Circuito Banco do Brasil

Galera cai no mar em Maresias

Quarta etapa do Circuito Banco do Brasil, evento QS 1000, começa com os homens na Praia de Maresias, São Sebastião (SP). Ryan Kainalo e Fernando Junior são destaques do primeiro dia.

O Circuito Banco do Brasil de Surfe abriu a competição masculina na última quinta-feira (22) com boas ondas na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP). Uma neblina chegou a atrasar o início do evento e depois paralisou a competição no meio do dia, que retornou às 15h com as seis primeiras baterias da segunda fase, quando estreiam os cabeças de chave desta penúltima etapa de 2024.

O líder do ranking do Circuito Banco do Brasil de Surfe, Matheus Navarro, perdeu estreia e treze surfistas têm chances de tirar o seu convite para o Corona Saquarema Pro apresentado por Banco do Brasil, que vai fechar o Challenger Series deste ano na Praia de Itaúna (RJ).

Esse convite é oferecido para quem ficar em primeiro lugar no ranking computando somente os resultados nos eventos do Circuito Banco do Brasil de Surfe. Matheus Navarro está na frente desde a vitória na primeira das três etapas já realizadas, em Torres (RS). Ele estava se classificando em segundo lugar até o último minuto da bateria, quando o paulista Eduardo Motta surfou duas ondas e ficou o suspense pelas notas. Ele precisava de 6.33 pontos e ganhou 6.37 para superar o catarinense por 12.34 a 12.30 pontos. O vencedor foi o jovem ubatubense Ryan Kainalo, que conquistou o bicampeonato sul-americano Pro Junior Sub 20 da WSL esse ano e conseguiu a maior nota do dia, 7.50.

“Estou bem feliz. Foi uma onda boa, que eu sabia que tinha potencial, então não poupei nada. Surfei a onda botando o máximo de força em todas as manobras, porque era uma oportunidade que talvez não poderia ter de novo”, destaca Ryan Kainalo. “Foi uma bateria difícil porque todos surfam muito bem, ainda mais na primeira, que você tá aquecendo, então estou feliz de ter avançado. Não estou tão bem nesse ranking do QS, mas dá pra correr atrás ainda. Os equipamentos estão bons, a mente está boa e estou feliz de estar vivendo tantas coisas legais, então é só deixar fluir”.

Ryan Kainalo conseguiu a maior nota do primeiro dia, logo depois do surfista local de Maresias, Fernando Junior, fazer o maior somatório da quinta-feira, 14.00 pontos somando notas 7.37 e 6.63. Ele é um dos 13 surfistas que têm chances de tirar a liderança no ranking do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2024 de Matheus Navarro. Fernando acabou eliminando um concorrente direto pela vaga, Weslley Dantas, junto com o atual campeão sul americano da WSL, Mateus Herdy, que se classificou em segundo lugar.

“Eu sabia que tinha que surfar bem, porque a bateria era de alto nível, com o Mateus Herdy campeão mundial Junior, Weslley Dantas campeão brasileiro, o Robson Santos campeão sul-americano”, fala Fernando Junior. “Estou feliz de começar o evento pegando já uma bateria difícil, para soltar o surfe. Eu moro aqui em frente, então essa é a onda que surfo todos os dias. Surfei a semana inteira aqui, estou com uma prancha muito boa e é isso. É surfar feliz, fazer o que sei de melhor e o resultado é consequência, então vamos que vamos”.

Além de Fernando Junior, mais três concorrentes diretos pelo convite para o Challenger Series de Saquarema avançaram para a terceira fase desta penúltima etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2024. O argentino Franco Radziunas passou em segundo lugar no confronto vencido pelo surfista de Búzios, Sunny Pires. Para superar os 1.561 pontos do Matheus Navarro, Franco Radziunas, bem como o paraibano José Francisco e o catarinense Leo Casal, têm que chegar nas semifinais em São Sebastião.

Os principais concorrentes se classificaram nas últimas baterias do dia. O paranaense Peterson Crisanto já subiu do quarto para o terceiro lugar e precisa chegar nas quartas de final para ultrapassar Matheus Navarro. Peterson já fez parte da elite mundial da World Surf League, morou em São Sebastião quando era mais jovem e está ficando na casa da família Pupo em Maresias. Ele conhece bem a onda e começou forte, com nota 7.17, para liderar toda a bateria contra o cearense Cauet Frazão e os paulistas que acabaram sendo eliminados, João Arthur e Lucas Di Giorgi.

“Infelizmente o Matheus (Navarro) perdeu, mas por outro lado, foi bom pra gente que está disputando essa vaga. É um incentivo a mais pra dar um gás e, se Deus quiser, vou conseguir essa vaga tão cobiçada do Circuito Banco do Brasil”, disse Peterson Crisanto. “Está bem legal o mar, eu consegui abrir a bateria com uma nota boa, estou me sentindo bem, a prancha está muito boa e eu adoro Maresias. Estou ficando na casa da família Pupo, já morei aqui 4 anos em Camburi durante minha adolescência, então tenho boas lembranças e estou amarradão de fazer uma boa apresentação na primeira bateria”.

Já o vice-líder do ranking do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2024, o argentino Nacho Gundesen, passou um sufoco na bateria que fechou a quinta-feira. Ele só surfou a primeira onda quando restavam 6 minutos, depois conseguiu outra melhor que o levou da última para a segunda posição. Ele tirou um surfista local de Maresias, Eric Bahia, barrado junto com o jovem Davi Jihad. O vencedor foi outro paulista, Pedro Dib, mas Nacho avançou e assume a ponta do ranking se ficar em nono lugar em São Sebastião. Ou seja, tem que passar a próxima e ficar no mínimo em terceiro na da quarta fase.

“Acho que essas coisas a gente deixa pra galera da matemática (risos). A gente só quer surfar mesmo, o que temos que fazer é dentro d´água, então é voltar pra casa, assistir essa bateria de hoje, corrigir os erros e voltar com tudo na próxima”, comenta Nacho Gundesen. “Acabei sentindo um pouco da pressão na primeira onda, caí, surfei mal, mas a competição é feita de desafios e foi mais um desafio ganho. Era uma bateria difícil, com o local Eric Bahia, o Pedro Dib também mora por aqui, então mantive minha estratégia e acabou que deu certo. Estou feliz de ter passado essa e vamos pra próxima”.

Treze concorrentes – O argentino Nacho Gundesen mora há muitos anos em Florianópolis (SC) e é o principal candidato para ficar com o convite para o Corona Saquarema Pro apresentado por Banco do Brasil. Depois, tem Peterson Crisanto tendo que chegar nas quartas de final para tirar o primeiro lugar no ranking do Matheus Navarro, assim como o atual líder no ranking sul-americano da World Surf League e vencedor da segunda etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe em Saquarema, Lucas Vicente. Ele vai estrear na última bateria da segunda fase nesta sexta-feira em Maresias.

A lista dos 13 concorrentes pela vaga, prossegue com Franco Radziunas, José Francisco e Leo Casal precisando chegar nas semifinais para superar os 1.561 pontos do Matheus Navarro. Outros três conseguem isso só se passarem para a final, o capixaba Krystian Kymerson e os paulistas Igor Moraes e Wesley Leite. Mais quatro somente com a vitória no Circuito Banco do Brasil de Surfe de São Sebastião, o local Fernando Junior, o também paulista Gabriel André e dois surfistas do Rio de Janeiro, Vitor Ferreira e Rickson Falcão.

Novos talentos – Além de realizar eventos valendo pontos para os rankings regionais da WSL América do Sul, que definem os títulos sul-americanos da temporada e classificam 7 homens e 3 mulheres para o Challenger Series, um dos objetivos do Circuito Banco do Brasil de Surfe é descobrir novos talentos do surfe brasileiro, oferecendo oportunidades para que participem de eventos da World Surf League. Nas 11 etapas realizadas desde 2022, um total de 204 surfistas aproveitaram a chance de competir pela primeira vez de uma etapa do QS, 165 na categoria masculina e 39 na feminina.

Nesta quarta etapa de 2024 em São Sebastião, 32 surfistas participam de uma etapa da World Surf League pela primeira vez esse ano e 19 estão estreando no Circuito Banco do Brasil de Surfe só na categoria masculina. Na feminina, serão dez jovens surfistas do litoral paulista aproveitando a oportunidade de competir em etapas do Qualifying Series pela primeira vez. Na quinta-feira, um surfista de apenas 10 anos de idade, Raoni Rodrigues, viveu essa experiência.

Ele terminou em último lugar na bateria que o argentino Joaquin Muñoz Larreta fez os recordes da primeira fase. O único dos surfistas que vestiram a lycra de competição da World Surf League e do Circuito Banco do Brasil de Surfe pela primeira vez e que conseguiu ganhar sua bateria, foi Arthur Germano. Ele é de São Sebastião e derrotou os também paulistas Pedro Araujo, Noah Reina e o carioca Luis Henrique Araujo.

“Estou muito feliz, é o primeiro QS que estou participando, tava mais focado no freesurf, nas viagens, mas consegui boas notas, surfei boas ondas e estou feliz por passar a bateria”, diz Arthur Germano. “É bem legal essa iniciativa do Banco do Brasil por essa oportunidade, porque muitos surfistas não têm patrocínio. Fica bem difícil pelos custos que são altos, mas pra gente que é daqui, é muito bom pra molecada poder competir em um evento importante, mesmo sem ter muitas condições”.

Atividades extras – Além do show de surfe garantido nas ondas de Maresias, o Circuito Banco do Brasil de Surfe realiza atrações extras para o público nas etapas, com aulas de surfe, diversões e atividades físicas para todas as idades, além de campanhas de preservação ambiental. No primeiro dia, cerca de 80 alunos do projeto Buscapé Boiçucanga, do Instituto Esporte e Educação e da Guarda Mirim Municipal, aprenderam mais sobre como lidar com os resíduos que produzimos a partir da história do evento de surfe.

Primeiro, aconteceu a gincana para limpeza da praia e esses materiais foram usados na oficina de reciclagem, separados em 3 grupos: materiais recicláveis, orgânicos e rejeito, aquilo que não pode ser reciclado ou reaproveitado. Ainda com a ajuda da cooperativa de reciclagem de São Sebastião, os resíduos recicláveis foram colocados em sacos azuis e os rejeitos, nos de cor preta, depois foram pesados para então seguirem para seu destino final: a reciclagem ou o aterro sanitário. Todo esse conhecimento absorvido pelos alunos de 7 a 17 anos vai ser levado para além do evento e chegará nas casas, pais e pessoas com quem os alunos convivem, sendo replicado e ajudando mais pessoas a cuidar melhor do planeta.

Fã e Apoiador do Surfe Brasileiro é o slogan do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2024, que promove 5 etapas do Qualifying Series esse ano, valendo pontos para o ranking regional da WSL South America. As três primeiras aconteceram em Torres (RS), Saquarema (RJ) e Marechal Deodoro (AL). A quarta é agora em São Sebastião (SP), que está sendo transmitida ao vivo da Praia de Maresias pelo WorldSurfLeague.com.

Resultados da quinta-feira (22)
Primeira fase Masculino – 3.o=65.o lugar (53 pts) e 4.o=77.o lugar (45 pts):
1.a: 1 Daniel Templar (BRA), 2 Robson Santos (BRA), 3 Odacir Nonato (BRA), 4 Luan Siqueira (BRA)
2.a: 1 Mateus Herdy (BRA), 2 Matheus Neves (BRA), 3 Ryan Martins (BRA), 4 Michel Fonseca (BRA)
3.a: 1 Eduardo Motta (BRA), 2 Lucas Di Giorge (BRA), 3 Guilherme Vicentini (BRA), 4 Eduardo Siqueira (BRA)
4.a: 1 Pericles Dimitri (BRA), 2 Davi Jihad (BRA), 3 Ian Sato (BRA), 4 André Pinto (BRA)
5.a: 1 Pedro Dib (BRA), 2 Murillo Coura (BRA), 3- handler Ribeiro (BRA), 4-Sergio Luan (BRA)
6.a: 1 Luan Carvalho (BRA), 2 Krystian Kymerson (BRA), 3 Cauã Carriel (BRA), 4 Theo Baladi (BRA)
7.a: 1 Hizunome Bettero (BRA), 2 Thiago Meneses (BRA), 3 Gustavo Araujo (BRA), 4 Renan Hanada (BRA)
8.a: 1 Arthur Germano (BRA), 2 Pedro Araujo (BRA), 3 Luis Henrique Araujo (BRA), 4 Noah Reina (BRA)
9.a: 1 Kailani Renno (BRA), 2 Pedro Martins (BRA), 3 Guilherme Padial (BRA), 4 Jonathan Paiva (BRA)
10: 1 Cauã Gonçalves (BRA), 2 Marcell Neves (BRA), 3 Adriano Camargo (BRA), 4 Kaua Luz (BRA)
11: 1 Joaquin Muñoz Larreta (ARG), 2 Daniel Duarte (BRA), 3 Valentin Neves (BRA), 4 Raoni Rodrigues (BRA)
12: 1 Renan Pulga (BRA), 2 Leo Casal (BRA), 3 Nathan Hereda (BRA), 4 Caio Campanella (BRA)

Segunda fase Masculino – entrada dos 40 cabeças de chave:
——-3.o=33.o lugar (66 pontos) e 4.o=49.o lugar (60 pts)
1.a: 1 Sunny Pires (BRA), 2 Franco Radziunas (ARG), 3 Philippe Neves (BRA), 4 Daniel Templar (BRA)
2.a: 1 Fernando Junior (BRA), 2 Mateus Herdy (BRA), 3 Weslley Dantas (BRA), 4 Robson Santos (BRA)
3.a: 1 Ryan Kainalo (BRA), 2 Eduardo Motta (BRA), 3 Matheus Navarro (BRA), 4 Matheus Neves (BRA)
4.a: 1 Peterson Crisanto (BRA), 2 Cauet Frazão (BRA), 3 João Arthur (BRA), 4 Lucas Di Giorgi (BRA)
5.a: 1 Pericles Dimitri (BRA), 2 Marcos Correa (BRA), 3 Kaue Germano (BRA), 4 Luan Ferreyra (BRA)
6.a: 1 Pedro Dib (BRA), 2 Nacho Gundesen (ARG), 3 Eric Bahia (BRA), 4 Davi Jihad (BRA)

Próximas baterias
Segunda fase Masculino – 3.o=33.o lugar (66 pontos) e 4.o=49.o lugar (60 pts):
7 Rodrigo Saldanha (BRA), Thiago Camarão (BRA), Luan Carvalho (BRA), Murillo Coura (BRA)
8 Miguel Pupo (BRA), Wiggolly Dantas (BRA), Walley Guimarães (BRA), Krystian Kymerson (BRA)
9 Deivid Silva (BRA), Wallace Vasco (BRA), João Victor Scharnovski (BRA), Hizunome Bettero (BRA)
10 Vitor Ferreira (BRA), Alex Ribeiro (BRA), Arthur Germano (BRA), Thiago Meneses (BRA)
11 José Francisco (BRA), Gabriel Klaussner (BRA), Kailani Renno (BRA), Pedro Araujo (BRA)
12 Wesley Leite (BRA), Daniel Adisaka (BRA), Mariano Arreyes (ARG), Pedro Martins (BRA)
13 Igor Moraes (BRA), Fabricio Rocha (BRA), Takeshi Oyama (BRA), Cauã Gonçalves (BRA)
14 Rickson Falcão (BRA), Caio Costa (BRA), Joaquin Munoz Larreta (ARG), Marcell Neves (BRA)
15 Felipe Oliveira (BRA), Gabriel André (BRA), Renan Pulga (BRA), Daniel Duarte (BRA)
16 Lucas Vicente (BRA), Diego Aguiar (BRA), Yan Sondahl (BRA), Leo Casal (BRA)

Primeira fase Feminino – 3.a=17.o lugar (200 pts) e 4.a=19.o lugar (186 pts):
1 Julia Luz (BRA), Manuela Medeiros (BRA), Luana Reis (BRA)
2 Natalia Gerena (BRA), Maeva Guastala (BRA), Luiza Savoi (BRA), Nalu Carratu (BRA)

Segunda fase Feminino – entrada das 12 cabeças de chave:
—-1.a e 2.a=Quartas de Final / 3.a=9.o lugar (350 pts) e 4.a=13.o lugar (295 pts)
1 Sophia Medina (BRA), Sophia Gonçalves (BRA), Sol Carrion (BRA), 1.a da 1.a da 1.a fase
2 Daniella Rosas (PER), Julia Duarte (BRA), Kyany Cristina (BRA), 2.a da 1.a
3 Tainá Hinckel (BRA), Vera Jarisz (ARG), Mayara Zampieri (BRA), 1.a da 2.a
4 Laura Raupp (BRA), Alexia Monteiro (BRA), Victoria Muñoz Larreta (ARG), 2.a da 2.a

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    Próxima chamada para o Fiji Pro acontece nesta terça-feira (25), às 16h (de Brasília). A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. A janela segue até 4 de setembro. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Fiji A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Em inglês: Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) x Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) x Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Marco Mignot (FRA) x Seth Moniz (HAV)2 – Ethan Ewing (AUS) x Cole Houshmand (EUA)3 – Yago Dora (BRA) x vencedor da bateria 3 do Round 14 – Kanoa Igarashi (JAP) x Alan Cleland (MEX)5 – João Chianca (BRA) x Morgan Cibilic (AUS)6 – Leonardo Fioravanti (ITA) x vencedor da bateria 2 do Round 17 – Liam O’Brien (AUS) x Callum Robson (AUS)8 – George Pittar (AUS) x Jake Marshall (EUA)9 – Italo Ferreira (BRA) x vencedor da bateria 1 do Round 110 – Connor O’Leary (JAP) x Filipe Toledo (BRA)11 – Samuel Pupo (BRA) x Alejo Muniz (BRA)12 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)13 – Miguel Pupo (BRA) x vencedor da bateria 4 do Round 114 – Kauli Vaast (FRA) x Crosby Colapinto (EUA)15 – Jack Robinson (AUS) x Barron Mamiya (HAV)16 – Gabriel Medina (BRA) x Joel Vaughan (AUS) Feminino Round 1 1 – Yolanda Hopkins (POR) x Tya Zebrowski (FRA)2 – Stephanie Gilmore (AUS) x Sally Fitzgibbons (AUS)3 – Alyssa Spencer (EUA) x Vahine Fierro (FRA)4 – Anat Lelior (ISR) x Brisa Hennessy (CRC)5 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) x Bella Kenworthy (EUA)6 – Tyler Wright (AUS) x Francisca Veselko (POR)7 – Erin Brooks (CAN) x Sophie McCulloch (AUS)8 – Isabella Nichols (AUS) x Ulukilupetea Kurop (FIJ) Round 2 1 – Carissa Moore (HAV) x vencedora da bateria 2 do Round 12 – Luana Silva (BRA) x vencedora da bateria 5 do Round 13 – Sawyer Lindblad (EUA) x vencedora da bateria 3 do Round 14 – Caroline Marks (EUA) x vencedora da bateria 7 do Round 15 – Gabriela Bryan (HAV) x vencedora da bateria 1 do Round 16 – Nadia Erostarbe (ESP) x vencedora da bateria 8 do Round 17 – Molly Picklum (AUS) x vencedora da bateria 4 do Round 18 – Lakey Peterson (EUA) x vencedora da bateria 6 do Round 1

    Próxima chamada para o Fiji Pro acontece nesta terça-feira (25), às 16h (de Brasília). Com dez brasileiros na disputa, previsão indica swell a caminho para os primeiros dias em Cloudbreak.

    A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. Clique aqui para ver ao vivo A primeira chamada acontece às 16h30 desta segunda-feira (24), no horário de Brasília, com possível início da competição às 17h. Em Fiji, onde o calendário já estará na terça-feira (25), a chamada será às 7h30, com possível início às 8h. A janela segue até 4 de setembro. A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Swell a caminho A previsão aponta poucas ondas logo no início da janela, com Cloudbreak pequeno ou praticamente flat durante boa parte do primeiro dia da janela em Fiji. Mas o swell começa a ganhar força ao longo do dia e pode chegar ao fim da tarde com ondas de 1,5 metros de face. A grande mudança aparece já no segundo dia de janelta. Um swell mais consistente deve colocar Cloudbreak na faixa de 3 metros de face durante todo o dia, com séries maiores. A previsão também indica ventos favoráveis, formando o primeiro cenário realmente forte para a realização da competição. Com ondas consistentes, existe ainda a possibilidade de a organização recorrer às baterias no sistema dual heat, com duas disputas acontecendo simultaneamente, para acelerar o cronograma e aproveitar a sequência de boas condições. No terceiro dia de janela, o swell já começa a perder força, mas a parte da manhã ainda pode apresentar quase 3 metros de face, com séries ocasionais maiores. A tendência é de redução gradual durante a tarde, ainda com condições favoráveis. Na sequência, um novo reforço de sudoeste pode manter Cloudbreak na faixa de 2,5 metros pés de face pela manhã do dia seguinte, sem necessariamente provocar novo aumento significativo de tamanho, mas trazendo mais energia e ajudando a prolongar o período de boas ondas. E o maior swell pode ainda estar por vir A também melhora de cenário para os dias 30 e 31 de agosto. Dois sistemas aparecem com potencial para produzir ondas da altura da cabeça até alguns pés acima, possivelmente acompanhadas por vento leve. Mas é a reta final da janela que começa a chamar mais atenção. Entre 2 e 4 de setembro, cresce a possibilidade da chegada de um swell forte e de longo período em Cloudbreak. A previsão aponta a presença de um sistema sólido. A confiança também vem aumentando na possibilidade de que as maiores ondas de toda a janela aconteçam justamente no início de setembro. Por se tratar de uma previsão de longo prazo, o cenário ainda pode mudar nos próximos dias. Cloudbreak para todos os tamanhos Considerada uma das melhores esquerdas do planeta, Cloudbreak quebra sobre um extenso recife de coral e muda completamente de personalidade dependendo do tamanho do swell. Em condições menores, oferece paredes longas e oportunidades para um surfe de alta performance. Quando o Pacífico Sul ganha força, a onda se transforma e passa a produzir tubos grandes, rápidos e extremamente pesados. O amplo campo de competição também reúne diferentes seções e exige leitura precisa do lineup. Depois de receber uma etapa pós-corte em 2024 e o WSL Finals em 2025, Cloudbreak volta agora a colocar todo o elenco do Championship Tour dentro d’água. É a primeira vez que isso acontece desde 2017. Italo chega de amarelo Entre os brasileiros, os olhos estarão principalmente sobre Italo Ferreira. Depois da semifinal em Teahupoo, o potiguar recuperou a lycra amarela e chega a Fiji isolado na liderança do ranking mundial. O campeão mundial de 2019 soma uma vitória, um vice-campeonato e dois terceiros lugares na temporada. Apesar de seu surfe de frontside e da capacidade nos tubos combinarem com Cloudbreak, Italo ainda busca um grande resultado no pico fijiano. A etapa também tem peso especial para Yago Dora. Foi justamente em Cloudbreak que o brasileiro conquistou seu primeiro título mundial, no WSL Finals de 2025. Atual terceiro colocado no ranking, Yago chega ao Fiji Pro buscando recuperar terreno na disputa pelo bicampeonato. Gabriel Medina completa outro capítulo importante da presença brasileira. Bicampeão da etapa, com vitórias em 2014 e 2016, o tricampeão mundial é, ao lado de Yago, um dos únicos brasileiros que já venceram em Cloudbreak. Dez brasileiros em Fiji O Brasil terá nove representantes no masculino e Luana Silva no feminino. Italo Ferreira, Yago Dora, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Samuel Pupo, João Chianca, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Mateus Herdy formam o contingente brasileiro entre os homens. Mateus é o único brasileiro escalado para o Round 1 masculino e enfrenta o australiano Jarvis Earle na terceira bateria. Os demais brasileiros entram posteriormente na competição. Além dos principais nomes do Tour, Fiji terá três wildcards: os locais Teo Degei e Ulukilupetea “Tea” Kurop, vencedores das seletivas fijianas, e o australiano Jarvis Earle, campeão mundial júnior de 2022. Kurop faz história como a primeira mulher de Fiji a disputar uma etapa do Championship Tour. Com o líder mundial de amarelo, um campeão mundial retornando ao palco onde conquistou seu título, dez brasileiros na disputa e diferentes pulsos de swell previstos ao longo dos próximos dias, Fiji abre uma das janelas mais promissoras da temporada. E, se os modelos de previsão realmente confirmarem o que começam a indicar para o início de setembro, o melhor de Cloudbreak pode ficar justamente para o final. Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) x Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) x Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Marco Mignot (FRA) x Seth Moniz (HAV)2 – Ethan

    Com dez brasileiros na disputa, janela do Fiji Pro abre nesta segunda-feira (24), com primeira chamada às 16h30 (de Brasília). Previsão indica swell a caminho para os primeiros dias em Cloudbreak.

    ATUALIZAÇÃO: 21/08/2026, às 12h36 (horário de Brasília) Victor Bernardo e sua esposa, Johnni, apresentam evolução no quadro de saúde após o grave acidente de carro sofrido na Califórnia, nos Estados Unidos. Os dois já passaram por cirurgias e, segundo Mike Townsend, manager do surfista, estão conscientes, de bom humor e otimistas. Victor sofreu uma fratura na perna e um ferimento grave acima do joelho. O brasileiro passou por uma nova cirurgia na quarta-feira. Inicialmente, os médicos instalaram uma estrutura externa para estabilizar a perna, mas o equipamento já foi retirado. Segundo Townsend, a evolução indica a possibilidade de uma recuperação mais rápida do que se imaginava inicialmente. Johnni também passou por uma cirurgia considerada bem-sucedida. Ela sofreu uma hemorragia interna no abdômen e fraturas na face em consequência do acidente. Os ferimentos foram tratados cirurgicamente. De acordo com Townsend, os dois permanecem positivos diante de tudo o que enfrentaram nos últimos dias. Até o momento, nenhum deles tem previsão de alta hospitalar. Abaixo, você confere a matéria publicada originalmente sobre o acidente: O guarujaense Victor Bernardo e a esposa, Johnni, permanecem hospitalizados depois de sofrerem um grave acidente de carro na Califórnia, nos Estados Unidos, na noite do último domingo (16). O veículo em que o casal estava se envolveu em uma colisão com um caminhão. Vitinho foi levado de helicóptero ao hospital. O surfista sofreu uma fratura na perna e precisará passar por cirurgia. Johnni foi transportada de ambulância e também permanece sob cuidados médicos. De acordo com as informações divulgadas até o momento, o quadro dela inspira mais atenção, mas não há risco de morte. As circunstâncias exatas da colisão e o local onde ela aconteceu não foram divulgados. O cineasta Logan Dulien, amigo do casal, afirmou que o acidente poderia ter sido fatal e que os dois deverão enfrentar um longo período de recuperação. A notícia mobilizou a comunidade internacional do surfe nas redes sociais. Mick Fanning, Coco Ho, Kanoa Igarashi, Raimana Van Bastolaer e Mikey February estão entre os nomes que manifestaram apoio ao casal. Natural do Guarujá (SP), Victor Bernardo, conhecido também como Vitinho, ganhou projeção ainda jovem no surfe brasileiro. Em 2013, aos 16 anos, conquistou o título brasileiro Pro Junior, em uma geração que também revelou nomes como Italo Ferreira e Caio Ibelli. Ao longo da carreira, disputou etapas do circuito de acesso à elite mundial e competições em diferentes países. Nos últimos anos, Victor passou a dedicar maior parte da carreira ao free surf e à produção de conteúdo ligado ao surfe. O brasileiro se estabeleceu na Califórnia e continuou diretamente ligado ao esporte. Victor nasceu em 8 de fevereiro de 1997 e tem a Praia do Tombo, no Guarujá, como sua onda favorita. Neste momento, toda a equipe do Waves deseja muita força a Victor e Johnni e torce por uma recuperação completa e tranquila do casal. Veja mais sobre Vitinho: Album Surf retrata perfeição Novo capítulo da Album Victor Bernardo inspirado no Havaí Victor Bernardo poderoso Victor Bernardo performático Sopa de peixe Victor Bernardo na estileira Papo com Victor Bernardo Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Waves (@waves.com.br)

    Surfista brasileiro Victor Bernardo e sua esposa Johnni são hospitalizados após colisão nos Estados Unidos. Atleta sofreu fratura na perna e precisa passar por cirurgia.

    Teahupoo mostrou mais uma vez por que é uma das etapas mais aguardadas do Circuito Mundial. Tubos, notas altas, baterias apertadas e eliminações de alguns dos principais nomes da temporada marcaram a sétima parada do Championship Tour 2026, o Outerknown Tahiti Pro. Seth Moniz e Erin Brooks ficaram com os títulos. Para o Brasil, o grande destaque foi Italo Ferreira, que chegou às semifinais e deixou a Polinésia Francesa na liderança do ranking mundial. Primeira vitória de Seth Moniz Seth Moniz viveu em Teahupoo o maior momento de sua carreira no Championship Tour. Em sua sétima temporada na elite, o havaiano conquistou sua primeira vitória no CT ao derrotar Griffin Colapinto na decisão. A campanha foi construída desde o Round 1. No caminho até o título, Seth passou por Eimeo Czermak, Yago Dora, Barron Mamiya e Alan Cleland antes de encontrar Italo Ferreira nas semifinais. Depois de superar o brasileiro, derrotou Griffin na decisão. Na final, Seth venceu por 18,17 a 14,67, garantindo o primeiro troféu de sua carreira no CT. O resultado também provocou uma grande mudança em sua temporada: ele saltou 12 posições e chegou ao 19º lugar no ranking. Italo veste a lycra amarela Italo Ferreira chegou ao último dia de competição como principal esperança brasileira e avançou às semifinais ao derrotar Ethan Ewing nas quartas. O potiguar começou a bateria com um tubo para 5,33 e depois encontrou uma onda que rendeu 7,17. Na reta final, ainda conseguiu um 8,33 para fechar a disputa com 15,50 pontos contra 11,94 do australiano. Na semifinal contra Seth Moniz, Italo chegou a abrir boa vantagem. O brasileiro liderava por 12,50 a 5,50, mas o havaiano cresceu na parte final da bateria, recebeu 7,83 e 7,93 e virou o confronto. Seth avançou com 15,76 contra 13,83, enquanto Italo terminou a etapa na terceira colocação. Mesmo eliminado, o saldo do brasileiro foi importante na corrida pelo título mundial. Com os 6.085 pontos conquistados em Teahupoo, Italo chegou a 39.930 pontos e abriu 5.000 de vantagem sobre Leonardo Fioravanti, vice-líder. O Brasil ainda ocupa quatro das cinco primeiras posições do ranking: além de Italo na liderança, Yago Dora aparece em terceiro, Miguel Pupo em quarto e Gabriel Medina em quinto. Erin Brooks vira final e conquista o título No feminino, Erin Brooks protagonizou uma reação na decisão contra Anat Lelior. A israelense abriu vantagem e chegou à metade da bateria com duas ondas excelentes, 8,33 e 8,00. Brooks reagiu primeiro com um 8,27 e depois encontrou outro tubo para 8,93, assumindo a liderança. A canadense venceu por 17,20 a 16,33. Foi a primeira vitória de Erin como integrante fixa do Championship Tour. A canadense, de 19 anos, havia começado o Finals Day eliminando a atual campeã mundial e defensora do título da etapa, Molly Picklum, e depois passou por Isabella Nichols na semifinal. Com o resultado, Brooks subiu sete posições e chegou ao 11º lugar do ranking. Anat Lelior também deixou Teahupoo com o maior resultado de sua carreira. O vice-campeonato representou a primeira final de um surfista de Israel no Championship Tour. Slater desafia o tempo Aos 54 anos, Kelly Slater foi um dos grandes personagens da etapa. O 11 vezes campeão mundial eliminou Gabriel Medina em um dos confrontos mais aguardados do campeonato e fez isso com uma atuação que entrou para os destaques do ano. Slater somou 19,06 pontos na bateria, mostrando mais uma vez sua sintonia com Teahupoo. Sua campanha terminou nas oitavas de final, diante de Jack Robinson, mas não antes de o norte-americano voltar a deixar sua marca no campeonato onde construiu alguns dos maiores momentos de sua carreira. Brasileiros em Teahupoo Além da semifinal de Italo, João Chianca, Alejo Muniz e Miguel Pupo chegaram às oitavas de final. Miguel foi superado por Griffin Colapinto, enquanto Chumbinho e Alejo também se despediram nesta fase. Gabriel Medina havia sido eliminado anteriormente por Kelly Slater. No feminino, Luana Silva caiu no Round 2 diante da portuguesa Yolanda Hopkins. Próxima parada: Fiji Encerrado o Tahiti Pro, o Championship Tour permanece no Pacífico Sul. A próxima etapa será disputada em Cloudbreak, Fiji, com janela entre 25 de agosto e 4 de setembro. “A gente segue na disputa. É uma longa jornada e tenho que colocar o pezinho no chão para trabalhar campeonato a campeonato” Italo Ferreira, campeão mundial de 2019 Italo chega à próxima etapa com a lycra amarela, mas evita antecipar qualquer possibilidade de disputa pelo segundo título mundial. O brasileiro já definiu também seu próximo objetivo: conquistar pela primeira vez a etapa de Fiji. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS)

    Seth Moniz conquista primeira vitória no CT, Erin Brooks vence entre as mulheres e Italo Ferreira deixa o Taiti na liderança do ranking após chegar às semifinais do Outerknown Tahiti Pro 2026.

    A próxima chamada o Outerknown Tahiti Pro 2026 acontece nesta segunda-feira (10) às 14h (de Brasília). Depois de mais de um mês de paralisação desde o Rio Pro, em Saquarema, o Championship Tour da WSL retorna para uma das ondas mais desafiadoras do planeta: Teahupoo, no Taiti. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Teahupoo A janela de competição acontece entre os dias 8 e 18 de agosto. Uma das solicitações mais frequentes desde o lançamento da nova plataforma foi o retorno dos comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial. Por isso, o Waves volta a abrir o espaço para a comunidade acompanhar, comentar e trocar opiniões ao longo das baterias. Durante muitos anos, esse encontro entre surfistas fez parte da cobertura dos eventos no Waves. Agora, a tradição retorna renovada, mantendo o que sempre foi mais importante: a participação da comunidade. Feito de surfista para surfista, o Waves acredita que acompanhar uma etapa vai muito além de assistir às baterias. É também comentar o que acontece nas entrelinhas, discutir as notas, defender seus favoritos e trocar ideias com outros apaixonados por surfe. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS) 18.20 x 17.40 Callum Robson (AUS)15 Griffin Colapinto (EUA) 19.60 x 8.50 Rio Waida (IND)16 Miguel Pupo (BRA) 13.50 x 1.94 Mateus Herdy (BRA) Round 3 1 Kauli Vaast (FRA) 12.00 x 12.34 Alan Cleland (MEX)2 Seth Moniz (HAV) 12.10 x 9.04 Barron Mamiya (HAV)3 Connor O’Leary (JAP) 10.33 x 11.66 Italo Ferreira (BRA)4 Liam O’Brien (AUS) 6.66 x 7.67 Ethan Ewing (AUS)5 Ramzi Boukhiam (MAR) 14.00 x 9.10 João Chianca (BRA)6 Alejo Muniz (BRA) 2.10 x 13.66 George Pittar (AUS)7 Kelly Slater (EUA) 8.46 x 15.00 Jack Robinson (AUS)8 Griffin Colapinto (EUA) 16.67 x 15.17 Miguel Pupo (BRA) Quartas de final 1 Alan Cleland (MEX) 1.50 x 13.66 Seth Moniz (HAV)2 Italo Ferreira (BRA) 15.50 x 11.94 Ethan Ewing (AUS)3 Ramzi Boukhiam (MAR) 17.74 x 8.84 George Pittar (AUS)4 Jack Robinson (AUS) 11.50 x 11.83 Griffin Colapinto (EUA) Semifinais 1 Seth Moniz (HAV) 15.76 x 13.83 Italo Ferreira (BRA)2 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.37 x 15.40 Griffin Colapinto (EUA) Final 1 Seth Moniz (HAV) 18.17 x 14.67 Griffin Colapinto (EUA) Feminino Round 1 1 Sally Fitzgibbons (AUS) 1.67 x 4.16 Anat Lelior (ISR)2 Tya Zebrowski (FRA) 2.00 x 6.90 Erin Brooks (CAN)3 Isabella Nichols (AUS) 8.77 x 7.13 Vahine Fierro (FRA)4 Stephanie Gilmore (AUS) 3.90 x 4.73 Yolanda Hopkins (POR)5 Alyssa Spencer (EUA) 5.00 x 1.93 Bella Kenworthy (EUA)6 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 4.44 x 6.00 Brisa Hennessy (CRC)7 Nadia Erostarbe (ESP) 8.67 x 4.66 Francisca Veselko (POR)8 Tyler Wright (AUS) 4.57 x 5.34 Kelia Gallina (TAH) Round 2 1 Caroline Moore (HAV) 8.90 x 11.83 Erin Brooks (CAN)2 Molly Picklum (AUS) 9.50 x 3.56 Alyssa Spencer (EUA)3 Sawyer Lindblad (EUA) 6.67 x 7.16 Isabella Nichols (AUS)4 Lakey Peterson (EUA) 4.73 x 4.90 Nadia Erostarbe (ESP)5 Gabriela Bryan (HAV) 1.46 x 12.73 Anat Lelior (ISR)6 Caroline Marks (EUA) 5.50 x 8.27 Kelia Gallina (TAH)7 Luana Silva (BRA) 3.97 x 10.17 Yolanda Hopkins (POR)8 Caity Simmers (EUA) 13.50 x 1.33 Brisa Hennessy (CRC) Quartas de final 1 Erin Brooks (CAN) 13.50 x 3.27 Molly Picklum (AUS)2 Isabella Nichols (AUS) 7.83 x 7.26 Nadia Erostarbe (ESP)3 Anat Lelior (ISR) 9.50 x 6.53 Kelia Gallina (TAH)4 Yolanda Hopkins (POR) 12.33 x 6.90 Caity Simmers (EUA) Semifinais 1 Erin Brooks (CAN) 15.10 x 11.17 Isabella Nichols (AUS)2 Anat Lelior (ISR) 12.50 x 3.43 Yolanda Hopkins (POR) Final 1 Erin Brooks (CAN) 17.20 x 16.33 Anat Lelior (ISR))

    Confira ao vivo o Outerknown Tahiti Pro 2026 e participe dos comentários e debates no nosso fórum, durante as etapas da WSL.

    Etapa Natal chegou ao fim neste domingo nas areias da Praia de Miami com vitórias de Daniella Rosas e Douglas Silva. Com status QS 4.000 da World Surf League (WSL), a etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as Quartas de Final masculina, seguidas pelas Semifinais nos dois naipes, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas as categorias, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral potiguar. Douglas Silva desbanca líder do ranking para celebrar a vitória Em um duelo entre Santa Catarina e Pernambuco, Douglas Silva (BRA) conquistou sua primeira vitória no Circuito Banco do Brasil de Surfe, superando o catarinense Luan Wood (BRA), líder do ranking do QS sul-americano e do Circuito BB, embalado pelo título da etapa de Imbituba. Em uma final eletrizante na Praia de Miami, Douglas começou forte e abriu a disputa com uma onda 8,50, e Luan respondeu logo na sequência, marcando 8,07 pontos ao trabalhar muito bem as manobras de base-lip. Luan precisava de 7,14 pontos para virar o resultado e ainda teve uma última oportunidade quando os dois surfistas conseguiram pegar ondas a menos de 30 segundos do fim, mas o  catarinense recebeu 6,50 e não conseguiu a virada, confirmando Douglas Silva como grande campeão da etapa de Natal. “Primeiramente, agradecer a Deus por esse momento. Estou muito feliz, estava me sentindo bem desde o começo do evento. Estava leve. Quero agradecer a todos pela torcida, aos meus patrocinadores que acreditam no meu sonho e no meu futuro, ao meu coach Alan… Aproveitar pra dar um feliz Dia dos Pais pra todo mundo. Muito feliz de sair com a primeira vitória no Circuito BB. Seguir firme e forte trabalhando, o trabalho não para”, celebra o campeão, que completa: “Eu sempre falo pra todo mundo que nossa vida é ganha nos mínimos detalhes e é algo que eu tenho trabalhado bastante com meu coach. Estamos ajudando muito isso. 1% melhor a cada dia. Deus colocou pessoas boas na minha vida e está dando certo. A gente trabalha todos os dias para que dê certo e a gente está colhendo os resultados“. Trajetória impecável começa nas semifinais As semifinais masculinas do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocaram frente a frente dois dos surfistas que mais se destacaram no evento. Douglas Silva eliminou o campeão da etapa de 2025, Israel Junior (BRA), por 16,84 a 12,67 pontos, deixando o potiguar em combinação. O duelo foi marcado pelo confronto entre dois aerialistas: Israel ainda arriscou mais um superman, repetindo o feito das quartas, mas foi Douglas quem construiu a vitória com um surfe de borda muito forte, tanto de backside quanto de frontside, garantindo duas notas de critério excelente (8,67 e 8,17).  Em grande fase, Douglas chegou à decisão com uma campanha praticamente perfeita em Natal. Antes da final, Dodô já mostrava confiança em suas declarações:  “Eu tô muito leve, muito tranquilo. Eu realmente vim aqui pra sair com o título, estou muito focado nessa etapa (…) Essa é minha meta“. Na semifinal anterior, Luan Wood confirmou o favoritismo e superou Rafael Barbosa (BRA) por 14,70 a 13,67, garantindo vaga na decisão. Luan chegou a Natal na liderança do ranking depois das duas primeiras etapas e vinha de uma sequência consistente: no sábado, venceu suas duas baterias, incluindo uma onda 7,67 que foi decisiva para avançar às quartas. Rafael também chegou forte, ocupando posição de destaque no ranking e tendo como antecedente recente um duelo apertado contra Luan. A vitória colocou Luan na final contra Douglas, em um confronto que reúne o líder do QS sul-americano e o atleta que chega embalado por um dos melhores momentos da temporada. Peruana supera Maria Eduarda Cesar e conquista o título  A final feminina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocou frente a frente experiência e nova geração. De um lado, Maria Eduarda Cesar (BRA), uma das promessas do surfe brasileiro com apenas 18 anos, disputando a primeira final de sua carreira no Circuito BB. Do outro, a peruana Daniella Rosas (PER), atleta olímpica, tricampeã sul-americana da WSL e atual campeã do circuito Banco do Brasil, que chegou à segunda final em duas etapas disputadas em 2026. Em 2025, Daniella foi ainda campeã em São Sebastião e em Imbituba. Em uma decisão de 30 minutos, Dani venceu por 9,07 a 9,84 pontos, administrando bem a escolha das ondas e a prioridade nos minutos finais. Duda apostou principalmente nas direitas em frente ao palanque, mas a peruana foi mais eficiente na leitura do mar. O resultado reforça a consistência de Daniella em eventos no Brasil.  “Estou super agradecida. Poder ganhar aqui é super especial. Venho de uma sequência não muito boa no Challenger, mas estou feliz de poder ganhar aqui. Em Imbituba não foi meu grande dia (na final contra a Sophia Medina), e aqui fiquei o mais tranquila possível e ajustei meus erros. Estou feliz e agradecida”, celebra a campeã, que projeta os próximos passos:  “Agora vou pra casa, porque faz muito tempo que não vou pra lá. Saio para a Espanha, depois volto para o Brasil para a etapa do Espírito Santo… Tenho bons resultados no Brasil e quero manter isso constante. Estou totalmente focada nos Challengers. Esse ano me sinto muito melhor, estou super feliz em todos os sentidos. Agradecida de estar aqui, de ganhar aqui. A verdade é que estou muito feliz”, finaliza Dani.  Atleta BB, Tainá Hinckel (BRA) e Alexia Monteiro (BRA) encerraram suas participações na semifinal, terminando o evento em terceiro lugar no geral.  Resultados Circuito Banco do Brasil de Surfe em Etapa Natal Masculino Quartas de final 1 Luan Wood (BRA) 11.60 x 8.70 Wesley Leite (BRA)2 Rafael Barbosa (BRA) 13.50 x 12.23 Gabriel Klaussner (BRA)3 Israel Junior (BRA) 14.00 x 12.03 Ryan Kainalo (BRA)4 Douglas Silva (BRA) 15.10 x

    Pernambucano Douglas Silva conquista primeira vitória no Circuito Banco do Brasil, e peruana Daniella Rosas vence no feminino na etapa de Natal, disputada na Praia de Miami (RN).

    A Defesa Civil mantém alertas para ventos fortes nesta sexta-feira (7) em áreas do litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, com rajadas que podem chegar a 100 km/h no litoral paulista. A situação já provocou ventos de 97,2 km/h em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo, durante a noite de quinta-feira (6). Clique aqui para ver a previsão das ondas em SP Clique aqui para ver a previsão das ondas no RJ No estado de São Paulo, a previsão é de alerta vermelho nesta sexta e no sábado (8), com destaque para o litoral, a faixa leste e regiões de serra. A Defesa Civil chegou a enviar alertas severos aos celulares da população do litoral sul e da Baixada Santista até Bertioga. A força do vento já pôde ser sentida em diferentes pontos da costa paulista. Além dos 97,2 km/h registrados em Itanhaém na noite de quinta, os ventos chegaram a 90 km/h em Mongaguá no período noturno. Na manhã desta sexta, Caraguatatuba registrou rajadas de 49,3 km/h. Também houve registros de 37,6 km/h em Santos, 36,7 km/h em Cananéia, 31,2 km/h em Mongaguá e 31,1 km/h em Ilhabela. A Baixada Santista está entre as regiões com previsão de ventos fortes e maior risco no estado. Bertioga, Caraguatatuba, São Sebastião e Ubatuba suspenderam as aulas da rede pública nesta sexta-feira. Segundo a Defesa Civil, a ventania pode provocar queda de árvores e placas, destelhamentos, interrupções no fornecimento de energia, dificuldades no tráfego, impactos em aeroportos e agitação marítima. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Agência SP (@agenciaspoficial) Rio de Janeiro também recebe alerta No Rio de Janeiro, a Defesa Civil estadual também emitiu um alerta severo para ventos e chuva forte na manhã desta sexta-feira. A mensagem enviada aos celulares alertou para vento forte nas próximas horas e orientou a população a evitar deslocamentos. A cidade do Rio entrou em Estágio 2 ainda na noite de quinta-feira, diante da previsão de intensificação dos ventos entre quinta e domingo (9). As aulas das redes municipal e estadual foram suspensas nesta sexta por precaução. As condições para um vendaval se intensificaram com a combinação entre um ciclone e uma frente fria, e os ventos podem passar dos 90 km/h na Região Metropolitana do Rio. Para esta sexta, a previsão indica rajadas fortes, entre 52 e 76 km/h, e muito fortes, acima de 76 km/h, a partir da manhã. Atenção redobrada no litoral A ventania está associada à chegada de um ciclone extratropical à região Sul do país e exige atenção especial de quem está no litoral. Além dos ventos fortes, há previsão de ressaca. No estado de São Paulo, nove das 16 regiões administrativas estão em alerta vermelho, incluindo Santos e o Vale do Paraíba e litoral norte. Além dos riscos provocados pelo vento em terra, a Defesa Civil paulista inclui a agitação marítima entre os possíveis impactos das condições meteorológicas. O cenário reforça a necessidade de atenção de quem pretende frequentar praias ou realizar atividades no mar durante o período de maior intensidade dos ventos. No domingo (9), a previsão para São Paulo passa para alerta amarelo, com as rajadas se deslocando gradualmente em direção ao Rio de Janeiro. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Corpo de Bombeiros Militar/ RJ (@corpodebombeiros_rj)

    Litoral paulista está entre as áreas de maior atenção nesta sexta-feira (7), enquanto Rio de Janeiro também recebe alerta para ventos fortes. Rajadas já chegaram a 97,2 km/h em Itanhaém.

    O Circuito Banco do Brasil de Surfe retorna ao Rio Grande do Norte para mais uma etapa da temporada de 2026. Entre os dias 7 e 9 de agosto, a Praia de Miami, em Natal, recebe pela terceira vez uma das principais etapas do calendário da WSL South America, válida pelo Qualifying Series (QS) 4.000. E, entre os principais nomes da competição, um atleta chega cercado de expectativa: o potiguar Mateus Sena, campeão da etapa em 2024 e um dos favoritos para repetir o feito diante da torcida. Em cinco anos, o Circuito Banco do Brasil de Surfe consolidou-se como a principal plataforma de desenvolvimento do surfe profissional sul-americano. Já foram 21 etapas realizadas, mais de duas mil inscrições e mais de 700 atletas únicos, de 15 nacionalidades, reforçando a importância da competição para a formação de novos talentos. “Cada etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe representa muito mais do que uma competição. É uma oportunidade de fortalecer o surfe brasileiro, criar caminhos para a nova geração de atletas e aproximar ainda mais o esporte das comunidades onde ele nasceu e se desenvolveu. Natal reúne todos esses elementos o que faz elevar a expectativa de realizar mais um grande evento e seguir consolidando o circuito como a principal plataforma de desenvolvimento do surfe profissional na América do Sul”, evidencia Ivan Martinho, presidente da WSL América Latina. O Rio Grande do Norte tem tradição na modalidade, revelando nomes como Italo Ferreira, campeão olímpico e mundial da WSL, Jadson André, que permaneceu por 13 temporadas na elite do Championship Tour, além de atletas como Joca Junior, Marcelo Nunes, Danilo Costa, Aldemir Calunga, Alan Jhones e Israel Junior. Agora, Mateus Sena busca escrever mais um capítulo dessa história. Foi justamente na Praia de Miami que o surfista viveu um dos momentos mais marcantes da carreira. Em 2024, conquistou o título da etapa e também da temporada do Circuito Banco do Brasil de Surfe. Na decisão, arrancou uma nota 8.50 na última onda, a menos de dois minutos do fim da bateria, para virar sobre Adauto Sena e levantar o troféu diante da praia lotada. “A conquista de 2024 foi um dos momentos mais marcantes da minha carreira. Foi o primeiro título sul-americano da história do Rio Grande do Norte em um evento desse porte, e isso torna essa vitória ainda mais especial. Guardo lembranças muito boas daquele dia, com minha família, meus amigos e todas as pessoas que me viram crescer acompanhando da praia. Tudo isso me dá ainda mais confiança, porque sei que já consegui uma vez e agora vou em busca de repetir esse resultado”, destaca Mateus. No ano seguinte, a tradição foi mantida com mais um título potiguar, desta vez conquistado por Israel Junior. Agora, em 2026, os dois surfistas entram na disputa com a chance de se tornarem os primeiros bicampeões da etapa de Natal. Competindo novamente diante da família, dos amigos e da torcida local, Mateus afirma chegar mais preparado para lidar com a responsabilidade de correr em casa. “Depois de já ter vencido uma etapa, chego mais leve, focado e tranquilo, sabendo que o trabalho foi feito. Me preparei da melhor forma, cuidando da alimentação, treinando o corpo e a mente, dentro e fora da água, e isso me dá muita confiança. Poder contar com minha família, meus amigos e com as pessoas que me viram crescer, na praia onde tudo começou, torna esse momento ainda mais especial. Espero poder retribuir todo esse apoio com um grande resultado”, afirma. Além do aspecto esportivo, o surfista destaca o impacto que a realização de uma etapa da WSL pode gerar para o estado e para os jovens atletas da região. “É muito importante para o desenvolvimento do surfe no Rio Grande do Norte. O estado tem ondas de qualidade e muitos surfistas talentosos que ainda não estão no radar do cenário nacional e internacional. Um evento desse porte cria oportunidades para que esses atletas mostrem seu potencial. Além disso, o histórico recente mostra a força do surfe potiguar, com títulos conquistados em 2024 e 2025 por atletas da casa. Espero que este ano a gente possa manter essa tradição”.

    Campeão do circuito em 2024 na Praia de Miami, natalense Mateus Sena volta a competir em casa em busca de manter a hegemonia potiguar em etapa do Circuito Banco do Brasil.