Indignação de um big rider

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Ubatuba Pro Final Day

Veja como foi o último dia de competição do Ubatuba Pro, etapa brasileira do Stand Up World Tour disputada em Itamambuca vencida por Mo Freitas
Slater como sempre

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Alejo detona Sunset

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Ubatuba Pro – Balanço da etapa

Mo Freitas. Foto: Supclub.com.br Em uma final épica, o havaiano Mo Freitas vence o brasileiro Leco Salazar travando um combate desde já considerado o melhor da história do Stand Up World Tour. Com o resultado, Leco avança para a segunda colocação do ranking e fica muito perto do sonhado título mundial. Logo após a final do Ubatuba Pro, o waterman norte-americano Chuck Patterson postou em seu twitter que havia acabado de assistir a melhor final de um campeonato de SUP wave de todos os tempos: “best final ever”, escreveu. De fato, quem esteve presente no último sábado, 01/12, nas areias de Itamambuca assistindo à final histórica entre Leco Salazar e Mo Freitas, testemunhou o ápice de um campeonato marcado pelo melhor que a modalidade tem a oferecer. Desde as triagens, vencidas pelo guarujaense Adriano Lima (SP), o nível de SUP wave apresentado foi incrivelmete alto. Ondas com cerca de um metro e ótima formação, céu azul e a bela paisagem característica do local, presentearam a todos os participantes com um belo início de evento. Wallace Morris (SP), Adriano Trinca Ferro (SC), Marcelo Freitas (RJ), foram os grandes destaques, formando uma final disputadíssima vencida por Adriano, dono da melhor onda do primeiro dia do Ubatuba Pro – 8,75 – alcançada na fase semifinal. Bezinho Otero (RJ), Edilson Gomes (SP), Marcio Almeida (SP) e Felipe Gaspar (SP), de apenas 13 anos, juntaram-se aos finalistas do trials avançando para o evento principal. Ainda no primeiro dia, finalizada a triagem, o campeonato teve uma pequena pausa de 20 minutos para o início do evento principal, onde os melhores do mundo entraram em ação enfrentando os wildcars e os classificados pelo trials. Bicampeão mundial e então na segunda colocação do ranking, o havaiano Kai Lenny teve uma ótima estréia fazendo a maior pontuação do dia, totalizando 14,40 pontos. Mas os brasileiros mostraram iriam dar muito trabalho vencendo a maioria das baterias da primeira fase com destaque para Leco Salazar (SP), Adriano Trinca Ferro (SC), Ian Vaz (SC), Caio Vaz (RJ) e Renato Wanderley (SP). Representando a “legião estrangeira”, Mo Freitas (HAW) e Robin Johnston (HAW) foram os gringos que avançaram em primeiro lugar em uma rodada dominada por brasileiros e havaianos. VENTO, ONDAS E FAVORITOS Leco Salazar. Foto: Supclub O segundo dia de competições trouxe ondas maiores e mais poderosas, porém, com a formação bastante prejudicada devido a um forte vento leste que obrigou a direção da prova a interromper as baterias logo após a realização do round dois do evento principal, à espera de melhores condições. A ação voltou por volta do meio dia, quando o vento deu uma trégua. Um bom preparo físico foi fundamental nessa fase, pois era praticamente impossível vencer a arrebentação de SUP quando a série entrava. Muitos optavam por finalizar as ondas até a beira d’água para então correr pela areia até a entrada do canal de Itamambuca. As ondas com mais power proporcionaram apresentações memoráveis, mas era importante escolher a certa já que a volta ao outside poderia ser terrivelmente longa. Algumas importantes baixas ocorreram e potenciais candidatos ao título deram adeus precoce à competição. Do lado brasileiro Luis Saraiva (RS) e Caio Vaz (RJ), que ocupava a quinta colocação no ranking e dependia de um bom resultado para disputar o título mundial. Do lado estrangeiro, outro candidato ao título, o havaiano “voador” Zane Schweitzer, foi a baixa mais importante, brecado no round três pelos brasileiros Alexandre Takeo (SC) e Adriano Trinca Ferro (SC), apontado como a revelação do dia. Outros destaques foram Eric miyakawa (SP) e Ian Vaz (RJ). Os holofotes, porém, estavam apontados para a briga entre Kai Lenny (HAW) e Sean Poynter (EUA), respectivamente segundo e primeiro colocados do ranking que seguiam surfando muito, além de Leco Salazar (SP), determinado a manter a sua invencibilidade nas etapas brasileiras do tour. No entanto, um garoto havaiano, filho de Brasileiros, começava a se destacar entre as grandes feras: Mo Freitas (HAW) estava surfando muito e obteve a maior somatória da rodada – 16,00. O último dia prometia fortes emoções. Eric Miyakawa. Foto: Supclub APERTEM OS CINTOS… As finais do Ubatuba Pro começaram em ritmo eletrizante com a eliminação do líder do ranking Sean Poynter (EUA), nas quartas, por um inspirado Mo Freitas (HAW) em baterias homem a homem. Kai Lenny (HAW) viu suas chances de chegar ao topo crescerem ao eliminar Alexandre Magrinho (SC) na mesma fase. Robin Johnston (HAW) e Justin Holland (AUS) também perderam, tornando ainda maiores as chances de Lenny de chegar ao topo do ranking em Itamambuca. No meio do caminho, porém, havia uma pedra chamada Leco Salazar… Kai Lenny. Foto: Supclub As semis começaram com o que muitos julgavam ser uma final antecipada. Realmente, a batalha entre Leco e Kai foi duríssima e disputada onda a onda, um 8,0, porém, conquistado por Leco, o colocou em ligeira vantagem sobre seu oponente. Na contagem regressiva uma onda salvadora surge no horizonte e o havaiano remou com toda força em sua direção em busca dos 5,26 pontos que o levariam à final e consequentemente à liderança do ranking. Não deu tempo e Leco Salazar estava novamente em uma final do Stand Up World Tour. Restava saber que seria seu oponete, Eric Miyakawa (SP) ou Mo Freitas (HAW)? A briga entre o jovem talento havaiano e o experiente surfista do Guarujá foi mais morna por conta de uma insperada calmaria do mar. Poucas ondas foram surfadas e Mo foi muito feliz em sua escolha de ondas, buscando surfar sempre no crítico conseguindo assim em seu passaporte para a grande final. Kate Brandi a final, os marmanjos deram um tempo para a entrada das mulheres, que foram convidadas a participar de uma final feminina. Quatro atletas entraram na água para deixar o público presente impressionado com suas performances. Kate Brandi (SP) foi a grande vencedora mostrando um surfe muito progressivo. É impressionante a facilidade com que essa jovem SUP surfista do Guarujá executa manobras altamente técnicas como 360’s e rabetadas sem demonstrar o menor esforço. Em segundo lugar, Aline
Encontro de titãs

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Final eletrizante

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Psycho surfers

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Encontro reúne a galera

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