SUP GIRLS: supwave feminino e circuito santista de SUPSURF

Kate Brandi de apenas 13 anos é a grande revelação de 2011 do supsurf feminino. Foto: Wagner Morishita. Por redação SUPCLUB.com.br As inscrições da categoria feminina da terceira etapa do Circuito Santista de Sup Wave se esgotaram bem antes do dia do evento. Certamente é um indicativo da relevância que as mulheres têm no universo do Stand Up Paddle. O número de meninas na água surfando de SUP ainda é menor do que o de homens, mas muito maior se compararmos com a quantidade de meninas que surfam de pranchinha. Pelo menos essa é a realidade na baixada santista. É muito comum presenciar em um dia de ondas, 5, 6 “supistas” em um mesmo pico e nenhuma ou apenas uma duas meninas de pranchinha ou longboard. Mais uma prova da já evidente constatação que o Stand Up Paddle é um esporte para todos, homens e mulheres, das mais variadas idades. O SUP é o filho caçula do mercado de board sports mas já está claro que veio para ficar. Alguém duvida? Segue abaixo as 2 baterias da categoria feminina do campeonato de supwave que acontecerá amanhã no quebra-mar de Santos, SP. A disputa pelo título do circuito está acirrada entre as supgirls do Guarujá, Kate Brandi e Nicole Pacelli. Façam suas apostas: Kate x Nicole. Todos estão convidados a prestigiar ao vivo a última etapa do Circuito. Quem não puder comparecer fique ligado na cobertura especial do SUPCLUB. Aloha e boas ondas meninas!
John John é bom

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Homenagem ao mito

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Acadêmicos duelam em Maresias (SP)

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Niterói respira pesca

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Ilhabela: Paraíso ecológico do SUP pode estar ameaçado

Por Redação SUPCLUB.com.br A Paradisíaca Ilhabela, além de capital da vela, é um dos destinos mais atrativos do país para os praticantes de SUP que curtem contemplar a natureza. O projeto de ampliação do Porto de São Sebastião é um assunto que vem preocupando os habitantes e frequentadores da Ilhabela. O principal receio é de possíveis impactos ambientais negativos ao ecossistema da Ilha. No dia 05/12/2011 – 2ª feira – as 18 horas, na Câmara Municipal de Ilhabela, as entidades que compõem o Movimento “Porto Sim, mas Sem Contêiner”, convidam todos os interessados para uma reunião de esclarecimentos sobre o processo de ampliação do Porto de São Sebastião e de preparação para as audiências públicas que ocrrerão nos dias 7 e 8 de dezembro. Para saber mais um pouco sobre o projeto de ampliação do Porto de São Sebastião e das audiências públicas que ocorrerão na próxima semana confira o texto abaixo extraído Ipsis litteris do site nossailhamaisbela.org.br : Descrição do evento Audiência Pública para debater o projeto de ampliação do Porto de São Sebastião para recebimento de contêineres. O projeto prevê a cobertura com concreto (extermínio) do Manguezal do Araçá, um dos grandes berços de vida do Litoral Norte, além de não prever a ocupação desordenada e nem soluções para o tráfego intenso de caminhões, que não será solucionado duplicando as rodovias de acesso. Ampliação de Porto de São Sebastião desagrada ONGs 07/11/2011 – Agência Estado Setores de organizações civis de São Sebastião e Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, preparam uma ofensiva contra o projeto da Secretaria Estadual dos Transportes de ampliar o Porto de São Sebastião. Representantes de ONGs contrárias à ampliação com movimentação e armazenamento de contêineres avaliam o Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (Eia/Rima) do empreendimento. Eles aguardam as audiências públicas previstas para os dias 7 e 8 de dezembro em São Sebastião e Ilhabela, respectivamente, para tentar barrar o projeto. Atualmente, o porto possui um berço de atracação, com capacidade para apenas um navio. O projeto prevê a ampliação para 12 berços,com profundidades variando entre 12 e 25 metros, além de berços para atracação de embarcações de apoio. O investimento, segundo a Secretaria dos Transportes, é de R$ 2,5 bilhões, com início das obras previsto para o segundo semestre de 2012. A Companhia Docas de São Sebastião, que administra o porto, registrou em 2010 movimentação de 664 mil toneladas no porto público, volume abaixo de sua capacidade, de 2 milhões de toneladas/ano. Com a ampliação, ela será de 27 milhões de toneladas/ano. Já o porto organizado movimentou 48 milhões de toneladas em 2010 e pode chegar a 100 milhões de toneladas/ano em 2035. Por ele passam granéis sólidos, barrilha, sulfato, malte, cevada, clinquer, ulexita, veículos, cargas vivas (animais e plantas), contêineres e carga geral. PREOCUPAÇÃO As entidades temem que a construção do novo porto atraia mão de obra de outros Estados, além de provocar um caos no centro de São Sebastião, por conta da previsão de circulação de mil carretas por hora. As ONGs também são contrárias à utilização do Mangue do Araçá, próximo à área portuária, que deverá sumir do mapa com a ampliação. A ideia inicial era aterrá-lo. Após pressão de ambientalistas, a Companhia Docas readequou o projeto e optou por uma estrutura suspensa por pilotis. Preocupados com a violência e as invasões de áreas protegidas, ambientalistas lembram que as duas cidades não têm mais para onde crescer, a não ser em direção aos morros, muitos em área de Mata Atlântica. “Será a degradação da área urbana de São Sebastião”, resume o presidente do Instituto Ilhabela Sustentável, Georges Grego. A entidade até criou uma campanha: “Porto, sim, mas sem contêineres”. Segundo ele, a saída mais viável seria a construção de uma ferrovia que ligasse o planalto a São Sebastião, retirando as carretas das vias. “Um projeto dessa envergadura sem uma ferrovia é uma loucura. Os números são assustadores”. A falta de planejamento foi criticada por Roberto Francine, ex-membro do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), hoje dirigente do Instituto Gondwana. “Não existe planejamento estratégico a curto, médio e longo prazos. O litoral norte não pode se transformar em uma Macaé”, afirma. Porto turístico seria opção mais viável Membro do Conselho Municipal do Meio Ambiente de Ilhabela, Antônio Alexandre Monteiro diz que o porto seria viável se fosse turístico. “Não polui e pode gerar até 6 mil empregos, ante os 2 mil anunciados pelo governo”. O prefeito de Ilhabela, Antônio Luiz Colucci (PPS), mostrou-se preocupado com a possibilidade de o projeto prejudicar o turismo no arquipélago. “A ampliação pode prejudicar a qualidade do turismo, que é a indústria que mais gera emprego na cidade. Temos de crescer, mas com qualidade e sustentabilidade”, defende, em busca de um meio termo. O secretário do Meio Ambiente de São Sebastião, Eduardo Hipólito do Rego, criticou o Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (Eia/Rima) do projeto por não incluir o Arquipélago dos Alcatrazes e a Ilha Anchieta, em Ubatuba, na zona de influência. “Elas são rotas de navios”. Segundo ele, desde que as audiências públicas foram suspensas, há cerca de um ano, o projeto não mudou. “A única mudança foi o aumento da área de ampliação, que passaria de 1 milhão de m² para 1,2 milhão de m².” Para ele, “o projeto é agressivo e poderá haver deterioração ambiental, principalmente no Mangue do Araçá”. Hipólito diz que “os dados do Eia/Rima sobre o trânsito são alarmantes”. Renato Spiritus – Praticante de Stand Up Paddle e morador da Ilhabela. Foto: Mariana Spiritus
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