Prof. Clayton Rodrigues leva o SUP à escola, em Fortaleza

Prof. Clayton (ao fundo) com seus alunos do 2º ano. Foto:arquivo pessoal Por Douglas Notonha A cada dia me convenço mais a respeito da importância que os esportes, sobretudo os Esportes Radicais, têm na qualidade de vida de seus adeptos. Recentemente, tive o prazer e a oportunidade de cobrir dois eventos e ver o esporte se apropriando e transformando a vida de duas pessoas, uma das quais, eu próprio. Foi no dia da 2ª Etapa da III Maratona Aquática de Fortaleza, realizada na Praia do Náutico. Durante esse evento, eu tive a oportunidade de acompanhar a prova e toda a adrenalina de quem utiliza o mar para desenvolver e aproveitar um dos instintos de sobrevivência mais antigos e primitivos do ser humano: nadar no mar. Honestamente, foi uma experiência fantástica. Fiquei fascinado e a vontade que eu tinha de também fazer aquilo aumentou exponencialmente e ficou martelando na minha cabeça até a semana passada, quando o Prof. e meu amigo Clayton, batizou-me nas Águas Abertas dos “verdes mares bravios da minha terra natal. Onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba”, como muito bem disse José de Alencar. O fato é que foi alucinante. Eu recomendo a qualquer um que esteja lendo essa reportagem a ter uma experiência com Águas Abertas. Garanto que é “muito surf”. E não é que o Clayton, naquele mesmo dia da maratona também se contaminou! Só que no caso dele foi com o SUP-Stand up Paddle, modalidade que (e acredito que não por acaso) estava promovendo um evento logo após a maratona aquática. O resultado disso tudo vocês podem conferir nas fotos dessa reportagem, que retrata essa experiência de aulas de Surf e SUP In Door, para seus alunos do Ensino Fundamental do Colégio Antares em um dos projetos mais inovadores, em se tratando de esportes radicais, de que tenho notícia. Pois é! Ele não se contentou e levou a experiência para a escola fazendo com que seus alunos tivessem a rara oportunidade de experimentar e conhecer melhor um pouco da cultura que envolve o surf no projeto: Aulas de Surf Indoor e Stand Up Paddle Indoor no Antares Fundamental Confira galeria de fotos: Inovação. Não se pode negar que a iniciativa do Colégio Antares Fundamental de fortalecer a experiência escolar dos alunos com atividades inovadoras, muitas vezes tidas até como impossíveis de atravessar os muros das escolas, é digna de aplausos. No final do mês de maio o Colégio Antares, sede Fundamental, saiu na frente oferecendo a seus alunos halaus – aulas, no idioma havaiano – de Surf Indoor e Stand Up Paddle Indoor. É a cultura surf chegando na escola. Algo curioso, já que temos o conceito de que alguns esportes só acontecem no mar. A iniciativa de trazer, pela primeira vez, estes esportes para o ambiente escolar e proporcionar a prática destes em uma piscina foi do Prof. Clayton Rodrigues, um eterno apaixonado e praticante de esportes radicais, coordenador do Departamento de Educação Física e Esportes do Antares Fundamental. O apoio da Diretora da Sede, Mônica Medeiros, foi fundamental para que o projeto saísse do papel e virasse realidade e a participação de alguns pais garantiu o sucesso do projeto. O surf é uma modalidade já conhecida por todos nós. já o stand up paddle (SUP) chegou ao Brasil em 1999, enquanto que aqui no Ceará, em meados do ano de 2007. No stand up paddle, o aluno faz uso de uma prancha grande (pode ser usada para surfar, mas para cada tipo de prática existe um modelo específico de prancha), onde fica em pé e para se deslocar, utiliza um remo. Tal esporte pode proporcionar ao indivíduo a aventura das travessias e a tranquilidade de um passeio no mar, em rios ou lagoas. Segundo o Prof. Clayton, o surf e o SUP podem ser praticados por pessoas de qualquer idade. O mesmo ressalta a importância dos praticantes desses esportes terem um razoável domínio aquático. Cita que com as aulas objetiva o desenvolvimento das habilidades físicas, como o equilíbrio, a coordenação, a agilidade, o combate ao sedentarismo e ao sobrepeso. Clayton completa dizendo que trabalha-se, também, a questão da educação ambiental e o estimulo à prática destas duas modalidades esportivas e que tudo é feito com o espírito Aloha* –compartilhar com alegria da energia da vida no presente,ter respeito para com outro, a amizade e a contemplação da união da natureza com o homem. Antes de entrar na água, os alunos aprendem sobre a origem, a evolução e o histórico destes esportes, também é transmitido algumas palavras do dialeto havaiano, fazendo uma viagem pelo mundo, pelo Brasil e pelo nosso rico Ceará. Em seguida, passam a conhecer os equipamentos e acessórios, as técnicas e nomes das manobras, adquirem conhecimentos sobre as tábuas das marés, influência da lua sobre as mesmas, e aprendem noções sobre os ventos, o que reforça o envolvimento da Educação Física com as outras áreas do conhecimento, onde Geografia, História e Educação Física se cruzam numa maré de informações e encantos. Os alunos fazem exercícios para desenvolver e aprimorar o equilíbrio, a agilidade, a noção de espaço e a força. Tudo é realizado, considerando-se a fase de desenvolvimento motor de cada aluno e sua faixa etária. As aulas são ministradas pelos Professores Clayton Rodrigues e Marcelo Joppert, Na piscina coberta e aquecida do Colégio Antares Fundamental, localizado na Av. Santos Dumont, 3777 (em frente ao DETRAN). Mas o projeto não para por aí. Em breve, as halaus serão realizadas em mar e em rios, já que vivemos numa cidade litorânea e num estado que possui 578 km de costa, isso sem falar nos rios, manguezais e lagoas que nos cercam, enfim, em algum momento de nossas vidas estaremos em contato direto com as águas, seja ela salgada ou doce. Valeu professor Clayton. Fiquei muito orgulhoso de sua iniciativa e pelas fotos, dá pra perceber que seus alunos aproveitaram pra valer a vivência. É importante salientar que essa história só foi possível graças aos três únicos fatores que podem promover a boa educação: Gestão, professores e pais. O Projeto contou com o apoio do SUP Clube do Ceará e da Youhou
Arte na parede

fernanda daichtman patrícia sodré na praia delas janeiro 2012 guru filmes
Muralhas da China

hainan classic 2012 janeiro china isa asp international surfing association professionals wqs wst circuito mundial Riyue Bay
SUWT Maresias Pro

Confira os melhores momentos dos finalistas do SUWT Maresias Pro 2011 na cobertura especial do SUPCLUB.com.br.
Coluna do Bob: Brasileiro de SUP RACE – Parte II.2

.jpg”> _501x322.jpg” alt=”” width=”501″ height=”322″ /> Por Bob de Araujo (*) O velho guerreiro Chacrinha assim dizia: “Vim para confundir, não para esclarecer”. Pois bem, hoje vou concluir sobre o Brasileiro de SUP RACE. Mas, se vocês estão esperando por conclusões minhas sobre os temas que iniciei nas colunas passadas, irão se decepcionar, porque eu não tenhas as respostas certas pra isso. E vou confundir vocês mais ainda com as minhas opiniões… Vou continuar com o tema sobre a falta de consenso na questão de nomenclatura, categorias e divisões. O Bezinho realmente se irrita – e me irrita – com esse assunto. Então vamos aos fatos: O Bezinho rema mais do que eu. Fato! Mas como eu ganhei um título de campeão de alguma coisa e ele não, então ouço repetidamente a seguinte gracinha, com desdenho: – O Bob chegou atrás de mim, mas ele é o CAMPEÃO BRASILEIRO. Quero ver correr na categoria 12’6… Bom, durante o campeonato da Bahia (última etapa do brasileiro de SUP RACE) foi aventada a possibilidade de fazer em 2012 a premiação em dinheiro através de classificação OVERALL. Exemplificando, os dez (ou oito ou seis ou que número for) primeiros que chegassem na frente, pela classe 12’6, receberiam a premiação em dinheiro, proporcional à sua colocação, independente de qual categoria pertençam (OPEN, MASTER, GRAN MASTER, ou qualquer outra categoria que o valha). Num primeiro momento concordei com essa idéia porque achei-a justa. Hoje penso diferente… A primeira coisa que eu gostaria de manifestar é que essa nomenclatura me parece uma herança do surfe e que pouco esclarece à população em geral. Exemplo disso é que no surfe a categoria MASTER é comumente vista entre os praticantes de 35 a 40 anos; a GRAN MASTER para aqueles acima de 40 anos; LEGENDS para os acima de 50 anos e por aí vai… No SUP adotamos MASTER como acima de 40 anos. Como toda hora temos de explicar isso, eu proponho abolir essas nomenclaturas e simplificar pela categoria de forma explícita na idade, ou seja, fulano foi vencedor na categoria até 39 anos de idade; cicrano faturou a categoria dos 40 aos 49 anos; e por aí vai… O problema disso é que o brasileiro adora um título… E aí é que está o meu “voltei atrás” quanto à concordância da premiação OVERALL. O americano costuma tratar categoria OPEN como amadora e ELITE como profissional. Num primeiro momento eu achava que a gente deveria adotar essa nomenclatura. Hoje acho que ela resolveria apenas uma questão do ego mas a confusão continuaria a existir. Por isso, irei defender que a gente adote a nomenclatura PROFISSIONAL e AMADOR. Nós não podemos criar um esporte para a nossa “panelinha” ganhar (e continuar ganhando). O esporte deve ser para o público assistir, torcer, vibrar… Nosso presidente da ABSUP, Ivan Floater, foi muito feliz quando me afirmou que o SUP RACE precisa formar ídolo ou ídolos. Pra isso acontecer é necessário seja dado destaque ao campeão da categoria PROFISSIONAL. É inquestionável que a divisão 12’6 hoje é a mais profissionalizada. Pronto! Naturalmente, nosso ídolo do esporte deve vir como campeão dessa classe. É agora que eu vou criar polêmica: – E porque precisamos dividir a categoria 12’6 por idade? A resposta óbvia é que sim porque não é justo colocar em condições de disputa um atleta de 50 anos de idade contra outro de 20 anos. Concordo plenamente… Vou me usar como exemplo. Nas minhas provas de RACE fico em média com 94% da minha frequência cardíaca máxima. Não vou entrar na questão se a fórmula geral para frequência cardíaca máxima está superada ou não. Ela simplesmente será usada para propósitos de comparação e eu acho que, pra isso, ela se presta. Pois bem, essa fórmula (220 menos a idade) no meu caso isso representa que eu faço as provas de RACE em média com 173 batimentos por minuto (220 – 36 anos = 184 x 94% FCmáx. = 173bpm). Pela mesma fórmula, se o Connor Baxter tivesse o mesmo desempenho cárdio-vascular numa prova RACE, teríamos que 220 – 17 anos = 203 x 94% FCMáx. = 191bpm. Essa diferença de capacidade do coração, por si só, daria uma bela vantagem não só ao Connor Baxter, mas à qualquer jovem de 20 anos que se disponha a enfrentar um semi-jovem de 40 ou 50 anos numa prova de resistência física. Acho que eu demonstrei porque é justo separar em categorias por idade. A grande pergunta é: – Já que não existem dúvidas que a divisão 12’6 é a mais profissionalizada e que existe a necessidade de segregar por idade, porque o Bob não apoia a premiação pela categoria OVERALL? Pra mim é simples. Se a idade fosse a única variável em questão, seria fácil. Mas não é… Se estamos separando por idade é porque queremos dar condições de igualdade para atletas desiguais. Pois bem, quando o Bezinho me desafia a competir contra ele em igualdade numa 12’6, meu entendimento é que nunca não estaremos competindo em condições de igualdade. Existe outra variável muito representativa aqui (que infelizmente foge à minha capacidade de quantifica-la porque não tenho a qualificação técnica para tanto) que se chama PESO do atleta. Porque o Connor Baxter é um atleta de ponta? Um dos fatores é porque a relação peso-potência dele é muito boa. Eu e o Bezinho temos praticamente a mesma altura (e portanto praticamente a mesma envergadura) mas existe uma diferença de pelo menos 15 quilos que me separam do Bezinho. Pra mim isso faz muito diferença na hora de “competir com condições de igualdade”. Vamos admitir que eu não tenha o preparo físico do Bezinho e vamos pegar como exemplo nosso amigo Zé Mario Sperry, que é um excelente remador de SUP e uma sumidade em MMA por sua técnica aliada ao impecável preparo físico. Por favor, vejam: A primeira coisa que a gente pode concluir aqui é que o Zé Mario é uma máquina de dar porrada (mas isso foge um pouco
Guerreiro latino

ernesto nunes equador peru costa rica alas latino americano 2012 janeiro circuito
Pablo Dominguez toca em Camburi (SP)

pablo dominguez eu piro quando você passa videoclip clip vídeo janeiro 2012 camburi surf music música são sebastião SP
Sea Shepherd fiscaliza costa gaúcha

Instituto Sea Shepherd Brasil Tramandaí Imbé Rio Grande do Sul litoral gaúcho janeiro 2012 pesca predatória ambiente sustentabilidade meio ecologia
Noronha abre eventos Prime

wqs wst prime 6 estrelas janeiro 2012 prime circuito mundial asp south america competição profissional joão carvalho fernando de noronha pe pernambuco
Diversão garantida no Guarujá (SP)

Atletas paraolímpicos atletismo praia de Pitangueiras Guarujá SP aula pirata surf club janeiro 2012 fábio maradei