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23/05/2011 —
Galera reunida para foto celebrando o espirito Aloha. Foto: Luis Pavão/Ubatuba em Revista O belo dia de domingo, 22/05, serviu para coroar a todos os participantes do 1º Desafio Jomar de Stand Up Paddle, realizado Praia do Cruzeiro, na região central de Ubatuba, litoral norte de SP. O evento contou com a participação de grandes nomes do esporte como os campeões brasileiros de surf Suelen Naraisa e Ricardo Toledo e do remador Luiz “Animal” Guido e teve cobertura da TV Vanguarda, afiliada da Rede Globo (confira aqui a vídeo-reportagem). Ao todo doze equipes participaram do desafio que consistia em uma prova de race por revezamento com equipes mistas, formadas por homens e mulheres, perfazendo um total de 6Km. A grande campeã foi a equipe Eco Treino Gzero, de Ilhabela, seguida pela equipe Não Vou Não, de Ubatuba. Como prêmiação, os vencedores receberam um cheque de R$ 1.000,00 oferecido pela Jomar Sorvetes. Além da prova de race, participantes e público presente participaram de ações ambientais plantando mudas nativas e deram um belo exemplo de cidadania. E para fechar com chave de ouro, houve sorteio de vários brindes (entre eles, uma bike oferecida pela Huka Bikes). Sem dúvida um evento que vai ficar na memória da galera de Ubatuba. Que venham outros! Confira abaixo o resultado do pódio do 1º Desafio Jomar de Stand Up Paddle: 1º- Eco Treino G Zero (Ilha Bela) 47:35 (Marcelo Dias/Marcos Moller/Luciana Moller e Eduardo) 2º- Não vou não (Ubatuba) 48:30 (Tremembé/Guto Olinto/ Sthefany Castro e Ricardinho Toledo) 3º- Eh noixxxx (Ubatuba) 48:54 (Juba/Nelson/Suelen e Nelinho) Os quatro melhores tempo masculino: 1º- Tremembé 10,43 2º- Nelson 11,14 3º- Marcelo Dias 11,18 4º- Nelinho 11,51 Os quatro melhores tempo feminino: 1º- Luciana Moller 12,07 2º- Suelen Naraisa 13,57 3º- Ana Lucia Gil 14,02 4º- Sthefany Castro 14,33 Confira baixo fotos do evento gentilmente cedidas por Luis Pavão, editor da Ubatuba em Revista (clique nas fotos para ampliar):
20/05/2011 —
Fonte de consulta: supconnect.com .jpg”>Fonte de consulta: supconnect.com
19/05/2011 —
Luke Egan. Foto: ridersofwaves.blogspot.com Não são poucos os surfistas profissionais de elite e ex Tops que já foram vistos remando ou surfando de SUP. Separamos dois vídeos de SUP Surf com duas das maiores lendas do surf mundial e grandes entusiastas do SUP: os australianos Luke Egan e Tom Carroll. Luke Egan quebrando em vários picos Vice-campeão mundial em 2000 e ídolo de 10 entre 10 surfistas do tour, o australiano Luke Egan, após se aposentar do circuito mundial de surf, se apaixonou pelo SUP a ponto de desenvolver pranchas e fazer viagens em busca de ondas perfeitas para SUP Surf. No vídeo abaixo, você confere uma compilação sessions feitas em 2009 em picos da Indonésia e Australia. Sem meias palavras, ele quebra. Não por acaso, vários amigos, como o top Joel Parkinson, afirmam que ele surfa de SUP como se estivesse usando uma pranchinha. No vídeo ele também fala sobre o quanto o SUP é benéfico para o seu condicionamento físico e que melhora, inclusive, a sua performance na pranchinha. Confira! Tom Carroll no norte da Australia O bicampeão mundial de surf (83 e 84) Tom Carroll é um dos maiores embaixadores do SUP Surf na Australia. Grande entusiasta do esporte, é comumente visto surfando de SUP em praias australianas e recentemente no Quicksilver Pro 2011, primeira etapa do mundial de surf da ASP, realizada na Gold Coast, participou de uma bateria comemorativa batizada “legend heat” surfando de SUP na frente de milhares de pessoas que assistam ao espetáculo. Nesse vídeo, produzido pelo site supgearaustralia.com, você confere uma session de SUP Surf feita em maio deste ano. O eterno Pipemaster mostra que aos 50 anos continua surfando de SUP como um garoto de 18. Fontes de consulta: standuplatino.com; supgearaustralia.com; seabreeze.com.au; youtube.com .jpg”> Fontes de consulta: standuplatino.com; supgearaustralia.com; seabreeze.com.au; youtube.com
19/05/2011 —
Faltam pouco menos de duas semanas para a realização da terceira etapa do Stand Up World Tour, a “Sapinus Pro, apresentado pela Air Tahiti Nui”, que será realizada na paradisíaca Polinésia Francesa, entre os dias 28 de maio e 5 de junho. A julgar pela etapa do ano passado, esta poderá ser a prova mais casca grossa do tour. Em 2010, os competidores puxaram os limites do SUP Surf desafiando ondas extremamente tubulares de até 12 pés na temida bancada de Teahupoo. A etapa, marcada por momentos espetaculares como o incrível tubo do havaiano Duane de Soto, foi vencida pelo australiano Dave Muir.Para este ano, a organização promete uma estrutura maior e melhor e conta com um patrocinador de peso, a Air Tahiti Nui, empresa aérea que atende mais de 12 países com destino à polinésia. Entretanto, até o momento não foi confirmada a transmissão ao vivo do evento. Disputa promete ser eletrizante Leco e Picuruta Salazar, juntamente com Alexandre “Magrinho”, embarcaram ontem, 17/05, rumo ao Tahiti. Carlos Bahia, que parou na semifinal e foi considerado a revelação da etapa francesa, ainda não conseguiu viabilizar sua participação. Sem dúvida uma grande ausência, ainda mais levando em conta que o carismático supista é especialista em ondas tubulares. Seu talento assombrou os gringos na frança, rendendo uma série de elogios e matérias em sites especializados em SUP e ele ocupa atualmente a 12º posição do ranking tento participado de somente uma etapa. Teahupoo é sem dúvida uma das ondas mais pesadas e perigosas do mundo, todavia, a organização do mundial ainda não decidiu se realizará a etapa nessa bancada – ainda que alguns deem como certo a realização do campeonato lá. O fato de nenhum dos brasileiros confirmados na etapa ter experiência nas ondas do Tahiti é uma desvantagem óbvia, entretanto, a seu favor pesam a garra, o talento e a força de vontade tão inerentes aos competidores brasileiros. Ainda, é importante ressaltar que Leco, mesmo sem nunca ter competido antes em Sunset, enfrentou um mar pesado e só não fez a final porque lhe faltou uma segunda onda de série; Magrinho, por sua vez, traz na bagagem três meses de experiência no Hawaii e Picuruta dispensa comentários. O havaiano Araon Napoleon foi um dos destaques no campeonato de 2010. Foto: Tim McKenna Os gringos O atual campeão mundial e líder do ranking Kai Lenny, que não fez uma boa prova ano passado, sendo eliminado nas primeiras fases, segue embalado após duas vitórias consecutivas e é sempre um adversário perigosíssimo. Robin Johnston (HI) e Antoine Delpero (FR) também são protagonistas que merecem atenção. Entretanto, se as ondas forem pesadas como as que vimos em 2010, competidores como Peyo Lizarazu (FR), Duane de Soto (HI), Garrett Mcnamara (US), Araon Napoleon (HI) e o defensor do título, Dave Muir (AU), além dos locais do Tahiti, entre eles, o legend Vetea David e Tama Audibert, vice-campeão em 2010, tornam-se igualmente boas apostas para a competição. Confira como está o ranking após a etapa francesa do tour:
17/05/2011 —
Roberta contempla o fim de tarde mágico na amazônia. Foto: Fabio Paradise A canoísta profissional Roberta Borsari é uma das dez melhores do mundo no kayaksurf e também acumula títulos em outras modalidades de remo, como o rafting e a canoa havaiana. Sua mais nova paixão esportiva atende pelo nome de Stand Up Paddle, atividade que ela experimentou em uma viagem ao Hawaii, no final do ano passado, e desde então vem praticando como forma de lazer e condicionamento físico. Recentemente, ela retornou de uma expedição ao rio Araguari, no estado do Amapá, para surfar aquela que é considerada a maior de todas as ondas da pororoca amazônica. Participaram da expedição representantes das mais variadas modalidades de surf (pranchinha, kayaksurf, SUP, alaia, longboard) e Roberta tornou-se primeira mulher do mundo a surfar a pororoca de caiaque. A idéia inicial era surfar a onda também de SUP, entretanto, em face à força da onda, seu pouco tempo de prática no SUP e aos riscos que esse tipo de operação envolve, optou por focar o surf no kayak, aproveitando o SUP para relaxar remando em meio à paisagem alucinante da floresta amazônica. Agora você confere a entrevista exclusiva ao SUPCLUB.com.br, onde Roberta conta um pouco sobre a experiência de surfar essa onda exótica e a sensação de remar de SUP no meio da selva, a horas de distância de navegação da civilização mais próxima. SUP Entrevista: Roberta Borsari SUPCLUB – Como surgiu a oportunidade de fazer essa expedição? Quanto tempo vocês ficaram lá? Roberta – Na época em que trabalhei como instrutora de rafting e descia rio de caiaque, tive oportunidade de participar de várias expedições – mas depois me dediquei quase que exclusivamente as provas de kayaksurf nas praias. A idéia de surfar a pororoca veio como uma volta ao passado, apenas pelo prazer de curtir a natureza sem a pressão da competição e também porque sabia que nunca uma mulher havia surfado uma pororoca de caiaque (depois descobri também, que a pororoca do rio Araguari, considerada a maior de todas, nunca havia sido surfada por um caiaque). O contato foi o recordista mundial de tempo de surf na pororoca: Serginho Laus, que montou a equipe com Jorge Pacelli, Saulo Ramos, eu e o australiano Skeet Derham – além de toda equipe de apoio. A idéia era fazer o feito do caiaque, colocar vários equipamentos na onda (sup, caiaque, prancha, alaya e longboard) e fazer as remadas de SUP. Foi uma viagem bem especial, de 8 dias na selva com a única embarcação na virada da lua para surfar a onda. No kayaksurf, dividindo a onda com Jorge Pacelli, de SUP. Foto: Fabio Paradise “SE O CAIAQUE VIRASSE NO ESPUMÃO, A ONDA ME ARRASTARIA SEM PARAR” SUPCLUB – Em que lugar da amazônia vocês ficaram? Roberta – Surfamos a pororoca do Rio Araguari, ela fica localizada no Amapá. De Macapá, viajamos cerca de 18h rio adentro e ficamos embarcados no meio da selva. Em contato apenas com os ribeirinhos e todos os animais que vivem por ali: boto cor de rosa, cobras, jacarés… SUPCLUB – Dá pra descrever a sensação de surfar a pororoca? Roberta – É uma experiência única, você pode ter viajado por vários lugares do mundo mas a sensação de surfar uma grande onda de rio, que percorre 40km durante 2h30, é quase indescritível. É possível surfar seções durante 20min e isto você nunca vai fazer no mar. É muito bom e diferente do oceano! SUPCLUB – Você conseguia entrar remando na onda ou precisava ser rebocada? Roberta – Tinha que entrar rebocada e fizemos vários testes até chegar à técnica ideal. Começamos com tow in e depois usamos um sled com uma corda curta atrás do jet. Só que os testes já aconteciam na onda, e não podíamos errar pois se o caiaque virasse no espumão, não seria uma boa. Provavelmente ela me prenderia a arrastaria sem parar! SUPCLUB – E de SUP? Você tentou surfar a pororoca? Roberta – No último dia de viagem a minha idéia era surfar a onda também de SUP, pegando a parte inicial de caiaque e depois no trecho final, onde a onda já é menor, de prancha. Acabou não acontecendo por que a operação na selva pode ter imprevistos e alterações, mas talvez seja para que eu volte pra lá mais uma vez e com mais experiência no surf de SUP, pois ainda estou aprendendo…quem sabe um dia! Foto: Fabio Paradise SUPCLUB – O que mais te marcou nessa viagem? Roberta – Tivemos vários momentos especiais nesta viagem: das remadas de SUP com visual da selva, passando pela convivência da equipe no barco até o contato com a realidade dos ribeirinhos e a dimensão do nosso país. A selva é linda e muito rica! Mas o que mais me marcou com certeza foi a adrenalina da conquista de cada dia do surf de caiaque no fenômeno. Foi diferente de tudo que já fiz no meu esporte. SUPCLUB – Alguma dica para quem está pensando em fazer essa viagem? Roberta – Escolher uma boa data dentro da temporada, pois existe a variação do tamanho da onda e ventos. Ir assessorado por uma equipe que realmente conhece o fenômeno para que o surfista possa ter o melhor aproveitamento da onda e também por questões de segurança (Neste ponto a viagem com o Serginho foi ótima!). Não podemos esquecer que tudo ocorre a várias horas de distância de navegação da civilização. E por último, eu não iria numa época de seca pois é muito maior a concentração de animais no rio como cobras, jacarés e outros. Fazíamos as remadas de SUP, mas nada de ficar mergulhando, ou sentar na prancha com as pernas dentro d’água. .jpg”>
15/05/2011 —
Vista aérea da prova de Olukai, Maui. Foto: divulgação Andrea moller é tricampeã e Livio Menelau chega em segundo na Molukai; Amendoim é o primeiro colocado na Battle of The Paddle race 12’6?, 30-39 anos. Largada da Molukai 2011 Brasileiros fazem boa estreia no início da temporada havaiana de provas race 2011 e conquistam boas colocações. Na Olukai, prova de race de longa distância realizada na ilha de Maui, a paulista Andrea Moller não deu chance para as outras garoras e conquistou o tricampeonato da prova, categoria elite (geral) feminino. O pernambucano Livio Menelau, vencedor da elite ano passado, por muito pouco não conquista o bicampeonato chegando em segundo lugar atraz do havaiano Kai Bartlett por uma diferença de menos de 18 segundos. O também paulista, Masao Fukayama conquitou a sétima colocação na elite race. Além deles, o big rider brasileiro Laerte Pegoraro trocou a gunzeira de surf pela gunzeria de remo chegando em 79°. Já na Battle of The Paddle, tradicional prova de SUP race, realizada em Oahu, o paulista Alessandro Matero, o Amendoim, foi o grande vencedor da modalidade race 12’6″ categoria 30-39 anos. O Australiano Travis Grant foi o vencedor da elite race geral seguido pelo norte-americano Danny Ching. Matero, que vem de uma série de vitórias nas principais provas de race no Brasil viaja nos proximos dias para Osório, litoral do Rio Grande do Sul onde disputa, dia 28 de maio, a primeira etapa do circuito brasileiro de SUP Race. Acompanhe o SUPCLUB.com.br e fique por dentro do que rola na temporada havaiana de SUP Race 2011.
13/05/2011 —
A direção da prova Battle of The Paddle anuciou que fará a transmissão ao vivo, on line, das principais disputas e atividades deste ano. Para acompanhar, basta acessar o site oficial do evento: www.BattleOfThePaddle.com , e clicar em “Live”. Há uma série de vídeos promocionais sendo exibidos. Com mais de 700 inscritos, a prova inclui as categorias Race Elite, Open Race, Relay Race, Kids em provas solo e por equipe, em uma série de percursos. Haverá uma série de eventos, entre eles, exposições sobre a cultura havaina e cultura SUP, clinicas e apresentações musicais. As atividades se inciam às 9h00 (horário de Honolulu) deste sábado, 14, com encerramento previsto para às 16h15 de domingo. Já a Olukai Ho’Olaule’a, fechou contrato com a rede de televisão norte-americana NBC, que transmitirá um programa especial sobre a prova. A competição compreende disputas em canoa havaina OC 1 e SUP race, em um percurso de oito milhas em mar aberto, disputadas na categoria Open e por idade. Haverá atrações paralelas como luau, apresentações musicais e temáticas sobre a cultura havaiana. As competições terão início ao meio dia de sábado, 14/05, com encerramento previsto para domingo, ao final do dia. O pernambucano Livio Menelau, vencedor do evento no ano passado, é quem ilustra o cartaz desta prova de 2011. .. .jpg”>Já a Olukai Ho’Olaule’a, fechou contrato com a rede de televisão norte-americana NBC, que transmitirá um programa especial sobre a prova. A competição compreende disputas em canoa havaina OC 1 e SUP race, em um percurso de oito milhas em mar aberto, disputadas na categoria Open e por idade. Haverá atrações paralelas como luau, apresentações musicais e temáticas sobre a cultura havaiana. As competições terão início ao meio dia de sábado, 14/05, com encerramento previsto para domingo, ao final do dia. 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Haverá uma série de eventos, entre eles, exposições sobre a cultura havaina e cultura SUP, clinicas e apresentações musicais. As atividades se inciam às 9h00 (horário de Honolulu) deste sábado, 14, com encerramento previsto para às 16h15 de domingo. Já a Olukai Ho’Olaule’a, fechou contrato com a rede de televisão norte-americana NBC, que transmitirá um programa especial sobre a prova. A competição compreende disputas em canoa havaina OC 1 e SUP race, em um percurso de oito milhas em mar aberto, disputadas na categoria Open e por idade. Haverá atrações paralelas como luau, apresentações musicais e temáticas sobre a cultura havaiana. As competições terão início ao meio dia de sábado, 14/05, com encerramento previsto para domingo, ao final do dia. 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12/05/2011 —
O pernambucano Livio Menelau é hoje um dos principais nomes do Brasil quando o assunto é SUP race e travessias oceânicas. Morador de Maui, Hawaii, há mais de seis anos e competidor de canoa havaiana, começou a remar de SUP por pura diversão e gradativamente passou a se destacar em provas internacionais de race disputadas nas ilhas, alcançando resultados expressivos e pódios. Seu envolvimento com o esporte também chegou às salas de shape e em conjunto com seu patrocinador, S.I.C. Maui, desenvolveu uma das pranchas de ocean race 17’6 mais rápidas do mundo, que mais tarde ganhou uma versão 14′. Pronto para encarar duas provas de peso neste final de semana, a OluKai Ho’ololaule’a, em Maui, no sábado (onde briga belo bicampeonato da prova) e a Battle of The Paddle, em Oahu, no domingo, Livio trocou uma idéia com o SUPCLUB.com.br sobre sua vida em Maui, remadas com as grandes feras havaianas do SUP e treinamentos. Conheça um pouco mais sobre esse remador que vem representando muito bem nosso país no epicentro do SUP mundial. SUP Entrevista: Livio Menelau SUPCLUB – Como foi o seu primeiro contato com o SUP? Livio – Eu comecei em 2006 aqui em Maui. Fui apresentado ao SUP pela Maria Bela, que me mostrou o esporte. Como eu já praticava canoagem havaiana e surf, vi a oportunidade de ter um pouco de diversão aqui no verão, época que não tem muita onda. SUPCLUB – Você já competia antes na canoa havaiana certo? Quando foi que decidiu se dedicar também às provas de SUP race? Livio – Competia. Na verdade, eu comecei no SUP mais por diversão do que qualquer outra coisa. Treinava uma semana antes da corrida, descontrolado, era engraçado. Não tinha equipamento nenhum e saia ligando para todos e acabava arrumando sempre com o meu amigo Mike! SUPCLUB – Você está há seis anos em Maui, certo? Como foi a decisão de morar ai e como foi o começo? Livio – Certo, estou aqui há seis anos e oito meses. Primeiro, eu tinha ido morar no Canadá, em Toronto, mas como lá não tem mar, e eu, amante do mar, só conseguir passar um mês. Minha irmã morava aqui fazia seis meses e me ligava todos os dias mandando eu vir para Maui. O começo foi muito difícil. Morávamos oito em uma casa de três quartos e dividia o quarto com minha irmã. Depois, vem a correria de trabalho, mas graças a Deus foi melhorando e estou aqui ate hoje! SUPCLUB – Como o SUP está evoluindo no Hawaii? Cresce a cada ano? E a estrutura das competições? Tem melhorado? Livio – Posso te falar que o SUP não para de crescer e inovar! As competições começam agora aqui no Hawaii, e só terminam em agosto. Graças a evolução do esporte, novos patrocinadores e mais dinheiro fazem com que as competições fiquem mais bem estruturadas, atraindo atletas do mundo inteiro. SUPCLUB – Ano passado você conseguiu um belo feito ao vencer o Olukai Haulealea, chegando na frente de atletas do porte de Dave Kalama e Danny Ching. Você poderia contar um pouco sobre essa prova? Livio – Foi umas das melhores corridas! Tínhamos (S.I.C. e eu) acabado desenvolver minha nova prancha. E só havia usado quatro vezes antes da corrida, mas senti uma boa energia. A prancha me agradou muito, me dava longos ‘glades’ e muita velocidade. Na hora da corrida fiquei um pouco nervoso, pois tinham 140 atletas de ponta tentando o mesmo objetivo, que era vencer! Tive uma largada muito ruim, mas como estava na missão de ganhar, fui buscando um a um no braço e a condição do vento não era as da melhores. Primeiro foquei em Aron Napoleon, legendario remador. Depois, fui buscar o Scott Trudom e o Mark Raaphorst. Enfim, cheguei perto do Dave, que estava mais afastado brigando com o Danny Ching pela primeira posição. Focando em simples balanço do oceano fui me aproximando deles, fazia minha movimentação e pensava: “vou ultrapassá-los nem que eu passe mal”. Assim fui até mais da metade da corrida brigando entre eles, ate que por fim me afastei e os deixei para trás! SUP Surf em Maui. Foto: arquivo pessoal SUPCLUB – Além dessa prova, quais foram seus melhores resultados? Livio – Acho que foram todos em que fui para o pódio! 2006 Honolua Maliko Run 9.54 miles (3º colocado 12’6′), 2007 Hennessy’s Maliko run (3º colocado 12’6″), 2008 Naish International Paddleboard (2º colocado 12’6″), 2009 sem limite de tamanho de prancha (Elite), 2009 Lulus Palli race ( 3º colocado), 2009 Kohos Maliko (3º colocado), 2009 Naish International (2º colocado), 2009 Olukai (6º colocado geral), 2009 Molokai To Oahu 32miles (1º colocado 30 ate 39 e 5º no geral Sup), 2010 Maliko Run (2º colocado), 2010 North Shore Challenge (2º colocado), 20010 Kohos Maliko (3º colocado), 2010 Olukai (1º colocado geral), Mormaii Maui to Molokai 26miles (4º colocado geral), 2010 Molokai to Oahu 32 miles (1º colocado 30 ate 39 e 6 no geral), 2010 Dukes race Oahu (3º colocado), 2010 Bop Hawaii( 2º colocado longa distancia 30 ate 39), 2010 Na Pali race Kauai 16mile (1º colocado) , 2011 Lulus Race Maliko 9.54 miles ( 1º colocado geral), 2011 Maui to Molokai (2º geral). SUPCLUB – Como são seus treinamentos? Livio – Venho treinado bastante spinnig com minha namorada Becca e Yoga com Taiz Souza na Om Maui Health & Fitness (academia que também o patrocina), muito mountain bike subindo o vulcão, e o resto tento passar o máximo na água aprendendo com o próprio oceano. Posso dizer que tenho um bom grupo de treino no mar. Atletas como Connor Baxter, Jerremy Riges, Scott Trudon, Mark Raphorst e até o próprio Dave, fazem com que eleve o meu nível de corrida, sempre puxando um ao o outro no máximo. Estampando o cartaz da Olukai, prova na qual tentará o bicampeonato. SUPCLUB – Poderia falar um pouco sobre os equipamentos que usa? Prancha remos etc? Livio – Posso dizer que tenho a sorte de usar os melhores equipamentos do mundo
11/05/2011 —
Picuruta Salazar, um dos idealizadores do circuito. Foto: divulgação Pranchagrande News MOTO ZERO KM PARA CAMPEÃO DO CIRCUITO PROMETE ACIRRAR AS DISPUTAS Herbert Passos Neto As inscrições para a primeira etapa do I Circuito Santista Open de Stand Up Paddle estão abertas na cidade de Santos desde o dia 10 de maio e a partir de amanhã, 12 de maio, atletas de for fora de Santos também poderão se inscrever nas cidades de São Paulo e São Sebastião. A prova, que é aberta para atletas de todo o país, acontece no próximo dia 28, no Quebra-mar de Santos-SP e promete reunir a nata do Stand Up Paddle da região. Além dos kits de equipamentos oferecidos pelos apoiadores do evento, está em jogo uma moto zero quilômetro para o campeão da categoria Open ao término do circuito, oferecida pela Kasinski Motos via Projeto K, concessionária santista que apresenta o evento. Todos os inscritos no surf recebem camisetas e os já inscritos ganham R$ 10,00 de desconto se forem correr mais de uma categoria. “Vale destacar que a disputada da moto é aberta, pois o objetivo da organização é elevar ao máximo o nível das disputas para evoluir o esporte”, explica o proprietário da New Advance Surfboards, Sergio da Silva, que idealizou o evento junto com Picuruta Salazar, um dos principais responsáveis pela popularização do Stand Up Paddle no Brasil. “Alguns do melhores atletas do mundo são de Santos, então não há motivo para promovermos uma prova fechada”, conclui o empresário, ressaltando a importância da Surfclass e da Sursfttore, respectivamente surf wear e loja, que investem no seguimento desde o início e acreditaram no projeto desde que foi idealizado. Gzero Short Paddle Haverá ainda a disputa da ‘Gzero Short Paddle’ nas mesmas categorias do surf, com exceção da Infantil, por se tratar de uma prova de explosão que visa levar os atletas a superar os limites. Em jogo, estarão medalhas e kits para os três primeiros colocados de cada categoria. A inscrição custa R$ 50,00 e os inscritos nas categorias de surf pagam somente R$30,00 para correr a prova de remada. Inscrições Os dois primeiros dias, 10 e 11, são exclusivos para atletas de Santos, que poderão se inscrever na loja Surfsttore, Avenida Pedro Lessa, 796, no bairro da Aparecida. A partir do dia 12, os demais interessados poderão se inscrever em mais dois pontos: loja 20 Pés, na Estrada do Camburi, 1110, em São Sebastião-SP e Surfers Paradise, na Alameda Nhambiquaras, 1674, em Moema, São Paulo, Capital. As disputas de surf acontecem nas categorias Open (R$80,00), Master (R$70,00), Feminino (R$60,00), Junior (R$50,00) e Infantil (grátis), para incentivar a mais nova geração que vem arrepiando na cidade. Para mais informações, entre contato com as lojas Surfsttore, (13) 3227-9577; 20 Pés, (12) 3865-2076; Surfers Paradise, (11) 5044-0885, ou mande e-mail para [email protected]. O I Circuito Santista Open de Stand Up Paddle tem patrocínio Surfsttore, New Advance e Surfclass, com apresentação da Kasinski Motos via Projeto K. Apoio Gzero Tech, Future Fins, Quickblade, Água Marinha, Okumura Temakeria, 20 Pés, BHS, Surfers Paradise, Venus, Raglan, Escola de Surf Picuruta Salazar e Prefeitura de Santos, com direção técnica da Associação Santos de Surf e supervisão da Federação Paulista de Surf. .jpg”>Picuruta Salazar, um dos idealizadores do circuito. Foto: divulgação Pranchagrande News MOTO ZERO KM PARA CAMPEÃO DO CIRCUITO PROMETE ACIRRAR AS DISPUTAS Herbert Passos Neto As inscrições para a primeira etapa do I Circuito Santista Open de Stand Up Paddle estão abertas na cidade de Santos desde o dia 10 de maio e a partir de amanhã, 12 de maio, atletas de for fora de Santos também poderão se inscrever nas cidades de São Paulo e São Sebastião. A prova, que é aberta para atletas de todo o país, acontece no próximo dia 28, no Quebra-mar de Santos-SP e promete reunir a nata do Stand Up Paddle da região. Além dos kits de equipamentos oferecidos pelos apoiadores do evento, está em jogo uma moto zero quilômetro para o campeão da categoria Open ao término do circuito, oferecida pela Kasinski Motos via Projeto K, concessionária santista que apresenta o evento. Todos os inscritos no surf recebem camisetas e os já inscritos ganham R$ 10,00 de desconto se forem correr mais de uma categoria. “Vale destacar que a disputada da moto é aberta, pois o objetivo da organização é elevar ao máximo o nível das disputas para evoluir o esporte”, explica o proprietário da New Advance Surfboards, Sergio da Silva, que idealizou o evento junto com Picuruta Salazar, um dos principais responsáveis pela popularização do Stand Up Paddle no Brasil. “Alguns do melhores atletas do mundo são de Santos, então não há motivo para promovermos uma prova fechada”, conclui o empresário, ressaltando a importância da Surfclass e da Sursfttore, respectivamente surf wear e loja, que investem no seguimento desde o início e acreditaram no projeto desde que foi idealizado. Gzero Short Paddle Haverá ainda a disputa da ‘Gzero Short Paddle’ nas mesmas categorias do surf, com exceção da Infantil, por se tratar de uma prova de explosão que visa levar os atletas a superar os limites. Em jogo, estarão medalhas e kits para os três primeiros colocados de cada categoria. A inscrição custa R$ 50,00 e os inscritos nas categorias de surf pagam somente R$30,00 para correr a prova de remada. Inscrições Os dois primeiros dias, 10 e 11, são exclusivos para atletas de Santos, que poderão se inscrever na loja Surfsttore, Avenida Pedro Lessa, 796, no bairro da Aparecida. A partir do dia 12, os demais interessados poderão se inscrever em mais dois pontos: loja 20 Pés, na Estrada do Camburi, 1110, em São Sebastião-SP e Surfers Paradise, na Alameda Nhambiquaras, 1674, em Moema, São Paulo, Capital. As disputas de surf acontecem nas categorias Open (R$80,00), Master (R$70,00), Feminino (R$60,00), Junior (R$50,00) e Infantil (grátis), para incentivar a mais nova geração que vem arrepiando na cidade. Para mais informações, entre contato com as lojas Surfsttore, (13) 3227-9577; 20 Pés, (12) 3865-2076; Surfers Paradise, (11) 5044-0885, ou mande e-mail
10/05/2011 —
_583x464.jpg” alt=”” width=”583″ height=”464″ /> Para mostrar a versatilidade do SUP, a Raglan aposta em equipe de atletas com e sem experiência em competições A surfshop santista Raglan, uma das apoiadoras do I Circuito Santista de SUP Surf, patrocinará uma equipe de supistas para correr as etapas do santista. Apostando no clima de confraternização do evento, a surfshop optou por montar uma equipe formada por pessoas escolhidas principalmente pelo seu entusiasmo e dedicação a esse novo esporte. A grande maioria com pouca ou nenhuma experiência anterior em competições: “são pessoas que conhecemos pessoalmente, clientes e amigos que vem se destacando no freesurf e são apaixonados por SUP. Acreditamos que patrociná-los vai de encontro à nova proposta da Raglan, que está investindo bastante no segmento do Stand Up Paddle, um esporte totalmente ligado ao surf e que permite a participação ativa de toda a família”, afima Carla Forti, gerente da loja. “Queremos mostrar que o SUP é um esporte que vem trazendo de volta à água pessoas que haviam parado de surfar e que tem permitido àqueles que nunca se imaginaram surfando, desfrutarem da incrivel sensação de deslizar sobre as ondas. Em nossa equipe, por exemplo, há pessoas que haviam parado de surfar por motivos de saúde e que voltaram a sentir o prazer de deslizar uma onda graças ao SUP”, completa. A estratégia da Raglan é mostrar ao público ‘na prática’ o quão acessível é o SUP. Porém, a surfshop tomou o cuidado de apostar também em atletas experientes, que já tem um histórico de bons resultados em competições, como Rodrigo de Deus e Gilson Alecrim: “O Rodrigo tem muito talento e é muito profissional. Tem bons reultados tanto em provas de race quanto em provas de surf. Se houvesse um ranking overall (misto de remada e surf), seria sem sombra de dúvida top 3 no país. E o Gilson é um exemplo para todos. Com uma série de bons resultados em competições, ele mantém uma vitalidade de criança aos 52 anos. É um pioneiro do surf que nos últimos anos apresenta uma dedicação total ao SUP”. Carla ainda comenta as outras escolhas da equipe Raglan: ” na feminia, patrocinaremos a Verônica Guerra que além de excelente remadora é educadora física e professora de SUP. A Verônica desenvolve um trabalho fantástico na área do SUP, dando aula para pessoas portadoras de necessidades especiais e tem uma aluna que é deficiente visual. Além dela, na gromets, patrocinaremos o Guilherme Cunha, que ao lado do Theo Cabeleira representa o futuro do Stand Up Paddle e dos board sports; na open, Luciano Meneghello, o “Lulu”, que é um dos caras mais fissurados por SUP que a gente conhece. É sempre o último a sair da água. Ele também correrá a master, juntamente com o Renato Diogo, um ex-atleta de paraquedismo que encontrou no SUP um meio de integrar sua família e é um dos idealizadores do movimento ecológico SUP Consciente e com Reginaldo Lima, o “Naldo”, que deixou de surfar há 8 anos por causa de uma hérnia de disco e por causa do SUP voltou a fazer o esporte que praticou desde os 12 anos”, finaliza. O I Circuito Santista Open de Stand Up Paddle acontece dia 28/05, sábado, no Quebra-Mar em Santos e tem patrocínio Surfsttore, New Advance, Surfclass e é apresentado pela Kasisnki Motos via Projeto K. Tem apoio da Gzero Tech, Future Fins, Quickblade, Água Marinha, Okumura Temakeria, 20 Pés, BHS, Surfers Paradise, Venus, Raglan, Escola de Surf Picuruta Salazar e Prefeitura de Santos, com direção técnica da Associação Santos de Surf e supervisão da Federação Paulista de Surf. Para mais informações, envie e-mail para [email protected]. .jpg”>