SUP Retrospectiva 2011 – Parte IV

Por Redação SUPCLUB.com.br Estamos chegando perto do fim de nossa contagem regressiva para 2012, relembrando os fatos que marcaram o Stand Up Paddle em 2011 pelas páginas virtuais do SUPCLUB.com.br. Hoje, você confere as notícias mais acessadas nos meses de agosto e setembro! * Clique nos títulos para ler a matéria completa e boa leitura! AGOSTO Por Redação SUPCLUB.com.br Estamos chegando perto do fim de nossa contagem regressiva para 2012, relembrando os fatos que marcaram o Stand Up Paddle em 2011 pelas páginas virtuais do SUPCLUB.com.br. Hoje, você confere as notícias mais acessadas nos meses de agosto e setembro! * Clique nos títulos para ler a matéria completa e boa leitura! AGOSTO SUP Entrevista: Neno Matos Começamos o mês de agosto entrevistando um dos maiores nomes da história do surfe, hoje considerado um dos melhores atletas de SUP race do Brasil – seja qual for a categoria. Clique no título para ler a matéria completa. Começamos o mês de agosto entrevistando um dos maiores nomes da história do surfe, hoje considerado um dos melhores atletas de SUP race do Brasil – seja qual for a categoria. Clique no título para ler a matéria completa. Filipe Blanco cria SUP com materiais reciclados Com muito talento e imaginação o shaper santista Filipe Blanco, fundador da marca “Surf!?”, desenvolveu uma série de pranchas e SUP’s feitos a partir da sobras da sala de shape. Fomos atrás da história e fizemos uma entrevista exclusiva. Clique no título para ler a matéria completa. Com muito talento e imaginação o shaper santista Filipe Blanco, fundador da marca “Surf!?”, desenvolveu uma série de pranchas e SUP’s feitos a partir da sobras da sala de shape. Fomos atrás da história e fizemos uma entrevista exclusiva. Clique no título para ler a matéria completa. Andrea Moller vence a Molokai 2 Oahu; Mitchell conquista seu décimo título A brasileira radicada no Hawaii vencia, em agosto, uma das mais importantes provas de travessia do mundo, a Molokai 2 Oahu, que também ficou marcada pela décima conquista do australiano Jamie Mitchell na modalidade paddlesurf. Além de Andrea, outros brasileiros também brilharam, como Livio Menelau, que conquistou a terceira colocação no geral do SUP masculino, Alessandro Matero, também conhecido como “Amendoim”, segundo colocado na categoria 30 a 39 anos e Mo Freitas, de apenas 13 anos, filho do brasileiro Tony Freitas, radicado em Oahu, foi o 35º colocado na geral masculina e sétimo colocado por equipes. Clique no título para ler a matéria completa. A brasileira radicada no Hawaii vencia, em agosto, uma das mais importantes provas de travessia do mundo, a Molokai 2 Oahu, que também ficou marcada pela décima conquista do australiano Jamie Mitchell na modalidade paddlesurf. Além de Andrea, outros brasileiros também brilharam, como Livio Menelau, que conquistou a terceira colocação no geral do SUP masculino, Alessandro Matero, também conhecido como “Amendoim”, segundo colocado na categoria 30 a 39 anos e Mo Freitas, de apenas 13 anos, filho do brasileiro Tony Freitas, radicado em Oahu, foi o 35º colocado na geral masculina e sétimo colocado por equipes. Clique no título para ler a matéria completa. Você conhece o SUPilates? Em agosto, os leitores do SUPCLUB tiveram contato com o SUPlites uma vertente do Stand Up Paddle que integra exercícios de Pilates ao SUP. Clique no título para ler a matéria completa. Em agosto, os leitores do SUPCLUB tiveram contato com o SUPlites uma vertente do Stand Up Paddle que integra exercícios de Pilates ao SUP. Clique no título para ler a matéria completa. Carioca de SUP Surf: Thiago Mariano vence e assume a ponta O longboarder carioca Thiago Mariano mostrava grande habilidade também no SUP para vencer a segunda etapa do circuito carioca. Clique no título para ler a matéria completa. Clique no título para ler a matéria completa. O longboarder carioca Thiago Mariano mostrava grande habilidade também no SUP para vencer a segunda etapa do circuito carioca. Clique no título para ler a matéria completa. Clique no título para ler a matéria completa. Caio Vaz vence o 1º Campeonato de SUP de Ubatuba O jovem carioca Caio Vaz mostrou um surfe de gente grande para vencer o primeiro campeonato de SUP wave da história de Ubatuba realizado em ondas pesadas de dois metros na praia de Itamambuca. Clique no título para ler a matéria completa. O jovem carioca Caio Vaz mostrou um surfe de gente grande para vencer o primeiro campeonato de SUP wave da história de Ubatuba realizado em ondas pesadas de dois metros na praia de Itamambuca. Clique no título para ler a matéria completa. Brasileiro de SUP Race: balanço da etapa de Brasília Ao longo do ano, o SUPCLUB apresentou um balanço de cada etapa do circuito brasileiro. Com a etapa de Brasília não foi diferente. Animal vencia novamente e disparava na liderança. Clique no título para ler a matéria completa. Ao longo do ano, o SUPCLUB apresentou um balanço de cada etapa do circuito brasileiro. Com a etapa de Brasília não foi diferente. Animal vencia novamente e disparava na liderança. Clique no título para ler a matéria completa. SUP entrevista: Tristan Boxford Uma das matérias com maior número de acessos internacionais da história do SUPCLUB, a entrevista exclusiva com o “cacique” do Stand Up World Tour, Tristan Boxford, logo após a confirmação da etapa de Maresias (até então, o Brasil não estava confirmado no tour com o cancelamento de Ibiraquera), tirou muitas dúvidas sobre critérios e caminhos do SUP Wave. Clique no título para ler a matéria completa. Uma das matérias com maior número de acessos internacionais da história do SUPCLUB, a entrevista exclusiva com o “cacique” do Stand Up World Tour, Tristan Boxford, logo após a confirmação da etapa de Maresias (até então, o Brasil não estava confirmado no tour com o cancelamento de Ibiraquera), tirou muitas dúvidas sobre critérios e caminhos do SUP Wave. Clique no título para ler a matéria completa. Caio Vaz surfa bomba em Copacabana Caio Vaz mostrou muita disposição para botar pra baixo em ondas enormes durante uma ressaca no
Surfin’ USA

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25 anos de sucesso

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Coluna do Bob: Brasileiro de SUP RACE – Parte II

Nosso colunista toca num ponto delicado e questiona o tamanho das pranchas em provas de race nacional (da esquerda para a direita, Bob de Araujo, João Renato e Alex Araujo). Foto: arquivo pessoal Por Bob de Araujo (*) Como combinamos, a coluna da semana passada foi sobre a conclusão do circuito brasileiro de RACE em 2011; a dessa semana é sobre o que esperar desse circuito em 2012; e semana que vem encerra a trilogia com alguns agradecimentos. Indo ao que interessa: Parte II – A Missão – O que esperar para o calendário 2012 e quais as categorias que estarão no páreo? Esse talvez tenha sido o tema mais debatido durante o encerramento do circuito de RACE com a conclusão da etapa baiana. Antes de me adentrar no tema, quem me chamou a atenção foi o Bezinho Otero: Livro de Regras da ABSUP (clique aqui). Sob o Título “Regras de Competição – SUP”, item “2) CLASSES/CATEGORIAS” temos que a classe RACE (pranchas 12’6) é a classe chamada “Profissional”, a classe UNLIMITED (tamanho de prancha livre) é chamada de “Crossing” e a SUPSURF é classe “promocional”, que formará um ranking amador. Sem críticas à ABSUP (aliás, muito pelo contrário, semana que vem os elogios serão prestados à nossa Associação) uma das coisas que eu gostaria de ponderar (afinal essa coluna é sobre o ponto de vista do Bob) é a minha chatice quanto à nomenclatura. Eu já escrevi sobre isso em algum lugar (provavelmente no antigo site da SUPRIO ou em algum outro fórum por aí) sobre o porque das pranchas serem 12’6. Qualquer dia a gente pode entrar nisso de forma mais detalhada, mas o resumo da ópera é que a Clark Foam, na época fornecedora do mercado americano para os blocos de Tandem Board, tinha como maior tamanho o bloco de 13’. Os primeiros SUPs foram shapeados à partir desse bloco e chegava-se ao tamanho máximo de 12’6 para poder fazer o acabamento de bico e rabeta. Enfim, por isso se chegou à essa classe de pranchas tamanho 12’6 que se chamou inicialmente de STOCK, ou seja, o tamanho padrão. E, justamente por ser a classe que mais tinha adeptos, a premiação maior ficava nessa categoria de pranchas 12’6, por ser a classe mais popular. O mercado de Stand Up Paddle evoluiu e, por falta de uniformização, em várias regiões dos EUA a classe STOCK deixou de ser a 12’6 e passou a ser a 14’. Isso porque a Clark Foam deixou de existir e a evolução na produção de pranchas de SUP permitiu que tamanhos maiores fossem se popularizando. No Brasil começamos com o SUP após a era da Clark Foam e por isso nunca entendi bem porque se insistia tanto em chamar a divisão 12’6 de STOCK por aqui. A ABSUP não adotou esse nomenclatura. À meu ver, não perdeu nada com isso… Durante 2010 fui desclassificado de todas as provas que participei porque a minha prancha de 14’ não era da categoria STOCK. Meu entendimento era que essa limitação de tamanho era uma imposição mercadológica (leia-se bem mercado nacional) porque as pranchas comercializadas na época eram limitadas à esse tamanho. Enfim, como sou cabeça dura, continuei a participar e a ser desclassificado de provas RACE. Lamento amigos, mas recuso-me aceitar que uma prova de longa distância (acima de 10km) seja mais emocionante disputada numa 12’6 do que numa 14’. Estamos falando de velocidade. Em analogia, é mais excitante ver a motovelocidade categoria 500cc do que a categoria 125cc justamente por causa da? – Velocidade (responderiam vocês em uníssono). Obviamente, todos vocês devem estar de dedo em riste do outro lado da telinha esbravejando: – E se é pela velocidade, porque não a categoria UNLIMITED ser a mais valorizada, afinal, é nela que estarão as pranchas mais rápidas. Francamente, eu não teria resposta pra isso… A única resposta seria talvez pela necessidade de se nivelar os equipamentos de forma a botar em prova a capacidade dos atletas – e não o maior tamanho de prancha que levaria, em hipótese, um atleta menos preparado à vitória. Pode ser. Mas a verdade é que eu quero ver o nosso campeão brasileiro de RACE sendo o cara mais veloz na água. Talvez pro futuro nosso esporte reme nessa direção: atletas de ponta disputando a categoria 14’ ou 16’ ou UNLIMITED, ou qualquer outra mais veloz que a 12’6. Enquanto fomentadores do esporte, nosso dever é esse: não frear o desenvolvimento do esporte ante interesses comerciais. Essa é minha opinião e pode ser que ela não seja a mais acertada, mas é minha opinião. Temos que deixar o SUP seguir seu próprio caminho… Acertadamente, o que se vê para 2012 é a vontade da ABSUP em segmentar as categorias em 12’6, 14’ e UNLIMITED. E vamos nos deparar com um segundo entrave: hoje o atleta campeão da 12’6 ainda chega na frente das demais categorias. Mas, essa diferença já se estreita e a previsão para 2012 é que ela seja superada com o aquecimento das categorias 14’e UNLIMITED. Dentro desse cenário, é imperioso para o desenvolvimento do esporte a formação de ídolos. Precisamos de um “Ayrton Senna” que reme. E como explicar para a mídia especializada que o nosso “Ayrton Senna” ganhou, mas chegou atrás de uma prancha maior, que não é a categoria mais disputada. Fazer largadas com tempo diferenciados? Percurso aumentado? Qual seria a medida certa para ponderar esses diferentes pesos? Pra mim, esse vai ser o grande desafio da ABSUP em 2012. Isso também me remete à necessidade de dissertar mais sobre o tema inicial da coluna, mais especificamente sobre a parte de classes/categorias citadas do Livro de Regras da ABSUP, em especial quanto ao que é ranking PROFISSIONAL e o que é ranking AMADOR e o meio do caminho chamado CROSSING. Como também voltar à parte de nomenclatura: o que seria a divisão OPEN. Se deveria existir uma categoria chamada ELITE, e assim por diante. Ah! Não nos esqueçamos também sobre a parte de premiação:
Molecada rocky’n’roll

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ASP no córner do ringue

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