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Alejo coroado em 2011

Internautas e júri elegem Alejo Muniz o Melhor Surfista de 2010 no Prêmio Fluir@Waves e ele leva uma Saveiro zerada pra casa.

Alejo coroado no Rio

Internautas e júri elegem Alejo Muniz o Melhor Surfista de 2010 do Prêmio Fluir@Waves.

SUP Entrevista: Roberta Borsari e a expedição à pororoca

Roberta contempla o fim de tarde mágico na amazônia. Foto: Fabio Paradise A canoísta profissional Roberta Borsari é uma das dez melhores do mundo no kayaksurf e também acumula títulos em outras modalidades de remo, como o rafting e a canoa havaiana.  Sua mais nova paixão esportiva atende pelo nome de Stand Up Paddle, atividade que ela experimentou em uma viagem ao Hawaii, no final do ano passado, e desde então vem praticando como forma de lazer e condicionamento físico. Recentemente, ela retornou de uma expedição ao rio Araguari, no estado do Amapá, para surfar aquela que é considerada a maior de todas as ondas da pororoca amazônica. Participaram da expedição representantes das mais variadas modalidades de surf (pranchinha, kayaksurf, SUP, alaia, longboard) e Roberta tornou-se primeira mulher do mundo a surfar a pororoca de caiaque. A idéia inicial era surfar a onda também de SUP, entretanto, em face à força da onda, seu pouco tempo de prática no SUP e aos riscos que esse tipo de operação envolve, optou por focar o surf no kayak, aproveitando o SUP para relaxar remando em meio à paisagem alucinante da floresta amazônica. Agora você confere a entrevista exclusiva ao SUPCLUB.com.br, onde Roberta conta um pouco sobre a experiência de surfar essa onda exótica e a sensação de remar de SUP no meio da selva, a horas de distância de navegação da civilização mais próxima. SUP Entrevista: Roberta Borsari SUPCLUB – Como surgiu a oportunidade de fazer essa expedição? Quanto tempo vocês ficaram lá? Roberta – Na época em que trabalhei como instrutora de rafting e descia rio de caiaque, tive oportunidade de participar de várias expedições – mas depois me dediquei quase que exclusivamente as provas de kayaksurf nas praias. A idéia de surfar a pororoca veio como uma volta ao passado, apenas pelo prazer de curtir a natureza sem a pressão da competição e também porque sabia que nunca uma mulher havia surfado uma pororoca de caiaque (depois descobri também, que a pororoca do rio Araguari, considerada a maior de todas, nunca havia sido surfada por um caiaque). O contato foi o recordista mundial de tempo de surf na pororoca: Serginho Laus, que montou a equipe com Jorge Pacelli, Saulo Ramos, eu e o australiano Skeet Derham – além de toda equipe de apoio. A idéia era fazer o feito do caiaque, colocar vários equipamentos na onda (sup, caiaque, prancha, alaya e longboard) e fazer as remadas de SUP. Foi uma viagem bem especial, de 8 dias na selva com a  única embarcação na virada da lua para surfar a onda. No kayaksurf, dividindo a onda com Jorge Pacelli, de SUP. Foto: Fabio Paradise “SE O CAIAQUE VIRASSE NO ESPUMÃO, A ONDA ME ARRASTARIA SEM PARAR” SUPCLUB – Em que lugar da amazônia vocês ficaram? Roberta – Surfamos a pororoca do Rio Araguari, ela fica localizada no Amapá. De Macapá, viajamos cerca de 18h rio adentro e ficamos embarcados no meio da selva. Em contato apenas com os ribeirinhos e todos os animais que vivem por ali: boto cor de rosa, cobras, jacarés…  SUPCLUB – Dá pra descrever a sensação de surfar a pororoca? Roberta – É uma experiência única, você pode ter viajado por vários lugares do mundo mas a sensação de surfar uma grande onda de rio, que percorre 40km durante 2h30, é quase indescritível. É possível surfar seções durante 20min e isto você nunca vai fazer no mar. É muito bom e diferente do oceano! SUPCLUB – Você conseguia entrar remando na onda ou precisava ser rebocada? Roberta – Tinha que entrar rebocada e fizemos vários testes até chegar à técnica ideal. Começamos com tow in e depois usamos um sled com uma corda curta atrás do jet. Só que os testes já aconteciam na onda, e não podíamos errar pois se o caiaque virasse no espumão, não seria uma boa. Provavelmente ela me prenderia a arrastaria sem parar! SUPCLUB – E de SUP? Você tentou surfar a pororoca? Roberta – No último dia de viagem a minha idéia era surfar a onda também de SUP, pegando a parte inicial de caiaque e depois no trecho final, onde a onda já é menor, de prancha. Acabou não acontecendo por que a operação na selva pode ter imprevistos e alterações, mas talvez seja para que eu volte pra lá mais uma vez e com mais experiência no surf de SUP, pois ainda estou aprendendo…quem sabe um dia! Foto: Fabio Paradise SUPCLUB – O que mais te marcou nessa viagem? Roberta – Tivemos vários momentos especiais nesta viagem: das remadas de SUP com visual da selva, passando pela convivência da equipe no barco até o contato com a realidade dos ribeirinhos e a dimensão do nosso país. A selva é linda e muito rica! Mas o que mais me marcou com certeza foi a adrenalina da conquista de cada dia do surf de caiaque no fenômeno. Foi diferente de tudo que já fiz no meu esporte.  SUPCLUB – Alguma dica para quem está pensando em fazer essa viagem? Roberta – Escolher uma boa data dentro da temporada, pois existe a variação do tamanho da onda e ventos. Ir assessorado por uma equipe que realmente conhece o fenômeno para que o surfista possa ter o melhor aproveitamento da onda e também por questões de segurança (Neste ponto a viagem com o Serginho foi ótima!). Não podemos esquecer que tudo ocorre a várias horas de distância de navegação da civilização. E por último, eu não iria numa época de seca pois é muito maior a concentração de animais no rio como cobras, jacarés e outros. Fazíamos as remadas de SUP, mas nada de ficar mergulhando, ou sentar na prancha com as pernas dentro d’água. .jpg”>

Gatinhas em peso na night

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