Surf&Beach comemora sucesso

A Surf & Beach Show 2005, maior evento do segmento de surfwear, streetwear e moda praia da América Latina, encerrada no dia 01 de julho, registrou cerca de 40.000 visitantes e negócios da ordem de R$ 230 milhões.

 

Estes dados expressam a força de um mercado em constante expansão e todos nós que fizemos a Surf & Beach Show acontecer,  contribuímos significativamente para esse resultado.

 

Confira porque a Surf & Beach Show é a maior feira do setor na América Latina :

 

O surfista e shaper australiano Terry Fitzgerald

ou Mr. Body Torque (apelido que ganhou

em Sunset Beach,Hawaii), ou Sultan of Speed (como é conhecido em Jeffrey´s Bay na Africa do Sul graças as suas sessões épicas), criou em 1971 a Hot Buttered Surfboards a HB como é internacionalmente conhecida hoje. Ele marcou presença na 12a edição da Surf & Beach Show.

 

A Hot Buttered chegou com força. Entre os produtos apresentados na feira, destaque para a nova coleção de óculos e a linha de confecção.
Marcelo Lagrotta, gerente de marketing da HB, adianta que muitas novidades ainda estão a caminho. “Em um ano mudamos muita coisa, conquistamos um espaço importante e a meta é crescer cada vez mais. No próximo ano teremos muitas novidades e surpresas para a Surf & Beach Show”, conclui Lagrotta.

 

Foto: Ricardo Macario.

“Participar da Surf&Beach é sempre uma grande satisfação em vários sentidos. O contato direto com o público e sua grande demonstração de admiração e carinho são altamente gratificantes. O convívio e atenção que posso dar a meus patrocinadores pessoalmente, a troca de informações e etc… O tipo de trabalho que o surfista profissional deve fazer fora d´agua, que é essencial, e um incentivo para o crescimento do esporte. Fortalecendo assim, cada vez mais o elo entre o atleta e a empresa que o patrocina. Dando a devida importância a imagem que nós projetamos na sociedade. Enfim um evento deste porte é uma oportunidade para todos” – Andrea Lopes.

 

Andrea é Tri Campeã Brasileira Profissional, patrocinada pela Miss Sirena e Secrett. Nós agrademos pelo fato de o surf feminino estar tão bem representado.

 

A Nacional Company que detém as marcas WG , Urgh! e Top&Cia, atua a 17 anos no mercado.

 

“Esta foi uma das melhores edições da feira, já que todos os clientes do Brasil, vieram ao nosso stand. Nosso atleta Edgar Bischof esteve todos os dias na feira e pode conferir o entusiasmo de nossos clientes com nossas coleções”, afirma satisfeito o diretor, Edmilson Benzoni.

 

A WG inovou ao apresentar uma nova técnica de silk em sua coleção, que nos permite passar o ferro sobre a estampa sem que ela derreta, (apenas para as peças que tenham identificação no tag).

 

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Foto: Emiliano G. e Lin Z.Li.

Para Eraldo Gueiros, grande representante do surf mundial. Vencedor do Big Trip 2002, (homenagem prestada ao surfista que desceu a maior onda da temporada), este ano o stand da WG foi o mais original.

 

A Koul fez a sua estréia na Surf&Beach Show. A marca, que está no mercado há quase um ano, teve a oportunidade de expor os seus produtos para o grande público que visitou o evento durante os quatro dias.

 

Mauro Almeida, gerente de marketing da empresa, conta que o stand da marca recebeu um número expressivo de visitantes, inclusive de pessoas ilustres como o primeiro campeão mundial de surf, o australiano Peter Townend e o secretário estadual da Juventude, Esporte e Lazer de São Paulo, Lars Grael. Após assistir o desfile da Koul, o secretário elogiou a coleção.

 

?Prospectamos novos clientes, abrimos espaço para exportação e tivemos o reconhecimento tanto dos lojistas como do consumidor final. Isso só fortaleceu a marca e nos deu a oportunidade de lançarmos nossa coleção com maior amplitude, pois recebemos visitas de clientes de dentro e fora do país?, analisa Almeida

 

Foto: Emiliano G. e Lin Z.Li.

A Coleção Verão 2006 da Mormaii foi lançada na Surf & Beach Show, maior vitrine latino-americana do segmento. Têxteis tecnológicos de alta performance, produzidos pela Rhodia, foram incorporados à coleção.

O diretor financeiro da Mormaii, Eduardo Nedeff, afirma que ?O objetivo é oferecer produtos de alta qualidade, que garantam o bem-estar de quem usa?.  Em relação aos óculos, a novidade foi o lançamento da linha Frames, de armações para óculos de receituário. A marca investe sua experiência no segmento de armações para óculos de grau.

 

 

Foto: Emiliano G. Lin Z.Li.

Fundada em 1971 no Hawaii, a Town & Country patrocinou grandes surfistas havaianos como Larry Bertleman, Dane Kealoha, Marvin Foster, Sunny Garcia, Andy Irons, entre outros.

Segundo Adam Borrelo, diretor da equipe internacional da Town & Country, o Brasil  esta na mira da marca. “Aqui é um lugar importante para o surfe internacional, com muitos atletas no WCT e vários outros destacando-se no tow-in”, explica o havaiano de 35 anos, morador do North Shore da ilha de Oahu.

 

 

 

A empresa GSM Brasil, subsidiária da Billabong Internacional, expôs em um megaestande com 450 metros quadrados.  Além dos lançamentos das marcas Billabong, Element e Von Zipper, a galera curtiu um show da Billa Band.

 

 

Adriano Trovagini, coordenador de marketing da GSM, afirma que a visitação profissional no stand foi boa. “Fechamos diversos negócios? ? afirma ele.

 

 

 

 

 

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A Oakley, considerada uma das marcas mais luxuosas do planeta, que transita entre o mundo fashion e o universo dos esportes radicais apresentou sua coleção na SBS, com o objetivo de lançar novos produtos e ampliar seus canais de vendas e de distribuição no mercado brasileiro.

?A participação da empresa no evento foi muito positiva. Foram realizados excelentes pré-books no segmento de confecção”,comenta Simone Ferraz, gerente de merchandising e eventos.

 

 

 

 

De acordo com Eduardo Wolff, diretor da marca Cyclone, a visitação durante a feira foi satisfatória.

?Tivemos muitos contatos, mas o que realmente surpreende é a presença de compradores internacionais em grande quantidade”, afirma Wolff.

 

Para o empresário, falta união ao mercado. “A feira é muito importante para o nosso segmento e todas as marcas deveriam participar”, enfatiza.

 

 

 

 

Uma das sensações da SBS foram os lançamentos da Evoke. Os óculos da marca tem como base uma máscara anatômica, com curvas orgânicas. O resultado, são óculos completamente funcionais e esportivos, que simplismente ?vestem? o rosto.

O conforto do I-Mask não se resume simplesmente ao encaixe. A grande inovação tecnológica do modelo fica por conta das lentes tóricas, que permitiram o design de um modelo fechado, impedindo a entrada de luz, vento e poeira.
 
As lentes tóricas fazem com que a visão fique livre de qualquer abstáculo, e o resultado é o conforto e a liberdade da visão periférica de 180º – a visão natural.
 
Dobradiças em alpaca e níquel com travas “Hinge Lock®” permitem que as hastes sejam fechadas sem encostarem nas lentes, proporcionado uma articulação perfeita – sem desgastes.

 

A World Wave fez sua estréia na 12ª Surf& Beach Show e afirma que foi muito bom.

 

?Fizemos muitos contatos e fechamos negócios com compradores de regiões nas quais ainda não atuávamos. 70% dos negócios fechados durante o evento foram com compradores internacionais de países como Itália, França, Japão e Caribe” comenta Alessandra Sunao, diretora.

 

 

 

 

 

 

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Foto: Emiliano G. e Lin Z.Li.

A Jack’s Surf Shop  é considerada a maior surf shop do mundo, que fica de cara para o Píer de Huntington Beach. 

Reconhecendo a importância da feira, Bob Abdel visita pela primeira vez a Surf & Beach como representante da Jack’s. Segundo ele, estimular a presença de compradores internacionais como ele, e o ato de promover encontros com fornecedores, foi uma excelente atitude da organização da feira.

Trazer compradores Internacionais e o incentivo às Exportações, são prioridades para a Surf&Beach, para a  ABIT – Associação Brasileira das Indústrias Texteis e de Confecção e a APEX – Agência de Promoção de Exportações. Para isso o evento contou com uma Central de Apoio a Exportação.

 

Para a Maresia Boardtech, um dos gigantes do nosso mercado e a maior empresa do Ceará em nosso segmento, a feira atingiu seus objetivos.

 

?Ficamos satisfeitos com os resultados obtidos na Surf Beach Show. Recebemos um bom número de visitantes e foram unânimes os elogios ao nosso trabalho e aos nossos produtos. Recebemos visitantes de todas as regiões do país, principalmente do interior de São Paulo e do interior dos estados do Sul. comenta Sebastião Dantas, diretor comercial.

Antenada no futuro e nas tendências mundiais a Maresia difunde o conceito “boardtech”. Além de lançar sua coleção na feira, proporcionou aos visitantes, as presenças dos atletas Christiano Spirro e Raphael Becker.

 

A Diwi, primeira marca brasileira a fabricar softboards com licenciamento tecnológico da INT, se apresentou ao mercado nacional na SBS. 

“No começo foi difícil, mas foi um prazer acompanhar os primeiros passos da Diwi no Brasil. Eu estava ansiosa para ver qual seria a reação das pessoas à essa nossa nova tecnologia, mas a receptividade ao produto foi incrível”, declara Tatiana Da Mata, representante da Diwi no Brasil.

 

 

 

A Badlands, marca que leva o nome da região selvagem da Califórnia – longe das grandes cidades e onde se concentram os melhores picos de surf e  pistas de skate do mundo, comemora sucesso em vendas na Surf&Beach. O Diretor, Caco Freier, comentou que no segundo dia de evento, as vendas já tinham cobrido seus custos de participação.

 

“A feira é para nós uma oportunidade única, aguardada com ansiedade o ano todo, de estar presente na “vitrine do segmento” com a Badlands-Surf com garra!

Nesse evento você encontra com parceiros, clientes e amigos em um ambiente descontraído mas altamente profissional. Na nossa opinião, a Surf & Beach tem que ter apoio total das pequenas e médias empresas do setor, para que unidos no único evento comercial do segmento, consigamos resultados conjuntos.

Afinal, melhor do que fazer força sozinho num pedalinho, é remar juntos nessa canoa Havaiana.” – Caco Freier.

 

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A Red Bull montou seu half pipe profissional de 4,20 x 18 metros, considerado um dos melhores do mundo. A pista segue o padrão mundial para as modalidades de skate, patins e bike, onde se apresentaram seis atletas da Red Bull, bem como profissionais indicados pelas marcas expositoras.

 

Além da pista, a Arena Red Bull oferecia bar e DJ Desk instalada em cima de um Hummer H2, alucinante.

 

Todos conferiram as performances de atletas profissionais ao som do DJ TE.

 

 

A Drop Shoes  junto com a Drop Dead e Sista participou da SBS com uma estrutura invejável. Mais de 400m2 entre stand, lounge e mini-rampa móvel, mais uma das inovações da Drop.

 

A empresa já exporta para os países do Mercosul, América Central, Ásia, Espanha, Itália e Japão. Recentemente abriu uma sede na Argentina.

Durante a SBS recebeu a visita de compradores de seis países.

 

O principal lançamento foi o model do Marcelo D2, um dos ícones da música brasileira. O legal é que você ainda pode reutilizar a caixa do tênis para guardar  CD?s. Entre as outras novidades está o Trident Model, do surfista Binho Nunes, o segundo modelo do skatista Ricardo Pingüim, o model do skatista Wagner Ramos e o de Marcelo Kosake. Kosake, tricampeão brasileiro participou da criação para desenvolver um calçado adequado para andar de skate, com foco na modalidade vertical, sua especialidade. Os modelos foram testados pelos atletas que comprovaram sua eficiência na redução da fadiga muscular, calosidade e problemas ergonômicos.

 

A Revista SKT montou um obstáculo de 3,5m de altura. Na Wall Ride, atletas convidados pela revista, disputavam quem alcançava a maior altura. A marca era o truck traseiro do skate e a referência uma linha amarela instalada na pista.

 

Lupa, atleta profissional e representante da revista, chegou as finais, mas quem levou a melhor foi  Rafael ?Finha? Felix, skatista amador patrocinado pela Black Sheep e Nike.

 

“Achei muito boa a valorização dada ao skate em formato de show, casos do halfpipe da Red Bull e da minirrampa da Drop Dead. Acho que é preciso mostrar aos empresários do skate, que a

disposição da Waves é proporcionar um espaço para as marcas do setor apresentarem suas novidades e principalmente uma oportunidade única para a afirmação da marca no segmento. Além de fazer negócios, a feira vai tornando-se, na minha opinião, uma ferramenta onde a marca apresenta sua identidade, suas metas, coleções, atletas, etc… A revista SKT quer trabalhar neste sentido e quanto mais afinado nossos pensamentos  estiverm nesta direção, maior será o crescimento para os dois” declara Walter Garrote – editor da Revista SKT.

 

 

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Para Tatiana Parada, responsável pelo marketing da Tom Boy ” a feira é tradicional no calendário e por isso bastante esperada. Nos trouxe um bom retorno institucional e ótimas negociações comerciais. A Tomboy, é reconhecida pela qualidade dos bonés que fabrica e na Surf Beach teve oportunidade de apresentar a coleção, neste primeiro ano em que investimos forte nesse segmento.
 
Achei a feira super legal, principalmente pelo fato de o skate estar bem presente,com o campeonato de wall ride, mini rampa que havia no local. Acho esse evento muito importante pois evidencia a cada ano a cultura surf e street wear e só faz crescer o mercado – Klaus Bohms, Skatista Amador patrocinado pela marca.

 

Fluir presenteou seus leitores com duas tardes de autógrafos, onde a galera além de levar a obra assinada pode conversar sobre a experiência com os autores.

A primeira foi com Adrian Kojin, diretor de redação da revista Fluir, que autografou seu livro Alma Panamericana, onde ele  narra sua aventura ao cruzar as três Américas em cima de uma moto com sua prancha na garupa. Foram 25 mil km por 14 países. Publicado pela Editora Gaia, traz um encarte de fotos alucinante.

 

A segunda foi com  Everaldo ?Pato? Teixeira que

acabou de voltar de um swell histórico em Teahupoo. Além de cansar a mão assinando diversos pôsteres contou com detalhes essa história de ser o primeiro brasileiro a surfar Teahupoo em condições tão extremas, com ondas de quase 30 pés.

Quem esteve na feira, conferiu em primeira mão o primeiro licenciamento da
General Motors no Brasil. Fruto de uma parceria com a editora Peixes, foi desenvolvida a Montana / Fluir, picape especialmente desenhada e equipada para os surfistas.
A Montana / Fluir traz acessórios exclusivos para os surfistas, como bancos de neoprene, guia de ondas, toalha e chaveiro personalizados.

 

Planeta Água

O ?Lounge Sabesp? teve como objetivo mostrar à sociedade, a importância do uso racional da água, da preservação dos recursos hídricos e educação sanitária e ambiental.

Na área, um filme educativo era exibido constantemente. Agentes, além de distribuir àgua potável gratuitamente, também informavam os presentes na feira, sobre os serviços prestados pela Sabesp, a importância deles e a responsabilidade dos cidadãos no processo.

Para Paulo Bordezan, responsável pela área, “a feira foi uma ótima oportunidade para divulgar à população, o trabalho que a Sabesp vem realizando, e a importância do uso racional da água, por parte da população. Por intermédio da informação, buscamos mudar vícios de uso abusivo de água no cotidiano das pessoas”.

 

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Os grandes pintores Bianca L.N. Ayrosa, Camila P. Arrizabalaga, Dênis L. Molinaro, Erick Wilson, Fábio e Thiago Rodrigues, Franklin O. dos Santos, Gabriel Paiva, João V. de Siqueira, Mila R. Carper, os escultores Alessandro Pinheiro Rodrigues e Alexandre P. Rezende, e a artesã Mariane de A. Martins, proporcionaram a 12ª Surf&Beach Show a 3ª Mostra Surf Art ? Waves&Images.

 

A impressão que certas obras passam, é que o movimento do pincel na tela, foi similar ao do surfista na onda. Que a primeira imagem captada pelo surfista ao sair do tubo, foi retratada na tela. E aí me vem a pergunta ? será que todos eles surfam?  É possível compartilhar tal sentimento?

Para este o grupo de 12 artistas, a arte é a expressão daquilo que se sente e ponto final – principalmente dentro d´agua.

 

Mark Fonser, o escultor predileto desse meio, também prestou sua homenagem a nosso mercado, ao expor suas obras na Surf&Beach Show. A arte de transformar o ferro, algo tão frio e rígido em momentos de pura ação, impressionou a todos.

 

“Este evento nos possibilita uma excelente divulgação do que está sendo apresentado. Excelentes contatos e concretização de resultados, tanto instantãneos quanto em momentos futuros, afirma Mark Fonser.

 

 

 

 

O Site Waves – o maior e mais completo portal de surf da internet  brasileira reuniu personalidades na SBS.

Boletins de condições do mar em 150 praias, cobertura dos principais eventos, galerias multimidia e tudo que é notícia no mundo do surf não são novidade para quem conhece a home.

 

Quem surfa acaba admitindo que o ato de acessar o site diariamente já virou vício.

Graças a isso a home page chega a 1.200.000 page Views/mês, quase 300.000 unique visitors/ mês de acesso.

 

 

O braço brasileiro do Istituto Europeo di Design (IED), sediado em Milão (Itália), foi um dos principais eventos paralelos da 12ª Surf&Beach Show.

 

O IED elaborou um lounge onde além de relaxar os visitantes podiam se informar. No lounge foram expostos exemplos de comunicação e merchandising visual, trabalho realizado por profissionais e estudantes da mais conceituada escola de moda, arte visual e design da Europa.

 

Além do lounge a promotora ofereceu um estágio não remunerado aos estudantes do curso de Moda do Istituto Europeo di Design, que foram responsáveis pela produção dos desfiles oficiais, sob a coordenação do estilista Alexandre Bucci e da produtora Carol Rosa.

“Acho importante a organização da feira se preocupar com a formação profissional dos adolescentes e incentivar profissionais atuantes no mercado de trabalho a se especializarem dentro da sua área de atuação, pois temos além da graduação a pós-graduação? comenta Brigitte Corrêa, responsável pela área de eventos no IED.

 

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Na Arena de Desfiles, o que se viu na passarela foram os  principais lançamentos e tendências para o verão 2006 nos segmentos de surf, skate e moda praia, o que consagrou a Surf&Beach Show como a maior vitrine da América Latina para esse segmentos.

 

Todos prestigiaram os lançamentos de mais de  80 marcas expositoras em uma arena de 480m2.

 

Foi uma oportunidade única de conferir o que está sendo produzido de melhor nos mercados surfwear, skatewear e moda praia no Brasil.

 

 

Além de atleta apaixonado pelo esporte, Francisco De La Lastra, como profissional de beleza, sabe que quem freqüenta a praia ? sendo ou não surfista ? precisa de atenção especial para evitar os danos causados pelo sol e mar na pele e nos cabelos. Daí a idéa de montar na Surf&Beach o espaço Beauty Beach, que contou com estações de corte de cabelo, massagem e altos toques.

Romeu Bruno que é pioneiro na prática de tow-in no Brasil e foi um experiente salva-vidas do North Shore do Hawaii, foi um dos que deram um tapa no visual pelas mãos de La Lastra.

 

 

 

A Bennett Foam repetiu a façanha de chocar os presentes na feira, ao instalar novamente um painel de uma onda de 40 pés em tamanho natural. Todos ficam impressionados com o tamanho da massa d´água.

O corajoso que surfou aquela ?morra? foi o big rider Rodrigo Monster Resende, tri-campeão do Big Trip e campeão mundial da Tow In World Cup.

 

?Foi incrível. Todo mundo falava de ondas de 40 pés como se fosse uma coisa normal. Aquele painel mostra que onda grande não é para qualquer um?, comenta Vicente Schulenburg, sócio-proprietário da empresa.

Sempre inovando a Bennett Foam, a maior fábrica de blocos de poliuretano do Brasil, lançou na feira quatro novos tipos de blocos, cada um com uma densidade diferente.

Para Vicente “Mais uma vez nossa participação foi um sucesso. O intuito de lançar os novos blocos e divulgar o novo logo e a consolidação da Bennett no mercado foi 100% alcançado”. 

 

Eraldo Gueiros: “Com a nova espuma Power Jaws da Bennett, peguei o melhor tubo da minha vida” 

 

Para a Millenium Adar participar desta feira, voltada para um público-alvo diferenciado, foi uma ousada iniciativa, cujo objetivo foi apresentar seus artigos em tecidos importados e malhas para os próprios expositores, reforçando a qualidade dos produtos e as tendências para o segmento de surfwear e streetwear, afirma Oliviere, gerente comercial.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Para José Carlos Marques (Zequinha), diretor da marca Miss Sirena, a SBS foi uma ótima oportunidade para o lançamento de novos produtos ao mercado feminino.

 

Visando oferecer às garotas opções de produtos para todas as ocasiões e necessidades, a Miss Sirena entrou com o lançamento de calçados, linha fitness, e uma linha completa de equipamentos para surf (anti-derrapante, leash, capa refletora e parafina).

O evento, também foi uma ótima oportunidade de fortalecer o bom relacionamento entre toda a equipe da marca e sua nova atleta, Chantalla Furlanetto (atleta amadora ? SC).

 

Leila Endersby e Peter Townend, da Active Empire, vieram divulgar o “Brazil Beat“, área totalmente customizada para as marcas brasileiras na  29ª Surf Expo ? Feira de esportes de ação que acontece nos dias 16,17 e 18 de setembro em, Orlando, Flórida-EUA.

 

“A 12ª Surf& Beach Show, estava com uma energia nova, novas marcas, novos projetos, novas ideias, novo ?crowd?! Recebemos em nosso stand muitos donos de marca, lojistas de todo o Brasil e compradores internacionais, que nos procuravam curiosos sobre nosso projeto, e até pedindo indicações de empresas brasileiras.

Os que visitavam a feira pela primeira vez, afirmavam estar impressionados com a diversividade e qualidade dos produtos, contudo a principal pergunta destes compradores era: se fizermos o pedido, eles irão entregar dentro do prazo?

Tenho acompanhado a profissionalização desse mercado. Quanto mais a industria crescer, melhor para todos os envolvidos!
Gostaria de ver o mercado, em geral, apoiando o evento, expositores, representantes e lojistas? declara Leila Endersby diretora da The ActivEmpire for The Brasil Beat.

 

Foto: Emiliano G. e Lin Z.Li.

Pela primeira vez uma área 100% bodyboard é apresentada em uma feira de negócios. A Surf&Beach Show lançou a Bodyboard Business Area que aqueceu os negócios do segmento. Z-point, Aquamix, Backdoor, Cobra d’água com a NC – Neymara Carvalho e Surfster, expuseram em uma área com identidade própria.

O principal objetivo do espaço é reforçar a necessidade de maior segmentação desse mercado dentro do ponto-de-venda.

 

O programa  ?Tapa na Orelha? que vai ao ar todo domingo das 7 às 8:30 da noite na 98FM, (emissora filiada a Rede Rádio Rock da 89FM), também prestigiou a Surf&Beach. Luiz Tunderbird, que comanda o programa entrevistou o skatista Marcelo Kosake, tricampeão brasileiro de Vert – atleta da Drop Shoes e Daniella Velloso, marketing da Waves.

 

Para Paulo Martins, diretor da Malarrara “a feira foi muito boa!  Conseguimos aumentar nossas vendas em 50% comparadas ao ano anterior. Recebemos visitas nos dois primeiros dias de muita gente do sul e nos dois dias finais,  de São Paulo e regiao sudeste. O que nos chamou a atenção foi a visita de pessoas de Israel, California, Tahiti, Polinesia, Venezuela, Costa Rica, Caribe e Argentina. Por tudo isso, ja assinamos o contrato para a Surf&Beach 2006. A feira para quem sabe trabalhar dá muitos resultados”.

 

 

 

 

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Já a Rádio Brasil 2000, comandou o programa de dentro da feira. DJ Magoo, embalou a galera ao som de músicas pedidas pelas personalidades presentes.

 

Os atletas gravavam uma chamada e pediam uma música favorita.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quem vistou a feira tambem pode relaxar no espaço Yôga Sessions, onde o Mestre De Rose, disponibilizou os profissionais da Universidade de Yôga que deram aulas durante o evento. 

 

Todos os desfiles da feira foram abertos com uma apresentação de yôga avançada.

 

“Para nós da Uni-Yôga foi um previlégio enorme participar deste evento e levar aos jovens saudáveis do surf, skate e esportes radicais toda a força e qualidade de vida do yôga antigo” declara o diretor  Daniel De Nardi.

 

 

 

O X-Board, uma prancha que simula os movimentos dos board sports, foi um dos lançamentos da SBS e um grande sucesso.
O princípio é bem simples, a prancha, que desliza sobre um rolo, não pode encostar as bordas no chão. Ao fazer isso, o Xboarder treina sua concentração, equilíbrio, isometria dos músculos, resistência anaeróbia e força, além de simular os movimentos de esportes como o surf, skate, kitesurf, windsurf, wakeboard e snowboard.

 Para Gustavo Santamaria, agência que atende a X Board, ? A Feira estava linda, organizada e bem frequentada. A prospecção de negócios foi exelente para a marca e nosso produto em breve estará  em todas as lojas do setor no Brasil.

 A X Board patrocina os atletas Angela Bauer, atual campeã carioca com inúmeros títulos internacionais, e Evaristo ”Kiko” Ferreira.

 

Constantino Zaphiriadis

, proprietário da Pratas do Mundo, também comemora o sucesso de vendas em seu stand, que reúne peças em prata do mundo inteiro, bem como uma produção própria nacional. De acordo com o empresário, está é a terceira participação das Pratas do Mundo na feira.

“Esta com certeza foi a melhor. Já vendemos bem mais que a metade dos produtos que trouxemos”, diz.

 

 

 

 

 

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A Magia das Jóias lançou na feira uma vasta coleção que passa por seis diferentes temas: mar, animais, flores, tribal, universo e artes.
Além de ampliar o conceito da empresa, a Magia das Jóias também criou uma loja virtual, que atende lojistas e clientes de todo Brasil.

Complementamos nossa linha e a receptividade está sendo muito legal. Fechamos negócios com clientes antigos, que tínhamos uma espécie de namoro”, diz Jaime Paulino da Silva, diretor da empresa.

 

 

 

Para Osvaldo, diretor da It Beach ?o resultado em vendas efetivas e contatos para exportação foi bom. Nossa expectativa era maior, mas para nós foi satisfatório.

Tenho a certeza, de que os próximos eventos serão ainda melhores”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

?Por ser nossa primeira participação no evento, tivemos uma grata surpresa, pois fizemos muito contatos que provavelmente se concretizarão em vendas; tanto no mercado nacional como para o exterior?, comenta Julio Jr., diretor da Sal Sweet.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para Luciana Camarota, proprietária da grife que leva seu nome, a feira tem sido muito interessante.

 

“Consegui deixar muitos contatos engatilhados para fechá-los depois da feira. Mas, também recebi a visita de muitos clientes dispostos a fechar negócios durante o evento”, explica.
 

 

 

 

 

 

 

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Volmer Buentes dos Santos

, diretor da Corali, está empolgado com os resultados obtidos no evento e aposta no trabalho pós-feira.

“Recebi visitas de vários clientes em potencial. Fechei negócio com lojistas da Espanha, Portugal, Estados Unidos e Argentina. A feira é muito importante para encontrar diretamente os clientes. E, no ano que vem, pretendemos trazer ainda mais empresas conosco, afinal o surf e a moda praia caminham juntos”,diz.

 

 

 

 

Com relação à nossa participação na ultima Surf Beach , o que temos a dizer é que obtivemos bons contatos comerciais, sendo que alguns deles já com negócios em andamento. A avaliação que pudemos fazer é de que nossa participação foi bastante proveitosa e esperamos poder participar mais vezes, comenta Wagner Marcelino Rodrigues, diretor da Dani Lu.

 

 

 

 

 

 

 

A By Fly apresentou na Surf & Beach sua nova coleção de jóias em prata e recebeu elogios de lojistas de todo país.  Com uma grande variedade de modelos, a coleção agradou a todos e mantém-se fiel ao design moderno e arrojado das peças.
?Com certeza o evento é uma vitrine do surfwear para todas as regiões do Brasil, e nos proporciona também reencontrar amigos parceiros de longe e que não podem estar sempre em São Paulo?, comentam Joe e Simone, proprietários da marca.

 

 

 

Aconteceu em Maresias (SP), nos dias 2 e 3 de julho, o campeonato ?Terra Surf & Beach Show Super Masters? que encerrou a programação do evento reunindo os pioneiros do esporte no país.

 

É o fim de festa ideal da feira. Depois de quatro dias de negócios, é hora de resgatar o real espírito do surf em uma confraternização única, onde celebramos aqueles que desbraram esse mercado.

 

Este ano, o campeonato foi apadrinhado pelo primeiro campeão mundial de surf da IPS/ASP, o australiano Peter “PT” Townend, uma das maiores lendas do surf mundial.

 

 

 

 

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    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta será palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. A janela começou na última terça-feira (1) e segue até 15 de setembro. Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial. A organização acompanha as previsões e fará o call oficial com 72 horas de antecedência. A expectativa agora está voltada para uma ondulação prevista para chegar no próximo dia 8 de setembro. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito. Tubos e mais tubos Desert Point exige uma combinação bastante específica de ondulação, vento e maré. A longa esquerda quebra sobre uma bancada de coral extremamente rasa e afiada, característica que ajudou a transformar o pico em uma das ondas mais exigentes do planeta. O cenário combina perfeitamente com a proposta do Capítulo Perfeito. Criado em 2012, o evento tem como essência esperar pelas melhores condições possíveis e colocar especialistas em tubos na água. Somente tubos são pontuados. Serão oito convidados divididos em duas baterias de quatro surfistas. As duas primeiras fases não são eliminatórias, portanto todos entram na água duas vezes. Ao final dos dois rounds, os quatro maiores pontuadores avançam diretamente à decisão. Todas as baterias têm duração de 45 minutos. O campeão em Desert Point também garante uma vaga direta no Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. A edição indonésia distribui ainda 10 mil euros em premiação. Dois brasileiros em Desert Point O Brasil já tem dois representantes confirmados. Pedro Calado conquistou sua vaga depois de chegar à final da edição de 2025, em Carcavelos. Ele estará ao lado de Balaram Stack, Cam Richards e Nic von Rupp entre os quatro classificados a partir do resultado do último evento. Von Rupp herdou a vaga de Noah Beschen, que não viajará à Indonésia por compromissos profissionais. O segundo brasileiro é Bruno Santos, anunciado como o primeiro wildcard global. Campeão do Capítulo Perfeito em 2015, Bruninho passa boa parte do ano na Indonésia e acumula enorme experiência em Desert Point. “Para mim, é uma honra enorme receber este convite. Ser um de apenas dois surfistas internacionais convidados torna tudo ainda mais especial. Existe uma ansiedade muito grande, porque é uma novidade e também porque, desde que o evento foi anunciado, muita gente sonhou com esta vaga e procurou esta oportunidade. Tenho um carinho muito grande por Desert Point, dediquei muito tempo da minha vida àquela onda e conheço bem as condições de lá. Estou muito ansioso e, acima de tudo, muito feliz por viver este momento”, comenta Bruninho Santos. Rui Costa vai além ao falar da experiência do brasileiro na bancada. “O Bruno Santos é provavelmente o surfista com mais horas de tubo em Desert Point. Foi campeão do Capítulo Perfeito em 2015 e acompanhou toda a evolução do evento. Para nós, era uma opção lógica”, afirma. Quem será o último convidado? Sete dos oito nomes estão definidos. Além de Pedro Calado, Bruno Santos, Balaram Stack, Cam Richards e Nic Von Rupp, o evento terá os wildcards locais Sulaiman e Usman Trioko. Resta apenas um wildcard global, mantido em segredo pela organização. E os próprios competidores já começaram a fazer suas apostas. Cam Richards e Bruno Santos apontam Tosh Tudor. Balaram Stack aposta em Craig Anderson, enquanto Usman Trioko acredita que será um brasileiro chamado Leandro. Nic von Rupp foi ainda mais longe e escolheu Kelly Slater. A organização divulgou três pistas sobre o convidado: ele é descendente de uma figura lendária do surfe havaiano, aparece no filme PIPELINE (2026), de Peter King, e já foi candidato diversas vezes ao Wave of the Winter (WOTW). O nome será revelado antes do call para o evento. Primeira temporada internacional A passagem por Desert Point faz parte de uma nova fase do Capítulo Perfeito. Pela primeira vez desde sua criação, em 2012, o evento ampliou seu calendário para fora de Portugal em 2026, com Moçambique e Indonésia. Ao longo de sua história, o evento já passou por Supertubos, em Peniche; Praia do Norte, em Nazaré; e Carcavelos, em Cascais. A etapa de Moçambique prevista para este ano não foi realizada porque a ondulação esperada não chegou durante a janela. Agora, todas as atenções estão voltadas para Desert Point. Os surfistas permanecem em stand-by e a organização acompanha o oceano à espera das condições que justificam colocar na água o primeiro evento da história da famosa esquerda de Lombok. Confirmados no Capítulo Perfeito de Desert Point Classificados por Carcavelos 2025 Balaram Stack (EUA)Cam Richards (EUA)Nic von Rupp (POR)Pedro Calado (BRA) Wildcards locais Sulaiman (IND)Usman Trioko (IND) Wildcards globais Bruno Santos (BRA) A definir

    Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado e Bruno Santos; janela vai até 15 de setembro e organização monitora swell previsto para o dia 8.

    Gabriel Medina foi vice-campeão do Fiji Pro 2026, encerrado nesta quinta-feira (3), em Cloudbreak. O tricampeão mundial chegou à decisão depois de uma grande campanha nas ondas pesadas da etapa, mas foi superado pelo norte-americano Cole Houshmand. O resultado marca uma forte recuperação do brasileiro, que vinha de eliminações na primeira fase nas duas etapas anteriores, no Brasil e no Taiti, e agora sobe para a quarta colocação no ranking mundial. A final ganhou emoção na segunda metade. Houshmand abriu vantagem e chegou a 16,87 pontos, deixando Medina em combinação. O brasileiro respondeu com a melhor onda da decisão: entubou com profundidade, acelerou por dentro, atravessou diferentes seções e saiu limpo para receber nota 10. Medina voltou à disputa, mas Houshmand, com a prioridade, controlou os cinco minutos finais e garantiu o terceiro título de sua carreira no Championship Tour. “Sair daquele tubo na final foi a melhor sensação. Eu estava esperando por aquela onda e estou muito feliz por ter conseguido o 10. Me sinto bem por ter chegado à final com o Cole. Ele é um bom amigo e vem surfando muito. Estou muito feliz de estar aqui e feliz pelo Cole também. Hoje foi incrível”, disse Medina. Medina, bicampeão em Fiji, buscava a terceira vitória em sua quarta final no evento. No dia decisivo, marcou 9,33 nas quartas, somou duas notas acima de 9 para chegar a 19,04 pontos na semifinal e fechou a campanha com o 10 na decisão. No feminino, Erin Brooks conquistou o título sem entrar na água na final, depois que Isabella Nichols desistiu da disputa por causa de uma lesão no tornozelo sofrida na semifinal. A canadense de 19 anos, que também venceu no Taiti, chegou ao segundo triunfo consecutivo no CT e à segunda vitória da carreira em Fiji. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por People On Tour (@peopleontour) Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Matthew McGillivray (AFS) 5.33 x 1.43 Luke Thompson (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 12.00 x 8.33 Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) 12.16 x 11.23 Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) 11.50 x 6.10 Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Seth Moniz (HAV) 12.67 x 11.80 Marco Mignot (FRA)2 – Cole Houshmand (EUA) 15.17 x 12.70 Ethan Ewing (AUS)3 – Yago Dora (BRA) 15.40 x 13.67 Mateus Herdy (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.27 x 11.66 Alan Cleland (MEX)5 – Morgan Cibilic (AUS) 14.34 x 13.17 João Chianca (BRA)6 – Leonardo Fioravanti (ITA) 11.06 x 9.17 Eli Hanneman (HAV)7 – Callum Robson (AUS) 9.10 x 8.94 Liam O’Brien (AUS)8 – Jake Marshall (EUA) 13.17 x 7.33 George Pittar (AUS)9 – Italo Ferreira (BRA) 12.70 x 10.56 Matthew McGillivray (AFS)10 – Connor O’Leary (JAP) 16.40 x 16.00 Filipe Toledo (BRA)11 – Samuel Pupo (BRA) 13.50 x 12.73 Alejo Muniz (BRA)12 – Griffin Colapinto (EUA) 15.17 x 9.73 Rio Waida (INA)13 – Miguel Pupo (BRA) 12.26 x 10.70 Ramzi Boukhiam (MAR)14 – Kauli Vaast (FRA) 16.17 x 10.43 Crosby Colapinto (EUA)15 – Barron Mamiya (HAV) 13.87 x 10.50 Jack Robinson (AUS)16 – Gabriel Medina (BRA) 13.94 x 9.83 Joel Vaughan (AUS) Round 3 1 – Cole Houshmand (EUA) 10.17 x 4.00 Seth Moniz (HAV)2 – Yago Dora (BRA) 14.40 x 6.83 Kanoa Igarashi (JAP)3 – Leonardo Fioravanti (ITA) 14.33 x 10.43 Morgan Cibilic (AUS)4 – Callum Robson (AUS) 10.50 x 8.77 Jake Marshall (EUA)5 – Connor O’Leary (JAP) 14.33 x 7.27 Italo Ferreira (BRA)6 – Griffin Colapinto (EUA) 14.00 x 12.60 Samuel Pupo (BRA)7 – Kauli Vaast (FRA) 19.07 x 11.17 Miguel Pupo (BRA)8 – Gabriel Medina (BRA) 13.77 x 13.33 Barron Mamiya (HAV) Quartas de final 1 – Cole Houshmand (EUA) 16.13 x 13.27 Yago Dora (BRA)2 – Leonardo Fioravanti (ITA) 14.10 x 10.94 Callum Robson (AUS)3 – Griffin Colapinto (EUA) 13.00 x 10.50 Connor O’Leary (JAP)4 – Gabriel Medina (BRA) 15.66 x 7.33 Kauli Vaast (FRA) Semifinais 1 – Cole Houshmand (EUA) 17.10 x 11.33 Leonardo Fioravanti (ITA)2 – Gabriel Medina (BRA) 19.04 x 14.57 Griffin Colapinto (EUA) Final 1 – Cole Houshmand (EUA) 16.87 x 15.17 Gabriel Medina (BRA) Feminino Round 1 1 – Yolanda Hopkins (POR) 9.77 x 9.57 Tya Zebrowski (FRA)2 – Sally Fitzgibbons (AUS) 9.97 x 8.37 Stephanie Gilmore (AUS)3 – Vahine Fierro (FRA) 14.17 x 6.66 Alyssa Spencer (EUA)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.66 x 4.60 Anat Lelior (ISR)5 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 9.73 x 8.50 Bella Kenworthy (EUA)6 – Francisca Veselko (POR) 12.17 x 12.00 Tyler Wright (AUS)7 – Erin Brooks (CAN) 18.00 x 3.06 Sophie McCulloch (AUS)8 – Isabella Nichols (AUS) 9.33 x 3.80 Ulukilupetea Kurop (FIJ) Round 2 1 – Carissa Moore (HAV) 12.13 x 11.50 Sally Fitzgibbons (AUS)2 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 14.60 x 9.00 Luana Silva (BRA)3 – Vahine Fierro (FRA) 11.67 x 10.43 Sawyer Lindblad (EUA)4 – Erin Brooks (CAN) 10.83 x 6.00 Caroline Marks (EUA)5 – Yolanda Hopkins (POR) 10.17 x 9.93 Gabriela Bryan (HAV)6 – Isabella Nichols (AUS) 11.60 x 8.93 Nadia Erostarbe (ESP)7 – Brisa Hennessy (CRC) 8.57 x 5.67 Molly Picklum (AUS)8 – Lakey Peterson (EUA) 13.10 x 8.04 Francisca Veselko (POR) Quartas de final 1 – Carissa Moore (HAV) 14.34 x 11.00 Bettylou Sakura Johnson (HAV)2 – Erin Brooks (CAN) 11.10 x 10.67 Vahine Fierro (FRA)3 – Isabella Nichols (AUS) 9.67 x 6.77 Yolanda Hopkins (POR)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.83 x 7.47 Lakey Peterson (EUA) Semifinais 1 – Erin Brooks (CAN) 11.84 x 9.97 Carissa Moore (HAV)2 – Isabella Nichols (AUS) 10.67 x 10.50 Brisa Hennessy (CRC) Final 1 – Erin Brooks (CAN) vence Isabella Nichols (AUS) por lesão

    Com nota 10 na final, tricampeão mundial Gabriel Medina fica com o vice em Fiji, sobe para quarto no ranking e retoma protagonismo no circuito. Cole Houshmand e Erin Brooks vencem o campeonato.

    Oito anos depois de entrar para a história do surfe de ondas gigantes, Rodrigo Koxa volta a viver a expectativa de alcançar o topo. O brasileiro é o protagonista de DÉJÀ VU, curta-metragem documental que acompanha o período de espera por mais um possível momento histórico de sua carreira. Finalista do Big Wave Challenge 2026 na categoria Maior Onda Masculina, Koxa disputa o prêmio depois de surfar uma onda em Nazaré, Portugal, cuja medição preliminar chegou a 29,15 metros. O resultado oficial será apresentado no dia 19 de setembro, durante a cerimônia da premiação no Lido Theatre, em Newport Beach, Califórnia, nos Estados Unidos. Mais do que acompanhar a disputa por um título, DÉJÀ VU mergulha justamente no período de espera que antecede a definição. Entre ansiedade, memórias, preparação e expectativa, o filme mostra Koxa novamente diante da possibilidade de alcançar um lugar que já ocupou. Em 2018, o brasileiro recebeu o reconhecimento do Guinness World Records pela maior onda já surfada, depois de descer uma onda de 80 pés (24,38 metros) em Nazaré. A marca permaneceu como recorde mundial até ser superada, em 2022, pelo alemão Sebastian Steudtner, que surfou uma onda de 86 pés (26,21 metros). Agora, a nova onda de Koxa pode colocá-lo novamente na disputa pelo posto. Caso a medição oficial confirme os 29,15 metros registrados preliminarmente e sejam atendidos os critérios aplicáveis, o brasileiro poderá conquistar o título de maior onda da temporada e voltar a disputar o recorde mundial. “Estava muito na expectativa de ver minha onda nessa final. Vou trazer de volta esse título de maior da temporada. Foi uma onda diferente em dezembro, surfada do pico até a base, até o final eu estava na adrenalina e na dúvida se conseguiria completar pelo nível de dificuldade.” Rodrigo Koxa Na disputa pelo prêmio também estão outros dois nomes que surfaram ondas em Nazaré: o brasileiro Lucas Chumbo e o francês Clement Roseyro. Por dentro de Déjà Vu Produzido por Rodrigo Koxa e Maskavo Filmes, DÉJÀ VU tem direção de Fábio Webber e edição assinada por Koxa e Webber. O documentário reúne relatos de pessoas que acompanham de perto a trajetória do surfista. Participam do filme Aline Cacozzi, esposa de Koxa; Vitor Faria, parceiro de ondas gigantes; Thiago Jacaré, coordenador do Big Wave Brasil; e Paulo Vinícius, designer. “Estou muito confiante em ter essa medição homologada e recuperar também esse recorde mundial. Agradeço a torcida da galera e peço a todos boas energias, que isso faz toda a diferença!” Rodrigo Koxa Aos 46 anos, Koxa se vê novamente diante da possibilidade de viver uma conquista que já fez parte de sua história. Oito anos depois de entrar para a história, a expectativa está de volta. A pressão também. E é justamente essa sensação que dá nome ao filme: DÉJÀ VU. Um déjà vu que pode terminar com um novo capítulo na história do surfe de ondas gigantes.

    Documentário acompanha Rodrigo Koxa nos bastidores da expectativa por um novo recorde mundial após o brasileiro surfar uma onda de 29,15 metros em Nazaré.

    A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. Clique aqui para ver ao vivo A primeira chamada acontece às 16h30 desta segunda-feira (24), no horário de Brasília, com possível início da competição às 17h. Em Fiji, onde o calendário já estará na terça-feira (25), a chamada será às 7h30, com possível início às 8h. A janela segue até 4 de setembro. A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Swell a caminho A previsão aponta poucas ondas logo no início da janela, com Cloudbreak pequeno ou praticamente flat durante boa parte do primeiro dia da janela em Fiji. Mas o swell começa a ganhar força ao longo do dia e pode chegar ao fim da tarde com ondas de 1,5 metros de face. A grande mudança aparece já no segundo dia de janelta. Um swell mais consistente deve colocar Cloudbreak na faixa de 3 metros de face durante todo o dia, com séries maiores. A previsão também indica ventos favoráveis, formando o primeiro cenário realmente forte para a realização da competição. Com ondas consistentes, existe ainda a possibilidade de a organização recorrer às baterias no sistema dual heat, com duas disputas acontecendo simultaneamente, para acelerar o cronograma e aproveitar a sequência de boas condições. No terceiro dia de janela, o swell já começa a perder força, mas a parte da manhã ainda pode apresentar quase 3 metros de face, com séries ocasionais maiores. A tendência é de redução gradual durante a tarde, ainda com condições favoráveis. Na sequência, um novo reforço de sudoeste pode manter Cloudbreak na faixa de 2,5 metros pés de face pela manhã do dia seguinte, sem necessariamente provocar novo aumento significativo de tamanho, mas trazendo mais energia e ajudando a prolongar o período de boas ondas. E o maior swell pode ainda estar por vir A também melhora de cenário para os dias 30 e 31 de agosto. Dois sistemas aparecem com potencial para produzir ondas da altura da cabeça até alguns pés acima, possivelmente acompanhadas por vento leve. Mas é a reta final da janela que começa a chamar mais atenção. Entre 2 e 4 de setembro, cresce a possibilidade da chegada de um swell forte e de longo período em Cloudbreak. A previsão aponta a presença de um sistema sólido. A confiança também vem aumentando na possibilidade de que as maiores ondas de toda a janela aconteçam justamente no início de setembro. Por se tratar de uma previsão de longo prazo, o cenário ainda pode mudar nos próximos dias. Cloudbreak para todos os tamanhos Considerada uma das melhores esquerdas do planeta, Cloudbreak quebra sobre um extenso recife de coral e muda completamente de personalidade dependendo do tamanho do swell. Em condições menores, oferece paredes longas e oportunidades para um surfe de alta performance. Quando o Pacífico Sul ganha força, a onda se transforma e passa a produzir tubos grandes, rápidos e extremamente pesados. O amplo campo de competição também reúne diferentes seções e exige leitura precisa do lineup. Depois de receber uma etapa pós-corte em 2024 e o WSL Finals em 2025, Cloudbreak volta agora a colocar todo o elenco do Championship Tour dentro d’água. É a primeira vez que isso acontece desde 2017. Italo chega de amarelo Entre os brasileiros, os olhos estarão principalmente sobre Italo Ferreira. Depois da semifinal em Teahupoo, o potiguar recuperou a lycra amarela e chega a Fiji isolado na liderança do ranking mundial. O campeão mundial de 2019 soma uma vitória, um vice-campeonato e dois terceiros lugares na temporada. Apesar de seu surfe de frontside e da capacidade nos tubos combinarem com Cloudbreak, Italo ainda busca um grande resultado no pico fijiano. A etapa também tem peso especial para Yago Dora. Foi justamente em Cloudbreak que o brasileiro conquistou seu primeiro título mundial, no WSL Finals de 2025. Atual terceiro colocado no ranking, Yago chega ao Fiji Pro buscando recuperar terreno na disputa pelo bicampeonato. Gabriel Medina completa outro capítulo importante da presença brasileira. Bicampeão da etapa, com vitórias em 2014 e 2016, o tricampeão mundial é, ao lado de Yago, um dos únicos brasileiros que já venceram em Cloudbreak. Dez brasileiros em Fiji O Brasil terá nove representantes no masculino e Luana Silva no feminino. Italo Ferreira, Yago Dora, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Samuel Pupo, João Chianca, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Mateus Herdy formam o contingente brasileiro entre os homens. Mateus é o único brasileiro escalado para o Round 1 masculino e enfrenta o australiano Jarvis Earle na terceira bateria. Os demais brasileiros entram posteriormente na competição. Além dos principais nomes do Tour, Fiji terá três wildcards: os locais Teo Degei e Ulukilupetea “Tea” Kurop, vencedores das seletivas fijianas, e o australiano Jarvis Earle, campeão mundial júnior de 2022. Kurop faz história como a primeira mulher de Fiji a disputar uma etapa do Championship Tour. Com o líder mundial de amarelo, um campeão mundial retornando ao palco onde conquistou seu título, dez brasileiros na disputa e diferentes pulsos de swell previstos ao longo dos próximos dias, Fiji abre uma das janelas mais promissoras da temporada. E, se os modelos de previsão realmente confirmarem o que começam a indicar para o início de setembro, o melhor de Cloudbreak pode ficar justamente para o final. Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) x Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) x Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Marco Mignot (FRA) x Seth Moniz (HAV)2 – Ethan

    Com dez brasileiros na disputa, janela do Fiji Pro abre nesta segunda-feira (24), com primeira chamada às 16h30 (de Brasília). Previsão indica swell a caminho para os primeiros dias em Cloudbreak.

    ATUALIZAÇÃO: 21/08/2026, às 12h36 (horário de Brasília) Victor Bernardo e sua esposa, Johnni, apresentam evolução no quadro de saúde após o grave acidente de carro sofrido na Califórnia, nos Estados Unidos. Os dois já passaram por cirurgias e, segundo Mike Townsend, manager do surfista, estão conscientes, de bom humor e otimistas. Victor sofreu uma fratura na perna e um ferimento grave acima do joelho. O brasileiro passou por uma nova cirurgia na quarta-feira. Inicialmente, os médicos instalaram uma estrutura externa para estabilizar a perna, mas o equipamento já foi retirado. Segundo Townsend, a evolução indica a possibilidade de uma recuperação mais rápida do que se imaginava inicialmente. Johnni também passou por uma cirurgia considerada bem-sucedida. Ela sofreu uma hemorragia interna no abdômen e fraturas na face em consequência do acidente. Os ferimentos foram tratados cirurgicamente. De acordo com Townsend, os dois permanecem positivos diante de tudo o que enfrentaram nos últimos dias. Até o momento, nenhum deles tem previsão de alta hospitalar. Abaixo, você confere a matéria publicada originalmente sobre o acidente: O guarujaense Victor Bernardo e a esposa, Johnni, permanecem hospitalizados depois de sofrerem um grave acidente de carro na Califórnia, nos Estados Unidos, na noite do último domingo (16). O veículo em que o casal estava se envolveu em uma colisão com um caminhão. Vitinho foi levado de helicóptero ao hospital. O surfista sofreu uma fratura na perna e precisará passar por cirurgia. Johnni foi transportada de ambulância e também permanece sob cuidados médicos. De acordo com as informações divulgadas até o momento, o quadro dela inspira mais atenção, mas não há risco de morte. As circunstâncias exatas da colisão e o local onde ela aconteceu não foram divulgados. O cineasta Logan Dulien, amigo do casal, afirmou que o acidente poderia ter sido fatal e que os dois deverão enfrentar um longo período de recuperação. A notícia mobilizou a comunidade internacional do surfe nas redes sociais. Mick Fanning, Coco Ho, Kanoa Igarashi, Raimana Van Bastolaer e Mikey February estão entre os nomes que manifestaram apoio ao casal. Natural do Guarujá (SP), Victor Bernardo, conhecido também como Vitinho, ganhou projeção ainda jovem no surfe brasileiro. Em 2013, aos 16 anos, conquistou o título brasileiro Pro Junior, em uma geração que também revelou nomes como Italo Ferreira e Caio Ibelli. Ao longo da carreira, disputou etapas do circuito de acesso à elite mundial e competições em diferentes países. Nos últimos anos, Victor passou a dedicar maior parte da carreira ao free surf e à produção de conteúdo ligado ao surfe. O brasileiro se estabeleceu na Califórnia e continuou diretamente ligado ao esporte. Victor nasceu em 8 de fevereiro de 1997 e tem a Praia do Tombo, no Guarujá, como sua onda favorita. Neste momento, toda a equipe do Waves deseja muita força a Victor e Johnni e torce por uma recuperação completa e tranquila do casal. Veja mais sobre Vitinho: Album Surf retrata perfeição Novo capítulo da Album Victor Bernardo inspirado no Havaí Victor Bernardo poderoso Victor Bernardo performático Sopa de peixe Victor Bernardo na estileira Papo com Victor Bernardo Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Waves (@waves.com.br)

    Surfista brasileiro Victor Bernardo e sua esposa Johnni são hospitalizados após colisão nos Estados Unidos. Atleta sofreu fratura na perna e precisa passar por cirurgia.

    Teahupoo mostrou mais uma vez por que é uma das etapas mais aguardadas do Circuito Mundial. Tubos, notas altas, baterias apertadas e eliminações de alguns dos principais nomes da temporada marcaram a sétima parada do Championship Tour 2026, o Outerknown Tahiti Pro. Seth Moniz e Erin Brooks ficaram com os títulos. Para o Brasil, o grande destaque foi Italo Ferreira, que chegou às semifinais e deixou a Polinésia Francesa na liderança do ranking mundial. Primeira vitória de Seth Moniz Seth Moniz viveu em Teahupoo o maior momento de sua carreira no Championship Tour. Em sua sétima temporada na elite, o havaiano conquistou sua primeira vitória no CT ao derrotar Griffin Colapinto na decisão. A campanha foi construída desde o Round 1. No caminho até o título, Seth passou por Eimeo Czermak, Yago Dora, Barron Mamiya e Alan Cleland antes de encontrar Italo Ferreira nas semifinais. Depois de superar o brasileiro, derrotou Griffin na decisão. Na final, Seth venceu por 18,17 a 14,67, garantindo o primeiro troféu de sua carreira no CT. O resultado também provocou uma grande mudança em sua temporada: ele saltou 12 posições e chegou ao 19º lugar no ranking. Italo veste a lycra amarela Italo Ferreira chegou ao último dia de competição como principal esperança brasileira e avançou às semifinais ao derrotar Ethan Ewing nas quartas. O potiguar começou a bateria com um tubo para 5,33 e depois encontrou uma onda que rendeu 7,17. Na reta final, ainda conseguiu um 8,33 para fechar a disputa com 15,50 pontos contra 11,94 do australiano. Na semifinal contra Seth Moniz, Italo chegou a abrir boa vantagem. O brasileiro liderava por 12,50 a 5,50, mas o havaiano cresceu na parte final da bateria, recebeu 7,83 e 7,93 e virou o confronto. Seth avançou com 15,76 contra 13,83, enquanto Italo terminou a etapa na terceira colocação. Mesmo eliminado, o saldo do brasileiro foi importante na corrida pelo título mundial. Com os 6.085 pontos conquistados em Teahupoo, Italo chegou a 39.930 pontos e abriu 5.000 de vantagem sobre Leonardo Fioravanti, vice-líder. O Brasil ainda ocupa quatro das cinco primeiras posições do ranking: além de Italo na liderança, Yago Dora aparece em terceiro, Miguel Pupo em quarto e Gabriel Medina em quinto. Erin Brooks vira final e conquista o título No feminino, Erin Brooks protagonizou uma reação na decisão contra Anat Lelior. A israelense abriu vantagem e chegou à metade da bateria com duas ondas excelentes, 8,33 e 8,00. Brooks reagiu primeiro com um 8,27 e depois encontrou outro tubo para 8,93, assumindo a liderança. A canadense venceu por 17,20 a 16,33. Foi a primeira vitória de Erin como integrante fixa do Championship Tour. A canadense, de 19 anos, havia começado o Finals Day eliminando a atual campeã mundial e defensora do título da etapa, Molly Picklum, e depois passou por Isabella Nichols na semifinal. Com o resultado, Brooks subiu sete posições e chegou ao 11º lugar do ranking. Anat Lelior também deixou Teahupoo com o maior resultado de sua carreira. O vice-campeonato representou a primeira final de um surfista de Israel no Championship Tour. Slater desafia o tempo Aos 54 anos, Kelly Slater foi um dos grandes personagens da etapa. O 11 vezes campeão mundial eliminou Gabriel Medina em um dos confrontos mais aguardados do campeonato e fez isso com uma atuação que entrou para os destaques do ano. Slater somou 19,06 pontos na bateria, mostrando mais uma vez sua sintonia com Teahupoo. Sua campanha terminou nas oitavas de final, diante de Jack Robinson, mas não antes de o norte-americano voltar a deixar sua marca no campeonato onde construiu alguns dos maiores momentos de sua carreira. Brasileiros em Teahupoo Além da semifinal de Italo, João Chianca, Alejo Muniz e Miguel Pupo chegaram às oitavas de final. Miguel foi superado por Griffin Colapinto, enquanto Chumbinho e Alejo também se despediram nesta fase. Gabriel Medina havia sido eliminado anteriormente por Kelly Slater. No feminino, Luana Silva caiu no Round 2 diante da portuguesa Yolanda Hopkins. Próxima parada: Fiji Encerrado o Tahiti Pro, o Championship Tour permanece no Pacífico Sul. A próxima etapa será disputada em Cloudbreak, Fiji, com janela entre 25 de agosto e 4 de setembro. “A gente segue na disputa. É uma longa jornada e tenho que colocar o pezinho no chão para trabalhar campeonato a campeonato” Italo Ferreira, campeão mundial de 2019 Italo chega à próxima etapa com a lycra amarela, mas evita antecipar qualquer possibilidade de disputa pelo segundo título mundial. O brasileiro já definiu também seu próximo objetivo: conquistar pela primeira vez a etapa de Fiji. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS)

    Seth Moniz conquista primeira vitória no CT, Erin Brooks vence entre as mulheres e Italo Ferreira deixa o Taiti na liderança do ranking após chegar às semifinais do Outerknown Tahiti Pro 2026.

    A próxima chamada o Outerknown Tahiti Pro 2026 acontece nesta segunda-feira (10) às 14h (de Brasília). Depois de mais de um mês de paralisação desde o Rio Pro, em Saquarema, o Championship Tour da WSL retorna para uma das ondas mais desafiadoras do planeta: Teahupoo, no Taiti. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Teahupoo A janela de competição acontece entre os dias 8 e 18 de agosto. Uma das solicitações mais frequentes desde o lançamento da nova plataforma foi o retorno dos comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial. Por isso, o Waves volta a abrir o espaço para a comunidade acompanhar, comentar e trocar opiniões ao longo das baterias. Durante muitos anos, esse encontro entre surfistas fez parte da cobertura dos eventos no Waves. Agora, a tradição retorna renovada, mantendo o que sempre foi mais importante: a participação da comunidade. Feito de surfista para surfista, o Waves acredita que acompanhar uma etapa vai muito além de assistir às baterias. É também comentar o que acontece nas entrelinhas, discutir as notas, defender seus favoritos e trocar ideias com outros apaixonados por surfe. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS) 18.20 x 17.40 Callum Robson (AUS)15 Griffin Colapinto (EUA) 19.60 x 8.50 Rio Waida (IND)16 Miguel Pupo (BRA) 13.50 x 1.94 Mateus Herdy (BRA) Round 3 1 Kauli Vaast (FRA) 12.00 x 12.34 Alan Cleland (MEX)2 Seth Moniz (HAV) 12.10 x 9.04 Barron Mamiya (HAV)3 Connor O’Leary (JAP) 10.33 x 11.66 Italo Ferreira (BRA)4 Liam O’Brien (AUS) 6.66 x 7.67 Ethan Ewing (AUS)5 Ramzi Boukhiam (MAR) 14.00 x 9.10 João Chianca (BRA)6 Alejo Muniz (BRA) 2.10 x 13.66 George Pittar (AUS)7 Kelly Slater (EUA) 8.46 x 15.00 Jack Robinson (AUS)8 Griffin Colapinto (EUA) 16.67 x 15.17 Miguel Pupo (BRA) Quartas de final 1 Alan Cleland (MEX) 1.50 x 13.66 Seth Moniz (HAV)2 Italo Ferreira (BRA) 15.50 x 11.94 Ethan Ewing (AUS)3 Ramzi Boukhiam (MAR) 17.74 x 8.84 George Pittar (AUS)4 Jack Robinson (AUS) 11.50 x 11.83 Griffin Colapinto (EUA) Semifinais 1 Seth Moniz (HAV) 15.76 x 13.83 Italo Ferreira (BRA)2 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.37 x 15.40 Griffin Colapinto (EUA) Final 1 Seth Moniz (HAV) 18.17 x 14.67 Griffin Colapinto (EUA) Feminino Round 1 1 Sally Fitzgibbons (AUS) 1.67 x 4.16 Anat Lelior (ISR)2 Tya Zebrowski (FRA) 2.00 x 6.90 Erin Brooks (CAN)3 Isabella Nichols (AUS) 8.77 x 7.13 Vahine Fierro (FRA)4 Stephanie Gilmore (AUS) 3.90 x 4.73 Yolanda Hopkins (POR)5 Alyssa Spencer (EUA) 5.00 x 1.93 Bella Kenworthy (EUA)6 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 4.44 x 6.00 Brisa Hennessy (CRC)7 Nadia Erostarbe (ESP) 8.67 x 4.66 Francisca Veselko (POR)8 Tyler Wright (AUS) 4.57 x 5.34 Kelia Gallina (TAH) Round 2 1 Caroline Moore (HAV) 8.90 x 11.83 Erin Brooks (CAN)2 Molly Picklum (AUS) 9.50 x 3.56 Alyssa Spencer (EUA)3 Sawyer Lindblad (EUA) 6.67 x 7.16 Isabella Nichols (AUS)4 Lakey Peterson (EUA) 4.73 x 4.90 Nadia Erostarbe (ESP)5 Gabriela Bryan (HAV) 1.46 x 12.73 Anat Lelior (ISR)6 Caroline Marks (EUA) 5.50 x 8.27 Kelia Gallina (TAH)7 Luana Silva (BRA) 3.97 x 10.17 Yolanda Hopkins (POR)8 Caity Simmers (EUA) 13.50 x 1.33 Brisa Hennessy (CRC) Quartas de final 1 Erin Brooks (CAN) 13.50 x 3.27 Molly Picklum (AUS)2 Isabella Nichols (AUS) 7.83 x 7.26 Nadia Erostarbe (ESP)3 Anat Lelior (ISR) 9.50 x 6.53 Kelia Gallina (TAH)4 Yolanda Hopkins (POR) 12.33 x 6.90 Caity Simmers (EUA) Semifinais 1 Erin Brooks (CAN) 15.10 x 11.17 Isabella Nichols (AUS)2 Anat Lelior (ISR) 12.50 x 3.43 Yolanda Hopkins (POR) Final 1 Erin Brooks (CAN) 17.20 x 16.33 Anat Lelior (ISR))

    Confira ao vivo o Outerknown Tahiti Pro 2026 e participe dos comentários e debates no nosso fórum, durante as etapas da WSL.

    Etapa Natal chegou ao fim neste domingo nas areias da Praia de Miami com vitórias de Daniella Rosas e Douglas Silva. Com status QS 4.000 da World Surf League (WSL), a etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as Quartas de Final masculina, seguidas pelas Semifinais nos dois naipes, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas as categorias, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral potiguar. Douglas Silva desbanca líder do ranking para celebrar a vitória Em um duelo entre Santa Catarina e Pernambuco, Douglas Silva (BRA) conquistou sua primeira vitória no Circuito Banco do Brasil de Surfe, superando o catarinense Luan Wood (BRA), líder do ranking do QS sul-americano e do Circuito BB, embalado pelo título da etapa de Imbituba. Em uma final eletrizante na Praia de Miami, Douglas começou forte e abriu a disputa com uma onda 8,50, e Luan respondeu logo na sequência, marcando 8,07 pontos ao trabalhar muito bem as manobras de base-lip. Luan precisava de 7,14 pontos para virar o resultado e ainda teve uma última oportunidade quando os dois surfistas conseguiram pegar ondas a menos de 30 segundos do fim, mas o  catarinense recebeu 6,50 e não conseguiu a virada, confirmando Douglas Silva como grande campeão da etapa de Natal. “Primeiramente, agradecer a Deus por esse momento. Estou muito feliz, estava me sentindo bem desde o começo do evento. Estava leve. Quero agradecer a todos pela torcida, aos meus patrocinadores que acreditam no meu sonho e no meu futuro, ao meu coach Alan… Aproveitar pra dar um feliz Dia dos Pais pra todo mundo. Muito feliz de sair com a primeira vitória no Circuito BB. Seguir firme e forte trabalhando, o trabalho não para”, celebra o campeão, que completa: “Eu sempre falo pra todo mundo que nossa vida é ganha nos mínimos detalhes e é algo que eu tenho trabalhado bastante com meu coach. Estamos ajudando muito isso. 1% melhor a cada dia. Deus colocou pessoas boas na minha vida e está dando certo. A gente trabalha todos os dias para que dê certo e a gente está colhendo os resultados“. Trajetória impecável começa nas semifinais As semifinais masculinas do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocaram frente a frente dois dos surfistas que mais se destacaram no evento. Douglas Silva eliminou o campeão da etapa de 2025, Israel Junior (BRA), por 16,84 a 12,67 pontos, deixando o potiguar em combinação. O duelo foi marcado pelo confronto entre dois aerialistas: Israel ainda arriscou mais um superman, repetindo o feito das quartas, mas foi Douglas quem construiu a vitória com um surfe de borda muito forte, tanto de backside quanto de frontside, garantindo duas notas de critério excelente (8,67 e 8,17).  Em grande fase, Douglas chegou à decisão com uma campanha praticamente perfeita em Natal. Antes da final, Dodô já mostrava confiança em suas declarações:  “Eu tô muito leve, muito tranquilo. Eu realmente vim aqui pra sair com o título, estou muito focado nessa etapa (…) Essa é minha meta“. Na semifinal anterior, Luan Wood confirmou o favoritismo e superou Rafael Barbosa (BRA) por 14,70 a 13,67, garantindo vaga na decisão. Luan chegou a Natal na liderança do ranking depois das duas primeiras etapas e vinha de uma sequência consistente: no sábado, venceu suas duas baterias, incluindo uma onda 7,67 que foi decisiva para avançar às quartas. Rafael também chegou forte, ocupando posição de destaque no ranking e tendo como antecedente recente um duelo apertado contra Luan. A vitória colocou Luan na final contra Douglas, em um confronto que reúne o líder do QS sul-americano e o atleta que chega embalado por um dos melhores momentos da temporada. Peruana supera Maria Eduarda Cesar e conquista o título  A final feminina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocou frente a frente experiência e nova geração. De um lado, Maria Eduarda Cesar (BRA), uma das promessas do surfe brasileiro com apenas 18 anos, disputando a primeira final de sua carreira no Circuito BB. Do outro, a peruana Daniella Rosas (PER), atleta olímpica, tricampeã sul-americana da WSL e atual campeã do circuito Banco do Brasil, que chegou à segunda final em duas etapas disputadas em 2026. Em 2025, Daniella foi ainda campeã em São Sebastião e em Imbituba. Em uma decisão de 30 minutos, Dani venceu por 9,07 a 9,84 pontos, administrando bem a escolha das ondas e a prioridade nos minutos finais. Duda apostou principalmente nas direitas em frente ao palanque, mas a peruana foi mais eficiente na leitura do mar. O resultado reforça a consistência de Daniella em eventos no Brasil.  “Estou super agradecida. Poder ganhar aqui é super especial. Venho de uma sequência não muito boa no Challenger, mas estou feliz de poder ganhar aqui. Em Imbituba não foi meu grande dia (na final contra a Sophia Medina), e aqui fiquei o mais tranquila possível e ajustei meus erros. Estou feliz e agradecida”, celebra a campeã, que projeta os próximos passos:  “Agora vou pra casa, porque faz muito tempo que não vou pra lá. Saio para a Espanha, depois volto para o Brasil para a etapa do Espírito Santo… Tenho bons resultados no Brasil e quero manter isso constante. Estou totalmente focada nos Challengers. Esse ano me sinto muito melhor, estou super feliz em todos os sentidos. Agradecida de estar aqui, de ganhar aqui. A verdade é que estou muito feliz”, finaliza Dani.  Atleta BB, Tainá Hinckel (BRA) e Alexia Monteiro (BRA) encerraram suas participações na semifinal, terminando o evento em terceiro lugar no geral.  Resultados Circuito Banco do Brasil de Surfe em Etapa Natal Masculino Quartas de final 1 Luan Wood (BRA) 11.60 x 8.70 Wesley Leite (BRA)2 Rafael Barbosa (BRA) 13.50 x 12.23 Gabriel Klaussner (BRA)3 Israel Junior (BRA) 14.00 x 12.03 Ryan Kainalo (BRA)4 Douglas Silva (BRA) 15.10 x

    Pernambucano Douglas Silva conquista primeira vitória no Circuito Banco do Brasil, e peruana Daniella Rosas vence no feminino na etapa de Natal, disputada na Praia de Miami (RN).