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IWC 2011– No domingo, SUP Surf segue em espera

03/08/2011 —

Praia de Ibiraquera, Imbituba. Foto: Divulgação Atualizado domingo – 14h00 A presença de fortes ventos nordeste durante todo dia de sábado levaram a organização do Ibiraquera Wave Contest a priorizar as baterias do brasileiro de windsurf, deixando o SUP Surf em espera por condições mais amenas de vento previstas para ocorrer a partir de domingo. No entanto, após a primeira chamada no domingo, a organização optou por aguardar até a segunda-feira para a primeira chamada às 7h30 para o possível início das competições de SUP Surf.   Ian Vaz tenta surfar em meio a ventos de 50km/h. Foto: Beto Vaz O swell se mantém com ótima qualidade durante toda a semana e a janela de espera até o dia sete possibilitam à organização do IWC aguardar por melhores condições para o início do SUP Surf. Transmissão ao vivo Os organizadores do IWC informam que as baterias serão transmitidas ao vivo no próprio site do evento ou através do site da Surfpro, porém, devido a problemas com sinal da internet, até o momento não resolvidos, as baterias não puderam ser transmitidas no primeiro dia. De acordo com os organizadores todos os esforços estão sendo feitos para que em breve o problema seja resolvido. Retornaremos a qualquer momento com maiores novidades.   .jpg”>  

SUWT cancela etapa em Ibiraquera.

03/08/2011 —

Em comunicado a Waterman League, responsável pela realização do circuito mundial de SUP Surf, anunciou que infelizmente houve um impasse durante as negociações para a realização da etapa de Ibiraquera que levaram ao cancelamento da etapa. Há no momento negociações para que a etapa ocorra em outra região do Brasil, no mês de outubro. O local exato ainda não foi revelado e nem o andamento das negociações. Este é o terceiro cancelamento de etapa ocorrido em 2011.  As etapas do World Tour no Chile e na Australia previstas no início do ano também foram canceladas. A próxima etapa confirmada será realizada em Huntington Beach, Califórnia, de 28 setembro – 4 outubro. Fonte: Em comunicado a Waterman League, responsável pela realização do circuito mundial de SUP Surf, anunciou que infelizmente houve um impasse durante as negociações para a realização da etapa de Ibiraquera que levaram ao cancelamento da etapa. Há no momento negociações para que a etapa ocorra em outra região do Brasil, no mês de outubro. O local exato ainda não foi revelado e nem o andamento das negociações. Este é o terceiro cancelamento de etapa ocorrido em 2011.  As etapas do World Tour no Chile e na Australia previstas no início do ano também foram canceladas. A próxima etapa confirmada será realizada em Huntington Beach, Califórnia, de 28 setembro – 4 outubro. Fonte: stand up latino .jpg”>

Andrea Moller vence a Molokai 2 Oahu; Mitchell conquista seu décimo título

03/08/2011 —

Andrea Moller novamente chega em primeiro. Foto: supconnect.com Brasileiros conquistaram bons resultados durante a 15ª Molokai-2-Oahu (M2O) Paddleboard World Championship, tradicional prova  havaiana de paddleboard que nos últimos anos incluiu o Stand Up Paddle entre as categorias em disputa. A paulista radicada na ilha de Maui, Hawaii, Andrea Moller foi a vencedora da categoria SUP feminino. Livio Menelau, pernambucano também radicado em Maui, conquistou a terceira colocação no geral do SUP masculino, chegando atrás apenas do campeão Connor Baxter(grande promessa havaiana de apenas 16 anos) e Scott Gamble, o segundo colocado. Mo Freitas, de apenas 13 anos, filho do brasileiro Tony Freitas, radicado em Oahu, foi o 35º colocado na geral masculina e sétimo colocado por equipes. Já o paulista Alessandro Matero, também conhecido como “Amendoim”, atualmente em segundo lugar no ranking brasileiro de SUP race, viajou ao Hawaii para participar de algumas provas e foi o segundo colocado na categoria 30 a 39 anos. Considerada uma das provas mais difíceis do mundo, a Molokai 2 Oahu é uma prova conhecida por levar seus competidores ao limite. São 32 milhas de travessia em mar aberto, por entre o canal que separa as ilhas havaianas de Molokai e Oahu. Neste ano, apesar das correntes favoráveis e ventos relativamente fracos, as condições foram consideradas difíceis principalmente por conta da presença constate de swells de até seis pés de altura surgindo em várias direções, além da longa distância percorrida. Mitchell é dez   Jamie Mitchell. Foto: themolokainews.com O australiano Jamie Mitchell foi grande destaque da prova ao conquistar seu décimo título. Bastante cansado após as quatro horas, 40 minutos e 31 segundos em que passou remando deitado sobre sua paddleboard, o australiano de 34 anos dava sinais de que essa provavelmente seria sua última prova. Dois dos seus principais adversários na prova tinham idade inferior aos 18 anos. “Sinto que o peso inteiro das ilhas havaianas foi retirado de minhas costas”, disse logo após cruzar a linha de chegada. Foi uma vitória com muita emoção e um alívio para Mitchell, que completou uma década invicto. Seu décimo título o colocou em pé de igualdade com seu companheiro de equipe (Quiksilver) Kelly Slater, dez vezes campeão mundial de surf. Slater foi um dos primeiros a louvar a realização do australiano: “Jamie chegou a um patamar que poucos atletas alcançaram”, disse Slater. “Vencer uma prova dessa por dez anos consecutivos, enfrentando os melhores do mundo por todo esse tempo e nessas condições duríssimas e imprevisíveis é um feito inacreditável e inspirador”, finalizou o ícone do surf mundial. Fonte: themolokainews.com .jpg”>

Filipe Blanco cria SUP com materiais reciclados

02/08/2011 —

Filpe exibe prancha feita com materias reciclados ladeado pelos blocos feitos a partir de sobras. O shaper santista Filipe Blanco, fundador da marca “Surf!?”, trabalha com pranchas de surf desde 1998. Começou como muitos, consertando e pintando pranchas usadas até dominar a arte do shape. Porém, desde o início, lhe chamava a atenção a grande quantidade de sobras e resíduos eram gerados após a fabricação de uma prancha. Filipe passou então a trabalhar com a reciclagem desse material numa época em que mal se conhecia o conceito dos três R’s (Reduzir, Reutilizar e Recilcar). Com muito talento e imaginação, pedaços de blocos, tecidos e resinas, que teriam como destino o lixo, nas mãos de Filipe transformaram-se em utilitários como abajures, lustres, troféus e esculturas que são verdadeiras obras de arte. A experiência adquirida ao longo do anos levaram Filipe a criar uma linha de pranchas feitas com material reaproveitado de sobras de produção com grande aceitação. Agora, ele passou a desenvolver também pranchas de Stand Up Paddle dentro desse conceito. Quem testou garante que não deve nada a um SUP convencional. Fomos conversar com Filipe para saber um pouco mais sobre essas pranchas e conhecer seu trabalho. Confira a entrevista.  SUP Entrevista: Filipe Blanco SUPCLUB – Quando surgiu a idéia fazer um SUP com bloco reciclado? Alguém te influenciou nesse sentido? Filipe – Eu havia Produzido a primeira Prancha com material reutilizado. Além do Material ela também foi produzida com a idéia de poder surfar com ou sem quilhas. Postei  a foto dela no Facebook e rolou em seguida uma matéria no Waves e na Record. Então, um surfista de Bombinhas me adicionou no Facebook e perguntou se eu também fazia SUPs. Fiz o Primeiro pra ele e fui entregar pessoalmente em Bombinhas. SUPCLUB – E como funciona o processo fabricação da prancha? Filipe – Separo o isopor que seria jogado no lixo (inclusive também coleto de outros fabricantes). Faço uma seleção dos tamanhos ideais, de acordo com a espessura da Prancha. Colo os pedaços e depois levo pra usinar. Dessa maneira procuro manter uma sustentabilidade, pois essas sobras são especificamente dos próprios SUP. SUPCLUB – Você pensa em comercializar essas pranchas? Caso sim, há diferença de preço em comparação a uma prancha não reciclada? Filipe – Sim, elas já estão sendo comercializadas. Tanto os SUPs, Long,Fun e pranchinhas. Nas pranchinhas o valor é mais em conta. Os SUPs são mais trabalhosos. Mas não há tanta diferença. Vale lembrar que existe um “conceito” e o cliente sabe que está fazendo sua parte pelo Meio Ambiente. SUPCLUB – você tem algum piloto de testes para esses SUPs? Como as pranchas se saem na água? Filipe – O primeiro SUP que fiz foi para esse surfista que da aulas numa Escola de Surf em Bombinhas. A galera do Floripa Surf Club também testou, porém, só da remada, não sentido qualquer diferença. O funcionamento das Pranchas são vem similares. Não costumo fazer pranchas high performance recicladas. A especialidade são as pranchas abaixo dos seis pés. Bicos mais arredondados e maior flutuação. Os SUP não tem tanta variação porque é maior. SUPCLUB – Poderia falar também sobre os seus outros projetos de reciclagem? Filipe – Essa resposta é bem longa! (risos) Minha família já trabalha com reutilização a mais de 50 anos em Santos e isso foi crucial em minha evolução como fabricante de Pranchas. Desde meu início, consertando as pranchas em 1998 até hoje, continuo mantendo a sustentabilidade, já que as mesmas duram mais tempo. Nesse período também comecei a reaproveitar as sobras de resina, fibra, madeira e tinta, criando peças de decoração e utilitários. Faço Palestras sobre reutilização, consultoria, oficinas, exposições. Tenho um projeto que comecei em 2008 chamado “O Reciclador Peregrino”, que basicamente se resume em viajar para lugares que tenham Surf ou possibilitem a pratica de esportes com remo e nesses lugares eu sempre levo comigo minha prancha reciclada, para mostrar o que pode ser feito com os resíduos da Fabricação. Além disso, também passo noções para a galera local sobre Reutilização de resíduos domésticos. Produzo algumas artes e deixo com as pessoas que mais fiz amizade durante minha estadia no local. Em janeiro desse ano, fui para o Peru e a galera testou a prancha e acabei deixando alguns “rastros artísticos” por lá também! Estou em busca de Parceiros que ajudem a viabilizar essa Iniciativa que tem tido uma boa aceitação por parte das pessoas que conheci durante minhas caminhadas. Meu sonho é poder um dia não ver mais as ruas cheias de coisas úteis sendo jogadas e poluindo nosso Planeta. Desde já agradeço pela oportunidade de passar a informação ao leitor que precisa entender sobre os problemas do consumo sem organização. Para saber mais sobre o trabalho de Filipe acesse:  www.filipeblancoart.com.br SERVIÇO De 02 a 28 de agosto, das 9 às 18h, os trabalhos de Filipe, juntamente com outros artistas ligados ao mundo do surf, poderão ser conferidos no Aquário Municipal de Santos durante a exposição “Arte de Hoje”. O Aquário Municipal fica na avenida Bartolomeu de Gusmão (jardim da orla) – Ponta da Praia Santos. Tel: 13 3236-9996   CONFIRA ABAIXO ALGUNS DOS TRABALHOS DE FILIPE .jpg”> De 02 a 28 de agosto, das 9 às 18h, os trabalhos de Filipe, juntamente com outros artistas ligados ao mundo do surf, poderão ser conferidos no Aquário Municipal de Santos durante a exposição “Arte de Hoje”. O Aquário Municipal fica na avenida Bartolomeu de Gusmão (jardim da orla) – Ponta da Praia Santos. Tel: 13 3236-9996   CONFIRA ABAIXO ALGUNS DOS TRABALHOS DE FILIPE

SUP Entrevista: Neno Matos

01/08/2011 —

Legend do surf, Neno vem se destacando também no SUP. Foto: Ronald Izoldi/Dias de ilha Se existisse um “Hall of Fame” do surf brasileiro, certamente o nome de Neno Matos estaria em local de destaque. Aos 51 anos de idade, esse veterano do surf, colecionador de uma série de títulos brasileiros e estaduais, ainda tem muito gás e segue dando muito trabalho a seus adversários. Competidor nato, com o tempo, aproximou-se também de outros esportes, como a maratona, ciclismo e o Stand Up Paddle. No SUP, tem apresentado uma evolução impressionante, conquistando resultados cada vez mais expressivos em provas de SUP Race. Na primeira etapa do circuito New Advence de SUP race, prova que contou com alguns dos melhores competidores do país, Neno foi o segundo colocado no geral na 12’6″ (entre todas as idades), percorrendo os 8km do percurso com o tempo de 59m37s (Luis “Animal” Guida, o primeiro colocado, fez 58m08s). O SUPCLUB trocou uma idéia com esse incrível atleta para saber um pouco mais sobre sua rotina de treinos, seus trabalhos de inclusão social com sua escolinha de surf, faculdade de educação física e, claro, Stand Up Paddle! Confira. SUP Entrevista: Neno Matos A caminho de mais um pódio. Foto: Herbert Passos Neto SUPCLUB – Como foi o seu primeiro contato com o Stand Up Paddle e quando você decidiu ter uma prancha e passar a praticá-lo? Neno – Eu conheci o SUP através do Jorge Pacelli e do Pipo (Luis Felipe Gontier, proprietário da Gzero). Fizemos uma reunião com o Pipo que nos ofereceu uma parceria com os proprietários das escolas de surf, oferecendo os SUPs com um preço bem acessível para que divulgássemos mais o esporte.  SUPCLUB – E como foi o seu envolvimento com as competições de SUP race, o que levou você a fazer essas provas? Neno – Sempre gostei de competição e acho que isto veio do DNA da do meu querido pai. Ele era o único pescador do Guaiúba que saia remando em pé, furando as ondas com sua canoa, ai fica explicado porque a família se deu bem no cenário deste esporte maravilhoso que é o surf e o stand up paddle! Mas não posso deixar de agradecer meu eterno amigo, parceiro e incentivador Neco Carbone. Nas minhas vitórias ele sempre será lembrado e também ao Pipo por emprestar as pranchas no inicio. Aéreo na capa da Fluir em 86. Atualmente estou com o patrocínio da Starboard que me proporcionou pranchas de primeira geração, feitas de fibra de carbono super leves e velozes e estou conquistando boas colocações e alguns títulos. Fica aqui registrado os meus agradecimentos ao Ricardo Munhoz e ao Beto Farias por terem acreditado no meu talento e na minha determinação… e vamos remando que atrás vem gente (risos)… Aloha!! SUPCLUB – Além das provas de SUP Race, você também faz maratonas e ciclismo. Como é a sua preparação física? Você faz alguma atividade complementar ou os próprios treinos para essas atividades se complementam? Neno – Faço provas de pedestrianismo 10km e também meia maratona, musculação,natação e trabalho funcional, o ciclismo é mais para condicionamento. Minha preparação física vem dos 12 anos, quando comecei a competir. Coloquei uma meta na minha vida para ser um bom atleta: preciso treinar como se estivesse competindo; não beber; não fumar; não usar droga; dormir cedo; ser humilde e tratar bem as pessoas. Coloquei isto em prática e hoje estou colhendo os frutos graças a Deus. SUPCLUB – E como foi o seu envolvimento com as competições de SUP race, o que levou você a fazer essas provas? Neno – Sempre gostei de competição e acho que isto veio do DNA da do meu querido pai. Ele era o único pescador do Guaiúba que saia remando em pé, furando as ondas com sua canoa, ai fica explicado porque a família se deu bem no cenário deste esporte maravilhoso que é o surf e o stand up paddle! Mas não posso deixar de agradecer meu eterno amigo, parceiro e incentivador Neco Carbone. Nas minhas vitórias ele sempre será lembrado e também ao Pipo por emprestar as pranchas no inicio. Atualmente estou com o patrocínio da Starboard que me proporcionou pranchas de primeira geração, feitas de fibra de carbono super leves e velozes e estou conquistando boas colocações e alguns títulos. Fica aqui registrado os meus agradecimentos ao Ricardo Munhoz e ao Beto Farias por terem acreditado no meu talento e na minha determinação… e vamos remando que atrás vem gente (risos)… Aloha!! Em movimento, seja na água ou no asfalto. Foto: arquivo pessoal SUPCLUB – Você pode comentar um pouco sobre o seu trabalho com a sua escola de surf? Você faz também um trabalho de inclusão social através de sua escola, certo? Poderia comentar como é? Neno – Quando decidi montar a Escola de Surf Neno Matos tinha sonhos e propósitos. Meu sonho era ensinar o esporte e com ele inserir crianças carentes na sociedade, assim como aconteceu com minha família, mas no Guarujá é tudo difícil. Não tive respaldo pelo nosso poder executivo. O que me conforta é que realizei este trabalho com a A.E.S.G (Associação das Escolas de Surf do Guarujá) com o projeto Surf na Piscina. Mas continuo insistindo. Já o propósito era montar uma escola de surf onde eu poderia passar toda a metodologia do esporte com segurança e tranquilidade. Por isso escolhi o canto das Astúrias, onde eu desenvolvo um trabalho com crianças a partir dos cinco anos de idade. Uma aula que eu montei totalmente para eles e os pais adoram, além dos novinhos de 60 anos pra cima! Mas para tudo isto acontecer, com toda experiência de surf, me graduei em Educação Física para ter mais embasamento sobre como funciona o corpo humano. Estou há oito anos com minha escola. Dei várias aulas para pessoas especiais com Síndrome de Down, Síndrome de West, deficientes auditivos e também outra patologias como diabete, asma, bronquite, hipertenso… e sabe, o melhor de tudo isto é o

Circuito Santista de SUP Surf: balanço da segunda etapa

31/07/2011 —

Renato Wanderley na onda que lhe rendeu 9.33 pontos na final. Foto: Wagner Morishita

Santista de SUP Surf:Renato Wanderley vence etapa e assume a liderança

30/07/2011 —

  Com uma onda 9.3 Renatinho vence a etapa e assume a liderança.     O local do Quebra-mar, Rentano Wanderley, foi o grande campeão da segunda etapa do Circuito Santista Open de Stand Up Up Paddle. Com a vitória, Renato assume a liderança do ranking e fica mais perto de levar uma moto okm oferecida pela Kasinski. Em ondas com cerca de meio metro e boa formação, Renatinho, logo no início da bateria, soube escolher bem uma direita da série e simplesmente destruiu a onda, arrancando um 9.3 logo no início da bateria; Leco Salazar logo depois tentou dar o troco, surfando outra onda, também de série, porém menor, aproveitando cada centímetro da parede da onda com manobras, finalizando-a com um 360 que é sua marca registrada, que recebeu nota 8 dos juízes. Sua maior pontuação na bateria. As ondas, apesar de bem formadas, demoravam muito, o que forçava os competidores a investir nas ondas intermediárias, com menor potencia e muito gordas. Caio Vaz, do Rio de Janeiro, mostrou novamente que não veio a Santos para fazer turismo, e também surfou muito bem, mas faltou ao carioca uma onda com mais parede e tamanho (Caio também correu a Junior e foi o grande campeão). A mesma dificuldade encontrou o gaúcho Luis Saraiva, que surfou apenas duas ondas na bateria. Leco ainda tentou encontrar uma onda boa o suficiente para superar o 9.3 de Renato mas não a encontrou. Final, Renato Wandreley em primeiro, Leco em Segundo, Caio em terceiro e Luis Saraiva em quarto. Os outros vencedores foram: Augusto Martins, na Master, Kate Brandi na Feminino; Caio Vaz, na Junior e Felipe Gaspar na infantil. Visual do Quebra-mar durante o campeonato Confira os resultados das finais: Open 1. Renato Wanderley 2. Leco Salazar 3. Caio Vaz 4. Luis Saraiva Master 1. Augusto Martins 2. Tremembé 3. Neno Matos 4. Rodrigo de Deus Feminino 1. Kate Brandi 2. Milena Amaral 3. Nicole Pacelli 4. Camila Ventura Junior 1. Caio Vaz 2. Ian Vaz 3. Matheus Salazar 4. Yuri Daberkow Infantil 1. Felipe Gaspar 2. Theo Camargo 3. Guilherme Cunha 4. Guilherme Correa Em breve reportagem completa .jpg”>

Matero, Moller e Menelau são Brasil no Molokai-2-Oahu (M2O) neste domingo

29/07/2011 —

Matero, Moller e Menelau são Brasil no Molokai-2-Oahu

SUP Entrevista: Luis “Animal” Guida

27/07/2011 —

À primeira vista, quem observa o paulistano Luis Carlos Guida não consegue entender como podem chamar aquele cara tranqüilo de “Animal”.  Mas se o observador estiver em meio a uma competição de remo, rapidamente vai perceber que após soar o gongo, logo nas primeiras braçadas, a coisa muda de figura e o apelido “cai como uma luva”.  Hoje, o “Animal” é um dos maiores competidores de SUP Race do Brasil. E segue o ano de 2011 com uma sequência impressionante de vitórias: 1º lugar na primeira etapa do brasileiro de SUP Race, 1º lugar na primeira e segunda etapas do paulista de SUP Race e vencedor da primeira etapa do circuito New Advance, nas categorias SUP Race e SUP Surf no mesmo dia. Isso mesmo que você pensou, após vencer a categoria Race, ele descolou uma prancha 10 pés para competir na SUP Surf e venceu!  Resultados tão expressivos não acontecem por acaso. Eles são fruto de muita dedicação e força de vontade. Luis chegou a ter três tipos de empregos diferentes ao mesmo tempo para conseguir manter-se próximo ao universo do remo e seguir com os treinos.  Em entrevista para o SUPCLUB, Luis conta uma pouco sobre suas primeiras remadas, aos 14 anos, no Caiaque Pólo, passando por várias modalidades de remo como o Rafting, Canoa Havaiana e, claro, SUP, além de rotina de treinos e a expectativa para conseguir competir na Califórnia no final do ano. SUP Entrevista: Luis “Animal” Guida Competindo no Brasileiro de SUP Race. Foto: arquivo pessoal SUPCLUB – Fale um pouco sobre seu início no remo, desde a canoagem, há quanto tempo você rema e compete? Luis Guida – Comecei na canoagem com 14 anos, treinando Caiaque Pólo no Ginásio do Ibirapuera. Caiaque pólo é um jogo dinâmico e agressivo, que exige explosão física, inteligência e muita habilidade para manobrar o caiaque. Pode ser definido basicamente como um pólo aquático com caiaques. Foi este esporte que me deu base para competir em outras modalidades da canoagem, como caiaque em corredeiras, Rafting, Canoa Havaiana e SUP Race.  No final de 2009, fui convidado para remar em uma prova de canoa havaiana, em seguida resolvi treinar canoa para ver como seriam as competições e na primeira prova já me destaquei e em pouco tempo tive minha primeira vitoria, me empolguei e passei a treinar mais.  Na Canoa Havaiana ganhei Paulistas, Brasileiros e duas etapas do Sul Americano Rio Va’a 2009 e Taça Comodóro 2010. À primeira vista, quem observa o paulistano Luis Carlos Guida não consegue entender como podem chamar aquele cara tranqüilo de “Animal”.  Mas se o observador estiver em meio a uma competição de remo, rapidamente vai perceber que após soar o gongo, logo nas primeiras braçadas, a coisa muda de figura e o apelido “cai como uma luva”.  Hoje, o “Animal” é um dos maiores competidores de SUP Race do Brasil. E segue o ano de 2011 com uma sequência impressionante de vitórias: 1º lugar na primeira etapa do brasileiro de SUP Race, 1º lugar na primeira e segunda etapas do paulista de SUP Race e vencedor da primeira etapa do circuito New Advance, nas categorias SUP Race e SUP Surf no mesmo dia. Isso mesmo que você pensou, após vencer a categoria Race, ele descolou uma prancha 10 pés para competir na SUP Surf e venceu!  Resultados tão expressivos não acontecem por acaso. Eles são fruto de muita dedicação e força de vontade. Luis chegou a ter três tipos de empregos diferentes ao mesmo tempo para conseguir manter-se próximo ao universo do remo e seguir com os treinos.  Em entrevista para o SUPCLUB, Luis conta uma pouco sobre suas primeiras remadas, aos 14 anos, no Caiaque Pólo, passando por várias modalidades de remo como o Rafting, Canoa Havaiana e, claro, SUP, além de rotina de treinos e a expectativa para conseguir competir na Califórnia no final do ano. SUP Entrevista: Luis “Animal” Guida Competindo no Brasileiro de SUP Race. Foto: arquivo pessoal SUPCLUB – Fale um pouco sobre seu início no remo, desde a canoagem, há quanto tempo você rema e compete? Luis Guida – Comecei na canoagem com 14 anos, treinando Caiaque Pólo no Ginásio do Ibirapuera. Caiaque pólo é um jogo dinâmico e agressivo, que exige explosão física, inteligência e muita habilidade para manobrar o caiaque. Pode ser definido basicamente como um pólo aquático com caiaques. Foi este esporte que me deu base para competir em outras modalidades da canoagem, como caiaque em corredeiras, Rafting, Canoa Havaiana e SUP Race.  No final de 2009, fui convidado para remar em uma prova de canoa havaiana, em seguida resolvi treinar canoa para ver como seriam as competições e na primeira prova já me destaquei e em pouco tempo tive minha primeira vitoria, me empolguei e passei a treinar mais.  Na Canoa Havaiana ganhei Paulistas, Brasileiros e duas etapas do Sul Americano Rio Va’a 2009 e Taça Comodóro 2010. Volta a Iilha de Santo Amaro. Foto: arquivo pessoal SUPCLUB – E como foi o seu primeiro contato com o SUP? Luis Guida –  Sempre gostei de surfar fosse com prancha, caiaque ou waveski. Um dia consegui uma prancha de SUP emprestada e fui para Maresias experimentar nas ondas, percebi que é o esporte mais gostoso e completo que eu já tinha feito. Minha primeira prova de SUP eu entrei por acaso, fui ao clube da Team Brasil na represa Guarapiranga guiando um Dragon Boat que é embarcação chinesa de 22 lugares, o objetivo era levar a galera para uma remada no barco, mas acabei conseguindo uma prancha e um remo de ultima hora e resolvi competir de brincadeira. Depois de cair algumas vezes eu cheguei em terceiro lugar na prova de 4 km.  Depois disso participei de outra prova na Guarapiranga, no YCP, fui para remar canoa e acabei conseguindo a Race do Betão emprestada, cai 3 vezes da prancha, mas no final de 10 km consegui encostar e passar o líder ganhando minha primeira prova de SUP. Comecei então a treinar SUP e

Focosurf Expression: Wallace Moris vence primeira etapa

26/07/2011 —

Com esse batidão de backside, Wallace Moris conquistou o melhore moment. Foto: André Carvalho Por redação Focosurf Aconteceu neste Domingo 24.07 na praia de Pitangueiras, o “1° Focosurf Expression Inverno 2011”, um campeonato de SUP Surf (entre outras modalidades de surf) realizado dentro de um formato original, cujo objetivo foi o de valorizar a plasticidade das manobras captadas pela fotografia além, evidentemente, da performance dos atletas em busca do melhor ‘moment’. O evento foi realizado em total caráter de confraternização com a participação de 20 atletas e as baterias, disputadas em 45 minutos, davam tempo aos competidores para escolherem as melhores ondas em busca da manobra mais radical. O vento leste prejudicou um pouco a formação das ondas, que chegavam a meio metro na série, porém, vários bons momentos foram registrados. No final, o guarujaense Wallace Moris foi o vencedor da etapa com um batidão de backside devidamente registrado pelo fotógrafo André Carvalho. Confira os finalistas dessa etapa:  STAND UP MASC: 1º – Wallace Moris – Guarujá 2º – Adriano Lima (Doda) – Guarujá 3º – Renner – Guarujá 4º – Luciano (Lulu) – Santos 5º – Edilson – Guarujá STAND UP FEM: 1º – Claudia Assis – Guarujá 2º – Luciane Gaspar – Guarujá DESTAQUE SUP KIDS 1° – Felipe Gaspar – Guarujá 2º – Nandinho – Guarujá LONGBOARD MASC: 1º – Tiago Espinosa Calixto – São Paulo 2º – Mario Valdívia – Santos 3º – Marcelo Barone 4º – João Renato Clique AQUI e confira todas as fotos do evento.

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