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04/12/2011 —
Praia do Arrastão, São Sebastião, SP. Foto: brasildestinos.blogspot.com No dia 17 de Dezembro de 2011 a GUASC, contando com apoio da Secretaria de Esportes de São Sebastião, realizará na praia do Arrastão, em São Sebastião, litoral norte de SP, o “1° São Sebastião GUASC SUP Race”. As provas serão divididas em três percursos: 500 mts para categoria mirim, 4km e 6,7km para Adulo e Máster (masculino e feminino). Confira abaixo os percursos (clique na imagem para ampliar): Premiação Serão premiados com troféus: 1° ao 3° – Adulto (até 39 anos) e Máster (acima 39 anos) categoria SUP Surf até 12’6” – Masculino e Feminino 1° ao 3° – Adulto (até 39 anos) e Máster (acima 39 anos) categoria SUP Race para pranchas a partir de 12’6” – Masculino e Feminino 1° ao 3° – Mirim – Masculino e Feminino obs.: mirins devem ter autorização dos pais. Inscrições: R$ 50,00 para percursos de 4km e 6,7km. Durante o evento serão sorteados brindes para todos participantes e haverá entrega brindes para os pódios. Maiores informações podem ser tratadas com Marco Antônio Del Porto: Cel: (+55) 11 8295 2203 / 11 7719 1146 / Nextel: 55* 7*908947 Fonte: GUASC – Guaecá Surf Clube
03/12/2011 —
sup wave
02/12/2011 —
Kate Brandi de apenas 13 anos é a grande revelação de 2011 do supsurf feminino. Foto: Wagner Morishita. Por redação SUPCLUB.com.br As inscrições da categoria feminina da terceira etapa do Circuito Santista de Sup Wave se esgotaram bem antes do dia do evento. Certamente é um indicativo da relevância que as mulheres têm no universo do Stand Up Paddle. O número de meninas na água surfando de SUP ainda é menor do que o de homens, mas muito maior se compararmos com a quantidade de meninas que surfam de pranchinha. Pelo menos essa é a realidade na baixada santista. É muito comum presenciar em um dia de ondas, 5, 6 “supistas” em um mesmo pico e nenhuma ou apenas uma duas meninas de pranchinha ou longboard. Mais uma prova da já evidente constatação que o Stand Up Paddle é um esporte para todos, homens e mulheres, das mais variadas idades. O SUP é o filho caçula do mercado de board sports mas já está claro que veio para ficar. Alguém duvida? Segue abaixo as 2 baterias da categoria feminina do campeonato de supwave que acontecerá amanhã no quebra-mar de Santos, SP. A disputa pelo título do circuito está acirrada entre as supgirls do Guarujá, Kate Brandi e Nicole Pacelli. Façam suas apostas: Kate x Nicole. Todos estão convidados a prestigiar ao vivo a última etapa do Circuito. Quem não puder comparecer fique ligado na cobertura especial do SUPCLUB. Aloha e boas ondas meninas!
02/12/2011 —
Por Redação SUPCLUB.com.br A Paradisíaca Ilhabela, além de capital da vela, é um dos destinos mais atrativos do país para os praticantes de SUP que curtem contemplar a natureza. O projeto de ampliação do Porto de São Sebastião é um assunto que vem preocupando os habitantes e frequentadores da Ilhabela. O principal receio é de possíveis impactos ambientais negativos ao ecossistema da Ilha. No dia 05/12/2011 – 2ª feira – as 18 horas, na Câmara Municipal de Ilhabela, as entidades que compõem o Movimento “Porto Sim, mas Sem Contêiner”, convidam todos os interessados para uma reunião de esclarecimentos sobre o processo de ampliação do Porto de São Sebastião e de preparação para as audiências públicas que ocrrerão nos dias 7 e 8 de dezembro. Para saber mais um pouco sobre o projeto de ampliação do Porto de São Sebastião e das audiências públicas que ocorrerão na próxima semana confira o texto abaixo extraído Ipsis litteris do site nossailhamaisbela.org.br : Descrição do evento Audiência Pública para debater o projeto de ampliação do Porto de São Sebastião para recebimento de contêineres. O projeto prevê a cobertura com concreto (extermínio) do Manguezal do Araçá, um dos grandes berços de vida do Litoral Norte, além de não prever a ocupação desordenada e nem soluções para o tráfego intenso de caminhões, que não será solucionado duplicando as rodovias de acesso. Ampliação de Porto de São Sebastião desagrada ONGs 07/11/2011 – Agência Estado Setores de organizações civis de São Sebastião e Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, preparam uma ofensiva contra o projeto da Secretaria Estadual dos Transportes de ampliar o Porto de São Sebastião. Representantes de ONGs contrárias à ampliação com movimentação e armazenamento de contêineres avaliam o Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (Eia/Rima) do empreendimento. Eles aguardam as audiências públicas previstas para os dias 7 e 8 de dezembro em São Sebastião e Ilhabela, respectivamente, para tentar barrar o projeto. Atualmente, o porto possui um berço de atracação, com capacidade para apenas um navio. O projeto prevê a ampliação para 12 berços,com profundidades variando entre 12 e 25 metros, além de berços para atracação de embarcações de apoio. O investimento, segundo a Secretaria dos Transportes, é de R$ 2,5 bilhões, com início das obras previsto para o segundo semestre de 2012. A Companhia Docas de São Sebastião, que administra o porto, registrou em 2010 movimentação de 664 mil toneladas no porto público, volume abaixo de sua capacidade, de 2 milhões de toneladas/ano. Com a ampliação, ela será de 27 milhões de toneladas/ano. Já o porto organizado movimentou 48 milhões de toneladas em 2010 e pode chegar a 100 milhões de toneladas/ano em 2035. Por ele passam granéis sólidos, barrilha, sulfato, malte, cevada, clinquer, ulexita, veículos, cargas vivas (animais e plantas), contêineres e carga geral. PREOCUPAÇÃO As entidades temem que a construção do novo porto atraia mão de obra de outros Estados, além de provocar um caos no centro de São Sebastião, por conta da previsão de circulação de mil carretas por hora. As ONGs também são contrárias à utilização do Mangue do Araçá, próximo à área portuária, que deverá sumir do mapa com a ampliação. A ideia inicial era aterrá-lo. Após pressão de ambientalistas, a Companhia Docas readequou o projeto e optou por uma estrutura suspensa por pilotis. Preocupados com a violência e as invasões de áreas protegidas, ambientalistas lembram que as duas cidades não têm mais para onde crescer, a não ser em direção aos morros, muitos em área de Mata Atlântica. “Será a degradação da área urbana de São Sebastião”, resume o presidente do Instituto Ilhabela Sustentável, Georges Grego. A entidade até criou uma campanha: “Porto, sim, mas sem contêineres”. Segundo ele, a saída mais viável seria a construção de uma ferrovia que ligasse o planalto a São Sebastião, retirando as carretas das vias. “Um projeto dessa envergadura sem uma ferrovia é uma loucura. Os números são assustadores”. A falta de planejamento foi criticada por Roberto Francine, ex-membro do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), hoje dirigente do Instituto Gondwana. “Não existe planejamento estratégico a curto, médio e longo prazos. O litoral norte não pode se transformar em uma Macaé”, afirma. Porto turístico seria opção mais viável Membro do Conselho Municipal do Meio Ambiente de Ilhabela, Antônio Alexandre Monteiro diz que o porto seria viável se fosse turístico. “Não polui e pode gerar até 6 mil empregos, ante os 2 mil anunciados pelo governo”. O prefeito de Ilhabela, Antônio Luiz Colucci (PPS), mostrou-se preocupado com a possibilidade de o projeto prejudicar o turismo no arquipélago. “A ampliação pode prejudicar a qualidade do turismo, que é a indústria que mais gera emprego na cidade. Temos de crescer, mas com qualidade e sustentabilidade”, defende, em busca de um meio termo. O secretário do Meio Ambiente de São Sebastião, Eduardo Hipólito do Rego, criticou o Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (Eia/Rima) do projeto por não incluir o Arquipélago dos Alcatrazes e a Ilha Anchieta, em Ubatuba, na zona de influência. “Elas são rotas de navios”. Segundo ele, desde que as audiências públicas foram suspensas, há cerca de um ano, o projeto não mudou. “A única mudança foi o aumento da área de ampliação, que passaria de 1 milhão de m² para 1,2 milhão de m².” Para ele, “o projeto é agressivo e poderá haver deterioração ambiental, principalmente no Mangue do Araçá”. Hipólito diz que “os dados do Eia/Rima sobre o trânsito são alarmantes”. Renato Spiritus – Praticante de Stand Up Paddle e morador da Ilhabela. Foto: Mariana Spiritus
02/12/2011 —
Confira esse vídeo produzido pelos irmãos Schweitzer com os melhores momentos de Zane Schweitzer na Big Island Finals, a última etapa do circuito mundial de SUP Wave o Stand Up World Tour, na qual Zane sagrou-se vencedor. Fonte: Zane Schweitzer .jpg”>
01/12/2011 —
Alexandre Ribeiro e sua amarelinha. Foto: Mila Bulus Por Bob de Araujo (*) Realmente, meus vizinhos não entenderam nada… Em pleno domingo de futebol, logo eu – que não sou chegado ao esporte da bolinha – começo a gritar que nem louco: – É Penta!! É Pentaaaaaaaa!!! Não. Definitivamente, não era sobre futebol… Seria alguma conquista do SUP? – Também não… – Afinal, sobre que esporte estamos falando? 10km nadando + 412km pedalando + 84km correndo. O nome desse esporte é ULTRAMAN (e não é pra menos, já que ele é “apenas” duas vezes o Ironman). Alexandre Ribeiro no trecho de dupla maratona (84km) durante o Ultraman 2011. Foto: 3zone.com E o que o mundo do SUP – e essa coluna em especial – tem a ver com isso? Eu poderia até responder que é pelo fato desse pentacampeão do Ultraman ser também praticante de Stand Up Paddle, mas isso não faria jus à notícia… Talvez pelo fato de que esse cara é não só meu amigo como também treinador (tá, melhorou, mas ainda não é o bastante). Mas, certamente, pela íntima convicção que tenho de que ele, Alexandre Ribeiro, é um exemplo a ser seguido. Alexandre Ribeiro nos 412km de bike do Ultraman. Foto: 3zone.com Na vigésima sétima edição do Ultraman, o Coach Ribeiro (como nós o chamamos), aos 46 anos de idade, conquistou seu quinto título mundial, concluindo essa prova em 22hrs09min54seg. E, num país que tem olhos quase que só para o futebol, uma vitória como essa deveria vir, no mínimo, estampada na capa do maior jornal de circulação nacional. Afinal, assim como em várias outras modalidades desportivas no nosso Brasil, essa vitória é muito maior que, simplesmente, superar seus adversários. É a vitória sobre a desigualdade de condições, em todos os sentidos, que favorecem o atleta estrangeiro em desfavor do atleta brasileiro. É, em analogia, a vitória do arroz com feijão sobre a suplementação nutricional de última geração dos ditos países desenvolvidos. Mais que um ultra-atleta, Alexandre Ribeiro é fonte de inspiração e sinônimo de dedicação (tanto ao esporte quanto aos 3 filhos pequenos), exemplo de superação e camaradagem. É a personificação do verdadeiro espírito aloha. Nem mesmo os 10km de natação são capazes de roubar o sorriso de Ribeiro, que ainda faz o ‘shaka’ havaiano para a câmera Foto: 3zone.com Em fevereiro deste ano fizemos, no Rio de Janeiro, uma SUP CLINIC de 3 dias voltada especificamente para a parte de SUP RACE. Tivemos o privilégio de contar com o Coach Ribeiro para nos transmitir a batalha contra o psicológico que existe em qualquer prova e não teve quem não tivesse se emocionado com seus depoimentos. Ainda durante a SUP CLINIC, Ribeiro nos deu exemplos como o de Sarah Reinertsen (http://www.youtube.com/watch?v=oLdi0hMkinM) que em 2004 foi desclassificada do Ironman por chegar 15 minutos após o tempo regulamentar para a parte de bicicleta: Como tudo na vida, em algum momento teremos obstáculos intransponíveis. Mas exemplos como esse de Sarah tem de nos servir como inspiração motivacional para continuar e superar. Muito disso se aplica ao nosso esporte: a meu ver, as provas de SUP RACE são, fundamentalmente, uma prova de superação individual, onde o simples fato de chegar já é e deve ser considerado como uma vitória… Alexandre Ribeiro, palestrante da SUP CLINIC na Bintang House Joating RJ. Foto: Mila Bulus Em várias provas de SUP já pensei em parar e desistir. Não é vergonha nenhuma desistir. Às vezes, simplesmente, não dá: a gente tem que parar, abandonar a prova e melhor se preparar para a próxima que estará por vir. Mas desistir fica mais difícil quando a gente está motivado. E exemplos como os da Sarah e de vários outros atletas tem que nos servir de inspiração para a superação: O próprio Ribeiro conta que, por problemas estomacais no Ultraman de 2010, a sua prova daquele ano se resumiu a nadar, pedalar, correr e vomitar… Qualquer outra pessoa teria desistido, mas ele ainda conseguiu reunir forças para completar a prova e finalizar na 4ª colocação!! Talvez seja por essa e por outras que, lá fora, ele seja digno da justa homenagem prestada pelos envolvidos com o Ultraman (vale o esforço em tentar entender o inglês): Por aqui o reconhecimento ainda é tímido, pequeno. Mas nem por isso, menos sincero. Por isso, e como forma de mostrar minha admiração e reconhecimento à esta figura exemplar, dediquei a coluna dessa semana ao supista, amigo, triatleta e, acima de tudo, ÍDOLO!! Não é fácil ser atleta no Brasil. Muito menos atleta e pai de três… A gente sabe disso. Aliás, todo atleta no Brasil sabe disso. Por isso, gostaria de finalizar a coluna dessa semana agradecendo ao querido Coach Ribeiro e a todos os treinadores, atletas e a todas as pessoas que nos servem de inspiração e fazem a diferença nas nossas vidas: – Ribeiro, você é nosso herói!! Obrigado por representar tão bem a garra do povo brasileiro. Mahalo e até semana que vem, Bob. (*) Bob de Araujo é representante da Surftech no Brasil e escreve às quintas para o supclub.com.br .jpg”>
01/12/2011 —
Zane Schweitzer, vencedor da etapa. Foto: Vaz Brothers Confira os vídeos oficiais da Waterman League sobre os dois dias do main event do Big Island Finals, a última etapa do circuito mundial de SUP Wave o Stand Up World Tour. Imagens alucinantes! ROUNDS 01, 02 e 03 QUARTAS, SEMIS E FINAL Clique AQUI e confirma matéria completa e álbum de fotos sobre o Big Island Finals Fonte: Waterman League .jpg”>
30/11/2011 —
Renato Wanderley, líder da Open. Foto: Wagner Morishita Por Herbert Passos Neto O Circuito Santista Open de Stand Up Surf vai conhecer seus campeões em cinco categorias no próximo sábado (03/12), no Parque Roberto Mário Santini. A previsão de um swell de sul com ondas de 1,5 metros animou a organização após 3 adiamentos. Na categoria principal, a Open, o líder do ranking Renato Wanderley, com 1810 pontos, já está quase montado na moto zero quilômetro da Kasinsk oferecida pela concessionária Projeto K ao campeão do circuito. O carioca Caio Vaz, vice-líder, já embarcou para a temporada havaiana e por isso não participará da etapa. Assim, o único que pode estragar a festa do santista é o sebastianense Carlos Bahia, 3º colocado, que precisa ficar duas posições à frente de Renato. No feminino a disputa promete ser acirrada. As guarujaenses Kate Brandi e Nicole Pacelli estão empatadas na liderança com 1810 pontos, seguidas de perto pela vicentina Milena Amaral, com 1800 pontos. Kate Brandi 13 anos destaque Feminino. Foto: Wagner Morishita CONCURSO DE VÍDEOS Uma das atrações para entreter o público é o surf na lona, brincadeira coordenada pela equipe Dropboards Skates, que promove também um concurso de vídeos. “Para participar, basta fazer um vídeo no dia do evento com uma cena do surf na lona e postar no grupo do evento no facebook”, explica Jorge Maciel, chefe da equipe. “O vídeo mais curtido vai ganhar um Hangboard, que é versão skate das pranchas de Stand Up”, conclui o skatista, ressaltando que os termos do concurso estão disponíveis no grupo do Circuito Santista de Stand Up no facebook. Entre as novidades está a chegada da Thule, fabricantes de racks, que vai premiar o campeão do circuito na categoria Master, para atletas acima dos 35 anos, com um modelo apropriado para as pranchas de Stand Up. Além do título do circuito, estão em jogo blocos, remos e kits de equipamentos que premiarão os finalistas da etapa em todas as categorias. O evento começa às 8 horas com a categoria Open e as finais estão previstas para acontecer a partir das 14 horas. O Circuito Santista Open de Stand Up tem patrocínio da Surfsttore, Surfclass Surfwear, New Advance Surfboards e é apresentado pela Kasinsk Motos via Projeto K. Apoio Gzero Tech, Future Fins, Quickblade, Água Marinha, Okumura Temakeria, BHS, Vênus, Raglan, 20 Pés, Surfers Paradise, Thule, Dropboards e Prefeitura de Santos. Realização da Associação Santos de Surf com supervisão da Federação Paulista de Surf. .jpg”>
30/11/2011 —
Zane Schweitzer. Foto: divulgação Waterman League Por Redação SUPCLUB.com.br Terminou ontem, 29/11, em Honoli’i, Hilo, Big Island, HI, a última etapa do circuito mundial de SUP Wave da Waterman League, o Stand Up World Tour, vencida pelo havaiano Zane Schweitzer, de 18 anos. Essa foi a primeira vitória no Tour do jovem local de Maui, que estava muito emocionado com a conquista: “Estou muito feliz por terminar o ano com uma vitória! Este ano consegui fazer duas finais no Hawaii (em Sunset, ele ficou em quarto) e agora consegui vencer. Obrigado a todos em Big Island e à Starboard pelas pranchas!”, disse o havaiano. Zane traçou seu caminho surfando com muita radicalidade. Seu surf progressivo vem revolucionando o SUP Wave. Antes do jovem havaiano despontar no circuito, manobras aéreas eram raras; agora são comuns. Kai Lenny. Foto: divulgação Waterman League Kai Lenny foi o vice-campeão da etapa. Com o bi-cameonato mundial assegurado por antecipação, após a prova de Maresias (clique aqui). Kai surfou sem pressão e com o apoio da torcida local. Na final, encontrou boas ondas, mas não conseguiu deter o avanço de um inspirado Schweitzer. Sean Poynter. Foto: divulgação Waterman League Sean Poynter fez em Hilo sua melhor performance no ano. O norte-americano mostrou um repertório de rabetadas e snaps e soube aproveitar muito bem a parte crítica das ondas, terminando em terceiro a etapa e sétimo no ranking. Bullet Obra. Foto: divulgação Waterman League Completando a final, em quarto lugar, o local de Big Island, Bullet Obra. Revelação da etapa, Obra foi o vencedor do Trials e imprimiu um ritmo incrível durante todo o evento. Sua participação na primeira etapa de 2012 já é certa, e se conseguir apoio para correr todas as etapas do tour vai dar muito trabalho. PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA Caio Vaz. Foto: divulgação Waterman League Caio Vaz foi o melhor brasileiro na prova parando na semifinal. Foi protagonista da maior surpresa do dia, ao vencer sua bateria nas quartas de final contra ninguém menos do que Kai Lenny, Leco Salazar e Kai Sallas. Bateria que sem dúvida foi uma das mais fortes do evento. Leco não encontrou as ondas que precisava e não conseguiu avançar para as semis junto com Caio. Porém, o santista já havia garantido o vice-campeonato mundial desde a etapa de Maresias. Luis Saraiva e Ian Vaz também encerraram sua participação nas quartas de final e representam o Brasil com muita garra e radicalidade. Não é fácil competir no Hawaii contra havaianos em um campeonato sem transmissão ao vivo. Os atletas brasileiros mostraram novamente que são uma força a ser respeitada no Tour e merecem todo nosso apoio e admiração. NA KAMA KAI YOUTH CHALLENGE Riggs Napoleon. Foto: divulgação Waterman League Na divisão “sub-16” do Tour, outro havaiano, Riggs Napoleon, venceu a etapa: “Eu não esperava vencer. Estou muito feliz e tive a sorte de conseguir boas ondas na final”, disse o jovem campeão que é filho do legend havaiano Araon Napoleon. O Brasil também marcou presença e o catarinense Yuri Daberkow ficou com a segunda colocação. Noah Yap, local de Maui ficou em terceiro e Mo Freitas, nascido em Oahu e filho do brasileiro Tony Freitas, em quarto. FINAL FEMININO Pódio Feminino. Foto: divulgação Waterman League Assim como ocorreu em Maresias, a etapa de Hilo reservou uma bateria especial para as mulheres (no Brasil houve duas semis e uma final) vencida pela local Manu Napeahi, seguida por Kanani Yockman, em segundo, Sylvestre Ellen, em terceiro e Shouse Donica em quarto. RANKING 2011 Pódio da Big Island Finals. Foto: divulgação Waterman League Excetuando-se o primeiro lugar de Kai Lenney e o segundo lugar de Leco Salazar, todas as demais posições do ranking estavam em disputa. Após esse evento, Zane Schweitzer assume o 3 º lugar no ranking; Aaron Napoleon foi para o 6º lugar; Sean Poynter, subiu algumas posições após a terceira colocação terminando o ano em 7º; Antoine Delpero, que estava em 3º, terminou o ano com a 4ª colocação no raking 2011 após a vitória de Schweitzer em Big Island. CONFIRA ÁLBUM DE FOTOS FEITAS PELOS “VAZ BROTHERS” CAIO E IAN CONFIRA ÁLBUM DE FOTOS GENTILMENTE OFERECIDO PELA WATERMAN LEAGUE Veja os vídeos oficiais do evento clicando AQUI Confira matéria do SUPCLUB sobre o primeiro dia do evento clicando AQUI Confira matéria do SUPCLUB sobre o segundo dia do evento clicando AQUI Fonte: Waterman League
29/11/2011 —
Zane Schweitzer abusou da radicalidade para vender. Foto: M. Schweitzer Por Redação SUPCLUB.com.br O jovem local de Maui, de 18 anos, Zane Schweitzer, acaba vencer a última etapa do Stand Up World Tour, a Big Island Finals. Kai Lenny ficou com a segunda colocação seguido por Sean Poynter, em terceiro e Bullet Obra, em quarto. Essa é a primeira vez que Zane vence uma etapa do Tour. Caio Vaz foi o melhor brasileiro parando na semi-final. Leco Salazar, Luis Saraiva e Ian Vaz pararam nas quartas de final. Já Yuri Daberkow ficou em segundo lugar no Na Kama Kai Challenge, vencido por Riggs Napoleon. Noah Yap foi o terceiro e Mo Freitas o quarto. Em breve notícia completa sobre o último dia. .jpg”>