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Santista de SUP Surf: Raglan monta equipe para correr o circuito

_583x464.jpg” alt=”” width=”583″ height=”464″ /> Para mostrar a versatilidade do SUP, a Raglan aposta em equipe de atletas com e sem experiência em competições A surfshop santista Raglan, uma das apoiadoras do I Circuito Santista de SUP Surf, patrocinará uma equipe de supistas para correr as etapas do santista. Apostando no clima de confraternização do evento, a surfshop optou por montar uma equipe formada por pessoas escolhidas principalmente pelo seu entusiasmo e dedicação a esse novo esporte. A grande maioria com pouca ou nenhuma experiência anterior em competições: “são pessoas que conhecemos pessoalmente, clientes e amigos que vem se destacando no freesurf e são apaixonados por SUP. Acreditamos que patrociná-los vai de encontro à nova proposta da Raglan, que está investindo bastante no segmento do Stand Up Paddle, um esporte totalmente ligado ao surf e que permite a participação ativa de toda a família”, afima Carla Forti, gerente da loja. “Queremos mostrar que o SUP é um esporte que vem trazendo de volta à água pessoas que haviam parado de surfar e que tem permitido àqueles que nunca se imaginaram surfando, desfrutarem da incrivel sensação de deslizar sobre as ondas. Em nossa equipe, por exemplo, há pessoas que haviam parado de surfar por motivos de saúde e que voltaram a sentir o prazer de deslizar uma onda graças ao SUP”, completa. A estratégia da Raglan é mostrar ao público ‘na prática’ o quão acessível é o SUP. Porém, a surfshop tomou o cuidado de apostar também em atletas experientes, que já tem um histórico de bons resultados em competições, como Rodrigo de Deus e Gilson Alecrim: “O Rodrigo tem muito talento e é muito profissional. Tem bons reultados tanto em provas de race quanto em provas de surf. Se houvesse um ranking overall (misto de remada e surf), seria sem sombra de dúvida top 3 no país. E o Gilson é um exemplo para todos. Com uma série de bons resultados em competições, ele mantém uma vitalidade de criança aos 52 anos. É um pioneiro do surf que nos últimos anos apresenta uma dedicação total ao SUP”. Carla ainda comenta as outras escolhas da equipe Raglan: ” na feminia, patrocinaremos a Verônica Guerra que além de excelente remadora é educadora física e professora de SUP. A Verônica desenvolve um trabalho fantástico na área do SUP, dando aula para pessoas portadoras de necessidades especiais e tem uma aluna que é deficiente visual. Além dela, na gromets, patrocinaremos o Guilherme Cunha, que ao lado do Theo Cabeleira representa o futuro do Stand Up Paddle e dos board sports; na open, Luciano Meneghello, o “Lulu”, que é um dos caras mais fissurados por SUP que a gente conhece. É sempre o último a sair da água. Ele também correrá a master, juntamente com o Renato Diogo, um ex-atleta de paraquedismo que encontrou no SUP um meio de integrar sua família e é um dos idealizadores do movimento ecológico SUP Consciente e com Reginaldo Lima, o “Naldo”, que deixou de surfar há 8 anos por causa de uma hérnia de disco e por causa do SUP voltou a fazer o esporte que praticou desde os 12 anos”, finaliza. O I Circuito Santista Open de Stand Up Paddle acontece dia 28/05, sábado, no Quebra-Mar em Santos e tem patrocínio Surfsttore, New Advance, Surfclass e é apresentado pela Kasisnki Motos via Projeto K. Tem apoio da Gzero Tech, Future Fins, Quickblade, Água Marinha, Okumura Temakeria, 20 Pés, BHS, Surfers Paradise, Venus, Raglan, Escola de Surf Picuruta Salazar e Prefeitura de Santos, com direção técnica da Associação Santos de Surf e supervisão da Federação Paulista de Surf. Para mais informações, envie e-mail para [email protected]. .jpg”>
Mengão e Vascão disputam Slater

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Jacaré de água salgada

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Mamãe eu quero dropar

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Abertura rola em Camboriú (SC)

primeira etapa Circuito Catarinense Longboard 2011 praia Central Balneário Camboriú SC maio
Morenaça amazônica

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SUP Entrevista: Alessandro Matero

De malas prontas para o Hawaii para competir no Battle of The Paddle, dias 14 e 15 de maio, o paulista Alessandro Matero se prepara para uma verdadeira maratona de provas de race. Após competir nessa que é uma das provas mais importantes do mundo, ele retorna ao Brasil a tempo de participar da primeira etapa do campeonato brasileiro de race em Osório, RS, para depois voltar ao Hawaii e participar de mais três provas de travessia (Maui-Molokai, Maliko race e Molokai–Oahu). Tamanha dedicação é resultado de foco, amor ao esporte e também do apoio decisivo de seus patrocinadores. Antes embarcar, Amendoim, como também é conhecido, trocou uma idéia com o SUPCLUB.com.br sobre preparação para a prova, desenvolvimento de pranchas, início da carreira entre outros assuntos. Confira! SUP Entrevista: Alessandro Matero SUPCLUB – Com estão seus treinos para Battle of The Paddle? Está trabalhando algum aspecto com mais intensidade ou basicamente é o mesmo treino do dia a dia? E por falar nisso, como é seu treinamento no dia a dia? Matero – Bom, basicamente é o mesmo treino do meu dia a dia, que é composto por treinamento funcional duas vezes por semana, uma a duas horas de remada por dia, sendo 2 dias de descanso por semana. SUPCLUB – Na sua opinião qual é hoje a maior diferença entre as provas de race nos EUA e aqui no Brasil? Matero – A grande diferença hoje são os percursos e nível dos atletas. Algumas condições (de ventos, ondulações), como as encontradas no Hawaii, só existem lá, então fica impossível treinar aqui, tecnicamente falando, para as provas de lá. SUPCLUB – Você, além de competidor também treina atletas, certo? Você poderia dizer, na sua opinião, em que aspecto um atleta deve ficar mais atento se quer melhorar a performance no SUP Race? Matero – Eu acho o que mais faz diferença é a técnica. Tanto de remada quanto de leitura de correntes, ventos, pois força todos tem. SUPCLUB – Você poderia falar um pouco sobre sua coluna no blog da revista Go Ouside? Como surgiu a oportunidade? Matero – Há tempos a revista vem me envolvendo em assuntos relacionados ao SUP e então surgiu a oportunidade de escrever a coluna. Fico muito feliz em poder falar sobre uma modalidade que vem se destacando bastante também na mídia convencional. SUPCLUB – Poderia falar um pouco sobre a linha de pranchas Matero? Como funciona? Você desenvolveu o model testando na prática? Como chegaram a essa prancha? Matero – Para chegar ao modelo atual fizemos aproximadamente 20 pranchas. Toda vez que viajo trago referências, dicas e algumas características das pranchas que uso lá fora. Todo esse trabalho não seria possível se pessoas como o Luis felipe “Pipo”, dono da Gzero Tech, o Serginho da New Advance, o shaper Neco Carbone, não tivessem contribuído com tempo, dinheiro e amor pelo esporte. Hoje a Gzero Tech é o meu maior patrocinador. É quem paga todas as minhas viagens e junto com a New Advance me fornece todo o equipamento. SUPCLUB – Voltando um pouco nas origens, como foi seu início no SUP? Você já vem da canoa havaiana e do triathlon, certo? O que lhe chamou a atenção no SUP? Matero – Venho de vários esportes de resistência, entre eles, o triathlon, a corrida de aventura, o ciclismo de rua e de montanha. Sempre remei, pois cresci em santos e tinha contato diário com o mar. Meu avô, por parte de mãe, sempre me incentivou e me ajudou a ter esses “brinquedos”. Em 2007, quando estive no Hawaii para competir de canoa havaiana, o Vitor Marçal que seria meu parceiro na prova, me mostrou uma prancha grande com um remo e me disse que estava participando de provas iguais às de canoa havaiana, mas com uma prancha. Sempre tive facilidade em correr e sempre gostei de remar, foi aí que experimentei o Stand Up Paddle e me apaixonei. SUPCLUB – Como funciona a raia da USP? Qualquer pessoa pode ir lá treinar? Matero – Os treinos da raia da USP funcionam de segunda, quarta e sexta, das 12h30 às 13h30 e é aberto a todos que queiram participar. Lá temos todo o equipamento necessário para remar de SUP ou canoa havaiana, com instrutores para auxiliar o aluno a alcançar seus objetivos. Para obter mais informações é só acessar: www.matero.com.br ou vá nos fazer uma visita! .jpg”> SUPCLUB – Voltando um pouco nas origens, como foi seu início no SUP? Você já vem da canoa havaiana e do triathlon, certo? O que lhe chamou a atenção no SUP? Matero – Venho de vários esportes de resistência, entre eles, o triathlon, a corrida de aventura, o ciclismo de rua e de montanha. Sempre remei, pois cresci em santos e tinha contato diário com o mar. Meu avô, por parte de mãe, sempre me incentivou e me ajudou a ter esses “brinquedos”. Em 2007, quando estive no Hawaii para competir de canoa havaiana, o Vitor Marçal que seria meu parceiro na prova, me mostrou uma prancha grande com um remo e me disse que estava participando de provas iguais às de canoa havaiana, mas com uma prancha. Sempre tive facilidade em correr e sempre gostei de remar, foi aí que experimentei o Stand Up Paddle e me apaixonei. SUPCLUB – Como funciona a raia da USP? Qualquer pessoa pode ir lá treinar? Matero – Os treinos da raia da USP funcionam de segunda, quarta e sexta, das 12h30 às 13h30 e é aberto a todos que queiram participar. Lá temos todo o equipamento necessário para remar de SUP ou canoa havaiana, com instrutores para auxiliar o aluno a alcançar seus objetivos. Para obter mais informações é só acessar: www.matero.com.br ou vá nos fazer uma visita! .jpg”> SUPCLUB – Na sua opinião qual é hoje a maior diferença entre as provas de race nos EUA e aqui no Brasil? Matero – A grande diferença hoje são os percursos e nível dos atletas. Algumas condições (de ventos, ondulações), como as encontradas
Bendita Maldivas

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Tropa de elite da Jagua (SC)

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