Sup video: Battle of the paddle California 2011
12/10/2011 —
Confira o video de Chris Aguilar da Soul Surf Media com imagens muito legais do Battle of the Paddle California 2011 Battle of the Paddle 2011
12/10/2011 —
Confira o video de Chris Aguilar da Soul Surf Media com imagens muito legais do Battle of the Paddle California 2011 Battle of the Paddle 2011
12/10/2011 —
.jpg”> _582x338.jpg” alt=”” width=”582″ height=”338″ /> Por Redação SUPCLUB.com.br Cada vez mais inserida no mercado de pranchas de Stand Up Paddle, a Silver Surf acaba de desenvolver uma linha de pranchas feitas especialmente para os supistas mirins. Os models são feitos em três tamanhos (6’2″, 6’4″ e 6’5″) que, de acordo com Adriano Teco, shaper e proprietário da Silver Surf, proporcionam às pranchas uma característica multifuncional. “São pranchas pensadas na relação entre pais e filhos, pois atendem a função básica de remada em pé para o filho que deseja acompanhar o pai ou a mãe, também podem simplesmente ser rebocadas por um SUP maior e tem linhas de outline que permitem à prancha ser usada como uma fish por um adulto”, finaliza o shaper. Confira abaixo o vídeo. .jpg”>
11/10/2011 —
Por assessoria de imprensa ABSUP Acontece entre os dias 22 a 30 de outubro, na praia de Maresias, em SP, a quinta etapa do Stand Up World Tour. A etapa brasileira do circuito mundial é apresentada pela Skol e conta com o patrocínio da Alma Surf e Mormaii. A expectativa é enorme. A etapa será decisiva para o circuito mundial, pois a partir dela, um novo cenário no ranking mundial poderá se formatar e atletas como Leco Salazar – atual 2º. colocado, Alexandre Magrinho – 14º. e Picuruta Salazar – 16º. poderão se aproximar da liderança atualmente estabelecida pelo Havaiano Kai Leny. Leco é o atleta brasileiro melhor colocado no circuito e uma das grandes esperanças de pódio na etapa de Maresias. Porém outros atletas como; os atuais campeão e vice do brasileiro; Luis Saraiva e Caio Vaz, assim como o local famoso beach break Carlos Bahia, reconhecido como excelente tube rider, prometem dar muito trabalho. Por assessoria de imprensa ABSUP Acontece entre os dias 22 a 30 de outubro, na praia de Maresias, em SP, a quinta etapa do Stand Up World Tour. A etapa brasileira do circuito mundial é apresentada pela Skol e conta com o patrocínio da Alma Surf e Mormaii. A expectativa é enorme. A etapa será decisiva para o circuito mundial, pois a partir dela, um novo cenário no ranking mundial poderá se formatar e atletas como Leco Salazar – atual 2º. colocado, Alexandre Magrinho – 14º. e Picuruta Salazar – 16º. poderão se aproximar da liderança atualmente estabelecida pelo Havaiano Kai Leny. Leco é o atleta brasileiro melhor colocado no circuito e uma das grandes esperanças de pódio na etapa de Maresias. Porém outros atletas como; os atuais campeão e vice do brasileiro; Luis Saraiva e Caio Vaz, assim como o local famoso beach break Carlos Bahia, reconhecido como excelente tube rider, prometem dar muito trabalho. Com um bom resultado Leco pode assumir a liderança do circuito. Foto: Tony Freitas No evento principal competirão 32 atletas. Esse time será formado pelos 24 melhores ranqueados no circuito até o momento, os quatro primeiros atletas classificados na triagem que antecede o evento principal, os dois primeiros do ranking brasileiro classificados no IWC2011, mais dois convidados. Inscrições no trials Os atletas quem desejarem uma vaga para competir no “trials” devem enviar desde já, um e-mail para a Watermann League,([email protected]), manifestando o interesse, seguido de referências e colocação no ranking brasileiro. Em relação ao ranking do mundial. Até o momento foram realizadas quatro etapas, sendo que o atleta Kai Lany venceu duas e ficou em terceiro lugar no Tahit e quarto lugar na Califórnia, por isso no momento ele está descartando o quarto lugar da Califórnia que é o seu pior resultado e soma um total 4.4 pontos. ( 0.7 + 0.7 + 3). No caso do Leco que está em segundo no momento, o atleta descarta os 29 pontos perdidos no Tahiti e soma os pontos de um 5º lugar no HI, um 2º na França e o 3º na Califórnia. O que dá um total de 10 pontos e a segunda colocação na classificação geral. Diante deste cenário o evento do Brasil se torna ainda mais importante, pois todos os atletas buscam por uma boa colocação na etapa para descartar seu pior resultado, e isso pode mudar todo o cenário do ranking. Por outro lado se o Kai vencer no Brasil volta para casa como campeão Mundial! Veja como está o ranking após a etapa da Califórnia Fonte: Fonte: ABSUP .jpg”>
11/10/2011 —
Por Redação Por Redação SUPCLUB.com.br Com o objetivo de se firmar como entidade global de Stand Up Paddle (e também de olho na modalidade de SUP que mais cresce), a Waterman League se prepara para lançar um circuito mundial de SUP Race. O Stand Up World Series será um circuito mundial de provas de SUP Race contando com 15 provas eliminatórias, disputadas em 11 diferentes países, que qualificarão os melhores remadores do mundo para uma disputa final em outubro de 2012, em Oahu, Hawaii. A primeira prova está preparada para novembro 2011, no paradisíaco arquipélago de Fiji, e tem a finalidade de dar início à temporada de provas de SUP Race nos países do hemisfério sul, seguindo com as provas até a prova final em outubro de 2012. O Brasil não está fora do circuito e há outra prova programada para ser realizada também em novembro ou início de dezembro, no Brasil, logo após a prova de Fiji. Datas, local e patrocinadores dessa etapa estão sendo matidos em segredo uma vez que a negociações ainda estão em andamento. North Shore Paddle Challenge será uma prévia do que vem por ai Para o próximo final de semana, de 14 a 16, a Waterman League prepara uma prévia de lançamento do circuito, o “North Shore Paddle Challenge”, oferecido pelo Turtle Bay Resort, um dos patrocinadores principais do circuito. Será o encerramento oficial da temporada de provas de race no Hawaii e na Califórnia além de servir como uma prévia e também uma chance de ver se o circuito mundial de SUP Race, oferecido pela Wateram League, evitará as falhas de comunicação que vem cometendo com o circuito mundial de SUP Wave. Para maiores informações, acesse: Para o próximo final de semana, de 14 a 16, a Waterman League prepara uma prévia de lançamento do circuito, o “North Shore Paddle Challenge”, oferecido pelo Turtle Bay Resort, um dos patrocinadores principais do circuito. Será o encerramento oficial da temporada de provas de race no Hawaii e na Califórnia além de servir como uma prévia e também uma chance de ver se o circuito mundial de SUP Race, oferecido pela Wateram League, evitará as falhas de comunicação que vem cometendo com o circuito mundial de SUP Wave. Para maiores informações, acesse: http://www.standupworldseries.com/ .jpg”>
10/10/2011 —
Ian Vaz. Foto: Michel Graf Por Eduardo Graf Terminou ontem na praia da Barra da Tijuca, em frente ao Posto 6, a terceira etapa do Circuito Carioca de SUP Surf com a vitória de Ian Vaz. Com boas ondas de meio a 1 metro de altura e sem vento, a bateria final da categoria Open foi bem disputada, e Ian usou de manobras com bastante velocidade e explosão para conquistar sua primeira vitória no circuito este ano. Em segundo lugar, Thiago Mariano apresentou um surf bonito e de rasgadas com manobras como o 360 sendo executadas com precisão. Em terceiro lugar, Candinho Bisneto surfou com radicalidade e muita vontade, e demonstrou estar evoluindo com sua prancha nova, deixando em quarto lugar Jaime Rocha que, com um surf eficiente, traçou seu caminho até a final se apresentando bem como sempre. O legend do surf Dadá Figueiredo faz sua estréia em competições de SUP. Foto: Michel Graf Na categoria Masters, tivemos o estreante no circuito, mas conhecido atleta de longa data, Dadá Figueiredo em primeiro com um surf leve e fluido, mas sempre buscando o crítico das ondas. Em segundo luga,r Renato Phebo trouxe mais uma vez seu estilo e experiência para a praia, e com manobras como cut backs e rasgadas, chegou muito próximo de vencer mais uma etapa. Em terceiro, Adolfo Jordão que é outro atleta que se utiliza de manobras com força e no crítico para avançar nas baterias, deixando em quarto Eduardo Graf que usou da regularidade para ir aos poucos avançando até a final. Angela Bauer. Foto: Michel Graf A campeã da categoria feminino foi a experiente Ângela Bauer que abriu a bateria com uma boa onda surfada do outside e não deu chance as adversárias fazendo as ondas necessárias para pontuar bem. Em segundo lugar, tivemos Karol Knopf que surfou bem mas escolheu ondas menores e acabou precisando de uma média melhor em sua segunda onda. Em terceiro tivemos Kolontai Dickson, que também estreou no circuito este ano e conseguiu ir lá fora e buscar o resultado, deixando Letícia Aiache, que não teve um bom dia e não encontrou as ondas, em quarto. O evento teve patrocínio da Art in Surf e Acquatic, com apoio da By Pastor. Fonte: SupLine
07/10/2011 —
Supista rema tranquilamente em meio à paisagem de Serra da Mesa. Foto: Felipe Brant/ Go Sup Por Redação SUPCLUB.com.br Assim como acontece nos EUA e Europa, no Brasil, o SUP, pouco a pouco, vai se popularizando a quilômetros e quilômetros da praia mais próxima. Hoje, um dos maiores pólos do SUP brasileiro é o Distrito Federal, Brasília. No entanto, a quantidade de lagos e rios com clima tropical e paisagens deslumbrantes, presentes no interior de nosso país como potencial para a prática do Stand Up Paddle, nos mostra que é questão tempo até que novos pólos surjam no interior do Brasil. Quando o paulista Felipe Brant mudou-se para Goiás, uma das maiores dificuldades que enfrentou era encontrar uma atividade que o fizesse matar a vontade de surfar. Surfista há mais de 17 anos, não foi fácil para Felipe se acostumar com a idéia de que a onda mais próxima estava há milhares de quilômetros. Foi então que Felipe conheceu o SUP. Ele rapidamente se apaixonou pelo esporte e com o tempo passou a explorar a região de Goiás buscando os melhores picos para suas remadas. Visual de Serra da Mesa. Foto: serradamesa.mbpe.com.br O cerrado tem um potencial hídrico gigantesco. É nesse bioma que nascem os rios que formam seis das principais regiões de hidrográficas brasileiras: Parnaíba, Paraná, Paraguai, Tocantins-Araguaia, São Francisco e Amazônica. O potencial hídrico do Cerrado dá ao bioma o título de Berço das Águas. Até mesmo a bacia hidrográfica do Amazonas recebe as águas que brotam no Cerrado. Dentro desse cenário, Felipe descobriu a Serra da Maestra e se encantou pelo lugar. Há essa altura, sua paixão pelo SUP já era forte o suficiente para fazê-lo montar o primeiro centro de SUP do estado de Goiás, a “GO SUP”, onde é possível alugar pranchas de SUP, fazer aulas e também agendar passeios. Felipe acredita que essas ações são fundamentais para fomentar o esporte na região e com isso, evidentemente, ampliar seu negócio, que fica localizado há apenas 270Km de Brasília e há 290Km de Goiânia. “Acredito na inserção do SUP na região, não só por sua versatilidade, mas também pela harmonia que exerce com a natureza”, finaliza o empresário. Sobre a Serra da Mesa Cachoeira Serra Negra. Foto: Go SUP O reservatório de Serra da Mesa apresenta ótimas condições para prática do SUP. A região abriga o Lago de Serra da Mesa, que é o quinto maior lago do Brasil. Localizado no Noroeste de Goiás, foi formado artificialmente, em conseqüência da construção da Usina Hidrelétrica de Serra da Mesa. Formado pelos rios Tocantins, Traíras e Maranhão, tornou-se uma das melhores regiões para pesca esportiva de peixes como o Tucunaré, campeão de preferência dos pescadores de iscas artificiais e é rodeado por morros com elevações que podem alcançar os 1400 metros de altitude, tornando a paisagem exuberante. Se você deseja obter maiores informações sobre a GO SUP acesse: http://gosupbr.blogspot.com/
06/10/2011 —
Por Redação SUPCLUB.com.br Confira os vídeos oficiais da Waterman League sobre a etapa de Huntington Beach, quarta etapa do circuito mundial de SUP Wave, o Stand Up World Tour, que foi vencida pelo francês Antoine Delpero com o brasileiro Leco Salazar na terceira colocação. (clique aqui e confira reportagem completa sobre a etapa) DIA 4 – FINAIS DIA 3 – QUARTAS E SEMI-FINAL DIA 2 – PRIMEIRA FASE .jpg”>
06/10/2011 —
Museu do surf foi uma das atrações do brasileiro de SUP Race: Foto: Everardo Santana / Emfocosurf Por Redação SUPCLUB.com.br Além das disputas eletrizantes que rolaram durante o durante o Desafio Kaluanã, terceira etapa do circuito brasileiro de SUP Race que rolou em Fortaleza no último final de semana (clique aqui), a ASUP-CE, preparou uma série de atrações para entreter o público e divulgar a cultura do surf. Entre as atividades, o Museu do Surf chamou a atenção pela quantidade de informações divulgadas, os belos quadros da artísta plástica Rosa Fonseca, além de um paralelo bem interessante entre a cultura havaiana de remada e as culturas de remada dos povos indigenas brasileiros. Abaixo, você confere um texto elaborado por Eduardo Amaral, um dos curadores do museu, falando um pouco sobre o processo de criação do museu. Confira! O MUSEU DO SURF Por Eduardo Amaral O presente trabalho objetiva mostrar a Origem do Surfe. A motivação inicial se deu a partir de uma prática de surfe relativamente nova – denominada STAND UP PADDLE. Essa atividade caracteriza-se pelo fato pessoa utilizar um remo e uma prancha de surfe com flutuação muito semelhante a canoa e o remo dos povos indígenas primitivos. De acordo com várias pesquisas científicas na área da arqueologia e da história da pré-história verifica-se que o ato de deslizar sobre as águas tenha surgido em épocas bem remotas da civilização humana. Acredita-se que várias atividades como a brincadeira, a pesca e a navegação migratória são oriundas desse ato de deslizar sobre águas. Vários registros sugerem a hipótese de que havia uma intensa atividade de navegação nas ilhas do pacífico. Essas possíveis rotas migratórias se davam entre o estreito de Bering, as ilhas da Polinésia, a costa da América do Sul e a ilhas Havaianas. Uma das telas de Rosa Fonseca Angélia Dentre os locais acima citados, o Havaí foi responsável pela disseminação do surfe como brincadeira e posteriormente como esporte. Isto se constata na literatura contemporânea especializada em surfe, quando verificamos que o início de sua popularização tardia se deu já no século XX. No Havaí, o surfe sempre foi bastante praticado, inclusive, antigamente fazia parte de uma espécie de sistema de conduta social/religiosa denominada KAPU. No início do século XXI, também no Havaí, o STAND UP PADDLE globalizou-se de maneira vertiginosa. Neste sentido, a exposição Origens do Surfe, que tem como tema: A construção da canoa havaiana, que visa criar uma conexão com estas duas atividades muito semelhantes, e, acreditamos nós, de mesma raiz, ou seja, manter viva a ligação comum entre o ato de deslizar sobre as águas por meio de canoas e remos dos antigos povos indígenas e o STAND UP PADDLE atual. Para maiores informações sobre o museu do surf e a ASUP CE acesse: O presente trabalho objetiva mostrar a Origem do Surfe. A motivação inicial se deu a partir de uma prática de surfe relativamente nova – denominada STAND UP PADDLE. Essa atividade caracteriza-se pelo fato pessoa utilizar um remo e uma prancha de surfe com flutuação muito semelhante a canoa e o remo dos povos indígenas primitivos. De acordo com várias pesquisas científicas na área da arqueologia e da história da pré-história verifica-se que o ato de deslizar sobre as águas tenha surgido em épocas bem remotas da civilização humana. Acredita-se que várias atividades como a brincadeira, a pesca e a navegação migratória são oriundas desse ato de deslizar sobre águas. Vários registros sugerem a hipótese de que havia uma intensa atividade de navegação nas ilhas do pacífico. Essas possíveis rotas migratórias se davam entre o estreito de Bering, as ilhas da Polinésia, a costa da América do Sul e a ilhas Havaianas. Uma das telas de Rosa Fonseca Angélia Dentre os locais acima citados, o Havaí foi responsável pela disseminação do surfe como brincadeira e posteriormente como esporte. Isto se constata na literatura contemporânea especializada em surfe, quando verificamos que o início de sua popularização tardia se deu já no século XX. No Havaí, o surfe sempre foi bastante praticado, inclusive, antigamente fazia parte de uma espécie de sistema de conduta social/religiosa denominada KAPU. No início do século XXI, também no Havaí, o STAND UP PADDLE globalizou-se de maneira vertiginosa. Neste sentido, a exposição Origens do Surfe, que tem como tema: A construção da canoa havaiana, que visa criar uma conexão com estas duas atividades muito semelhantes, e, acreditamos nós, de mesma raiz, ou seja, manter viva a ligação comum entre o ato de deslizar sobre as águas por meio de canoas e remos dos antigos povos indígenas e o STAND UP PADDLE atual. Para maiores informações sobre o museu do surf e a ASUP CE acesse: www.asupce.org.br O Desafio Kaluanã teve Patrocínio do Governo do Estado do Ceará e Secretaria do Esporte do Estado do Ceará; Apoio de Athos, Outburst, SurfTech, Youhou superboards, Art in surf, Convention & visitors bureau, Marina Park Hotel, Power games, Quebra côco, Parafina, Iate clube do Ceará e Organização da ABSUP, ASUP-CE e K1 Sports.
05/10/2011 —
Na ordem da foto: Celso Brito, Renato Wanderley, Rodrigo de Deus e Augusto Martins Por Redação SUPCLUB.com.br Acaba de rolar no quebra-mar de Santos, em boas ondas com cerca de um metro, a segunda etapa do Circuito Santista de Surf, tradicional evento realizado pela Associação Santos Surf que visa formar novos talentos na baixada santista. Várias modalidades entram na disputa: surf, longboard e Stand Up Paddle (Wave). No SUP Wave quem levou a melhor foi Renato Wanderley, que aproveitou seu conhecimento local para escolher boas ondas e surfar de maneira extremamente vertical. Em segundo lugar ficou Matheus Salazar, irmão mais novo que segue os passos de Leco Salazar no SUP; em terceiro, o preparador físico Rodrigo de Deus, que mostrou folego e surf no pé; o professor de surf Augusto Martins, também de Santos, o quarto colocado e Celso Brito, o quinto, surfaram bem mas não foram felizes nas escolhas das ondas. .jpg”>
04/10/2011 —