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Pena Surf Festival Baía Formosa rn rio grande do norte amador e profissional long longboard nordeste nordestino amador novembro 2011 profissional jocildo andrade
Alan reina em casa

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Talento de berço

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Saraiva aposta no Hawaii

luis saraiva campeão brasileiro stand up sup entrevista maresias
Coluna do Bob: o SUP e a Sustentabilidade Ambiental

Por Bob de Araujo (*) 2011 é o ano Internacional das Florestas. E, por isso mesmo, a Petrobras, em parceria com o Brasil Surf Pro 2011, desenvolveu o projeto chamado “Surfe Pelas Florestas”, presente nas cinco etapas daquele circuito. Na etapa da Barra da Tijuca (2 a 6/nov) fomos convidados pelo coordenador do projeto, Glenn Suba, que mobilizou participantes de SUP e atletas do Brasil Surf Pro em torno do tema “preservação das florestas”, para um passeio de Stand Up Paddle na Lagoa de Marapendi como forma de promover os conceitos de sustentabilidade e educação ambiental (foram aproximadamente 70 participantes). O nome Marapendi vem do tupi “mbará-pindi” e significa mar limpo. Aliás, iniciativas como essa são fundamentais para que essa lagoa faça jus ao nome que recebeu. Com a conclusão das obras do emissário submarino da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá, a lagoa parou de receber o esgoto “in natura” dos condomínios vizinhos, estando atualmente em processo natural de limpeza das suas águas. Por Bob de Araujo (*) 2011 é o ano Internacional das Florestas. E, por isso mesmo, a Petrobras, em parceria com o Brasil Surf Pro 2011, desenvolveu o projeto chamado “Surfe Pelas Florestas”, presente nas cinco etapas daquele circuito. Na etapa da Barra da Tijuca (2 a 6/nov) fomos convidados pelo coordenador do projeto, Glenn Suba, que mobilizou participantes de SUP e atletas do Brasil Surf Pro em torno do tema “preservação das florestas”, para um passeio de Stand Up Paddle na Lagoa de Marapendi como forma de promover os conceitos de sustentabilidade e educação ambiental (foram aproximadamente 70 participantes). O nome Marapendi vem do tupi “mbará-pindi” e significa mar limpo. Aliás, iniciativas como essa são fundamentais para que essa lagoa faça jus ao nome que recebeu. Com a conclusão das obras do emissário submarino da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá, a lagoa parou de receber o esgoto “in natura” dos condomínios vizinhos, estando atualmente em processo natural de limpeza das suas águas. Garrafinha D’água do projeto. Foto: Mila Bulus Trajeto do Passeio. Imagem do Google Earth Nosso passeio foi de aproximadamente 4km (destacado em vermelho na imagem do Google Earth). O ponto de encontro foi na escola de SUP do amigo Claudio Mello (Rio Wind), que fica atrás do condomínio Novo Leblon. De lá remamos em direção ao trecho da Reserva (sentido Recreio dos Bandeirantes), onde já é possível encontrar águas melhores e o aparecimento de espécies nativas nessa área. O panorama daquele trecho é indescritível, passando por uma série de sacos e capões, que são margeados pelo manguezal (vegetação predominante). Partindo da Rio Wind em sentido oposto (Barra da Tijuca) é possível percorrer mais 10km até o quebra-mar. Aos desavisados: lamentavelmente ainda é bem sujo o trecho próximo à ponte Lucio Costa. Já o trecho inicial do Canal de Marapendi (do quebra-mar até a ponte nova para o Itanhangá) é cristalino mas depende, obviamente, da maré alta para receber a água límpida do mar (ocorrendo o oposto na maré vazante). Vista do Condomínio Novo Leblon. Foto: Felipe Basílio Em direção ao Recreio dos Bandeirantes. Foto: Jaime Rocha Minha princesa e futura supista no passeio. Foto: Mila Bulus Sob o ponto de vista do SUP, a Lagoa de Marapendi é um “ativo” que não tem preço e precisamos tratar a questão de sua preservação ambiental como tema fundamental para o desenvolvimento e prática do nosso e de outros esportes aquáticos. Essa lagoa tem uma especial significância para mim, pois é nela que faço meus treinos de SUP (segundas, quartas e sextas à noite) e é ela que ficará de legado para as gerações que nos sucederem. Falando em gerações futuras e relembrando o nome tupi da Lagoa de Marapendi, não poderia deixar de comentar a visita da indiazinha Wiranu Tembé (protagonista do filme Tainá – a Origem) que viu o mar pela primeira vez durante a quarta etapa do Brasil Surf Pro e participou do passeio ecológico na Lagoa de Marapendi com a turma do Stand Up Paddle. Ela fez o passeio num caiaque e foi show na remada… Tainá no caiaque e a galera de SUP. Foto: taina3.com.br Bom, despeço-me por aqui esperando que a consciência ambiental da preservação não só da Lagoa de Marapendi, mas de todas as lagoas, rios e corpos hídricos do nosso Brasil, esteja sempre sob os nossos olhares atentos. Aloha do pai e da filha. Foto: Jaime Rocha E até semana que vem. (*) Bob de Araujo é representante da Surftech no Brasil e escreve às quintas para o supclub.com.br .jpg”>
Projeto resgata foguetes

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