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Campeões brasileiros de SUP 2014

Por Redação SupClub

Após um ano de muita disputa e competições incríveis, os melhores remadores e SUP surfistas do brasil no ano já podem ser conhecidos. Confira como ficou o ranking de 2014 em todas as categorias.

CIRCUITO BRASILEIRO DE SUP RACE E SUP WAVE 2014

 

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Paulo dos Reis. Campeão brasileiro profissional de SUP race. Foto: Luciano Meneghello
 
2014 Race Profissional Masculino    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Paulo dos Reis SP 3789
Vinnicius Martins RJ 3738
Luiz Carlos Guida SP 3700
Mario Cavaco SP 3689
Arthur Carvalho Mas Santacreu SP 3676
Guilherme Batista de Souza SP 3664
Alexander Ferreira Araujo SP 3476
Bruno Pitanga BA 3475
Gabriel Vilarinho Corezzi  PE 3430
10º Itamar Silveira do Carmo RJ 3392
11º Luis Marques de Santana SE 3212
12º Ariel Alves de Souza SP 3209
13º Andrei Paiva M. S. Oliveira SP 3202
14º Rafael Vetere Peres Maia DF 3176
15º Rafael Alves da Silva Ribeiro RJ 3067
16º Pedro Valadares  BA 3043
17º Jorge Mario Lino Villas Boas BA 2851
18º Aloysio Alves Vasconcellos ES 2809
19º Gustavo Moura Costa e Costa BA 2509
20º Mateus Guimarães Sampaio Tavares BA 2371
21º Antonio Gonzaga SC 2329
22º Janjorge Luis Santos de Melo BA 2288
23º Washington Hugo de Matos SP 2171
24º José Victor Martins  RJ 2121
25º Claudio Carneiro  RJ 1964
26º Mo Freitas  HI 1813
27º Marcelo de Oliveira Lins SP 1701
28º Davi Marques Sobreira Nunes ES 1551
29º Tiago Hulle Catani Barra SP 1550
30º Vicente Lima de Sá Barreto BA 1476
31º Marco Antônio Gorayeb DF 1417
32º Lucas Gouveia Menegazzo RJ 1400
33º Otavio Luiz Martins de Asssis SE 1367
34º Antônio Saback BA 1317
35º Marcio Adriani   863
36º Alessandro Matero SP 829
37º Americo Pinheiro Junior  RS 804
38º Pedro Vilarinho PE 788
39º Michel Jonas Dias Bastos SP 779
40º Dario Lara SC 763
41º Fernando Ramos Mendes   763
42º Andre Bianchi SP 754
43º Candido Chutorianscy RJ 754
44º Crisvaldo Barbosa LINO BA 754
45º Luciano Gualtieri ES 746
46º Jose Victor Martins  RJ 738
47º Rafael Coelho Machado RS 738
48º Cirano Gomes Ribeiro DF 729
49º Luiz Fernando Franceschi SC 729
50º Heverton Barbosa Cruz   729
51º Jeferson Cardoso Comarú  RS 721
52º Jorge Calasans de Carvalho SE 721
53º João Paulo Figueiredo Ferreira Nascimento SE 713
54º Tiago Batista de Souza SC 704
55º Marcelo de Souza Mota SC 696
56º Jorge Luiz de Britto BA 688
57º Lino Barbosa BA 688
58º Luciano Dorea BA 679
59º Luiz Antonio Nabazo Barros PB 679
60º Keylor Pimentel Silva RJ 663
61º Gabriel Coelho da Silva Pereira  SE 654
62º Carlos José Oliveira de Jesus  SP 646
63º Clédio Rangem Galdino RJ 646
64º Jorge Calasans de Carvalho SE 629
65º Antonio Augusto Pinto de Carvalho  BA 621
66º Flávio de Lima SP 604
67º Antonio Fernando Rocha BA 588
 
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Barbara Brazil. Campeã brasileira profissional de SUP race. Foto: Arquivo pessoal

2014 Race Profissional Feminino    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Barbara Brazil Nunes BA 3825
Lena Guimarães Ribeiro RJ 3776
Monica F. Pasco SP 3739
Giselle Gusmão Mota SP 3714
Ariani Guimarães Theophilo RJ 3613
Marly Maria Pires TO 3602
Marivane Figueredo dos Santos BA 3563
Andrea Mendonça Virologia BA 2614
Airasana Busato RN 838
10º Gabriela Costa da Silva DF 829
11º Marina Silva Pinto DF 821
12º Jacqueline Rose W. Saback BA 813
13º Manuela Gonzales Araújo BA 804

 

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Ian Vaz. Campeão brasileiro profssional de SUP wave. Foto: Luciano Meneghello

2014 Ranking Brasileiro SUP Wave Masculino    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Ian Vaz RJ 1730
Caio Vaz RJ 1555
Trinca Ferro (3K) SC 1415
Matheus Salazar SP 1340
Carlos Bahia SP 1280
Leco Salazar SP 1280
Lucas Medeiros ES 1060
Felipe Gaspar SP 1055
Marcos Vidigal ES 1055
10º Jeferson Comarú RS 988
11º Carlos Martins SP 925
11º Wellington Reis SP 925
13º Bernardo Otero RJ 875
13º Kainoa Teixeira SC 875
13º Roberto Vicentin SC 875
16º Erick Myakawa SP 860
17º Junior Manteiga PB 780
18º Alex Durand SP 773
18º André Magu SC 773
20º Bruno Medeiros PE 740
20º Claudio Chain SP 740
21º Gustavo Costa BA 733
21º Helio Montalvão SE 733
23º Daniel Kolling RS 620
23º Luiz Marques SE 620
25º Yuri Daberkou SC 555
26º Mo Freitas HI 500
27º Renato Wanderley SP 450
28º Flavio Capixaba ES 400
28º Leandro Alemão ES 400
28º Márcio Grillo   400
28º Rudson Costa   400
32º Claudio Carneiro RJ 380
32º Cristiano Macedo SE 380
32º Jeffer Moreno BA 380
32º Maicon Rosa SC 380
32º Paulo Sefton SC 380
37º Canavarro   360
37º Duda Carrad   360
37º Gui Bomeny   360
40º Carlos Alberto Vaz RJ 330
40º Claudio Boynard ES 330
40º Gilberto Martins SP 330
40º Jairo Flores BA 330
40º Luiz Barros PB 330
40º Marcio Magalhães RJ 330
46º Arturzinho   320
46º Carlos Chalaça   320
46º Chicó Moura   320
46º Christoph Conry   320
46º Gustavo Grilo   320
46º Junior Mineiro   320
46º Leonard Nika   320
46º Lucas Tomaz Barnis   320
46º Malta   320
46º Marcio Almeida   320
46º Roberto Moretto   320
46º Tehotu Wong   320
46º Thiagringo   320
46º Vinicius Gomes   320
60º Ewaldo Andrade Ballalai BA 240
60º Claudio Imbassahy BA 240
60º Davide Codotto   240
60º Elias Seadi   240
60º Felipe Barreto RJ 240
60º Luizota SE 240
60º Rodrigo Menegaz ES 240
60º Fabio Julian Dudziak SP 240
 
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Nicole Pacelli. Campeã brasileira profissional de SUP wave. Foto: Arquivo Pessoal

2014 Ranking Brasileiro SUP Wave Feminino    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Nicole Pacelli SP 1860
Aline Adisaka SP 1860
Mainá Thompson RJ 1400
Angela Bauer RJ 1280
Lisa Monteleone SP 1220
Carola Hoisel BA 730
Letícia Aiache SP 610
Chayenne Dantas SE 555
Luna Pellecchia UD  
 
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Paulo dos Reis. Campeão brasileiro profissional de SUP race maratona. Foto: Luciano Meneghello

2014 SUP Race Maratona Profissional  
Colc. Nome Completo UF
1 Paulo Dos Reis SP
2 Luiz Carlos Guida SP
3 Rafael Alexandre Valentim De Andrade SP
4 Marcelo De Oliveira Lins SP
5 Mario Cavaco Neto SP
6 Alexander Araújo CE
7 Bruno Pitanga BA
8 Antonio Carlos Bonfa Junior SP
9 Rafael Alves Da Silva Ribeiro MS
10 Sylvio De Campos Mello Bisnetto SP
11 Jorge Mario Lino Villas Boas BA

 

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Barbara Brazil. Campeã brasileira profissional de SUP race maratona. Foto: Luciano Meneghello

2014 Race Maratona Profissional Feminino  
Colc. Nome Completo UF
1 Barbara Brazil Nunes BA
2 Marly Maria Pires TO
3 Silvia Guimaraes MS
4 Jessika Matos De Souza SP

 

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Américo Pinheiro. Campeão brasileiro de SUP race categoria 14 pés. Foto: Luciano Meneghello 

2014

Race 14 pés    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Américo Pinheiro Júnior RJ 3825
Luiz Cláudio Huka SP 3726
Pablo Casado  AM  3688
Luiz Cláudio Huka SP 2814
Claudio Chain SP 2751
Frederico Vidigal RJ 2663
Pedro Luiz de Castro Pereira BA 1800
Maick Walace Agostinho SP 1763
Renato Orlando Costa RJ 1738
10º Luiz Claudio Graglia (Huka) SP 963
11º Steve Patrick Walborn RJ 950
12º Marcos Roriz de Almeida DF 938
13º Caio Lima de Brito RJ 925
14º Carlo Martini Caruso SP 913
15º Miguel Sehbe Neto BA 900
16º Crisvaldo Barbosa Lino SP 888
17º Alberto Libio Penna RJ 863
18º Ian Wyatt Silva Santos RJ 863
19º Bruno Moreira Leite RJ 850
20º Moises Matias de Andrade Junior SC 838
 
 
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Aline Abad Mota. Campeã brasileira de SUP race categoria 14 pés. Foto: Luciano Meneghello

2014 Race 14′ Feminino *    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Aline Abad Mota RJ 975
Michelle Ferndes Freire RJ 963
Glaucia da Silva Pinheiro RJ 950
 
* Categoria não válida oficialmente pelo ranking brasileiro 2014 por não ter o quorum mínimo de cinco atletas participantes.
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Gabriel Parmera. Campeão brasileiro de SUP race categoria Unlimited. Foto: Arquivo Pessoal

2014 Unlimited    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Gabriel Parmera SC 3800
Eduardo Braz Carrard  RS 3664
Ariovaldo de Oliveira SP 2801
João Paulo Figueredo Ferreira SE 2788
José Augusto de Carvalho BA 2713
Bernardo Otero RJ 975
Maurício Thompson RJ 963
Tiago Batista de Souza DF 938
Lucas Freitas RJ 938
10º Ian Wyatt da Silva Santos RJ 925
11º Andre Torelly RS 900
12º Ricardo Alexandre de Jesus Santana BA 875
13º Sérgio Diniz Gonçalves BA 863
 
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Jefereson Comaru. Campeão brasileiro de SUP wave categoria master. Foto: Arquivo Pessoal

2014 Ranking Brasileiro SUP Wave Master    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Jeferson Comaru RS 1825
Claudio Chain SP 1763
Jairo Flores BA 925
Roberto Vieira BA 913
Duda Carrad RS 900
Gui Bomeny AL 888
Paulo Sefton SC 888
Gustavo Grilo ES 875
Carlos Alberto Vaz RJ 875
Claudio Carneiro RJ 875
10º Gilberto Esteves SP 850
10º Samir Silva BA 850
12º Claudio Boynard ES 821
12º José Olavo BA 821
 
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Alexander Araujo. Campeão brasileiro master de SUP race. Foto: Luciano Meneghello

  Race 12’6″ Master    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Alexander Araujo Ferreira  SP 3739
Bruno Pitanga BA 3688
Gustavo Moura Costa e Costa BA 2763
André Paiva M. S. Oliveira SP 2689
Aloysio Alves Vasconcellos ES 2601
Marcelo de Oliveira Lins SP 1850
Otavio Luiz Martins de Asssis SE 1767
Crisvaldo Barbosa LINO BA 950
Rafael Coelho Machado RS 900
10º Americo Pinheiro Junior  RS 888
11º Marcelo de Souza Mota SC 888
12º Luciano Gualtieri ES 875
13º Jeferson Cardoso Comarú  RS 850
14º Lino Barbosa BA 850
15º Antonio Fernando Rocha BA 821
 
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Pedro Valadares. Campeão Super Master de SUP race. Foto: Luciano Meneghello

  Race 12’6″ S-Master    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Pedro Valadares  BA 3813
Jorge Mario Lino Villas Boas BA 4602
Washington Hugo de Matos SP 2813
Vicente Lima de Sá Barreto BA 1900
Marco Antônio Gorayeb DF 1838
Jorge Calasans de Carvalho SE 1825
Antônio Saback BA 1788
Claudio Carneiro  RJ 1738
Jorge Luiz de Britto BA 913
10º Antonio Augusto Pinto de Carvalho  BA 900
 
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Marcelo Lins. Campeão brasileiro master de SUP race maratona. Foto: Luciano Meneghello

2014 Race Maratona Master  
Colc. Nome Completo UF
1 Marcelo De Oliveira Lins SP
2 Alexander Araújo CE
3 Bruno Pitanga BA
4 Antonio Carlos Bonfa Junior SP
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Itamar do Carmo. Campeão brasileiro de SUP race maratona categoria Unlimited. Foto: Arquivo pessoal
 
2014 Race Maratona Unlimited  
Colc. Nome Completo UF
1 Itamar Silveira Do Carmo RJ
2 Pablo Casado AM
3 José Ricardo Da Silva Freitas SP
 
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Jorge Mario Lino Villas-Boas. Campeão brasileiro super marster de SUP race maratona. Foto: Arquivo pessoal

2014 Race Maratona Super Master  
Colc. Nome Completo UF
1 Jorge Mario Lino Villas-Boas  BA
 
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Lucas do Carmo Belchior. Campeão brasileiro amador de SUP race Foto: Luciano Meneghello

2014 Race Amador Masculino    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Lucas do Carmo Belchior RJ 3813
Gabriel Coelho da Silva Pereira SE 3638
Guilherme Cunha SP 2622
André Leite Pinto de Carvalho SE 2589
Roberton Vincetin Machado SC 2521
Kainoa Teixeira SC 1734
José Eduardo da Silva Júnior.  RN 1696
Breno Leonardo Mendonça SE 1679
Diego Moraes leite SP 1658
10º Arlindo Antônio Florentin SP 1575
11º Jonas Romano dos Santos SP 988
12º Caio Vaz RJ 975
13º Francis Oliveira de Jesus SE 975
14º Candido Chutorianscy RJ 950
15º Ninho Santos SE 950
16º Bruno Torquato RJ 938
17º Dennis Goebel Praça SC 925
18º Ian Vaz RJ 925
19º Luiz Barros PB 913
20º Luiz Claudio Castilho de Mello RJ 913
21º Wellington dos Reis SP 913
22º Luiz Claudio Graglia Huka SP 900
23º Marcio Almeida Soares SP 900
24º Bernardo Otero RJ 888
25º Felipe Gama RJ 888
26º irano Gomes Ribeiro DF 888
27º Rafael Ferreira França SE 888
28º Jeferson Cardoso Comaru AL 875
29º Matheus Costa Silva  RJ 875
30º Vagner Rossi AL 875
31º Alex Durand SP 863
32º Flavio de Lima – Capixaba SP 863
33º Lucas Sebastian SC 863
34º Matheus Alcantara Nascimento Aguiar SE 863
35º Styve Santos RJ 863
36º Fernando Kelsch BA 850
37º Marco Pedro Bandeira Taveira RN 850
38º Mariano Rossini SC 850
39º Raphael Laporta Jacomino RJ 850
40º Marcelo Mello RJ 838
41º Marcos Vinicius Rolemberg Cortes SE 838
42º Murilo Carioni SC 838
43º Jorge Calasans de Carvalho SE 829
44º Marcos Gomes de Barros SE 829
45º Otávio Luiz Martins de Assis SE 829
46º Abio Nunes santos SC 821
47º José Renato de Mello Britto SE 821
48º Luis Miguel Afonso de Carvalho Pire RJ 821
49º Nuno Miguel Chaves de Sousa RJ 821
50º Claudio Carneiro SC 813
51º Francisco Burnier RJ 813
52º Glauber Ribeiro Dantas SE 813
53º Pedro Lobatto BA 813
54º Fernando Belmiro Silvano SC 804
55º Ivan Luiz Ferreira Mundim RJ 804
56º Jonatan B. Santos AL 804
57º Bernardo Coutinho da Trindade RJ 796
58º Álvaro de Oliveira Neto MG 788
59º Guilherme Thawire RJ 788
60º Leonardo Perceu da Silva Costa RJ 788
61º Murilo Veras Uessugue DF 788
62º Alvaro Costa Bivar PE 779
63º José Eduardo Setton  RJ 779
64º Rodrigo luis souza SC 779
65º Tiago Batista de Souza DF 779
66º Luiz Claudio Theophilo RJ 771
67º Marcelo Rebuá MS 771
68º Petrônio Avelar de Almeida BA 771
69º Jonas Letieri Linhares Ramos RJ 763
70º José Luiz Moreira Martins RJ 763
71º Marcelo Silva de Olivera AL 763
72º Roberto Mascarenhas Martins Filho SC 763
73º Leandro Carrielo RJ 754
74º Rubens Pedro Vieira SC 754
75º André Antônio Araújo de Medeiros BA 746
76º Jan Jorge Luiz Santos de Mello BA 746
77º Luis Felipe de Castro Sagioro SP 746
78º Luiz Carlos da Silva Ohlweiler RS 746
79º Tiago Cordeiro Andrade RJ 746
80º Gabriel Chaves Silva de Almeida SC 738
81º Sávio Trevisan Bertolani RJ 738
82º Henri Paul Chourik RJ 729
83º Vinicius Claret SC 729
84º Alexandre Guerra RJ 721
85º Caio Macedo Baraldo SC 721
86º Moises Matias de Andrade Jr RJ 713
87º Carlos Vieira Spillmann RJ 704
88º Adriano da Silva Marques RJ 696
89º Pedro Borges Mourao RJ 688
90º Erik Conolly de Carvalho RJ 679
91º Peter Titcomb Knight RJ 671
92º Noel Ferreira RJ 663
93º Edson da Silva Oliveira RJ 654
94º Mateus Passeri de Almeida RJ 646
95º Rodrigo Antonio Jorge da Costa RJ 638
96º Claudio Domingos Imbassahy BA 0
96º José Augusto Sampaio Filho BA 0
 
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Isteffany Morais. Campeã brasileira amadora de SUP race. Foto: Luciano Meneghello

2014 Race Amador Feminino    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Isttefany Marili Moraes Nogueira da Silva SP 3825
Renata do Valle Nogueira Linhares RJ 3713
Maíra Menezes de Azevêdo BA 3664
Aline Ayres Bertolaccini Abad Mota SP 1901
Andrea Lopes RJ 963
Cheyenne Dantas Fernandes SE 950
Jessika Matos de Souza  RJ 950
Angela Bauer RJ 938
Aline Adisaka SP 925
10º Eline Mendonça Muniz BA 925
11º Janaina Santos  PE 913
12º Adriana Munford  BA 900
13º Michele Fernandes Freire RJ 888
14º Nicole Wicks Saback BA 875
15º Maria Cristina C. Viana BA 863
16º Edna Maria Delmondes Carvalho BA 850
17º Carolina Cavalcante Mendes BA 0
18º Luisiana Lima de Medeiros BA 0
19º Maria de Fátima Freitas Sampaio BA 0
 
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Rodrigo Aché. Campeão brasileiro de Fun race. Foto: Luciano Meneghello

2014 Funrace Masculino    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Rodrigo Aché RJ 3788
André Alexandre Rosa RJ 3688
Rodrigo Garcia Duarte RJ 3376
Israel Schuster Filho SE 2776
Hélio Rosa Montalvão SE 2763
Filippo Paulini SE 2726
Marco Antonio Silveira Ferreira  SE 1754
Jean Lira Neves PE 1734
Leonardo Maciel Machado BA 1721
10º Junior Manteiga PB 1713
11º Moisés Matias de Andrade Júnior RJ 1709
12º Alexandre Issami BA 1704
13º Sérgio Luiz Cavalcante de Oliveira BA 1667
14º Eri Tenório RJ 975
15º Douglas Gurgel Callado RJ 963
16º Jaime Rocha Neto  RJ 950
17º Eduardo Salinas SC 925
18º Jefferson dos Santos Gaudard RJ 913
19º Leonardo Ranchic RS 913
20º Ricardo Thomas RJ 900
21º Alessandro Caldas RJ 888
22º Heitor de Souza Mitigo RJ 875
23º Luiz Gonzada da Silva Junior SC 875
24º Alex Durant SC 863
25º Paulo Lima RJ 863
26º Renato Gurgel  AL 863
27º João Carlos Gonzalles BA 850
28º Júlio Cesar Mendes SE 850
29º Lucas Tomaz Barnis SC 850
30º Euclides de Souza Dutra Filho SC 838
31º Fabrício Alves lacerda SE 838
32º Helton Santos da Silva BA 838
33º Laércio Clayton Rodrigues de Souza RJ 838
34º Roberto Baldo Cunha SE 838
35º Carl Andre Von Studnitz RJ 829
36º Fabrizio Borboni AL 829
37º Márcio Silva Mariano SE 829
38º Tiago Correa Chagas SC 829
39º Aureo Gama de Souza Jr RJ 821
40º Mauro Sá da Cunha SE 821
41º Vinicius Alonso de Lima SC 821
42º André Santana Calazans de Souza SE 813
43º Cleyton Monteiro AL 813
44º Renato de Souza Júnior RJ 813
45º Eugenio Raymundo Servino ES 804
46º Gustavo Miguim SE 804
47º Marlon Plocki RJ 804
48º Adalton de Carvalho SC 796
49º Fernando Kelsch BA 796
50º Flávio Augusto Brito Marcelino SE 796
51º Victor Imperiano da Silva RJ 796
52º Alexandre Barcelos RS 788
53º Breno Bruschi Bertoni AL 788
54º Eladio Jose Praia Jr BA 788
55º Pedro Fructuoso Moniz RJ 788
56º Clemente Lotério de Carvalho RJ 779
57º Jorge Luiz de Brito BA 779
58º Nelson Mota Hoppe SC 779
59º Igor Marcos Felchak SC 771
60º Leonardo Portella de Almeida RJ 771
61º Marcos Pradines AL 771
62º Andre Nobrega Pitaluga SC 763
63º Joilson de Souza Rangel Junior RJ 763
64º Victor Lages Altavila Guerra AL 763
65º Luis Fernando Berleze RJ 754
66º Não Identificado NI 754
67º Robert William Giustina SC 754
68º Fernando da Fonseca Faria SC 746
69º Mauro José Luna Vasconcelos  AL 746
70º Breno Leonardo SE 738
71º Artur Wanderley Lôbo Araíjo AL 729
72º Roger Guimarães Beelen  AL 721
73º João Luiz Perciono AL 713
74º Jota Lira Neves PE 704
75º Gustavo Mattos Silva MG 696
76º Carlos Kivitis Nogueira AL 688
77º Eric de Mello Braga AL 679
78º Roberto Carlos Neto Terceiro  AL 671
79º Savyo Firmino de Oliveira Costa  AL 663
80º Luiz Carlos da Silva Ohlweiler RS 654
81º Gabriel Nunes Simões  AL 646
82º Edson Zardo MS 638
83º Carlos Roberto Gonçalves AL 621
84º Edwin Francisco Lima Luz AL 621
85º Icamo Batista Santos AL 621
86º João Victor Nunes Simões  AL 621
87º Lucas Filipi da Rocha Santos AL 621
88º Rogger Beelen  AL 621
89º Walter Lucena Arcoverde Junior  PE 621
90º Alex Daltro Moreira BA 0
90º André Alexandre Rosa   0
90º Luiz José Pimenta BA 0
90º Thiago Couto de Matos BA 0
 
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Iasmim Morais. Campeã brasileira de de Fun race. Foto: Luciano Meneghello
 

2014 Funrace Feminino    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Iasmim Moraes Nogueira da Silva SP 3813
Katielle Messenger Santos de Oliveira SE 2813
Liliane Siqueira de Paiva Martins RJ 1876
Luciana de Quadros Zapparoli AL 1704
Maria Carolina O Figueiredo SE 975
Tatiana Alves Furtado BA 963
Alba Sheible SP 950
Danielle Gregory RJ 950
Claudia Ferreira Fontes Mundim RJ 938
10º Adriana Chamoun Marinho de Azevedo RJ 925
11º Aline Adisaka SP 925
12º Leda Barral Bouzas RJ 913
13º Isadora Moraes N. da Silva SP 900
14º Lorena Santos de Morais  RJ 900
15º Briza Gomes de Oliveira RJ 888
16º Patrícia Martins DF 888
17º Tania Manuel Andrade Barreto Emanuel  AL 888
18º Bianca Andrade Barretos AL 875
19º Sandra Robatto BA 875
20º Danyella Araújo Freire de Lima RN 863
21º Eline Mendonca Muniz BA 863
22º Marcela Passos de Medeiros  AL 850
23º Paula Macel Lopes de Oliveira BA 850
24º Daniele Abreu Guerra SE 838
25º Mariney Costa de Britto BA 838
26º Adriana Vasconcelos Coutinho AL 829
27º Maria Luiza Monteleone SP 829
28º Alba Couto Falcão BA 821
29º Andréa Maria Lyra Maranhão  AL 821
30º Matilde Chirò AL 813
31º Laurinha Cavazzani AL 796
32º Bruna Sales Moura AL 788
33º Claudia Maria Helcias Pacheco AL 779
34º Gabrielle Soares Brandão Sá AL 771
35º Edmea Melo e Kummer  AL 763
36º Laila Maria Sampaio Beserra AL 754
37º Ana Carolina Faria Coutinho Glévia  AL 746
38º Rebeka Alemcar Lopes AL 738
39º Patricia Cancilieri Okuyama  AL 729
40º Daniela Tenório de Mendonça Uchoa  AL 721
41º Luanda Gordilho Machado  BA 713
42º Carolina Neves dos Anjos Almeida AL 704
43º Waneska Shirley Pereira de Oliveira  AL 696
44º Ana Paula Falcao Breda Rocha AL 688
45º Juliana Nunes Rocha AL 679
46º Paula Praxedes Cardozo AL 671
47º Fernanda Nunes Tognon Costa AL 663
48º Andrea Pacheco Pacífico AL 654
49º Thacianny da Rocha Ferro AL 646
50º Thaiz Accioly Lopes AL 638
51º Roberta Cavalca  AL  629
52º Lidiane Moreira Sales Veloso AL 621
53º Julia Coutinho de Freitas Novaes  AL 613
54º Carla Patricia Nunes Simoes  AL 604
55º Andréa Mendonça da Silva Rocha  AL 596
56º Claudia Mortmer Divina Gula AL 588
57º Luciara de Lucena Jambo Cantarelli  AL 579
58º Vanuska Sheyla Lima de Oliveira AL 571
59º Paula Berenice Melo de Miranda Motta AL 563
60º Tatyane Cristine Lima  AL 554
61º Camila Carvalho Costa AL 538
61º Laura Quintela Brandão do Amaral  AL 538
61º Mariana Rocha AL 538
61º Solange Costa Chroniaris AL 538
 
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Guilherme dos Reis. Campeão brasilero junior de SUP race. Foto: Luciano Meneghello

  Junior Masculino    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Guilherme Batista de Souza SP 3763
Ariel Alves de Souza SP 2801
José Vitor Martins RJ 1813
Renato Vitor Souza Santos SE 975
Matheus Alcantara Nascimento Aguiar SE 963
Nauam da Silva SE 950
Gabriel Augusto S. Passo SE 938
Felippe de Oliveira Santos SE 925
Guilherme Thawire de Souza Carvalho SC 925
10º Ramon Santos de Jesus SE 913
11º Alex dos Santos Ferreira SE 900
12º Kauai Pinheiro RJ 900
13º João Arttur Mendonça Santos SC 888
14º João Pedro Dantas de Souza SE 888
15º Kainoa Teixeira SC 888
16º Roger Guimarães Beelen  AL 888
17º Eduardo Gon~calves SC 875
18º Geison Reis dos Santos SE 875
19º Pedro Leite Froes da Motta BA 875
20º Hiago Fagundes SC 863
21º Ivanoé S. R. de araujo SE 863
22º Gabriel Martins SC 850
23º Jadson dos Santos Silva SE 850
24º Luisz Eduardo de Souza SC 838
25º Manoel Messias dos Santos Conceição SE 838
26º Andres Hofstatter Aldabalde SC 829
27º Miguel da Cuia Constante SC 821
28º Matheus Chuller SC 813
 
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Isteffany Morais. Campeã brasileira junior de SUP race. Foto: Luciano Meneghello

  Junior Feminino    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Isttefany Marili Moraes Nogueira da Silva SP 3775
Iasmim Moraes Nogueira da Silva SP 3727
Mohana Gonçalves Machado SE 975
Vitoria Hellen Barbosa Santos SE 963
Isadora Moraes N. da Silva SP 900
Leticia Inocente Guimarães  SC 900
 
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Guilher Cunha. Campeão brasileiro kids SUP race. Foto: Luciano Meneghello

  Kids Masculino    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Guilherme Cunha SP 3775
Miguel Rassan Oliveira SP 2801
Guilherme Berenguer de Carvalho BA 1851
Carlos Lula de F. Neto SE 1850
Matheus Gomes Neves PE 1838
Guilherme dos Santos SE 938
Kauã Rogério dos Santos SE 925
Danilo Rufino da Silva Nascimento  AL 913
Gabriel Passos da Vitória SE 913
10º Kauai Pinheiro RJ 913
11º Caue Braga Santos Interaminense BA 900
12º Gabriel Gonçalves Novalski SC 900
13º José Souza Alves Neto SE 900
14º Gustavo Zanini Paliga SC 888
15º Kennedy dos Santos SE 888
16º Atleta Local não cadastrado SC 875
17º Guido Zarparozi AL 875
18º Kaio Vinicius S. Ribeiro SE 875
19º Gabriel Cid de Lima SC 863
20º Icaro de Barros AL 863
21º Tiago Leite Froes da Motta BA 863
22º João Vitor Carias de oliveira SC 850
23º Pablo Gasado AL 850
24º Rhaun Martins Teixeira SC 838
25º Aurides Machado Junior SC 829
26º Arthur Aguiar SC 821
 
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Isabelly Morais. Campeã brasileira kids de SUP race. Foto: Luciano Meneghello

  Kids Feminino    
Colc. Nome Completo UF T. Pontos
Isabelly Moraes SP 2838
Janniky Maria Barbas de Mello  BA 2838
Maria Luiz S. Rabelo BA 1863
Leda Geovana Reis Santos SE 975
Marjorie Lopes SC 913
Paola Zapparozi AL 913
Rafaeli Gonsalves Novalski SC 900
Julia Vianna SC 888
Alice Luft Vieira SC 875
10º Maria Eduarda SC 863
11º Yasmin lima Cabral Bastos SC 850
12º Guga de Freitas Horna SC 838

Fonte: Confederação de Stand Up Paddle (CBSUP)

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    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta é palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Clique aqui para acompanhar as notas ao vivo Clique aqui para saber tudo sobre o evento Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial, com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado, Bruno Santos e Ícaro Ronchi. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito.

    Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles três brasileiros. Confira ao vivo.

    A etapa Guarapari do Circuito Bando do Brasil chegou ao fim neste domingo na Praia d’Ulé, no Espírito Santo, reunindo alguns dos principais nomes do surfe sul-americano em disputas válidas pelo QS 4.000 da World Surf League (WSL). A etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as semifinais nas duas categorias, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral catarinense. Tainá Hinckel (BRA) e Jadson André (BRA) levaram os troféus de campeões para casa, somando importantes pontos na corrida pelo título sul-americano e pela vaga no Challenger Series (CS) de 2027/28. Além disso, os vencedores embolsaram 8 mil dólares de premiação. Luan Wood (BRA) assumiu a liderança do ranking do QS após a etapa. Daniella Rosas (PER) toma a frente de Sophia Medina (BRA) na lista e também assume a ponta. Tainá Hinckel arrasadora na decisão  Em um duelo internacional inédito em finais, Tainá Hinckel (BRA) venceu a experiente Daniella Rosas (PER) e conquistou o título feminino do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari. As duas já haviam se enfrentado seis vezes em etapas do Qualifying Series, com três vitórias para cada lado, mas esta foi a primeira decisão entre elas.  Tainá chega à sua primeira final do Circuito Banco do Brasil em 2026, depois de bater na trave em duas semifinais, em Ubatuba e Natal, e se coloca novamente na briga pelo bicampeonato. A catarinense da Guarda do Embaú também disputa o Challenger Series e chega à terceira posição do ranking do QS na América do Sul após esta etapa, em uma temporada que pode marcar mais um salto importante na carreira da atleta olímpica e integrante do squad BB. A final foi marcada por uma disputa de alto nível e pelo duelo de backside, uma das principais características do surfe de Tainá. A brasileira abriu vantagem com uma onda de 8 pontos, construída com três fortes pancadas, deixando Daniella precisando de 10 pontos para virar. Na sequência, Tainá encontrou uma esquerda mais longa e arrancou 7 pontos dos juízes, ampliando a pressão sobre a peruana. Com apenas quatro ondas surfadas durante toda a bateria, Tainá garantiu o título na Praia d’Ulé e o maior somatório do evento: 15,50 pontos, o mesmo alcançado por Dani nas semifinais.  “Estou muito feliz com essa vitória e muito rouca, porque berrei com tudo o que estava aqui dentro nas minhas duas melhores ondas. Foi uma bateria muito disputada. O surfe feminino está evoluindo muito na América do Sul e estamos caminhando para mostrar nosso potencial mundo afora. Vencer aqui é muito especial para mim. Acreditei do início ao final e sabia que precisava acreditar”, celebra a campeã. “Estou muito feliz e sei o quanto é importante para mim estar com essa garra, mostrar meu surfe em qualquer campeonato. Não é só a onda, mas a conexão que existe dentro de mim. Foi super disputada do início ao final, mas eu sabia que seria minha porque planejei tudo desde o começo. Deus tinha escrito isso para mim”, comemorou Tainá. Jadson é bicampeão na Praia d’Ulé Aos 36 anos, Jadson André escreveu mais um capítulo de superação na Praia d’Ulé. Mesmo competindo durante toda a etapa com uma lesão no pé que chegou a colocar sua participação em dúvida, o potiguar venceu Luan Wood na final masculina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari e conquistou o título pelo segundo ano consecutivo. O confronto foi o segundo entre os dois na temporada. Em Imbituba, Jadson e Luan haviam se encontrado na semifinal, com vantagem para o catarinense. Desta vez, porém, o potiguar levou a melhor no duelo decisivo. Em uma bateria com as condições do mar alteradas pela entrada do vento logo após a final do feminino, Jadson apostou em seu forte surfe de frontside e nos aéreos para abrir vantagem, enquanto Luan, de backside para as esquerdas e com um surfe mais de linha, lutou até o fim, encaixando boas combinações de manobras para reduzir a diferença entre eles no somatório final. Apesar de encontrar um 7,27 pontos, Luan não conseguiu trocar sua onda de backup e acabou sendo batido na matemática final por 12,60 (7,27 + 5,33) contra 13,33 (6,83 + 6,5) de Jadson.  “Mais uma vez, toda honra e toda glória sejam dadas a Deus. Sem Ele, seria impossível chegar até aqui e vencer esse campeonato. Eu realmente não conseguia pisar no chão direito e chegou a passar pela minha cabeça abandonar a competição. Mas, como alguém que confia nos planos de Deus, decidi pensar em um dia de cada vez e as coisas foram acontecendo”, contou o campeão. Jadson também revelou que uma série de coincidências durante a etapa o fizeram lembrar da conquista de 2025.  “Durante a competição, várias coisinhas foram trazendo boas lembranças e alguns sinais. No ano passado, competi com a cordinha do meu colega de quarto. Este ano, eu estava competindo com o leash de outro moleque e tinha quebrado a minha única quilha que eu conseguia surfar. Cheguei na praia e encontrei o Rickson (Falcão), que me emprestou uma quilha da prancha reserva dele. Ontem, uma pessoa me perguntou: ‘Vai ganhar de novo?’. E eu respondi: ‘Vou ganhar de novo’. Na minha segunda onda da bateria, foi a primeira vez que consegui pisar na prancha direito. Parece até que estou vivendo o ano passado de novo.”  Emocionado, Jadson ainda mandou um recado para a família: “Estou muito feliz. Mando um beijo para minha esposa, meu filho e toda a minha família. Vou levar essa tartaruga (mascote da etapa) para o meu filho. Estou muito feliz e embalado para a próxima semana, porque já temos outro evento muito importante do ano pela frente.” O caminho dos campeões até a final Traçando o retrospecto até as finais, a manhã

    Jadson André e Tainá Hinckel vencem etapa do Circuito Banco do Brasil em Guarapari (ES), em prova válida pelo QS 4000, enquanto Luan Wood assume a liderança do ranking sul-americano.

    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta será palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. A janela começou na última terça-feira (1) e segue até 15 de setembro. Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial. A organização acompanha as previsões e fará o call oficial com 72 horas de antecedência. A expectativa agora está voltada para uma ondulação prevista para chegar no próximo dia 8 de setembro. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito. Tubos e mais tubos Desert Point exige uma combinação bastante específica de ondulação, vento e maré. A longa esquerda quebra sobre uma bancada de coral extremamente rasa e afiada, característica que ajudou a transformar o pico em uma das ondas mais exigentes do planeta. O cenário combina perfeitamente com a proposta do Capítulo Perfeito. Criado em 2012, o evento tem como essência esperar pelas melhores condições possíveis e colocar especialistas em tubos na água. Somente tubos são pontuados. Serão oito convidados divididos em duas baterias de quatro surfistas. As duas primeiras fases não são eliminatórias, portanto todos entram na água duas vezes. Ao final dos dois rounds, os quatro maiores pontuadores avançam diretamente à decisão. Todas as baterias têm duração de 45 minutos. O campeão em Desert Point também garante uma vaga direta no Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. A edição indonésia distribui ainda 10 mil euros em premiação. Dois brasileiros em Desert Point O Brasil já tem dois representantes confirmados. Pedro Calado conquistou sua vaga depois de chegar à final da edição de 2025, em Carcavelos. Ele estará ao lado de Balaram Stack, Cam Richards e Nic von Rupp entre os quatro classificados a partir do resultado do último evento. Von Rupp herdou a vaga de Noah Beschen, que não viajará à Indonésia por compromissos profissionais. O segundo brasileiro é Bruno Santos, anunciado como o primeiro wildcard global. Campeão do Capítulo Perfeito em 2015, Bruninho passa boa parte do ano na Indonésia e acumula enorme experiência em Desert Point. “Para mim, é uma honra enorme receber este convite. Ser um de apenas dois surfistas internacionais convidados torna tudo ainda mais especial. Existe uma ansiedade muito grande, porque é uma novidade e também porque, desde que o evento foi anunciado, muita gente sonhou com esta vaga e procurou esta oportunidade. Tenho um carinho muito grande por Desert Point, dediquei muito tempo da minha vida àquela onda e conheço bem as condições de lá. Estou muito ansioso e, acima de tudo, muito feliz por viver este momento”, comenta Bruninho Santos. Rui Costa vai além ao falar da experiência do brasileiro na bancada. “O Bruno Santos é provavelmente o surfista com mais horas de tubo em Desert Point. Foi campeão do Capítulo Perfeito em 2015 e acompanhou toda a evolução do evento. Para nós, era uma opção lógica”, afirma. Quem será o último convidado? Sete dos oito nomes estão definidos. Além de Pedro Calado, Bruno Santos, Balaram Stack, Cam Richards e Nic Von Rupp, o evento terá os wildcards locais Sulaiman e Usman Trioko. Resta apenas um wildcard global, mantido em segredo pela organização. E os próprios competidores já começaram a fazer suas apostas. Cam Richards e Bruno Santos apontam Tosh Tudor. Balaram Stack aposta em Craig Anderson, enquanto Usman Trioko acredita que será um brasileiro chamado Leandro. Nic von Rupp foi ainda mais longe e escolheu Kelly Slater. A organização divulgou três pistas sobre o convidado: ele é descendente de uma figura lendária do surfe havaiano, aparece no filme PIPELINE (2026), de Peter King, e já foi candidato diversas vezes ao Wave of the Winter (WOTW). O nome será revelado antes do call para o evento. Primeira temporada internacional A passagem por Desert Point faz parte de uma nova fase do Capítulo Perfeito. Pela primeira vez desde sua criação, em 2012, o evento ampliou seu calendário para fora de Portugal em 2026, com Moçambique e Indonésia. Ao longo de sua história, o evento já passou por Supertubos, em Peniche; Praia do Norte, em Nazaré; e Carcavelos, em Cascais. A etapa de Moçambique prevista para este ano não foi realizada porque a ondulação esperada não chegou durante a janela. Agora, todas as atenções estão voltadas para Desert Point. Os surfistas permanecem em stand-by e a organização acompanha o oceano à espera das condições que justificam colocar na água o primeiro evento da história da famosa esquerda de Lombok. Confirmados no Capítulo Perfeito de Desert Point Classificados por Carcavelos 2025 Balaram Stack (EUA)Cam Richards (EUA)Nic von Rupp (POR)Pedro Calado (BRA) Wildcards locais Sulaiman (IND)Usman Trioko (IND) Wildcards globais Bruno Santos (BRA) A definir

    Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado e Bruno Santos; janela vai até 15 de setembro e organização monitora swell previsto para o dia 8.

    Gabriel Medina foi vice-campeão do Fiji Pro 2026, encerrado nesta quinta-feira (3), em Cloudbreak. O tricampeão mundial chegou à decisão depois de uma grande campanha nas ondas pesadas da etapa, mas foi superado pelo norte-americano Cole Houshmand. O resultado marca uma forte recuperação do brasileiro, que vinha de eliminações na primeira fase nas duas etapas anteriores, no Brasil e no Taiti, e agora sobe para a quarta colocação no ranking mundial. A final ganhou emoção na segunda metade. Houshmand abriu vantagem e chegou a 16,87 pontos, deixando Medina em combinação. O brasileiro respondeu com a melhor onda da decisão: entubou com profundidade, acelerou por dentro, atravessou diferentes seções e saiu limpo para receber nota 10. Medina voltou à disputa, mas Houshmand, com a prioridade, controlou os cinco minutos finais e garantiu o terceiro título de sua carreira no Championship Tour. “Sair daquele tubo na final foi a melhor sensação. Eu estava esperando por aquela onda e estou muito feliz por ter conseguido o 10. Me sinto bem por ter chegado à final com o Cole. Ele é um bom amigo e vem surfando muito. Estou muito feliz de estar aqui e feliz pelo Cole também. Hoje foi incrível”, disse Medina. Medina, bicampeão em Fiji, buscava a terceira vitória em sua quarta final no evento. No dia decisivo, marcou 9,33 nas quartas, somou duas notas acima de 9 para chegar a 19,04 pontos na semifinal e fechou a campanha com o 10 na decisão. No feminino, Erin Brooks conquistou o título sem entrar na água na final, depois que Isabella Nichols desistiu da disputa por causa de uma lesão no tornozelo sofrida na semifinal. A canadense de 19 anos, que também venceu no Taiti, chegou ao segundo triunfo consecutivo no CT e à segunda vitória da carreira em Fiji. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por People On Tour (@peopleontour) Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Matthew McGillivray (AFS) 5.33 x 1.43 Luke Thompson (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 12.00 x 8.33 Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) 12.16 x 11.23 Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) 11.50 x 6.10 Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Seth Moniz (HAV) 12.67 x 11.80 Marco Mignot (FRA)2 – Cole Houshmand (EUA) 15.17 x 12.70 Ethan Ewing (AUS)3 – Yago Dora (BRA) 15.40 x 13.67 Mateus Herdy (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.27 x 11.66 Alan Cleland (MEX)5 – Morgan Cibilic (AUS) 14.34 x 13.17 João Chianca (BRA)6 – Leonardo Fioravanti (ITA) 11.06 x 9.17 Eli Hanneman (HAV)7 – Callum Robson (AUS) 9.10 x 8.94 Liam O’Brien (AUS)8 – Jake Marshall (EUA) 13.17 x 7.33 George Pittar (AUS)9 – Italo Ferreira (BRA) 12.70 x 10.56 Matthew McGillivray (AFS)10 – Connor O’Leary (JAP) 16.40 x 16.00 Filipe Toledo (BRA)11 – Samuel Pupo (BRA) 13.50 x 12.73 Alejo Muniz (BRA)12 – Griffin Colapinto (EUA) 15.17 x 9.73 Rio Waida (INA)13 – Miguel Pupo (BRA) 12.26 x 10.70 Ramzi Boukhiam (MAR)14 – Kauli Vaast (FRA) 16.17 x 10.43 Crosby Colapinto (EUA)15 – Barron Mamiya (HAV) 13.87 x 10.50 Jack Robinson (AUS)16 – Gabriel Medina (BRA) 13.94 x 9.83 Joel Vaughan (AUS) Round 3 1 – Cole Houshmand (EUA) 10.17 x 4.00 Seth Moniz (HAV)2 – Yago Dora (BRA) 14.40 x 6.83 Kanoa Igarashi (JAP)3 – Leonardo Fioravanti (ITA) 14.33 x 10.43 Morgan Cibilic (AUS)4 – Callum Robson (AUS) 10.50 x 8.77 Jake Marshall (EUA)5 – Connor O’Leary (JAP) 14.33 x 7.27 Italo Ferreira (BRA)6 – Griffin Colapinto (EUA) 14.00 x 12.60 Samuel Pupo (BRA)7 – Kauli Vaast (FRA) 19.07 x 11.17 Miguel Pupo (BRA)8 – Gabriel Medina (BRA) 13.77 x 13.33 Barron Mamiya (HAV) Quartas de final 1 – Cole Houshmand (EUA) 16.13 x 13.27 Yago Dora (BRA)2 – Leonardo Fioravanti (ITA) 14.10 x 10.94 Callum Robson (AUS)3 – Griffin Colapinto (EUA) 13.00 x 10.50 Connor O’Leary (JAP)4 – Gabriel Medina (BRA) 15.66 x 7.33 Kauli Vaast (FRA) Semifinais 1 – Cole Houshmand (EUA) 17.10 x 11.33 Leonardo Fioravanti (ITA)2 – Gabriel Medina (BRA) 19.04 x 14.57 Griffin Colapinto (EUA) Final 1 – Cole Houshmand (EUA) 16.87 x 15.17 Gabriel Medina (BRA) Feminino Round 1 1 – Yolanda Hopkins (POR) 9.77 x 9.57 Tya Zebrowski (FRA)2 – Sally Fitzgibbons (AUS) 9.97 x 8.37 Stephanie Gilmore (AUS)3 – Vahine Fierro (FRA) 14.17 x 6.66 Alyssa Spencer (EUA)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.66 x 4.60 Anat Lelior (ISR)5 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 9.73 x 8.50 Bella Kenworthy (EUA)6 – Francisca Veselko (POR) 12.17 x 12.00 Tyler Wright (AUS)7 – Erin Brooks (CAN) 18.00 x 3.06 Sophie McCulloch (AUS)8 – Isabella Nichols (AUS) 9.33 x 3.80 Ulukilupetea Kurop (FIJ) Round 2 1 – Carissa Moore (HAV) 12.13 x 11.50 Sally Fitzgibbons (AUS)2 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 14.60 x 9.00 Luana Silva (BRA)3 – Vahine Fierro (FRA) 11.67 x 10.43 Sawyer Lindblad (EUA)4 – Erin Brooks (CAN) 10.83 x 6.00 Caroline Marks (EUA)5 – Yolanda Hopkins (POR) 10.17 x 9.93 Gabriela Bryan (HAV)6 – Isabella Nichols (AUS) 11.60 x 8.93 Nadia Erostarbe (ESP)7 – Brisa Hennessy (CRC) 8.57 x 5.67 Molly Picklum (AUS)8 – Lakey Peterson (EUA) 13.10 x 8.04 Francisca Veselko (POR) Quartas de final 1 – Carissa Moore (HAV) 14.34 x 11.00 Bettylou Sakura Johnson (HAV)2 – Erin Brooks (CAN) 11.10 x 10.67 Vahine Fierro (FRA)3 – Isabella Nichols (AUS) 9.67 x 6.77 Yolanda Hopkins (POR)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.83 x 7.47 Lakey Peterson (EUA) Semifinais 1 – Erin Brooks (CAN) 11.84 x 9.97 Carissa Moore (HAV)2 – Isabella Nichols (AUS) 10.67 x 10.50 Brisa Hennessy (CRC) Final 1 – Erin Brooks (CAN) vence Isabella Nichols (AUS) por lesão

    Com nota 10 na final, tricampeão mundial Gabriel Medina fica com o vice em Fiji, sobe para quarto no ranking e retoma protagonismo no circuito. Cole Houshmand e Erin Brooks vencem o campeonato.

    Oito anos depois de entrar para a história do surfe de ondas gigantes, Rodrigo Koxa volta a viver a expectativa de alcançar o topo. O brasileiro é o protagonista de DÉJÀ VU, curta-metragem documental que acompanha o período de espera por mais um possível momento histórico de sua carreira. Finalista do Big Wave Challenge 2026 na categoria Maior Onda Masculina, Koxa disputa o prêmio depois de surfar uma onda em Nazaré, Portugal, cuja medição preliminar chegou a 29,15 metros. O resultado oficial será apresentado no dia 19 de setembro, durante a cerimônia da premiação no Lido Theatre, em Newport Beach, Califórnia, nos Estados Unidos. Mais do que acompanhar a disputa por um título, DÉJÀ VU mergulha justamente no período de espera que antecede a definição. Entre ansiedade, memórias, preparação e expectativa, o filme mostra Koxa novamente diante da possibilidade de alcançar um lugar que já ocupou. Em 2018, o brasileiro recebeu o reconhecimento do Guinness World Records pela maior onda já surfada, depois de descer uma onda de 80 pés (24,38 metros) em Nazaré. A marca permaneceu como recorde mundial até ser superada, em 2022, pelo alemão Sebastian Steudtner, que surfou uma onda de 86 pés (26,21 metros). Agora, a nova onda de Koxa pode colocá-lo novamente na disputa pelo posto. Caso a medição oficial confirme os 29,15 metros registrados preliminarmente e sejam atendidos os critérios aplicáveis, o brasileiro poderá conquistar o título de maior onda da temporada e voltar a disputar o recorde mundial. “Estava muito na expectativa de ver minha onda nessa final. Vou trazer de volta esse título de maior da temporada. Foi uma onda diferente em dezembro, surfada do pico até a base, até o final eu estava na adrenalina e na dúvida se conseguiria completar pelo nível de dificuldade.” Rodrigo Koxa Na disputa pelo prêmio também estão outros dois nomes que surfaram ondas em Nazaré: o brasileiro Lucas Chumbo e o francês Clement Roseyro. Por dentro de Déjà Vu Produzido por Rodrigo Koxa e Maskavo Filmes, DÉJÀ VU tem direção de Fábio Webber e edição assinada por Koxa e Webber. O documentário reúne relatos de pessoas que acompanham de perto a trajetória do surfista. Participam do filme Aline Cacozzi, esposa de Koxa; Vitor Faria, parceiro de ondas gigantes; Thiago Jacaré, coordenador do Big Wave Brasil; e Paulo Vinícius, designer. “Estou muito confiante em ter essa medição homologada e recuperar também esse recorde mundial. Agradeço a torcida da galera e peço a todos boas energias, que isso faz toda a diferença!” Rodrigo Koxa Aos 46 anos, Koxa se vê novamente diante da possibilidade de viver uma conquista que já fez parte de sua história. Oito anos depois de entrar para a história, a expectativa está de volta. A pressão também. E é justamente essa sensação que dá nome ao filme: DÉJÀ VU. Um déjà vu que pode terminar com um novo capítulo na história do surfe de ondas gigantes.

    Documentário acompanha Rodrigo Koxa nos bastidores da expectativa por um novo recorde mundial após o brasileiro surfar uma onda de 29,15 metros em Nazaré.

    A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. Clique aqui para ver ao vivo A primeira chamada acontece às 16h30 desta segunda-feira (24), no horário de Brasília, com possível início da competição às 17h. Em Fiji, onde o calendário já estará na terça-feira (25), a chamada será às 7h30, com possível início às 8h. A janela segue até 4 de setembro. A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Swell a caminho A previsão aponta poucas ondas logo no início da janela, com Cloudbreak pequeno ou praticamente flat durante boa parte do primeiro dia da janela em Fiji. Mas o swell começa a ganhar força ao longo do dia e pode chegar ao fim da tarde com ondas de 1,5 metros de face. A grande mudança aparece já no segundo dia de janelta. Um swell mais consistente deve colocar Cloudbreak na faixa de 3 metros de face durante todo o dia, com séries maiores. A previsão também indica ventos favoráveis, formando o primeiro cenário realmente forte para a realização da competição. Com ondas consistentes, existe ainda a possibilidade de a organização recorrer às baterias no sistema dual heat, com duas disputas acontecendo simultaneamente, para acelerar o cronograma e aproveitar a sequência de boas condições. No terceiro dia de janela, o swell já começa a perder força, mas a parte da manhã ainda pode apresentar quase 3 metros de face, com séries ocasionais maiores. A tendência é de redução gradual durante a tarde, ainda com condições favoráveis. Na sequência, um novo reforço de sudoeste pode manter Cloudbreak na faixa de 2,5 metros pés de face pela manhã do dia seguinte, sem necessariamente provocar novo aumento significativo de tamanho, mas trazendo mais energia e ajudando a prolongar o período de boas ondas. E o maior swell pode ainda estar por vir A também melhora de cenário para os dias 30 e 31 de agosto. Dois sistemas aparecem com potencial para produzir ondas da altura da cabeça até alguns pés acima, possivelmente acompanhadas por vento leve. Mas é a reta final da janela que começa a chamar mais atenção. Entre 2 e 4 de setembro, cresce a possibilidade da chegada de um swell forte e de longo período em Cloudbreak. A previsão aponta a presença de um sistema sólido. A confiança também vem aumentando na possibilidade de que as maiores ondas de toda a janela aconteçam justamente no início de setembro. Por se tratar de uma previsão de longo prazo, o cenário ainda pode mudar nos próximos dias. Cloudbreak para todos os tamanhos Considerada uma das melhores esquerdas do planeta, Cloudbreak quebra sobre um extenso recife de coral e muda completamente de personalidade dependendo do tamanho do swell. Em condições menores, oferece paredes longas e oportunidades para um surfe de alta performance. Quando o Pacífico Sul ganha força, a onda se transforma e passa a produzir tubos grandes, rápidos e extremamente pesados. O amplo campo de competição também reúne diferentes seções e exige leitura precisa do lineup. Depois de receber uma etapa pós-corte em 2024 e o WSL Finals em 2025, Cloudbreak volta agora a colocar todo o elenco do Championship Tour dentro d’água. É a primeira vez que isso acontece desde 2017. Italo chega de amarelo Entre os brasileiros, os olhos estarão principalmente sobre Italo Ferreira. Depois da semifinal em Teahupoo, o potiguar recuperou a lycra amarela e chega a Fiji isolado na liderança do ranking mundial. O campeão mundial de 2019 soma uma vitória, um vice-campeonato e dois terceiros lugares na temporada. Apesar de seu surfe de frontside e da capacidade nos tubos combinarem com Cloudbreak, Italo ainda busca um grande resultado no pico fijiano. A etapa também tem peso especial para Yago Dora. Foi justamente em Cloudbreak que o brasileiro conquistou seu primeiro título mundial, no WSL Finals de 2025. Atual terceiro colocado no ranking, Yago chega ao Fiji Pro buscando recuperar terreno na disputa pelo bicampeonato. Gabriel Medina completa outro capítulo importante da presença brasileira. Bicampeão da etapa, com vitórias em 2014 e 2016, o tricampeão mundial é, ao lado de Yago, um dos únicos brasileiros que já venceram em Cloudbreak. Dez brasileiros em Fiji O Brasil terá nove representantes no masculino e Luana Silva no feminino. Italo Ferreira, Yago Dora, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Samuel Pupo, João Chianca, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Mateus Herdy formam o contingente brasileiro entre os homens. Mateus é o único brasileiro escalado para o Round 1 masculino e enfrenta o australiano Jarvis Earle na terceira bateria. Os demais brasileiros entram posteriormente na competição. Além dos principais nomes do Tour, Fiji terá três wildcards: os locais Teo Degei e Ulukilupetea “Tea” Kurop, vencedores das seletivas fijianas, e o australiano Jarvis Earle, campeão mundial júnior de 2022. Kurop faz história como a primeira mulher de Fiji a disputar uma etapa do Championship Tour. Com o líder mundial de amarelo, um campeão mundial retornando ao palco onde conquistou seu título, dez brasileiros na disputa e diferentes pulsos de swell previstos ao longo dos próximos dias, Fiji abre uma das janelas mais promissoras da temporada. E, se os modelos de previsão realmente confirmarem o que começam a indicar para o início de setembro, o melhor de Cloudbreak pode ficar justamente para o final. Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) x Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) x Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Marco Mignot (FRA) x Seth Moniz (HAV)2 – Ethan

    Com dez brasileiros na disputa, janela do Fiji Pro abre nesta segunda-feira (24), com primeira chamada às 16h30 (de Brasília). Previsão indica swell a caminho para os primeiros dias em Cloudbreak.

    ATUALIZAÇÃO: 21/08/2026, às 12h36 (horário de Brasília) Victor Bernardo e sua esposa, Johnni, apresentam evolução no quadro de saúde após o grave acidente de carro sofrido na Califórnia, nos Estados Unidos. Os dois já passaram por cirurgias e, segundo Mike Townsend, manager do surfista, estão conscientes, de bom humor e otimistas. Victor sofreu uma fratura na perna e um ferimento grave acima do joelho. O brasileiro passou por uma nova cirurgia na quarta-feira. Inicialmente, os médicos instalaram uma estrutura externa para estabilizar a perna, mas o equipamento já foi retirado. Segundo Townsend, a evolução indica a possibilidade de uma recuperação mais rápida do que se imaginava inicialmente. Johnni também passou por uma cirurgia considerada bem-sucedida. Ela sofreu uma hemorragia interna no abdômen e fraturas na face em consequência do acidente. Os ferimentos foram tratados cirurgicamente. De acordo com Townsend, os dois permanecem positivos diante de tudo o que enfrentaram nos últimos dias. Até o momento, nenhum deles tem previsão de alta hospitalar. Abaixo, você confere a matéria publicada originalmente sobre o acidente: O guarujaense Victor Bernardo e a esposa, Johnni, permanecem hospitalizados depois de sofrerem um grave acidente de carro na Califórnia, nos Estados Unidos, na noite do último domingo (16). O veículo em que o casal estava se envolveu em uma colisão com um caminhão. Vitinho foi levado de helicóptero ao hospital. O surfista sofreu uma fratura na perna e precisará passar por cirurgia. Johnni foi transportada de ambulância e também permanece sob cuidados médicos. De acordo com as informações divulgadas até o momento, o quadro dela inspira mais atenção, mas não há risco de morte. As circunstâncias exatas da colisão e o local onde ela aconteceu não foram divulgados. O cineasta Logan Dulien, amigo do casal, afirmou que o acidente poderia ter sido fatal e que os dois deverão enfrentar um longo período de recuperação. A notícia mobilizou a comunidade internacional do surfe nas redes sociais. Mick Fanning, Coco Ho, Kanoa Igarashi, Raimana Van Bastolaer e Mikey February estão entre os nomes que manifestaram apoio ao casal. Natural do Guarujá (SP), Victor Bernardo, conhecido também como Vitinho, ganhou projeção ainda jovem no surfe brasileiro. Em 2013, aos 16 anos, conquistou o título brasileiro Pro Junior, em uma geração que também revelou nomes como Italo Ferreira e Caio Ibelli. Ao longo da carreira, disputou etapas do circuito de acesso à elite mundial e competições em diferentes países. Nos últimos anos, Victor passou a dedicar maior parte da carreira ao free surf e à produção de conteúdo ligado ao surfe. O brasileiro se estabeleceu na Califórnia e continuou diretamente ligado ao esporte. Victor nasceu em 8 de fevereiro de 1997 e tem a Praia do Tombo, no Guarujá, como sua onda favorita. Neste momento, toda a equipe do Waves deseja muita força a Victor e Johnni e torce por uma recuperação completa e tranquila do casal. Veja mais sobre Vitinho: Album Surf retrata perfeição Novo capítulo da Album Victor Bernardo inspirado no Havaí Victor Bernardo poderoso Victor Bernardo performático Sopa de peixe Victor Bernardo na estileira Papo com Victor Bernardo Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Waves (@waves.com.br)

    Surfista brasileiro Victor Bernardo e sua esposa Johnni são hospitalizados após colisão nos Estados Unidos. Atleta sofreu fratura na perna e precisa passar por cirurgia.

    Teahupoo mostrou mais uma vez por que é uma das etapas mais aguardadas do Circuito Mundial. Tubos, notas altas, baterias apertadas e eliminações de alguns dos principais nomes da temporada marcaram a sétima parada do Championship Tour 2026, o Outerknown Tahiti Pro. Seth Moniz e Erin Brooks ficaram com os títulos. Para o Brasil, o grande destaque foi Italo Ferreira, que chegou às semifinais e deixou a Polinésia Francesa na liderança do ranking mundial. Primeira vitória de Seth Moniz Seth Moniz viveu em Teahupoo o maior momento de sua carreira no Championship Tour. Em sua sétima temporada na elite, o havaiano conquistou sua primeira vitória no CT ao derrotar Griffin Colapinto na decisão. A campanha foi construída desde o Round 1. No caminho até o título, Seth passou por Eimeo Czermak, Yago Dora, Barron Mamiya e Alan Cleland antes de encontrar Italo Ferreira nas semifinais. Depois de superar o brasileiro, derrotou Griffin na decisão. Na final, Seth venceu por 18,17 a 14,67, garantindo o primeiro troféu de sua carreira no CT. O resultado também provocou uma grande mudança em sua temporada: ele saltou 12 posições e chegou ao 19º lugar no ranking. Italo veste a lycra amarela Italo Ferreira chegou ao último dia de competição como principal esperança brasileira e avançou às semifinais ao derrotar Ethan Ewing nas quartas. O potiguar começou a bateria com um tubo para 5,33 e depois encontrou uma onda que rendeu 7,17. Na reta final, ainda conseguiu um 8,33 para fechar a disputa com 15,50 pontos contra 11,94 do australiano. Na semifinal contra Seth Moniz, Italo chegou a abrir boa vantagem. O brasileiro liderava por 12,50 a 5,50, mas o havaiano cresceu na parte final da bateria, recebeu 7,83 e 7,93 e virou o confronto. Seth avançou com 15,76 contra 13,83, enquanto Italo terminou a etapa na terceira colocação. Mesmo eliminado, o saldo do brasileiro foi importante na corrida pelo título mundial. Com os 6.085 pontos conquistados em Teahupoo, Italo chegou a 39.930 pontos e abriu 5.000 de vantagem sobre Leonardo Fioravanti, vice-líder. O Brasil ainda ocupa quatro das cinco primeiras posições do ranking: além de Italo na liderança, Yago Dora aparece em terceiro, Miguel Pupo em quarto e Gabriel Medina em quinto. Erin Brooks vira final e conquista o título No feminino, Erin Brooks protagonizou uma reação na decisão contra Anat Lelior. A israelense abriu vantagem e chegou à metade da bateria com duas ondas excelentes, 8,33 e 8,00. Brooks reagiu primeiro com um 8,27 e depois encontrou outro tubo para 8,93, assumindo a liderança. A canadense venceu por 17,20 a 16,33. Foi a primeira vitória de Erin como integrante fixa do Championship Tour. A canadense, de 19 anos, havia começado o Finals Day eliminando a atual campeã mundial e defensora do título da etapa, Molly Picklum, e depois passou por Isabella Nichols na semifinal. Com o resultado, Brooks subiu sete posições e chegou ao 11º lugar do ranking. Anat Lelior também deixou Teahupoo com o maior resultado de sua carreira. O vice-campeonato representou a primeira final de um surfista de Israel no Championship Tour. Slater desafia o tempo Aos 54 anos, Kelly Slater foi um dos grandes personagens da etapa. O 11 vezes campeão mundial eliminou Gabriel Medina em um dos confrontos mais aguardados do campeonato e fez isso com uma atuação que entrou para os destaques do ano. Slater somou 19,06 pontos na bateria, mostrando mais uma vez sua sintonia com Teahupoo. Sua campanha terminou nas oitavas de final, diante de Jack Robinson, mas não antes de o norte-americano voltar a deixar sua marca no campeonato onde construiu alguns dos maiores momentos de sua carreira. Brasileiros em Teahupoo Além da semifinal de Italo, João Chianca, Alejo Muniz e Miguel Pupo chegaram às oitavas de final. Miguel foi superado por Griffin Colapinto, enquanto Chumbinho e Alejo também se despediram nesta fase. Gabriel Medina havia sido eliminado anteriormente por Kelly Slater. No feminino, Luana Silva caiu no Round 2 diante da portuguesa Yolanda Hopkins. Próxima parada: Fiji Encerrado o Tahiti Pro, o Championship Tour permanece no Pacífico Sul. A próxima etapa será disputada em Cloudbreak, Fiji, com janela entre 25 de agosto e 4 de setembro. “A gente segue na disputa. É uma longa jornada e tenho que colocar o pezinho no chão para trabalhar campeonato a campeonato” Italo Ferreira, campeão mundial de 2019 Italo chega à próxima etapa com a lycra amarela, mas evita antecipar qualquer possibilidade de disputa pelo segundo título mundial. O brasileiro já definiu também seu próximo objetivo: conquistar pela primeira vez a etapa de Fiji. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS)

    Seth Moniz conquista primeira vitória no CT, Erin Brooks vence entre as mulheres e Italo Ferreira deixa o Taiti na liderança do ranking após chegar às semifinais do Outerknown Tahiti Pro 2026.