de Natal, disputada na Praia de Miami (RN).

    A Defesa Civil mantém alertas para ventos fortes nesta sexta-feira (7) em áreas do litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, com rajadas que podem chegar a 100 km/h no litoral paulista. A situação já provocou ventos de 97,2 km/h em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo, durante a noite de quinta-feira (6). Clique aqui para ver a previsão das ondas em SP Clique aqui para ver a previsão das ondas no RJ No estado de São Paulo, a previsão é de alerta vermelho nesta sexta e no sábado (8), com destaque para o litoral, a faixa leste e regiões de serra. A Defesa Civil chegou a enviar alertas severos aos celulares da população do litoral sul e da Baixada Santista até Bertioga. A força do vento já pôde ser sentida em diferentes pontos da costa paulista. Além dos 97,2 km/h registrados em Itanhaém na noite de quinta, os ventos chegaram a 90 km/h em Mongaguá no período noturno. Na manhã desta sexta, Caraguatatuba registrou rajadas de 49,3 km/h. Também houve registros de 37,6 km/h em Santos, 36,7 km/h em Cananéia, 31,2 km/h em Mongaguá e 31,1 km/h em Ilhabela. A Baixada Santista está entre as regiões com previsão de ventos fortes e maior risco no estado. Bertioga, Caraguatatuba, São Sebastião e Ubatuba suspenderam as aulas da rede pública nesta sexta-feira. Segundo a Defesa Civil, a ventania pode provocar queda de árvores e placas, destelhamentos, interrupções no fornecimento de energia, dificuldades no tráfego, impactos em aeroportos e agitação marítima. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Agência SP (@agenciaspoficial) Rio de Janeiro também recebe alerta No Rio de Janeiro, a Defesa Civil estadual também emitiu um alerta severo para ventos e chuva forte na manhã desta sexta-feira. A mensagem enviada aos celulares alertou para vento forte nas próximas horas e orientou a população a evitar deslocamentos. A cidade do Rio entrou em Estágio 2 ainda na noite de quinta-feira, diante da previsão de intensificação dos ventos entre quinta e domingo (9). As aulas das redes municipal e estadual foram suspensas nesta sexta por precaução. As condições para um vendaval se intensificaram com a combinação entre um ciclone e uma frente fria, e os ventos podem passar dos 90 km/h na Região Metropolitana do Rio. Para esta sexta, a previsão indica rajadas fortes, entre 52 e 76 km/h, e muito fortes, acima de 76 km/h, a partir da manhã. Atenção redobrada no litoral A ventania está associada à chegada de um ciclone extratropical à região Sul do país e exige atenção especial de quem está no litoral. Além dos ventos fortes, há previsão de ressaca. No estado de São Paulo, nove das 16 regiões administrativas estão em alerta vermelho, incluindo Santos e o Vale do Paraíba e litoral norte. Além dos riscos provocados pelo vento em terra, a Defesa Civil paulista inclui a agitação marítima entre os possíveis impactos das condições meteorológicas. O cenário reforça a necessidade de atenção de quem pretende frequentar praias ou realizar atividades no mar durante o período de maior intensidade dos ventos. No domingo (9), a previsão para São Paulo passa para alerta amarelo, com as rajadas se deslocando gradualmente em direção ao Rio de Janeiro. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Corpo de Bombeiros Militar/ RJ (@corpodebombeiros_rj)

    Litoral paulista está entre as áreas de maior atenção nesta sexta-feira (7), enquanto Rio de Janeiro também recebe alerta para ventos fortes. Rajadas já chegaram a 97,2 km/h em Itanhaém.

    O Circuito Banco do Brasil de Surfe retorna ao Rio Grande do Norte para mais uma etapa da temporada de 2026. Entre os dias 7 e 9 de agosto, a Praia de Miami, em Natal, recebe pela terceira vez uma das principais etapas do calendário da WSL South America, válida pelo Qualifying Series (QS) 4.000. E, entre os principais nomes da competição, um atleta chega cercado de expectativa: o potiguar Mateus Sena, campeão da etapa em 2024 e um dos favoritos para repetir o feito diante da torcida. Em cinco anos, o Circuito Banco do Brasil de Surfe consolidou-se como a principal plataforma de desenvolvimento do surfe profissional sul-americano. Já foram 21 etapas realizadas, mais de duas mil inscrições e mais de 700 atletas únicos, de 15 nacionalidades, reforçando a importância da competição para a formação de novos talentos. “Cada etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe representa muito mais do que uma competição. É uma oportunidade de fortalecer o surfe brasileiro, criar caminhos para a nova geração de atletas e aproximar ainda mais o esporte das comunidades onde ele nasceu e se desenvolveu. Natal reúne todos esses elementos o que faz elevar a expectativa de realizar mais um grande evento e seguir consolidando o circuito como a principal plataforma de desenvolvimento do surfe profissional na América do Sul”, evidencia Ivan Martinho, presidente da WSL América Latina. O Rio Grande do Norte tem tradição na modalidade, revelando nomes como Italo Ferreira, campeão olímpico e mundial da WSL, Jadson André, que permaneceu por 13 temporadas na elite do Championship Tour, além de atletas como Joca Junior, Marcelo Nunes, Danilo Costa, Aldemir Calunga, Alan Jhones e Israel Junior. Agora, Mateus Sena busca escrever mais um capítulo dessa história. Foi justamente na Praia de Miami que o surfista viveu um dos momentos mais marcantes da carreira. Em 2024, conquistou o título da etapa e também da temporada do Circuito Banco do Brasil de Surfe. Na decisão, arrancou uma nota 8.50 na última onda, a menos de dois minutos do fim da bateria, para virar sobre Adauto Sena e levantar o troféu diante da praia lotada. “A conquista de 2024 foi um dos momentos mais marcantes da minha carreira. Foi o primeiro título sul-americano da história do Rio Grande do Norte em um evento desse porte, e isso torna essa vitória ainda mais especial. Guardo lembranças muito boas daquele dia, com minha família, meus amigos e todas as pessoas que me viram crescer acompanhando da praia. Tudo isso me dá ainda mais confiança, porque sei que já consegui uma vez e agora vou em busca de repetir esse resultado”, destaca Mateus. No ano seguinte, a tradição foi mantida com mais um título potiguar, desta vez conquistado por Israel Junior. Agora, em 2026, os dois surfistas entram na disputa com a chance de se tornarem os primeiros bicampeões da etapa de Natal. Competindo novamente diante da família, dos amigos e da torcida local, Mateus afirma chegar mais preparado para lidar com a responsabilidade de correr em casa. “Depois de já ter vencido uma etapa, chego mais leve, focado e tranquilo, sabendo que o trabalho foi feito. Me preparei da melhor forma, cuidando da alimentação, treinando o corpo e a mente, dentro e fora da água, e isso me dá muita confiança. Poder contar com minha família, meus amigos e com as pessoas que me viram crescer, na praia onde tudo começou, torna esse momento ainda mais especial. Espero poder retribuir todo esse apoio com um grande resultado”, afirma. Além do aspecto esportivo, o surfista destaca o impacto que a realização de uma etapa da WSL pode gerar para o estado e para os jovens atletas da região. “É muito importante para o desenvolvimento do surfe no Rio Grande do Norte. O estado tem ondas de qualidade e muitos surfistas talentosos que ainda não estão no radar do cenário nacional e internacional. Um evento desse porte cria oportunidades para que esses atletas mostrem seu potencial. Além disso, o histórico recente mostra a força do surfe potiguar, com títulos conquistados em 2024 e 2025 por atletas da casa. Espero que este ano a gente possa manter essa tradição”.

    Campeão do circuito em 2024 na Praia de Miami, natalense Mateus Sena volta a competir em casa em busca de manter a hegemonia potiguar em etapa do Circuito Banco do Brasil.

    O surfe contemporâneo, com sua indústria bilionária e recente status olímpico, muitas vezes ofusca uma verdade histórica profunda: suas raízes não são ocidentais, tampouco puramente recreativas. É exatamente essa lacuna cultural que o jornalista e antropólogo Luciano Meneghello busca preencher em seu novo livro, Surfe e Ancestralidade. A obra chega ao mercado como um relato histórico e um manifesto literário que promete transformar a maneira como a comunidade esportiva enxerga o oceano e a própria prancha. Em 2020, ele lançou seu primeiro livro, Raiz (revisado e ampliado em 2025), uma obra que narrou a saga dos polinésios que, há 3.500 anos, desbravaram 22,5 milhões de km² no Pacífico guiados apenas pelas estrelas, aves e ondas. Foi dessa cultura umbilicalmente ligada à natureza que nasceram esportes como a canoagem polinésia, o stand up paddle e o surfe. Inquieto com o apagamento das origens indígenas do surfe no Havaí pré-colonial, o autor tomou uma decisão corajosa: voltou aos bancos universitários para cursar Antropologia na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O resultado foi uma monografia aprovada com nota máxima unânime, que agora ganha vida nas páginas de Surfe e Ancestralidade. A decolonização das águas O ponto central da obra está na desconstrução do estereótipo do surfe como uma atividade de lazer desfrutada por uma juventude branca de classe média. Meneghello nos convida a entender o heʻe nalu, a milenar prática havaiana de deslizar sobre as ondas, com sua própria cosmologia, integrada a uma relação de poder e conexão com o meio ambiente. Com uma narrativa envolvente, o autor detalha como operam os processos de apropriação cultural e a subsequente “turistificação” promovida pela indústria. A obra propõe uma decolonização do olhar sobre as águas, oferecendo ao leitor, seja ele um surfista profissional ou de fim de semana, um novo nível de respeito pelo esporte. Fruto de anos de pesquisa e imersão etnográfica nas ilhas de O’ahu e Maui, o livro revela como o povo nativo (Kānaka Maoli) passou a utilizar as zonas de surfe (po‘ina nalu) como territórios de soberania em resposta aos processos coloniais que mudaram drasticamente a realidade das ilhas havaianas. O autor traça uma linha do tempo fascinante que vai das sofisticadas pranchas ancestrais de madeira até as tensões políticas modernas, culminando no poderoso “Renascimento Havaiano” e na épica jornada da canoa Hōkūleʻa. Surfe e Ancestralidade transporta o surfe de uma técnica esportiva, que movimenta hoje um mercado bilionário, para uma “epistemologia da paisagem marinha”. Ele oferece aos praticantes a oportunidade de reconectar o ser humano ao fluxo do meio ambiente, em um processo capaz de “pacificar o branco” apontando caminhos para uma vida mais presente e conectada com o mundo real. Como adquirir a obra Surfe e Ancestralidade está sendo lançado diretamente pelo autor. Os interessados em adquirir o livro e acompanhar os bastidores dessa pesquisa podem entrar em contato e realizar a compra através do perfil oficial no Instagram: @surfeeancestralidade.

    Antropólogo Luciano Meneghello propõe releitura das origens do surfe, resgatando a cultura polinésia e questionando a visão ocidental que transformou a prática em esporte e indústria.

    No início da década de 1980, Paulo Bittencourt, o Biteka, decidiu seguir rumo ao Oceano Pacífico. O objetivo era simples e, ao mesmo tempo, imenso: encontrar grandes ondas da maneira que seu orçamento permitia. Mais do que chegar ao Peru e ao Equador, queria viver cada quilômetro daquela aventura. A viagem começou na histórica Estação da Luz, em São Paulo, seguindo de trem até Corumbá, no Mato Grosso do Sul. Dali atravessou a fronteira a pé até Puerto Quijarro, na Bolívia, onde embarcou no lendário Trem da Morte. Levava duas pranchas especialmente construídas pelo mestre Oracio Cocada para enfrentar as ondas do Pacífico: uma 7’2″ e uma 5’11” biquilha em EPS, ambas com inovadoras longarinas de madeira de cinco centímetros, produzidas com madeira cuidadosamente selecionada na Mata Atlântica. Na mochila cabia apenas o indispensável. Entre poucas roupas estavam sua faixa de Taekwondo, um nunchaku e os ensinamentos do mestre Taney Campos. Para Biteka, surfe e artes marciais sempre caminharam lado a lado, uma ligação que ele hoje reconhece também na forte presença do jiu-jitsu entre surfistas de todo o mundo. O Trem da Morte seguia lentamente por cerca de 600 quilômetros até Santa Cruz de la Sierra. Os bancos eram de ripas de madeira e, a cada parada, embarcavam indígenas, comerciantes, famílias, galinhas e mercadorias. O vagão ia ficando cada vez mais cheio. Em alguns momentos, mães colocavam seus filhos pequenos em seu colo para descansar durante a viagem. Antes mesmo de alcançar o mar, a aventura já se revelava nas pessoas encontradas pelo caminho. Depois de alguns dias de descanso e de treinos em uma academia de Taekwondo, seguiu de ônibus para Cochabamba. As pranchas viajavam amarradas sobre o bagageiro enquanto a antiga Rota 7 serpenteava pelas montanhas, desfiladeiros e curvas da Cordilheira dos Andes. Dois dias depois, partiu para La Paz. Na subida da Cordilheira, a locomotiva parecia lutar contra a montanha. A velocidade diminuía enquanto a altitude retirava o oxigênio de passageiros e motor. O soroche – mal das montanhas – aproximava desconhecidos, que dividiam remédios, conselhos e solidariedade. Ali compreendeu por que aquela ferrovia carregava um nome tão marcante. Em La Paz, impressionaram a resistência do povo andino, os carregadores transportando enormes volumes pelas ladeiras, os tecidos coloridos e a delicada arte em prata. Antes de deixar o litoral brasileiro, havia separado algumas conchas das praias pela beleza de suas formas. Trocá-las por pequenas peças de prata tornou-se uma das lembranças mais especiais da viagem e uma inesperada aproximação entre duas culturas ligadas pelo mar. A viagem prosseguiu margeando o Lago Titicaca. Os Caballitos de Totora, construídos com junco, pareciam ligar a história dos povos andinos às primeiras formas de deslizar sobre as águas do Pacífico. Ao cruzar a fronteira entre Bolívia e Peru, retirou as pranchas da capa para explicar às autoridades o que era o surfe. Olhou ao redor e, sem perceber, as lágrimas começaram a cair. Eram lágrimas de alegria. Depois de tantos quilômetros percorridos, o Oceano Pacífico finalmente estava ao seu alcance. A partir dali começava outra grande aventura: Punta Hermosa, Punta Rocas, Chicama, Máncora, Montañita e Galápagos. Histórias que ficarão para outro capítulo. Ao recordar essa jornada, Biteka ajuda a preservar a memória de um tempo em que viajar era aceitar o desconhecido, aprender com diferentes culturas e descobrir que, muitas vezes, o caminho era tão importante quanto o destino. Uma época que convida a refletir sobre a verdadeira essência do surfe: a aventura, o respeito à natureza e a busca constante pela evolução. Paulo Bittencourt (Biteka), nascido em Santos (SP), é surfista desde a década de 1970. Aos 65 anos continua surfando, filmando e produzindo documentários independentes sobre as culturas do surfe. Acompanhe as publicações nas redes sociais @museudosurfesantos. Coordenador de pesquisas históricas do surfe @diniziozzi, o Pardhal.

    Conheça a história de Paulo Bittencourt, o Biteka, que cruzou a América do Sul rumo ao Pacífico em uma jornada que se tornou um marco de aventura, resiliência e paixão pelo surfe.

    Depois de mais de um mês de paralisação desde o Rio Pro, em Saquarema, o Championship Tour da WSL retorna para uma das ondas mais desafiadoras do planeta: Teahupoo, no Taiti. Clique aqui para assistir ao vivo A janela de competição acontece entre os dias 8 e 18 de agosto, e os modelos indicam um cenário promissor logo na abertura. A expectativa é de muito swell nos primeiros dias, embora o vento possa influenciar diretamente a qualidade das condições ao longo da etapa. Os modelos de previsão apontam ondas entre 3 e 4 metros de face na abertura da janela, com séries podendo alcançar até 5 metros. Se a previsão se confirmar, o domingo (9) pode apresentar as maiores ondas da janela de competição, com algumas séries podendo ultrapassar até mesmo os 6 metros. Apesar do tamanho das ondas, a previsão indica predominância do vento de sudeste, que costuma prejudicar a qualidade das condições em Teahupoo. Conhecido localmente como Maaramu, este vento traz consigo a estação mais seca e fria, afetando as condições de navegação e surfe na região. Na prática, isso significa um cenário de muito tamanho, mas com condições potencialmente mais difíceis para os atletas. Entre os dias 11 e 12 de agosto, a previsão sugere uma combinação mais favorável, reunindo ventos mais favoráveis, ondas ainda com bom tamanho e boas possibilidades para a realização da competição. Depois desse período, o Maraamu pode voltar a ganhar força. Para o restante da janela, o cenário ainda é instável nos modelos de previsão. Existe a possibilidade de uma nova ondulação forte durante a segunda metade do evento, mas as próximas atualizações deverão trazer uma definição mais precisa. Medina embarca para o Taiti em momento delicado Às vésperas da etapa de Teahupoo, Gabriel Medina, um dos maiores nomes da história deste evento, embarcou para o Taiti vivendo um momento delicado fora d’água. O tricampeão mundial e sua esposa Isabella Arantes perderam o filho que esperavam após a gestação não evoluir. Mesmo diante da notícia, ele seguiu viagem para o Taiti, onde disputará uma etapa importante na reta final do Championship Tour. Atual quarto colocado do ranking mundial, o tricampeão segue na disputa pelo título da temporada. Kelly Slater lidera lista de convidados da etapa A WSL confirmou Kelly Slater como convidado da etapa de Teahupoo. Dono de 11 títulos mundiais e cinco vitórias na onda taitiana, o norte-americano retorna ao CT em busca de mais um resultado expressivo em um dos palcos mais marcantes de sua carreira. Além de Slater, também foram confirmados os taitianos Eimeo Czermak e Kelia Gallina, vencedores das Tahiti Trials, seletiva local que reuniu mais de 36 surfistas. Aos 13 anos, Gallina disputará o evento principal pelo segundo ano consecutivo e tentará aproveitar a experiência adquirida em 2025. Já Czermak fará sua estreia no Championship Tour após finalmente conquistar a classificação para a etapa em sua onda de casa. Horário das chamadas As chamadas da WSL costumam acontecer por volta das 7h30 da manhã no Taiti, o que normalmente corresponde às 14h30 no horário de Brasília. Esse horário pode variar de acordo com as condições do mar. A primeira chamada acontece neste sábado (8). Chaves de baterias Masculino Round 1 Ramzi Boukhiam (MAR) × Oscar Berry (AUS)Luke Thompson (AFS) × Matthew McGillivray (AFS)Seth Moniz (HAV) × Eimeo Czermak (TAH)Eli Hanneman (HAV) × Kelly Slater (EUA) Round 2 Kauli Vaast (FRA) × Crosby Colapinto (EUA)Samuel Pupo (BRA) × Alan Cleland (MEX)Yago Dora (BRA) × Seth Moniz (HAV) ou Eimeo Czermak (TAH)Marco Mignot (FRA) × Barron Mamiya (HAV)Filipe Toledo (BRA) × Connor O’Leary (JAP)Italo Ferreira (BRA) × Luke Thompson (AFS) ou Matthew McGillivray (AFS)Liam O’Brien (AUS) × Jake Marshall (EUA)Ethan Ewing (AUS) × Joel Vaughan (AUS)Leonardo Fioravanti (ITA) × Ramzi Boukhiam (MAR) ou Oscar Berry (AUS)Morgan Cibilic (AUS) × João Chianca (BRA)Kanoa Igarashi (JAP) × Alejo Muniz (BRA)George Pittar (AUS) × Cole Houshmand (EUA)Gabriel Medina (BRA) × Eli Hanneman (HAV) ou Kelly Slater (EUA)Jack Robinson (AUS) × Callum Robson (AUS)Griffin Colapinto (EUA) × Rio Waida (IND)Miguel Pupo (BRA) × Mateus Herdy (BRA) Feminino Round 1 Sally Fitzgibbons (AUS) × Anat Lelior (ISR)Tya Zebrowski (FRA) × Erin Brooks (CAN)Isabella Nichols (AUS) × Vahine Fierro (FRA)Stephanie Gilmore (AUS) × Yolanda Hopkins (POR)Alyssa Spencer (EUA) × Bella Kenworthy (EUA)Bettylou Sakura Johnson (HAV) × Brisa Hennessy (CRC)Nadia Erostarbe (ESP) × Francisca Veselko (POR)Tyler Wright (AUS) × Kelia Gallina (TAH) Round 2 Caroline Marks (EUA) × Tya Zebrowski (FRA) ou Erin Brooks (CAN)Molly Picklum (AUS) × Alyssa Spencer (EUA) ou Bella Kenworthy (EUA)Sawyer Lindblad (EUA) × Isabella Nichols (AUS) ou Vahine Fierro (FRA)Lakey Peterson (EUA) × Nadia Erostarbe (ESP) ou Francisca Veselko (POR)Gabriela Bryan (HAV) × Sally Fitzgibbons (AUS) ou Anat Lelior (ISR)Caitlin Simmers (EUA) × Tyler Wright (AUS) ou Kelia Gallina (TAH)Luana Silva (BRA) × Stephanie Gilmore (AUS) ou Yolanda Hopkins (POR)Caity Simmers (EUA) × Bettylou Sakura Johnson (HAV) ou Brisa Hennessy (CRC) Galeria de campeões do Tahiti Pro 1999 – Mark Occhilupo (AUS)2000 – Kelly Slater (EUA)2001 – Cory Lopez (EUA)2002 – Andy Irons (HAV)2003 – Kelly Slater (EUA)2004 – C.J. Hobgood (EUA)2005 – Kelly Slater (EUA)2006 – Bobby Martinez (EUA)2007 – Damien Hobgood (EUA)2008 – Bruno Santos (BRA)2009 – Bobby Martinez (EUA)2010 – Andy Irons (HAV)2011 – Kelly Slater (EUA)2012 – Mick Fanning (AUS)2013 – Adrian Buchan (AUS)2014 – Gabriel Medina (BRA)2015 – Jeremy Flores (FRA)2016 – Kelly Slater (EUA)2017 – Julian Wilson (AUS)2018 – Gabriel Medina (BRA)2019 – Owen Wright (AUS)2020 – Não realizada (COVID-19)2021 – Não realizada (Cancelada)2022 – Miguel Pupo (BRA)2023 – Jack Robinson (AUS)2024 – Italo Ferreira (BRA)2025 – Jack Robinson (AUS)

    Primeira chamada para etapa do Tahiti acontece sábado (8) às 14h30 (de Brasília). Previsão indica swell consistente. Medina embarca para evento e WSL divulga baterias, com Kelly Slater convidado.

    O Waves passa a oferecer, a partir de hoje, o modo Clássico de visualização da previsão de águas rasas. A novidade já está disponível na plataforma e pode ser acessada pelo botão “Clássico”, localizado na página da previsão detalhada de todos os picos. A experiência retorna preservando a forma de leitura que acompanhou gerações de surfistas, integrada ao novo Waves e com uma evolução importante: a previsão passa de sete para até 16 dias. Clique aqui para visualizar o modelo clássico Desde o lançamento da nova plataforma, recebemos centenas de mensagens com sugestões, elogios, dúvidas e críticas sobre a experiência da previsão. Cada uma delas foi lida com atenção pela nossa equipe. Afinal, ninguém conhece melhor o Waves do que quem consulta a previsão todos os dias antes de entrar no mar. Ao longo de quase três décadas, aprendemos que evoluir também significa saber ouvir. E foi justamente desse diálogo com a comunidade que nasceu a decisão de trazer de volta a visualização Clássica, ampliando as formas de acompanhar a previsão e permitindo que cada surfista escolha a experiência que faz mais sentido para ele. O Clássico evoluiu junto com o Waves Quem já utilizava a visualização Clássica vai encontrar uma experiência muito familiar. A organização das informações, os mapas, os gráficos e a forma de interpretar a previsão permanecem praticamente os mesmos, preservando a leitura que se tornou referência para milhões de surfistas ao longo dos anos. A principal novidade está no alcance da previsão. Antes limitada a sete dias, ela agora passa a oferecer informações para até 16 dias, permitindo acompanhar a evolução dos swells com muito mais antecedência e planejar viagens, sessões e expedições com uma janela muito maior. O modo Clássico também passa a fazer parte da nova plataforma do Waves e seguirá evoluindo ao lado das demais formas de visualização da previsão. Não se trata de substituir uma experiência pela outra, mas de oferecer mais opções para que cada usuário acompanhe o mar da maneira que preferir. Muito além de uma interface Embora muita gente associe o Clássico ao seu formato visual, o grande diferencial sempre esteve na tecnologia por trás da previsão. O Waves utiliza um modelo de águas rasas, desenvolvido para calcular como a energia das ondas se transforma ao se aproximar da costa. Enquanto grande parte das previsões disponíveis mostra apenas o comportamento das ondas em águas profundas, este modelo representa os processos físicos que acontecem quando as ondulações começam a interagir com o fundo do mar. É nesse momento que fatores como a profundidade, o relevo submarino, ilhas, costões e bancos de areia passam a influenciar diretamente a direção, a velocidade, o comprimento e a altura das ondas. Na prática, isso significa que um mesmo swell pode produzir condições completamente diferentes em praias separadas por poucos quilômetros. É justamente essa transformação que o modelo de águas rasas procura representar, oferecendo ao surfista uma estimativa muito mais próxima daquilo que ele realmente encontrará quando chegar ao pico. Essa tecnologia, utilizada há anos pelo Waves, nasceu da aplicação de modelos científicos originalmente desenvolvidos para estudos costeiros, obras portuárias, engenharia naval e prevenção de desastres. Adaptada ao universo do surf, tornou-se um dos principais diferenciais da previsão e ajudou o Waves a construir sua credibilidade junto à comunidade ao longo de quase três décadas. Cada surfista lê o mar de um jeito Nenhum surfista interpreta a previsão exatamente da mesma maneira. Há quem prefira uma leitura rápida, tradicional e familiar. Outros gostam de explorar gráficos, mapas, novas visualizações e recursos interativos para analisar cada detalhe das condições do mar. Por isso, o retorno do modo Clássico amplia as possibilidades da plataforma e passa a conviver com as demais experiências de visualização disponíveis no Waves. Nosso objetivo é simples: permitir que cada surfista escolha a forma como prefere acompanhar a previsão, sem abrir mão da confiabilidade que sempre esteve no centro do nosso trabalho. O compromisso continua o mesmo O mar muda todos os dias. A tecnologia também. Ao longo dos últimos 28 anos, o Waves evoluiu inúmeras vezes. Novas funcionalidades foram incorporadas, novas ferramentas surgiram e a maneira de consumir informação mudou. Mas uma coisa permaneceu exatamente igual: o compromisso de oferecer uma previsão confiável para ajudar cada surfista a tomar a melhor decisão antes de entrar na água. O retorno do modo Clássico faz parte dessa evolução. Ele preserva uma forma de visualização que marcou a história do Waves, agora integrada a uma plataforma mais completa, com novos recursos e previsão de até 16 dias. Ao longo de quase três décadas, muita coisa mudou no Waves. Mas existe algo que nunca deixaremos de buscar: a confiança de quem consulta a nossa previsão para decidir quando entrar no mar.

    Depois de ouvir a comunidade, o Waves traz de volta a visualização clássica da previsão de águas rasas, agora integrada à nova plataforma e com previsão das ondas para até 16 dias.