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27/07/2012 —
Dois personagens da M2O: Dave Kalama, de branco, ao lado de Jamie Mitchell, de amarelo. Foto: divulgação M2O Tudo pronto para a 16ª edição da Molokai-2-Oahu World Championships (M2O), a mais importante prova de paddleboard e SUP race de longa distância do mundo, realizada no arquipélago havaiano, entre as ilhas de Molokai e Oahu. Cerca de 300 remadores de SUP e paddleboard, entre homens e mulheres, vindos de todos os cantos do mundo, testarão seus limites neste domingo, 29 de julho, remando cerca de 52 km pelo “Ka’iwi Channel” que separa as duas ilhas havaianas que dão nome ao evento. A prova também é considerada uma das mais difíceis do mundo por conta das fortes correntes, ventos e ondulações oceânicas presentes no canal. Símbolo da travessia, com nada menos do que dez títulos da M2O, o australiano Jamie Mitchell anunciou que não competirá na paddleboard este ano, deixando em aberto o título da categoria, que talvez perca parte de seu charme com a ausência de seu maior ídolo. O SUP, no entanto, cresce a cada ano com a adesão de nomes de peso: Dave Kalama, Scott Gamble, Kai Lenny e Connor Baxter, campeão em 2011, já são velhos conhecidos da prova que a cada ano aumenta de tamanho. Connor Baxter, vencedor da SUP race em 2011. Foto: divulgação M2O Uma prova do prestígio que vem sendo alcançado pela M2O é a adesão cada vez maior de atletas de elite de outras modalidades. O Top da ASP, Joel Parkinson, irá participar pela primeira vez do desafio remando de paddleboard em parceria com seu treinador, Wes Berg (clique aqui), e Rob Machado, outro nome de peso do mundo do surfe, irá participar da prova disputando a SUP race por equipe, juntamente com seu amigo e veterano de M2O Brian Szymanski. Dois brasileiros já garantiram seu lugar de destaque na história do evento, em meio a tantas feras. Lívio Menelau foi o terceiro colocado em 2011, chegando a apenas três minutos atrás do segundo colocado, Scott Gamble e Andrea Moller, campeã em 2011, é também, a detentora do recorde em sua categoria, com o tempo de 5h23m51s. Entre as mulheres, a brasileira Andrea Moller é a recordista da prova, com o tempo de 5h23m51s. Foto: divulgação M2O Fato inédito esse ano será a adesão recorde de brasileiros, que certamente ajudarão a colorir de verde e amarelo ainda mais a M2O. Um time de peso estará representando Brasil na prova: Luiz Guida “Animal”, Alessandro Matero “Amendoim”, Renato Spiritus, João Renato, Bob de Araujo, Claudio Chain, Antonio Chaer, Fabiano Faria, Gustavo Ratones e brasileiros residentes nas ilhas como Masao Fukayama, Hilton Alves, Mo Freitas, entre outros, estarão no domingo testando seus limites e defendendo as cores da nossa bandeira neste evento. Boa sorte!
26/07/2012 —
Gustavo Costa, Puerto Escondido, México 2012. Foto: Angel Salinas Atleta de elite do SUP race brasileiro, o baiano Gustavo Costa, o “Kombi”, também manda muito bem no surfe de pranchinha e no SUP wave. Em sua recente viagem às tubulares ondas Puerto Escondido, Zicatela, México, ele fez a mala surfando de SUP e de pranchinha. Confira o relato! Por Gustavo Costa Depois de quatro anos seguidos indo direto para o norte do Peru, em busca de ondas extensas para o SUP e o kitesurf, desta vez resolvi realizar o sonho de conhecer o México. Mais precisamente, os famosos tubos de Puerto Escondido! Alguns amigos já tinham me falado do power das ondas mexicanas, povo hospitaleiro, água caliente, e preços em conta. Por isso, resolvi aceitar o convite do meu amigo Luciano Dubimba, que estava indo para a terceira temporada em Puerto Escondido. Na primeira semana de junho consegui uma trégua de uma semana no trabalho e comprei a passagem de um voo recém lançado por uma Cia brasileira, que sai direto de São Paulo para Ciudad do Mexico. Após 9 h no avião, aterrissei no fim do dia, na capital do México e, após pernoite, peguei um voo interno direto, co duração de uma para Puerto Escondido. No dia seguinte, às 11h da manha já estava surfando. Gustavo Costa e Angel Salinas. Foto: arquivo pessoal. Levei um SUP 8’4”, e duas pranchinhas. No primeiro dia o mar estava pesado com dois metros e meio na série e resolvi cair com minha pranchinha 7’2”. Senti dificuldade de entrar nas ondas, fato normal para quem sai do Brasil e chega nesse lugar de ondas extremamente fortes e tubulares. Nosso corpo demora até quatro dias pra começar a se habituar ao power mexicano. Como venho remando direto de SUP nesses três últimos anos, seja no surfe, race ou pesca, resolvi fazer a primeira queda com o Stand Up Paddle no segundo dia, quando as ondas diminuiram um pouco e a condição ficou mais propícia. Confesso que tive mais facilidade de entrar na onda de SUP do que pranchinha, já que o ângulo de visão no SUP é mais vantajoso e nos leva a um posicionamento melhor. Além disso, com o mar liso fica mais fácil entrar na onda, já que a remada é mais versátil. O tubo é a manobra mais desejada por todos e de SUP fica mais difícil de se realizar, já que o tamanho da prancha é o maior empecilho – o que garante uma boa adrenalina na busca pela luz no fim do túnel. O retorno ao outside é outro desafio que só é permitido nos rápidos intervalos entre as séries, coisa que nem sempre dá certo. Quando o mar realmente sobe, tem-se a opção de entrar com segurança pelo porto, e remar até o pico. Nesse caso, após pegar a onda, dificilmente se entrará novamente. O melhor é sair e andar uns 500m até o Porto pra entrar de novo. GALERIA DE FOTOS Ficamos hospedados em uma das pousadas localizadas defronte ao pico, com ótimo preço e vista para o mar. A alimentação também tem varias opções, com destaque para as comidas típicas como ‘taco’, ‘burritos’, etc. Tive o prazer de conhecer Angel Salinas, que é o pioneiro do SUP no México. Excelente fotógrafo e bastante conhecido por surfar, usando as mascaras tradicionais Mexicanas. É facil encontrá-lo no outside, pegando as maiores de SUP, já que revela ter aposentado o longboard e a pranchinha. Em Setembro será realizado mais uma edição do tradicional campeonato de SUP nas ondas de Puerto Escondido, somente para 16 convidados, organizado pelo legend. Kombi a caminho de mais um tudo. Foto: Miguel Fato comum numa surf trip, os perrengues que sempre acontecem: na última noite, ocorreu a passagem do furacão Carlotta, que mesmo passando a 6km de distancia, no oceano, causou um grande estrago na Vila de Puerto Escondido. Graças ás Deus, depois do grande susto de ter presenciado de perto a fúria do Furacão, o saldo foi somente o prejuízo para a reconstrução das casas avariadas, mas sem registro de mortos. Tive sorte de voltar com meu SUP inteiro e, numa viagem dessas, é bom se ter um SUP reserva, pois em Puerto é raro quem não tem a prancha partida. Mas, se quebrar, é lá que vive um dos melhores consertadores de prancha do mundo, o Miguel Ramirez. Além de ser rápido e barato, o conserto dele fica praticamente perfeito! Aloha!
25/07/2012 —
A travessia foi uma preparação para o “Projeto Expedição Marombas 2012”, desafio programado para acontecer em outubro, percorrendo o rio, navegando, sem uso de motor, desde a nascente, em SCS (localidade do Caraguatá), até a sua foz, no entroncamento com o Rio Canoas, em Brunópolis (localidade de Marombas). A equipe acampará, durante todos os dias do evento, às margens do rio. Foto: Jornal A Semana Com chuva constante e baixa temperatura, equipe composta por um Stand Up Paddle e três caiaques percorre 10,5 km pelo Rio Marombas, localizado no estado do Paraná. Remada serviu como preparação para travessia programada para Outubro. Por Claudia Sena – Jornal A Semana Imagine a aventura de realizar uma incursão pelo Rio Marombas, a bordo de caiaques e prancha de stand up paddle, abaixo de chuva. Pois foi exatamente isso o que aconteceu no último domingo (10), quando uma equipe encarou este desafio, com início na ponte da BR-116, divisa do município com Ponte Alta do Norte, até a ponte do Areião, que liga Ponte Alta do Norte a Curitibanos. Esta foi a primeira vez que se fez este percurso sem a utilização de embarcação motorizada. A equipe da água foi formada por Caio Tagliari, Celito França e Rodrigo Ertel Baierle, nos caiaques, Paulo Tagliari, na prancha, e da terra, por Rui Braun e Valdeci Schabatoski (Tukano) no apoio, que, representando a Prefeitura, registraram, através de fotos, toda a incursão. O grupo enfrentou condições extremas, com temperatura de cerca de 10º C, sensação térmica de 5º C e chuva constante. O percurso foi realizado em três horas e meia, num trajeto de 10,5 quilômetros. De acordo com o curitibanense Paulo Tagliari (Paulão), o trajeto é belíssimo e o contato com a natureza é fantástico. “As capivaras saltando à nossa frente foram um show à parte e nos fizeram refletir sobre a preocupação com a preservação desse grande rio de nossa região”, descreveu. No entanto, a incursão foi apenas uma demonstração da grandiosidade do Projeto Expedição Marombas 2012, desafio programado para acontecer em outubro, percorrendo o rio, navegando, sem uso de motor, desde a nascente, em SCS (localidade do Caraguatá), até a sua foz, no entroncamento com o Rio Canoas, em Brunópolis (localidade de Marombas). A equipe acampará, durante todos os dias do evento, às margens do rio. De acordo com os coordenadores Rodrigo Ertel Baierle e Paulo Tagliari, o Rio Marombas tem aproximadamente 156 Km de extensão e, desses, aproximadamente 100 Km são navegáveis com pranchas de stand up paddle, caiaques e barcos infláveis (tipo rafting). A expedição contará com equipe de até 12 pessoas, divididas entre o percurso por água e por terra. O evento tem caráter ecológico, sendo que todo o CO2 consumido durante os cinco dias do evento serão neutralizados através do plantio de árvores nos trechos mais degradados do rio. Além do desafio, a expedição visa caracterizar o Rio Marombas, através de vídeos, fotos, análise de água, relatos e experiências. Foto: Jornal A Semana Durante a expedição, será verificada a necessidade da população dos cinco municípios em termos de saneamento e feita a coleta de amostras de água a cada 10 Km, o que dará origem a um diagrama da constituição e qualidade do rio. As amostras serão analisadas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que fará parte da equipe de apoio do evento. “Um dos objetivos é chamar a atenção da população dos cinco municípios banhados pelo rio para a necessidade de preservar o meio ambiente e reverter a nossa atual maneira de viver para uma maneira mais sustentável”, explicou Paulão. Segundo o secretário de Administração do município Rui Braun, a iniciativa, além de promover o desenvolvimento turístico da região, valorizando seus potenciais, vai despertar maior consciência para com o meio ambiente. Para o prefeito de SCS e presidente da Associação dos Municípios da Região do Contestado (Amurc) Jaime Cesca, o projeto poderá auxiliar na geração de dados para a bacia hidrográfica do Rio Canoas e, de modo muito especial, colaborar para a identificação de trechos do Rio Marombas com potencial turístico e para esportes radicais, merecendo a atenção e o apoio dos municípios da região. Os interessados poderão se tornar patrocinadores da Expedição Marombas 2012. Os patrocínios poderão se dar através da compra de equipamentos necessários; dinheiro; filmagem e fotos; alimentação, combustível e divulgação. Todas as informações poderão ser encontradas no site www.expedicao-marombas.com.br. Fonte: Jornal A Semana
24/07/2012 —
sit down paddle sup adaptad
23/07/2012 —
Considerado um dos melhores eventos de 2011, o Mormaii Katanka está de volta. Foto: cartaz divulgação Considerado um dos melhores eventos do circuito brasileiro em 2011, o Mormaii katanka SUP Race, está oficialmente confirmado no calendário nacional, como a terceira etapa do Circuito Brasileiro de Stand Up Race 2012. Programado para acontecer no dia 25 de agosto, o esperado evento de Brasilia que irá oferecer R$15mil de premiação, promete movimentar as águas do Lago Paranoá e aquecer ainda mais as disputas pelo titulo do campeonato brasileiro de 2012. O Clube Katanka e o Mormaii Surf Bar também querem repetir o mérito conquistado no ano passado, da etapa com o maior numero de participantes do circuito. Largada da prova em 2011. Evento foi recorde de público e de atletas. Foto: divulgação Pelo o que temos visto, em 2012 esse recorde tem sido superado a cada etapa e pela quantidade de consultas de novos atletas interessados em se iniciar nas competições nacionais, poderemos ter boas surpresas. Somado a isso, essa será a primeira prova de Race do ano em águas calmas. Além de uma excelente variação técnica, que testa a capacidade dos atletas em diferentes condições de prova, a prova é também uma oportunidade imperdível para os novos participantes testarem suas habilidades e interagirem com os melhores do Brasil. O evento contará com uma estrutura de primeira e grande interação com o público, pois durante quase todo percurso da prova que percorre as margens do lago da capital federal, os atletas passaram por pontos turísticos e lugares com grande concentração de público. Em breve, no site da Katanka, estará disponível um espaço especial com informações sobre todos os detalhes do evento. Não deixe de conferir e tirar suas dúvidas no link: http://katanka.com.br . Fonte: ABSUP – Associação Brasileira de Stand Up Paddle.
23/07/2012 —
No comando da Aloha Spirit, João Castro fala sobre a etapa de Florianópolis que valerá pelo circuito brasileiro de race. Foto: Carla Lindeman O organizador do circuito Aloha Spirit, através de sua empresa de eventos, a Ecooutdoor, João Castro, fala ao SUPCLUB sobre as duas primeiras etapas, a parceria com a ABSUP e das novidades que irão pintar na etapa de Florianópolis, confirmada para rolar entre os dias 15 ao18 de novembro, incluída no calendário brasileiro de SUP race. SUPCLUB – O que podemos esperar da etapa de Floripa? João Castro – Floripa vai apresentar para todos que acompanham ou participam do Aloha Spirit o modelo que será adotado em todas as etapas de 2013. A primeira novidade é que serão cinco modalidades e nos inspiramos em algumas provas realizadas com sucesso fora do Brasil. Uma super festa de confraternização que será realizada em Floripa, mas sempre acontecerá ao final de cada etapa do ano de 2013. Estamos investindo na criação de um ambiente online rico em informações, câmeras ao vivo, aulas de Yoga transmitidas para que as pessoas pratiquem junto, em casa, mas talvez o mais interessante seja o novo sistema de controle de chegada e classificação, que apresentará o resultado imediato, assim que cada atleta passar pelo pórtico. Automaticamente o novo sistema vai identificar o competidor e seu nome aparecerá imediatamente na classificação dentro da sua categoria. Este resultado imediato poderá ser acompanhado pela internet e na arena. Esse sistema dará maior agilidade para a organização e será algo inédito para o atleta e para o mercado esportivo, diferente do chip leva o resultado impresso na forma de lista somente após todos chegarem. Outra novidade que vale a pena pontuar é que o Aloha terá um dia exclusivo para receber os atletas. No dia 15 de Novembro, dentro do Praia Mole Eco Village, na área de eventos do hotel, cada atleta retirará o seu kit, entregará termo de responsabilidade e médico, fará a medição e adesivagem oficial da sua prancha, participará do briefing e tudo isso vai acontecer em meio a uma feira de equipamentos, pranchas, canoas, remos e etc, aberta também ao público. Como este espaço tem acesso exclusivo para a lagoa, todas as marcas poderão realizar teste drive, e os competidores poderão passar o dia por lá, remar com os amigos ouvir boa música e aproveitar a mesa de frutas que será montada para ele. Largada da etapa de Ilhabela. Prova foi recorde de inscritos e impressionou pela estrutura. Foto: SupClub SUPCLUB – Nessa etapa vamos ter, portanto, transmissão ao vivo, certo? João Castro – Sim, já fechamos com o âncora Fernando Bonfá e com o editor do SUPCLUB, Luciano Meneghello, fazendo comentários durante a prova de SUP race e entrevistas com os atletas. A transmissão da prova de Ilhabela foi um grande sucesso. Alcançamos mais de 850 IP’s diferentes. Veja bem! Durante cerca de três horas, foram mais de 850 computadores diferentes ligados ao evento, que, transformados em visualização de página, passam dos 1.000 acessos! De forma que estimamos que a transmissão on-line tenha sido acompanhada por mais de 1.200 pessoas. SUPCLUB – Como está sendo essa parceria com a ABSUP? João Castro – Acredito que os dois lados estejam somando. Poder realizar um evento oficial, cumprindo as exigências feitas pela ABSUP em favor do atleta, atraem não só um grande número de inscritos, como a atenção da mídia por se tratar de um evento oficial. Acredito que para a ABSUP as vantagens sejam duas: a primeira, ter como parceira uma competição que coloca a data no calendário e realiza a prova, dando condições aos atletas de se prepararem com antecedência, seja nos treinos ou na programação de passagens aéreas e etc. A segunda, é ter um evento que não só respeita e cumpre todas as exigências da entidade, mas que entrega muito mais do que o exigido em qualidade, atendimento e profissionalismo. Divulgação da prova de Floripa. Parceria com o SUPCLUB trará muitas novidades aos leitores do site. SUPCLUB – Além do SUP e da Canoa Havaiana, nesta etapa teremos a inclusão de provas de surfski, natação e paddleboard, como vai ser a inclusão dessas modalidades? João Castro – A prioridade será aquilo que já estamos fazendo e que é a base do evento, o Stand Up Paddle e a Canoa Havaiana, mas as demais modalidades terão igual atenção. Já está disponível no site o cronograma de largadas. Não estamos vendo maiores dificuldades nas provas de paddleboard e surfski, pelo número de praticantes no Brasil não nos parecer muito grande. A preocupação e estruturação especial ficam por conta da natação que é uma modalidade com muitos praticantes, mas estamos tranquilos, pois teremos o apoio da Federação local. SUPCLUB – E como foi o feedback das etapas de Ilhabela e de Arraial do Cabo? João Castro – Depois de Ilhabela, onde só recebemos elogios, o desafio passou a ser manter a mesma qualidade nas etapas que não pontuam para o Brasileiro, e Arraial do Cabo foi a primeira experiência. Sobre Ilhabela só posso dizer que foi incrível, não houve quem não se sentisse satisfeito pelo investimento feito. Atletas vieram de todas as partes do Brasil, profissionais e amadores, e quando falo investimento não me refiro apenas à inscrição, mas tudo que envolve deslocamento e estadia. Como primeira vez fazendo parte de um brasileiro é claro que tivemos alguns problemas com chip, pois muita gente fez a inscrição de forma errada pelo sistema e abrimos a possibilidade de acertarmos isso no mesmo dia da prova o que gerou duplicidade e a demora nos resultados que deveriam ser imediatos. Sobre a cerimônia de premiação um novo formato vem por aí, pois em Ilhabela nos pareceu um pouco cansativa, por se tratar de tantas modalidades e categorias, além de não termos o conhecimento de que algumas teriam que ser premiadas até o quinto lugar. Mas, resumindo, o índice de satisfação medido ficou nos 98% e isso é muito bom! O Prefeito de Ilhabela esteve presente, ficou impressionado com o numero de atletas,
21/07/2012 —
Imagens do brasileiro Masao Fukayama fazendo downwind durante a última pernada da Tríplice Coroa Havaiana de SUP race, a Maui to Molokai 2012. Imagens: Amber Lee. Edição: Masao Fukayama
20/07/2012 —
Alexandre “Magrinho” Takeo. Foto: James Thisted De todas as manobras que a gente faz com o SUP, o tudo é umas das mais difíceis. A prancha pega muita velocidade! E, por ter muita área, é difícil controlar “o brinquedo” com toda água girando em volta. A adrenalina é em dobro e a alegria de completar a manobra também! Semana passada fui conferir as condições de outro pico da Ilha da Magia, em Floripa, e tava clássico!! Altos tubos! Novamente meu grande amigo James Thisted marcou presença e fez altas fotos! Confira: Mahalo James!! Magrinho Fotos capa: James Thisted e Gilson Wie Photograpy (*) O atleta do time Mormaii Alexandre “Magrinho” Takeo é um waterman fissurado que assina a coluna SUP LyfeStyle para o supclub.com.br
20/07/2012 —
Session de SUP wave de Kauli Seadi na piscina de ondas “wave pool”, em Tenerife, Ihas Canárias.
20/07/2012 —
Lagoa de Sibinacocha, Peru, palco da travessia. Foto: media.photobucket.com Após uma temporada de boas ondas no Brasil, o peruano Jose Gomez, o “Jarita”, está de volta ao seu país e se prepara para seu mais novo projeto: remar de stand up paddle por toda a extensão da lagoa de Sibinacocha, em Cuzco, Peru, que fica a 4.869 m de altura do nível do mar, aos pés da Quelccaya, conhecida por ser a maior geleira continental do mundo. Jarita remará acompanhado de Sebastian Barbeiro (Argentina), Renzo Lombardi (Chile), Raúl Delgado e do Álvaro Bedoya (Peru) e, possivelmente, o big rider brasileiro Marcos Monteiro se juntará à trupe. A travessia está prevista para o início do mês de agosto, a depender das condições climáticas. A idéia do projeto partiu do peruano Álvaro Bedoya. Preocupado com o descaso com que a questão da manutenção e preservação de fontes potáveis de água é tratada pelas autoridades, idealizou esse desafio, não por acaso, em uma das maiores reservas de água doce do mundo. Bedoya trabalhou intensamente no projeto para conseguir todas as informações necessárias para realização e registro do feito, que inclusive tem grandes chances de entrar para Ginness Book, o livro dos recordes. Jose “Jarita” Gomez. Foto: Jacques Nery Por conta da altura – e consequente escassez de oxigênio – em que será feita a travessia, os supistas serão obrigados a passar por um período de adaptação, permanecendo acampados por alguns dias na região. QUER PARTICIPAR? Jarita informa que o grupo não é fechado e que novos integrantes serão bem-vindos, desde que aptos fisicamente para realizar o feito. O convite é estendido a jornalistas e a empresas interessadas em apoiar o projeto. Maiores informações podem ser obtidas com Álvaro Bedoya através do e-mail [email protected] ou com Jose Gomez através do e-mail [email protected].