Rip Curl Pro

Heitor Alves equilibrado no reggae

O esperado swell começa a dar as caras e o Rip Curl Pro foi para a água com boas ondas na manhã desta quarta-feira em Bells Beach, Austrália. A prova é válida como segunda etapa do ASP World Tour.


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O cearense Heitor Alves também começou forte, colocou pressão nos adversários e mandou para a repescagem o norte-americano Bobby Martinez e o australiano Owen Wright.

Esta é a primeira vez que o brasileiro vence uma bateria em Bells Beach. Um dos fatores que fez a diferença foi o bom posicionamento, seguido de ataques precisos de backside ao lip e boa leitura de onda, que lhe garantiram notas 7.33 e 7.03.

Bobby chegou a assumir a liderança temporariamente, mas nada pôde fazer para deter o inspirado cearense e foi para a repescagem com 14.14 pontos somados, apenas 0.22 a menos do que Heitor. Owen Wright somou 10.60 e também terá uma nova chance. 

 

Na entrevista acima Heitor Alves revela estratégia de posicionamento em Bells Beach, apresenta prancha mágica, confessa ser fã de Bob Marley e diz que este é o som que o equilibra para competir.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)