Feliz aniversário

Waves completa 9 anos

 

Redação do Waves durante visita de Danilo Couto: Fernando, Danilo, Rafael, Flávia, Junior, Xandão e Mariano. Foto: Aleko Stergiou.

Esta segunda-feira, 1/10/2007, não é uma segunda-feira normal, daquelas que a gente costuma encarar com uma certa preguiça depois do final de semana.

 

É que hoje o Waves completa nove anos. Nove aninhos de site… idade de criança, mas já com uma certa maturidade.

 

Maturidade de líder de segmento, audiência fiel e, principalmente, prestígio editorial, com faturamento publicitário e outros detalhes que justificam a liderança conquistada arduamente com muito talento para rabear as armadilhas do destino com muito amor de nossa equipe.

 

Eu me orgulho demais de minha equipe de redação, da galera do Wavescheck, do pessoal que vende a publicidade, da área técnica e de toda minha rede de colaboradores, dezenas de pessoas que fazem do Waves, disparado, um ambiente único no segmento surf pela internet.

 

 

Jade Dechiara, um anjo de menina que se foi e faz muita falta no Waves. Foto: Arquivo Pessoal.

Nem tudo foram ondas perfeitas nestes nove anos. Mas, se Deus envia o swell torto e com ondas fechando irregulares em seu imenso oceano, temos que saber lidar com estas ondulações de má qualidade e surfá-las com sabedoria, para que possamos dar mais valor aos dias de mar clássico.

 

Escrevi um editorial de aniversário de cinco anos e ia escrever outro somente quando o site completasse dez anos em 2008. Mas, sou ansioso. E amanhã… quem sabe se ainda estarei por aqui.

 

Penso assim porque este não foi um ano fácil em minha vida particular. Dei o azar de atropelar um rapaz (que felizmente não morreu) e, talvez por conta deste stress, sofri um enfarte logo depois, durante um momento de muita alegria ? quando o Santos Futebol Clube sagrou-se bicampeão paulista.

 

 

 

Ader Oliveira durante expedição à pororoca do Rio Mearim, Arari, Maranhão. Foto: Clément Gargoullaud / Media Venture.

Graças ao apoio de minha família maravilhosa e dos amigos sensacionais, tenho conseguido superar este momento delicado ? apesar da frustração de certas pessoas pelas quais um dia estendemos a mão, o braço e toda nossa capacidade para ajudar, sem esperar nada em troca e nem mesmo um mínimo de gratidão.

 

Mas, estou aqui para falar de alegrias, conquistas e superação. Pois o Waves é um site guerreiro, que a cada ano se renova mais radical, intenso e fundamental na vida da galera.

 

Uma galera que, de Norte a Sul, Leste a Oeste, contribui e faz desta página web um local de informação, cultura, descontração e loucura de tantas ondas, tantas praias e tanto surf no pé, na mente e no imaginário do surfista da era digital.

 

Por isso, agradeço a todos que me ajudaram sem esperar nada em troca, a não ser o prazer de fazer parte desta imensa comunidade virtual, com humildade, alegria, talento e companheirismo.

 

Valeu, galera, o que seria do Waves sem o amor de cada um, sem essa overdose de dedicação extrema. Nem consigo imaginar o Waves sem estes detalhes que somam tanto na hora de fazer o usuário digitar nosso endereço, destacar o site entre os favoritos e acessar na expectativa de que cumprimos nossa missão.

 

Existem problemas, claro, e nem poderia ser diferente. Lidamos com uma tecnologia robusta, porém com suas fragilidades. As pessoas dão o seu melhor, mas estão longe de ser perfeitas e também têm suas falhas.

 

Mas, procuramos lidar positivamente com os erros e contamos com os nossos canais de interatividade com o público para aprender com eles e oferecer um serviço de melhor qualidade a cada dia.

 

Procuramos nos espelhar no que há de melhor na internet mundial, valorizamos os concorrentes leais em nosso país e respeitamos todo e qualquer trabalho feito com seriedade, humildade e, principalmente, dignidade.

 

Enfim, o Waves está pronto para crescer, amadurecer cada vez mais e ocupar seu espaço na rede, pois sua vocação é a de liderar, expandir seu conteúdo, gerar mais receita, ampliar sua audiência e consolidar o respeito e admiração de todos neste segmento surf. 

 

Assim, como no aniversário de cinco anos do Waves, volto a destacar as pessoas que se envolveram com o site por amor, lealdade e, acima de tudo, compromisso com o esporte.

 

Obrigado a todos e me desculpem por minhas falhas na condução deste processo. Infelizmente, nem sempre fui o profissional que eu gostaria de ser nos momentos difíceis ou de cobrança mais radical.

 

Para finalizar, dedico esses nove anos de trabalho no Waves à minha amada esposa Célia Almudena, aos meus filhos Daniel, Caio e Luiza, bem como aos meus amados pais e irmãs – o velho Alceu, dona Nilza, Eliane e Marina.

 

E aproveito também para homenagear nesse texto a inesquecível Jade Dechiara; minha internauta favorita Zélia, avó da surfer Taís de Almeida, e à dona Nete, mãe do meu big rider e centroavante-artilheiro Ader Oliveira, grande repórter do Waves em qualquer circunstância, que nunca me deixou na mão, sempre esperto com muitas fontes e que nunca veio com desculpas esfarrapadas ou alegações nada a ver para embaçar o trabalho, ao contrário de alguns jornalistas da nova geração, que esperam o release cair no colo em vez de ir atrás das notícias.

 

Não poderia deixar de destacar também meu outro braço direito Mariano Kornitz, que chegou um pouco tímido há três anos e que hoje manda ver nos títulos criativos e nas reportagens bem elaboradas, mas acima de tudo, vestindo a camisa e bem ligado em nossos compromissos com o esporte.

 

Parabenizo também meus outros colegas especiais da Waves: Aleko Stergiou, Bruno Lemos, Darcy Barros, Flávia Bianchi, Geovana Tibúrcio, Marcelo Barros, Rafael Sobral, Raquel Lima, Sergio Monaco, Thais Havel, Toni Costa e Xandão Barros, todos conscientes de nosso envolvimento com o surf para darem o melhor de si. 

 

E, para finalizar, não poderia deixar de agradecer ao Claudio Martins de Andrade, diretor do Waves, por sua liderança e confiança em meu trabalho ao longo destes nove anos. Valeu, Alemão!

 

##

 

Galera especial que faz o Waves ser o que é: Adalvo Argolo, Adriano Matias, Adriano Mineirinho, Agobar Junior, Airwalk,
Akemi Saito, Alan Donato, Alberto Sodré, Alcino Pirata, Aldemir Calunga, Alemão de Garopaba, Alemão de Maresias, Alessandra Nahra, Alex Bichara, Alex Leco, Alexandre Almeida, Alexandre Andreatta, Alexandre Reis, Alexandre Toledo Piza, Alexandre Zeni, Alexis Malabi, Álfio Lagnado, Alice Lima, Aline e Angélica Rolnick, Allen Chahad, Almir e Picuruta e Lequinho – in memorian, Almir Rizzato, Alvinho Duarte, Amanda Kasecker e Rafaella Malucelli, Amaro Paulinho Neno Mattos Tomboyz, Amelio Junior, Amir Ferreira, Anderson Aracaju, André Cheron, André Cyriaco e galera da Associação de Niterói, André Felisberto, André Ferreira, Andre Mideus, Andre Ulloa, Andressa e Jano Belo, Angela Bauer, Anselmo Cachorrão, Antonio Ricardo, Antony “Yep” Colas, Arnaldo Hase, Augusto Saldanha, Avelino Bastos, Banda No Way, Basílio Ruy, Billabong, Bebeto Martins de Andrade, Beto Paes Leme, Bidu, BlackWater, Brow do Forum, Bruce Boal & Surfers Village crew, Bruna Schmidtz, Bruno Alves, Bruno Corti, Bruno Januzzi, Bucci,

 

 

Cláudio Martins de Andrade, diretor do Waves, e Fábio Gouveia, durante circuito brasileiro em Maresias, São Sebastião (SP). Foto: Marcelo Santana.

A turma toda

 

Aleko Stergiou em ação no Hawaii. Foto: Aleko.

Caio Monteiro (in memorian), Caio Umehara, Calfin, Camila Jung, Camila Storchi, Carlos Augusto, Carlos Burle, Carlos Carpinelli – autor da arte da antiga home do Waves, Carlos Freitas, Carlos Martins, Carlos Vargas, Carol Haber, Carolina Sanches, Caroline Keller, Caroline Lucena, Cecília Andrade (Caio e Marina), Cesar Calejon, Charles Padaratz, Chico Padilha, Chris Kypriotis, Chris Stokler, Christian Beserra, Christiano Morley, Christiano Spirro, Cícero Lehmann, Cinthia Lira, Claudia Ferrari, Claudia Lupion, Claudinho de Itaúna, Claudio “Alema” Henneck, Clemente Coutinho, Click Brasil, Clovis Albano, Curt Bercht, Dadá Figueiredo, Dadá Souza, Daniel Arena, Daniel Carettoni, Daniel, Roberto e Bruno Vercelli, Daniel Levy, Daniel Neris, Daniel Rosa, Daniel Smorigo, Daniella Velloso, Danilo Couto, Daniks Fischer, Danilo Mulinha, Darin Pappas, Davi Hoffman, David Husadel, Deborah Farah (in memorian), Dener Vianez, Denis Abessa, Diana Batalha, Diego Garutti, Diego Mourão, Diolanda Vaz, Dodo de Guaratuba, Dondi

 

 

Logo na primeira cobertura internacional, Mariano Kornitz reúne uma dezena de gatas para a lente do Waves durante o Rip Curl Pro Search 2007, Arica, Chile. Foto: Mariano Kornitz.

Vilatore – o sempre pontual de Matinhos, Duda Hawaii, Dudi Barros, Dudu e Vitinho, Ecológica, Edgar Bischof, Edmar Rezende, Edu Faria, Edu Marron, Eduardo “Ado” Martins de Andrade, Eduardo (Jaws Surfboards), Eduardo Delduque, Eduardo Machado, Eduardo Sermann, El Surfero.com, Elmo Ramos, Eloi Melo e toda equipe Laboratório Lahimar, Eraldo Gueiros, Eric Nagata, E-Surf.com.br, Evandro Kinosita, Everaldo “Psicopato” e Fabiana Nigol, Everton Luis, Evoke, Fabiana Bibi Mello, Fabiana Jacomel, Fabiano Barreto, Fabiano Prado, Fabiano Rosito (in memorian), Fabiano Tissot, Fabinho Anão, Fabinho Burns Airlines, Fabinho e Elka Gouveia, Fábio Aquino, Fabio Carvalho, Fábio Corsini, Fabio Galli, Fábio Maradei Notícias Everyday, Fabio Minduim, Fábio Quencas, Fábio Ruy, Fabricio Fernandes, Fadinha Von Gal, Família Afonso: seu Tomás dona Celia Áurea Manu Nair Paloma Pedro Felipe Tomás Carlos Caetano e Marco, Família Zanata “Top Travel”, Federação Gaúcha, Fedoca Lima Top One, Felipe Faria, Felipe Fernandes e galera Drop, Felipe Mortara, Felipe Paulinho André e Marquinho de Unamar, Felipe Sica, Felipe Silveira, Felipe Zobaran, Fernanda Daitchman, Fernanda Garcez, Fernando Bitenca, Fernando Costa Netto, Fernando Gasparzinho camarada, Fernando Iesca, Fernando Martin, Fernando Mesquita, Feserj, Flavia Tavares, Flavio Franhani, Flavio Rasta Almada, Flávio Vidigal, Fluir: Naninho Adrian Steven Fátima e dona Zilma, Francielle Hochmuller, Francisco Carneiro, Francisco Chagas, Francisco Garritano, François Cevert, Fred d’Orey, Freddy Tórtora, Freire Neto, G Zero Pipo e Renan Mandetta, Gabi Toledo, Gabô Oliva, Gabriel Macedo, Gabriel Siqueira, Gaia Lee, galera do site Uhul, Gedeon Gonçalves e Associação de Surf de São Sebastião, George Amaral, Georgia Pascoal, Gerson Filho & Ricosurf, Gheorghe Marcelo e Fernando Torok e Maricota, Gil Hanada, Gilberto Miranda, Giselli Souza, Greenish, Gudmila Regis, Guga Arruda, Guido Schvartzman, Guiga Mattos, Guilherme Amando de Barros, Guilherme Rafael Hammes, Guilherme Tâmega, Gustavo Berlinck, Gustavo Bomba, Gustavo Soares, Guto e Eduardo Amorim, Guto Medicis, Hakim Hazim, Hang Loose, Hans Firbas, Helder “Skelter” Júnior, Heraldo Faskomy, Herbert Passos Neto, Hermano Castro, Hideo, Hilton Surf Art, Homem-Alga Paulo Limoncic, Hurley, Ian Lopes, Ibrasurf, Igor Cavalera, Igreja Bola de Neve, Ilan Casartelli, Irmãos Lumbra, Isabelle Nara, Ivan Schiavinatto,  Ivan Storti, Jacqueline e Juliane Silva, Jair Bortoleto, James e Maria Thisted, Janaína Clea, Jander Carvalho, Jaqueline Gonçalves, Jarbas Soares, Jeremias “Mica”, João Gordo RDP, João Phelippe, João Ricardo Lopes, João Simonsen, João Valente e Surf Portugal, Johnny Carvalho, Jojó de Olivença, Jonas Furtado, Jorge “Roberto” Baggio – o artilheiro do bodyboard, Jorge Silva (correspondente do Wavescheck e caçador de Anaconda), Jorge Streit Edge, Jornal High Tide, Jornal Radical, Josil e Paulo Mandacaru, Jota Santana, Juca de Barros e CBS, Juliana Caldeira, Julio Adler, Julio Coimbra, Jun Hashimoto, Kalu Freitas, Karina Mattos, Kisy, Klaus Kaiser, Kleber Leite, Layla Werneck, Leandro Tuiuiu, Lee Oswald Pepe, Leila Endersby & Peter Townend, Lelot e Patrícia, Leonardo Feltes (in memorian), Levy Paiva e Wanda, Lilian Pacheco, Lima Junior e Kellen, Livia Accioli, Lord K, Lorraine Lima, Luciana Figueiredo, Luciano Almeida brother soul, Luciano Cutino, Luciano Ferrero, Luciano Leão, Lui Lui, Luis Pinga, Luis Remor, Luiz Blanco, Luiz Kado & Karla Costa-Taylor, Luiz Porto, Luli, Lyfe Azevedo, Mano Ziul e Beach & Bite, Manu Scarpa, Maraca Rossini Maranhão, Marcela Duarte, Marcello Árias, Marcelo Baboughluian, Marcelo Bueno, Marcelo Caverna, Marcelo Dada, Marcelo Fantucci, Marcelo Justo, Marcelo Lacerda, Marcelo Lagrotta, Marcelo Laxe, Marcelo Miranda, Marcelo Pretto, Marcelo Sampaio, Marcelo Torok, Marcia Portes, Marcio da Silva, Marcio Dja, Marcio Zouvi, Marco Dias, Marco Antonio Romeu, Marco Marcolino, Marcos Assumpção, Marcos Bukão, Marcos Conde, Marcos Credie, Marcos Kung, Marcus Biju, Mareas Uruguay, Margarete Storto, Marina Vivacqua, Mario Albanese, Mario Ferminio, Mark Jackola, Mark Lund, Maurício Bochecha e Chris Pires, Máurio Borges, Mauro Portugal e suas mentiras extraordinárias, Mauro Sergio Pacheco, Maya Gabeira, MCD, Melissa  Yoshimoto & Tronador, Mickey Bernardoni e Neitan, Mickey Hoffman, Midiabacana, Miguel Brussell, Miguel Gally, Miguel Noronha, Monica Rentróia, Monique e Francine Arruda, Morcego de Itanhaém, Mormaii, Morongo, Motaury Porto, Munir El Hage, Naira Muller, Nancy Carbone, Nancy Geringer, Nari Mary, Nativo, Nê Addas, Neco Carbone, Nei Sobral (filho), Nelsinho Rizzo, Nei Sobral (pai) e dona Regina, Nelson Veiga, Neno Roncaratti, Nilton Baptista, Nilton Santos – a Enciclopédia do Surf, Nilton “Tchô” Mondego, Nivaldo Nivana, Norton Imbituba, Oakley, Oswaldo e Daniela Bissoli, Otávio Pacheco, Otoney Xavier, Pablo Dominguez, Pablo Zanocchi, Paola Simão, Pardal Guarujá, Pardal Santos, Patrick McFeeley, Pauê Haagard, Paul Gombos, Paulo Anshowinhas, Paulo Barcellos, Paulo Baretta, Paulo de Castro, Paulo de Tarso, Paulo Eduardo Antunes, Paula Esmanhoto, Paulo Govea, Paulo Handa, Paulo Henrique, Paulo Kid, Paulo Roberto de Carvalho, Paulo Sefton e Romeu Bruno, Paulo Tracco, Pedro Bove, Pedro Cezar, Pedro Duarte, Pedro Felizardo, Pedro Monteiro, Pedro Muller, Pena, Peterson Rosa, Pilão, Piu Pereira, Pranchagrande, Preveti (Rest In Peace), Priscila Cirqueira, Professurf Marcelo Aguiar Aeroboyz Surf School, Projeto EcoOnda, Prolite, Ptolomeu Fontes, Quiksilver, Radio Surf, Rafael Hadad, Raphael Gandara, Recent, Reef, Reinaldo Gama e suas sereias, Renan Rocha, Renata Cassol, Renato Boulos, Renato Buchab, Renato Castanho, Renato de Alexandrino, Renato Hickel, Renato Lisboa, Renato Macario, Revista Vibe, Ricardo Bocão, Ricardo Decanini, Ricardo Lobo e time Veltra, Ricardo Luz, Ricardo Macario, Ricardo Macuco, Ricardo Mega, Ricardo Piazza, Ricardo Santos, Ricardo Tatuí, Ricardo Werneck, Ricky de Souza, Rico de Souza, Rip Curl, Rip Girls Tour, Rita Rego, Roberta Borges, Roberta Castellani, Roberto Damiani, Roberto Perdigão, Roberto Price, Roberto Pierantoni, Roberto Roberval Taylor, Rodolfo Lima, Rodolfo Tostex, Rodrigo “Monster” Rezende, Rodrigo Koxa. Rodrigo Levy, Rodrigo Tusca, Roger Ferreira, Rogério Bocuzzi, Rogerio Caju, Romeu Andreatta e Alma Surf, Rômulo Fonseca, Ronaldo Gabriel Antonio, Rosaldo Cavalcanti, Rosana da WBD, Rosenval Rolins, Rossiani Faustino, Rossini “Maraca”, Sandra Dias e Itacaré.com, Santiago “Weird” Roig, Sebastian Imiscoz, Sebastian Kornitz, Sebastian Rojas, Segio Gadelha, Serginho “New Advance”, Sergio Laus, Sergio Luís Ramos, Sergio Monaco, Sergio Olas, Sidão Tenucci, Silvério Filho, Silvia Nabuco, Silvia Winick, Silvio Zampol, South To South, Star Point, Stefano Triskv, Sunessis Brito, Surf Prescriptions, Surf Pro.com SC, Surf Van, Surfrider Foundation Brasil, Sylvio Mancusi, Taís Almeida, Taiu Bueno SMF legend brazuca, Tatiana da Mata, Tatiana Souza, Teco Padaratz, Thaís de Maresias, Thiago Bastos, Thiago e Luis Morillo Rivelli, Thiago Kafeijan, Thiago Lucio, Thiago Nunes, Thiara Mandelli, Tiago Garcia, Tiago Garcia, Tiago Navas, Tiago Pereira Dias, Tiago Prates, Tijolo Surfbike, Tita Tavares, Toninho Prada, Tony D’Andrea, Tony Fleury, Tony Vazp & Surf Core, Tropical Brasil, Tuca Gianotti, Tulio Brandão, Turco Loco, Ubatuba Surf Cam, Unipran, Valoir Issa Ferreira, Vanderlei Deco, Vanessa Machado, Venice Mag, Veri Freitas, Verônica Cassavia, Victor Ribas, Vinicius Garcia & Go Surf, Vitor Froimtchuck, Wanessa Alves, Wanderley Romano, Washington Fiapo, Washington Teixeira, Wellido Telles, Wellington Martins, WG, Wilson Piolho, Wood Waves, Xandi Fontes, Yuri Sardenberg, Yuri Soledad, Zana “Hickel”, Zé Lúcio Cardim, Zé Paulo e Adriana, Zeca Scheffer (in memorian), Zecão… Sei que esqueci alguns nomes… minha memória infelizmente já não é tão boa aos 48 anos. Mas, com o tempo, vou encaixando o pessoal. E, valeu, galera do Forum, vocês são a alma do Waves, a opinião-pública do surf… um grande abraço para todos!!!

Aviso: O Waves está implementando novas regras para os comentários postados neste fórum. O objetivo é estimular um debate saudável e de alto nível, estritamente relacionado ao conteúdo da matéria em questão. Só serão aprovadas as mensagens que atenderem a este objetivo. Ao comentar abaixo você concorda com nossos termos de uso.
Os comentários postados não representam a opinião do portal Waves e a responsabilidade é inteiramente do autor de cada mensagem.

0 comentários

Tem uma reclamação, sugestão ou viu algum erro? Fale direto com a equipe Waves — em vez de postar nos comentários.

    Carregando comentários…

    Oito anos depois de entrar para a história do surfe de ondas gigantes, Rodrigo Koxa volta a viver a expectativa de alcançar o topo. O brasileiro é o protagonista de DÉJÀ VU, curta-metragem documental que acompanha o período de espera por mais um possível momento histórico de sua carreira. Finalista do Big Wave Challenge 2026 na categoria Maior Onda Masculina, Koxa disputa o prêmio depois de surfar uma onda em Nazaré, Portugal, cuja medição preliminar chegou a 29,15 metros. O resultado oficial será apresentado no dia 19 de setembro, durante a cerimônia da premiação no Lido Theatre, em Newport Beach, Califórnia, nos Estados Unidos. Mais do que acompanhar a disputa por um título, DÉJÀ VU mergulha justamente no período de espera que antecede a definição. Entre ansiedade, memórias, preparação e expectativa, o filme mostra Koxa novamente diante da possibilidade de alcançar um lugar que já ocupou. Em 2018, o brasileiro recebeu o reconhecimento do Guinness World Records pela maior onda já surfada, depois de descer uma onda de 80 pés (24,38 metros) em Nazaré. A marca permaneceu como recorde mundial até ser superada, em 2022, pelo alemão Sebastian Steudtner, que surfou uma onda de 86 pés (26,21 metros). Agora, a nova onda de Koxa pode colocá-lo novamente na disputa pelo posto. Caso a medição oficial confirme os 29,15 metros registrados preliminarmente e sejam atendidos os critérios aplicáveis, o brasileiro poderá conquistar o título de maior onda da temporada e voltar a disputar o recorde mundial. “Estava muito na expectativa de ver minha onda nessa final. Vou trazer de volta esse título de maior da temporada. Foi uma onda diferente em dezembro, surfada do pico até a base, até o final eu estava na adrenalina e na dúvida se conseguiria completar pelo nível de dificuldade.” Rodrigo Koxa Na disputa pelo prêmio também estão outros dois nomes que surfaram ondas em Nazaré: o brasileiro Lucas Chumbo e o francês Clement Roseyro. Por dentro de Déjà Vu Produzido por Rodrigo Koxa e Maskavo Filmes, DÉJÀ VU tem direção de Fábio Webber e edição assinada por Koxa e Webber. O documentário reúne relatos de pessoas que acompanham de perto a trajetória do surfista. Participam do filme Aline Cacozzi, esposa de Koxa; Vitor Faria, parceiro de ondas gigantes; Thiago Jacaré, coordenador do Big Wave Brasil; e Paulo Vinícius, designer. “Estou muito confiante em ter essa medição homologada e recuperar também esse recorde mundial. Agradeço a torcida da galera e peço a todos boas energias, que isso faz toda a diferença!” Rodrigo Koxa Aos 46 anos, Koxa se vê novamente diante da possibilidade de viver uma conquista que já fez parte de sua história. Oito anos depois de entrar para a história, a expectativa está de volta. A pressão também. E é justamente essa sensação que dá nome ao filme: DÉJÀ VU. Um déjà vu que pode terminar com um novo capítulo na história do surfe de ondas gigantes.

    Documentário acompanha Rodrigo Koxa nos bastidores da expectativa por um novo recorde mundial após o brasileiro surfar uma onda de 29,15 metros em Nazaré.

    Próxima chamada para o Fiji Pro acontece nesta quarta-feira (25), às 16h (de Brasília). A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. A janela segue até 4 de setembro. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Fiji A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Matthew McGillivray (AFS) 5.33 x 1.43 Luke Thompson (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 12.00 x 8.33 Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) 12.16 x 11.23 Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) 11.50 x 6.10 Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Seth Moniz (HAV) 12.67 x 11.80 Marco Mignot (FRA)2 – Cole Houshmand (EUA) 15.17 x 12.70 Ethan Ewing (AUS)3 – Yago Dora (BRA) 15.40 x 13.67 Mateus Herdy (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.27 x 11.66 Alan Cleland (MEX)5 – Morgan Cibilic (AUS) 14.34 x 13.17 João Chianca (BRA)6 – Leonardo Fioravanti (ITA) 11.06 x 9.17 Eli Hanneman (HAV)7 – Callum Robson (AUS) 9.10 x 8.94 Liam O’Brien (AUS)8 – Jake Marshall (EUA) 13.17 x 7.33 George Pittar (AUS)9 – Italo Ferreira (BRA) 12.70 x 10.56 Matthew McGillivray (AFS)10 – Connor O’Leary (JAP) 16.40 x 16.00 Filipe Toledo (BRA)11 – Samuel Pupo (BRA) 13.50 x 12.73 Alejo Muniz (BRA)12 – Griffin Colapinto (EUA) 15.17 x 9.73 Rio Waida (INA)13 – Miguel Pupo (BRA) 12.26 x 10.70 Ramzi Boukhiam (MAR)14 – Kauli Vaast (FRA) 16.17 x 10.43 Crosby Colapinto (EUA)15 – Barron Mamiya (HAV) 13.87 x 10.50 Jack Robinson (AUS)16 – Gabriel Medina (BRA) 13.94 x 9.83 Joel Vaughan (AUS) Round 3 1 – Seth Moniz (HAV) x Cole Houshmand (EUA)2 – Yago Dora (BRA) x Kanoa Igarashi (JAP)3 – Morgan Cibilic (AUS) x Leonardo Fioravanti (ITA)4 – Callum Robson (AUS) x Jake Marshall (EUA)5 – Italo Ferreira (BRA) x Connor O’Leary (JAP)6 – Samuel Pupo (BRA) x Griffin Colapinto (EUA)7 – Miguel Pupo (BRA) x Kauli Vaast (FRA)8 – Barron Mamiya (HAV) x Gabriel Medina (BRA) Quartas de final 1 – vencedor da bateria 1 do Round 3 x vencedor da bateria 2 do Round 32 – vencedor da bateria 3 do Round 3 x vencedor da bateria 4 do Round 33 – vencedor da bateria 5 do Round 3 x vencedor da bateria 6 do Round 34 – vencedor da bateria 7 do Round 3 x vencedor da bateria 8 do Round 3 Feminino Round 1 1 – Yolanda Hopkins (POR) 9.77 x 9.57 Tya Zebrowski (FRA)2 – Sally Fitzgibbons (AUS) 9.97 x 8.37 Stephanie Gilmore (AUS)3 – Vahine Fierro (FRA) 14.17 x 6.66 Alyssa Spencer (EUA)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.66 x 4.60 Anat Lelior (ISR)5 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 9.73 x 8.50 Bella Kenworthy (EUA)6 – Francisca Veselko (POR) 12.17 x 12.00 Tyler Wright (AUS)7 – Erin Brooks (CAN) 18.00 x 3.06 Sophie McCulloch (AUS)8 – Isabella Nichols (AUS) 9.33 x 3.80 Ulukilupetea Kurop (FIJ) Round 2 1 – Carissa Moore (HAV) 12.13 x 11.50 Sally Fitzgibbons (AUS)2 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 14.60 x 9.00 Luana Silva (BRA)3 – Vahine Fierro (FRA) 11.67 x 10.43 Sawyer Lindblad (EUA)4 – Erin Brooks (CAN) 10.83 x 6.00 Caroline Marks (EUA)5 – Gabriela Bryan (HAV) x Yolanda Hopkins (POR)6 – Nadia Erostarbe (ESP) x Isabella Nichols (AUS)7 – Molly Picklum (AUS) x Brisa Hennessy (CRC)8 – Lakey Peterson (EUA) x Francisca Veselko (POR) Quartas de final 1 – Carissa Moore (HAV) x Bettylou Sakura Johnson (HAV)2 – Vahine Fierro (FRA) x Erin Brooks (CAN)3 – vencedora da bateria 5 do Round 2 x vencedora da bateria 6 do Round 24 – vencedora da bateria 7 do Round 2 x vencedora da bateria 8 do Round 2

    Próxima chamada neste sábado (29) às 16h (de Brasília). Confira a transmissão ao vivo do Fiji Pro 2026, direto de Cloudbreak, e participe dos debates em nosso fórum.

    A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. Clique aqui para ver ao vivo A primeira chamada acontece às 16h30 desta segunda-feira (24), no horário de Brasília, com possível início da competição às 17h. Em Fiji, onde o calendário já estará na terça-feira (25), a chamada será às 7h30, com possível início às 8h. A janela segue até 4 de setembro. A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Swell a caminho A previsão aponta poucas ondas logo no início da janela, com Cloudbreak pequeno ou praticamente flat durante boa parte do primeiro dia da janela em Fiji. Mas o swell começa a ganhar força ao longo do dia e pode chegar ao fim da tarde com ondas de 1,5 metros de face. A grande mudança aparece já no segundo dia de janelta. Um swell mais consistente deve colocar Cloudbreak na faixa de 3 metros de face durante todo o dia, com séries maiores. A previsão também indica ventos favoráveis, formando o primeiro cenário realmente forte para a realização da competição. Com ondas consistentes, existe ainda a possibilidade de a organização recorrer às baterias no sistema dual heat, com duas disputas acontecendo simultaneamente, para acelerar o cronograma e aproveitar a sequência de boas condições. No terceiro dia de janela, o swell já começa a perder força, mas a parte da manhã ainda pode apresentar quase 3 metros de face, com séries ocasionais maiores. A tendência é de redução gradual durante a tarde, ainda com condições favoráveis. Na sequência, um novo reforço de sudoeste pode manter Cloudbreak na faixa de 2,5 metros pés de face pela manhã do dia seguinte, sem necessariamente provocar novo aumento significativo de tamanho, mas trazendo mais energia e ajudando a prolongar o período de boas ondas. E o maior swell pode ainda estar por vir A também melhora de cenário para os dias 30 e 31 de agosto. Dois sistemas aparecem com potencial para produzir ondas da altura da cabeça até alguns pés acima, possivelmente acompanhadas por vento leve. Mas é a reta final da janela que começa a chamar mais atenção. Entre 2 e 4 de setembro, cresce a possibilidade da chegada de um swell forte e de longo período em Cloudbreak. A previsão aponta a presença de um sistema sólido. A confiança também vem aumentando na possibilidade de que as maiores ondas de toda a janela aconteçam justamente no início de setembro. Por se tratar de uma previsão de longo prazo, o cenário ainda pode mudar nos próximos dias. Cloudbreak para todos os tamanhos Considerada uma das melhores esquerdas do planeta, Cloudbreak quebra sobre um extenso recife de coral e muda completamente de personalidade dependendo do tamanho do swell. Em condições menores, oferece paredes longas e oportunidades para um surfe de alta performance. Quando o Pacífico Sul ganha força, a onda se transforma e passa a produzir tubos grandes, rápidos e extremamente pesados. O amplo campo de competição também reúne diferentes seções e exige leitura precisa do lineup. Depois de receber uma etapa pós-corte em 2024 e o WSL Finals em 2025, Cloudbreak volta agora a colocar todo o elenco do Championship Tour dentro d’água. É a primeira vez que isso acontece desde 2017. Italo chega de amarelo Entre os brasileiros, os olhos estarão principalmente sobre Italo Ferreira. Depois da semifinal em Teahupoo, o potiguar recuperou a lycra amarela e chega a Fiji isolado na liderança do ranking mundial. O campeão mundial de 2019 soma uma vitória, um vice-campeonato e dois terceiros lugares na temporada. Apesar de seu surfe de frontside e da capacidade nos tubos combinarem com Cloudbreak, Italo ainda busca um grande resultado no pico fijiano. A etapa também tem peso especial para Yago Dora. Foi justamente em Cloudbreak que o brasileiro conquistou seu primeiro título mundial, no WSL Finals de 2025. Atual terceiro colocado no ranking, Yago chega ao Fiji Pro buscando recuperar terreno na disputa pelo bicampeonato. Gabriel Medina completa outro capítulo importante da presença brasileira. Bicampeão da etapa, com vitórias em 2014 e 2016, o tricampeão mundial é, ao lado de Yago, um dos únicos brasileiros que já venceram em Cloudbreak. Dez brasileiros em Fiji O Brasil terá nove representantes no masculino e Luana Silva no feminino. Italo Ferreira, Yago Dora, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Samuel Pupo, João Chianca, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Mateus Herdy formam o contingente brasileiro entre os homens. Mateus é o único brasileiro escalado para o Round 1 masculino e enfrenta o australiano Jarvis Earle na terceira bateria. Os demais brasileiros entram posteriormente na competição. Além dos principais nomes do Tour, Fiji terá três wildcards: os locais Teo Degei e Ulukilupetea “Tea” Kurop, vencedores das seletivas fijianas, e o australiano Jarvis Earle, campeão mundial júnior de 2022. Kurop faz história como a primeira mulher de Fiji a disputar uma etapa do Championship Tour. Com o líder mundial de amarelo, um campeão mundial retornando ao palco onde conquistou seu título, dez brasileiros na disputa e diferentes pulsos de swell previstos ao longo dos próximos dias, Fiji abre uma das janelas mais promissoras da temporada. E, se os modelos de previsão realmente confirmarem o que começam a indicar para o início de setembro, o melhor de Cloudbreak pode ficar justamente para o final. Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) x Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) x Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Marco Mignot (FRA) x Seth Moniz (HAV)2 – Ethan

    Com dez brasileiros na disputa, janela do Fiji Pro abre nesta segunda-feira (24), com primeira chamada às 16h30 (de Brasília). Previsão indica swell a caminho para os primeiros dias em Cloudbreak.

    ATUALIZAÇÃO: 21/08/2026, às 12h36 (horário de Brasília) Victor Bernardo e sua esposa, Johnni, apresentam evolução no quadro de saúde após o grave acidente de carro sofrido na Califórnia, nos Estados Unidos. Os dois já passaram por cirurgias e, segundo Mike Townsend, manager do surfista, estão conscientes, de bom humor e otimistas. Victor sofreu uma fratura na perna e um ferimento grave acima do joelho. O brasileiro passou por uma nova cirurgia na quarta-feira. Inicialmente, os médicos instalaram uma estrutura externa para estabilizar a perna, mas o equipamento já foi retirado. Segundo Townsend, a evolução indica a possibilidade de uma recuperação mais rápida do que se imaginava inicialmente. Johnni também passou por uma cirurgia considerada bem-sucedida. Ela sofreu uma hemorragia interna no abdômen e fraturas na face em consequência do acidente. Os ferimentos foram tratados cirurgicamente. De acordo com Townsend, os dois permanecem positivos diante de tudo o que enfrentaram nos últimos dias. Até o momento, nenhum deles tem previsão de alta hospitalar. Abaixo, você confere a matéria publicada originalmente sobre o acidente: O guarujaense Victor Bernardo e a esposa, Johnni, permanecem hospitalizados depois de sofrerem um grave acidente de carro na Califórnia, nos Estados Unidos, na noite do último domingo (16). O veículo em que o casal estava se envolveu em uma colisão com um caminhão. Vitinho foi levado de helicóptero ao hospital. O surfista sofreu uma fratura na perna e precisará passar por cirurgia. Johnni foi transportada de ambulância e também permanece sob cuidados médicos. De acordo com as informações divulgadas até o momento, o quadro dela inspira mais atenção, mas não há risco de morte. As circunstâncias exatas da colisão e o local onde ela aconteceu não foram divulgados. O cineasta Logan Dulien, amigo do casal, afirmou que o acidente poderia ter sido fatal e que os dois deverão enfrentar um longo período de recuperação. A notícia mobilizou a comunidade internacional do surfe nas redes sociais. Mick Fanning, Coco Ho, Kanoa Igarashi, Raimana Van Bastolaer e Mikey February estão entre os nomes que manifestaram apoio ao casal. Natural do Guarujá (SP), Victor Bernardo, conhecido também como Vitinho, ganhou projeção ainda jovem no surfe brasileiro. Em 2013, aos 16 anos, conquistou o título brasileiro Pro Junior, em uma geração que também revelou nomes como Italo Ferreira e Caio Ibelli. Ao longo da carreira, disputou etapas do circuito de acesso à elite mundial e competições em diferentes países. Nos últimos anos, Victor passou a dedicar maior parte da carreira ao free surf e à produção de conteúdo ligado ao surfe. O brasileiro se estabeleceu na Califórnia e continuou diretamente ligado ao esporte. Victor nasceu em 8 de fevereiro de 1997 e tem a Praia do Tombo, no Guarujá, como sua onda favorita. Neste momento, toda a equipe do Waves deseja muita força a Victor e Johnni e torce por uma recuperação completa e tranquila do casal. Veja mais sobre Vitinho: Album Surf retrata perfeição Novo capítulo da Album Victor Bernardo inspirado no Havaí Victor Bernardo poderoso Victor Bernardo performático Sopa de peixe Victor Bernardo na estileira Papo com Victor Bernardo Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Waves (@waves.com.br)

    Surfista brasileiro Victor Bernardo e sua esposa Johnni são hospitalizados após colisão nos Estados Unidos. Atleta sofreu fratura na perna e precisa passar por cirurgia.

    Teahupoo mostrou mais uma vez por que é uma das etapas mais aguardadas do Circuito Mundial. Tubos, notas altas, baterias apertadas e eliminações de alguns dos principais nomes da temporada marcaram a sétima parada do Championship Tour 2026, o Outerknown Tahiti Pro. Seth Moniz e Erin Brooks ficaram com os títulos. Para o Brasil, o grande destaque foi Italo Ferreira, que chegou às semifinais e deixou a Polinésia Francesa na liderança do ranking mundial. Primeira vitória de Seth Moniz Seth Moniz viveu em Teahupoo o maior momento de sua carreira no Championship Tour. Em sua sétima temporada na elite, o havaiano conquistou sua primeira vitória no CT ao derrotar Griffin Colapinto na decisão. A campanha foi construída desde o Round 1. No caminho até o título, Seth passou por Eimeo Czermak, Yago Dora, Barron Mamiya e Alan Cleland antes de encontrar Italo Ferreira nas semifinais. Depois de superar o brasileiro, derrotou Griffin na decisão. Na final, Seth venceu por 18,17 a 14,67, garantindo o primeiro troféu de sua carreira no CT. O resultado também provocou uma grande mudança em sua temporada: ele saltou 12 posições e chegou ao 19º lugar no ranking. Italo veste a lycra amarela Italo Ferreira chegou ao último dia de competição como principal esperança brasileira e avançou às semifinais ao derrotar Ethan Ewing nas quartas. O potiguar começou a bateria com um tubo para 5,33 e depois encontrou uma onda que rendeu 7,17. Na reta final, ainda conseguiu um 8,33 para fechar a disputa com 15,50 pontos contra 11,94 do australiano. Na semifinal contra Seth Moniz, Italo chegou a abrir boa vantagem. O brasileiro liderava por 12,50 a 5,50, mas o havaiano cresceu na parte final da bateria, recebeu 7,83 e 7,93 e virou o confronto. Seth avançou com 15,76 contra 13,83, enquanto Italo terminou a etapa na terceira colocação. Mesmo eliminado, o saldo do brasileiro foi importante na corrida pelo título mundial. Com os 6.085 pontos conquistados em Teahupoo, Italo chegou a 39.930 pontos e abriu 5.000 de vantagem sobre Leonardo Fioravanti, vice-líder. O Brasil ainda ocupa quatro das cinco primeiras posições do ranking: além de Italo na liderança, Yago Dora aparece em terceiro, Miguel Pupo em quarto e Gabriel Medina em quinto. Erin Brooks vira final e conquista o título No feminino, Erin Brooks protagonizou uma reação na decisão contra Anat Lelior. A israelense abriu vantagem e chegou à metade da bateria com duas ondas excelentes, 8,33 e 8,00. Brooks reagiu primeiro com um 8,27 e depois encontrou outro tubo para 8,93, assumindo a liderança. A canadense venceu por 17,20 a 16,33. Foi a primeira vitória de Erin como integrante fixa do Championship Tour. A canadense, de 19 anos, havia começado o Finals Day eliminando a atual campeã mundial e defensora do título da etapa, Molly Picklum, e depois passou por Isabella Nichols na semifinal. Com o resultado, Brooks subiu sete posições e chegou ao 11º lugar do ranking. Anat Lelior também deixou Teahupoo com o maior resultado de sua carreira. O vice-campeonato representou a primeira final de um surfista de Israel no Championship Tour. Slater desafia o tempo Aos 54 anos, Kelly Slater foi um dos grandes personagens da etapa. O 11 vezes campeão mundial eliminou Gabriel Medina em um dos confrontos mais aguardados do campeonato e fez isso com uma atuação que entrou para os destaques do ano. Slater somou 19,06 pontos na bateria, mostrando mais uma vez sua sintonia com Teahupoo. Sua campanha terminou nas oitavas de final, diante de Jack Robinson, mas não antes de o norte-americano voltar a deixar sua marca no campeonato onde construiu alguns dos maiores momentos de sua carreira. Brasileiros em Teahupoo Além da semifinal de Italo, João Chianca, Alejo Muniz e Miguel Pupo chegaram às oitavas de final. Miguel foi superado por Griffin Colapinto, enquanto Chumbinho e Alejo também se despediram nesta fase. Gabriel Medina havia sido eliminado anteriormente por Kelly Slater. No feminino, Luana Silva caiu no Round 2 diante da portuguesa Yolanda Hopkins. Próxima parada: Fiji Encerrado o Tahiti Pro, o Championship Tour permanece no Pacífico Sul. A próxima etapa será disputada em Cloudbreak, Fiji, com janela entre 25 de agosto e 4 de setembro. “A gente segue na disputa. É uma longa jornada e tenho que colocar o pezinho no chão para trabalhar campeonato a campeonato” Italo Ferreira, campeão mundial de 2019 Italo chega à próxima etapa com a lycra amarela, mas evita antecipar qualquer possibilidade de disputa pelo segundo título mundial. O brasileiro já definiu também seu próximo objetivo: conquistar pela primeira vez a etapa de Fiji. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS)

    Seth Moniz conquista primeira vitória no CT, Erin Brooks vence entre as mulheres e Italo Ferreira deixa o Taiti na liderança do ranking após chegar às semifinais do Outerknown Tahiti Pro 2026.

    A próxima chamada o Outerknown Tahiti Pro 2026 acontece nesta segunda-feira (10) às 14h (de Brasília). Depois de mais de um mês de paralisação desde o Rio Pro, em Saquarema, o Championship Tour da WSL retorna para uma das ondas mais desafiadoras do planeta: Teahupoo, no Taiti. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Teahupoo A janela de competição acontece entre os dias 8 e 18 de agosto. Uma das solicitações mais frequentes desde o lançamento da nova plataforma foi o retorno dos comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial. Por isso, o Waves volta a abrir o espaço para a comunidade acompanhar, comentar e trocar opiniões ao longo das baterias. Durante muitos anos, esse encontro entre surfistas fez parte da cobertura dos eventos no Waves. Agora, a tradição retorna renovada, mantendo o que sempre foi mais importante: a participação da comunidade. Feito de surfista para surfista, o Waves acredita que acompanhar uma etapa vai muito além de assistir às baterias. É também comentar o que acontece nas entrelinhas, discutir as notas, defender seus favoritos e trocar ideias com outros apaixonados por surfe. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS) 18.20 x 17.40 Callum Robson (AUS)15 Griffin Colapinto (EUA) 19.60 x 8.50 Rio Waida (IND)16 Miguel Pupo (BRA) 13.50 x 1.94 Mateus Herdy (BRA) Round 3 1 Kauli Vaast (FRA) 12.00 x 12.34 Alan Cleland (MEX)2 Seth Moniz (HAV) 12.10 x 9.04 Barron Mamiya (HAV)3 Connor O’Leary (JAP) 10.33 x 11.66 Italo Ferreira (BRA)4 Liam O’Brien (AUS) 6.66 x 7.67 Ethan Ewing (AUS)5 Ramzi Boukhiam (MAR) 14.00 x 9.10 João Chianca (BRA)6 Alejo Muniz (BRA) 2.10 x 13.66 George Pittar (AUS)7 Kelly Slater (EUA) 8.46 x 15.00 Jack Robinson (AUS)8 Griffin Colapinto (EUA) 16.67 x 15.17 Miguel Pupo (BRA) Quartas de final 1 Alan Cleland (MEX) 1.50 x 13.66 Seth Moniz (HAV)2 Italo Ferreira (BRA) 15.50 x 11.94 Ethan Ewing (AUS)3 Ramzi Boukhiam (MAR) 17.74 x 8.84 George Pittar (AUS)4 Jack Robinson (AUS) 11.50 x 11.83 Griffin Colapinto (EUA) Semifinais 1 Seth Moniz (HAV) 15.76 x 13.83 Italo Ferreira (BRA)2 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.37 x 15.40 Griffin Colapinto (EUA) Final 1 Seth Moniz (HAV) 18.17 x 14.67 Griffin Colapinto (EUA) Feminino Round 1 1 Sally Fitzgibbons (AUS) 1.67 x 4.16 Anat Lelior (ISR)2 Tya Zebrowski (FRA) 2.00 x 6.90 Erin Brooks (CAN)3 Isabella Nichols (AUS) 8.77 x 7.13 Vahine Fierro (FRA)4 Stephanie Gilmore (AUS) 3.90 x 4.73 Yolanda Hopkins (POR)5 Alyssa Spencer (EUA) 5.00 x 1.93 Bella Kenworthy (EUA)6 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 4.44 x 6.00 Brisa Hennessy (CRC)7 Nadia Erostarbe (ESP) 8.67 x 4.66 Francisca Veselko (POR)8 Tyler Wright (AUS) 4.57 x 5.34 Kelia Gallina (TAH) Round 2 1 Caroline Moore (HAV) 8.90 x 11.83 Erin Brooks (CAN)2 Molly Picklum (AUS) 9.50 x 3.56 Alyssa Spencer (EUA)3 Sawyer Lindblad (EUA) 6.67 x 7.16 Isabella Nichols (AUS)4 Lakey Peterson (EUA) 4.73 x 4.90 Nadia Erostarbe (ESP)5 Gabriela Bryan (HAV) 1.46 x 12.73 Anat Lelior (ISR)6 Caroline Marks (EUA) 5.50 x 8.27 Kelia Gallina (TAH)7 Luana Silva (BRA) 3.97 x 10.17 Yolanda Hopkins (POR)8 Caity Simmers (EUA) 13.50 x 1.33 Brisa Hennessy (CRC) Quartas de final 1 Erin Brooks (CAN) 13.50 x 3.27 Molly Picklum (AUS)2 Isabella Nichols (AUS) 7.83 x 7.26 Nadia Erostarbe (ESP)3 Anat Lelior (ISR) 9.50 x 6.53 Kelia Gallina (TAH)4 Yolanda Hopkins (POR) 12.33 x 6.90 Caity Simmers (EUA) Semifinais 1 Erin Brooks (CAN) 15.10 x 11.17 Isabella Nichols (AUS)2 Anat Lelior (ISR) 12.50 x 3.43 Yolanda Hopkins (POR) Final 1 Erin Brooks (CAN) 17.20 x 16.33 Anat Lelior (ISR))

    Confira ao vivo o Outerknown Tahiti Pro 2026 e participe dos comentários e debates no nosso fórum, durante as etapas da WSL.

    Etapa Natal chegou ao fim neste domingo nas areias da Praia de Miami com vitórias de Daniella Rosas e Douglas Silva. Com status QS 4.000 da World Surf League (WSL), a etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as Quartas de Final masculina, seguidas pelas Semifinais nos dois naipes, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas as categorias, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral potiguar. Douglas Silva desbanca líder do ranking para celebrar a vitória Em um duelo entre Santa Catarina e Pernambuco, Douglas Silva (BRA) conquistou sua primeira vitória no Circuito Banco do Brasil de Surfe, superando o catarinense Luan Wood (BRA), líder do ranking do QS sul-americano e do Circuito BB, embalado pelo título da etapa de Imbituba. Em uma final eletrizante na Praia de Miami, Douglas começou forte e abriu a disputa com uma onda 8,50, e Luan respondeu logo na sequência, marcando 8,07 pontos ao trabalhar muito bem as manobras de base-lip. Luan precisava de 7,14 pontos para virar o resultado e ainda teve uma última oportunidade quando os dois surfistas conseguiram pegar ondas a menos de 30 segundos do fim, mas o  catarinense recebeu 6,50 e não conseguiu a virada, confirmando Douglas Silva como grande campeão da etapa de Natal. “Primeiramente, agradecer a Deus por esse momento. Estou muito feliz, estava me sentindo bem desde o começo do evento. Estava leve. Quero agradecer a todos pela torcida, aos meus patrocinadores que acreditam no meu sonho e no meu futuro, ao meu coach Alan… Aproveitar pra dar um feliz Dia dos Pais pra todo mundo. Muito feliz de sair com a primeira vitória no Circuito BB. Seguir firme e forte trabalhando, o trabalho não para”, celebra o campeão, que completa: “Eu sempre falo pra todo mundo que nossa vida é ganha nos mínimos detalhes e é algo que eu tenho trabalhado bastante com meu coach. Estamos ajudando muito isso. 1% melhor a cada dia. Deus colocou pessoas boas na minha vida e está dando certo. A gente trabalha todos os dias para que dê certo e a gente está colhendo os resultados“. Trajetória impecável começa nas semifinais As semifinais masculinas do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocaram frente a frente dois dos surfistas que mais se destacaram no evento. Douglas Silva eliminou o campeão da etapa de 2025, Israel Junior (BRA), por 16,84 a 12,67 pontos, deixando o potiguar em combinação. O duelo foi marcado pelo confronto entre dois aerialistas: Israel ainda arriscou mais um superman, repetindo o feito das quartas, mas foi Douglas quem construiu a vitória com um surfe de borda muito forte, tanto de backside quanto de frontside, garantindo duas notas de critério excelente (8,67 e 8,17).  Em grande fase, Douglas chegou à decisão com uma campanha praticamente perfeita em Natal. Antes da final, Dodô já mostrava confiança em suas declarações:  “Eu tô muito leve, muito tranquilo. Eu realmente vim aqui pra sair com o título, estou muito focado nessa etapa (…) Essa é minha meta“. Na semifinal anterior, Luan Wood confirmou o favoritismo e superou Rafael Barbosa (BRA) por 14,70 a 13,67, garantindo vaga na decisão. Luan chegou a Natal na liderança do ranking depois das duas primeiras etapas e vinha de uma sequência consistente: no sábado, venceu suas duas baterias, incluindo uma onda 7,67 que foi decisiva para avançar às quartas. Rafael também chegou forte, ocupando posição de destaque no ranking e tendo como antecedente recente um duelo apertado contra Luan. A vitória colocou Luan na final contra Douglas, em um confronto que reúne o líder do QS sul-americano e o atleta que chega embalado por um dos melhores momentos da temporada. Peruana supera Maria Eduarda Cesar e conquista o título  A final feminina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocou frente a frente experiência e nova geração. De um lado, Maria Eduarda Cesar (BRA), uma das promessas do surfe brasileiro com apenas 18 anos, disputando a primeira final de sua carreira no Circuito BB. Do outro, a peruana Daniella Rosas (PER), atleta olímpica, tricampeã sul-americana da WSL e atual campeã do circuito Banco do Brasil, que chegou à segunda final em duas etapas disputadas em 2026. Em 2025, Daniella foi ainda campeã em São Sebastião e em Imbituba. Em uma decisão de 30 minutos, Dani venceu por 9,07 a 9,84 pontos, administrando bem a escolha das ondas e a prioridade nos minutos finais. Duda apostou principalmente nas direitas em frente ao palanque, mas a peruana foi mais eficiente na leitura do mar. O resultado reforça a consistência de Daniella em eventos no Brasil.  “Estou super agradecida. Poder ganhar aqui é super especial. Venho de uma sequência não muito boa no Challenger, mas estou feliz de poder ganhar aqui. Em Imbituba não foi meu grande dia (na final contra a Sophia Medina), e aqui fiquei o mais tranquila possível e ajustei meus erros. Estou feliz e agradecida”, celebra a campeã, que projeta os próximos passos:  “Agora vou pra casa, porque faz muito tempo que não vou pra lá. Saio para a Espanha, depois volto para o Brasil para a etapa do Espírito Santo… Tenho bons resultados no Brasil e quero manter isso constante. Estou totalmente focada nos Challengers. Esse ano me sinto muito melhor, estou super feliz em todos os sentidos. Agradecida de estar aqui, de ganhar aqui. A verdade é que estou muito feliz”, finaliza Dani.  Atleta BB, Tainá Hinckel (BRA) e Alexia Monteiro (BRA) encerraram suas participações na semifinal, terminando o evento em terceiro lugar no geral.  Resultados Circuito Banco do Brasil de Surfe em Etapa Natal Masculino Quartas de final 1 Luan Wood (BRA) 11.60 x 8.70 Wesley Leite (BRA)2 Rafael Barbosa (BRA) 13.50 x 12.23 Gabriel Klaussner (BRA)3 Israel Junior (BRA) 14.00 x 12.03 Ryan Kainalo (BRA)4 Douglas Silva (BRA) 15.10 x

    Pernambucano Douglas Silva conquista primeira vitória no Circuito Banco do Brasil, e peruana Daniella Rosas vence no feminino na etapa de Natal, disputada na Praia de Miami (RN).

    A Defesa Civil mantém alertas para ventos fortes nesta sexta-feira (7) em áreas do litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, com rajadas que podem chegar a 100 km/h no litoral paulista. A situação já provocou ventos de 97,2 km/h em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo, durante a noite de quinta-feira (6). Clique aqui para ver a previsão das ondas em SP Clique aqui para ver a previsão das ondas no RJ No estado de São Paulo, a previsão é de alerta vermelho nesta sexta e no sábado (8), com destaque para o litoral, a faixa leste e regiões de serra. A Defesa Civil chegou a enviar alertas severos aos celulares da população do litoral sul e da Baixada Santista até Bertioga. A força do vento já pôde ser sentida em diferentes pontos da costa paulista. Além dos 97,2 km/h registrados em Itanhaém na noite de quinta, os ventos chegaram a 90 km/h em Mongaguá no período noturno. Na manhã desta sexta, Caraguatatuba registrou rajadas de 49,3 km/h. Também houve registros de 37,6 km/h em Santos, 36,7 km/h em Cananéia, 31,2 km/h em Mongaguá e 31,1 km/h em Ilhabela. A Baixada Santista está entre as regiões com previsão de ventos fortes e maior risco no estado. Bertioga, Caraguatatuba, São Sebastião e Ubatuba suspenderam as aulas da rede pública nesta sexta-feira. Segundo a Defesa Civil, a ventania pode provocar queda de árvores e placas, destelhamentos, interrupções no fornecimento de energia, dificuldades no tráfego, impactos em aeroportos e agitação marítima. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Agência SP (@agenciaspoficial) Rio de Janeiro também recebe alerta No Rio de Janeiro, a Defesa Civil estadual também emitiu um alerta severo para ventos e chuva forte na manhã desta sexta-feira. A mensagem enviada aos celulares alertou para vento forte nas próximas horas e orientou a população a evitar deslocamentos. A cidade do Rio entrou em Estágio 2 ainda na noite de quinta-feira, diante da previsão de intensificação dos ventos entre quinta e domingo (9). As aulas das redes municipal e estadual foram suspensas nesta sexta por precaução. As condições para um vendaval se intensificaram com a combinação entre um ciclone e uma frente fria, e os ventos podem passar dos 90 km/h na Região Metropolitana do Rio. Para esta sexta, a previsão indica rajadas fortes, entre 52 e 76 km/h, e muito fortes, acima de 76 km/h, a partir da manhã. Atenção redobrada no litoral A ventania está associada à chegada de um ciclone extratropical à região Sul do país e exige atenção especial de quem está no litoral. Além dos ventos fortes, há previsão de ressaca. No estado de São Paulo, nove das 16 regiões administrativas estão em alerta vermelho, incluindo Santos e o Vale do Paraíba e litoral norte. Além dos riscos provocados pelo vento em terra, a Defesa Civil paulista inclui a agitação marítima entre os possíveis impactos das condições meteorológicas. O cenário reforça a necessidade de atenção de quem pretende frequentar praias ou realizar atividades no mar durante o período de maior intensidade dos ventos. No domingo (9), a previsão para São Paulo passa para alerta amarelo, com as rajadas se deslocando gradualmente em direção ao Rio de Janeiro. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Corpo de Bombeiros Militar/ RJ (@corpodebombeiros_rj)

    Litoral paulista está entre as áreas de maior atenção nesta sexta-feira (7), enquanto Rio de Janeiro também recebe alerta para ventos fortes. Rajadas já chegaram a 97,2 km/h em Itanhaém.