SUWT Maresias Pro
12/01/2012 —
Confira os melhores momentos dos finalistas do SUWT Maresias Pro 2011 na cobertura especial do SUPCLUB.com.br.
12/01/2012 —
Confira os melhores momentos dos finalistas do SUWT Maresias Pro 2011 na cobertura especial do SUPCLUB.com.br.
12/01/2012 —
.jpg”> _501x322.jpg” alt=”” width=”501″ height=”322″ /> Por Bob de Araujo (*) O velho guerreiro Chacrinha assim dizia: “Vim para confundir, não para esclarecer”. Pois bem, hoje vou concluir sobre o Brasileiro de SUP RACE. Mas, se vocês estão esperando por conclusões minhas sobre os temas que iniciei nas colunas passadas, irão se decepcionar, porque eu não tenhas as respostas certas pra isso. E vou confundir vocês mais ainda com as minhas opiniões… Vou continuar com o tema sobre a falta de consenso na questão de nomenclatura, categorias e divisões. O Bezinho realmente se irrita – e me irrita – com esse assunto. Então vamos aos fatos: O Bezinho rema mais do que eu. Fato! Mas como eu ganhei um título de campeão de alguma coisa e ele não, então ouço repetidamente a seguinte gracinha, com desdenho: – O Bob chegou atrás de mim, mas ele é o CAMPEÃO BRASILEIRO. Quero ver correr na categoria 12’6… Bom, durante o campeonato da Bahia (última etapa do brasileiro de SUP RACE) foi aventada a possibilidade de fazer em 2012 a premiação em dinheiro através de classificação OVERALL. Exemplificando, os dez (ou oito ou seis ou que número for) primeiros que chegassem na frente, pela classe 12’6, receberiam a premiação em dinheiro, proporcional à sua colocação, independente de qual categoria pertençam (OPEN, MASTER, GRAN MASTER, ou qualquer outra categoria que o valha). Num primeiro momento concordei com essa idéia porque achei-a justa. Hoje penso diferente… A primeira coisa que eu gostaria de manifestar é que essa nomenclatura me parece uma herança do surfe e que pouco esclarece à população em geral. Exemplo disso é que no surfe a categoria MASTER é comumente vista entre os praticantes de 35 a 40 anos; a GRAN MASTER para aqueles acima de 40 anos; LEGENDS para os acima de 50 anos e por aí vai… No SUP adotamos MASTER como acima de 40 anos. Como toda hora temos de explicar isso, eu proponho abolir essas nomenclaturas e simplificar pela categoria de forma explícita na idade, ou seja, fulano foi vencedor na categoria até 39 anos de idade; cicrano faturou a categoria dos 40 aos 49 anos; e por aí vai… O problema disso é que o brasileiro adora um título… E aí é que está o meu “voltei atrás” quanto à concordância da premiação OVERALL. O americano costuma tratar categoria OPEN como amadora e ELITE como profissional. Num primeiro momento eu achava que a gente deveria adotar essa nomenclatura. Hoje acho que ela resolveria apenas uma questão do ego mas a confusão continuaria a existir. Por isso, irei defender que a gente adote a nomenclatura PROFISSIONAL e AMADOR. Nós não podemos criar um esporte para a nossa “panelinha” ganhar (e continuar ganhando). O esporte deve ser para o público assistir, torcer, vibrar… Nosso presidente da ABSUP, Ivan Floater, foi muito feliz quando me afirmou que o SUP RACE precisa formar ídolo ou ídolos. Pra isso acontecer é necessário seja dado destaque ao campeão da categoria PROFISSIONAL. É inquestionável que a divisão 12’6 hoje é a mais profissionalizada. Pronto! Naturalmente, nosso ídolo do esporte deve vir como campeão dessa classe. É agora que eu vou criar polêmica: – E porque precisamos dividir a categoria 12’6 por idade? A resposta óbvia é que sim porque não é justo colocar em condições de disputa um atleta de 50 anos de idade contra outro de 20 anos. Concordo plenamente… Vou me usar como exemplo. Nas minhas provas de RACE fico em média com 94% da minha frequência cardíaca máxima. Não vou entrar na questão se a fórmula geral para frequência cardíaca máxima está superada ou não. Ela simplesmente será usada para propósitos de comparação e eu acho que, pra isso, ela se presta. Pois bem, essa fórmula (220 menos a idade) no meu caso isso representa que eu faço as provas de RACE em média com 173 batimentos por minuto (220 – 36 anos = 184 x 94% FCmáx. = 173bpm). Pela mesma fórmula, se o Connor Baxter tivesse o mesmo desempenho cárdio-vascular numa prova RACE, teríamos que 220 – 17 anos = 203 x 94% FCMáx. = 191bpm. Essa diferença de capacidade do coração, por si só, daria uma bela vantagem não só ao Connor Baxter, mas à qualquer jovem de 20 anos que se disponha a enfrentar um semi-jovem de 40 ou 50 anos numa prova de resistência física. Acho que eu demonstrei porque é justo separar em categorias por idade. A grande pergunta é: – Já que não existem dúvidas que a divisão 12’6 é a mais profissionalizada e que existe a necessidade de segregar por idade, porque o Bob não apoia a premiação pela categoria OVERALL? Pra mim é simples. Se a idade fosse a única variável em questão, seria fácil. Mas não é… Se estamos separando por idade é porque queremos dar condições de igualdade para atletas desiguais. Pois bem, quando o Bezinho me desafia a competir contra ele em igualdade numa 12’6, meu entendimento é que nunca não estaremos competindo em condições de igualdade. Existe outra variável muito representativa aqui (que infelizmente foge à minha capacidade de quantifica-la porque não tenho a qualificação técnica para tanto) que se chama PESO do atleta. Porque o Connor Baxter é um atleta de ponta? Um dos fatores é porque a relação peso-potência dele é muito boa. Eu e o Bezinho temos praticamente a mesma altura (e portanto praticamente a mesma envergadura) mas existe uma diferença de pelo menos 15 quilos que me separam do Bezinho. Pra mim isso faz muito diferença na hora de “competir com condições de igualdade”. Vamos admitir que eu não tenha o preparo físico do Bezinho e vamos pegar como exemplo nosso amigo Zé Mario Sperry, que é um excelente remador de SUP e uma sumidade em MMA por sua técnica aliada ao impecável preparo físico. Por favor, vejam: A primeira coisa que a gente pode concluir aqui é que o Zé Mario é uma máquina de dar porrada (mas isso foge um pouco
11/01/2012 —
Alexandre Takeo “Magrinho”. Foto: James Thisted Por Redação SUPCLUB.com.br Alexandre Takeo “Magrinho” foi o mais votado na categoria, a SUP wave, através da enquete do 1º TOP OF MIND SUPCLUB. Roberto Vicentin de Santa Catarina, ficou em segundo e Roberto Vieira, da Bahia, em terceiro. A enquete pegou fogo no último dia. Leco, era que tinha mais votos e liderou a enquete com folga durante toda a semana, porém, no último dia as torcidas de Magrinho, Vieira e Vicentim, travaram uma verdadeira “guerra” de votos, em que a liderança era alternada a todo momento. Perto do prazo final, a torcida de Magrinho foi com tudo e o local de Ibiraquera sagrou-se campeão do 1º TOP OF MIND SUPCLUB – categoria SUP wave. 1º TOP OF MIND SUPCLUB – categoria SUP wave 1º Alexandre Takeo “Magrinho” – SP/SC 2º Roberto Vicentin – SC 3º Roberto Vieira Na Race, André Torelly foi o vencedor. Festa de entrega será dia 20. FESTA DA PREMIAÇÃO Já está confirmada a festa para a entrega dos troféus do 1º TOP OF MIND SUPCLUB. Será dia 20/01, sexta-feira, no Café Central, localizado no centro histórico de Santos, litoral de SP. Todos os três primeiros colocados em todas as categorias serão permiados com troféus (para os primeiros) e placa (para os segundos e terceiros lugares), além de receberem kits e camisa alusiva ao evento. Maiores detalhes sobre a festa serão divulgados nos próximos dias! SUP GIRL É A PRÓXIMA ENQUETE Não deixe de eleger quem é a mulher que mais representa no Stand Up Paddle. Essa será “overall” ou seja, pode ser race ou wave! .jpg”>
10/01/2012 —
Charlie remou 240 milhas passando por paisagens alucinantes. Foto: reprodução Por Redação SUPCLUB.com Durante uma semana, o supista Charlie Grey fez uma travessia inédita atravessando a Inglaterra a bordo de um SUP remando por entre rios que ligam uma costa a outra. Sua jornada, que teve início na costa oeste da ilha, partindo de Weston-Super-Mare, alternou momentos de incrível plasticidade em meio a paisagens bucólicas em riachos de lugares como Bristol, à agitação do Tâmisa, no coração da capital Londres, compreendeu um percurso de 240 milhas finalizadas na finalização na costa sul do país. Tudo registrado no ótimo vídeo que você confere abaixo: Fonte: Wavedreamer .jpg”>
10/01/2012 —
Magrinho e Slater. O maior de todos os tempos respeita o SUP. Foto: arquivo pessoal Por Alexandre Takeo e Mariane Sefton (*) Com boas histórias para contar da sua temporada de quatro meses no Hawaii, em 2011, Magrinho separou esta semana algumas imagens que registram mais um dia de treinos e muito SUP em Haleiwa com o então 10X Campeão Mundial Kelly Slater (que conquistaria o 11º título no final do ano). O fotógrafo James Thisted estava a postos e registrou dentre boas ondas, uma cena que deu o que falar: Kelly Slater tentando entrar na onda, quando viu Magrinho e não dropou, respeitando o SUP, que tinha prioridade naquela onda. Mostrando uma verdadeira atitude de campeão e que deve servir de exemplo seja qual for a modalidade que você pratique. Após o surfe, Magrinho cumprimentou Slater no estacionamento e diz que ele é um cara traquilo e humilde. Uma pessoa como todos nós, que pegamos nossa prancha e vamos surfar, como pessoas normais. Veja as fotos: Independente de quem somos e da prancha que usamos, o surfe é um só, especialmente para todos que fazem dele um LifeStyle! Aloha Galera!!! Magrinho e Mariane (*) O atleta do time Mormaii Alexandre “Magrinho” Takeo e sua esposa Mariane Sefton, escrevem às terças para o supclub.com.br. .jpg”>
09/01/2012 —
Por Redação SUPCLUB.com.br A ABL, Associação Brasileira de Longboard, incluirá SUP wave nas duas primeiras etapas do Brasileiro de Longboard integradas ao Circuito Nordestino de Surf Profissional. Com patrocínio da “Club Social”, as etapas prometem estrutura de primeira e terão boa premiação em dinheiro a todas as categorias, incluindo o SUP. A primeira etapa acontece neste final de semana, de 11 a 15, na Praia do Futuro, Fortaleza, Ceará e o SUP wave terá premiação de R$ 5.000,00. Essa etapa terá apoio da ASUP-CE. Na semana seguinte, de 18 a 22, o “tour” segue para a Praia de Itapuama, Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. A premiação para o SUP wave será R$ 3.000,00. Confira detalhes: – 1ª ETAPA Data: de 11 a 15 de janeiro de 2012. Local: Praia do Futuro – CE. Categorias: Longboard Pro-Masc / Longboard Amador/ Stand-UP Wave Masc/ 1º Etapa do Circuito Nordestino – Pro. Premiação: R$ 5.000,00 para o SUP wave Masc. Inscrição SUP Wave /Masc: R$ 100,00. – 2ª ETAPA Data: de 18 a 22 de janeiro de 2012. Local: Praia de Itapuama – Cabo de Santo Agostinho – PE. Categorias: Longboard Pro-Masc / Longboard Pro-FEM /Longboard Amador/ Stand-UP Wave Masc/ 1º Etapa do Circuito Pernambucano – Pro-AM. Premiação: R$ 3.000,00 para o SUP wave Masc. Inscrição SUP Wave /Masc: R$ 80,00 – INSCRIÇÕES Os depósitos referentes às inscrições das categorias Longboard e Stand Up Paddle serão feitas na seguinte conta: Banco: Itaú Agência: 2483 Conta Corrente: 14084-0 CNPJ – 08.573.803/0001-47 Obs.: Enviar comprovantes para os seguintes e-mails: [email protected] e [email protected] Para maiores informações entrar em contato com Geraldo Cavalcanti pelos tels.: (81)3463.1963 / (81) 9282.5177 ou, nos email’s: [email protected] ou [email protected], podendo também entrar em contato com o Carlos Abdalla nos e-mails : [email protected] e [email protected] .jpg”> .jpg”> Por Redação SUPCLUB.com.br A ABL, Associação Brasileira de Longboard, incluirá SUP wave nas duas primeiras etapas do Brasileiro de Longboard integradas ao Circuito Nordestino de Surf Profissional. Com patrocínio da “Club Social”, as etapas prometem estrutura de primeira e terão boa premiação em dinheiro a todas as categorias, incluindo o SUP. A primeira etapa acontece neste final de semana, de 11 a 15, na Praia do Futuro, Fortaleza, Ceará e o SUP wave terá premiação de R$ 5.000,00. Essa etapa terá apoio da ASUP-CE. Na semana seguinte, de 18 a 22, o “tour” segue para a Praia de Itapuama, Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. A premiação para o SUP wave será R$ 3.000,00. Confira detalhes: – 1ª ETAPA Data: de 11 a 15 de janeiro de 2012. Local: Praia do Futuro – CE. Categorias: Longboard Pro-Masc / Longboard Amador/ Stand-UP Wave Masc/ 1º Etapa do Circuito Nordestino – Pro. Premiação: R$ 5.000,00 para o SUP wave Masc. Inscrição SUP Wave /Masc: R$ 100,00. – 2ª ETAPA Data: de 18 a 22 de janeiro de 2012. Local: Praia de Itapuama – Cabo de Santo Agostinho – PE. Categorias: Longboard Pro-Masc / Longboard Pro-FEM /Longboard Amador/ Stand-UP Wave Masc/ 1º Etapa do Circuito Pernambucano – Pro-AM. Premiação: R$ 3.000,00 para o SUP wave Masc. Inscrição SUP Wave /Masc: R$ 80,00 – INSCRIÇÕES Os depósitos referentes às inscrições das categorias Longboard e Stand Up Paddle serão feitas na seguinte conta: Banco: Itaú Agência: 2483 Conta Corrente: 14084-0 CNPJ – 08.573.803/0001-47 Obs.: Enviar comprovantes para os seguintes e-mails: [email protected] e [email protected] Para maiores informações entrar em contato com Geraldo Cavalcanti pelos tels.: (81)3463.1963 / (81) 9282.5177 ou, nos email’s: [email protected] ou [email protected], podendo também entrar em contato com o Carlos Abdalla nos e-mails : [email protected] e [email protected] .jpg”>
09/01/2012 —
Marco Gorayeb fazendo uma das coisas que mais gosta. Foto: Focosurf.com.br Por Marco Antonio Gorayeb (*) Meus amigos, escrevo lembrando do ano de 2011, das várias coisas boas que aconteceram e da tragédia ocorrida aqui em Brasília – a 1ª morte de um praticante de sup no Brasil, um fato que chocou a todos e provocou muitos debates. Impossível também não lembrar da Absup e do 1º Circuito Brasileiro de Sup Race. A ABSUP- Associação Brasileira de Stand Up Paddle foi fundada em 2010 é o órgão máximo do esporte no país, a entidade que gerencia e determina os critérios de homologação e organização de todas as competições nacionais profissionais e amadoras de Stand Up Paddle e definindo os padrões técnicos dessas competições; Em maio de 2011 aconteceu a em Osório no Rio Grande do Sul a 1ª etapa do 1o circuito da ABSUP . Não consegui participar dessa prova, mas na 2ª etapa em Brasília estava presente e iniciei minha carreira de competidor da categoria unlimited. Corri três etapas e após a etapa de Salvador, numa prova fantástica em mar aberto passando por pontos turísticos históricos, me sagrei vice-campeão brasileiro da categoria. Foi muito bom poder participar desse primeiro circuito, evoluir com as correções e aprimorar a técnica de competir em mar aberto. Muita coisa foi debatida em Salvador sobre mudanças nas categorias e na premiação, eu acredito que o que foi feito esse ano deve ser observado com muito carinho, foi criado um modelo que está atraindo novos atletas. Acho que o que é bom e cresceu deve ser estimulado o que não deu certo deve ser cortado. Sinaliza-se para a criação de uma categoria 14 e de uma categoria unlimited, uma divisão desnecessária já que as pranchas tem praticamente o mesmo tamanho e características, e me diga quantas pessoas que você conhece tem pranchas 14 pés hoje em dia no Brasil??? Ficaria tudo mais simples e mais fácil de conseguir recursos com 3 categorias sem limite de idades, overall, já que o campeonato é brasileiro profissional. Você já viu campeão brasileiro de futebol máster? Tenho idade para ser gran- máster mas como me considero profissional, corro contra atletas de todas as idades, geralmente bem mais jovens, na categoria na unlimited que não tem divisão etária. Sou a favor do modelo com 3 categorias overall em todas as provas do brasileiro, seguindo o modelo da prova de Brasília..Meu argumento é embasado pelos números de participantes que completaram pelo menos uma prova do circuito em cada categoria nesse ano: – Categoria Abaixo de 12´6 – 47 homens e 12 mulheres – total de 59 atletas. – Categoria Open 12´6 – 20 homens e 10 mulheres – total de 30 atletas. – Categoria Unlimited – 22 homens e nenhuma mulher na categoria- total de 22 atletas. Percebo é que o SUP é diferente de todos outros esportes e por sua natureza atípica não deveria seguir modelo de nenhum, devia criar seu próprio modelo. Sou a favor da premiação em dinheiro maior para a categoria mais disputada e sou a favor de boa premiação em dinheiro para as outras categorias também…sem divisão de idades se for profissional. O tema do formato é muito polêmico, pois cada um tem sua opinião sobre o assunto, mas o que me preocupa mais e a necessidade de estruturação e correção de alguns detalhes técnicos na Absup e suas filiadas para o esporte evoluir . Para ditar os quesitos de segurança e instrução do SUP, receber recursos federais, estaduais, municipais e ser registrada junto ao ministério do esporte como entidade máxima do esporte é necessário que a Absup se transforme na Confederação Brasileira de SUP. Para a realização dessa correção técnica é necessária a criação nos estado das federações. Elas serão responsáveis pela formação e qualificação de instrutores e monitores, além de fomentar o esporte organizar e supervisionar as competições no seu estado. È fundamental que esse processo ocorra no tempo mais rápido possível para antecipar a elaboração dos planos de gerenciamento costeiro das cidades. Depois da morte do garoto com sup aqui em Brasília algumas cidades estão acelerando a criação das leis locais para uso de seus corpos d’água e o tráfego aquático. Em Brasília, por exemplo, um grupo de trabalho está se reunindo há mais de dois meses para elaborar essas leis. Fiquei sabendo que o remador em SUP não poderá se afastar mais de 200 metros das margens e só cruzará o lago em alguns corredores pré estabelecidos, ou seja ,de não defendermos nosso direito de remar em qualquer local corremos os risco de ver barbaridades como essas ocorrendo em outros locais do país. A questão da segurança- o acidente de Brasilia Antes dessa etapa de salvador aconteceu em Florianópolis um workshop sobre sup organizado pela Associação catarinense das escolas de surf que contou com a presença do Comandante Mello da capitania dos portos, Romeu Bruno vice presidente da Absup,e vários instrutores de surf e SUP, atletas e simpatizantes do esporte. O evento serviu para criar e sugerir para todo país um padrão de segurança denominado RISCO ZERO, que obriga o uso do leash e colete para todos os iniciantes e praticantes. Essa questão e bem complexa e polêmica, pois já ouvi várias pessoas dizendo que usar o colete é uma coisa ruim. Não faz sentido surfar de colete, mas o leash é obrigatório. Como me disse o Comandante Melo comandante de trafego aquático da capitania dos portos de Florianópolis “O Sup é um objeto insubmergível”, ou seja, ele não afunda, se não afunda é uma bóia e funcionaria como um colete. Por esse motivo várias capitanias exigem que o praticante use somente o leash. Essa questão de uso de colete e leash bem como a do modelo de competição do circuito brasileiro são bastante polêmicas e deverão ser debatidas pelas futuras federações estaduais junto a Absup e seus filiados. Espero que tenhamos a capacidade de criar essa organização e a estrutura segura para que o esporte possa evoluir sem a sombra dos
08/01/2012 —
Aulas acontecem de sexta a domingo. Interessados podem se inscrever na hora. Foto: Herbert Passos Projeto Rema Verão 2012 – Moradores e turistas têm aulas gratuitas de stand up paddle em São Vicente-SP . Por Herbert Passos Neto . Teve início neste sábado (07/01) em São Vicente o Projeto Rema Verão 2012, que oferece aulas gratuitas de stand up paddle (prancha com remo), no canto da Ilha Porchat, praia do Itararé. . O projeto é uma iniciativa da prefeitura da cidade, que oferece o material, instrutores e toda a estrutura necessária para apresentar o esporte de forma segura e recreativa a moradores e turistas. . “A meta é atender 120 pessoas por dia”, conta o secretario municipal de esportes e lazer Fabiano Scudeli, que espera repetir o sucesso da primeira edição do projeto, realizada em janeiro de 2011. . Para Marleide dos Santos, 39 anos, moradora de Campinas que ficou curiosa ao ver outras pessoas praticando, a experiência foi surpreendente. “Achei que não ia conseguir, mas foi mais fácil do que eu imaginava, a sensação é ótima”. . As aulas acontecem de sexta a domingo das 9h às 15h, até o dia 12 de fevereiro. Os interessados podem se inscrever na hora. Menores de idade devem estar acompanhados pelos responsáveis.
06/01/2012 —
Por redação SUPCLUB.com.br Definida a equipe de atletas que irá representar o Brasil no Peru durante o mundial de Stand Up Paddle promovido pela ISA (saiba mais, clique aqui), a comissão técnica busca agora apoio para captação de recursos e auxílio às despesas com a viagem da equipe brasileira, uma vez que até o momento, tanto atletas como a comissão, terão que bancar suas despesas, incluindo passagens, hospedagens e até inscrição. “Estamos trabalhando bastante, contatando empresas em busca de apoio e tenho esperança de que iremos conseguir, uma vez que a CBS não poderá bancar as despesas da equipe”, conta Marco Antonio Gorayeb, manager da equipe brasileira. Ele corre contra o relógio, uma vez que o mundial irá ocorrer no final de fevereiro, entre os dias 20 a 25. O mundial foi anunciado oficialmente em agosto (clique aqui) mas a equipe brasileira foi definida somente em dezembro. Uma série de motivos justifica a demora na formação do time brazuca, entre eles, incertezas em relação à convocação dos atletas pela CBS (Confederação Brasileira de Surf), representante da ISA no Brasil. cópia do ofício da CBS (clique para ampliar) Havia o receio de que a CBS optasse por realizar uma seletiva em cima da hora, não respeitando o ranking brasileiro, ou até que a ABSUP (Associação Brasileira de SUP), alinhada à Waterman League, organização responsável pelo primeiro circuito mundial de SUP Wave (que está em seu terceiro ano) e sem vínculos com a ISA, não concordasse com a utilização de seu ranking para definição do time brasileiro. No final, porém, prevaleceu o bom senso e o time “Brazuca” está definido. O SUPCLUB deseja boa sorte aos atletas que representarão nosso país e torce para que a comissão técnica consiga apoio e patrocínio para o custeio das despesas da equipe. Empresas interessadas podem entrar em contato com Marco Gorayeb pelo e-mail: [email protected] Confira o time brasileiro convocado para o mundial: SUP RACE MASCULINO Luiz Guida “Animal” Alexander Araujo Anonio Bonfá “Totó” (alternate) Andre Torelly Martins (alternate) SUP RACE FEMININO Barbara Brazil Nunes Monica J. Pasco (alternate) SUP WAVE MASCULINO Luis Saraiva Leco Salazar Caio Vaz (alternate) Ian Vaz (alternate) Rodrigo “Tremembé” (alternate) SUP WAVE FEMININO Greta Sisson Nicole Pacelli (alternate) .jpg”>
06/01/2012 —
Troféu que homenageará os vencedores Já está confirmada a festa para a entrega dos troféus do 1º TOP OF MIND SUPCLUB. Será dia 20/01, sexta-feira, no Caféh Central, localizado no centro histórico de Santos, litoral de SP. Maiores detalhes sobre a festa serão divulgados nos próximos dias. .jpg”>