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20/06/2011 —
Bezinho, ao centro, encontrou em jeito original de celebrar seu aniversário. Foto: arquivo pessoal O atleta carioca Bezinho Otero estava pensando em organizar um encontro de SUP e reunir seus amigos para celebrar seus 31 anos quando teve uma idéia: organizar um remadão à fantasia – algo nunca antes realizado no Brasil. A idéia foi muito bem aceita por todos e ele resolveu buscar apoio. Três marcas, Wollner, Surftech e Raja Bra, prontamente “compraram a idéia” e foram reponsáveis por toda a estrutura do evento, incluindo barraca com cesta de frutas, alimentos, bebidas e premiação para as três melhores fantasias (kit com camisa, bermurda e mochila) . No dia 19, domingo, um céu azul espetacular, mar flat e água cristalina aguardavam Bezinho e seus convidados para uma remada de 5Km partindo da praia, na altura do quiosque da Warung, na Barra da Tijuca, em direção às ilhas Tijucas. Na volta, após reporem as energias e premiarem as melhores fantasias, chegou a hora cantar os parabéns para o aniversariante, mas não sem antes uma tradicional ovada! Foi um dia perfeito, com alto astral e muitas gargalhadas. “Geral amarradão!” comenta Bezinho que completa: “agradeço à Wollner, Surftech e Raja Bra e a todos meus amigos por terem proporcionado esses momentos de felicidade!”. Confira abaixo as fotos do evento:
17/06/2011 —
. Herbert Passos Neto . Cidade que tem alguns dos espaços mais privilegiados para esportes de remada no litoral paulista, São Vicente recebe a partir de julho o I New Advance SUP Race, evento que terá três etapas em 2011 e é aberto para atletas de todo o país. A primeira delas acontece no próximo dia 03 de julho, na praia do Gonzaguinha, ao lado da nova Escola de Stand Up e Canoa Havaiana da prefeitura municipal. . A modalidade Race, para pranchas até 12.6, terá percurso de 8Km e as disputas acontecem nas categorias Open (aberta), Master (40 a 49 anos), Gran Master (acima de 50), Open Feminino (aberta) e Master Feminino (acima de 40). Na Fun Race, para pranchas até 10.6, o percurso será de 4Km e as categorias serão as mesmas da Race, com exceção das Kids, para crianças até 12 anos, que terá percurso de 1Km. Haverá também uma prova por equipes mistas de 4 pessoas, com percurso de 500m a 1Km, dependendo da etapa, para promover uma eletrizante disputada para empolgar o público e os atletas. . Estarão em jogo cerca de 8 mil Reais em prêmios, sendo mil em dinheiro na categoria principal, a Open Race Masculino. Para Mad William, um dos organizadores, o objetivo é difundir ainda mais a modalidade, que tem na Baixada Santista uma das principais referências do país. “Temos áreas excelentes para Stand Up Paddle. A prefeitura e empresários da região reconhecem isso e estão investindo no esporte”, ressalta o organizador, lembrando que foi a Secretaria de Esportes e Lazer do município que deu o pontapé inicial do projeto. . Inscrições As inscrições custam R$70 nas categorias de Race, R$50 nas de Fun Race e grátis na Kids, para incentivar os mais jovens. . Os interessados podem se inscrever a partir de 17 de junho em Santos na Surfsttore, Av. Pedro Lessa, 796 – tel.: 13 3227-9577; em São Sebastião na 20 Pés, na Estrada do Camburi, 1110 – tel.: 12 3865-2076; e em São Paulo na Board House, Rua Inácio Pereira da Rocha, 339, Vila Madalena- tel.: 11 2364-9686. . A segunda, dia 04 setembro, no Clube Beira Mar e a terceira, em 04 de dezembro, na praia dos Milionários, dando a volta na Ilha Porchat. Para mais informações, envie e-mail para [email protected]. . O I New Advance SUP Race tem patrocínio New Advance e co-patrocínio Surfsttore. Apoio Água Marinha, Rip Cord, Gzero Tech, Quikblade, Board House, Vênus, 20 Pés, Future Fins, Okumura Temakeria, Cascione Advogados Associados, 98FM, Big Frio, Redh Tatoo, Sup Club, Matero, Attitude Riders, Deputado Estadual Luciano Batista, Vereador Diogo Batista e Prefeitura de São Vicente através da Secretaria de Esportes e Lazer. . .jpg”> .jpg”> . Herbert Passos Neto . Cidade que tem alguns dos espaços mais privilegiados para esportes de remada no litoral paulista, São Vicente recebe a partir de julho o I New Advance SUP Race, evento que terá três etapas em 2011 e é aberto para atletas de todo o país. A primeira delas acontece no próximo dia 03 de julho, na praia do Gonzaguinha, ao lado da nova Escola de Stand Up e Canoa Havaiana da prefeitura municipal. . A modalidade Race, para pranchas até 12.6, terá percurso de 8Km e as disputas acontecem nas categorias Open (aberta), Master (40 a 49 anos), Gran Master (acima de 50), Open Feminino (aberta) e Master Feminino (acima de 40). Na Fun Race, para pranchas até 10.6, o percurso será de 4Km e as categorias serão as mesmas da Race, com exceção das Kids, para crianças até 12 anos, que terá percurso de 1Km. Haverá também uma prova por equipes mistas de 4 pessoas, com percurso de 500m a 1Km, dependendo da etapa, para promover uma eletrizante disputada para empolgar o público e os atletas. . Estarão em jogo cerca de 8 mil Reais em prêmios, sendo mil em dinheiro na categoria principal, a Open Race Masculino. Para Mad William, um dos organizadores, o objetivo é difundir ainda mais a modalidade, que tem na Baixada Santista uma das principais referências do país. “Temos áreas excelentes para Stand Up Paddle. A prefeitura e empresários da região reconhecem isso e estão investindo no esporte”, ressalta o organizador, lembrando que foi a Secretaria de Esportes e Lazer do município que deu o pontapé inicial do projeto. . Inscrições As inscrições custam R$70 nas categorias de Race, R$50 nas de Fun Race e grátis na Kids, para incentivar os mais jovens. . Os interessados podem se inscrever a partir de 17 de junho em Santos na Surfsttore, Av. Pedro Lessa, 796 – tel.: 13 3227-9577; em São Sebastião na 20 Pés, na Estrada do Camburi, 1110 – tel.: 12 3865-2076; e em São Paulo na Board House, Rua Inácio Pereira da Rocha, 339, Vila Madalena- tel.: 11 2364-9686. . A segunda, dia 04 setembro, no Clube Beira Mar e a terceira, em 04 de dezembro, na praia dos Milionários, dando a volta na Ilha Porchat. Para mais informações, envie e-mail para [email protected]. . O I New Advance SUP Race tem patrocínio New Advance e co-patrocínio Surfsttore. Apoio Água Marinha, Rip Cord, Gzero Tech, Quikblade, Board House, Vênus, 20 Pés, Future Fins, Okumura Temakeria, Cascione Advogados Associados, 98FM, Big Frio, Redh Tatoo, Sup Club, Matero, Attitude Riders, Deputado Estadual Luciano Batista, Vereador Diogo Batista e Prefeitura de São Vicente através da Secretaria de Esportes e Lazer. . .jpg”>
17/06/2011 —
Mo Freitas bota pra baixo no Hawaii. Foto: arquivo pessoal O jovem brasileiro morador de Haleiwa, Hawaii, Mo Freitas, concorre ao título de “Gromet do Ano” (SUP Grom of the Year) promovido pelo site norte-americano Sup Connect. Mo, tem que tem apenas 13 anos, surfa e compete de pranchinha e também é competidor de SUP Surf e SUP Race. Apesar da pouca idade, já conseguiu uma série de feitos impressionantes: foi capa da revista Fluir, primeiro colocado na na stok class até a18 anos da Battle of The Paddle deste ano, além de ter sido um dos destaques do Trials da primeira etapa do Stand Up World Tour deste em um mar enorme em Sunset Beach. A votação vai até o final deste mês e no momento em que essa matéria vai para o ar, Mo ocupa a segunda colocação com 634 votos, atrás apenas do havaiano Zane Schweitzer e a frente de nomes bem conhecidos como Slater Trout, Kristi Page e Ridge Lenny. Para ajudar Mo a chegar no primeiro lugar, basta clicar aqui e depois clicar em “curtir”. .jpg”>
16/06/2011 —
A necessidade de se rotular o novo ou aquilo que não se conhece bem é inerente ao ser humano. E com o Stand Up Paddle não seria diferente. O problema é que muitas vezes esse “rótulo” contribui para a criação de preconceitos que em nada tem a ver com a realidade do esporte. Aqui abordaremos alguns dos mais conhecidos. I – “O SUP é para velhos” No Hawaii, assim como no resto do mundo, é cada vez maior o número de gromets no SUP. Foto: SUWT.com É verdade que a facilidade para se aprender os conceitos básicos do SUP tem permitido a muitas pessoas mais velhas, que nunca praticaram um boardsport antes ou que há muito tempo não surfavam, a praticá-lo, e não há nenhum problema quanto a isso, pelo contrário! Estamos muito satisfeitos que seja assim. Porém, o SUP está longe de ser apenas um esporte “para velhos”! A verdade é que este é um dos esportes mais democráticos que existem. É praticado por crianças, jovens, adultos e idosos, homens e mulheres. Antes de rotular o Stand Up Paddle, lembre-se que o campeão mundial de SUP Surf, Kai Lenny, tem 18 anos; campeonatos de SUP Surf e Race contam com categorias infantil e junior. II – “O SUP é mais fácil do que o surf” O aprendizado é fácil quando feito em águas calmas, mas as coisas mudam em um mar agitado. Foto: standuplatino.com É verdade que é mais fácil para começar e ai está um dos maiores trunfos do SUP. O surf requer persistência e bom preparo físico e muitas vezes são necessárias algumas investidas do iniciante para conseguir executar a sua primeira onda, enquanto que o Stand Up Paddle não requer nenhuma onda. 99,9% dos inciantes conseguem executar suas primeiras remadas no seu primeiro dia de SUP e muitos também obtém sucesso imediato ao tentar correr uma onda pequena Mas quando se trata de entrar e surfar em ondas de verdade, as coisas ficam complicadas. Fatores como vento e arrebentação, por exemplo, dificultam bastante a prática de Stand Up Paddle em um dia de ondas. O surfista pode facilmente passar debaixo da espuma mas o supista não. E ainda há a preocupação com o remo e as pessoas ao redor. Ventos fortes atrapalham bastante o posicionamento de um supita para entrar na onda e as manobras do SUP surf requerem uma leitura mais precisa e rápida da parede da onda. Quantas vezes ouvimos “Eu pensei que era mais fácil! “… III – “O SUP é só para ondas pequenas” Arnaud Frennet dropa uma morra chilena. Foto: standuplatino.com Assim se pensava até recentemente. Mas hoje, a performance de atletas em picos como Jaws, Teahupoo, e em ondas mutantes em países como Chile e Califórnia, mostram que o Stand Up Paddle surf também é funciona onde só se acreditava ser possível surfar de tow in. IV – “O SUP não permite surfar com radicalidade” Leco Salazar quebrando paradigmas e ondas no Hawaii. Foto: James Thisted Falso! Para demonstrar que o Stand Up Paddle Surf é um esporte que pode ser praticado com muita radicalidade, há uma abundância de exemplos que vão desde inacreditáveis tubos taitianos às incríveis manobras progresivas de atletas como Leco Salazar e Alexandre Magrinho. Não há dúvida: com a evolução constante das pranchas e remos o SUP surf pode ser praticado com muita radicalidade. V – “Surfistas não gostam do SUP” Kelly Slater, assim como muitos pros, pratica SUP. Foto: paddleboard.net Há de fato alguns surfistas abertamente contra a prática do SUP, mas você não pode generalizar. Na verdade, o número de surfistas que admira e também pratica o Stand Up Paddle é bem maior. Exemplos não faltam no surf profissional. Muitos profissionais como o decacampeão mundial Kelly Slater usam o SUP como treinamento, uma maneira de manter-se em forma e continuar em contato com o oceano. Nesse aspecto, é importante que o praticante de SUP surf conheça seus limites e respeite as regras de etiqueta que regem o universo do surf (confira aqui artigo do SUPCLUB.com.br sobre o assunto) de maneira a contribuir para uma convivência harmônica entre as modalidades. Agradecimentos: O texto acima é uma adaptação ao texto original de Arnaud Frennet gentilmente autorizada pelo site standuplatino.com ?
14/06/2011 —
Fontes de consulta: Brasil faz bonito no Peru: Luis Sariva ao centro entre Bruno Pitanga à esquerda e Roberto Vieira à direita. Foto: Arquivo pessoal Roberto Vieira Realizado entre os dias 7 ao 12 de junho, o “Cemento Pacasmayo Classic 2011” é um dos maiores campeonatos de board sports realizados no Peru tendo como palco as longas, perfeitas e geladas esquerdas de Pacasmayo, onda internacionalmente conhecida, localizada na costa norte do país. As disputas foram realizadas em Kitewave, Windsurf e SUP Surf e atrairam alguns dos melhores competidores sul-americanos. No SUP Surf os brasileiros fizeram bonito e três dos quatro finalistas eram brasileiros, sendo o posto mais alto do pódio ocupado pelo gaúcho Luis Saraiva, que soube aproveitar a vantagem do seu conhecimento das ondas (ele está há mais de 1 mês hospedado no pico) traçando linhas muito agressivas e precisas em ondas maravilhosas para o SUP Surf. O campeonato transcorreu com altas ondas todos os dias, com formação perfeita e altura em torno de 1m a 2m com cerca de 1 km de extensão. O baiano Roberto Vieira ficou com o segundo lugar (ele também foi vice campeão no Kitewave), José Gomes Jarita, do Peru, em terceiro e o Bruno Pitanga, também da Bahia, em quarto. Luis Saraiva, primeiro colocado. Foto: gokite.com.br Roberto Vieira, segundo colocado. Foto: kanecasurfboards.blogspot.com José Jarita, terceiro colocado. Foto: kanecasurfboards.blogspot.com Bruno Pitanga. quarto colocado. Foto: kanecasurfboards.blogspot.com Fontes de consulta: Fontes de consulta: http://kanecasurfboards.blogspot.com/ , http://www.gokite.com.br
13/06/2011 —
Em sua décima edição, o Annual Teva Mountain Games atraiu grande público e disputas eletrizantes Supistas havaianos venceram as principais categorias do ’10th Annual Teva Mountain Games’, evento realizado no estado do Colorado, EUA, que é considerado a principal competição de SUP em rios do mundo. O campeonato, que se encontra em sua décima edição, conta com uma série de modalidades de SUP, incluindo até uma disputa SUP Surf, realizada em uma onda estática de rio, formada pelo encontro da forte correnteza contra elevações rochosas. As outras modalidades são o Cross SUP e o SUP Race. Além disso, uma série de eventos, entre shows e exposições, contribuíram para grande sucesso de público. Mariko Strickland natural de Kauai, Havaí e o jovem Noa Ginella, natural do Noth Shore de Oahu, Havaí, venceram no SUP Cross, considerada a principal prova do evento. A prova de SUP Race, é realizada em uma corredeira e por isso exige muito equilíbrio e concentração dos competidores. Strickland, que também é jogadora de futebol, disse que adorou a experiência de competir em corredeiras e prometeu repetir a experiência no próximo ano: “remar em corredeiras é totalmente diferente do que o oceano, mas é muito divertido”, disse ela. “É rápido e você realmente tem que olhar e planejar muito à frente, que é um aspecto semelhante às provas em oceano, mas, no geral, é bem diferente”, completa. Noa Ginella, vencedor no Cross SUP masculino Outras mulheres finalistas foram Nikki Gregg, do estado do Oregon, em segundo, Jenny MacArthur, do estado do Colorado, em terceiro e Nicole Duke, também do Colorado em quarto. No masculino, os outros finalistas foram Adam Cummings, da Califórnia, segundo, Nick Troutman, terceiro e Charlie MacArthur, em quarto (ambos do Colorado). Todd Bradley, CEO e fundador da C4 Waterman, principal patrocinador do evento líder e mundial na produção de pranchas de SUP infláveis, ideais para a prática em corredeiras, estava visivelmente emocionado com o entusiasmo e grande participação do público que prestigiou o evento. Além disso, cinco dos oito finalistas eram de sua equipe. O River SUP, como é conhecido o SUP praticado em rios e lagoas é considerado hoje nos EUA a modalidade de SUP com maior potencial de crescimento e já conta com associações e campeonatos espalhados pelas cidades do interior norte-americano. Países como Alemanha, Holanda e Suíça, tem mostrado grande crescimento em número de praticantes no continente europeu. No Brasil, a cidade de Brasília é o principal centro da modalidade. Fonte: supconnect.com ?
09/06/2011 —
A pesca de SUP além de fácil, pode surpreender. Foto: supglobal.com Quando dizemos que as possibilidades de diversão oferecidas por um SUP são quase infinitas, não estamos exagerando tanto assim… Pescar, por exemplo. Você já parou pra pensar o quão divertida essa atividade pode ser a bordo de um SUP? Muita gente sim, e o ‘SUP Fishing’ já é uma realidade em muitos lugares, com uma série de equipamentos específicos para a prática já disponíveis no mercado (ver final da matéria). As vantagens são muitas. Com um SUP você vai tão longe quanto um barco a remo ou um caiaque, com a diferença de que transportar uma prancha para a praia ou rio onde se deseja pescar é mais fácil do que transportar uma embarcação. E, uma vez na água, você pode pescar confortavelmente em lugares em que embarcações normais não vão, como em águas rasas, sobre recifes, entre costões de pedra e bancos de areia. Além disso, seu campo de visão é privilegiado, o que é importante na hora de escolher o melhor local para a pesca. É possível manter-se em pé ou sentado na prancha, ou, dependendo da configuração de equipamentos, usar uma caixa térmica como banco. Por razões óbvias, pranchas pequenas não são indicadas para a prática. Os especialistas aconselham o uso pranchas acima de 10 pés, mas, uma prancha menor, porém com boa largura também funciona se você não for muito alto e nem muito pesado. As vantagens são muitas. Com um SUP você vai tão longe quanto um barco a remo ou um caiaque, com a diferença de que transportar uma prancha para a praia ou rio onde se deseja pescar é mais fácil do que transportar uma embarcação. E, uma vez na água, você pode pescar confortavelmente em lugares em que embarcações normais não vão, como em águas rasas, sobre recifes, entre costões de pedra e bancos de areia. Além disso, seu campo de visão é privilegiado, o que é importante na hora de escolher o melhor local para a pesca. É possível manter-se em pé ou sentado na prancha, ou, dependendo da configuração de equipamentos, usar uma caixa térmica como banco. Por razões óbvias, pranchas pequenas não são indicadas para a prática. Os especialistas aconselham o uso pranchas acima de 10 pés, mas, uma prancha menor, porém com boa largura também funciona se você não for muito alto e nem muito pesado. Exemplo de configuração para pesca. Foto: guyfletcher.co.uk Para a pesca é necessário, pelo menos um suporte para a vara de pesca e uma caixa para acomodar os peixes e os utensílios usados. Fizemos uma busca na internet e é possível encontrá-lo no site “Mercado Livre”. O preço gira em torno de R$ 50,00 e seu encaixe deve ser instalado da mesma forma que um copinho de quilha. Já a caixa só foi encontrada em sites estrangeiros – o que não quer dizer que não exista por aqui. Entretanto, é muito fácil fazer adaptações. O ideal é uma caixa plástica, com as laterais em grade que pode ser fixada à prancha através de fitas ou com encaixes adaptados aos moldes do copinho. Dentro dela pode-se acomodar outra caixa ou bolsa térmica, apetrechos de pesca, etc. A configuração fica a seu critério. Há que use uma armação com canos de PVC de maneira a acomodar e proteger a caixa, por exemplo. Use a sua criatividade e faça a sua configuração. Quem já experimentou garante que é super agradável. Outro exemplo de configuração. Foto: kenalu.com Selecionamos abaixo dois vídeos. O primeiro, mostra o momento em que o supista fisga um peixe e o segundo, é um vídeo explicativo sobre os equipamentos de pesca pra o SUP (em inglês sem legenda). Confira: Fontes de consulta: standuplatino.com, youtube.com, guyfletcher.co.uk , httphorsesmouth.typepad.com, kenalu.com, supglobal.com
08/06/2011 —
Com uma idéia na cabeça e uma câmera no remo, o campeão mundial Kai Lenny aproveitou as pequenas ondas que antecederam o big swell da etapa do Tahiti para filmar em uma única sessão uma queda em uma bancada próxima à Sapinus. Repare na transparência da água, na proximidade com que as ondas quebram dos corais e, claro, no talento de Lenny. A trilha sonora fica por conta de um excelente remix feito sobre a música “Animal”, da banca sueca Miike Snow. Confira! Fonte: youtube.com/kaiwatermanlenny
06/06/2011 —
Quando o assunto é SUP, Daniel Miranda entende tanto da parte teórica quanto prática. Foto: arquivo pessoal Ex surfista profissional e Free Surfer com um longo histórico de viagens e matérias para revistas especializadas, o santista Daniel Miranda atua como juiz de surf desde 1998. Começou julgando campeonatos regionais e hoje faz parte do quadro da Federação Paulista e da ASP South América, atuando no quadro técnico de etapas brasileiras do Circuito Mundial, como o Local Motion, realizado no Guarujá, além dos campeonatos Pro Junior e Paulista Profissional. Daniel também é um grande entusiasta do SUP Surf (esporte que pratica regularmente) e por conta de sua relação com o esporte, vem estudando as regras de julgamento, acompanhando campeonatos e atuando como juiz nos torneios cada vez mais frequentes no litoral paulista. Sua atuação como “Head Judge” (o juiz principal, que atua como uma espécie de maestro orientando os outros juízes) na primeira etapa do Circuito Santista de SUP Surf foi bastante elogiada e ele vem se consolidando como referência em julgamentos de SUP Surf. Por conta disso, resolvemos fazer algumas perguntas para ele sobre regras de julgamento. Aliás, antes de começar, aproveitamos para deixar no ar uma pergunta: um circuito mundial, com uma etapa no Brasil e competidores brasileiros não deveria ter um juiz brasileiro? SUP entrevista: Daniel Miranda Daniel à esquerda, ao lado de Marcos Quito. Foto: arquivo pessoal SUPCLUB – O que mais agrada um juiz quando ele vai julgar uma onda surfada de SUP? Daniel Miranda – Quando o surfista faz a leitura da onda, usando o remo e executando manobras com as bordas da prancha. SUPCLUB – O que vale mais: uma manobra feita com pressão, como um batidão “na lata” sem usar o remo ou uma manobra nem tão radical, mas onde o remo foi usado para completá-la? Daniel Miranda – Depende da manobra. O ideal é usar sempre o remo nas manobras, como um pivô. Mas é claro, uma manobra feita na parte crítica da onda será sempre bem valorizada. Dessa forma quanto mais radical a manobra for e quanto mais o remo for usado em sua execução, maior será a pontuação. SUPCLUB – O atleta que rema muito tempo deitado, durante a bateria, recebe algum tipo de punição? Daniel Miranda – O atleta tem uma certa tolerância para remar deitado, mas eu ainda não ouvi falar em nenhuma punição. SUPCLUB – Como funcionam as interferências no SUP Surf? Os critérios são os mesmos do surf ou há mais tolerância? Daniel Miranda – É exatamente como no surf. O critério usado é o mesmo. Deve-se respeitar quem tem a prioridade na onda. Tirando onda em Lobitos, Peru. Foto: arquivo pessoal SUPCLUB – Até que ponto o estilo é importante no julgamento de uma onda? Fazer o bico, como no longboard ou acrobacias com o remo ajudam? Daniel Miranda – Bom, ano passado, tive a oportunidade de estar presente na etapa mundial em Ibiraquera e na verdade essas acrobacias como pé no bico, etc. não funcionam muito não. São encaradas como um complemento à nota da onda surfada. .jpg”>
05/06/2011 —
Confira o vídeo do último dia do evento principal do Sapinus Pro 2011, terceira etapa do circuito mundial de SUP Surf, realizada no Tahiti. O evento foi marcado por condições épicas de SUP Surf durante todos os dias. Ondas perfeitas porém pesadíssimas alcançando cerca de 10 pés de altura. No final, a vitória ficou com Peyo Lizarazu, vice campeão mundial em 2010 e que após disputar uma série de finais do circuito, finalmente vence sua primeira etapa. Confira o vídeo: Fonte: standupworldtour.com